ENGENHARIA DE MINAS 1. INTRODUÇÃO.
|
|
|
- Manoel Cerveira Candal
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1. INTRODUÇÃO. ENGENHARIA DE MINAS A Engenharia de Minas é um dos ramos da engenharia que envolve a ciência, a tecnologia e a prática da extração e do processamento dos minérios oriundos de jazidas existentes na natureza. Inclui também o beneficiamento de minerais visando agregação de valor aos mesmos. Pode ser conceituada simbolicamente como sendo a arte de transformar em riquezas aquilo que a Natureza dispôs na terra. O aproveitamento dos recursos minerais é uma atividade essencial para qualquer sociedade tecnicamente desenvolvida. Como os minerais são extraídos de jazidas contidas na crosta terrestre, sua produção acaba sempre causando uma certa perturbação no meio ambiente. Atualmente, os engenheiros de minas se preocupam não somente com a produção e o processamento de bens minerais, mas também com a mitigação de eventuais impactos ao meio ambiente, resultantes dessa atividade. Engenheiros de minas são legalmente habilitados para executar e/ou coordenar a prospecção e a pesquisa mineral, a lavra e o tratamento de minérios metálicos, energéticos e minerais industriais, destinados aos diversos setores produtivos. São responsáveis pelos projetos de minas a céu aberto e subterrâneas. 1
2 Supervisionam a construção de poços e túneis nas operações subterrâneas, bem como definem métodos para o transporte de minérios até as instalações de beneficiamento. Os engenheiros de minas são também responsáveis pela segurança, viabilidade técnica, econômica e sustentabilidade ambiental dos empreendimentos mineiros. Alguns engenheiros de minas trabalham em equipes com geólogos e engenheiros metalúrgicos visando a descoberta e a avaliação de novos depósitos de minérios. Outros desenvolvem novos equipamentos para mineração ou gerenciam diretamente operações de tratamento visando a separação dos minerais úteis dos minerais de ganga, adequando-os às especificações estabelecidas pelo mercado consumidor. Frequentemente os engenheiros de minas se especializam na extração e/ou beneficiamento de um determinado bem mineral, tal como calcário, carvão ou ouro. Devido à crescente preocupação com a preservação do meio ambiente, vários profissionais trabalham para resolver problemas relacionados à recuperação de áreas degradadas, à poluição das águas e do ar. Engenheiros de segurança de minas usam seus conhecimentos de projeto e prática para garantir a segurança dos trabalhadores, bem como cumprir as normas e regulamentos estabelecidos pela legislação específica. Eles inspecionam regularmente a superfície das bancadas, das paredes e tetos das aberturas subterrâneas, monitoram a qualidade do ar e fazem a inspeção periódica de equipamentos para o cumprimento das práticas de segurança. Nos Estados Unidos da América existem cerca de engenheiros, dos quais são engenheiros de minas, representando 0,5% do total. 2. HISTÓRICO BÁSICO. Datando cerca de anos antes de Cristo, a mineração foi ativamente praticada para minerais não metálicos, tais como sílex e obsidiana, visando a fabricação de armas. Além disso, outros bens minerais foram extraídos para fins de joalheria e construções básicas. Até cerca de anos antes de Cristo, as atividades de mineração estavam centradas em torno da superfície, cavas rasas e aluviões. Posteriormente, os mineradores iniciaram escavações mais profundas no subsolo, as quais gradualmente foram se desenvolvendo e vieram a ser conhecidas atualmente como mineração subterrânea. A extração de metais oriundos de minérios metálicos ocorreu por volta de anos antes de Cristo, iniciando-se com o cobre, seguido do estanho e da prata. 2
3 Por volta de anos depois de Cristo, a descoberta e utilização do carvão mineral e de outros combustíveis fósseis incrementaram as atividades de mineração. Finalmente, a partir da Revolução Industrial, no Século XVIII, destacou-se a evolução acelerada dos equipamentos de mineração e a produção expressiva de minérios metálicos, minerais industriais e combustíveis fósseis. 3. ECONOMIA MINERAL. O Engenheiro de Minas, em qualquer estágio de sua carreira pode se encontrar atuando em qualquer etapa da vida de um empreendimento mineiro. Pode estar envolvido nos estágios iniciais de prospecção e pesquisa mineral. Seus serviços podem estar sendo requeridos durante o planejamento, implantação e operação de uma lavra, na seleção e dimensionamento dos equipamentos, no desenvolvimento dos processos de tratamento, no projeto, instalação e operação de usinas de beneficiamento, bem como na reavaliação das reservas visando estimar o tempo de vida do empreendimento, em anos, décadas ou até séculos. Finalmente, o engenheiro de minas pode estar atuando no encerramento do ciclo de vida de uma mina, quando as operações de recuperação ambiental estarão sendo implementadas de acordo com os planos e normas legais preestabelecidos. 4. PROSPECÇÃO E PESQUISA MINERAL. Engenheiros de minas atuantes nas etapas de prospecção e pesquisa mineral trabalham em conjunto com geólogos, visando a identificação, a qualificação e a quantificação das reservas existentes. Outros profissionais, tais como gerentes, investidores e terceiros subcontratados podem também auxiliar nesse processo de descobrimento. A prospecção mineral começa com a definição de qual bem mineral deverá ser o alvo da campanha. Em seguida, uma série de critérios e procedimentos será adotada. 3
