CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO
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- Igor Ferrão Cruz
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1 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO Considerando que a Portaria nº 23 /2015, de 27 de fevereiro revogou a Portaria nº 9/2013, de 11 de fevereiro referente à avaliação das aprendizagens e competências no ensino básico; Considerando que os critérios de avaliação do ensino básico foram aprovados pelo Conselho Pedagógico (CP) em 07/11/2014; Considerando que a nova portaria de avaliação do ensino básico entrou em vigor a 28 de fevereiro de 2015, em pleno segundo período letivo; Considerando que os principais pressupostos da avaliação patentes nos critérios de avaliação não necessitam de quaisquer reajustamentos face à entrada em vigor da nova Portaria; Determinou o CP, em reunião ordinária de 13 de maio de 2015, apenas efetuar os reajustamentos aos critérios de avaliação nos seguintes capítulos que a seguir se transcrevem: Capítulo I-Enquadramento legal 1- Substituição da referência da Portaria nº 9 /2013 de 11 de fevereiro pela Portaria Nº 23/2015, de 27 de fevereiro. Capítulo II-Pressupostos da avaliação 1. O nº 4 passa a ter a seguinte redação: A avaliação é da responsabilidade do professor, do conselho de núcleo, do conselho de turma, dos órgãos de gestão da unidade orgânica e da direção regional competente em matéria de educação. No processo de avaliação intervêm: a) O professor; b) O aluno; c) O conselho de núcleo, no 1.º ciclo, ou o conselho de turma, no 2.º e 3.º ciclos; d) O órgão executivo da unidade orgânica; e) O Conselho Pedagógico f) O Encarregado de educação; g) O docente de educação especial e outros profissionais que acompanham o desenvolvimento do processo educativo do aluno; h) A Direção Regional da Educação. 1
2 Capítulo V-Modalidades de avaliação 1. O número 3.2 do capítulo da avaliação sumativa interna passa a ter a seguinte redação: A avaliação sumativa interna no final de cada período letivo deve traduzir uma apreciação globalizante sobre o desenvolvimento das competências e a aquisição das aprendizagens, a qual não se esgota na média aritmética da classificação obtida nos instrumentos de avaliação, de modo a valorizar a evolução do aluno e a responsabilidade com que assume o seu processo educativo, com o objetivo de informar o aluno e o encarregado de educação redefinir as estratégias implementadas, com vista à introdução de eventuais reajustamentos ou apresentação de propostas para o ano letivo seguinte. 2 O número 4 do capítulo da avaliação sumativa interna passa a ter a seguinte redação: Para efeitos de classificação final de período dever-se-á considerar nos domínios cognitivo e atitudinal do processo de avaliação, os seguintes indicadores: Domínio Cognitivo Nível 1 /Insuficiente O aluno não desenvolveu as competências chave, nem realizou as aprendizagens necessárias à progressão nos termos definidos nos programas e metas curriculares/aprendizagem. Aprendizagens Revela muitas dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados escritos; Revela muitas dificuldades na compreensão e expressão do oral e da escrita; Revela muitas dificuldades ao nível da compreensão, aquisição e aplicação de Revela muita dificuldade em seguir raciocínios simples; métodos de trabalho. Nível 2/ Insuficiente Não revela organização, nem hábitos e Revela dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados escritos; O aluno demonstra um atraso significativo no Revela dificuldades na expressão e desenvolvimento das competências chave e na compreensão do oral e da escrita; realização das aprendizagens necessárias à progressão Revela dificuldades ao nível da nos termos definidos nos programas e metas compreensão, aquisição e aplicação de curriculares/aprendizagem. Revela dificuldade em seguir raciocínios simples; Revela pouca organização e poucos hábitos e métodos de trabalho. Nível 3/Suficiente O aluno desenvolveu satisfatoriamente as competências chave e realizou as aprendizagens necessárias à progressão nos termos definidos nos programas e metas curriculares/aprendizagem. Revela algumas dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados escritos; Revela algumas dificuldades na compreensão e expressão do oral e da escrita; Revela algumas dificuldades ao nível da compreensão, aquisição e aplicação de 2
