Inteligência Artificial
|
|
|
- Rafael Barros de Barros
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Inteligência Artificial Apontamentos para as aulas Luís Miguel Botelho Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Julho de
2 Introdução à Inteligência Artificial Índice 1 CARACTERÍSTICAS DE UM SISTEMA INTELIGENTE 4 2 TECNOLOGIAS PARA SISTEMAS INTELIGENTES 6 2
3 Introdução à Inteligência Artificial É difícil definir um critério exato que possa ser usado para distinguir um Sistema Inteligente de outro tipo de sistema informático. A principal dificuldade da definição de um tal critério resulta da inexistência de uma definição adequada de inteligência. A Inteligência Artificial tem sido aplicada com maior ou menor sucesso a diversos domínios, por exemplo a visão, o processamento da língua natural, a aprendizagem automática, o planeamento e a calendarização ( scheduling ), a simulação de sistemas complexos (e.g., eco sistemas, clima, epidemias), e os sistemas especialistas em áreas de aplicação muito restritas (e.g., diagnóstico de equipamento eletrónico), habitualmente designados sistemas de apoio à decisão e sistemas periciais ("expert systems"). Têm sido desenvolvidos diversos sistemas inteligentes relacionados com gestão, a economia, a engenharia, a medicina, o entretenimento entre outros. Entre os vários tipos de aplicação dos sistemas inteligentes, enunciam-se os seguintes: 3 Sistemas de interrogação de bases de dados usando língua natural Sistemas de tradução automática ou semiautomática (i.e., assistida) Sistemas tutores inteligentes (que ensinam os alunos) Agentes autónomos inteligentes para gerir informação dispersa na Internet Sistemas inteligentes de controlo de máquinas (e.g., automóveis) e outros dispositivos físicos Sistemas para descobrir padrões de consumo (padrões de preferências de produtos, padrões de compra) Sistemas para identificar segmentos de mercado Sistemas para determinar o perfil de consumidores (quais as características das pessoas que mais provavelmente reagem positivamente a uma campanha publicitária enviada pelo correio) Sistemas para determinar quotas de vendas Sistemas para avaliação de pedidos de crédito Sistemas para avaliação de riscos de seguros Sistemas para deteção de fraudes (descobrir utilizações fraudulentas de cartões de crédito, descobrir fraudes relacionadas com a segurança social) Sistemas de previsão de mercados financeiros Sistemas de modelação económica Sistemas para diagnosticar equipamentos com falhas Sistemas para auxiliar a identificação de compostos químicos (e.g., CRYSALIS, DENDRAL) Sistemas para auxiliar a tomada de decisão em explorações mineralógicas (PROSPECTOR) Sistemas para diagnosticar doenças e prescrever medicação (e.g., MYCIN)
4 Sistemas para gerar configurações de computadores mediante as características do cliente (XCON) Sistemas para cálculo simbólico, por exemplo, simplificação de polinómios, diferenciação, integração (MACSYMA) Sistemas de auxílio no domínio dos cuidados de saúde (projeto CASCOM) Sistemas de configuração de entretenimento urbano (projeto Agentcities) Jogos de computador com inteligência artificial Ao contrário do que sucedeu com os Sistemas Inteligentes de primeira geração, os quais foram concebidos isoladamente dos outros sistemas computacionais existentes nas organizações, hoje em dia, a integração é a palavra de ordem. A possibilidade de integração com sistemas existentes e com sistemas que venham a ser criados é uma propriedade desejável em Sistemas Inteligentes e na generalidade dos de sistemas informáticos. Diversos Sistemas Inteligentes com sucesso, efetivamente usados durante períodos de tempo apreciáveis, e cujos resultados foram realmente úteis foram descontinuados porque a tecnologia com que foram criados não se integrava com os outros sistemas de informação existentes na organização. Esta constatação permite concluir que os sistemas inteligentes devem ser implementados usando uma tecnologia que permita a sua fácil integração com outros sistemas. Atualmente, pensa-se que as tecnologias baseadas em componentes e especialmente as tecnologias baseadas em agentes inteligentes são as melhores opções, desse ponto de vista. 