PSICANÁLISE - Conceitos Básicos
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- Isabel Teves Coimbra
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1 PSICANÁLISE - Conceitos Básicos 1 SIGMUND FREUD ( ) Foi um médico austríaco e fundador da psicanálise. Nascido em Freiberg, na Moravia (ou Pribor, na República Tcheca), em 06 de maio de 1856, e chamado Schlomo (Salomo) Sigismund. Freud Iniciou seus estudos pela utilização da hipnose como método de tratamento para pacientes com histeria. Ao observar a melhoria de pacientes de Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da doença era psicológica, não orgânica. Essa hipótese serviu de base para seus outros conceitos, como o do inconsciente. Acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Mais tarde abandonou o uso de hipnose em favor da interpretação de sonhos e da livre associação, como fontes dos desejos do inconsciente. 1ª TEORIA: MODELO TOPOLÓGICO Em 1890, no livro A interpretação dos sonhos, Freud apresenta a primeira concepção sobre a estrutura e funcionamento da personalidade. Essa teoria refere-se à existência de três sistemas ou instâncias psíquicas: inconsciente, pré-inconsciente e consciente metáfora do iceberg CONSCIENTE - CS Instância do aparelho psíquico que recebe, ao mesmo tempo, as informações do mundo exterior e as do mundo interior. Na consciência destaca-se o fenômeno da percepção e, principalmente, a percepção do mundo exterior. PRÉ-CONSCIENTE - PCS Instância que pode tornar-se consciente com uma relativa facilidade. Recipiente de lembranças de que a consciência precisa para desempenhar suas funções. É regido pelos princípios de realidade e INCONSCIENTE - INCS Exprime o conjunto dos conteúdos não presentes no campo atual da consciência. É constituído por conteúdos reprimidos, que não têm acesso aos outros dois sistemas, pela ação de censuras internas. É regido por leis próprias de funcionamento, por ex., não existem as noções de passado e futuro. É a maior parte do sistema psíquico, constituído de processos capazes de influenciar o comportamento sem que o indivíduo perceba. Funciona pelo princípio da satisfação imediata do prazer (Id). BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. 22ª ed. Porto Alegre: Vozes, (Com
2 2ª TEORIA: MODELO DINÂMICO Entre 1920 e 1923, Freud remodela a teoria do aparelho psíquico e introduz os conceitos de Id, Ego e Superego para referir-se aos três sistemas da personalidade. 2 ID (Isso) constitui o reservatório de energia psíquica funciona pelo princípio do prazer: satisfação imediata das necessidades onde se localizam as PV e PM (ausência de desejo) é atemporal: a única dimensão é o presente é amoral é a sede do desejo componente biológico da personalidade EGO (Eu) instância psíquica intermediária entre as exigências do ID, as exigências da realidade e as ordens do SE funciona dentro do princípio da realidade: construir caminhos que possibilitem a satisfação do desejo. funções básicas: percepção, memória, sentimentos e pensamento sede da angústia (perigos reais e psicológicos que ameaçam a integridade do Δ) e, consequentemente, é responsável pelos mec. de defesa componente psicológico da personalidade SUPEREGO (Supereu) é o responsável pela estruturação interna dos valores morais conteúdo com base nas exigências sociais e culturais (honestidade, coragem, caridade, etc) funções básicas: a moral, os ideais componente social da personalidade ID, EGO E SUPEREGO Os três sistemas não devem ser considerados como manequins independentes que governam a personalidade. Cada um deles tem suas funções próprias, seus princípios, seus dinamismos, mas atual um sobre o outro de forma tão estreita que é impossível separar os seus efeitos. Para Freud, o comportamento do adulto normal é o resultado da interação, conflituosa ou não, dessas três instâncias. (Braghirolli, p. 181) BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. 22ª ed. Porto Alegre: Vozes, (Com
3 3 1ª TEORIA: MODELO TOPOLÓGICO 2ª TEORIA: MODELO DINÂMICO LIBIDO É a energia afetiva original que sofrerá progressivas organizações durante o desenvolvimento, cada uma delas apoiada por uma organização biológica emergente no período. Cada nova organização da libido caracterizará uma fase do desenvolvimento. É uma energia voltada para a obtenção de prazer: é nesse sentido que a definimos como energia sexual, num sentindo mais amplo. DIFERENÇAS ENTRE SEXUALIDADE É mais abrangente. Não é redutível à genitalidade. Abrange a evolução de todas as ligações afetivas estabelecidas desde o nascimento até a sexualidade genital adulta Por definição, todo vínculo de prazer é erótico ou sexual. Ao organizar-se progressivamente em torno de zonas erógenas definidas, a libido caracterizará 3 fases de desenvolvimento infantil: oral, anal e fálica; um período de latência, intermediário e uma fase final de organização adulta, a fase genital. GENITALIDADE Redutível aos órgãos genitais BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. 22ª ed. Porto Alegre: Vozes, (Com
