A Técnologia Têxtil a Serviço da Moda.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Técnologia Têxtil a Serviço da Moda."

Transcrição

1 A Técnologia Têxtil a Serviço da Moda. Silvio da Silva 1 Resumo: Qual a real importância do conhecimento das tecnologias têxteis para o designer de Moda? Da matéria prima ao produto acabado confeccionado, o Designer 2 de moda possui uma infinidade de opções que interferirão no desempenho do seu produto. Quanto maior for seu background 3, maior será sua competência para traduzir as necessidades do seu cliente e conseqüentemente maiores suas chances de sucesso. Os melhores designers do futuro serão multifuncionais e se sentirão a vontade discutindo pesquisa de mercado, fazendo um redering a cores de um novo produto ou selecionando o tipo de material que deve ser usado no produto (BAXTER, 1995). Aos educadores cabe a responsabilidade de tornar a disciplina atraente, fazer com que o aluno consiga perceber sua importância no contexto da sua formação. I Introdução As indústrias têxteis e de confecção estão entre as atividades industriais mais antigas da humanidade, utilizam métodos e processos bastante conhecidos e tecnologia de uso universal (FEGHALI, 2001). A Disciplina de Tecnologia no curso de Moda, não pretende tornar os discentes especialistas nas técnicas têxteis, mais sim apresentá-los aos diferentes materiais disponíveis no mercado, suas características e aplicações, para que possam selecioná-los adequadamente no desenvolvimento das suas coleções, maximizando seus recursos disponíveis em consonância com as expectativas e necessidades de seus clientes. O Designer de moda possui uma diversidade muito grande de materiais têxteis a sua disposição, saber selecionar o que melhor se aplica às suas necessidades, ao menor custo é uma competência desejada nos dias atuais. A cadeia têxtil é reconhecidamente uma das mais complexas entre as indústrias de transformação, não necessariamente pelo nível de conhecimento técnico exigido, mais principalmente pela diversidade de etapas envolvidas; da matéria-prima ao produto acabado confeccionado. O Design Têxtil deve pois dominar a tecnologia da produção dos artigos em todos os seus aspectos, antes mesmo de se preocupar com as características estéticas, pois estas irão depender de fatores específicos dessa tecnologia, tanto quanto da sua capacidade criativa. Assim o conhecimento das diferentes fibras têxteis e suas características, quanto ao aspecto, reflexão a luz, qualidade dada as cores, finura, etc., é fundamental (CASTRO, 1981) Fibras Têxteis Por muitos anos os produtos têxteis eram manufaturados a base das fibras naturais. A História das Fibras Químicas Sintéticas teve seu início no ano de 1913, quando Fritz Klatle requereu a patente para fabricar com o cloreto de polivinilo. Este pedido provocou um desenvolvimento tempestuoso no campo da pesquisa e economia têxteis. As fibras químicas possuem certas propriedades vantajosas que faltam às fibras naturais (ERHARDT 1975). Nos últimos anos a participação das fibras químicas vem crescendo gradativamente no mercado, principalmente das fibras / filamentos de poliéster, conforme podemos perceber no gráfico da figura 1.

2 ELABORAÇÃO ABIT Figura 1 participação das fibras têxteis no mercado. Desde o surgimento das fibras sempre existiu a disputa do conforto e apelo ecológico das naturais contra a durabilidade, estética e praticidade das químicas, as man made 4, Além de se ter sob controle propriedades físicas importantes como o comprimento, a resistência, a uniformidade, a finura, o lustro, cor, morfologia na produção das fibras químicas. O homem, em todas as áreas, sempre se baseou na natureza para criar ou aperfeiçoar suas invenções a seu favor, no caso das fibras não são exceção, este vem buscando conferir às fibras químicas propriedades desejadas encontradas nas fibras naturais, sendo o conforto a principal delas. A natureza sempre serviu de base para se criar ou inovar produtos que atendam as necessidades do ser humano. Para a elite das piscinas, a Speedo lança uma geração do tecido Fast-Skin, usado naqueles macacões dos nadadores de competição, (Veja março de 2004). figura 2 Com o foco em Atenas: macacão que imita pele de tubarão fica mais flexível e desliza melhor.

3 Há muito tempo, especialistas em ciência dos materiais vem procurando entender a biologia desses processos de fabricação para poder controlar as propriedades dos materiais sintéticos. O fio tecido pelas aranhas para fabricar suas teias, por exemplo, tem uma força e uma dureza nunca reproduzidos nas fibras sintéticas (Ciência Hoje, 1996). Esses são só alguns exemplos, do homem se espelhando na natureza para desenvolver novos produtos. Aliar durabilidade com conforto acreditamos ser a principal razão do sucesso na evolução das fibras químicas. O conhecimento das propriedades físicas, químicas e biológicas das fibras, permite ao designer de moda conferir ao seu produto as características desejadas. Igualmente importante para o Designer é ter o conhecimento do processo produtivo da indústria têxtil, no desenvolvimento da sua coleção Fios Têxteis Uma vez já definida a natureza da matéria-prima, o próximo passo é escolher o fio. O leque de opções se amplia a medida em que se avançava no fluxo produtivo da indústria têxtil, multiplicando-se as opções do processo anterior as inúmeras opções apresentadas pelo processo seguinte. Utilizaremos para o desenvolvimento do nosso produto, um fio cardado, ou penteado? Um fio anel, Open End ou anel compacto? Um fio singelo retorcido ou fantasia? Quais as suas propriedades em relação ao número de torções aplicadas? Qual o título ideal? De fios em entrelaçamento, foi possível ir modificando os aspectos dos fios, combinar textura e conseguir diversificar ao infinito o aspecto do próprio ato de tecer, muito antes de surgir técnica de estamparia. (Vicent-Ricard, 1989) Tecidos. Os primeiros panos datam do início da idade do bronze e provém da arte dos cesteiros, (Vicent-Ricard, 1969). Figura 3 - Da idade do Bronze até hoje, o conceito único de cruzamento de fios permite todo tipo de criação.

