FUNDAMENTOS DA ATUAÇÃO DO CBA
|
|
|
- Diego Bastos Henriques
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 O QUE É O CBA O CBA é um Centro Tecnológico, voltado para a promoção da inovação tecnológica a partir de processos e produtos da biodiversidade amazônica, por meio de: Ação integrada com universidades e centros de pesquisa do setor público e privado (Rede de Laboratórios Associados - RLA); Agregação de valor a produtos e a processos tecnológicos; Aumento da densidade tecnológica no setor industrial; Promoção de ambiente favorável à Inovação (serviços tecnológicos).
3 FUNDAMENTOS DA ATUAÇÃO DO CBA BIOTECNOLOGIA BIODIVERSIDADE BIOINDÚSTRIA
4 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA Área Total Construída: m2, contendo: 25 laboratórios para pesquisa e desenvolvimento 01 Central de Produção de Extratos 01 Planta Piloto de Processos Industriais 01 Incubadora de Empresas de Base Tecnológica 01 Biotério 01 Show Room (Museu) Áreas de Apoio ao Empreendedorismo e Gestão da Inovação
5 Administração
6 Alojamento
7 Junta A 6 laboratórios: Biologia Molecular e Microbiologia; 6 laboratórios para produtos finais Junta B - 4 laboratórios: Central Analítica Junta C - 4 laboratórios: Toxicologia e Farmacologia Biotério Junta D - 4 laboratórios: Fitoquímica e Cultura de Tecidos
8 Laboratório de Ressonância Magnética Planta de Processos Industriais Central de Produção de Extratos Incubadora de Empresas
9 BREVE HISTÓRICO Lançamento da pedra fundamental do CBA, no Distrito Industrial da SUFRAMA Criação do Programa Brasileiro de Ecologia Molecular para Uso Sustentável da Biodiversidade da Amazônia PROBEM Contrato de Gestão entre MMA e Bioamazônia para execução do PROBEM Dez Inauguração do prédio do CBA. Custo: a R$ milhões. A SUFRAMA participou com R$10,3 milhões (71%) e o MMA com R$4.138 (29%) Início do Projeto Estruturante, coordenado pela SUFRAMA
10 PROJETO ESTRUTURANTE 2003 e ( ) Objetivo Geral Criar as condições básicas para a operação do Centro de Biotecnologia da Amazônia CBA em Objetivos Específicos Plano de Ação: Balizar as ações prioritárias de curto e médio prazo para estruturação e implementação do CBA; Detalhamento do modelo organizacional: Estabelecimento da sistemática visando a integração da gestão técnicoadministrativa do CBA; Estruturação Básica: Aquisição e instalação de equipamentos, bancadas, vidraria, pequenas obras complementares, utilidades, reagentes; Seleção e Capacitação de Pessoal: Ênfase em capacitação de pessoal e organização de equipes técnicas.
11 PROJETO ESTRUTURANTE 2003 e ( ) Estratégia de Implantação Focos de atuação definidos: Fitocosméticos, Fitoterápicos, Produtos Alimentícios (nutracêuticos, sucos e extratos para bebidas não alcoólicas); Mobilização gradativa da infra-estrutura disponível no CBA.
12 AÇÕES 2004/2006 PITCE Inclusão do Centro de Biotecnologia da Amazônia como parte integrante da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Brasileira PITCE. A partir da inclusão na PITCE, derivaram os objetivos: Aprofundamento do Projeto Estruturante, visando a continuidade das ações de implementação do Centro. Início da operacionalização técnica, visando a execução das atividades-fim do CBA.
13 AÇÕES 2004/2006 PITCE Ações Estruturais Definição e implementação do modelo de gestão do CBA; Implantação da infra-estrutura básica do CBA; Organização e formalização da Rede de Laboratórios Associados (RLA); Atração, fixação e treinamento de recursos humanos; Implantação de sistemas de qualidade, visando à acreditação e credenciamento dos laboratórios do Centro.
