Miguel Eugênio Almeida (UEMS)
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- Isabella Lacerda Guimarães
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1 APÓLOGO DAS COTOVIAS VISÃO SEMIÓTICA BASEADA NA TEORIA DE A. J. GREIMAS Miguel Eugênio Almeida (UEMS) INTRODUÇÃO No texto Apólogo das Cotovias (BERNARDES, 1909: 91-92), apresentaremos uma análise narrativa e discursiva no que diz respeito à visualização de como um discurso acontece na perspectiva semiótica greimasiana. Texto 1. A este ponto faz o apólogo que se conta das cotovias que tinham seus ninhos entre as 2. searas. 3. Dissera o dono do campo a seus criados que tratassem de meter os pães já 4. sazonados. E ouvindo este recado, uma delas foi pelos ares avisar as outras que 5. mudassem de sítio, porque vinham logo os segadores. Porém, outra mais velha as 6. aquietou do susto dizendo: _ Deixemo-nos estar, que de mandar ele os criados e fazer- 7. se a obra vai ainda muito tempo. Dali a alguns dias, ouviram que o amo se agastava 8. com os criados, porque não tinham feito o que lhes encomendara e que mandava selar a 9. égua, para ele mesmo ir ver o que convinha. Agora, sim (disse então aquela cotovia 10.astuta), irmãs, levantemos vôo e mudemos de casa, que vem quem lhe dói à fazenda. Representação simbólica dos actantes: S1 = dono do campo, amo; sujeito do querer, do poder. S2 = outra (cotovia) mais velha, astuta; sujeito do saber, da competência. S3 = uma delas (cotovia), mensageira; Sujeito da performance. Perspectiva teórica SX = cotovias; sujeito destinatário. SY = criados, segadores; sujeito destinatário Ov = searas 60
2 FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES Om = susto A narrativa pode resumir-se na seguinte fórmula canônica: S1ŪOv SX S1 OvUSX Estado Inicial Transformação Estado Final Assim, cabe observar, inicialmente, com SANTANA (1994: 120) A narrativa pode definir-se (...) pela circulação de objetos (convém lembrar que, em semiótica, sujeito não é personagem e objeto não é coisa, são papéis, noções que definem posições correlativas, actantes ou papéis actanciais, que não existem nunca um sem o outro.) E com GREIMAS & COURTES (1979: 76), referente à fórmula acima, coloca-se o seguinte: (...) a não-disjunção (conservar alguma coisa) entre um sujeito e um objeto valor deve ser distinguida da conjunção (ter alguma coisa). No estado inicial, a nãodisjunção /Ū/ entre S1 e Ov está na não-realização imediata da obra por SY para S1. Assim, o /Ov/, seara, continua no processo de nãoconjunção / / da posse temporária de SX. Na transformação, mudança de estado final, S1 toma decisão de vistoriar a sua ordem dada a SY a respeito do cumprimento da mesma. Sabendo dessa notícia, S2 convoca SX para levantar vôo e mudar de casa /Ov/. Estado Inicial: S1UOv SX Há uma não-disjunção inicial da narrativa quando S1 ordenara /fazer/dever/ a SY tratassem de meter os pães já sazonados (linha 3), porque a ordem de S1 não foi cumprida imediatamente por SY. Esta fase é a do contrato, que corresponde à manipulação do esquema narrativo. Assim, a seara /Ov/ (linha 2) continua, por enquanto, a morada de SX. Estado Medial:S3 OmUS2 S3, diante do que dissera S1 a Sy, ficou tomada de susto e, deste modo, S3 foi avisar /fazer-saber/ a SX da ordem de S1 a SY. Este momento se caracteriza pela referida modalidade do /fazersaber/ pela manipulação de S3 em /fazer-crer/ SX o seu susto /Om/, mas S2 as aquietou do susto quando diz /saber-crer/ (linha 6-7): _Deixemo-nos estar, que de mandar ele os criados e fazer-se a obra vai ainda muito tempo. A manifestação de S2 caracteriza-se, por- 61
3 tanto, na narrativa a competência pelo objeto modal /saber-crer/. S2 tranqüiliza SX do susto /U/. Estado Final: S1 OvUSX S1 mandava selar a égua (linha 8) /poder-fazer/, ou seja, S1 mostrava a sua competência para administrar o seu campo, para ver de perto o que ordenara /poder-fazer/ a SY sobre Ov (seara). E a resposta de S2 para SX representa, inicialmente, um apelo para /dever-fazer/ e /querer-fazer/ quando fala (linha 10): (...) levantemos vôo e mudemos de casa., porque, continua S2: (...) que vem quem lhe dói à fazenda. (linha 10) Isto representa para S2 uma sanção cognitiva quando ela reconhece a sua posição existencial e a posse de S1 em relação à seara. Observações sobre os principais actantes: 1. S1 é um sujeito do /querer-fazer/ e do /dever-fazer/ como papéis actanciais e como papel temático, ele é o dono do campo e mais ideologicamente está representado como o amo, ou seja, o senhor que detém o poder de /mandar-fazer/ o que é necessário no seu campo. A sua (S1) competência se expressa no objeto modal /dizer-fazer/ o que deve ser feito aos seus criados. O papel temático de ser amo pode implicar, ainda, em ser o senhor, dono do campo, dono da vida de seus criados e de tudo que há nos limites de seu território geográfico. 2. S2 é o sujeito do /saber-fazer/ e do /fazer-crer/ no aspecto actancial e no temático representa a cotovia astuta que é capaz de limitar o seu campo de ação e das companheiras. Observamos que a cotovia astuta exerce um papel temático de liderança com a comunidade das cotovias, quando as convoca interpelando: levantemos vôo e mudemos de casa. Com isto, mostra a sua competência através do objeto modal /dever-fazer/ que justifica plenamente a sua alcunha de astuta perante as demais, talvez, por ser também mais velha em experiência de vida. Há no texto narrativo Apólogo das Cotovias uma delimitação de espaços: o campo do amo é a casa das cotovias temporari- 62
