ICMS - SP. SEVILHA Contabilidade
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- Amanda Monteiro Nobre
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1 ICMS - SP SEVILHA Contabilidade
2 Artigo 150 da Constituição. Regulamento do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação Aprovado pelo Decreto nº , de LIVRO II - Da Sujeição Passiva por Substituição, da Suspensão e Do Diferimento (arts. 260 a 432)
3 Substituto (Indústria, Atacadista ou Importador) Substituído (Atacadista ou Varejista) Consumidor
4 1 - deverá observar a disciplina estabelecida pelo Estado de destino da mercadoria; 2 - terá seu estabelecimento, relativamente às operações ou prestações com retenção do imposto, sujeito a fiscalização pelos Estados de destino das mercadorias ou serviços, cujos agentes, para tanto, serão previamente credenciados pela Secretaria da Fazenda deste Estado, salvo se a fiscalização for exercida sem a presença física do agente fiscal no estabelecimento fiscalizado (Convênio ICMS-81/93, cláusula nona, na redação do Convênio ICMS-16/06).(Redação dada pelo inciso III do artigo 1º do Decreto nº , de ; DOE de , efeitos a partir de ) 2 - terá seu estabelecimento, relativamente às operações ou prestações com retenção do imposto, sujeito a fiscalização pelos Estados de destino das mercadorias ou serviços, cujos agentes, para tanto, serão previamente credenciados pela Secretaria da Fazenda deste Estado.
5 O Contribuinte providenciará: Sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS, em cada Estado para o qual deseje proceder saídas, conforme disciplina por ela estabelecida; A arrecadação periódica dos tributos por meio de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais GNRE; A Apresentação Da Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS Substituição Tributária - GIA-ST.
6 Na hipótese de falta da inscrição como substituto tributário, referida anteriormente, o imposto retido devido a cada UF deve ser recolhido por ocasião da saída da mercadoria do estabelecimento, mediante Guia Nacional de Recolhimentos Especiais - GNRE, em relação à qual deverá ser observado o seguinte: 1 - será emitida uma guia para cada destinatário; 2 - no campo "Informações Complementares", deverá constar o número da Nota Fiscal a que se refere o correspondente recolhimento; 3 - uma via da GNRE deverá acompanhar o transporte da mercadoria.
7 As mercadorias ou serviços enquadrados no regime de sujeição passiva por substituição, destinados a estabelecimento de microempresa ou de empresa de pequeno porte, submetem-se regularmente à retenção do imposto incidente sobre as operações ou prestações subseqüentes. Nesta hipótese, para a retenção do imposto será aplicável a alíquota interna a que estiver submetida a mercadoria ou serviço.
8 Os optantes do Simples Nacional que pratiquem operações de saídas com mercadorias sujeitas ao regime de Substituição Tributária submetem-se à legislação paulista pertinente, bem como, nas operações interestaduais, à legislação das unidades da Federação do estabelecimento destinatário com as quais haja acordo firmado (convênio ou protocolo).
9 Salvo disposição em contrário, não se inclui na sujeição passiva por substituição, subordinando-se às normas comuns da legislação, a saída, promovida por estabelecimento responsável pela retenção do imposto, de mercadoria destinada a: I - integração ou consumo em processo de industrialização; II - estabelecimento, exceto de microempresa, quando a operação subseqüente estiver amparada por isenção ou não-incidência; III - outro estabelecimento do mesmo titular, desde que não varejista;
10 IV - outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; V - estabelecimento situado em outro Estado.
11 Obs.1 - Nas hipóteses III ou IV, a responsabilidade pela retenção do imposto será do estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo "Informações Complementares" do respectivo documento fiscal. Na ocorrência de qualquer saída ou evento que descaracterizar situação prevista nos incisos, o imposto relativo à substituição tributária será exigido do remetente, podendo o fisco exigi-lo do destinatário.
12 A retenção do imposto na forma deste capítulo não exclui o pagamento de complemento, pelo contribuinte substituído, na hipótese de o valor da operação ou prestação final com a mercadoria ou serviço ter sido maior que o da base de cálculo utilizada para a retenção, observada a disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda.
13 A sujeição passiva por substituição com retenção antecipada do imposto compreende, também, o transporte efetuado por terceiro, desde que o respectivo preço esteja incluído na base de cálculo da retenção
14 Não recolhido o imposto pelo sujeito passivo por substituição deverão os contribuintes substituídos cumprir todas as obrigações tributárias, principal e acessórias, pelo sistema de débito e crédito, observadas as normas comuns previstas na legislação.
