Staphylococcus Streptococcus Enterococcus
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- Ricardo Ferrão Carmona
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1 COCOS GRAM POSITIVOS DE INTERESSE CLÍNICO Staphylococcus Streptococcus Enterococcus Staphylococcus Streptococcus Enterococcus Coagualse positivo Coagulase negativo α- hemolítico β-hemolítico (Agrupados pela sorologia de Lancefield) γ- hemolítico 23 espécies putativas S. aureus S. shleiferi S. intermedius S. hyicus S. delphini Outras espécies do gênero Estreptococos do Grupo Viridans S. pneumoniae S. pyogenes(a) S. agalactiae (B) S. dysgalactiae/equi(c, F, G) S. bovis/equinus (D) Estreptococos do Grupo Viridans E. faecium E. faecalis 1
2 - Dividem-se num plano perpendicular ao eixo longitudinal da cadeia; - O comprimento das cadeias é condicionado por fatores ambientais GÊNERO Staphylococcus Morfologia e fisiologia: Cocos Gram-positivos, anaeróbios facultativos, não formadores de esporos - agrupados em forma de cachos, em cadeias curtas, aos pares ou sozinhos; Podem apresentar cápsula polissacarídica (S. aureus) ou camada mucóide (filme frouxamente ligado que consiste em monossacarídeos, proteínas e pequenos peptídeos) nas outras espécies, especialmente in vivo => inibe a fagocitose; A parede celular dos estafilococos pode conter dois tipos de ácidos teicóicos: > Ácido Ribitol Teicóico(Polissacarídeo A) em Staphylococcus aureus > Ácido Glicerol Teicóico(Polissacarídeo B) em Staphylococcus epidermidis 2
3 3
4 Características importantes do gênero: Produção da enzima coagulase => importância taxonômica: coagulase + e coagulase- Proteína A- Encontrada na superfície das linhagens da espécie S. aureus: Linhagens da espécie S. aureus e S. saprophyticus têm a habilidade e fermentar o carboidrato manitol => Possui importância taxonômica São halotolerantes: podem crescer em meio contendo até 10% de NaCl Mesófilos=>crescememamplavariaçãodetemperatura: 18a40 o C. Podem produzir pigmentos (pigmentos carotenóides) Epidemiologia: Ubiquitários - componentes da microbiota residente anfibiôntica de seres humanos e outros animais: => Pele, axilas => Cavidade nasal(nasofaringe) => Orofaringe => Trato gastrintestinal => Trato geniturinário Aproximadamente 15% a 40% dos adultos saudáveis são portadores sãos de S. aureusna nasofaringe Podem ser transmitidos entre os hospedeiros por contato direto ou através de fômites; 4
5 Patogênese: Os S. aureus causam doenças através da produção de toxinas ou da invasão direta e proliferação dos microrganismos, que leva à destruição tecidual. Os demais(coagulase negativos) causam doença pela invasão e destruição tecidual. S. aureus Doenças mediadas por toxinas Síndrome da pele escaldada estafilocócica Caracterizada pelo aparecimento abrupto de um eritema (vermelhidão) localizado, inicialmente ao redor da boca e que cobre ocorpointeiro emdoisdias. Ocorre descamação do epitélio, pois a toxina esfoliativa atua despolimerizando os desmossomos das células epiteliais. O epitélio se torna intacto após 7 a 10 dias, quando aparecem os anticorpos protetores. Doença primariamente neonatal. Pode ocorrer a formação de bolhas superficiais na pele Intoxicação alimentar estafilocócica Doença adquirida por alimentos => é uma intoxicação, e não uma infecção. Causada pela toxina bacteriana => enterotoxina => termoestável e resistentes aos ácidos gástricos. A intoxicação alimentar resulta da contaminação do alimento por um portador humano. Alimentos mais comuns: presunto, bolos recheados com creme, produtos de confeitaria, maionese de batata. A ingestão da enterotoxina provoca aumento do peristaltismo