3 O aluno desenvolveu de forma bastante satisfatória as competências chave e realizou as aprendizagens necessárias à progressão nos termos definidos nos programas e metas curriculares/aprendizagem. Revela algumas dificuldades em seguir raciocínios simples; Revela alguma organização e alguns hábitos e métodos de trabalho. Nível 4/Bom Revela facilidade na compreensão e interpretação de enunciados escritos; Revela facilidade na expressão e compreensão do oral e da escrita; Revela facilidade ao nível da compreensão, aquisição e aplicação de Revela facilidade em seguir raciocínios; Revela organização e hábitos e métodos de trabalho. Nível 5/Muito Bom O aluno desenvolveu plenamente as competências chave e realizou as aprendizagens necessárias à progressão nos termos definidos nos programas e metas curriculares/aprendizagem. Revela muita facilidade na compreensão e interpretação de enunciados escritos; Revela muita facilidade na expressão e compreensão do oral e da escrita; Revela muita facilidade ao nível da compreensão, aquisição e aplicação de Revela muita facilidade em seguir raciocínios; Revela organização e hábitos e métodos de trabalho. 3
4 3. O número 3.9 do capítulo da avaliação sumativa interna passa a ter a seguinte redação: A informação resultante da avaliação sumativa interna em cada disciplina conduz à atribuição de: a) Menções qualitativas de Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom, acompanhadas de uma apreciação descritiva, para todas as áreas do 1º, 2º e 3º anos e para as áreas de Estudo do Meio, Expressões, Inglês e EMRC do 4º ano de escolaridade; b) Classificações na escala de níveis de 1 a 5 valores, para as áreas de Português e de Matemática, do 4º ano de escolaridade, em todos os períodos letivos, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno; c) Classificação quantitativa, numa escala de níveis de 1 a 5, nos 2º e 3º Ciclos A avaliação sumativa interna final de cada uma das disciplinas nos 4.º e 6.º anos de escolaridade é atribuída no final do 3.º período e antes de serem divulgados os resultados da avaliação externa das disciplinas de Português e de Matemática. 4. O número 3.10 do capítulo da avaliação sumativa interna passa a ter a seguinte redação: Nos 7.º e 8.º anos de escolaridade, a avaliação sumativa interna das disciplinas de Educação Tecnológica e da área de Educação Artística, caso sejam organizadas em regime semestral, processa -se do seguinte modo: a) O professor da disciplina entrega as propostas de avaliação do 1.º semestre ao diretor de turma e ao conselho executivo, sendo as avaliações registadas em ata na reunião do 2.º período. b) As propostas de avaliação referidas na alínea anterior estão sujeitas a aprovação do conselho de turma de avaliação no final do 3.º período. 5. O número 3.12 do capítulo da avaliação sumativa interna passa a ter a seguinte redação: A informação resultante da avaliação sumativa interna na área curricular não disciplinar deve promover e considerar a auto avaliação, expressando-se de forma qualitativa: Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom, podendo ser acompanhada de uma apreciação descritiva, sempre que se considere relevante. 6 O capítulo da avaliação sumativa interna passa a contemplar o ponto 3.19 com a seguinte redação: A avaliação sumativa interna do final do 3.º período tem as seguintes finalidades: a) Formalização da classificação correspondente às competências desenvolvidas e às aprendizagens realizadas pelo aluno ao longo do ano letivo; b) Decisão sobre a transição de ano; c) Verificação das condições de admissão à 2.ª fase das provas finais dos 1.º e 2.º ciclos e definição do plano a cumprir no período de acompanhamento extraordinário; d) Verificação das condições de admissão à 1.ª fase das provas finais do 3.º ciclo. 4