15 No caso de sujeição passiva por substituição, com responsabilidade atribuída em relação às subseqüentes operações, a base de cálculo é o preço máximo ou único de venda utilizado pelo contribuinte substituído, fixado pelo fabricante, pelo importador ou pela autoridade competente, ou, na falta desse preço, o valor da operação praticado pelo substituto, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao varejista, acrescido do valor resultante da aplicação de percentual de margem de valor agregado, estabelecido pela legislação em cada caso.
16 O valor do imposto a ser recolhido a título de sujeição passiva por substituição é a diferença entre o valor do imposto calculado, mediante aplicação da alíquota interna, sobre a base de cálculo descrita e o valor do imposto devido pela operação própria do remetente
17 EXEMPLO DE CÁLCULO COM IVA ST DE 40%:
18 Nas situações em que houver retenção à maior ou indevida, o estabelecimento do contribuinte substituído que tiver recebido mercadoria ou serviço com retenção do imposto, observada a disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda, poderá ressarcir-se.
19 Quando revendedor paulista adquirir produto sujeito à ST de remetente de Estado não signatário de convênio ou protocolo com o Estado de SP, deverá, por ocasião da entrada, efetuar, em conta gráfica, o pagamento antecipado do imposto de sua operação própria e de eventual operação subsequente.
20 Mas, atenção: para os produtos que ingressaram na ST, em São Paulo, a partir de fevereiro de 2008, e que não tem convênio ou protocolo interestadual, quando adquiridos de outro Estado, deverá ser feito pelo adquirente, pagamento antecipado por guia especial de recolhimentos. (Cód 063-2)
21 Exemplo I Empresa (RPA ou SN) Adquire produtos de Higiene de outro Estado IVA ST 71,60% :
22 Exemplo II Empresa (RPA ou SN) Adquire produtos de Higiene de outro Estado IVA ST 38,90%: Operações entre empresas interdependentes IVA ST 165,55%
23 Se o substituto não inclui o Frete na base de cálculo do ICMS retido, o substituído, ao receber os produtos, lança o complemento e o recolhe.
24 Para evitar favorecimento às aquisições de fora do Estado, que teriam preço de partida com ICMS embutido menor, nas compras interestaduais, pára pagar o ICMS antecipado, deve ser utilizado o IVA ST AJUSTADO, calculado da seguinte forma: [(1 + IVA ST ORIGINAL) x (1-Aliq. Interestadual)/ (1-alíquota Interna)]-1
25 Exemplo Aquisição interestadual de perfume sujeito à 25% dentro de São Paulo: IVA Ajustado [(1+71,60) X (1-0,12) / (1-0,25)] -1 [1,7160 X 0,88 / 0,75] [1,7160 X 1,1733] -1 2, IVA Ajustado 101,34%
26 Exemplo Aquisição interestadual de perfume sujeito à 18% dentro de São Paulo: IVA Ajustado [(1+38,90) X (1-0,12) / (1-0,18)] -1 [1,3890 X 0,88 / 0,82] [1,3890 X 1, ] -1 1, IVA Ajustado 49,06%
27 Aplica-se o IVA ajustado nas entradas de produtos de: higiene pessoal, perfumaria, bebidas alcoólicas (exceto cerveja e chope), autopeças, rações, produtos fonográficos, pilhas e baterias, lâmpadas elétricas, papel e produtos de limpeza.
28 Não se aplica o IVA Ajustado quando 1 - a operação interna está sujeita à 12% ou menos 2 - quando se trata de recolhimento sobre os estoques.
29 1 a integração ou consumo em processo de industrialização 2 a estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria 3 a Estabelecimento paulista a título de transferência, desde que não seja varejista, e que a mercadoria tenha sido fabricada, importada ou arrematada pelo remetente
30 O sujeito passivo por substituição emitirá documento fiscal para as operações e prestações sujeitas à retenção do imposto, que, além dos demais requisitos, deverá conter, nos campos próprios, as seguintes indicações: I - a base de cálculo da retenção; II - o valor do imposto retido, cobrável do destinatário. Obs.1 - O documento fiscal deverá conter, também, o número da inscrição estadual do Remetente no Cadastro de Contribuintes do Estado Destino, ainda que por meio de carimbo.