4 Por exemplo, o engenheiro de minas e o geólogo podem visar a descoberta de minérios metálicos tais como galena para chumbo, ou calcopirita para cobre. No caso de minerais industriais, podem ser prospectados minérios de fosfato, quartzo ou feldspato. A prospecção e a pesquisa mineral podem ser iniciadas através da consulta a mapas, teses de doutoramento e/ou relatórios geológicos, acadêmicos, oficiais ou privados. Segue-se a fase de campo que compreende a obtenção de informações locais, amostragens, sondagens e ensaios específicos. São também utilizadas fotos aéreas e imagens de satélites. Todas as atividades devem ser desenvolvidas, respeitando-se a legislação mineral e ambiental vigentes. 5. CARACTERIZAÇÃO TECNOLÓGICA. Após a pesquisa mineral, amostras representativas do minério devem ser encaminhadas para os ensaios de caracterização tecnológica, onde o engenheiro de minas determina as propriedades físicas e químicas do material, bem como seu comportamento frente a diversos processos de beneficiamento. Assim são estabelecidos os parâmetros básicos para o planejamento da lavra, bem como a rota básica de processamento do bem mineral. 4
5 6. VIABILIDADE ECONÔMICA. Uma vez qualificadas e quantificadas as reservas existentes, o próximo passo é a determinação da viabilidade econômica. As atividades iniciais envolvem o estudo das condições de mercado, tais como suprimento e demanda do mineral considerado. Além disso, os trabalhos compreendem a definição dos métodos de lavra e tratamento, a seleção e dimensionamento dos equipamentos, bem como o levantamento dos custos de investimento e de operação. O estudo de viabilidade econômica também inclui a simulação do fluxo de caixa, o cálculo do valor presente da reserva, da taxa interna de retorno do investimento, sob determinadas condições de juros, seu payback, bem como estudos de sensibilidade frente a possíveis variações de mercado. 7. TOMADA DE DECISÃO. Após a realização dos estudos de viabilidade técnica e econômica vem a etapa crucial da tomada de decisão. Se a rentabilidade do empreendimento for inferior às expectativas dos investidores ele pode ser abandonado. Uma alternativa seria a venda do prospecto para eventuais interessados. Outra opção seria postergar a tomada de decisão aguardando melhores condições de mercado. No caso do projeto corresponder ao previsto, deve-se partir para a implantação do mesmo. 5
6 8. IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DE PROJETOS DE MINERAÇÃO. Engenheiros de minas envolvidos na implantação e operação de empreendimentos mineiros podem atuar nas áreas de planejamento, desenvolvimento, produção, suprimentos, processos e até de recursos humanos. Em alguns casos especiais, como na mineração de ouro, desenvolvem atividades relacionadas à hidrometalurgia. Tradicionalmente desempenham também funções de supervisão e gestão. 9. DIVERSIDADE DE FUNÇÕES NA ATUAÇÃO PROFISSIONAL. No contexto de atividades correlacionadas a sua função principal, os engenheiros de minas desenvolvem uma multiplicidade de outras atribuições afins com o setor mineral funções essas importantes para a viabilidade técnica e econômica da produção mineral, como as áreas de desenvolvimento de novos produtos da mineração, nas áreas de tecnologia, processo e equipamentos. Dão suporte técnico, operacional, econômico e estratégico as áreas de vendas de produtos e de equipamentos fazendo a diferença na viabilidade dos empreendimentos de mineração. Atuam intensamente na área de prestação de serviços, abrangendo toda a cadeia produtiva da indústria mineral. Nas minerações atuam também como gestores ou engenheiros de segurança, bem como nas áreas relacionadas ao crescente cuidado nas operações com o meio ambiente. 6
7 10. O FUTURO DA ENGENHARIA DE MINAS NO BRASIL E NO MUNDO. De acordo com os dados do MME (1), o Brasil, que movimenta hoje nas atividades de mineração 2,3 bilhões de toneladas/ano na lavra (minério mais estéril), estará movimentando em 2030 entre 3,5 bilhões e 6,0 bilhões de toneladas/ano, a depender do desempenho dos cenários projetados. Esses números dão a verdadeira grandeza da dimensão das atividades de mineração e sua importância para o país. Hoje o Produto Mineral Bruto representa de 1,5% a 2% do PIB Brasileiro, mas a cadeia de ramificações dos empregos e da economia estendida tem impactos vitais no seu desenvolvimento, sendo que o PIB da indústria de transformação mineral, que hoje é da ordem de 3,5%, pode chegar no longo prazo a 7% do PIB nacional (1). De acordo com o Boletim Informativo do Setor Mineral do MME, o saldo da balança comercial do Brasil foi 2,6 bilhões de dólares em 2013, enquanto que o saldo do setor mineral foi de 27,4 bilhões de dólares o que mostra a importância capital da mineração para nossa economia. No Brasil e no mundo, a importância do Engenheiro de Minas, que já é fundamental