Metabolismo do Exercício -1ª parte
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- Carolina Valverde Ximenes
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1 Metabolismo do Exercício -1ª parte
2 INTRODUÇÃO Nenhum outro estresse a que o corpo é normalmente exposto, sequer se aproxima dos estresses extremos decorrente do exercício vigoroso.
3 INTRODUÇÃO De fato, se o exercício vigoroso for mantido até mesmo por um período um pouco maior que o suportado pelo organismo, este pode facilmente ser letal.
4 INTRODUÇÃO Por esta razão, a fisiologia do esforço é sobretudo a discussão dos limites máximos dos mecanismos corporais vigentes durante o exercício vigoroso.
5 ESFORÇO FÍSICO Denominador Comum Função da musculatura estriada esquelética
6 Mecanismo de contração muscular
7 Contração Muscular A força que os músculos esqueléticos podem produzir durante a contração Qual a potência que estes podem atingir durante a execução do trabalho Por quanto tempo estes podem manter-se em atividade
8 Força da contração muscular Um atleta que tenha desenvolvido seus músculos por meio de programa de treinamento com exercício, também terá força muscular maior A força de um músculo é determinado pelo seu tamanho Número total de unidades motoras estimuladas testosterona Um homem, bem dotado de testosterona,em comparação às mulheres, apresentará músculos maiores, assim como, uma maior força
9 Potência da contração muscular Força de contração muscular Número total de unidades motoras estimuladas Medida da quantidade total de trabalho que o músculo pode executar num determinado período de tempo Número de vezes que o músculo se contrai por minuto Rapidez com que a seqüência de eventos estimulantes se desenrola
10 Somação de Unidades Motoras A força da contração muscular aumenta progressivamente conforme aumenta o número de unidades motoras em contração. Somação de Ondas - Na medida em que aumentamos a frequência dos estímulos em um conjunto de fibras nervosas motoras que se dirigem a um músculo esquelético, mais intensas serão as contrações. Contrações repetidas e rápidas se somam umas às outras e, numa alta frequência, vão aumentando o estado contrátil das fibras musculares.
11 Resistência do processo de contração Medida final do esforço físico Ela depende, em grande parte, do fornecimento de nutrientes para o músculo Mas do que tudo, da quantidade de glicogênio que está armazenado no músculo antes do período de esforço físico Um indivíduo com dieta rica em carboidrato, armazena mais glicogênio nos músculos, assim, terá maior reserva energética e portanto maior resistência
12 Fontes de energia para a contração No que se refere as fontes energéticas do organismo, três sistemas metabólicos são extremamente importantes para compreender o limite do esforço físico: (1) sistema Fosfato de creatina (2) sistema glicogênio ácido láctico (3) o sistema aeróbico
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14 Fonte primária de energia para a contração Reserva de ATP presente no músculo esquelético ATP Trifosfato de adenosina Adenosina PO3 ~ PO3 ~ PO3 As ligações representadas pelo símbolo ~, que ligam os dois últimos radicais PO3 à molécula, são ligações fosfato ricas em energia
15 Fonte primária de energia para a contração Cada ligação fosfato armazena 7300 calorias de energia por mol de ATP. Quando o radical fosfato é removido da molécula, são liberados 7300 calorias que podem ser utilizadas para suprir de energia o processo contrátil muscular. A remoção de um fosfato converte o ATP em difosfato de adenosina (ADP).
16 Sistema Fosfato de creatina Repouso Creatina cinase - CK CK aumenta 3 a 6 X mais abundante no sarcoplasma que o ATP Essa reação forma novas moléculas de ATP. Juntos, o ATP e o fosfato de creatina fornecem energia suficiente para que os músculos se contraiam, por cerca de 15 segundos.
17 sistema glicogênio ácido láctico Quando persiste a atividade muscular e o suprimento de fosfato de creatina fica depletado, a glicose é catabolizada para gerar ATP. degradação do glicogênio, no interior das fibras musculares Essas reações usam 2 ATP, mas formam 4 Na ausência de O2, o ácido pirúvico é convertido a ácido lático A produção de ATP na ausência de O2 é chamada de respiração celular anaeróbica. A respiração anaeróbica pode fornecer energia para cerca de segundos de atividade muscular máxima.
18 Respiração Celular Aeróbica A atividade muscular que dura por mais de meio minuto, depende da respiração celular aeróbica, uma série de reações mitocôndrias que usa oxigênio e produz ATP. Enquanto houver O2, outros nutrientes podem fornecer ATP Embora a respiração celular aeróbica, seja mais lenta que a glicólise, ela produz muito mais ATP, cerca de 36 moléculas de ATP, de cada molécula de glicose. Se quantidade suficiente de oxigênio estiver disponível, o ácido pirúvico, formado pela glicólise no citosol entra na mitocôndria onde é oxidado por reações que geram ATP, CO2 e H2O e calor.
19 Fontes de energia para a contração Sob condições de exercícios suaves a moderados a produção de ATP pelas células musculares resulta de processos metabólicos que utilizam oxigênio (processos aeróbicos). Durante períodos de intensa atividade, o oxigênio não pode suprir de maneira rápida a maioria das fibras musculares, e o metabolismo oxidativo não produz toda a energia requerida pela contração. Assim, nestes períodos, processos metabólicos que não requerem oxigênio (processos anaeróbicos) provêm o ATP adicional.
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