4 O tecido é muitas vezes a fonte de inspiração do designer de moda, sua textura, seu caimento, sua estética dão asas à sua criatividade. Da pré-história à atualidade, a trama da história tanto dos homens como da moda é formado pela utilização de materiais e pelo fato de tecê-los (Vicent-Ricard, 1989). Também no processo de tecelagem o designer terá uma série de opções para escolher em função de sua necessidade. A primeira decisão a ser tomada é quanto ao tipo de tecido, conforme figura 4. TECIDOS ESPECIAIS NÃO TECIDOS COMUNS MALHA LAÇADA LAMINADOS FELTRO SIMPLES TRAMA BORDADO MALIMO FOLHEADO COMPOSTOS URDIMENTO REDES FILMES FELPUDOS MIXTO LENO JACQUARD Figura 4 Classificação dos tecidos quanto a estrutura ( Ribeiro, 1984 ). Ao propor uma matéria-prima que valorize o modelo e já apresente um impacto visual não há necessidade de grandes detalhes ou intervenções para a valorização da peça (Rigueiral, 2002). Tendo feito a escolha, por exemplo, pelos tecidos comuns, o passo seguinte é determinar a padronagem, o tecido será produzido com uma das padronagem fundamentais (tafetá, sarja, cetim)? Com um tecido composto, derivado, ou especial? 1.4 Beneficiamentos As técnicas de beneficiamento já eram aplicadas mesmo nas últimas culturas paleolíticas (isto é, culturas em que as ferramentas e as armas eram feitas lascando-se pedras duras como o sílex). Houve um avanço quando se descobriu que o óleo ou a gordura de animais marinhos, quando esfregados sobre as peles, ajudava a conservá-la maleável por mais tempo, isto é, até que o óleo secasse (Laver, 1989). Até os dias atuais muito se evoluiu, através do beneficiamento, um único substrato pode obter formas quase que infinitas aplicando técnicas de lavanderia, estamparia e acabamento diferenciados. Há dez anos, o efeito easy-care 5 e a durabilidade dos materiais foram pontos mais pesquisados pelas novas tecnologias, bem como os tecidos inteligentes, com efeito antiestresse, antibacterianos, antimanchas e térmicos. (RECH, 2002)

5 1.5 Considerações Finais. Arriscamos afirmar que recentemente a Moda se tornou Moda, o número de cursos abertos para atender a demanda do mercado comprovam isso. O surgimento de escolas deverá fazer com que o mercado Brasileiro de moda se desenvolva de uma forma mais eficiente e preparada, motivando a melhoria do nível de produtos oferecidos ao consumidor ( FEGHALI, 2001). Para o sucesso destes cursos e conseqüentemente do designer formado neles, exige-se uma constante releitura e conseqüentemente adequação. O campo de trabalho do designer de moda possui uma forma espiral, que abrange praticamente todas as áreas, não se restringe simplesmente ao vestuário, são jóias, sapatos, comunicação, bolsas, cintos, artes plásticas, música, pintura... Quanto maior for seu background, maior será o seu poder de resposta as necessidades do mercado. O grau de interesse do aluno por esta ou qualquer outra disciplina do curso, dependerá do educador. É importante que o designer conheça profundamente seu cliente e o que ele realmente valoriza, por exemplo: ele percebe como vantagem competitiva a aplicação de um biopolimento no produto? Ele visualmente avalia como valor agregado à sua marca, a aparência do tecido conseguida pela utilização do fio compactado? Caso contrário estará jogando fora seu dinheiro e, até quem sabe, seu cliente. No mínimo, deve-se estabelecer um compromisso entre os fatores que adicionam valor e aqueles que provocam aumento de custos.(baxter, 1995) Qualquer custo a mais no produto se justifica caso ele melhore uma característica importante desejada pelo seu cliente. Se sua empresa produz private label 6 e algum colaborador seu ter uma idéia para melhoria do produto, não faça alterações no projeto original sem antes consultar o cliente, pois aquela idéia que não resta dúvidas, para seus profissionais que irá melhorar o produto, pode ser na visão do criador um prejuízo à imagem e estilo do seu produto.

6 Referências 1 BAXTER, Mike. Projeto de produto.são Paulo: Editora Edgar Blücker Ltda, CASTRO, E M. Manual de engenharia têxtil. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, FEGHALI, Marta Kasnar. As engrenagens da moda. Rio de Janeiro : Ed. SENAC, LAVER, James. A roupa e a Moda: Uma história consisa. São Paulo: companhia das Letras, RECH, Sandra Regina. Moda: por um fio de qualidade. Florianópolis: UDESC, RIBEIRO, Luiz Gonzaga. Introdução à Industria Têxtil. Rio de Janeiro: Cetiqt/Senai, VICENT RICARD, Française. As espirais da Moda. Rio de Janeiro: Paz e Terra, Ciência Hoje volume 21, nº 123, Agosto de 1996, pág Revista Veja. Pág. 102, editora Abril, Rio de Janeiro, : 1 Técnico têxtil, Bacharel em Administração de empresas e licenciatura Plena em Programa Especial de Formação Pedagógica para Formadores da Educação Profissional, Pós-Graduação em Processos Têxteis, com 25 anos de experiência na indústria têxtil e de confecção, 19 no controle da Qualidade responsável pelas atividades de Controle dos Processos Têxteis e Implantação de Ferramentas de Melhoria nas empresas Teka, Hering e Dudalina. Professor e Consultor no SENAI desde Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Produção do Vestuário. - [email protected] Telefone comercial: /47 2 Designer: Pode ser traduzido como projetista, desenhista ou criador. 3 Background : Prática, experiência, conhecimento. 4 Man Made : Expressão inglesa utilizada para fazer referência as fibras químicas, tradução Literal feita pelo homem. 5 Easy-Care : É a tecnologia aplicada no sentido de tornar prática a lavagem e a conservação dos tecido. São fáceis de lavar, secam rapidamente e não precisam da utilização do ferro de passar roupas. 6 Private-Label : Etiqueta particular, quando o fabricante coloca na etiqueta a marca ou razão social do cliente no produto, ao invés da sua.