14 AÇÕES 2004/2006 PITCE Operacionalização Técnica Implementação da produção de insumos de qualidade na Amazônia; Prestação de serviços às empresas; Desenvolvimento de produtos e processos junto às Empresas; Adaptação e desenvolv. de processos industriais; Acesso à biodiversidade amazônica. Criação do Núcleo de Informação do CBA. Criação do Núcleo de Elaboração e Gestão de Projetos.
15 ORGANIZAÇÃO DO CBA UNIDADES DA ÁREA TECNOLÓGICA A. Central analítica Dr. Massayoshi Yoshida 1. Espectroscopia (Operando) 2. Ressonância Magnética (RMN) (Operando) 3. Análises Físico-Químicas (Operando) B. Química de Produtos Naturais Dr. José Cabral 4. Fitoquímica (Operação em instalação provisória) 5. Cultura de Tecidos Vegetais (Operando em instalação provisória)
16 ORGANIZAÇÃO DO CBA UNIDADES DA ÁREA TECNOLÓGICA C. Microbiologia Dr. João Lucio de Azevedo 6. Microbiologia (Operando) 7. Fermentação (Inicio de Operação) D. Biologia Molecular Dr. Tetsuo Yamane 8. Bioquímica e Biologia Molecular (Início de operação) E. Farmacologia Dr. Antonio José Lapa 9. Experimentação Animal (Operando) 10. Farmacodinâmica I e Estudos Moleculares (Operando)
17 ORGANIZAÇÃO DO CBA UNIDADES DA ÁREA TECNOLÓGICA F. Produção de Extratos e Processos Industriais Dr. Alberto Arruda 11. Núcleo de Produção de Extratos (Operando) 12. Planta Piloto de Processos Industriais (Em implantação) UNIDADES DE APOIO i. Complexo de Descontaminação, Lavagem e Esterilização (Operando) ii. Biotério Vinculado à Farmacologia (Operação em instalação provisória)
18 ORGANIZAÇÃO DO CBA UNIDADES DA ÁREA DE NEGÓCIOS 1. Núcleo de Informação Biotecnológica Dra. Célia Simonetti a. Informação para Negócios (Operando) b. Informação Registrada (Operando) c. Gestão do Conhecimento (Operando) 2. Núcleo de Geração de Novos Negócios Mestre Ewerton Ferreira a. Incubadora de Negócios (Início de operação) b. Elaboração, Avaliação e Gestão de Projetos (Operando)
19 LABORATÓRIOS A SEREM IMPLANTADOS EM Preparação de amostras e Calibração 2.Microbiologia de Produtos Acabados 3.Cultura de Tecidos (Produção) 4. Cromatografia 5. Farmacologia
20 INVESTIMENTOS FONTES Valores Orçados % Valores Liberados % SUFRAMA ,67 67, ,67 69,18 MMA 5.064,69 8, ,22 9,46 MCT 8.084,68 13, ,00 9,83 FAPEAM 430,00 0,71 430,00 0,98 FINEP 1.172,23 1, ,23 2,68 EMPRESAS 4.593,68 7, ,68 7,87
