MÓDULO II - DIAGNÓSTICO
|
|
|
- Maria das Graças Cavalheiro Jardim
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MÓDULO II - DIAGNÓSTICO
2 Etapas do PMMA Organização do processo de elaboração do Plano Municipal da Mata Atlântica MOBILIZAÇÃO QUE CO SO ANÁLISE PRON CO VO Definição da Visão de Futuro DIAGNÓSTICO QUE CO SO / ON CO TO Elaboração do Diagnóstico da Situação Atual Caracterização do Município Avaliação de Planos e Programas existentes Avaliação da Capacidade de Gestão Diagnóstico dos Remanescentes de Mata Atlântica Formulação do Plano de Ação, contendo as Diretrizes, Estratégias e Ações PLANO (MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO) Monitoramento das ações e avaliação dos resultados PLANO (AÇÕES) PRON CO VO
3 PMMA CONSERVAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA ÁREAS PROTEGIDAS AÇÕES PRIORITÁRIAS PLANO MUNICIPAL DA MATA ATLÂNTICA ATIVIDADES SUTENTÁVEIS RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS ÁREAS PRIORITÁRIAS
4 DIAGNÓSTICO Como e onde está a MA hoje no município? Quais os vetores de pressão? Quais os planos/ legislação relacionados que já existem? Qual a capacidade de gestão do município? QUE CO SO / ON CO TO
5 MAPEAMENTO
6 Caracterização do Município a) Localização e inserção regional e microrregional
7 Caracterização do Município b) Núcleos Urbanos existentes no território municipal / População
8 Caracterização do Município c) Estrutura fundiária e utilização da terra no Município Café
9 Caracterização do Município d) Caracterização do meio físico
10 Caracterização do Município Principais atividades econômicas
11 ANÁLISE PROGRAMAS EXISTENTES PLANO DIRETOR PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA ZEE INFORMAÇÕES PLANO MUNICIPAL DA MATA ATLÂNTICA AÇÕES SINÉRGICAS PLANOS DE MANEJO UCs PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO OUTROS PLANOS
12 Por que olhar para os planos existentes? EM QUE MEDIDA OS PLANOS EXISTENTES AFETAM A PRESERVAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA? AJUDAM? ATRAPALHAM? EVITAR DUPLICIDADES ALGUMA ÁREA JÁ TEM PROGRAMA? ECONOMIA DE TEMPO NA COLETA DE INFORMAÇÕES MAPAS DEMOGRÁFICAS ECONÔMICAS PESSOAS E INSTITUIÇÕES INTERESSADAS
13 Plano Diretor Municipal ESTATUTO DA CIDADE, LEI FEDERAL N O , DE 10/07/2001 DEVE INTEGRAR-SE AOS PLANOS SETORIAIS ORDENAMENTO TERRITORIAL / ZONEAMENTO COISAS PARA OLHAR: MAPAS ÁREAS DE EXPANSÃO VIÁRIA PARA ONDE A CIDADE VAI CRESCER? PROGRAMAS AMBIENTAIS ZONEAMENTO AMBIENTAL
14 Plano Municipal de Saneamento A LEI , PROMULGADA EM 5 DE JANEIRO DE 2007 FALTA DO PLANO RESTRINGE ACESSO A RECURSOS O QUE OLHAR: ÁREAS DE PROTEÇÃO DE MANANCIAIS RECOMPOSIÇÃO DE MATAS CILIARES DISPONIBILIDADE DE COLETA DE ESGOTOS DISPONIBILIDADE DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SISTEMA DE DRENAGEM URBANA PROGRAMAS E PROJETOS MAPAS DE REDES DE DRENAGEM DADOS SOCIOECONÔMICOS
15 Planos de Bacia Hidrográfica Procurar por sites dos comitês de bacias hidrográficas O QUE OLHAR MAPAS DA REDE HIDROLÓGICA (APPs!) PLANOS ASSOCIADOS A SANEAMENTO DADOS SOCIOECONÔMICOS ÁREAS DE PROTEÇÃO DE MANANCIAIS PROGRAMAS E PROJETOS DE RECOMPOSIÇÃO (POR EXEMPLO MATAS CILIARES)
16 OUTROS PLANOS Planos de Manejo de Unidades de Conservação Estudos para criação de Unidades de Conservação, Mosaicos e Corredores Ecológicos ZEE AG 21 Programas e atividades de educação ambiental planos federais e estaduais para a região de infraestrutura, mineração, agricultura; Planos de gestão de áreas de risco etc.