4 FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES amente, isto é, permanecem nos locais até o período da colheita das plantações. O tempo é mais caracterizado psicologicamente pela fala da cotovia astuta e das demais: _ Agora, sim (...) (linha 9) Ou: 1) (...) ouvindo este recado (linha 4) «porque vinham logo os segadores (linha 5) 2) (...) vai ainda muito tempo (linha 6-7) Assim, podemos mostrar o seguinte quadro dos actantes e suas figuratizações: S1 S2 S3 SX SY Papéis temáticos Suas figuras Percurso figurativo Criados Dono do campo Segadores Amo Seara fazenda égua Cotovia mais velha Uma das cotovias cotovias Criados segadores Sabedoria pela experiência vivida Sítio Casa = seara Vôo Sítio = ninhos Mensagem: avisar as outras sobre o recado ouvido Sítio Casa = seara, ninho inquietação Fazenda Trabalho de fazenda: preparar a terra; plantar; colher; selar a égua astúcia mensagem susto Trabalho rural SY não realiza obra imediatamente para S1. Há aí uma implicação de não-performance, ou seja, de duratividade descontínua i- teratividade que mostra a desobediência de SY para com S1. Diante desta situação, S1 é sancionado por insatisfação, porque há uma ruptura de contrato que assinala uma ação negativa: desrespeito. E uma sanção cognitiva quando reconhece a desobediência de SY. S2 assume um papel actancial do /saber-fazer/, cognição, inteligência quando coloca sua capacidade de resolver o problema i- mediato da mudança de casa (outro sítio). A astúcia, no caso de S2, está na serenidade de raciocínio que foi adquirida pela experiência do tempo. Assim, do ponto de vista discursivo, a narrativa valoriza a experiência do mais velho. Experiência esta que constitui objeto modal que influi contribuindo para uma vivência coletiva melhor. A experiência de S2 /saber-fazer/, ação-sanção, leva a permanência, conjunção / /, que minimiza os obstáculos, para sobrevivência do 63
5 grupo. A partir desta perspectiva actancial e temática de S2 e seu grupo, podemos apresentar o quadrado semiótico, a seguir: Experiência sobrevivência Não-sobevivência não-experiência Percebemos a sintaxe superficial no Apólogo das Cotovias quando mostra as mudanças de estado inicial e estado final, visualizada pela fórmula canônica. Percebemos a sintaxe discursiva, no caso, através do percurso figurativo dos atores actantes e a sintaxe profunda a partir do que se afirma experiência e sobrevivência e do que se nega não sobrevivência e não-experiência. Já a semântica fundamental compreende as categorias sêmicas arroladas, a saber: amo x escravo; natural x cultural; experiência x inexperiência; temor x destemor. A semântica narrativa está no elemento de transformação de estado pelo enunciado de estado através do objeto modal experiência da cotovia astuta, por exemplo. A semântica discursiva está na discursivização através do percurso-figurativo, da temporização e da prossêmica, quando esta utiliza o espaço meio rural com o fim de mostrar o valor inteligência no contexto social. O tema da inteligência aparece figurativizado na referida narrativa pela representação antropomorfizada do /saber-crer/ da cotovia mais velha, astuta, que mostrou diante das outras mais novas, menos experientes, a sua capacidade de perceber a relação entre senhor e servo, ou melhor: quando o senhor não está presente supervisionando a sua obra, há uma tendência de inércia dos servos em executá-la. O objeto sintáxico /Ov/ recebeu um investimento semântico, cf. GREIMAS & COURTES (1979; 186), que é possível reconhecer como uma figura, no caso: seara 64
6 FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES SXUO (seara) v (moradia) S1ŪO (seara) v (poder) CONCLUSÃO A busca da seara no discurso representa para SX a sua morada (sobrevivência) e para S1 o poder sobre os criados. As ações de S3 /fazer-saber/ e de S2 /saber-fazer-crer/ e /dever-fazer/ caracterizam a personificação, porque substituem (...) as operações lógicas por operações do fazer*, e define os sujeitos de estado* pela junção deles com os objetos suscetíveis de serem investidos de valores que os determinam. Cf. GREIMAS & COURTES (1979; 23). S1 e S2 são sujeitos-de-estado. Eles são responsáveis pelas mudanças, transformações de estado na narrativa em questão. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BARROS, D.L. Teoria semiótica do texto. 3ª ed. São Paulo: Ática, 1997 (Série Fundamentos, 72) BERNARDES, Pe. Manuel. Nova Floresta. 9ª ed. Porto: V.I D ÁVILA, Nícia Ribas. Renart e Chanteclert Visão semiótica baseada na teoria de A. J. GREIMAS. Revista de Estudos e Comunicações. Santos: Universidade Católica de Santos, Abril FIORIN, J. Luiz.. Linguagem e ideologia. São Paulo: Ática, 1998 (Série Princípios,137). GREIMAS, A. J. & COURTES, J. Dicionário de semiótica. (Tradução: Alceu Dias Lima et alii). São Paulo: Cultrix, LANDOWSKI, Eric In memoriam. Disponível em: e.htm Acesso: 19/05/01 SANTANA JR., Sílvio. Greimas e a redescoberta de Vladimir Propp. Revista Confluência. Boletim do Departamento de Lingüística. Ano 3 n.º Especial, I EELA. Faculdade de Ciências e Letras UNESP-Assis,
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