21 OBRIGADO!
22 OPERACIONALIZAÇÃO TÉCNICA Implementação da produção de insumos de qualidade na Amazônia; Prestação de serviços às empresas; Desenvolvimento de produtos e processos junto às Empresas; Adaptação e desenvolvimento de processos industriais; Acesso à biodiversidade amazônica. << retornar
23 PLANO DE AÇÃO Identificar a demanda dos potenciais clientes do CBA e outras informações disponíveis; Identificar a oferta de tecnologias disponíveis nos institutos da região e em outros Estados; Elaborar diagnóstico prospectivo sobre as tendências tecnológicas e mercadológicas em área de atuação do CBA, visando mapear e validar tendências tecnológicas para os setores de interesse para o CBA; Levantamento de informações de natureza sócio-econômica, tais como: estudos de mercado; prioridades setoriais; planos governamentais relacionados com bioindústria, plataformas tecnológicas nos Estados etc. Definir metas de médio e longo prazo, programas e projetos prioritários. << retornar
24 DETALHAMENTO DO MODELO ORGANIZACIONAL Definir e implementar o modelo de gestão do CBA; Definir os processos e os sistemas de gestão administrativas do CBA; Estabelecer procedimentos institucionalizados para o CBA e para a RLA, relativos ao acesso e à propriedade do patrimônio genético nacional, de acordo com a legislação pertinente; Elaborar modelos de contratos de bioprospecção e termos de aquisição e transferência de material biológico que incluam elementos básicos para a discussão de direitos de propriedade intelectual e direitos e responsabilidades das partes contratantes, gestão da informação (sigilo), entre outros; Desenvolver sistema integrado de informação, para a gestão da aquisição (coleta) e processamento interno de amostras (dados), de acordo com exigências dos processos de tratamento e análise a serem implementados no CBA (Intranet operacional). << retornar
25 ESTRUTURAÇÃO BÁSICA Adequação da infra-estrutura física do CBA; Atração, fixação e treinamento de recursos humanos; Identificação, especificação, requisição de compra e acompanhamento da aquisição de novos equipamentos e acessórios para a operacionalização do CBA; Adequação dos laboratórios do CBA da primeira fase de implantação em termos de mobiliário, bancadas, vidrarias e reagentes. << retornar
26 OPERACIONALIZAÇÃO TÉCNICA (FASE PILOTO) Implementação da produção de insumos de qualidade na Amazônia; Prestação de serviços às empresas; Desenvolvimento de produtos e processos junto às Empresas; Adaptação e desenvolvimento de processos industriais; Acesso à biodiversidade amazônica. << retornar
27 CAPTAÇÃO DE PESSOAL ÁREA TÉCNICA Set a Nov/04 Jan a Mar/05 Mai a Ago/05 Quant. contratada Total acumulado Set a Out/05 Jan a Mar/06 Abr a Jun/06 Quant. contratada Total acumulado << retornar
28 PESSOAL Pessoal até junho 2006 TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS Pessoal Técnico e Laboratoristas 75 Incubadora e Núcleo de Informação 12 Pessoal administrativo Pessoal manutenção/segurança Total Pessoal até junho 2006 BOLSISTAS E NÃO BOLSISTAS Bolsas Implantadas (Previstas 101) 67 Pessoal Não Bolsista 75 Total 142 << retornar
29 Esterilização Processos Industriais Produção de Extratos Farmacologia/Biotério Central analítica Administração/Au ditório/núcleo de Informação Microbiologia/ Fermentação Fitoquímica/ Cultura de Tecidos Incubadora << retornar
30 Esterilização Processos Industriais Produção de Extratos Farmacologia/Biotério Central analítica Administração/Au ditório/núcleo de Informação Microbiologia/ Fermentação Fitoquímica/ Cultura de Tecidos Incubadora << retornar
31 PROJETO ESTRUTURANTE ( ) Parcerias Governo Federal Governos Estaduais da Amazônia Institutos de Pesquisa e Universidades Empresas Privadas Financiamento Governo Empresas
FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa
FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO Vânia Damiani Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa A Missão da FINEP Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil
Biotecnologia como Geração de Conhecimentos e Benefícios Ampliados. Foco:- Redes Fito e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos
Biotecnologia como Geração de Conhecimentos e Benefícios Ampliados Foco:- Redes Fito e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Wanderli Pedro Tadei [email protected] CENÁRIOS ATUAIS DA
Inovação no Complexo Industrial da Saúde
3º ENCONTRO NACIONAL DE INOVAÇÃO EM FÁRMACOS E MEDICAMENTOS Inovação no Complexo Industrial da Saúde Painel: Fomento, Preços, Compras e Encomendas São Paulo SP, 15 de setembro de 2009 FINEP Empresa pública
