A produção e a vida na era globalizada Junho/2005
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- Simone Guimarães Pinto
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1 A produção e a vida na era globalizada Junho/2005 Clécia Rodrigues da Silva* Introdução O século XXI surge com novas formas de circulação de bens e consumo, a mundialização do capital, as novas formas de estruturação familiar e social e o que há de mais revolucionário na era tecnológica: a desmassificação dos meios de comunicação de massa. Todos esses fatores fazem do mundo uma grande aldeia global, tornando possível a interatividade entre os meios de comunicação e a projeção de novos rumos na área de trabalho, cultura e difusão de idéias. A era globalizada tornou o mundo ainda mais estreito, unindo pessoas dos mais diferentes espaços geográficos com menores distâncias de espaço e tempo. A vida das pessoas passa por grandes mudanças diante da convergência dos novos sinais digitais. O presente trabalho é o resultado de uma pesquisa sobre as formas de evolução da produção na era globalizada, assim como os avanços ocorridos na sociedade de um modo geral e nos meios de comunicação de massa. Uma pequena base histórica As diversas mudanças ocorridas na área de trabalho e produção de bens e serviços, passa por etapas importantes para a história da formação mundial. O que gera a cada passo uma reformulação nas áreas econômicas e sociais, que precisam adaptar-se ao momento histórico em que vivem. Essas etapas do crescimento da produção começam com a inovação do modo de trabalho agrícola passando pelos padrões industriais até chegar a tecnologia. Na antigüidade as pessoas viviam em grupos isolados e alimentavam-se da caça e da pesca, até surgir o que Toffler (1997) chama de primeira onda de mudanças a partir desse momento passa a surgir uma nova forma de vida que resulta na formação de aldeias e colônias que avançam o planeta no cultivo das terras e por fim numa revolução agrícola, que foi o primeiro ponto decisivo para o desenvolvimento de novos modos de vida. No século XVII, uma nova onda de mudanças inicia na Europa a Revolução Industrial. Essa nova fase da história troca as pequenas oficinas de artesãos pelas fábricas e o trabalho humano pelas novas máquinas. As formas de energia tradicionais (água, vento, força muscular) são substituídas pelo vapor e pela eletricidade. A produção do trabalho, que era feita de forma artesanal e manufatureira, passa a ser mecanizada e técnica. A primeira onda ainda não se tinha exaurido pelo fim do século XVII quando a revolução industrial irrompeu através da Europa e desencadeou a segunda grande onda de mudanças planetária. Esse novo processo a industrialização começou a marchar muito mais rapidamente através de nações e continentes. (TOFFLER, 1997, p. 27) Como toda revolução gera crises negativas, a Revolução Industrial também traz situações que põem em risco a vida do homem, ainda não condicionado às novas
2 mudanças. Essa nova fase do trabalho é marcada por condições precárias de higiene nas instalações das fábricas e pela exploração do trabalho humano. A carga horária de trabalho dentro das fábricas chega a ultrapassar 15 horas diárias e os salários são muito baixos. Mas os principais efeitos da Revolução Industrial causam impactos mundiais que se estendem até os dias atuais. É o caso da urbanização das cidades, a divisão do trabalho visando aumentar a produtividade industrial, os princípios de montagem e produção em série e principalmente o desenvolvimento dos transportes e dos meios de comunicação. A invenção do telegrafo e do navio a vapor, marcam o início do desenvolvimento que hoje tornam o mundo globalizado. Partindo dessas invenções nas áreas de transportes e comunicação, foram surgindo cada vez mais novos métodos de desenvolvimento tecnológico, a máquina fotográfica em 1939, o telefone em 1876 e o automóvel em 1885 são exemplos desse avanço que hoje interligam os espaços do globo. Mas foi a partir das primeiras descobertas em eletrônica que se pôde dar um salto para a nova base tecnológica mundial. A criação dos transistores, circuitos digitais, fibras óticas e satélites, possibilitam o processo de informações que podem ser instalados em todos os lugares. Esse é o resultado de uma terceira onda de mudanças. O