1 Características de um Sistema Inteligente Os sistemas inteligentes podem ser avaliados de acordo com um conjunto de características entre as quais se salientam a aprendizagem e capacidade de descoberta, a adaptação, a resistência a erros e falhas, e a capacidade de explicação. Naturalmente, nem todos os sistemas inteligentes exibem todas estas características. Em cada caso, deve analisar-se o domínio de aplicação escolhido e decidir quais destas características são mais importantes e quais são menos importantes. A escolha da tecnologia e do tipo de arquitetura do sistema dependem dessa decisão. Algumas tecnologias e arquiteturas são mais indicadas para a aprendizagem e descoberta, outras para adaptação, outras para a explicação, etc. Aprendizagem e descoberta Nos Sistemas Baseados em Conhecimento de primeira geração, o conhecimento era codificado "manualmente" por um Engenheiro do Conhecimento que obtinha conhecimento de vários peritos através de um processo relativamente longo e sujeito a erros, baseado em entrevistas. O grande objetivo, na altura, era o desenvolvimento de técnicas e a criação de ferramentas computacionais que facilitassem o processo de extração e codificação de conhecimento. Uma das vias para melhorar a extração e codificação do conhecimento foi a criação de interfaces apropriadas para a introdução de conhecimento no sistema pelo próprio perito ou pelo utilizador. Uma das abordagens foi o desenvolvimento de interfaces em língua natural; outra foi a criação de editores especializados e de visualizadores de conhecimento. Este esforço foi acompanhado pela criação de métodos de validação automática do conhecimento. 4
5 Outra via para contornar o processo de obtenção e codificação do conhecimento foi a aposta na aprendizagem automática. Em vez (ou além) da introdução explícita de conhecimento, o sistema deveria aprender novas regras e factos sobre o domínio da aplicação à medida que interagia com o utilizador. Uma via intermédia foi a criação de sistemas em que o conhecimento introduzido consistia da descrição de casos concretos e das respetivas soluções. O sistema encarregava-se da aplicação do conhecimento relativo a casos existentes à resolução de novos casos, quer pela via da generalização do conhecimento (indução de regras gerais a partir dos casos particulares) quer pela via do raciocínio baseado em casos (analogia). A quarta via centrou-se no aperfeiçoamento de métodos de representação de conhecimento a um nível de abstração mais elevado (i.e., mais próximo dos peritos e mais afastado das linguagens de programação), por exemplo através de diagramas e de tabelas de decisão. Nos Sistemas Inteligentes mais modernos, tem-se insistido na via da extração de conhecimento a partir das bases de dados existentes nas organizações onde os sistemas funcionam. Em vez da introdução explícita de conhecimento, o sistema analisa os dados armazenados e descobre padrões regulares que dão origem a regras mais ou menos gerais. Esta técnica é conhecida por Extração ou Prospeção de Dados ("data mining") ou por Descoberta de Conhecimento ("knowledge discovery"). Por descoberta, entende-se a capacidade de descobrir novos conhecimentos, conhecimentos que não são introduzidos previamente no sistema. A descoberta está associada à possibilidade de gerar combinações novas e de alterar relações previamente conhecidas. Capacidade de adaptação Em grande parte das aplicações, as condições ambientais em que os sistemas funcionam alteram-se rapidamente. Os processos de negócios tornam-se obsoletos, por exemplo devido ao surgimento de novas tecnologias. Consequentemente, os sistemas desatualizam-se, isto é, parte do seu conhecimento deixa de poder aplicar-se. Por exemplo, os padrões de consumo são diferentes em períodos de recessão e em períodos de expansão, a influência da taxa de juro sobre a moeda é diferente de contexto para contexto. A permanente alteração das condições ambientais é enfrentada pela criação de sistemas capazes de se adaptarem dinamicamente às novas condições. Resistência a erros e falhas Por resistência a erros e falhas de conhecimento, entende-se a capacidade de lidar com informação errada, ambígua, irrelevante ou incompleta. Muitas vezes, não se dispõe de toda a informação necessária sobre os casos que o sistema tem que enfrentar. Outras vezes, a informação disponível é inconsistente (e.g., regras contraditórias provenientes de peritos diferentes, descrições de casos incompatíveis). Especialmente quando a informação é adquirida por meios automáticos (e.g., extração de dados, processamento de imagem ou de voz), ela pode ser corrompida por "ruído" ou dados irrelevantes, e pode ser ambígua (i.e., passível de interpretações alternativas). Existem tecnologias que permitem desenvolver sistemas computacionais quando o conhecimento ou os dados disponíveis sofrem destes vários tipos de deficiências. 5