Resinas Solvay Indupa: mais charme e beleza aos Laminados de PVC

Resinas Solvay Indupa: mais charme e beleza aos Laminados de PVC Resinas Solvay Indupa: mais charme e beleza aos Laminados de PVC Tradição e Versatilidade As resinas de PVC Emulsão da Solvay Indupa do Brasil podem ser utilizadas nos mais diversos segmentos e nas mais

Leia mais

Nas próximas páginas apresentaremos. nosso Team e nossos parceiros, venha você também nos fazer uma visita, e completar nosso quadro de. parceiros.

Nas próximas páginas apresentaremos. nosso Team e nossos parceiros, venha você também nos fazer uma visita, e completar nosso quadro de. parceiros. 1 2 3 Esta é a primeira edição do catálogo informativo Uniex. O objetivo é informar aos nossos clientes sobre nossas novidades, formas de trabalho, nossos parceiros, e conhecer toda a estrutura, da empresa

Leia mais

Gestão Design Artesanato

Gestão Design Artesanato Gestão Design Artesanato Gestão do Design A dimensão ampliada do design baseia-se em uma estratégia empresarial orientada para o design visto como um sistema, ou seja, uma conjugação do produto, do serviço

Leia mais

alocação de custo têm que ser feita de maneira estimada e muitas vezes arbitrária (como o aluguel, a supervisão, as chefias, etc.

alocação de custo têm que ser feita de maneira estimada e muitas vezes arbitrária (como o aluguel, a supervisão, as chefias, etc. Professor José Alves Aula pocii Aula 3,4 Custeio por Absorção Custeio significa apropriação de custos. Métodos de Custeio é a forma como são apropriados os custos aos produtos. Assim, existe Custeio por

Leia mais

Tabela 1 - Estoque de emprego formal na indústria têxtil segundo classificação da CNAE 95 - Ceará - 2000

Tabela 1 - Estoque de emprego formal na indústria têxtil segundo classificação da CNAE 95 - Ceará - 2000 Tabela 1 - de emprego formal na indústria têxtil segundo classificação da CNAE 95 - Ceará - 2000 425 CLASSE 17191 - Beneficiamento de outras fibras têxteis naturais 31 4.462 CLASSE 17221 - Fiação de fibras

Leia mais

DIRETRIZES PARA ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

DIRETRIZES PARA ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DIRETRIZES PARA ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO INTRODUÇÃO O curso de Engenharia de Produção da Escola Superior de Tecnologia e Educação de

Leia mais

ONE TOONE CURSOS PARTICULARES ADOBE ACROBAT DC

ONE TOONE CURSOS PARTICULARES ADOBE ACROBAT DC ONE TOONE CURSOS PARTICULARES ADOBE ACROBAT DC Plano do Curso. Curso One. Os Cursos desenvolvidos pela One To One, são reflexo da experiência profissional no âmbito da Formação, do Design e Comunicação,

Leia mais

Nosso primeiro objetivo com este documento é requisição de capital para expansão da empresa devido à demanda pelos clientes.

Nosso primeiro objetivo com este documento é requisição de capital para expansão da empresa devido à demanda pelos clientes. Plano de Negócios Sumário 1. Resumo executivo 2. O serviço - Características - Diferencial tecnológico - Pesquisa e desenvolvimento 3. O mercado - Clientes - Concorrentes 4. Empresa - Definição da empresa

Leia mais

Ciclo de Vida. Microfibra

Ciclo de Vida. Microfibra Ciclo de Vida Microfibra A fibra é a menor parte visível de uma unidade de tecido, e é conhecida por ser muito longa para sua largura (que pode ser até 100 vezes menor). As fibras de tecido podem ser naturais

Leia mais

Manutenção total aplicada em ferramentarias

Manutenção total aplicada em ferramentarias Manutenção total aplicada em ferramentarias Por: Sérgio Borcato Roberto Mariotti A medição da eficiência dos equipamentos de manufatura vem se tornando essencial para a resolução de problemas e para melhoria

Leia mais

Programa Competências Transversais

Programa Competências Transversais Programa Competências Transversais o Consumo Consciente de Energia o Desenho Arquitetônico o Educação Ambiental o Empreendedorismo o Fundamentos de Logística o Finanças Pessoais o Legislação Trabalhista

Leia mais

O Engenheiro. Introdução à Engenharia Elétrica Prof. Edmar José do Nascimento

O Engenheiro. Introdução à Engenharia Elétrica  Prof. Edmar José do Nascimento O Engenheiro Introdução à Engenharia Elétrica http://www.univasf.edu.br/~edmar.nascimento Prof. Edmar José do Nascimento Introdução à Engenharia Elétrica Carga horária 30 horas (15 encontros) Professores

Leia mais

O profissional da informação e o papel de educador em uma Escola Técnica de Porto Alegre-RS

O profissional da informação e o papel de educador em uma Escola Técnica de Porto Alegre-RS Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) O profissional da informação e o papel de educador em uma Escola Técnica de Porto Alegre-RS Luciane Berto Benedetti (GHC) - [email protected] Resumo: Relata a experiência

Leia mais

1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS.