5 Capítulo VI-Critérios de Progressão e Retenção Os critérios de avaliação de final de ciclo e de final de ano letivo constituem critérios reguladores (referências comuns) a nível de escola, tendo em vista a uniformização de procedimentos na ponderação da situação escolar dos alunos nos Conselhos de Núcleo e de Turma. 1) Considera-se que o aluno não desenvolve as competências-chave, nem realiza as aprendizagens quando tem nível inferior a três em qualquer disciplina ou menção de Insuficiente na área curricular não disciplinar. 2) As disciplinas de EMRC e DPS não são consideradas para efeitos de progressão/ retenção 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO 4º Ano Ano Terminal de Ciclo 1. No final do 3º período, nas reuniões de avaliação, será tomada pelo Conselho de Núcleo/Turma, a decisão de progressão ou de retenção dos alunos, expressa pelas menções de Aprovado ou Não Aprovado; o aluno não é aprovado se: a) Tiver obtido classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português e de Matemática; b) Tiver obtido classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português ou Matemática e menção de Insuficiente às áreas de Estudo do Meio e Expressões. 6º e 9º anos Anos Terminais de Ciclo 1. No final do 2.º e 3.º ciclos, o aluno não aprova se: a) Tiver obtido classificação inferior a 3 nas disciplinas de Português e de Matemática; b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em 3 ou mais disciplinas. Anos Não Terminais de Ciclo 1º Ano de escolaridade 1. No 1.º ano de escolaridade só há lugar a retenção se: a) O aluno tiver ultrapassado o limite de faltas Injustificadas previsto no Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário e o professor titular de turma, em articulação com o conselho de núcleo, decida pela retenção do aluno. Restantes anos de escolaridade não terminais de ciclo. 1. Nos anos não terminais de ciclo, a retenção apenas poderá ocorrer quando o progresso no desenvolvimento das aprendizagens demonstrado pelo aluno permite perspetivar que os conhecimentos e as competências definidas para o final do ciclo não serão atingidos. 2 Em anos não terminais de ciclo, a retenção é uma medida de exceção, não havendo lugar à mesma nas situações em que os alunos tenham apenas dois níveis inferiores a 3. 5
6 3 Nos 1.º e 2.º ciclos, a retenção traduz-se na repetição de todas as áreas curriculares ou disciplinas do ano em que o aluno ficou retido. 4 No 3.º ciclo, tanto em anos terminais, como em anos não terminais, por decisão do conselho de turma, a retenção pode traduzir-se: a) Na repetição de todas as áreas curriculares ou disciplinas do ano em que o aluno ficou retido; b) Na repetição apenas das áreas curriculares ou disciplinas a que o aluno com idade igual ou superior a 15 anos não obteve sucesso, mediante a anuência do encarregado de educação ou do aluno quando maior de idade. 5. Não é permitida a segunda retenção no mesmo ano de escolaridade, sem o parecer favorável do conselho pedagógico e homologação pelo órgão executivo que analisa para o efeito a informação disponibilizada pelo CT/CN e quando a avaliação do aluno indicia ser provável a obtenção de aprovação no ano letivo seguinte; a segunda retenção no mesmo ano de escolaridade poder ser requerida pelo encarregado de educação. 6. Qualquer retenção é homologada exclusivamente pelo órgão executivo da unidade orgânica, cumprido o disposto no presente artigo e no nº 5 do artigo 34º da Portaria nº 75/2014, de 18 de novembro. 7. Sempre que se verifique uma segunda retenção em qualquer ciclo do ensino básico, e cumpridos os requisitos etários, o aluno pode ser encaminhado para um programa específico de recuperação ou de conclusão da escolaridade, mediante proposta de orientação vocacional apresentada pelo SPO. 8. Em situações excecionais, devidamente fundamentadas, o conselho de núcleo e o conselho de turma podem propor que um aluno com uma segunda retenção se mantenha no currículo regular, cabendo ao conselho pedagógico emitir parecer favorável e ao órgão executivo a homologação. 9. O encaminhamento referido nos números 4 e 5 deve ser objeto de especial ponderação quando se trate de aluno que frequente o ano terminal de ciclo. 10. Na decisão de progressão/retenção, no Ensino Básico, devem ser considerados os seguintes critérios: a) Domínio da Língua Portuguesa: expressão, compreensão do oral e da escrita nas várias disciplinas; b) Competências em Matemática; c) Educação para a Cidadania: cumprimento de normas e regras, assiduidade, atitudes, comportamentos, respeito no relacionamento com os outros, sentido de responsabilidade ( ); d) Percurso escolar/progressão do aluno ao longo do ano/ciclo; e) Nível de conhecimentos necessários para o ano seguinte; f) Desempenho nas atividades de complemento curricular propostas pela escola; g) Assiduidade; h) Pontualidade; i) Interesse e esforço investido; j) Atitudes e valores demonstrados ao longo do ano; k) Relações interpessoais na turma; l) Fatores afetivos e socioeconómicos; m) Participações disciplinares; 6