6 Capacidade de gerar explicações A capacidade de explicar os seus raciocínios é uma das características importantes dos Sistemas Inteligentes. Essa capacidade é útil de dois pontos de vista. Em primeiro lugar, permite ao utilizador perceber as conclusões, sugestões e ações do sistema. Esta característica de alguns sistemas inteligentes é uma vantagem do ponto de vista pedagógico que reforça a confiança do utilizador no sistema. Em segundo lugar, a capacidade de explicação também é útil do ponto de vista da depuração do sistema, porque facilita a identificação e correção de conhecimento errado. 2 Tecnologias para sistemas inteligentes Existem diversas tecnologias conceptuais e computacionais que podem ser usadas na criação de Sistemas Inteligentes. Essas tecnologias agrupam-se em duas grandes classes: as tecnologias simbólicas e as tecnologias não simbólicas (por vezes designadas sub-simbólicas). Nas primeiras, explora-se uma relação de representação entre os símbolos do sistema e a realidade (representação de regras, representação de objetos, representação de casos). Nas segundas, não existe essa relação de representação. Assentam em geral na computação de modelos numéricos. As tecnologias deste segundo grupo são também chamadas sub-simbólicas no sentido em que deveriam ser usadas nas camadas de mais baixo nível de abstração dos sistemas, isto é, nas camadas que implementam os mecanismos automáticos (não deliberativos) dos sistemas. A Figura 1 apresenta uma classificação de várias tecnologias para a criação de sistemas inteligentes. Salienta-se que a distinção entre simbólico e não simbólico nem sempre é tão clara como se mostra na figura. 6 Figura 1 Tecnologias para Sistemas Inteligentes Como se mostra na Figura 1, os Sistemas Baseados em Conhecimento podem ser vistos como uma tecnologia conceptual e computacional para a criação de Sistemas
7 Inteligentes. Os Sistema Periciais ( Expert Systems ) são a classe de Sistemas Inteligentes em que a tecnologia dos SBCs tem sido mais usada. Por vezes, a expressão Sistema Baseado em Conhecimento é usada como sinónimo de Sistema Pericial. Um Sistema Pericial é um SBC em que o conhecimento representado é obtido de um ou mais profissionais especialistas (peritos) da área de aplicação do sistema. É muito importante que o tipo de raciocínio de um Sistema Pericial seja semelhante ao de um perito, para que o seu comportamento possa ser compreendido pelos profissionais que o utilizam. 7
Sistemas de Informação para Bibliotecas
Sistemas de Informação para Bibliotecas Notas de Apoio ao Tópico 1 Henrique S. Mamede 1 Antes de mais nada: O QUE É MESMO INFORMAÇÃO?? Dados Informação Conhecimento Sabedoria 2 Dados São tipicamente voltados
1.1. Definição do Problema
13 1 Introdução Uma das principais preocupações de área de engenharia de software diz respeito à reutilização [1]. Isso porque a reutilização no contexto de desenvolvimetno de software pode contribuir
Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer
Qualidade de Produto Maria Cláudia F. P. Emer Introdução Qualidade diretamente ligada ao produto final Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção Software Atividades
Como Fazer uma Monografia
Como Fazer uma Monografia Profa. Mara Abel Instituto de Informática / UFRGS [email protected] O que é uma monografia? A descrição, através de um texto com formato pré-definido, dos resultados obtidos
Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas
Qualidade de Produto Maria Cláudia F.P. Emer Introdução z Qualidade diretamente ligada ao produto final z Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção z Software
Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário
Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário INFORMAÇÃO EXAME DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS B 2016 12º ANO DE ESCOLARIDADE (DECRETO-LEI N.º 139/ 2012, DE 5 DE JULHO) Prova 163 Escrita e Prática
Cursos de Mestrado em TSI Situação em 2000. 1 Ensino Superior Público... f.2 2 Ensino Superior Particular e Cooperativo... f.5
Anexo F Cursos de Mestrado em TSI Situação em 2000 Adaptado de: http://www.desup.min-edu.pt/posgrad.htm Índice 1 Ensino Superior Público... f.2 2 Ensino Superior Particular e Cooperativo... f.5 Ordenação
Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1
Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 5 Sistemas Biométricos 1. Sistema Biométrico Típico Qualquer que seja a característica
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br. Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Tecnologias WEB Web 3.0 Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Conceitos As pessoas geram o conhecimento; A informação é a matéria prima na geração de
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INFORMÁTICA - SISTEMAS
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INFORMÁTICA - SISTEMAS PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Informática Sistemas Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S)
Cursos de Doutoramento em TSI - Situação em 2000. 1 Ensino Superior Público...g.2 2 Ensino Superior Particular e Cooperativo...g.6
Anexo G Cursos de Doutoramento em TSI - Situação em 2000 Adaptado de: http://www.desup.min-edu.pt/posgrad.htm Índice 1 Ensino Superior Público...g.2 2 Ensino Superior Particular e Cooperativo...g.6 Ordenação
Engenharia de Software. Ciclos de Vida do Software. 1. Sistemas
Engenharia de Software Profa. Dra. Lúcia Filgueiras Profa. Dra. Selma S. S. Melnikoff Ciclos de Vida do Software 1. Sistemas 2. Crise do software 3. Caracterização do software 4. Ciclos de vida do software
Ementa 22/08/2012. Teoria Geral de Sistemas. TADS 2. Semestre Prof. André Luís. Aula 01. Apresentação da Disciplina Conceito de Sistemas
Aula 01 Apresentação da Disciplina Conceito de Sistemas Teoria Geral de Sistemas Teoria Geral de Sistemas TADS 2. Semestre Prof. André Luís 1 2 Apresentação da Disciplina Disciplina: Teoria Geral de Sistemas
Avaliação da Satisfação do Cliente de Informática
Avaliação da Satisfação do Cliente de Informática JULIANO MAIA ARINS Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro de Apresentação Introdução Objetivos Qualidade de Software Qualidade Princípios da Qualidade
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO
ANO LECTIVO 2009/2010 1 CURSO DO ENSINO REGULAR DISCIPLINA: INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO: 9.º DOMÍNIOS COMPETÊNCIAS PONRAÇÃO Rentabilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação
Apresentação da disciplina
FEUP MIEIG & MIEM Ano letivo 2013/14 Disciplina: Gestão da Qualidade Total Apresentação da disciplina (v1 em 2 de setembro) José A. Faria, [email protected] Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto,
INE 5323 Banco de Dados I
UFSC-CTC-INE Curso de Ciências de Computação INE 5323 Banco de Dados I Ronaldo S. Mello 2006/1 http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5323 Horário Atendimento: Quintas-feiras, das 17h30 às 19h Programa da
Tipos de Software e Ambientes de Processamento
Universidade São Judas Tadeu Prof. André Luis Ribeiro Prof. Jorge Luis Pirolla Introdução à Computação Tipos de Software e Ambientes de Processamento Tópicos Formas de Processamento de Dados Sistema de
BANCO DE DADOS. Professor: André Dutton
BANCO DE DADOS Professor: André Dutton BASES TECNOLÓGICAS Conceito de bases de dados. Modelos conceituais de informações. Modelos de dados: relacional, de redes e hierárquicos. Introdução à teoria relacional:
Administração de Sistemas de Informação
Administração de Sistemas de Informação A tecnologia da informação está em toda parte nos negócios 1 Departamentos comuns em uma organização FUNDAMENTOS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DA TECNOLOGIA
Metodologia de Investigação Educacional I
Metodologia de Investigação Educacional I Desenhos de Investigação Isabel Chagas Investigação I - 2004/05 Desenhos de Investigação Surveys (sondagens) Estudos Experimentais Estudos Interpretativos Estudos
Estudo de um caso real de migração de banco de dados de sistemas transacionais para Data Warehouse
Universidade Regional de Blumenau Centro de Ciências Exatas e Naturais Bacharelado em Ciências da Computação Trabalho de Conclusão de Curso Estudo de um caso real de migração de banco de dados de sistemas
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS:
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS: Treinamento É o conjunto de métodos usados para transmitir aos funcionários novos e antigos as habilidades necessárias para o desempenho do trabalho. Treinamento Custo ou investimento?