1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. Formulação de Objetivos Educacionais 1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. A prática educativa atua no desenvolvimento individual e social dos indivíduos, proporcionando-lhes os meios de apropriação

Leia mais

PNV 3100 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA

PNV 3100 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA PNV 3100 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA A ENGENHARIA E O PROJETO DE ENGENHARIA DA TÉCNICA À ENGENHARIA Para atender suas necessidades materiais o homem só dispõe da natureza e dela sempre se valeu. No início,

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia REGULAMENTO D0 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE DOUTOR EM ENGENHARIA MECÂNICA Artigo 1.º Adequação/ Criação A Universidade da Beira Interior, através do, confere o grau de Doutor em Engenharia

Leia mais

Sewing 5. O conceito de serviço 5 estrelas para a indústria de costura

Sewing 5. O conceito de serviço 5 estrelas para a indústria de costura Sewing 5 O conceito de serviço 5 estrelas para a indústria de costura Sewing 5 o conceito de serviço 5 estrelas com valor agregado potencializado A tecnologia da costura industrial está praticamente inalterada

Leia mais

Visão. O efeito China sobre as importações brasileiras. do Desenvolvimento. nº 89 20 dez 2010

Visão. O efeito China sobre as importações brasileiras. do Desenvolvimento. nº 89 20 dez 2010 Visão do Desenvolvimento nº 89 20 dez 2010 O efeito China sobre as importações brasileiras Por Fernando Puga e Marcelo Nascimento Economistas da APE País asiático vende cada vez mais produtos intensivos

Leia mais

COLOR & TRIM TALENTO VW 2016

COLOR & TRIM TALENTO VW 2016 COLOR & TRIM TALENTO VW 2016 Color & Trim não significa projetar a forma de interiores de automóveis. Seu conceito está muito além: trata-se, sobretudo, de potencializar o grau de interrelação entre o

Leia mais

MESTRADO ACADÊMICO. 1. Proposta do programa

MESTRADO ACADÊMICO. 1. Proposta do programa MESTRADO ACADÊMICO Os projetos de cursos novos serão julgados por uma comissão de avaliação da área de antropologia/arqueologia com base nos dados obtidos pela aplicação dos critérios abaixo relacionados

Leia mais

Escola Básica e Secundária de Velas Projeto Curricular de Escola Ensino Secundário - 2011 / 2012. Projeto Curricular. do Ensino Secundário

Escola Básica e Secundária de Velas Projeto Curricular de Escola Ensino Secundário - 2011 / 2012. Projeto Curricular. do Ensino Secundário Projeto Curricular do Ensino Secundário Ano Letivo 2011/2012 1 1- Introdução De acordo com o Decreto -Lei n.º 74/ 2004, de 26 de março, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 24/2006, de 6

Leia mais

A partir do ano letivo de 2016/17, o Jardim de Infância da Escola Alemã de Lisboa passará a ser um Jardim de Infância a Tempo Inteiro

A partir do ano letivo de 2016/17, o Jardim de Infância da Escola Alemã de Lisboa passará a ser um Jardim de Infância a Tempo Inteiro A partir do ano letivo de 2016/17, o Jardim de Infância da Escola Alemã de Lisboa passará a ser um Jardim de Infância a Tempo Inteiro 1. Motivos e processo de desenvolvimento 1.1. Quais os motivos para

Leia mais

TENDÊNCIA TECNICISTA. Denise Cristiane Kelly Mendes Mariane Roque

TENDÊNCIA TECNICISTA. Denise Cristiane Kelly Mendes Mariane Roque TENDÊNCIA TECNICISTA Denise Cristiane Kelly Mendes Mariane Roque O PAPEL DA ESCOLA A tendência tecnicista, na educação, tem como objetivo inserir a escola nos modelos de racionalização do sistema de produção

Leia mais

Administração do Relacionamento com os

Administração do Relacionamento com os Unidade I Administração do Relacionamento com os Clientes Prof. MSc. Marcelo S. Zambon Objetivos da Disciplina Compreender o que são e quem são os clientes. Porque os clientes são vistos como início e

Leia mais

PRODUÇÃO DE GRAFITA COM A UTILIZAÇÃO DE CARVÃO VEGETAL COMO MATÉRIA-PRIMA

PRODUÇÃO DE GRAFITA COM A UTILIZAÇÃO DE CARVÃO VEGETAL COMO MATÉRIA-PRIMA PRODUÇÃO DE GRAFITA COM A UTILIZAÇÃO DE CARVÃO VEGETAL COMO MATÉRIA-PRIMA Arthur Maffei Angelotti, (IC, Fundação Araucária), Unespar Câmpus de Campo Mourão, [email protected] Nabi Assad Filho,

Leia mais

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2014/2015 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar

Leia mais

ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR

ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR 1º PERÍODO Lamego, 14 de janeiro de 2013 INTRODUÇÃO Para uma eficaz monitorização das competências esperadas para cada criança, no final

Leia mais

QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES. Susana Sousa Consultoria e Formação

QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES. Susana Sousa Consultoria e Formação QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES Susana Sousa Consultoria e Formação HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR o Porquê? Consumidor mais exigente Maior qualidade dos produtos Maior qualidade

Leia mais

As Idéias e os Avanços da Biotecnologia

As Idéias e os Avanços da Biotecnologia As Idéias e os Avanços da Biotecnologia 1 2 ÍNDICE AS IDÉIAS E OS AVANÇOS DA BIOTECNOLOGIA PÁG. 5 BENEFÍCIOS DA BIOTECNOLOGIA PARA OS ALIMENTOS PÁG. 7 BENEFÍCIOS DA BIOTECNOLOGIA AO MEIO AMBIENTE PÁG.

Leia mais

A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Silvia Helena Vieira Cruz

A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Silvia Helena Vieira Cruz A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Silvia Helena Vieira Cruz INTRODUÇÃO Os ganhos decorrentes das experiências vividas pelas crianças em creches e pré-escolas dependem diretamente

Leia mais

O SOFTWARE R EM AULAS DE MATEMÁTICA

O SOFTWARE R EM AULAS DE MATEMÁTICA O SOFTWARE R EM AULAS DE MATEMÁTICA Renata Teófilo de Sousa (autora) Graduanda - Curso de Matemática UVA Arlécia Albuquerque Melo (co-autora) Graduanda - Curso de Matemática UVA Nilton José Neves Cordeiro

Leia mais

DESIGN GRÁFICO QUE NEGÓCIO É ESSE?