31 O contribuinte substituído, ao realizar operação com mercadoria ou prestação de serviço que tiver recebido com imposto retido, emitirá documento fiscal, sem destaque do valor do imposto, que conterá, além dos demais requisitos, a seguinte indicação "Imposto Recolhido por Substituição Artigo... do RICMS O documento fiscal terá subsérie distinta, salvo se for Nota Fiscal.
32 Comerciante paulista que adquire produtos com imposto retido e os repassa a comerciante de outro Estado signatário de acordo, deverá efetuar nova retenção a favor daquele Estado, e tem direito ao ressarcimento da substituição na qual foi sujeito ativo.
33 O sujeito passivo por substituição escriturará o documento fiscal no livro Registro de Saídas, conforme segue: I - nas colunas adequadas, os dados relativos à operação ou prestação própria, na forma convencional; II - na coluna "Observações", na mesma linha do registro de que trata o registro anterior, o valor do imposto retido e o da respectiva base de cálculo, sob o título "Substituição Tributária".
34 Os valores constantes na coluna relativa ao imposto retido serão totalizados no último dia do período de apuração, para lançamento no livro Registro de Apuração do ICMS.
35 Ocorrendo devolução de mercadoria cuja saída tiver sido escriturada nos termos do slide anterior, o sujeito passivo por substituição deverá registrar no livro Registro de Entradas: I - o documento fiscal relativo à devolução, com utilização das colunas "Operações ou Prestações com Crédito do Imposto", na forma prevista na lei; II - na coluna "Observações", na mesma linha do registro referido no inciso anterior, o valor da base de cálculo e o do imposto retido, relativos à devolução. Totalizar no último dia do período para apuração do ICMS.
36 O contribuinte substituído, relativamente às operações com mercadoria ou prestações de serviço recebidas com imposto retido, escriturará o livro Registro de Entradas e o Registro de Saídas na forma prevista na lei, com utilização da coluna "Outras", respectivamente, de "Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto" e "Operações ou Prestações sem Débito do Imposto.
37 O valor do imposto retido ou de parcela do imposto retido, indicado no documento fiscal: 1 - não será incluído na escrituração da coluna "Outras"; 2 - será indicado na coluna "Observações Nota: O transportador deverá registrar em observações os Transportes de Mercadorias Sujeitas à Substituição Tributária
38 A apuração do ICMS Substituição à Recolher será feita no Livro de Apuração do ICMS em página distinta da apuração do imposto devido pela operações próprias, onde será indicada Apuração Substituição Tributária. Se houverem saídas destinadas à mais de uma UF, serão utilizadas páginas distintas para cada Estado.
39 O contribuinte responsável pela retenção do imposto, apresentará mensalmente, GIA ST para cada UF com a qual operar, em prazo determinado pela legislação de cada Estado. O sujeito passivo por substituição efetuará o recolhimento do imposto retido no prazo legal, independentemente do resultado da apuração relativa às suas operações próprias
40 Há regras específicas para as operações realizadas fora do estabelecimento por contribuintes substitutos ou substituidos. Em São Paulo elas são definidas pelos artigos 284 e 285 do RICMS.
41 Mesmo estando sujeito ao recolhimento do ICMS por estimativa, o contribuinte deve proceder as retenções e recolhimento do ICMS na qualidade de substituto tributário, quando assim enquadrado.
42 Em São Paulo, o artigo 288 do RICMS define o tratamento nas operações sujeitas à substituição tributária realizadas por representantes ou mandatários, atribuindolhes a responsabilidade pelo pagamento do imposto.
43 Os artigos 289 e 290 do RICMS SP, trata com detalhes das operações realizadas com fumo ou seus sucedâneos manufaturados. Para determinação da base de cálculo, em caso de inexistência do preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído, fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, será de 50% (cinqüenta por cento) o percentual de margem de valor agregado. Já por sua vez, o artigo 291 do mesmo RICMS SP trata das operações com cimento, onde o percentual de margem de valor agregado será 20%, na falta de outro.
44 Nos artigos 293 e 294 do RICMS encontram-se as regras para as operações com Refrigerante, Cerveja, inclusive Chope e Água, entre outras: 1 base de cálculo 2 Percentual de Valor Agregado 3 situações em que não houve retenção 4 importação
45 Ainda no Regulamento do ICMS Paulista, encontra-se no artigo 295 todas as regras aplicáveis às operações com Sorvetes. Para determinação da base de cálculo, em caso de inexistência do preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído, fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, será de 70% (setenta por cento) o percentual de margem de valor agregado.