uso dos chips, a criação da Internet, e as tecnologias de rede, agilizam cada vez mais o poder da comunicação e cada vez mais são responsáveis por uma nova era. A produção e a vida na era globalizada Atualmente a produção de bens e serviços cresce de maneira muito rápida, global e segmentada. Determinados produtos que antes eram produzidos de uma forma artesanal e direcionados a um público uniforme, hoje passam por uma produção em série e são direcionados a determinados tipos de mercado. As novas tecnologias na área industrial, de comunicação e transportes exercem um papel fundamental nesse processo, acelerando a produtividade e a distribuição e melhorando a qualidade da produção. A globalização da produção é o fenômeno pelo qual um determinado produto tem suas etapas de produção distribuídas numa espécie de cadeia em localizações geográficas distintas, esse produto final resulta de um processo que leve em consideração a lógica dos custos e também em termos ideais, a lógica da qualidade. (CÉSAR, 1997, p.140) A economia, parte fundamental nos processos de comercialização da produtividade, também passa por uma série de mudanças até se estruturar de maneira global. Essa nova estrutura do capital internacionalizado tornou possível a expansão contínua da nova economia, que teve início nos EUA durante a década de 1990 e rapidamente se espalhou pela Europa, Japão e Pacífico Asiático. A criação de mercados financeiros mundialmente integrados possibilitou a movimentação do capital em curto prazo. A globalização econômica completa só poderia acontecer com base nas novas tecnologias da comunicação e da informação. Os sistemas avançados de computação permitiam que novos e potentes modelos matemáticos administrassem produtos financeiros complexos e realizassem transações em alta velocidade. (CASTELLS, 2003, p.178)
3 A vida social e o mercado de trabalho também recebem os impactos da nova era tecnológica, as relações familiares, políticas, entre sexos, religiões, a conscientização ambiental e a evolução cultural, assim como os próprios conceitos sobre imagem pessoal, poder e identidade sofreram drásticas modificações. Nas empresas, as relações de trabalho apresentam uma nova forma estrutural com ênfase nas relações humanas, com influência dos movimentos de trabalhadores, a incorporação do sexo feminino no mercado de trabalho, a diversificação de tarefas e cargos e principalmente a propagação do inglês como língua comum e universal para comunicação humana. A despeito das diversidades civilizatórias, culturais, religiosas, lingüísticas, históricas, filosóficas, científicas, artísticas e outros, o inglês tem sido adotado como vulgata da globalização. Nos quatro cantos do mundo, esse idioma está no mercado e na mercadoria, na imprensa e na eletrônica, na prática e no pensamento, na nostalgia e na utopia. (IANNI, 1999, p.22) A nova sociedade tecnológica que passa a conviver com um mundo interligado através de sistemas, cria ainda novas formas e canais de comunicação. A informação na era digital não tem limites de tempo ou de espaço, tudo é virtual. A diversificação da mídia traz o fim de uma audiência de massa e cria uma nova forma interativa para a informação. A informação na era global O que dizer de um mundo interligado por um sistema de comunicação? É um mundo fora do espaço. A era da pós-informação, como denomina Negroponte (1995), é um uma era onde não há um determinado espaço geográfico para as diferentes tarefas da vida cotidiana. Fazer compras em um shopping center, encontrar uma pessoa especial, assistir a um filme, ouvir aquela música favorita, tudo pode ser realizado através de um simples clic no mouse do computador. As novas tecnologias permitem tudo isso e ainda uma realidade virtual que possibilita a satisfação dos sentidos humanos de quase, e por que não dizer, total. Do mesmo modo como o hipertexto remove a barreira da página impressa, a era da pós-informação vai remover as barreiras da geografia. A vida digital exigirá cada vez menos que você esteja num determinado lugar em determinada hora, a transmissão do próprio lugar vai começar a se tornar realidade. (NEGROPONTE, 1995, p.145) A produção da informação nessa nova era é recheada por técnicas que possibilitam ao espectador uma interação ao meio em que ela estiver inserida. Isso