DESIGN GRÁFICO QUE NEGÓCIO É ESSE? DESIGN GRÁFICO QUE NEGÓCIO É ESSE? O QUE É DESIGN GRÁFICO? Design Gráfico é o planejamento dos aspectos funcionais e visuais de peças gráficas que servem de suporte para a comunicação de diversos tipos

Leia mais

CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO

CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO Com Prof/Artista.: Vinicios Jorge Curso de Moldes Fusion FX e Mundo Mágico arte compartilhada Este curso foi pensado e desenvolvido para que você possa aprender e

Leia mais

PROJETO EM GESTÃO DE PRODUÇÃO

PROJETO EM GESTÃO DE PRODUÇÃO PROJETO EM GESTÃO DE PRODUÇÃO Aula 5 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira SISTEMAS PRODUTIVOS I 1 Objetivo da aula Apresentar conceitos sobre o que é projeto de gestão da produção. Quais objetivos a atividade

Leia mais

Unidade I RECURSOS MATERIAIS E. Profa. Marinalva Barboza

Unidade I RECURSOS MATERIAIS E. Profa. Marinalva Barboza Unidade I RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Profa. Marinalva Barboza Entendendo os objetivos da disciplina A disciplina se propõe ainda a conduzir o aluno na seguinte reflexão: Qual é a relação entre os

Leia mais

Glossário de Fibras e fios. Materiais Texteis Aplicados à modelagem

Glossário de Fibras e fios. Materiais Texteis Aplicados à modelagem qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq Glossário de Fibras e fios Materiais Texteis Aplicados à modelagem

Leia mais

MODA SOB MEDIDA. Objetivo. A quem se destina. Requisitos. Sobre o curso. Carga horária. Formação de turmas

MODA SOB MEDIDA. Objetivo. A quem se destina. Requisitos. Sobre o curso. Carga horária. Formação de turmas MODA SOB MEDIDA Objetivo Desenvolver habilidades para a modelagem e confecção sob medida de peças de vestuário feminino utilizando o gabarito do Método SESI-SP de Modelagem Plana. Sobre o curso Composto

Leia mais

Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos

Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição

Leia mais

INVESTIGANDO OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DAS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ

INVESTIGANDO OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DAS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ INVESTIGANDO OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DAS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ Marlisa Bernardi de Almeida [email protected]

Leia mais

Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua

Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua REGULAMENTO DE ACREDITAÇÃO DE FORMADORES/AS Projecto Preâmbulo Considerando que o Regime Jurídico de Formação Contínua de Professores/as (RJFCP), aprovado

Leia mais

05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA

05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA 05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA 5.1 COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA AGÊNCIAS Agências sem recuo em relação à calçada 1 2 3 4 Elementos de comunicação visual As fachadas das agências dos Correios, sem recuo em

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 2014/01 a 2014/02 APRESENTAÇÃO O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES,

Leia mais

19/9/2011. Canais de distribuição. Introdução

19/9/2011. Canais de distribuição. Introdução Canais de distribuição Gestão da distribuição Prof. Marco Arbex Introdução Toda produção visa a um ponto final, que é entregar os seus produtos ao consumidor; Se o produto não está disponível na prateleira,

Leia mais

IMPUGNAÇÃO 1 PREGÃO 09/2016

IMPUGNAÇÃO 1 PREGÃO 09/2016 MEC Ministério da Educação Uasg 150002 IMPUGNAÇÃO 1 PREGÃO 09/2016 PREGÃO ELETRÔNICO Nº 09/2016 Processo nº 23000.004587/2016-05 Trata-se de peça impugnatória impetrada por empresa interessada em participar

Leia mais

PROJETO NÚCLEO DE ESTUDOS DE ENSINO DA MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR

PROJETO NÚCLEO DE ESTUDOS DE ENSINO DA MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR PROJETO NÚCLEO DE ESTUDOS DE ENSINO DA MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR Márcia Aurélia Stopassoli (Universidade Regional de Blumenau [email protected]) Rosinete Gaertner (Universidade Regional

Leia mais

Como são definidas as áreas que serão avaliadas no Enade?

Como são definidas as áreas que serão avaliadas no Enade? O QUE É O ENADE? O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos

Leia mais

Política sobre eucalipto geneticamente modificado (EucaliptoGM) da Fibria

Política sobre eucalipto geneticamente modificado (EucaliptoGM) da Fibria Política sobre eucalipto geneticamente modificado (EucaliptoGM) da Fibria 1. OBJETIVO Nortear as ações da Fibria nas questões ligadas à engenharia genética e seus produtos, em especial sobre a pesquisa

Leia mais

4.2.2 Filtrando Macro filtro

4.2.2 Filtrando Macro filtro MACRO FILTRO A: A história O exercício de Macro Filtro é um exercício curto, mas constitui um passo muito importante que liga a geração da idéia de projeto à decisão final sobre a idéia de negócio mais

Leia mais

Levantamento Documental e Análise Histórica e Artística do Acervo Permanente do Museu de Arte Contemporânea de Jataí.

Levantamento Documental e Análise Histórica e Artística do Acervo Permanente do Museu de Arte Contemporânea de Jataí. Levantamento Documental e Análise Histórica e Artística do Acervo Permanente do Museu de Arte Contemporânea de Jataí. Flávio Ferreira Moraes Orientadora: Cleusa Gomes. Em 1995 houve a fundação do Museu

Leia mais

CARTILHA COMO RECURSO DIDÁTICO: ABORDAGEM DA QUÍMICA DOS COSMÉTICOS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

CARTILHA COMO RECURSO DIDÁTICO: ABORDAGEM DA QUÍMICA DOS COSMÉTICOS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL CARTILHA COMO RECURSO DIDÁTICO: ABORDAGEM DA QUÍMICA DOS COSMÉTICOS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL INTRODUÇÃO Elisângela Garcia Santos Rodrigues 1 ; Irivan Alves Rodrigues 2 1. EEEFM Padre Hildon Bandeira.