46 As regras para as operações com Fruta estão disciplinadas no Estado de São Paulo pelos artigos 297 e 298 do RICMS. Para determinação da base de cálculo, em caso de inexistência do preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído, fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, será de 40% (quarenta por cento) o percentual de margem de valor agregado.
47 Há toda uma regulamentação específica para as operações com veículos automotores. As regras estão detalhadas nos artigos 299 à 309 do Regulamento Paulista para o ICMS.
48 Os artigos 310 e 311 do RICMS do Estado de São Paulo tratam especificamente das regras aplicáveis nas operações com Pneumáticos e Afins. Neste caso diversos são os percentuais de valor agregados, conforme as características do produto.
49 Os artigos 312 e 313 do RICMS determinam o funcionamento do regime de Substituição Tributária nas operações com Tintas, Vernizes e Outros Produtos da Indústria Química. Fazem parte da lista de produtos sujeitos à substituição os seguintes:
50 1 - tinta à base de polímero acrílico dispersa em meio aquoso, ; 2 - tintas e vernizes, à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados, dispersos ou dissolvidos em meio aquoso: a) à base de polímeros acrílicos ou vinílicos, ; b)outros, ; 3 - tintas e vernizes, à base de polímeros sintéticos ou de polímeros naturais modificados, dispersos ou dissolvidos em meio não aquoso: a) à base de poliésteres, ; b) à base de polímeros acrílicos ou vinílicos, ; c) outros, ;
51 4 - outras tintas: a) à base de óleo, ; b) à base de betume, piche, alcatrão ou semelhante, ; c) qualquer outra, ; 5 - outros vernizes: a) à base de betume, ; b) à base de derivados da celulose, ; c) à base de óleo, ; d) à base de resina natural, ; e) qualquer outro, ;
52 6 - preparações concebidas para solver, diluir ou remover tintas e vernizes, , e ; 7 - ceras encáusticas, preparações e outros, , , , , ; 8 - massa de polir, ; 9 - xadrez e pós assemelhados, , e 3206, exceto o pigmento à base de dióxido de titânio classificado no código NBM/SH ;
53 10 - piche (pez), , , e ; 11 - impermeabilizantes, , , , , , , e , 12 - aguarrás, ; 13 - secantes preparados, ; 14 - preparações catalíticas (catalisadores), e ;
54 15 - massas para acabamento, pintura ou vedação: a) massa KPO, ; b) massa rápida, ; c) massa acrílica e PVA, ; d) massa de vedação, e ; e) massa plástica, ; 16 - corantes, , , , e
55 Para determinação da base de cálculo, em caso de inexistência do preço máximo ou único de venda a ser praticado pelo contribuinte substituído fixado por autoridade competente ou de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, será de 35% (trinta e cinco por cento) o percentual de margem de valor agregado para tintas, vernizes e outros da indústria química.
56 Venda Porta à Porta (Marketing Direto); Venda em Banca de Jornal; Combustíveis e Lubrificantes; Medicamentos (a partir de 01/02/2008); Bebidas alcoólicas, exceto cerveja a chope (a partir de 01/02/2008); Produtos de perfumaria (a partir de 01/02/2008); Produtos de higiene pessoal (a partir de 01/02/2008);
57 Ração animal ( pet ) (a partir de 01/04/2008); Produtos de limpeza (a partir de 01/04/2008); Produtos fonográficos (a partir de 01/04/2008); Autopeças (a partir de 01/04/2008); Pilhas e baterias (a partir de 01/04/2008); Lâmpadas elétricas (a partir de 01/04/2008); Papel (a partir de 01/04/2008);
58 Produtos Alimentícios (à partir de 1º. de maio de 2008); Materiais de Construção e Congêneres (à partir de 1º. de maio de 2008);
59 Papel Cut Size A4: 17,32% Autopeças: 40% (geral) ou 26,50% (fabr. Veículos, máqs ou impl.agrícolas) Produtos de Limpeza: de 12,62% (ex. detergente) à 80,85% (ex.: esponjas) Construção Civil e Congêneres: Alimentos:
60 Medicamentos: 33%, ou 38,24% ou 41,38% Perfumaria e Higiene Pessoal: 38,90% (produtos com 12% ou 18% ICMS), ou 71,60% (25%ICMS), ou 165,55% (Interdependentes) Bebidas Alcoólicas: 44,72% ou lista de preços/pauta Ração Animal: 46% Pilhas e Baterias: 40% Lâmpadas Elétricas: 40% Produtos Fonográficos: 25%
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