quer dizer que se a notícia está sendo transmitida por meios radiofônicos, televisivos ou jornais e revistas on-line, o espectador pode estabelecer uma interação com essa informação que está sendo recebida. Esses meios de comunicação podem ainda se misturar em um único ambiente e serem usados juntos. Essa mistura de áudio, vídeo e dados é chamada multimídia. (NEGROPONTE, 1995). Os meios de comunicação de massa que antes exerciam um poder sobre o consumidor, agora tendem a segmentar-se cada vez mais. Os jornais e revistas que antes dominavam a produção e o consumo da informação, começam a perder espaço para a televisão. Como aconteceu também com o rádio. Hoje a TV à cabo, o rádio pela Internet, e as revistas e jornais on-line roubam grandes audiências dos meios convencionais. A necessidade da informação cresceu de forma tão intensa, que até os eletroeletrônicos precisam ser produzidos com sistemas inteligentes que captem as principais
4 necessidades de seus usuários. É o exemplo dos aparelhos celulares que no momento em que realizam uma ligação apontam a localização geográfica do receptor. O futuro provável de todo e qualquer aparelho é transformar-se num PC reduzido ou incrementado. Uma das razões para que se caminhe nessa direção é tornar os aparelhos mais amigáveis, mais fáceis de usar e mais aplicativos. (NEGROPONTE, 1995, p.185) Mergulhados nessa nova forma mundial de produção de bens, serviços e informações, o homem que se desenvolve em meio aos sistemas digitais, se pergunta como seria possível a vida antes dessas pequenas invenções. As empresas de produção por sua vez, procuram criar cada vez mais possibilidades de sistemas cada vez mais modernos e criativos, o que torna possível um avanço cada vez mais satisfatório para o consumidor. E o futuro digital? A vida na era digital torna possível a interação das pessoas independente do espaço geográfico. Torna possível a diversificação da cultura, da sociedade e da economia e transforma a cada dia nosso mercado de trabalho. A formação do profissional de hoje exige cada vez mais habilidades e condições múltiplas para o desempenho das funções. O século XXI exige das nações que desejam desenvolve-se e entrar na era global uma série de mudanças em sua estrutura. Um país com altos índices de produção e comercialização mundial, com boas condições econômicas, educacionais e culturais e que consegue se sustentar com recursos próprios é considerado um país desenvolvido. Mas como ficam os países que ainda não conseguiram atingir esses pontos? Os avanços que possibilitam a formação de um mundo globalizado também geram situações negativas quando ficam fora do alcance. Alguns países no mundo atual ainda enfrentam altos índices de analfabetismo, altas taxas de desemprego e crises na área social, o que acarretam altos índices de violência urbana, alcoolismo entre outros. Assim como a terceira onda de mudanças eleva o sistema social e aumentam o custo de vida para níveis cada vez mais complexos, gera também em algumas parte do globo um colapso social. E como solucionar questões como estas que tendem a aumentar com o avanço cada vez mais freqüente da tecnologia? É também a mentalidade trazida por essa terceira onda definida por Toffler, que nos encoraja a buscar novas maneiras de criarmos o futuro. Não apenas para as áreas de produção, mas nas relações que envolvem o comportamento individual e social humano. Referências CASTELLS, Manoel. A Sociedade em Rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura Vol. I. Tradução de Roneide Venâncio Majer. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, TOFFLER, Alvin. A Terceira Onda. Tradução de João Távora, 22. ed. Rio de Janeiro: Record, NEGROPONTE, Nicolas. A Vida Digital. Tradução de Sérgio Tellaroli. São Paulo: Companhia das Letras, MORAIS, Dênis (Org.). Globalização Mídia e Cultura na Era Contemporânea. Campo Grande: Letra Livre, IANNI, Octávio. Teorias da Globa lização. 5. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.
5 *Clécia Rodrigues da Silva é aluna Concluinte do Curso de Comunicação Social da UFPB, Habilitação em Radialismo. Artigo produzido para a disciplina Pesquisa em Radialismo no período , ministrada pelo prof. Marcos Nicolau. Todos os direitos reservados:
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