17 BALANÇO DOS PLANOS PLANOS CONTATOS ESSENCIAIS ASPECTOS QUE CONTRIBUEMP/ MATA ATLÂNTICA ASPECTOS QUE AMEAÇAM A MATA ATLÂNTICA DIRETOR Sec. Planejamento Urbano Não prevê expansãona área xyz Previstaexpansão residencial na zona ZKKKK SANEAMENTO Emp saneamento Prefeitura dep. Obras (lixo) Incluimonitoramento do rio ABC Metasde tratamento de esgotos muito distantes BACIA HIDROGRÁFICA Comitê de bacia Projeto de recomposição de mata ciliar MNOP Não priorizou área KKKK PLANODE MANEJO XYZ Etc. OUTROPLANO ABC
18 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE GESTÃO MEIO AMBIENTE SAÚDE GABINETE DO PREFEITO EDUCAÇÃO FINANÇAS OBRAS E SERVIÇOS GOVERNO ESTADUAL ONG GOVERNO FEDERAL UNIVERSIDADE EMPRESA DE ÁGUA
19 CAPACIDADE DE GESTÃO ESTRUTURA ADMINISTRATIVA TEM SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE? COMO É O ENVOLVIMENTO DOS OUTROS ÓRGÃOS? COMO É A GESTÃO MUNICIPAL?
20 CAPACIDADE DE GESTÃO RECURSOS DISPONÍVEIS NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL PESSOAS (NÚMERO) PESSOAS (CAPACITADAS) PESSOAS (DISPOSTAS E COMPROMISSADAS) EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA E ACESSO A INTERNET VEÍCULOS E EQUIPAMENTO PARA VISITAS EM CAMPO RECURSOS CARTOGRÁFICOS
21 CAPACIDADE DE GESTÃO CAPACIDADE DE ESTABELECER PARCERIAS AMBIENTE POLÍTICO RECURSOS EXTERNOS EMPRESAS, UNIVERSIDADES, ONGS PROJETOS E PARCERIAS EXISTENTES CAPACIDADE DE MOBILIZAÇÃO CONSELHO MEIO AMBIENTE
22 QUADRO LEGAL AVALIAR LEGISLAÇÃO DOS VÁRIOS NÍVEIS FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL AVALIAR LEGISLAÇÃO INTERFACE DE SETORES COM SANEAMENTO RECURSOS HÍDRICOS HABITAÇÃO ETC. NÃO PRECISA FAZER AVALIAÇÃO EXAUSTIVA! SÓ DAS INTERFACES!
23 BALANÇO DA LEGISLAÇÃO NÍVEL LEI ASPECTOS E INTERFACESCOM A PRESERVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL Não prevê expansão na área xyz Inclui monitoramento do rio ABC Projeto de recomposição de mata ciliar MNOP
24 EXERCÍCIO
Fernanda Amaral Dantas Sobral. Geóloga - CETESB/IPT
Análise do desenvolvimento do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatórios Artificiais e contribuições para a elaboração de Termos de Referência Fernanda Amaral Dantas Sobral Geóloga
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da
SEMINÁRIO NACIONAL de GERENCIAMENTO COSTEIRO Brasília, 04 de novembro de 2014.