intestinal (mecanismo exato não é conhecido) e a perda de fluidos, e o surgimento da doença é abrupto (4 horas), com náuseas, vômitos, diarréia aquosa, dores abdominais. Sindrome do choque tóxico estafilocócico Linhagens de S. aureus produtoras da toxina do choque tóxico (TSST-1) podem se multiplicar em tampões absorventes e liberar a toxina no sangue. As manifetsções clínicas incluem febre, hipotensão e erupção eritematosa macular difusa, e a pele, palma das mãos e sola dos pés descamam. Pode haver envolvimento sistêmico (SNC, gastrointestinal, muscular, renal), 5
6 S. aureus Doenças cutâneas causadas pela invasão e destruição tecidual(piogênicas) Impetigo Infecção superficial que afeta principalmente crianças pequenas, ocorrendo na face e nos membros. Caracterizada por vesículas cheias de pus que se desenvolvem em uma base eritematosa. Após o rompimento da vesícula, a lesão seca e formam-se crostas. Foliculite, terçol, furúnculo, infecções em feridas Infecção dos folículos pilosos, com formação de pus embaixo da superfície da epiderme. Se o quadro ocorre na pálpebra, é chamado terçol. Furúnculos (agravamento da foliculite) são nódulos grandes, dolorosos, que possuem tecido morto e necrótico => abscesso Infecções podem ocorrer quando os microrganismos são introduzidos em feridas Bacteremias Doenças sistêmicas causadas por S. aureus Disseminaçãodabactérianosangueapartirdeumfocodeinfecção(p.ex.,infecçãonapele). Endocardite aguda Danos no revestimento endotelial do coração, reduzindo a capacidade cardíaca. Pneumonia Formação de abscessos nos pulmões; pode ocorrer em jovens e idosos e em pacientes com doenças de base, DPOC ou doença pulmonar recente. Artrite séptica A artrite séptica é caracterizada pela formação de eritema nas articulações, além de acúmulo de material purulento. Osteomielite Resultante da disseminação hematogênica da bactéria para o osso. Pode ser também uma infecção secundária resultante de trauma ou mesmo após procedimentos cirúrgicos. 6
7 Staphylococcous coagulase(-) => Doenças causadas pela invasão e destruição tecidual Endocardites S. epidermidis e S. lugdunensis infecção de válvulas cardíacas nativas ou artificiais, no local onde a válvula está fixada ao tecido cardíaco. A camada mucóide favorece a fomação de biofilme. Infecções de catéter intravenosos e infecções de articulações protéticas Mais de 50% de todas as infecções de catéter são causadas por estafilococos coagulase (-): a camada mucóide favorece a formação do biofilme nos catéteres e protege as bactérias dos antibióticos e da resposta imunológica. Infecções do trato urinário S. saprophyticus é a segunda causa de infecção do trato urinário, principalmente em mulheres jovens. Mulheres infectadas apresentam quadros de disúria, piúria e numerosos microrganismos na urina. Infecções em feridas cirúrgicas Outras infecções oportunistas em qualquer parte do corpo(oculares, cutâneas, etc) GÊNERO Streptococcus Características gerais Cocos Gram positivos, anaeróbios facultativos, imóveis e dispostos em cadeias(às vezes aos pares). Complexos do ponto de vista nutricional fastidiosos em cultura, requerem suplementos como sangue ou soro no meio de cultura. Apresentam metabolismo fermentativo utilizam carboidratos, liberando como produtos finais ácido lático, etanol ou acetato. São catalase negativo => distinção de Staphylococcus. Maioria possui uma cápsula de polissacarídeo 7