Leia mais

EDITAL GR Nº QUADRO DE VAGAS COMPLEMENTAR AO EDITAL GR Nº 777/2015 - HISTÓRICO ESCOLAR

EDITAL GR Nº QUADRO DE VAGAS COMPLEMENTAR AO EDITAL GR Nº 777/2015 - HISTÓRICO ESCOLAR EDITAL GR Nº QUADRO DE VAGAS COMPLEMENTAR AO EDITAL GR Nº 777/2015 - HISTÓRICO ESCOLAR Edital Complementar referente ao Edital GR Nº 777/2015 de oferta de Vagas em Cursos de Graduação Presenciais da Unisul

Leia mais

MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES Hellen Braga Serpeloni 1 Este artigo analisa os mapas conceituais na formação inicial de professores como métodos eficazes para armazenar

Leia mais

CNI DIVULGA MAPA DO TRABALHO NO BRASIL Qui, 20 de Setembro de 2012 20:49 - Última atualização Qui, 20 de Setembro de 2012 21:07

CNI DIVULGA MAPA DO TRABALHO NO BRASIL Qui, 20 de Setembro de 2012 20:49 - Última atualização Qui, 20 de Setembro de 2012 21:07 O Rio Grande do Norte tem uma demanda por 69,6 mil profissionais, o que corresponde a 1,0% de todo o país. As ocupações com maior demanda (nível técnico) são as de coloristas, técnicos de controle de produção;

Leia mais

Seleção de Materiais. 1. Introdução. 1. Introdução

Seleção de Materiais. 1. Introdução. 1. Introdução Seleção Engenharia de Produção Faculdade de Engenharia de Bauru Grupo 8 Prof. Dr. Adilson Renófio 1. Introdução A SM é uma das principais tarefas do projeto, pois dela dependerá o sucesso do produto final

Leia mais

II TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC

II TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC II TORNEIO DE INTEGRAÇÃO CIENTÍFICA TIC EDITAL GERAL DO TORNEIO Maceió 2014 RESUMO O II Torneio de Integração Científica (TIC) é um evento organizado e desenvolvido pelo Programa Especial de Capacitação

Leia mais

Por que devemos conhecer os Custos?

Por que devemos conhecer os Custos? Terminologias e Classificação em Custos OBJETIVOS DA AULA: Entender o por que estudar os custos. Explorar a terminologia adotada. Definir e classificá los. Apresentar os elementos básicos. Por que devemos

Leia mais

Transformando ideias em projetos. Manual de uso - selo semente

Transformando ideias em projetos. Manual de uso - selo semente Transformando ideias em projetos Manual de uso - selo semente SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 03 SOBRE O SELO... 04 O Selo... 04 CARACTERÍSTICAS... 05 Desenho... 05 Dimensionamento mínimo... 05 Área de interferência...

Leia mais

Prof. Dr. Olavo Egídio Alioto

Prof. Dr. Olavo Egídio Alioto Aprendizagem e Tecnologia Prof. Dr. Olavo Egídio Alioto DEFINIÇÕES Tecnologia: A palavra Tecnologia é de origem grega, o prefixo techne significa "ofício" e o sufixo logia corresponde a"que diz". Tecnologia

Leia mais

PROCESSO N 553/2008 PROTOCOLO N.º 9.992.907-3 PARECER N.º 786/08 APROVADO EM 05/11/08 INTERESSADO: SENAI NÚCLEO DE ASSESSORIA ÀS EMPRESAS DE CIANORTE

PROCESSO N 553/2008 PROTOCOLO N.º 9.992.907-3 PARECER N.º 786/08 APROVADO EM 05/11/08 INTERESSADO: SENAI NÚCLEO DE ASSESSORIA ÀS EMPRESAS DE CIANORTE PROTOCOLO N.º 9.992.907-3 PARECER N.º 786/08 APROVADO EM 05/11/08 CÂMARA DE PLANEJAMENTO INTERESSADO: SENAI NÚCLEO DE ASSESSORIA ÀS EMPRESAS DE CIANORTE MUNICÍPIO: CIANORTE ASSUNTO: Pedido de Renovação

Leia mais

Gerenciamento de projetos (Project Management).

Gerenciamento de projetos (Project Management). Gerenciamento de projetos (Project Management). A gestão de projetos é uma das áreas fundamentais de qualquer departamento de sistemas de informação, estando hoje em dia amplamente difundido dentro das

Leia mais

NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO

NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO Referência: NT-AI.04.03.01 http://www.unesp.br/ai/pdf/nt-ai.04.03.01.pdf Data: 31/07/2000 STATUS: EM VIGOR A Assessoria

Leia mais

Estudo de um caso real de migração de banco de dados de sistemas transacionais para Data Warehouse

Estudo de um caso real de migração de banco de dados de sistemas transacionais para Data Warehouse Universidade Regional de Blumenau Centro de Ciências Exatas e Naturais Bacharelado em Ciências da Computação Trabalho de Conclusão de Curso Estudo de um caso real de migração de banco de dados de sistemas

Leia mais

TERCEIRA RETIFICAÇÃO EDITAL nº 30/2013-DG/CA PRONATEC DOCENTE

TERCEIRA RETIFICAÇÃO EDITAL nº 30/2013-DG/CA PRONATEC DOCENTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMPUS CAICÓ TERCEIRA RETIFICAÇÃO EDITAL nº 30/23-DG/CA

Leia mais

O que o professor de matemática deve fazer para que seu aluno tenha motivação, interesse e dedicação em sua aula?