SEMINÁRIO NACIONAL de GERENCIAMENTO COSTEIRO Brasília, 04 de novembro de 2014. Consulta Questionário GERCOs UFs 2014 Consulta GERCOs UFs - Objetivo: coletar informações institucionais, normativas, bem
Plataforma Ambiental para o Brasil
Histórico 1989 - Plataforma Ambiental Mínima para Candidatos à Presidência 1990 - Plataforma Ambiental Mínima para os Candidatos ao Governo do Estado de São Paulo 1998 - Plataforma Ambiental Mínima para
ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO
ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO 1. INTRODUÇÃO A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) foi criada pela Lei estadual 14.028 de março de 2010 e tem como uma de suas finalidades executar a Política
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: VALBER LUIZ MARCELO DE CARVALHO Nome do ponto focal: Alexander Anthony
ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado)
ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) Considerando: 1) A importância dos mananciais e nascentes do Município para o equilíbrio e a qualidade ambiental,
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE
ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA ELABORAÇÃO DE PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DOS MUNICÍPIOS DE BRASIL NOVO, MEDICILÂNDIA, URUARÁ E PLACAS PROJETO042/2014
Capacitação para o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia
Programa 0502 Amazônia Sustentável Objetivo Promover o desenvolvimento da Amazônia, mediante o uso sustentável de seus recursos naturais. Indicador(es) Número de Ações 9 Taxa de participação de produtos
Programa Município Verde Azul 2012
Programa Município Verde Azul 2012 OBJETIVOS FORTALECER o planejamento ambiental no cotidiano do Município INCENTIVAR a participação da Sociedade Civil na agenda ambiental local METAS Planos Municipais
AGENDA 21 COMPERJ DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO DESEJÁVEL ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES AÇÕES
DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES ESTÁGIO DESEJÁVEL AÇÕES Capítulo 1: Integração das preocupações relativas ao meio ambiente e 3 O Conselho está inativo Pouca participação e articulação
Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública
Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago Consulta Pública 2015 Base Legal Lei Federal nº 9.985 de 18 de julho de 2000 Regulamenta o artigo 225 da Constituição Federal e Institui o Sistema Nacional
LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE PORTOS VERA REGINA PEREIRA LIMA
VERA REGINA PEREIRA LIMA Arquiteta e Gestora Ambiental. Auditora Lider ISO14001 O QUE É LICENCIAMENTO AMBIENTAL? Ato administrativo definido pela Legislação Ambiental nas esferas federal e estadual relativo
O Programa Produtor de Água
O Programa Produtor de Água Arcabouço Legal e Institucional Lei nº 9.433 de 8.01.97 Titulo I - Da Política Nacional de Recursos Hídricos Capitulo II Dos Objetivos Artigo 2º - São objetivos da Política
Governança Metropolitana, Planejamento e Desenvolvimento de Longo Prazo: O Plano Plurianual Regional Participativo do Grande ABC (2014-2017)
Governança Metropolitana, Planejamento e Desenvolvimento de Longo Prazo: O Plano Plurianual Regional Participativo do Grande ABC (2014-2017) Consórcio Intermunicipal Grande ABC Brasília, 4 Dezembro 2015
Estudo de Caso Belo Horizonte
Estudo de Caso Belo Horizonte PARTICIPANDO DA GOVERNABILIDADE LOCAL: O Impacto do Orçamento Participativo na Administração Pública Local. Córdoba -Junho de 2006. BELO HORIZONTE INFORMAÇÕES GERAIS Quarta
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E AÇÃO LOCAL FRENTE A CRISE HÍDRICA NO SUDESTE DO BRASIL
MUDANÇAS CLIMÁTICAS E AÇÃO LOCAL FRENTE A CRISE HÍDRICA NO SUDESTE DO BRASIL Prefeitura Municipal de Campinas Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável LOCALIZAÇÃO Macrometrópole
ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO COMPARADA SOBRE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS MARINHOS
ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO COMPARADA SOBRE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS MARINHOS Canadá, União Européia (Espanha, França), Austrália, Nova Zelândia, EUA André Lima OAB/DF 17878 11 de abril de 2013 1) Canadá
PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO
PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO SANTO ANTÔNIO DAS MISSÕES - RS BRASIL PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DAS MISSÕES Elaborado por: COMITE DE COORDENAÇÃO DO
PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DO MUNICÍPIO DE ITAPOÁ NAS ÁREAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO
PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DO MUNICÍPIO DE ITAPOÁ NAS ÁREAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E O QUE É? POR QUE ELABORAR O PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO? É o principal instrumento para o planejamento
15 anos + de 700 projetos Segmentos: educação, saúde, imobiliário, varejo, hotelaria, logística, mobilidade, cidades + de 500 cidades analisadas e
15 anos + de 700 projetos Segmentos: educação, saúde, imobiliário, varejo, hotelaria, logística, mobilidade, cidades + de 500 cidades analisadas e mapeadas Inteligência de Mercado e Soluções Estratégicas
Bairro Colégio é o sexto núcleo a participar da Capacitação
Bairro Colégio é o sexto núcleo a participar da Capacitação As oficinas do programa de Capacitação de Produtores Rurais de Ibiúna, projeto da SOS Itupararanga, chegaram ao Bairro Colégio. O objetivo é
SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente
SÍNTESE JUINA Aperfeiçoar mecanismos controle ambiental Meio Ambiente Instalação de viveiros de distribuição de mudas para o reflorestamento e matas ciliares Ampliar aceso aos programas de crédito de Capacitar
PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES
TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE SISTEMAS AGRO- FLORESTAIS 1. IDENTIFICAÇÃO DOS
Brasília, 28 de novembro de 2011. O que é o PPCerrado:
PPCerrado Brasília, 28 de novembro de 2011. 1 O que é o PPCerrado: É um Plano de Ação (tático-operacional) que reúne ações para a redução do desmatamento no Cerrado e a viabilização de alternativas de
Recursos Naturais e Biodiversidade
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 Florestas Gestão dos Recursos Hídricos Qualidade e Ocupação do Solo Proteção da Atmosfera e Qualidade
QUALIDADE AMBIENTAL EM BACIAS HIDROGRÁFICAS: o uso de indicadores ambientais para gestão de qualidade da água em Catalão (GO) Klayre Garcia PORTO
QUALIDADE AMBIENTAL EM BACIAS HIDROGRÁFICAS: o uso de indicadores ambientais para gestão de qualidade da água em Catalão (GO) Klayre Garcia PORTO Aluna do Programa de Pós-Graduação do Mestrado em Geografia
MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios
MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios Desafios do PMCMV Sustentabilidade, Perenidade e Imagem O sucesso do PMCMV depende da produção de moradias bem localizadas, servidas de infraestrutura,
MINUTA PROJETO DE LEI. Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima.
MINUTA PROJETO DE LEI Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima. A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei: Art. 1º. Esta Lei institui a Política
Gestão de Riscos no Brasil
Gestão de Riscos no Brasil Eduardo Soares de Macedo Géologo PROCESSOS CAUSADORES DE RISCOS NATURAIS Classificação COBRADE SEDEC-MI CATEGORIA GRUPO SUBGRUPO 1. Terremoto 1. GEOLÓGICO 2. Emanação vulcânica
BACIA HIDROGRÁFICA DO LAGO GUAÍBA
SERVIÇOS DE CONSULTORIA RELATIVOS AO PROCESSO DE PLANEJAMENTO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO LAGO GUAÍBA FASE C SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE Reunião Plenária 18 de março de 2014 Comissão de Acompanhamento DRH
Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento. Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva
Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva ESTRUTURA DE ORGANIZACIONAL DO PROGRAMA O esquema organizacional do Programa,
REVISÃO E ATUALIZAÇÃO
PREFEITURA DE SOROCABA 1ª AUDIÊNCIA PÚBLICA REVISÃO E ATUALIZAÇÃO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICOTERRITORIAL 1 OBJETIVO 1ª Audiência Pública APRESENTAÇÃO DAS PRINCIPAIS PROPOSTAS DE REVISÃO E ATUALIZAÇÃO
PESQUISA DE PERCEPÇÃO SMARTCITIES / CIDADES INTELIGENTES
21 262 Estados e o Distrito Federal 31 Respondentes Municípios 51 Secretários CIDADES CIDADES POPULAÇÃO Desafios das Cidades Segurança Pública 74% Saúde Trânsito Transporte público 50% 56% 55% Educação
O Pacto das Águas é uma ferramenta de:
O Pacto das Águas é uma ferramenta de: Construção de visão estratégica e consensual sobre os recursos hídricos no Ceará Envolvimento dos diversos atores (públicos e privados) na elaboração de um Plano
9.3 Descrição das ações nos Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário
171 9.3 Descrição das ações nos Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário Com a finalidade de alcançar os objetivos e metas estabelecidas no PMSB de Rio Pardo sugerem-se algumas ações,
ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA
ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA INTRODUÇÃO O presente Termo de Referência tem como objetivo
Unidades de conservação valorizando o patrimônio natural brasileiro
Unidades de conservação valorizando o patrimônio natural brasileiro Fábio França Silva Araújo Departamento de Áreas Protegidas Ministério do Meio Ambiente Unidades de conservação: Espaços territoriais
CONSULTORIA E SOLUÇÕES INTEGRADAS PARA GESTÃO INTELIGENTE DE REDES Julho 2015
CONSULTORIA E SOLUÇÕES INTEGRADAS PARA GESTÃO INTELIGENTE DE REDES Julho 2015 1 Sumário Quem Somos Produtos e Soluções Descrição do Produto Contato 2 Quem somos BRSIG é uma empresa de Gestão de Informações
LEI MUNICIPAL Nº 2.750/12 - DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012
LEI MUNICIPAL Nº 2.750/12 - DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012 Institui o Plano Municipal de Habitação de Interesse Social - PMHIS, e dá outras providências A CÂMARA MANICIPAL DE GOIATUBA, Estado de Goiás, APROVOU
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL PLANO AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL - PAS SECRETARIA DE POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL COORDENAÇÃO DE PLANEJAMENTO TERRITORIAL PLANO AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL - PAS Brasília, outubro/novembro de 2007 O QUE
MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA PANORAMA DO SANEAMENTO BÁSICO NO PAÍS
MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO 2007-2010 INFRA-ESTRUTURA SOCIAL E URBANA SANEAMENTO PANORAMA DO SANEAMENTO
Conferência do Desenvolvimento Rio de Janeiro
Conferência do Desenvolvimento Rio de Janeiro DIÁLOGO FEDERATIVO, GOVERNANÇA E PARTICIPAÇÃO SOCIAL Bernardo Abreu de Medeiros Contribuições: Constantino Mendes, Acir Almeida, Joana Alencar, Ronaldo Garcia,
PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH
PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH Objetivo Geral PROPOR PROGRAMAS, AÇÕES E ESTRATÉGIAS, INTERSETORIAIS E INTERINSTITUCIONAIS, VISANDO ASSEGURAR O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DOS USOS
Município de Colíder MT
Diagnóstico da Cobertura e Uso do Solo e das Áreas de Preservação Permanente Município de Colíder MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Julho de 2008 Introdução O município de Colíder está localizado
Joema Gonçalves de Alvarenga Secretária Executiva do CBH-Doce
Joema Gonçalves de Alvarenga Secretária Executiva do CBH-Doce A BACIA DO RIO DOCE 2 Características Gerais da Bacia do Rio Doce Área da bacia 86.715 km² Extensão do curso principal Aprox. 850 km População
Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico
Diretrizes para os Serviços Públicos de Saneamento Básico As competências constitucionais Competência para prestação de serviços públicos locais (CF, art. 30) Compete aos Municípios:... V - organizar e
Estruturando o SIG para fornecer suporte para elaboração e implantação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica
Estruturando o SIG para fornecer suporte para elaboração e implantação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica SIG Sistema de Informação Geográfica O SIG é um sistema de Informação
Regularização Fundiária de Unidades de Conservação Federais
Programa 0499 Parques do Brasil Objetivo Ampliar a conservação, no local, dos recursos genéticos e o manejo sustentável dos parques e áreas de proteção ambiental. Indicador(es) Taxa de proteção integral
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, para incentivar a dessalinização da água do mar e das
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA SECRETARIA DE MUNICÍPIO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA SECRETARIA DE MUNICÍPIO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL DE SANTA MARIA PLAMSAB
2ª etapa. Discussão aprofundada de cada uma das propostas aprovadas para o Plano no 7º Fórum de Saneamento. Grupos de Trabalho
7º Fórum de Saneamento e Meio Ambiente Grupos de Trabalho As propostas aprovadas são entendidas como desejos dos usuários que devem ser transformadas em diretrizes de gestão. Grupos de Trabalho 2ª etapa
PREFEITURA MUNICIPAL DE IRACEMA - RR
CNPJ:.6.8/00-67 Telefone: Página: 1 Exercício: DEMONSTRATIVO DA DESPESA POR ESTRUTURA E FUNÇÕES - (ANEXO 9 - LEI 43/64) Órgão: - CÂMARA MUNICIPAL DE IRACEMA LEGISLATIVA 435.000,00 0,000 AGRI TOTAL ÓRGÃO
LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR.
LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. (PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 18/01/2014 PÁG. 2 e 03)
Anexo 5.3 - presentação do
RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 5.3 - presentação do Plano Mestre e Plano Urbanístico Básico Os Planos
Subsecretaria de Captação de Recursos SUCAP/SEPLAN Secretaria de Planejamento e Orçamento do Distrito Federal SEPLAN Governo do Distrito Federal
Subsecretaria de Captação de Recursos SUCAP/SEPLAN Secretaria de Planejamento e Orçamento do Distrito Federal SEPLAN Governo do Distrito Federal TERMO DE REFERÊNCIA À SECRETARIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS
Ações de Gerenciamento Costeiro no Instituto Estadual do Ambiente
Ações de Gerenciamento Costeiro no Instituto Estadual do Ambiente Luiz Eduardo de S. Moraes Chefe do Serviço de Gerenciamento Costeiro Gerência de Instrumentos e Gestão do Território Instituto Estadual
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC. Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação.
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação. Avanços da Agricultura Brasileira. Passou de importador
O licenciamento ambiental de unidades de compostagem no Estado de São Paulo
Seminário: Compostagem na Cidade de São Paulo 10 de agosto de 2012 O licenciamento ambiental de unidades de compostagem no Estado de São Paulo Eng. Cristiano Kenji Iwai Divisão de Apoio ao Controle de
CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013
CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS Junho 2013 PROPÓSITO Aqui apresentamos o caminho para as empresas adotarem uma estratégia em adaptação às mudanças climáticas,
DIRETRIZES GERAIS PARA UM PLANO DE GOVERNO
DIRETRIZES GERAIS PARA UM PLANO DE GOVERNO Ações de Inclusão Social e de Combate à Pobreza Modelo Próprio de Desenvolvimento Infra-estrutura para o Desenvolvimento Descentralizado Transparência na Gestão
Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade
Ministério das Cidades SeMOB - Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade Porto Alegre RS Abril de 2015 Política
6. O Diagnóstico Rápido Participativo. 6.1 Aspectos teóricos. 6.2 Metodologia do Diagnóstico Participativo da bacia hidrográfica do rio Sesmaria
6. O Diagnóstico Rápido Participativo 6.1 Aspectos teóricos O Diagnóstico Rápido Participativo DRP é uma metodologia que permite o levantamento de informações e conhecimentos da realidade da comunidade
PLANEJAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGICO: Desafios para as Pequenas Empresas
PLANEJAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGICO: Desafios para as Pequenas Empresas Prof. Dr. Eduardo Trani Faculdade SENAC de Educação Ambiental Seminário de Resultados do Programa de Gestão Ambiental do SEBRAE-SP
Questão 13 Questão 14
Questão 13 Questão 14 Observe a paisagem da cidade do Rio de Janeiro para responder à questão. O mapa representa dois graves problemas ambientais no Brasil. Identifique-os seqüencialmente: Assinale a alternativa
7. PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES
7. PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES 7.1 Abastecimento de Água Como o prazo do convênio de gestão com a prestadora de serviços de abastecimento de água, a CASAN, tem o vencimento no mês de agosto de 2011, será
PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA OLINDA
LEI N 274/2013 Nova Olinda - TO, 23 de outubro de 2013 "Institui e cria o Fundo Municipal do Meio Ambiente - FMMA do Município de Nova Olinda -TO e dá outras providências." O PREFEITO MUNICIPAL DE NOVA