8 Classificação taxonômica: Três esquemas são utilizados para diferenciar as espécies do gênero Streptococcus: 1. Padrões hemolíticos (hemólise β- completa, α- parcial ou γ-sem hemólise) 2. Propriedades sorológicas: sorotipagem de Lancefild (grupos A até V) 3. Propriedades bioquímico-fisiológicas Classificação taxonômica: Três esquemas são utilizados para diferenciar as espécies do gênero Streptococcus: 1. Padrões hemolíticos (hemólise β- completa, α- parcial ou γ-sem hemólise) 2. Propriedades sorológicas: sorotipagem de Lancefild (grupos A até V) 3. Propriedades bioquímico-fisiológicas 8
9 Classificação taxonômica: Três esquemas são utilizados para diferenciar as espécies do gênero Streptococcus: 1. Padrões hemolíticos (hemólise β- completa, α- parcial ou γ-sem hemólise) 2. Propriedades sorológicas: sorotipagem de Lancefild (grupos A até V) 3. Propriedades bioquímico-fisiológicas Rebecca Lancefield (1933) desenvolveu um sistema de sorotipagempara a classificação dos estreptococos β-hemolíticos, baseado em antígenos específicos => carboidratos da parede celular Classificação Sorológica S. pyogenes A β Padrão de hemólise S.agalactiae B β; ocasionalmente não hemolítico S. equi, dysgalactiae C, F, G β; ocasionalmente α ou não hemolítico S. bovis/equinus D β; α; ocasionalmente não hemolítico Grupo Viridans Não grupável α ou não hemolítico S. pneumoniae Não grupável α Grupo A => Streptococcus pyogenes A virulência dos estreptococos do grupo A é determinada pela habilidade da bactéria de aderir à superfície das células hospedeiras, invadir as células epiteliais, evitar a opsonização e a fagocitose e produzir uma variedade de toxinas e enzimas. Epidemiologia Ubiquitários, colonizam assintomaticamente o trato respiratório superior e colonização transitória na pele. São considerados importantes patógenos humanos, estão associados com processos supurativos (com formação de pus) e processos não-supurativos. Disseminação pessoa-pessoa ocorre através de perdigotos (faringite) ou através de abertura na pele após contato direto com o indivíduo infectado ou através de fômites; Indivíduos com maior risco incluem crianças entre 2 e 15 anos com pouca higiene pessoal; crianças pequenas e idosos com infecções preexistentes do trato respiratório ou de pele. 9
10 Doenças supurativas (ou piogênicas): Faringite (tonsilite ou dor de garganta ): inflamação da faringe. Piodermite (impetigo):erupções purulentas e amareladas na pele. Erisipela: Inflamação no tecido subcutâneo. Pode ocorrer na face e extremidades inferiores. Celulite: Envolvimento dos tecidos subcutâneos mais profundos com invasão e acometimento sistêmico. Mais profunda do que a erisipela, associada a traumatismos ou evolução de feridas superficiais. Fasciíte necrosante ( bactérias comedoras de carne ): Infecção nos tecidos subcutâneos profundos que pode se espalhar rapidamente pela fáscia muscular, comprometendo músculos e gordura. Com alta taxa de mortalidade, pode evoluir para gangrena com toxicidade sistêmica e falência múltipla de órgãos, ocasionando morte em mais de 50% dos casos. Doenças mediadas por toxinas: Escarlatina: complicação da faringite estreptocócica - neste caso há a produção da toxina eritrogênica. Síndrome do choque tóxico por estreptococos: Semelhante à toxina estafilocócica da síndrome do choque tóxico. Sintomas inespecíficos de dor, febre, calafrios, mal estar, e a medida que a doença progride pode evoluir para choque e falência dos órgãos. Outras doenças: Sepse puerperal, inflamação dos vasos linfáticos, pneumonia e bacteremia. 10