O que o professor de matemática deve fazer para que seu aluno tenha motivação, interesse e dedicação em sua aula? RENILSON ANDRADE COSTA¹ O que o professor de matemática deve fazer para que seu aluno tenha motivação, interesse e dedicação em sua aula? Dezembro/ 2014 SUMÁRIO 1- Introdução 2 - Motivação em sala de aula

Leia mais

ANÁLISE DO LAYOUT DE UMA INDÚSTRIA MOVELEIRA Luiz Augusto Perret*, Giordano Marques Corradi, Eduardo da Silva Lopes, Éverton Hillig

ANÁLISE DO LAYOUT DE UMA INDÚSTRIA MOVELEIRA Luiz Augusto Perret*, Giordano Marques Corradi, Eduardo da Silva Lopes, Éverton Hillig ANÁLISE DO LAYOUT DE UMA INDÚSTRIA MOVELEIRA Luiz Augusto Perret*, Giordano Marques Corradi, Eduardo da Silva Lopes, Éverton Hillig Departamento de Engenharia Florestal Universidade Estadual do Centro-Oeste,

Leia mais

Desenvolvendo Competências dos Alunos de Pós-graduação da Unidade Acadêmica de Garanhuns da UFRPE: da pesquisa a elaboração de trabalhos acadêmicos.

Desenvolvendo Competências dos Alunos de Pós-graduação da Unidade Acadêmica de Garanhuns da UFRPE: da pesquisa a elaboração de trabalhos acadêmicos. Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Desenvolvendo Competências dos Alunos de Pós-graduação da Unidade Acadêmica de Garanhuns da UFRPE: da pesquisa a elaboração de trabalhos acadêmicos. Elisabeth da Silva

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ

PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ PROGRAMA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO PARALAPRACÁ MODELO DE FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PARA PROPOSTAS 2013 Documento de preparação para inscrições. A proposta final deverá ser encaminhada em formulário idêntico

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Introdução à Engenharia Civil Código: ENGCIV- 000 CH Total: 30 Pré-requisito: -----

Leia mais

CADASTRO. Quem pode se inscrever para fazer esses cursos? Qualquer professor em exercício da rede pública estadual ou municipal.

CADASTRO. Quem pode se inscrever para fazer esses cursos? Qualquer professor em exercício da rede pública estadual ou municipal. CADASTRO O que é a Plataforma Paulo Freire? A Plataforma Paulo Freire é um sistema desenvolvido pelo Ministério da Educação para que o professor faça sua pré-inscrição em cursos de graduação, especialização,

Leia mais

MANUAL DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) DA COOEPE Perfil de Aluno

MANUAL DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) DA COOEPE Perfil de Aluno COOEPE COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO DE PROFESSORES E ESPECIALISTAS MANUAL DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) DA COOEPE Perfil de Aluno 1 SUMÁRIO 1 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM DA COOEPE...

Leia mais

Introdução a Banco de Dados. INTRODUÇÃO

Introdução a Banco de Dados. INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO O termo banco de dados é bastante popular em diversas áreas de atuação. Com o aumento da utilização de computadores na manipulação de dados que envolvem diversas aplicações, os bancos de dados

Leia mais

Baralho das soluções: Aprendendo e se Divertindo com o PIBID de Química UFPE/CAA.

Baralho das soluções: Aprendendo e se Divertindo com o PIBID de Química UFPE/CAA. Baralho das soluções: Aprendendo e se Divertindo com o PIBID de Química UFPE/CAA. José Ewerton da Silva*, Naira Moraliza Cabral, Emília de O. Gomes e Ana Paula Souza *[email protected]/*[email protected]

Leia mais

A READEQUAÇÃO DE PEÇAS DESCARTADAS EM BRECHÓS: UM ESTUDO DE DESENVOLVIMENTO DE VESTIDOS DE FESTA.

A READEQUAÇÃO DE PEÇAS DESCARTADAS EM BRECHÓS: UM ESTUDO DE DESENVOLVIMENTO DE VESTIDOS DE FESTA. A READEQUAÇÃO DE PEÇAS DESCARTADAS EM BRECHÓS: UM ESTUDO DE DESENVOLVIMENTO DE VESTIDOS DE FESTA. THE READJUSTMENT OF PARTS DISPOSED IN THRIFT STORES: A STUDY OF THE DEVELOPMENT OF PARTY DRESSES. Caroline

Leia mais

ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DE UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL CERTIFICADO PELO PBQP-H.

ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DE UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL CERTIFICADO PELO PBQP-H. ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DE UM CONDOMÍNIO RESIDENCIAL CERTIFICADO PELO PBQP-H. Rafael Oliveira de Paula Universidade Estadual de Maringá [email protected] Manoel Francisco Carreira Universidade

Leia mais

Oficina de Informática e Telemática

Oficina de Informática e Telemática UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ (UESC) Criada pela Lei 6.344, de 05.12.1991, e reorganizada pela Lei 6.898, de 18.08.1995 e pela Lei 7.176, de 10.09.1997 Oficina de Informática e Telemática Prof. Dr.

Leia mais

EDITAL Nº 260/2013 COLÉGIO METODISTA AMERICANO EDITAL DE SELEÇÃO DE DOCENTE

EDITAL Nº 260/2013 COLÉGIO METODISTA AMERICANO EDITAL DE SELEÇÃO DE DOCENTE EDITAL Nº 260/23 COLÉGIO METODISTA AMERICANO EDITAL DE SELEÇÃO DE DOCENTE A Vice-Direção Acadêmica do e a Gestão de Pessoas, no uso de suas atribuições, tornam público o PROCESSO SELETIVO DE PROFESSORES

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Área Profissional: Indústria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Mecatrônica

Leia mais

REGULAMENTO DO PRÉMIO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º

REGULAMENTO DO PRÉMIO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º REGULAMENTO DO PRÉMIO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º 1.A Fundação Ilídio Pinho, o Ministério da Educação e Ciência e o Ministério da Economia celebraram um Protocolo com vista à instituição de

Leia mais

O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA

O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA Rafaella Rodrigues Santos 1 Danielle Regina de Ávila 2 Paulo Vinícius de Carvalho 3 Mirian Pacheco Silva 4 RESUMO: Pensando na formação de sujeitos

Leia mais

Capítulo 6 ESCALAS E DIMENSIONAMENTO

Capítulo 6 ESCALAS E DIMENSIONAMENTO Capítulo 6 ESCALAS E DIMENSIONAMENTO Introdução Ainda que o principal objetivo deste livro seja preparar para a leitura e interpretação de desenho técnico, é necessário abordar os princípios básicos de

Leia mais

Elaboração e Análise de Projetos

Elaboração e Análise de Projetos Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.