O retrato da água no Brasil na visão da Sociedade
O retrato da água no Brasil na visão da Sociedade Enfrentando a escassez da água O Dia da Água, instituído por resolução da assembleia das ONU em 22 de março de 1992, chama atenção da sociedade para a
Plano Municipal de Saneamento Básico - PMSB
Plano Municipal de Saneamento Básico - PMSB CRUZ CE Reunião de Planejamento ETAPA IV (Produto D) ETAPA V (Produto E) ETAPA VI (Produto F) ETAPA VIII (Produto H) ETAPAS DO PMSB ETAPA I (Produto A) - Formação
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE UNIDADE DE COORDENAÇÃO DO PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES
TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA A ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO II ENCONTRO PAULISTA DE BIODIVERSIDADE 1. IDENTIFICAÇÃO DO TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO: 23/2010 ÁREA
O que é a Convenção de Ramsar? Convenção de Zonas Úmidas de Importância Internacional
O que é a Convenção de Ramsar? Convenção de Zonas Úmidas de Importância Internacional (Ramsar, Irã, 1971) Missão: a conservação e o uso racional de todas as zonas úmidas por meio de ação local, regional
Ministério das Cidades Planejamento Urbano
Ministério das Cidades Planejamento Urbano Workshop Financiamento de Municípios - ABDE Rio de Janeiro 18 de julho de 2013 Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos Departamento de Políticas
POR AMOR A ILHÉUS COLIGAÇÃO: PP PMDB PC do B PSB PDT PR PHS PSL PTC PRB - PTB PSDB DEM PRP PRTB PTN
POR AMOR A ILHÉUS COLIGAÇÃO: PP PMDB PC do B PSB PDT PR PHS PSL PTC PRB - PTB PSDB DEM PRP PRTB PTN construindo PLANO DE GOVERNO (síntese) JABES RIBEIRO PREFEITO CACÁ VICE-PREFEITO ELEIÇÕES 2012 POR AMOR
O Plano Diretor como instrumento do Desenvolvimento dos Municípios Oficina 13 2º Congresso Pernambucano de Municípios
O Plano Diretor como instrumento do Desenvolvimento dos Municípios Oficina 13 2º Congresso Pernambucano de Municípios Área Técnica Planejamento Urbano e Habitação Confederação Nacional de Municípios (CNM)
GOVERNANÇA E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS A EXPERIÊNCIA DO PLANO PARDO. Por Dionei Minuzzi Delevati
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL GOVERNANÇA E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS A EXPERIÊNCIA DO PLANO PARDO Por Dionei Minuzzi Delevati Este trabalho procurou analisar a teoria de governança a no planejamento
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS
SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS PROGRAMA Nº - 034 Recuperação Geológica de Áreas de Risco Contenção de Encostas SUB-FUNÇÃO: 543 RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADAS Identificar áreas de risco; desenvolver projetos
Crise de água e segurança hídrica no Estado do Rio de Janeiro
Audiência Pública sobre Crise Hídrica Câmara dos Deputados Brasília-DF 12 de agosto de 2015 Crise de água e segurança hídrica no Estado do Rio de Janeiro Rosa Formiga Superintendente de Segurança Hídrica
Tabela 4. Plano Estratégico do Mosaico Central Fluminense
Tabela 4. Plano Estratégico do Mosaico Central Fluminense (As ações estão organizadas em ordem de prioridade (Prior.), de 1 a dentro de cada objetivo estratégico, sendo 1 as ações de maior prioridade e
ÁREA DO MEIO AMBIENTE E HABITAÇÃO E URBANISMO
PLANO GERAL DE ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO PARA O ANO DE 2008 ÁREA DO MEIO AMBIENTE E HABITAÇÃO E URBANISMO Controle e uso do solo urbano e rural: parcelamento irregular/clandestino