7 n) Idade cronológica; o) Número de retenções. IX ALUNOS INTEGRADOS NO REE 1 - A alínea d deste capítulo passa a ter a seguinte redação: os alunos com currículos específicos individuais (CEI) não estão sujeitos ao regime de transição de ano escolar, nem ao processo de avaliação característico do regime educativo comum, ficando sujeito aos critérios específicos de avaliação definidos no respetivo PEI; a informação resultante da avaliação sumativa dos alunos abrangidos pelo CEI ou similar expressa-se numa menção qualitativa de Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. 2- Alínea e) que passou a contemplar este capítulo: os alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente, abrangidos pela medida do regime educativo especial adequações no processo de avaliação ou por condições especiais de avaliação consagradas nas modalidades de apoio educativo, contempladas no Regulamento de Gestão Pedagógica e Administrativa de Alunos, realizam as provas finais de ciclo e as provas de equivalência à frequência previstas para os restantes examinandos, podendo, no entanto, usufruir de condições especiais de realização de provas, ao abrigo da legislação em vigor. X - Situações especiais de classificação Os números 7 e 8 deste capítulo passam a ter a seguinte redação: 7 Nos 2.º e 3.º ciclos, se, por motivo da exclusiva responsabilidade da escola, apenas existirem em qualquer disciplina, à exceção das disciplinas com prova final de ciclo em anos terminais, elementos de avaliação respeitantes a um dos três períodos letivos, o encarregado de educação do aluno pode optar entre: a) Ser considerada como classificação anual de frequência a obtida nesse período; b) Não ser atribuída classificação anual de frequência nessa disciplina; c) Realizar a PEA de acordo com o ponto 5 deste capítulo. 8 Nos 2.º e 3.º ciclos, sempre que, em qualquer disciplina, à exceção das disciplinas com prova final de ciclo em anos terminais, o número de aulas ministradas durante todo o ano letivo não tenha atingido o número previsto para oito semanas completas, o encarregado de educação do aluno pode optar entre: a) A aprovação do aluno sem atribuição de classificação nessa disciplina; b) A realização de PEA, correspondendo a sua classificação anual de frequência à classificação obtida nesta prova. 7
8 XI - Situações especiais de avaliação 1- Quando um aluno revele capacidades de aprendizagem excecionais e um adequado grau de maturidade, a par do desenvolvimento das competências previstas para o ciclo que frequenta, poderá progredir mais rapidamente no ensino básico, nos termos estabelecidos para os alunos com aprendizagens precoces no Regulamento de Gestão Administrativa e Pedagógica dos Alunos em vigor, podendo: a) concluir o 1.º ciclo do ensino básico em 3 anos de escolaridade; b) transitar de ano de escolaridade antes do final do ano letivo, ao longo dos 2.º e 3.º ciclos. 2 Um aluno retido num dos anos não terminais de ciclo, que demonstre ter adquirido os conhecimentos e ter desenvolvido as capacidades definidas para o final do ciclo poderá concluir o 1.º ciclo nos quatro anos previstos para a sua duração através de uma progressão mais rápida, nos anos letivos subsequentes à retenção. Critérios específicos de avaliação Nos critérios específicos de avaliação das disciplinas afetas ao 1º CEB, com exceção de Português e de Matemática do 4º ano de escolaridade, as menções qualitativas de Não Satisfaz, Satisfaz, Satisfaz Bem e Satisfaz Muito Bem correspondem às menções qualitativas de Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom. Critérios de avaliação reajustados e aprovados em reunião do Conselho Pedagógico de 13 de maio de 2015 Pelo Conselho Pedagógico (O Presidente) João Manuel Amaral Silva 8
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