Leia mais

O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES VISUAIS E AUDITIVAS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES VISUAIS E AUDITIVAS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ISSN 2316-7785 O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES VISUAIS E AUDITIVAS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Alexandre da Silva Universidade Regional Integrado

Leia mais

PASSO A PASSO CÂMBIO PARA INVESTIMENTO EM FOREX ENVIANDO RECURSOS AO EXTERIOR PARA INVESTIMENTO NO MERCADO FOREX

PASSO A PASSO CÂMBIO PARA INVESTIMENTO EM FOREX ENVIANDO RECURSOS AO EXTERIOR PARA INVESTIMENTO NO MERCADO FOREX PASSO A PASSO CÂMBIO PARA INVESTIMENTO EM FOREX ESSE MATERIAL FOI CRIADO PARA ORIENTAR PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS DE COMO ENVIAR RECURSOS AO EXTERIOR COM A FINALIDADE DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS, ESPECIFICAMENTE

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO DE ENSINO OCTÁVIO BASTOS

CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO DE ENSINO OCTÁVIO BASTOS CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO DE ENSINO OCTÁVIO BASTOS PROJETO DE PRÁTICAS BEM SUCEDIDAS EM SALA DE AULA EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DIRCEU FERNANDES BATISTA SÃO JOÃO DA BOA VISTA

Leia mais

Diário Gráfico. Ficha de Atividade 5. O que é o Diário Gráfico

Diário Gráfico. Ficha de Atividade 5. O que é o Diário Gráfico Diário Gráfico A presente proposta de trabalho integra-se no Projeto Mochila Verde, implementado pela Agência Municipal de Energia e Ambiente - Lisboa E-Nova e a Câmara Municipal de Lisboa, que pretende

Leia mais

3,8 bilhões em vendas. > 20.000 empregados. 1,4 milhão de toneladas produzidas

3,8 bilhões em vendas. > 20.000 empregados. 1,4 milhão de toneladas produzidas Em resumo 2016 Líder mundial em seus mercados, a Vallourec fornece soluções tubulares que são referência para os setores de energia e para as aplicações mais exigentes. Seus tubos, conexões e serviços

Leia mais

MASTER 2016. Liderança e Engajamento. PROGRAMA DE CURTA DURAÇÃO 5 ENCONTROS 14 OPÇÕES DE CURSOS TEMAS EMERGENTES

MASTER 2016. Liderança e Engajamento.  PROGRAMA DE CURTA DURAÇÃO 5 ENCONTROS 14 OPÇÕES DE CURSOS TEMAS EMERGENTES MASTER 2016 Liderança e Engajamento PROGRAMA DE CURTA DURAÇÃO 5 ENCONTROS FOCO EM COMPETÊNCIAS PRÁTICAS TEMAS EMERGENTES 14 OPÇÕES DE CURSOS A INOVA BUSINESS SCHOOL A Inova Business School é uma escola

Leia mais

O Processo de Ensino-Aprendizagem com o uso de Novas Tecnologias. O uso de Softwares no ensino: Aliado ou Vilão?

O Processo de Ensino-Aprendizagem com o uso de Novas Tecnologias. O uso de Softwares no ensino: Aliado ou Vilão? O Processo de Ensino-Aprendizagem com o uso de Novas Tecnologias. O uso de Softwares no ensino: Aliado ou Vilão? Paula Reis de Miranda Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas

Leia mais

GEOGRAFIA. PRINCIPAIS CONCEITOS: espaço geográfico, território, paisagem e lugar.

GEOGRAFIA. PRINCIPAIS CONCEITOS: espaço geográfico, território, paisagem e lugar. GEOGRAFIA { PRINCIPAIS CONCEITOS: espaço geográfico, território, paisagem e lugar. A importância dos conceitos da geografia para a aprendizagem de conteúdos geográficos escolares Os conceitos são fundamentais

Leia mais

Camisa Polo Preto e Pink R$ 54,90

Camisa Polo Preto e Pink R$ 54,90 Camisa Polo Preto e Pink R$ 54,90 Camisa que esta super em alta nesta estação. Perfeito para usar com calças ou bermudas. Modelo que você pode usar no dia dia ou à noite. Material: 100% Poliéster. Cor:

Leia mais

ROUPAS PROFISSIONAIS DE QUALIDADE

ROUPAS PROFISSIONAIS DE QUALIDADE ROUPAS PROFISSIONAIS DE QUALIDADE ÍNDICE 04 CONCEITO 06 OBJETIVOS 08 QUEM RECOMENDA 10 QUEM PRODUZ 12 QUEM COMPRA 14 QUEM USA 16 QUALIDADE 18 RESPONSABILIDADE SOCIAL 19 RESPONSABILIDADE AMBIENTAL Introdução

Leia mais

Operacionalização dos critérios de seriação para a área disciplinar de Ciências Farmacêuticas

Operacionalização dos critérios de seriação para a área disciplinar de Ciências Farmacêuticas Operacionalização dos critérios de seriação para a área disciplinar de Ciências Farmacêuticas Os candidatos serão seriados de acordo com as seguintes ponderações: Ponderações Critérios CHA = Classificação

Leia mais

PROF. FLAUDILENIO E. LIMA

PROF. FLAUDILENIO E. LIMA UNIDADE 1 NORMAS TÉCNICAS APLICADAS AO DESENHO TÉCNICO MECÂNICO Conteúdo da unidade NORMAS TÉCNICAS APLICADAS AO DESENHO TÉCNICO MECÂNICO 1.1 Normas Técnicas. 1.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas

Leia mais