para a manutenção do padrão de vida atual da sociedade pelo suprimento de insumos minerais essenciais à demanda da vida moderna, deverá crescer de forma vertiginosa por consequência do crescimento do consumo dos países emergentes. Todos sabemos que o equacionamento das demandas da sociedade contemporânea no que concerne ao atendimento das necessidades de alimentação da humanidade passam por soluções tecnológicas que viabilizem o uso racional e econômico de fertilizantes de origem mineral. Da mesma forma, o crescente consumo de energia apresenta desafios tecnológicos nas áreas de mineração e beneficiamento do carvão mineral, xisto, rochas betuminosas, turfas e energia nuclear a partir do tório e do lítio. É sempre bom lembrar que os sofisticados produtos de comunicação assim como produtos de alta tecnologia embutida dependem cada vez mais da produção mineral e beneficiamento de terras raras. A viabilidade técnica e econômica da mineração é crescentemente dependente do uso de tecnologias de equipamentos modernos de extração mineral, como o uso de drones no mapeamento e acompanhamento da lavra, assim como na robótica cada vez mais incorporada nos equipamentos tradicionais de mineração, viabilizando a lavra em situações onde a condição e produtividade humana não são viáveis ou competitivas. Cremos que a rápida visão acima apresentada evidencia a multiplicidade de fatores de desenvolvimento e de tecnologias que hoje permeiam as atividades de mineração e constituem os principais desafios de seu futuro. Eles dão a dimensão da sua verdadeira grandeza no contexto das atividades de desenvolvimento humano do mundo atual. (1) Plano Duodecenal Ministério de Minas e Energia 2010 SEC. de GEOLOGIA, MINERAÇÃO TRANSFORMAÇÃO MINERAL-SGM 7
I - Objetivos do INOVA MINERAL
CONSULTA SOBRE O PLANO CONJUNTO FINEP/BNDES DE DESENVOLVIMENTO, SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO DO SETOR DE MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL INOVA MINERAL I - Objetivos do INOVA MINERAL O Inova Mineral é
CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À GEOLOGIA
CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO À GEOLOGIA Geologia Ciência da terra que trata de sua origem, composição (estrutura), de seus processos internos e externos e de sua evolução, através do estudo das rochas. GEO =
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO - CREA-SP
INFORMAÇÂO 094/2012 DAP São Paulo, 19 de outubro de 2012 PROTOCOLO Nº. 145606/12 INTERESSADO: Fernando ASSUNTO: Consulta sobre atribuições profissionais de Técnicos de Nível Médio na área de mineração
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO
Curso: ENGENHARIA DE PETRÓLEO SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia de Petróleo da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólida formação técnica nas áreas
PRODUTOS QUÍMICOS NA INDÚSTRIA METALÚRGICA RESUMO
PRODUTOS QUÍMICOS NA INDÚSTRIA METALÚRGICA 1 Mislene da Silva 1 TatianeTeixeira Tavares 2 RESUMO A Metalurgia é a ciência que estuda e gerencia os metais desde sua extração do subsolo até sua transformação
ENGENHARIA EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS
Python, uma história consolidada pela competência. Atuando desde 1976, a Python Engenharia desenvolveu e consolidou uma cultura técnica que permite atuar com desenvoltura e absoluta eficiência no desenvolvimento
Indústria e Industrialização. Prof. Melk Souza
Indústria e Industrialização Prof. Melk Souza A Evolução da Indústria Indústria é a atividade por meio da qual os seres humanos transformam matéria-prima em produtos semi acabado (matéria-prima para outros
Desafios da Fiscalização na Área da Engenharia de Segurança a do Trabalho
Desafios da Fiscalização na Área da Engenharia de Segurança a do Trabalho Samuel Lishinsky Eng. Eletricista e de Segurança do Trabalho [email protected] DEFINIÇÕES PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário
Recursos Minerais GEOGRAFIA DO BRASIL
GEOGRAFIA DO BRASIL Recursos Minerais FERRO - O Brasil possui a quinta maior reserva do mundo, possuindo um grande volume de minério. Com o alto teor de ferro contido nesses minérios, o Brasil está entre
Disciplina Planejamento e Gestão Ambiental Prof. Raul Oliveira Neto
Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA Campus Caçapava do Sul/RS Curso Superior de Tecnólogos em Mineração Disciplina Planejamento e Gestão Ambiental Prof. Raul Oliveira Neto Mensagem da ultima aula: PLANEJAMENTO
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão O Curso de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólidos conhecimentos
Engenharia Econômica
Engenharia Econômica Aula 1: Conceitos Básicos Lucas Motta Universidade Federal de Pernambuco 23 de Março de 2015 Engenharia Econômica Definição Trata-se de um estudo econômico e financeiro de um projeto,
Manutenção total aplicada em ferramentarias
Manutenção total aplicada em ferramentarias Por: Sérgio Borcato Roberto Mariotti A medição da eficiência dos equipamentos de manufatura vem se tornando essencial para a resolução de problemas e para melhoria
OLIVEIRA TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.