Gestão de Processos: Ciclo PDCA. Profa. Reane Franco Goulart
Gestão de Processos: Ciclo PDCA Profa. Reane Franco Goulart O que é PDCA? É uma ferramenta da qualidade utilizada no controle do processo para a solução de problemas. É também chamado de Roda de Deming
BANCO DE DADOS I AULA 2. Willamys Araújo [email protected]
BANCO DE DADOS I AULA 2 Willamys Araújo [email protected] Modelagem de Dados Modelagem de dados é o estudo das informações existentes em um contexto sob observação para a construção de um modelo
de rede são comumente utilizadas nos dias de hoje. Um dos grandes desafios para a tecnologia de redes sem fio no momento é o handoff vertical, onde
15 1 Introdução A utilização e a popularidade dos dispositivos móveis crescem a cada dia. Mobilidade, flexibilidade, facilidade de comunicação e entretenimento proporcionado por dispositivos, como laptops,
Arquiteturas para Sistemas Distribuídos I
Arquiteturas para Sistemas Distribuídos I Pedro Ferreira Departamento de Informática Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Tópicos Estilos Arquiteturais: formas de desenhar o software do SD Organização
Linguagens de Programação:
Capítulo I : Noções Gerais 11 Linguagens de Programação: Como comunicar com o computador? Linguagem Máquina: Conjunto básico de instruções, em código binário, características de cada computador, correspondentes
RESOLUÇÃO N o RESOLVE
RESOLUÇÃO N o Estabelece o Currículo Pleno do Curso de Ciência da Computação - Bacharelado, do Setor de Ciências Exatas, da Universidade Federal do Paraná.. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, órgão
Linguagem de Programação I
Linguagem de Programação I Programação Lógica Equipe: Yuri Joyce Carlos Éderson Paulo Maurício 26/05/2011 1 Súmario Introdução Origem Características Conceitos básicos Vantagens e desvantagens Aplicações
Bacharelado em Ciência da Computação 2009
Bacharelado em Ciência da Computação 2009 1 Resumo do Curso Tipo do Curso Duração mínima Carga horária mínima obrigatória Bacharelado anos 3.212 horas (contadas em 15 semanas) 21 créditos Turno Regime
RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Curso, ora criado, será oferecido no turno noturno, com 10 semestres de duração e com 50 vagas iniciais.
RESOLUÇÃO CONSEPE 27/2001 CRIA E IMPLANTA O CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO, NO CCT, DO CÂMPUS DE CAMPINAS. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições
Partilhar Dados Anónimos com a Lenovo. Índice. Harmony
Partilhar Dados Anónimos com a Lenovo Índice Partilhar Dados Anónimos com a Lenovo... 1 Harmony... 1 Lenovo Companion 3.0... 2 Lenovo Customer Engagement Service... 3 Lenovo Experience Improvement (apenas
Oficina de Informática e Telemática
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ (UESC) Criada pela Lei 6.344, de 05.12.1991, e reorganizada pela Lei 6.898, de 18.08.1995 e pela Lei 7.176, de 10.09.1997 Oficina de Informática e Telemática Prof. Dr.
Inteligência Artificial. Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Sistemas Especialistas IF THEN UNLESS Ex.: IF It is Sunday (S) THEN John works in the yard (Y) UNLESS The weatherisbad (B) IF (P) THEN
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2013/2014
Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Contabilidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4.