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 BASE LEGAL Lei nº 12.305/2010 - Decreto No. 7.404/2010 Lei nº 11.445/2007 - Política Federal
PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS NANOTECNOLOGIA
Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS NANOTECNOLOGIA Legenda: branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho =
Boa Tarde!!! Boas Vindas ao Café da Gestão. Planejamento Participativo para uma Gestão Democrática Um Estudo de Caso no Poder Executivo
Boa Tarde!!! Boas Vindas ao Planejamento Um Estudo Participativo de Caso no para Poder uma Executivo Gestão Democrática Marco Temporal: dezembro de 2002 METODOLOGIA UTILIZADA 1. Orientação Geral para o
Missão da FINEP inovação e a pesquisa científica e tecnológica mobilizando recursos financeiros integrando instrumentos
Missão da FINEP Promover e financiar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica em empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa e outras instituições públicas ou privadas,
1 Nome do Projeto Centro de Treinamento e Capacitação Corporativa. 2 Coordenador (a) Eng. Mec. Vinício Duarte Ferreira. 3 Gestor (a) 4 Programa
1 Nome do Projeto Centro de Treinamento e Capacitação Corporativa 2 Coordenador (a) Eng. Mec. Vinício Duarte Ferreira 3 Gestor (a) 4 Programa Eng. Agr. Flávio Henrique da Costa Bolzan Organização, Normas
Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 30, DE 26 DE JANEIRO DE 2016
Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 30, DE 26 DE JANEIRO DE 2016 Amplia o Programa Idiomas sem Fronteiras. O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o art.
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS GEO 01 01 Vaga
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS GEO 01 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para apoiar as ações do Programa Nacional de Crédito Fundiário
Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO
Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Itajubá/MG Fevereiro de 2012 Plano Anual de 2 de 11 Revisão 01 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1 OBJETIVO GERAL... 4 2
Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação
Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação Projeto Básico (pdf) A Gerência de Sistemas GESIS, da Gerência Geral de Gestão do Conhecimento e Documentação- GGCON, tem como objetivo Implantar
e a definição dos procedimentos. Sistema informatizado adequado à metodologia utilizada. Manual de procedimentos elaborado/atualizado.
ANEXO I CRONOGRAMA DE AÇÕES PARA IMPLEMENT AÇÃO DA CONT ABILIDADE APLICADA AO SET OR PÚBLICO PORTARIA STN n.º 753, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012 I - Reconhecimento,
Presidente da FINEP. Diretores da FINEP. Chefe de Gabinete da Presidência. Presidente da República. Vice-Presidente da República
POLÍTICA OPERACIONAL 2012-2014 Presidente da República Dilma Vana Rousseff Vice-Presidente da República Michel Temer Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação Marco Antonio Raupp Secretário
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
Arranjo Produtivo de Biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte
Arranjo Produtivo de Biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte Caracterização do APL Pioneirismo: Minas: sede da primeira empresa de base biotecnológica brasileira BIOBRÁS 1976. Empreendedorismo:
FINEP Financiadora de Estudos e Projetos
FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Workshop: Os Desafios para a Industria Nacional de Petróleo e Gás BNDES, Rio de Janeiro - RJ, 02 de julho de 2008 FINEP Empresa pública
Economia Criativa conceito
Economia Criativa conceito A Economia Criativa é um conceito ainda em desenvolvimento, que compreende a gestão da criatividade para gerar riquezas culturais, sociais e econômicas. Abrange os ciclos de
FONTES DE FOMENTO -FINANCIAMENTO PARA EMPRESAS NASCENTES
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DE RIBEIRÃO PRETO FONTES DE FOMENTO -FINANCIAMENTO PARA EMPRESAS NASCENTES PROFª DRª GECIANE PORTO [email protected] FONTES DE
Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info)
Programa 0465 Sociedade da Informação Objetivo Universalizar o acesso e a inclusão de todos os brasileiros na sociedade da informação Justificativa Público Alvo Produtores e usuários do conhecimento, empresas
Demonstrativo de Programas Temáticos Conferência Por Orgão - PPA 2016-2019. 2017 2018 2019 Total. Rio Grande do Norte 5 5 5 5 20
Orgão Programa 0008 - EDUCAÇÃO SUPERIOR E TECNOLÓGICA Objetivo 0307 - Fortalecer a política de ensino superior de graduação e pós-graduação, por meio da sua interiorização, do desenvolvimento da pesquisa,
É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios
É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios MÃOS À OBRA!!! Prefeito e Prefeita, seguem sugestões de Programas e Ações a serem inseridos
Propriedade Intelectual e Inovação: Proteção para a valorização do conhecimento. Manaus, 29 de Maio de 2012
Propriedade Intelectual e Inovação: Proteção para a valorização do conhecimento Manaus, 29 de Maio de 2012 Propriedade Intelectual= direito, outorgado pelo Estado por meio de leis específicas, por um prazo
implantação de um instituto de Biotecnologia MARINHA em Moçambique
implantação de um instituto de Biotecnologia MARINHA em Moçambique República de Moçambique MCT/CRCT-Sul Apresentado por: Alberto Jacob Matusse Maputo, Novembro 2012 tópicos 1. CONTEXTUALIZAÇÃO 2. DESIGNAÇÃO
Informações básicas. Programa Ensino Integral
Informações básicas Programa Ensino Integral Abril/2014 1) Premissas básicas do novo modelo de Ensino Integral O novo modelo de Ensino Integral pressupõe inovações em alguns componentes fundamentais da
PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA
Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA Legenda: Branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho =
Plano de Desenvolvimento do Arranjo Produtivo de Biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte
Plano de Desenvolvimento do Arranjo Produtivo de Biotecnologia da Região Metropolitana de Belo Horizonte CARACTERIZAÇÃO DO APL Pioneirismo: Minas: sede da primeira empresa de base biotecnológica brasileira
MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CÂMBIO &
MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CÂMBIO & 1 Tópicos: Ações da BM&FBOVESPA Principais Ações de Divulgação pela ABBI Interação da ABBI com o Mercado Plano de Ação da ABBI - Pesquisa junto as IFs, - Projeto Piloto,
Núcleo Regional de Coari -AM
Núcleo Regional de Coari -AM Fernando P. Mendonça, UFAM/Coari Programa de Pesquisa em Biodiversidade PPBio Amazônia Ocidental http://ppbio.inpa.gov.br Histórico Convite do Núcleo executor: Novembro/2009
1 Projeto de Gestão de Arquivos através da Prestadora de Serviços 1.1 CONSARQ Conservação de Arquivos LTDA
1 Projeto de Gestão de Arquivos através da Prestadora de Serviços 1.1 CONSARQ Conservação de Arquivos LTDA 1.2 Prestação de serviços na área de Gestão Documental: administração, guarda, restauração, organização,
Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte
Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Comitê Temático Investimento e Financiamento Diretoria de Micro e Pequenas Empresas setembro/2008 Agenda Atuação do BB no Segmento MPE Evolução
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/DIR/2013
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/DIR/2013 ESTABELECE AS NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA A CONCESSÃO DE BOLSAS DE PESQUISA PARA SERVIDORES DOCENTES, TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS E DISCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
Planejamento estratégico 2016-2019
Planejamento estratégico 2016-2019 Fortalecer as instituições e a qualidade dos serviços públicos para fortalecer a democracia e a competitividade. www.agendapublica.org.br 2 GOVERNANÇA PARA UM FUTURO
ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC
ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2010 SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO FINANCEIRA EM CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA. Contatos Luiz Augusto Gonçalves de
4º CONGRESSO SIMEPETRO
4º CONGRESSO SIMEPETRO POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS E LOGÍSTICA REVERSA Walter Françolin SINDIRREFINO - Agosto 2011 LEI nº 12.305 de 02 de Agosto de 2.010. institui a Política Nacional de Resíduos
Planejamento Estratégico da Rede QPC
Planejamento Estratégico da Rede QPC Projeto GERA AÇÃO FÓRUM QPC Vitória, 24 de outubro de 2006 O caminho... 1 o o ENCONTRO 24/nov/04 24/nov/04 Desafios e Oportunidades PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO LEVANTAMENTO
7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso
7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso Saiba como colocar o PINS em prática no agronegócio e explore suas melhores opções de atuação em rede. Quando uma empresa
O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:
www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA
PROPOSTA DE LEI SANITÁRIA PARA MUNICÍPIOS A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DO SUASA
PROPOSTA DE LEI SANITÁRIA PARA MUNICÍPIOS A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DO SUASA Sugestão elaborada pela equipe do Programa de Agroindústria do MDA: José Adelmar Batista Leomar Luiz Prezotto João Batista da
Núcleo de Capital Inovador. Estratégia de Inovação e Difusão Tecnológica
Núcleo de Capital Inovador Estratégia de Inovação e Difusão Tecnológica Anápolis cenário atual Segunda maior cidade do estado, com mais de 335 mil habitantes; 4,7 bilhões de reais de produto interno bruto,
Capacitação para o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia
Programa 0502 Amazônia Sustentável Objetivo Promover o desenvolvimento da Amazônia, mediante o uso sustentável de seus recursos naturais. Indicador(es) Número de Ações 9 Taxa de participação de produtos
Plano BrasilMaior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.
Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e
Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento. Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva
Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva ESTRUTURA DE ORGANIZACIONAL DO PROGRAMA O esquema organizacional do Programa,
Estrutura do PDI 2014-2018
APRESENTAÇÃO O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) além de constituir um requisito legal, tal como previsto no Artigo
Etapas para a preparação de um plano de negócios
1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: EMPREENDEDORISMO Turma: 5 ADN Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: O PLANO DE NEGÓCIO A necessidade de um plano de negócio
NOTA TÉCNICA FITOTERAPIA
NOTA TÉCNICA FITOTERAPIA A Portaria nº 1.686 de 16 de Outubro de 2009 da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia instituiu o Núcleo Estadual de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Núcleo FITOBAHIA com o
PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA
PROJETO APRESENTAÇÃO O projeto Escola de Fábrica é uma iniciativa do Governo Federal, através do e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, que pretende possibilitar a inclusão social de jovens
Dr. Carlos Alexandre Geyer. Diretor Presidente da ALANAC
Dr. Carlos Alexandre Geyer Diretor Presidente da ALANAC São Paulo, 01 de março de 2010 Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais Desde 1983 Laboratórios de Capital Nacional 36 FABRICANTES: Similar
PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL
PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular
Artigo 1.º. Âmbito e objeto
PROJETO DE REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA A SELEÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO E SUA INTEGRAÇÃO NO ROTEIRO NACIONAL DE INFRAESTRUTURAS DE INVESTIGAÇÃO DE INTERESSE ESTRATÉGICO Artigo 1.º
QUALINSTAL - 2013. Certificação das Empresas Instaladoras Ações ABEGÁS
Certificação das Empresas Instaladoras Ações ABEGÁS Ambiente da Distribuição de Gás no Brasil 1 - O Cenário da Capacitação de Mão de Obra (Maio 2008): 1.1 Qualificação uniformizada e certificação de profissionais:
GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA
GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA Apresentação Geral Brasília, Setembro de 2006 1 AGENDA ORIGEM E OBJETIVOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA NO MAPA PARTICIPANTES DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO FASES E CRONOGRAMA DO PROJETO
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Prof Leandra Silva
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Prof Leandra Silva Antecedentes Históricos Relatos milenares. Desde a antiguidade há um cuidado com preparo, emprego, conservação de produtos ou medicamentos;
ANÁLISE DE PROJETOS INDUSTRIAIS EM ZONAS DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÕES - ZPE INFORMAÇÕES BÁSICAS
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC CONSELHO NACIONAL DAS ZONAS DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO - CZPE Secretaria Executiva - SE ANÁLISE DE PROJETOS INDUSTRIAIS EM ZONAS
Frederico Cavalcanti Montenegro Diretor Presidente ITEP
Simpósio Polo Gesseiro do Araripe Potencidades Problemas e Soluções UFRPE 12 a 14 de agosto de 2014 Frederico Cavalcanti Montenegro Diretor Presidente ITEP Centro Tecnológico do Araripe CTA Rua Antônio
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim Dutos Onshore Gasoduto Pilar - Ipojuca 2 Gasoduto Pilar - Ipojuca Este duto tem origem
REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)
REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma
O PREFEITO MUNICIPAL Faz saber que a Câmara de Vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar.
Prefeitura Municipal de Novo Horizonte do Sul Estado de Mato Grosso do sul Poder Executivo Gabinete do Prefeito LEI COMPLEMENTAR Nº 033/2008 de 30 de Dezembro de 2008. DISPÕE SOBRE A ESTRUTURA ORGANO-
DELEGACIA REGIONAL TRIBUTÁRIA DE
Fatores válidos para recolhimento em 01/08/2016 JANEIRO 3,3714 3,2396 3,0166 2,8566 2,6932 2,5122 2,3076 2,1551 1,9790 1,8411 1,7203 1,5947 FEVEREIRO 3,3614 3,2158 3,0021 2,8464 2,6807 2,4939 2,2968 2,1429
L E I Nº 6.816, DE 25 DE JANEIRO DE 2006.
L E I Nº 6.816, DE 25 DE JANEIRO DE 2006. Dispõe sobre a reestruturação organizacional da Secretaria Executiva de Estado de Obras Públicas - SEOP e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO
O Inova Agro é parte do Plano Inova Empresa
O Inova Agro é parte do Plano Inova Empresa Orçamento de contratação 2013-14: R$ 32 bilhões............ Objetivos: Fomentar e apoiar planos de negócios de inovação, através do uso coordenado dos instrumentos
Estudos para Reorganização do Setor Elétrico
Programa 0276 Gestão da Política de Energia Objetivo Apoiar o planejamento, avaliação e controle dos programas na área de energia. Público Alvo Governo Ações Orçamentárias Indicador(es) Órgão(s) 32 - Ministério
Planejamento e Gestão Estratégica
Planejamento e Gestão Estratégica O Governo de Minas estabeleceu como um dos eixos norteadores da suas políticas públicas a eficiência na utilização dos recursos e a oferta de serviços com qualidade cada
Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters. Resposta à nova ambição económica
Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Resposta à nova ambição económica Resposta à nova ambição económica 02-07-2012 Novo Modelo para o Ecossistema
Monitoramento - PrevFogo - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Reno
O monitoramento de queimadas em imagens de satélites é útil para grandes áreas e regiões remotas sem meios intensivos de acompanhamento, como é o caso do Brasil. No monitoramento são utilizados todos os
Matriz Curricular. 1º Período Nome da disciplina
Matriz Curricular A grade curricular proposta para o Curso de Farmácia abrange três modalidades de disciplinas: disciplinas básicas, que serão comuns aos cursos de Bioquímica, Enfermagem e Medicina, disciplinas
APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO
APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO. OFICINA DA INOVAÇÃO Página 1 de 10 ÍNDICE DO PORTFOLIO Apresentação dos serviços da Oficina da Inovação... 3 Consultoria...
PLANO NACIONAL DE DANÇA
PLANO NACIONAL DE DANÇA I APRESENTAÇÃO II - DIRETRIZES E AÇÕES II HISTÓRICO DO SETOR NO PAÍS III DIAGNOSE DE POTENCIAL E PONTOS CRÍTICOS DO SETOR IV DADOS DO SETOR PARA O SISTEMA DE INFORMAÇÕES E INDICADORES
EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSA DE PÓS-DOUTORADO DO PROGRAMA PNPD/CAPES
1 EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSA DE PÓS-DOUTORADO DO PROGRAMA PNPD/CAPES O Programa de Pós-Graduação em Botânica da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) comunica a abertura de processo de seleção