4 4 MECANISMOS DE DEFESA Chamamos de mecanismos de defesa os diversos tipos de processos psíquicos cuja finalidade consiste em afastar um evento gerador de angústia da percepção consciente. Os mecanismos de defesa são junções do Ego e, por definição, inconscientes. Lembrando que o Ego situa-se em parte no consciente e em parte no inconsciente. Como sede da angústia, ele é mobilizado diante de um sinal de perigo e desencadeia uma série de mecanismos repressores que impedirão a vivência de fatos dolorosos, os quais o organismo não está pronto para suportar. Repressão A repressão impede que pensamentos dolorosos ou perigosos cheguem à consciência. É o principal mecanismo de defesa, do qual derivam os demais. Exemplos: Algumas doenças psicossomáticas, tais como asma, artrite e úlcera, também poderiam estar relacionadas com a repressão. Também é possível que o cansaço excessivo, as fobias e a impotência ou a frigidez derivem de sentimentos reprimidos. Deslocamento É o mecanismo psicológico no qual a pessoa substitui a finalidade inicial de uma pulsão por outra diferente e socialmente mais aceita. Através dele, descarregamos sentimentos acumulados, em geral sentimentos agressivos, em pessoas ou objetos menos perigosos. Exemplos: Ao suportarmos o mau humor do chefe e em casa brigamos com os filhos ou chutamos o cachorro; ouvimos, condescendentes, uma asneira praticada por nossa esposa, e crucificamos a secretária pelo menor erro cometido; Durante uma discussão uma pessoa tem um forte impulso em socar o outro, entretanto, acaba deslocando tal impulso para um copo, o qual atira ao chão; o medo de alguém (médico, agente de saúde) é deslocado para qualquer pessoa use roupas brancas. Negação Negação é a tentativa de não aceitar na consciência algum fato que perturba o Ego. Os adultos têm a tendência de fantasiar que certos acontecimentos não são, de fato, do jeito que são, ou que na verdade nunca aconteceram. Não percebemos aspectos que nos magoariam ou que seriam perigosos para nós. Exemplos: Se um filho começa a apresentar características homossexuais, o pai pode demorar a percebê-las, ou não as perceber. O clássico chavão que diz "tem pai que é cego caracteriza bem a negação de perceber eventos dolorosos; outros exemplos da realidade cotidiana são o cigarro e o álcool. Negamos os riscos de câncer, as perturbações cardíacas, alucinações, alterações comportamentais e outras doenças que podem provocar, e continuamos fumando ou bebendo. Racionalização É o processo de achar motivos lógicos e racionais aceitáveis para pensamentos e ações inaceitáveis. É um modo de aceitar a pressão do Superego, de disfarçar verdadeiros motivos, de tornar o inaceitável mais aceitável. Exemplos: Em um velório de pessoa conhecida e muito querida, você diz ao parente (esposo, esposa, filho, etc.) que tudo vai dar certo, que as coisas vão melhorar, ele/ela está num bom lugar.... BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. 22ª ed. Porto Alegre: Vozes, (Com
5 Muitas vezes a defesa da eutanásia é uma racionalização. Encontramos muitas justificativas lógicas pelas quais o doente incurável deve ser morto, mas na verdade estanhos encobrindo os nossos próprios sentimentos agressivos contra aquele ser que só nos trai, trabalho e angústia. Projeção O ato de atribuir a outra pessoa, animal ou objeto as qualidades, sentimentos ou intenções que se originam em si próprio, é denominado projeção. É um mecanismo de defesa através do qual os aspectos da personalidade de um indivíduo são deslocados de dentro deste para o meio externo. A pessoa não admite ou não está consciente do fato de que a ideia ou comportamento temido é dela mesma. Exemplos: Uma mãe ou um pai dirá que se o filho vai mal na escola é porque a professora é ineficiente; Se o filho vive doente é porque os amigos são doentes e o contaminam; Se o filho não tem iniciativa é porque o pai não é firme; Se é agressivo, ou melhor, que reage, é porque todas as pessoas o atacam; Outras vezes dizemos que "inexplicavelmente fulano não gosta de mim", quando na realidade sou eu quem não gosta do fulano gratuitamente. Regressão É voltar a níveis anteriores de desenvolvimento, que em geral se caracterizam por respostas menos maduras, diante de unia frustração evolutiva. Exemplos: O nascimento de um irmão menor, a criança mais velha não suporta a frustração de ser passada para segundo plano. Como defesa, infantiliza-se, volta à chupeta, à linguagem infantil, urina na cama, etc. Um adulto que discute no ambiente de trabalho e vai reclamar com o chefe e aos prantos relata o ocorrido. Um casal, cujo parceiro joga no chão ou quebra um objeto valioso (deslocamento) do outro por conta da raiva ou ira. Sublimação A energia sexual associada às pessoas geram constrangimentos sociais, Na impossibilidade de realização desta, canaliza-se para atividades socialmente meritosas e reconhecidas. Exemplos: Os desejos sexuais intensos podem gerar, por sublimação, um grande fotógrafo. O desejo pelas mulheres fica sublimado em fotografá-las. Os desejos onipotentes de domínio da sociedade podem gerar um bom sociólogo. Os desejos agressivos contidos; Os desejos agressivos contidos e sublimados podem gerar um bom cirurgião, enfermeiro, fisioterapeuta, farmacêutico; A frustração de um relacionamento afetivo mal resolvido, por exemplo, é sublimado na paixão pela leitura ou pela arte. 5 BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. 