Matemática Aplicada às Ciências Sociais
ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA PLANIFICAÇÃO ANUAL Matemática Aplicada às Ciências Sociais Ensino Regular Curso Geral de Ciências Sociais e Humanas 11º ANO Ano Letivo 2014 / 2015 PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO
4ª feira 2 de setembro
Hora 2ª feira 3ª feira 1 de setembro 4ª feira 2 de setembro 5ª feira 3 de setembro 6ª feira 4 de setembro TURISMO E TÉCNICAS DE GESTÃO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO RURAL 1- Organização biológica da célula
Objetivos da disciplina:
Aplicar e utilizar princípios de metrologia em calibração de instrumentos e malhas de controle. Objetivos da disciplina: Aplicar e utilizar princípios de metrologia calibração de instrumentos e malhas
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo 2015-2016
INTRODUÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO LOURENÇO VALONGO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo 2015-2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador
INTRODUÇÃO A ROBÓTICA. Prof. MSc. Luiz Carlos Branquinho Caixeta Ferreira
INTRODUÇÃO A ROBÓTICA Prof. MSc. Luiz Carlos Branquinho Caixeta Ferreira Email: [email protected] Site intranet.ifs.ifsuldeminas.edu.br/~luiz.ferreira Atendimento: Segunda-feira, 12:30 a
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1ºCICLO INTRODUÇÃO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1ºCICLO INTRODUÇÃO A avaliação constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar e certificador das diversas aquisições realizadas pelo aluno ao longo
Desenvolvimento Organizacional
Desenvolvimento Organizacional O desenvolvimento Organizacional nasceu na década de 1960 devido as mudanças no mundo das organizações e em função das estruturas convencionais serem inadequadas a essas
Montadores e Compiladores
Montadores e Compiladores Prof. Idevar Gonçalves de Souza Júnior Conteúdo Programático Resumido Revisão da Arquitetura de Computadores Introdução a Teoria das Linguagens Compilação e Interpretação Análise
Proporcionar a modelagem de sistemas utilizando todos os conceitos da orientação a objeto;
Módulo 7 UML Na disciplina de Estrutura de Sistemas de Informação, fizemos uma rápida passagem sobre a UML onde falamos da sua importância na modelagem dos sistemas de informação. Neste capítulo, nos aprofundaremos
Gerenciamento de projetos (Project Management).
Gerenciamento de projetos (Project Management). A gestão de projetos é uma das áreas fundamentais de qualquer departamento de sistemas de informação, estando hoje em dia amplamente difundido dentro das
Interpretações de Qualidade de Software. Interpretações de Qualidade de Software. Aspectos Importantes das Definições de Qualidade
terpretações de de é um termo que pode ter diferentes interpretações e para se estudar a qualidade de software de maneira efetiva é necessário, inicialmente, obter um consenso em relação à definição de
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão O Curso de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólidos conhecimentos
Nº horas ESTRATÉGIAS RECURSOS AVALIAÇÃO
ANO: 10.º Curso Profissional Técnico de Informática de Gestão Disciplina: Linguagens de Programação ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/13 Módulo 1 Algoritmia 1 - Introdução à Lógica de Programação Lógica Sequência
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA Este documento contempla as linhas gerais de orientação, para uniformização
Informática na Educação
Informática na Educação Apresentação de tópicos do livro Informática na Educação, da autora Sanmya F. Tajra. Todas as referências dos conteúdos apresentados nestes slides são disponíveis no livro citado.
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE FÍSICO-QUÍMICA
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE FÍSICO-QUÍMICA 3º Ciclo 7º, 8º e 9º Anos ANO LETIVO 2014/15 1- Domínios Domínios Saber e Saber Fazer Saber ser/ estar Parâmetros a avaliar - Revelar conhecimentos. - Compreensão/interpretação
Requisitos de Software
Requisitos de Software Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 1 Objetivos Descrever requisitos funcionais e não funcionais Explicar como os requisitos de software podem
Abc BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL
Abc BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ÚLTIMA REVISÃO Abril 2013 APROVAÇÃO Conselho de Administração Gestão de Risco Operacional Pág. 1 de 8 ÍNDICE
GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR
Curso Engenharia Informática Ano letivo 2015-2016 Unidade Curricular Inteligência Artificial ECTS 4 Regime Obrigatório Ano 3.º Semestre 1.º Horas de trabalho globais Docente (s) Celestino Gonçalves Total
O presente documento dá a conhecer os seguintes aspetos relativos à prova:
1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de simulação de exame nacional do ensino secundário da disciplina de Matemática A, a realizar no 2º período. O presente documento
- Campus Salto. Disciplina: Sistemas de Arquivos Docente: Fernando Santorsula E-mail: [email protected]
Disciplina: Sistemas de Arquivos Docente: Fernando Santorsula E-mail: [email protected] Sistemas de Arquivos- Parte 2 Pontos importantes de um sistema de arquivos Vários problemas importantes devem
Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos;
CONTABILIDADE ANALÍTICA I [12003] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS Pretende-se fornecer um enquadramento teórico e prático da Contabilidade de Custos ou Analítica, em particular, dos objetivos prosseguidos
A prova é constituída por duas partes, prova escrita e prova oral, a ter lugar em datas distintas.