MAIO Rio de Janeiro, 27 de maio de 2013. À OLIVEIRA TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. (na qualidade de administradora do TRX Realty Logística Renda I Fundo de Investimento Imobiliário
INTRODUÇÃO A ENGENHARIA
Agenda A profissão Engenheiro Mecânico Funções do Engenheiro O Engenheiro e a Sociedade A atuação do Engenheiro Mecânico Como a sociedade vê um Engenheiro Pré-requisitos: Ter raciocínio lógico; Ser prático
Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Industria Brasileira - 2020
Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Industria Brasileira - 2020 Fevereiro 2012 Sistema FIRJAN Diretoria de Desenvolvimento Econômico e Associativo Gerência de Pesquisas e Estatística Objetivo
Centro de Excelência em Engenharia, Suprimento e Construção. Pedro Barusco Filho Gerente Executivo da ENGENHARIA
Centro de Excelência em Engenharia, Suprimento e Construção Pedro Barusco Filho Gerente Executivo da ENGENHARIA São Paulo, 22 de novembro de 2006 Origem do Centro de Excelência O Projeto foi proposto pela
COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS
COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS ATO REGULATÓRIO: Consulta Pública CP nº 004/2014 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL EMENTA: Obter subsídios com vistas ao aprimoramento do novo procedimento
19/9/2011. Canais de distribuição. Introdução
Canais de distribuição Gestão da distribuição Prof. Marco Arbex Introdução Toda produção visa a um ponto final, que é entregar os seus produtos ao consumidor; Se o produto não está disponível na prateleira,
ESTUDO DA VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS INTERLIGADOS À REDE ELÉTRICA EM DIFERENTES CENÁRIOS DE GERAÇÃO
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EMERSON SHINJI IKUTA JÚNIOR FERNANDO TAKEO GOYA ESTUDO DA VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA DE
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas
Área de CONSTRUÇÃO CIVIL RESULTADOS ADEQUAÇÃO DE PROCESSOS NORMA DE DESEMPENHO GRUPO MINAS GERAIS S E N A I C I M A T E C REALIZAÇÃO
Palestra - NBR 15575 Desempenho das Edificações RESULTADOS ADEQUAÇÃO DE PROCESSOS NORMA DE DESEMPENHO GRUPO MINAS GERAIS REALIZAÇÃO APRESENTAÇÃO DA EMPRESA APRESENTAÇÃO A Construtora Lage foi fundada em
MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS
MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1 Sumário Executivo... 4 1.1 Resumo dos Principais Pontos do Plano de Negócio... 4 2 Dados do Empreendimento... 4 2.1 Constituição Legal da Empresa... 4 2.2 Setor de
Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer
Qualidade de Produto Maria Cláudia F. P. Emer Introdução Qualidade diretamente ligada ao produto final Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção Software Atividades
RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002
RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002 O CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE CEMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Estadual n.º 7.978, de 30 de novembro de 1984, alterada
O Engenheiro. Introdução à Engenharia Elétrica Prof. Edmar José do Nascimento
O Engenheiro Introdução à Engenharia Elétrica http://www.univasf.edu.br/~edmar.nascimento Prof. Edmar José do Nascimento Introdução à Engenharia Elétrica Carga horária 30 horas (15 encontros) Professores
Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas
Qualidade de Produto Maria Cláudia F.P. Emer Introdução z Qualidade diretamente ligada ao produto final z Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção z Software
1. ACORDO COLETIVO ESPECÍFICO DO SALÁRIO MÍNIMO PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO
Todas as Entidades Sindicais que Negociam com a CEMIG Nossa Referência: RH/RS 00355/2016 Data: 29/01/2016 Sua Referência: Assunto: Compromisso Extra Acordo Prezado(a) Senhor(a): A Companhia Energética
Os grandes balizamentos estabelecidos para condução dos negócios estão descritos a seguir:
O Plano Estratégico 2015-2030 Em setembro de 2012, a Medida Provisória 579/12, convertida na Lei 12.783, de 11/01/2013, estabeleceu a forma de prorrogação dos contratos de concessão de geração, transmissão
Aula 16 assíncrona Conteúdo:
Aula 16 assíncrona Conteúdo: Fontes alternativas de energia: eólica e nuclear. Fontes alternativas de energia: Solar e biogás Habilidade: Valorizar os progressos da química e suas aplicações como agentes
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1 OBJETIVO O objetivo do Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações,
PLANO DE MINERAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ - 2013-2030
Secretaria de INDÚSTRIA COMÉRCIO E MINERAÇÃO - SEICOM PLANO DE MINERAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ - 2013-2030 1º Plano de Mineração do Estado do Pará 2013-2030 1. O Pará no cenário da mineração 2. A mineração
O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I, do 2º, do Art. 8º do seu Regimento
Resoluções RESOLUÇÃO/conama/N.º 016 de 07 de dezembro de 1989 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I, do 2º, do Art. 8º do seu Regimento Interno
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Sustentabilidade Contexto Aumento no número de pessoas Maior quantidade de recursos explorados Produção e consumo: compras
EN1002 - Engenharia Unificada I. O MÉTODO DE PROJETO EM ENGENHARIA Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas
EN1002 - Engenharia Unificada I O MÉTODO DE PROJETO EM ENGENHARIA Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Conteúdo da Apresentação I: Método de projeto para Habilidades do engenheiro
Desenvolvimento Organizacional
Desenvolvimento Organizacional O desenvolvimento Organizacional nasceu na década de 1960 devido as mudanças no mundo das organizações e em função das estruturas convencionais serem inadequadas a essas
Financiamento do BNDES à Eficiência Energética
Financiamento do BNDES à Eficiência Energética Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE) São Paulo, 25 e 26 de Agosto de 2015 José Guilherme Cardoso Chefe de Departamento Área de Meio Ambiente
3,8 bilhões em vendas. > 20.000 empregados. 1,4 milhão de toneladas produzidas
Em resumo 2016 Líder mundial em seus mercados, a Vallourec fornece soluções tubulares que são referência para os setores de energia e para as aplicações mais exigentes. Seus tubos, conexões e serviços
REGULAMENTO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
REGULAMENTO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO QUE DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA/CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA
Objetivos da disciplina:
Aplicar e utilizar princípios de metrologia em calibração de instrumentos e malhas de controle. Objetivos da disciplina: Aplicar e utilizar princípios de metrologia calibração de instrumentos e malhas
Soluções tecnológicas para o setor elétrico
Soluções tecnológicas para o setor elétrico O IPT dispõe de uma grande variedade de competências tecnológicas e infraestrutura moderna para apoiar os projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação das
Redução de Porte Com Ganho de Produtividade de Equipamentos de Mina.
Redução de Porte Com Ganho de Produtividade de Equipamentos de Mina. Várzea do Lopes Fevereiro/2016 Rodrigo Barbosa e Breno Magalhães 1. SOBRE OS AUTORES Rodrigo Correia Barbosa Assessor Técnico de Operações
QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES. Susana Sousa Consultoria e Formação
QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES Susana Sousa Consultoria e Formação HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR o Porquê? Consumidor mais exigente Maior qualidade dos produtos Maior qualidade
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Grupo Casassanta Representante exclusivo SP/RJ Vanguardia Tecnológica al Servicio del Cliente QUEM SOMOS ONYX ONYX Solidez empresarial CONSTRUÇÃO CONCESSÕES MEIO AMBIENTE SERVIÇOS
Qualidade de Software Normatização
Qualidade de Software Normatização Norma ISO/IEC 12207 processo do ciclo de vida de software Norma criada em 1995 com o objetivo de fornecer uma estrutura comum para adquirente, fornecedor, desenvolvedor,
Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA QUÍMICA. COORDENADOR Antônio Marcos de Oliveira Siqueira [email protected]
278 Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA QUÍMICA COORDENADOR Antônio Marcos de Oliveira Siqueira [email protected] UFV Catálogo de Graduação 2014 279 Engenheiro Químico ATUAÇÃO O Engenheiro
Curso de Petróleo e Gás Natural
Curso de Petróleo e Gás Natural Autor: Prof. Eng. Octávio Mathedi Instituição de Ensino: METHODUS - Ensino a Distância http://www.methoduscursos.com.br Descrição: O curso de Petróleo e Gás Natural foi
Ensino Técnico. Plano de Trabalho Docente 2014. ETE Monsenhor Antonio Magliano. Área Profissional: Indústria
Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETE Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Área Profissional: Indústria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Mecânica
Introdução a Estatística. Definição da estatística. Classificação de dados. Planejamento de experimentos.
Introdução a Estatística Definição da estatística. Classificação de dados. Planejamento de experimentos. O QUE É ESTATÍSTICA? É um conjunto de técnicas e métodos de pesquisa que entre outros tópicos envolve
Resolução CONFEA 418/98
Dispõe sobre o registro nos CREAs e a fiscalização das atividades de pessoas físicas e jurídicas que prestem serviços de projeto, fabricação, instalação, manutenção e assistência técnica de equipamentos
SEMINÁRIO ÓLEO LUBRIFICANTE USADO E O MEIO AMBIENTE: RESOLUÇÃO CONAMA 362/2005 FISCALIZAÇÃO, COLETA E RERREFINO
SEMINÁRIO ÓLEO LUBRIFICANTE USADO E O MEIO AMBIENTE: RESOLUÇÃO CONAMA 362/2005 FISCALIZAÇÃO, COLETA E RERREFINO TEMA : UNIFORMIZAÇÃO DE ENTENDIMENTO DOS DISPOSITIVOS DA RESOLUÇÃO CONAMA 362/2005 TÓPICOS
Segurança em Caldeiras e Vasos de Pressão NR 13.
Segurança em Caldeiras e Vasos de Pressão NR 13. 1 NR-13 CALDEIRAS E VASOS SOB PRESSÃO Objetivo: Estabelecer os procedimentos obrigatórios nos locais onde se situam vasos de pressão e caldeiras de qualquer
Oportunidade de Negócio: CLÍNICA DE ESTÉTICA
Oportunidade de Negócio: CLÍNICA DE ESTÉTICA Maio/2007 1 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FICHA BÁSICA SEGMENTO: Prestação de Serviços - Clinica de Estética DESCRIÇÃO: Prestação de serviços pessoais na área de
Palavras-chave: Gestão Ambiental. Vantagem Competitiva. Gestores Qualificados.
A RELEVÂNCIA DA GESTÃO AMBIENTAL PARA ESTUDANTES DE ADMINISTRAÇÃO DA UEG CÂMPUS ANÁPOLIS-CSEH Misley Ferreira Viana¹ Joana D arc Bardella Castro² ¹Graduanda em Administração e Programa Bolsa Monitora de
INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes
Censo Demográfico 2010. Aglomerados subnormais Primeiros resultados
Censo Demográfico 2010 Aglomerados subnormais Primeiros resultados Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 2011 Conceito de Aglomerado Subnormal Conceito de Aglomerado Subnormal no IBGE É um conjunto constituído
Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos - SP Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico
Importância do Setor de P&G para Micro e Pequenas Empresas. Paulínia Petróleo e Gás 2013 21 e 22 de Agosto 2013
Importância do Setor de P&G para Micro e Pequenas Empresas Paulínia Petróleo e Gás 2013 21 e 22 de Agosto 2013 INSTITUCIONAL VISÃO Ter excelência no desenvolvimento dos pequenos negócios, contribuindo
ANÁLISE DE FALHAS DE COMPUTADORES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DANIELE APARECIDA DE OLIVEIRA VERANICE POLATO ANÁLISE DE FALHAS DE COMPUTADORES LINHA DE PESQUISA: Projeto de Pesquisa apresentado à disciplina de
Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2012 Ensino Técnico ETEC DR. FRANCISCO NOGUEIRA DE LIMA Código: 059 Município: Casa Branca Eixo Tecnológico: Saúde, Ambiente e Segurança Habilitação Profissional: Técnico de Segurança
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS:
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS: Treinamento É o conjunto de métodos usados para transmitir aos funcionários novos e antigos as habilidades necessárias para o desempenho do trabalho. Treinamento Custo ou investimento?
Gerenciamento de Integração. Prof. Anderson Valadares
Gerenciamento de Integração Prof. Anderson Valadares 1. Conceito A área de conhecimento em gerenciamento de integração do projeto inclui processos e as atividades necessárias para identificar, definir,
DIRETRIZ TÉCNICA Nº. 001/2010 DIRETRIZ TÉCNICA PARA A ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PROCESSOS INDUSTRIAIS
DIRETRIZ TÉCNICA Nº. 001/2010 DIRETRIZ TÉCNICA PARA A ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PROCESSOS INDUSTRIAIS 1. INTRODUÇÃO As ações estratégicas promovidas por meio da Agenda 21, na Conferência
ESCOLA SENAI CELSO CHARURI UNIDADE SUMARÉ CFP 5.12
CADERNO DE PROGRAMA AMBIENTAL EDUCACIONAL ESCOLA SENAI CELSO CHARURI UNIDADE SUMARÉ CFP 5.12 PROGRAMA DE REDUÇÃO DO VOLUME E DESTINAÇÃO DA COLETA SELETIVA DOS MATERIAIS DESCARTADOS Programa Nº 05/2016
Aula 01 Manutenção Industrial - Evolução da Manutenção
Histórico: No decorrer da evolução da humanidade a manutenção apresentou diversas fases distintas, de acordo com o grau de desenvolvimento tecnológico e da influência das máquinas e equipamentos na economia
ADMINISTRAÇÃO AULA 02
AULA 02 FILIPE S. MARTINS ROTEIRO ORGANIZAÇÕES E ORGANIZAÇÕES : VISÃO PANORÂMICA PRODUÇÃO / MARKETING / PESQUISA E DESENVOLVIMENTO / FINANÇAS / RH PLANEJAMENTO / ORGANIZAÇÃO / LIDERANÇA / ECUÇÃO / CONTROLE
Seminário Preparatório HABITAÇÃO
Seminário Preparatório Inclusão Social Como usar CT&I para promover a inclusão Social? HABITAÇÃO Engenheiro Teodomiro Diniz Camargos C â m a r a d a I n d ú s t r i a d a C o n s t r u ç ã o - F I E M
Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Assistente Administrativo
.. Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Prof Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração Qualificação:
1 O Seminário do Programa de Pós- Graduação em Engenharia Civil da UTFPR, Campus Pato Branco
15 e 16 de setembro de 2016 1. Introdução O programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil realizará entre 15 e 16 de setembro de 2016 o 1 o Seminário do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da.
Responsável: João Seyffarth Ministério do Meio Ambiente Apoio: Gerência da Conta TFCA no Funbio Rio de Janeiro, 03 de junho de 2016. 1.
TERMO DE REFERÊNCIA nº 13/2016 Contratação de consultoria pessoa física para coordenação técnica do projeto Promoção do Cadastro Ambiental Rural CAR na APA de Pouso Alto GO Responsável: João Seyffarth
3 Administração de Materiais
1 da Produção I Ementário do Curso de Fase: 5ª Carga Horária: 60h Créditos: 04 Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento
Ganha o Brasil, ganha o Ceará, ganham todos os cearenses!
Ganha o Brasil, ganha o Ceará, ganham todos os cearenses! O P A Refinaria Premium do Ceará é um compromisso firmado há alguns anos pelo Governo Federal com o Ceará. Chegou a hora de exigirmos que a Refinaria
SINTESE DE REDES DE TRATAMENTO DE EFLUENTES APLICADA A UM MODELO DE GERENCIAMENTO DE REÚSO DE ÁGUA
SINTESE DE REDES DE TRATAMENTO DE EFLUENTES APLICADA A UM MODELO DE GERENCIAMENTO DE REÚSO DE ÁGUA P. C. LION 1, M. S. SANTOS 2, F. S. FRANCISCO 2, D. J. S. A. AUDEH 2, R. C. MIRRE 2, F. L. P. PESSOA 2
INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE
1.1. Contabilidade para não Contadores INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE Objetiva ensinar a Contabilidade para aqueles que não são contadores, mas necessitam interpretar (entender) a Contabilidade, os relatórios
GEOANALISYS CONSULTORIA GEOFÍSICA LTDA.
GEOANALISYS CONSULTORIA GEOFÍSICA LTDA. A EMPRESA Experiência acumulada da Mineragua, fundada em 1994: Hidrogeologia, Água mineral, meio ambiente, mineração. Reestruturação em 2010 e criação de departamentos.
ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DE UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL CERTIFICADO PELO PBQP-H.
ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DE UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL CERTIFICADO PELO PBQP-H. Rafael Oliveira de Paula Universidade Estadual de Maringá [email protected] Manoel Francisco Carreira Universidade
IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL
PARTE: II Legislação ambiental Primeira Fase: Oficinas Oficina 01 Sobre a Política e sobre o Planejamento: Conceitos da Gestão Ambiental Legislação ambiental Política Ambiental definição e desdobramentos
Engenharia Econômica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO ACADÊMICO DO AGRESTE NÚCLEO DE TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL Engenharia Econômica Aula I Professora Jocilene Otilia da Costa, Dra Conteúdo Juros Simples Juros
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT Disciplina: CET- 0307 - Amostragens e Análises Físico-Químicas de Ar, Águas de Abastecimento e Residuárias e Solo. 1 RELATÓRIO DE VISITA TÉCNICA
Aula 7 Projeto integrador e laboratório.