22ª ed. Porto Alegre: Vozes, (Com
6 6 ETAPAS DO DH PSICOSSEXUAL FASE ORAL (0 a 2 anos) BOCA: 1ª fonte de estimulação e excitação sensorial. amor, satisfação frustração, agressividade. 1ª Etapa: até aproximadamente 06 meses: incorporação experimentação passiva. impulso para morder = congregação amor-agressividade se integra no prazer que acompanha o ato de comer. é estimulado, originalmente, pelo seio materno produz sentimentos de amor e ódio. 2ª Etapa aparecimento dos dentes: canibalística experiência da dor (dentição) junto à satisfação de triturar os alimentos e incorporá-los. a criança experimenta uma relação mais ativa, onde pode também exteriorizar o ódio pela não satisfação imediata de suas necessidades. Traços orais nos adultos: roer unhas, mastigar tampas de canetas e atos como comer, beber, fumar, beijar. Caráter oral de incorporação: indivíduos passivos, confiando que o outro proverá suas necessidades; Podem ser impacientes e insatisfeitos com o que recebem, OU, desenvolver capacidade de absorver novas ideias, tornando-se bem informados. Caráter oral canibal: inveja e hostilidade em relação aos que amam. Num relacionamento adulto os indivíduos podem mobilizar sentimentos primitivos e ambivalentes de: amor e ódio; satisfação e frustração; prazer e dor; criatividade e agressividade. FASE ANAL (2/3 a 4 anos) Com o desenvolvimento, a criança passa a sentir prazer também na expulsão e retenção da urina e fezes = primeiros produtos (produções). 1ª Etapa expulsão: a criança sente certo poder ao ter controle sobre essa sensação prazerosa. o limites externos: exigência de cumprimento de regras quanto ao local/momento das excreções "amor de mãe não é incondicional. o excreções devem ser controladas e a criança deverá abandonar seus "produtos" (jogá-los fora, sem poder manipulá-los) preço do amor e aceitação maternos. 2ª Etapa retenção: a criança passa a obter prazer pela retenção e controle das excreções: modo de controlar o objeto de amor a mãe. o Caráter anal de expulsão: desobediência e teimosia; não aceitação de limites. o Caráter anal de retenção: excessos na ordem, limpeza ou economia. O Profissional: Deve ser claro e firme no estabelecimento de limites; Ficar atento às tentativas de manipulação da criança ou de seus pais. BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. 22ª ed. Porto Alegre: Vozes, (Com
7 FASE FÁLICA (4 a 6/7 anos) Ao ter de renunciar ao prazer obtido pela manipulação dos seus "produtos", a criança passa a atribuir importância à região genital. Fase das manipulações e comparações. Também de angústia e conflitos: mãe passa a ser objeto total do desejo infantil. 7 Complexo de Édipo (CE): Deve renunciar à mãe, substituindo-a futuramente por uma mulher. Além de efetuar esta renúncia, terá de substituir a mãe por um objeto de amor do outro sexo. Fase importante saída da passividade e início do exercício do poder. Merece atenção especial por parte dos pais e profissionais que lidam com a criança. Profissional: Estratégias para trabalhar a perda e as fantasias: desenhos, histórias, jogos, brincadeiras. Período de Latência (7 a 11/12 anos) Declínio do Édipo: abrandamento da atividade sexual infantil e seu esquecimento. Sublimação: energia sexual é deslocada para atividades cognitivas. FASE GENITAL (12 anos pré-adolescentes, adolescentes, adultos e idosos) Puberdade: modificações fisiológicas + superação do CE capacidade de amar alguém, estabelecer trocas com esta pessoa. Amor genital: erotização de todo o corpo. Atendimento nesta Fase a reação da criança vai depender: o de como se deu seu desenvolvimento psicossexual. o do vínculo de confiança estabelecido com o profissional. Podem ocorrer fantasias de sedução (transferência) Profissional: Deve administrar seus sentimentos de contratransferência para não dificultar a continuidade do trabalho; Deixar claro os limites pessoais e profissionais na relação/conduta com o indivíduo evitar mal-entendidos e situações constrangedoras, através de mensagens contraditórias. BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. 22ª ed. Porto Alegre: Vozes, (Com
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