2015/2016 ANO DE ESCOLARIDADE: 9º ANO DURAÇÃO DA PROVA ESCRITA: 90 minutos TOLERÂNCIA: 00 minutos DURAÇÃO DA PROVA ORAL: ± 15 MINUTOS INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 3.º CICLO - 1.ª e 2.ª
o Aluno : qualquer aluno do 3 o ano do MIEI que se encontre nas condições expressas neste documento para inscrição na disciplina;
Normas de Funcionamento da Disciplina Actividade Prática de Desenvolvimento Curricular Vertente de Estágio Mestrado Integrado em Engenharia Informática Preâmbulo Este documento destina-se a regulamentar
Versão 1.00. Referenciais de FORMAÇÃO. Padel. Menção de formação. Grau
Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO Padel Menção de formação Grau I Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO Padel Menção de formação Grau I Edição: Conteúdos: Data: Instituto Português do Desporto e Juventude,
Auditoria de Sistemas de Gestão de Segurança da Informação
Auditoria de Sistemas de Gestão de Segurança da Informação Antes de verificar o escopo da auditoria de Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI), é necessário compreender a sua abrangência. A
Qualidade de Software Normatização
Qualidade de Software Normatização Norma ISO/IEC 12207 processo do ciclo de vida de software Norma criada em 1995 com o objetivo de fornecer uma estrutura comum para adquirente, fornecedor, desenvolvedor,
TÉCNICAS DE GESTÃO E EMPREENDEDORISMO
Plano Geral da Disciplina Ementa: 1. Definição de ciência; 2. Tipos de conhecimento; 3. O processo de construção do conhecimento científico; 4. Tipos de trabalhos acadêmicos; 5. Classificação da pesquisa
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas
CURSOS PROFISSIONAIS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO
CURSOS PROFISSIONAIS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO Artigo 1º Âmbito e Definição 1 - A FCT é um conjunto de atividades profissionais desenvolvidas sob coordenação e acompanhamento da escola,
Avaliação e Desempenho Aula 1 - Simulação
Avaliação e Desempenho Aula 1 - Simulação Introdução à simulação Geração de números aleatórios Lei dos grandes números Geração de variáveis aleatórias O Ciclo de Modelagem Sistema real Criação do Modelo
Capítulo 3: Qualidade de Produto e a ISO 9126
Capítulo 3: Qualidade de Produto e a ISO 9126 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3 Capítulo 5: CMM Capítulo 6:
Medidas e Escalas: Escalas não Comparativas
Medidas e Escalas: Escalas não Comparativas 1-1 Sumário do Capítulo 1) Escalas não comparativas 2) Escalas de rácios contínuos 3) Escalas de Itens i. Escala de Likert ii. iii. Escala de Diferencial semântico
REGULAMENTO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
REGULAMENTO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO QUE DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA/CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA
ONE TOONE CURSOS PARTICULARES ADOBE ACROBAT DC
ONE TOONE CURSOS PARTICULARES ADOBE ACROBAT DC Plano do Curso. Curso One. Os Cursos desenvolvidos pela One To One, são reflexo da experiência profissional no âmbito da Formação, do Design e Comunicação,
Gestão da Tecnologia da Informação
TLCne-051027 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Princípios de Sistemas de Informação São Paulo, 25 de Maio de 2011 1 Sumário TLCne-051027 Conteúdo destas Aulas Breve revisão e preparação para
Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2014/2015 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTO ANDRÉ
PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS. 1. INTRODUÇÃO O Instituto de Ensino Superior Santo André dispõe atualmente de infraestrutura de Tecnologia
Termos de Referência para Serviços especializados de consultoria Individual na área de Arquitetura de Sistemas
Termos de Referência para Serviços especializados de consultoria Individual na área de Arquitetura de Sistemas Projeto de Modernização Fiscal do Tocantins (PMF/TO) Banco Interamericano de Desenvolvimento
PLANEJAMENTO SIMPLIFICADO DE PROJETOS
PLANEJAMENTO SIMPLIFICADO DE PROJETOS Nestor Nogueira de Albuquerque, MsC. Gestão e Desenvolvimento Regional V Encontro de Pós-GraduaP Graduação UNITAU 2005 Necessidade de um processo de Gestão de Projetos
CIRCULAR INFORMATIVA. ASSUNTO: Sistema de Classificação de Doentes para ambulatório de Medicina Física e de Reabilitação
CIRCULAR INFORMATIVA Nº 21/2014/DPS/ACSS DATA: 17-07-2014 PARA: ARS e ACES ASSUNTO: Sistema de Classificação de Doentes para ambulatório de Medicina Física e de Reabilitação Os Sistemas de Classificação
3 Informações para Coordenação da Execução de Testes
Informações para Coordenação da Execução de Testes 32 3 Informações para Coordenação da Execução de Testes Diversas ferramentas oferecidas na literatura têm auxiliado na coordenação da execução dos testes
1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS.