11 Seqüelas não-supurativas das infecções por Streptococcus pyogenes: Febre reumática aguda: Caracterizada por alterações inflamatórias envolvendo o coração, articulações, vasos sanguíneos e tecidos subcutâneos. No coração, manifestase como uma endocardite, podendo ocorrer dano crônico e progressivo das válvulas cardíacas. => A teoria para esta patogenia está relacionada à reação cruzada dos tecidos cardíacos com os anticorpos antiestreptocócicos circulantes. É uma doença de natureza imunológica. Glomerulonefrite aguda: inflamação aguda dos glomérulos renais. Formação de complexos antígeno-anticorpo sobre a membrana glomerular (doença imunológica). Alguns pacientes podem desenvolver a doença crônica, que evolui para insuficiência renal. Grupo B => Streptococcus agalactiae Antígeno polissacarídeo específico do grupo B de Lancefield e polissacarídeos capsulares. Produzem várias enzimas que facilitam a destruição tecidual e disseminação da bactéria. Epidemiologia Colonizam assintomaticamente o trato respiratório superior e o trato geniturinário; A maioriadasinfecçõesem recém-nascidoséadquiridadamãeduranteagravidezounahoradoparto; na ausência de anticorpos maternos, os neonatos apresentam risco de contrair a doença; Mulheres com colonização no trato genital estão em risco para sepse puerperal. Doenças clínicas Doença Neonatal: Infecção pode ocorrer dentro do útero, no momento do nascimento ou durante os primeiros meses de vida. Os neonatos infectados desenvolvem sinais e sintomas de pneumonia, meningite e sepse(doença neonatal precoce) ou sintomas de bacteremia com meningite(doença nenonatal tardia). Infecções em mulheres grávidas: mais frequentemente presente como infecções do trato urinário; bacteremia e complicações disseminadas podem ocorrer (amnionite, endometrite) Infecções em pacientes adultos: bacteremia, pneumonia, infecções dos ossos e articulações; infecções depeleetecidosmoles. 11
12 Outros estreptococos β-hemolíticos Encontrados em seres humanos e isolados frequentemente em processos infecciosos em animais, incluindo mastite bovina, infecções respiratórias em cavalos, infecções em aves... Grupo FouC=> S.phocae Grupo C => S. equi subsp. equi, S. dysgalactiae subsp. Dysgalactiae Grupo D=>S.bovis Grupo G => S. dysgalactiae subsp. equisimilis Grupo G,L,M=>S.canis Faringite Sepse puerperal Celulite Fasciíte necrosante Formação de abscessos Bacteremia Estreptococos do Grupo Viridans Grupo heterogêneo de espécies alfa e gama-hemolíticas. O nome do grupo é derivado de viridis => verde em latim, pelo fato das bactérias produzirem o pigmento verde em agar sangue(resultado da alfa hemólise). Como as demais espécies de estreptococos, são nutricionalmente fastidiosas, requerem meios suplementadoscomsangueeatmosferacommaisco 2. Colonizam a cavidade oral, a orofaringe, o TGI e o trato geniturinário, sendo raramente encontrados na pele, pois os ácidos graxos da superfície são tóxicos para eles. Doenças clínicas: Cárie dental: S. mutans => produção de polímero extracelular insolúvel a partir da sacarose permite a aderência destes e outros microrganismos na superfície dental(biofilme placa bacteriana) com produção deácido.obaixophfavoreceaecologiadadoençaealesãocariosa. Endocardite bacteriana sub-aguda: aderência e colonização de S. mutans e S. sanguis em válvulas cardíacas previamente danificadas, pela produção do polímero extracelular. 12
13 Streptococcus pneumoniae Características Gerais Diplococos Gram positivos, dispostos aos pares ou cadeias curtas; as linhagens virulentas apresentam cápsula polissacarídica, que permite a tipagem com anti-soros específicos(90 tipos). São anaeróbios facultativos (embora prefiram ambientes microaerofílicos); são fastidiosos, requerem suplementos nutricionais no meio de cultura, como sangue, sendo alfa-hemolíticas. Epidemiologia O microrganismo é ubíquo, e é um habitante comum da orofaringe e da nasofaringe de indivíduos saudáveis. A maioria das infecções é causada pela disseminação endógena a partir da nasofaringe ou orofaringe, para outros locais(pulmões, seios paranasais, ouvido, etc.). A disseminação pessoa-pessoa através de perdigotos é rara. Os indivíduos com doença viral antecedente do trato respiratório ou outras condições que interfiram na eliminação bacteriana do trato respiratório apresentam risco aumentado para a doença pneumocócica. Entre os fatores de risco, destacam-se: Anormalidade no trato respiratório - infecções virais, acúmulo de muco, lesão (bronquites e enfisemas crônicos DPOC), etc; Intoxicação por álcool ou drogas diminuem a atividade fagocítica e o reflexo da tosse, facilitando a aspiração de partículas estranhas; Dinâmica circulatória anormal congestão pulmonar, insuficiência cardíaca; Desnutrição ou debilidade geral devido a outras doenças crônicas. 13
14 Doenças clínicas A pneumonia pneumocócica se desenvolve quando as defesas do hospedeiro estão diminuídas. As bactérias se multiplicam nos alvéolos, provocando uma resposta inflamatória. A maioria dos casos é endógena, seguindo-se as aspirações de secreções orais. Manifestações clínicas: o surgimento da doença é abrupto e consiste em calafrios intensos com tremores, febre alta (39 a 41 C), tosse produtiva com escarro sanguinolento e dor torácica. A resolução da doença ocorre quando se desenvolvem anticorpos específicos anticapsulares, facilitando a fagocitose do microrganismo e sua morte. O anticorpo é específico e não confere imunidade cruzada. Outras manifestações: Meningites(disseminação para o SNC) Otites(infecção nos ouvidos) Sinusites(infecção nos seios paranasais) Características gerais GÊNERO Enterococcus Cocos Gram-positivos, dispostos aos pares ou em cadeias curtas; Toleram crescimento em condições ambientais adversas, como o crescimento em 7,5 % de NaCl (halotolerantes) e resistência aos sais biliares. 23 espécies dentro do gênero: E. avium, E casseliflavus, E. cecorum, E. columbae, E. dispar, E. durans, E. faecalis, E faecium, E. gallinarum, E. hirae, E. malodoratus, E. mundtii, E. pseudoavium, E. raffinosus, E. saccharolyticus, E. sulfureus, E. solitarius, E. flavescens, E. seriolicida, E. asini, E. gilvus, E. pallens e E. porcinus/villorum. Epidemiologia Estão amplamente distribuídos na natureza e fazem parte da microbiota residente, particularmente no trato gastrintestinal. E. faecalis é o mais comum e provoca 85-90% das infecções, enquanto E. faecium causa de 5-10%. São transmitidos de um paciente a outro através das mãos de profissionais de saúde, alguns dos quais podem albergar enterococos no trato gastrintestinal, mas podem ser transmitidos também por artigos médico-hospitalares. 14
15 Doenças clínicas Uma das principais causas de infecções hospitalares (~10%). Os locais mais comuns de infecção incluem o trato urinário, peritônio e tecido cardíaco. Podem causar ainda bacteremia, infecções em feridas e abscessos intra-abdominais. Diversas condições favorecem a patogenicidade dos enterococos, contribuindo para a sua atuação como patógenos oportunistas, tais como: manipulações cirúrgicas ou instrumentais (pacientes com catéteres urinários ou intravasculares); imunossupressão; antibioticoterapia de amplo espectro Microrganismos se mostram resistentes aos beta-lactâmicos, aminoglicosídeos, glicopeptídeos, trimetoprim e sulfonamidas. Tratamento e controle Terapia antimicrobiana é difícil. Antimicrobianos de nova geração estão sendo utilizados. Práticas apropriadas de controle de infecções (uso de jaleco e luvas, isolamento de pacientes infectados). 15
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