Projeto integrador e laboratório Conteúdos da aula 2. Laboratório 2 O Projeto integrador: uma forma de evidenciar o saber Ao ingressar no ensino técnico, os alunos se deparam com a questão da formatação
Município de Chapecó tem aumento de 0,75% no preço da gasolina em janeiro de 2016
Publicação mensal do curso de Ciências Econômicas da Universidade Comunitária da Região de Chapecó Ano 5, Nº 1 Janeiro/2016 Município de Chapecó tem aumento de 0,75% no preço da gasolina em janeiro de
2 O Mercado de Gás Natural
2 O Mercado de Gás Natural 2.1 Reservas e Oferta de Gás Natural Em 2004, as reservas provadas de gás natural ficaram em torno de 326,1 bilhões m³, um aumento de 32,9% em relação a 2003, e serão expandidas,
1- Introdução. Palavras Chave: Ensino, química, engenharia química.
A ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO COMO PROFISSIONAL DA QUÍMICA E SUAS ATRIBUIÇÕES. Samira Maria Leão de Carvalho 1,3 FEQ/ CRQVI/ITEC/UFPA [email protected] Antônio Cláudio Moreira Bastos 1,2 FAQUIM/ CRQVI
Acidentes de Trabalho no Setor de Atividade Econômico Indústria 2007.
Acidentes de Trabalho no Setor de Atividade Econômico Indústria 2007. Estatísticas de Acidente de Trabalho no Brasil BLOG DIESAT: Leia notícias atualizadas sobre Acidente de Trabalho: http://diesat.blogspot.com/search/label/acidente%20de%20trabalho
Classificação dos recursos naturais
O que são recursos naturais? Painéis solares. Pesca. Diamantes. Água. Plataforma petrolífera. O que são recursos naturais? Matéria ou energia presentes na Natureza essenciais ou úteis para o Homem. Os
ANEXO ll DA RESOLUÇÃO Nº 023/11/DPR GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS - GAPES
ANEXO ll DA RESOLUÇÃO Nº 023/11/DPR GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS - GAPES 1.0 Objetivo Planejamento, desenvolvimento e gerenciamento das atividades relacionadas à administração de pessoas, relações
PNV 3100 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA
PNV 3100 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA A ENGENHARIA E O PROJETO DE ENGENHARIA DA TÉCNICA À ENGENHARIA Para atender suas necessidades materiais o homem só dispõe da natureza e dela sempre se valeu. No início,
Vale Inovação. Dezembro de 2011. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME)
1 Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) Projecto Simplificado de Inovação Dezembro de 2011 2 Enquadramento: Apoiar de forma simplificada a aquisição de
NORMA TÉCNICA 34/2014
ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 34/2014 Hidrante Urbano SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5
PERFIL DA COMPANHIA. Engenharia de minas. Hidrogeologia Geologia e geofísica aplicada. Geotermia e Hidrotermia
PERFIL DA COMPANHIA Hidrogeologia Geologia e geofísica aplicada Engenharia de minas Geotermia e Hidrotermia Quem somos Sociedade de Engenharia (desde 1992) Especialistas em proteção ambiental 16 Engenheiros
RISCO DE CRÉDITO PESSOA FÍSICA
8 DICAS PARA REDUZIR O RISCO DE CRÉDITO PESSOA FÍSICA M2M Escola de Negócios SELECIONAR CLIENTES QUE EFETIVAMENTE APRESENTEM CAPACIDADE DE PAGAMENTO PONTUAL DE SUAS DÍVIDAS É FUNDAMENTAL PARA A REDUÇÃO
Notas de Orientação da Corporação Financeira Internacional: Padrões de Desempenho sobre Sustentabilidade Socioambiental
Notas de da Corporação Financeira Internacional: Padrões de Desempenho sobre Sustentabilidade Socioambiental SUMÁRIO Introdução às Notas de i Atualizações das Notas de de 2007 Modificar Matriz ii Nota
Materiais 24-02-2016. Os materiais naturais raramente são utilizados conforme os encontramos na Natureza.
Manual (10-13) Constituição do mundo material Substâncias e misturas de substâncias Propriedades físicas dos Separação dos componentes de uma mistura Transformações físicas e transformações químicas Vídeo
DIRETRIZES PARA ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
DIRETRIZES PARA ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO INTRODUÇÃO O curso de Engenharia de Produção da Escola Superior de Tecnologia e Educação de
Controladoria na gestão de serviços
Controladoria na gestão de serviços 2012 Franco Kaolu Takakura Junior Direitos desta edição adquiridos pela Paco Editorial. Nenhuma parte desta obra pode ser apropriada e estocada em sistema de banco
ÍNDICE P+L ÍNDICE P+L ÍNDICE DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA PARA A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
ÍNDICE P+L ÍNDICE P+L ÍNDICE DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA PARA A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS + O QUE É PRODUÇÃO MAIS LIMPA (P+L) Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente,
Ementa: As Organizações; As pessoas; As pessoas e as organizações; Sistema de Administração de Recursos Humanos.
ASSOSSIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementa Tecnólogo em Gestão da Produção Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Administração da Produção I Introdução e conceitos; Métodos de