Formulação de Objetivos Educacionais 1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. A prática educativa atua no desenvolvimento individual e social dos indivíduos, proporcionando-lhes os meios de apropriação
Documento de Processo
Documento de Processo versão 1.0 Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Documentos Doc Manager Cliente: São José Agroindustrial Representante do cliente: Paulo José de Souza 2 Histórico de Alterações
UFV Catálogo de Graduação 2014 239 ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICA. COORDENADOR Afonso de Paula dos Santos
UFV Catálogo de Graduação 2014 239 ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICA COORDENADOR Afonso de Paula dos Santos [email protected] 240 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo
Informação-Prova de Equivalência à disciplina de: Aplicações Informáticas B. 1. Introdução. Ensino Secundário. Ano letivo de 2011/12
Informação-Prova de Equivalência à disciplina de: Aplicações Informáticas B Ensino Secundário Ano letivo de 2011/12 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame
ANEXO: Índice de Correspondência GRI
ANEXO: Índice de Correspondência GRI 1. Estratégia e Análise 1.1 Mensagem do Presidente Capítulo Mensagem do Presidente Capítulo Ética e Corporate Governance»» Modelo de Gestão Capítulo Estratégia e Sustentabilidade
APRESENTAÇÃO CORPORATIVA
APRESENTAÇÃO CORPORATIVA Apresentação Soluções de Futuro A TwoSoft Systems é uma empresa angolana que se dedica ao Desenvolvimento de Software, Consultoria Informática e Assistência Técnica Especializada.
INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE
1.1. Contabilidade para não Contadores INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE Objetiva ensinar a Contabilidade para aqueles que não são contadores, mas necessitam interpretar (entender) a Contabilidade, os relatórios
Inteligência Artificial Redes Neurais Artificiais
Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Inteligência Artificial Redes Neurais Artificiais João Marques Salomão Rodrigo Varejão Andreão Arquitetura e composição das RNAs Uma rede neural artificial é composta
GEOGRAFIA. PRINCIPAIS CONCEITOS: espaço geográfico, território, paisagem e lugar.
GEOGRAFIA { PRINCIPAIS CONCEITOS: espaço geográfico, território, paisagem e lugar. A importância dos conceitos da geografia para a aprendizagem de conteúdos geográficos escolares Os conceitos são fundamentais
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA SÉ GUARDA. MATEMÁTICA B Curso de Artes Visuais
Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA SÉ GUARDA MATEMÁTICA B Curso de Artes Visuais ANO LECTIVO: 2015/2016 11º ANO 1º PERÍODO PLANIFICAÇÃO
Metodologias de alinhamento PETI. Prof. Marlon Marcon
Metodologias de alinhamento PETI Prof. Marlon Marcon Introdução O Alinhamento Estratégico tem por objetivo: alinhar os recursos organizacionais com as ameaças e as oportunidades do ambiente; Obter melhoria
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS:
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS: Treinamento É o conjunto de métodos usados para transmitir aos funcionários novos e antigos as habilidades necessárias para o desempenho do trabalho. Referências: CHIAVENATO
Glossário Versão 1.0 Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Documentos Doc Manager Histórico de Revisão
Glossário Versão 1.0 Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Documentos Doc Manager Cliente: São José Agroindustrial Representante do cliente: Paulo José de Souza Histórico de Revisão 1 Data Versão Descrição
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição
Ficha de Unidade Curricular
Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação: Desenho 2 Área Científica: Desenho Ciclo de Estudos: 1º Ciclo Carácter: Obrigatória Semestre: 1º ECTS: 6 Tempo de Trabalho: Horas de Contacto:
