OS CONTRATOS DE OPÇÃO
|
|
|
- Orlando da Silva Ribeiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 FINANCIAMENTO POR MEIO DE INSTRUMENTOS HÍBRIDOS 2 OS CONTRATOS DE OPÇÃO 1
2 3 OS CONTRATOS DE OPÇÃO CALL OPTIONS: contratos de opção de compra PUT OPTIONS: contratos de opção de venda O VALOR DA OPÇÃO 4 Valor (Prémio) Efectivo = Cotação na Bolsa Teórico = Valor Intrínseco + Valor Temporal 2
3 5 VALOR TEÓRICO call Valor Intrínseco valor da opção se exercida imediatamente PM > PE (PM-PE) PE) PM < PE put PM > PE PM < PE (PE-PM) PM) Valor Temporal probabilidade da opção ganhar valor intrínseco O VALOR DA OPÇÃO 6 V. Opção V. Opção V. Intr. Call V. Temp. 1 V. Intr PE 9 PM 5 V. Opção V. Opção Put V. Temp PE 7 9 PM 3
4 7 DETERMINANTES PRÉMIO preço o do activo base valor call valor put PE = PE = PM = : C = 100 PM = : C = 300 PM = : P = 100 PM = : P =250 preço o de exercício cio da opção valor call valor put PM = PM = PE = : C = 700 PE = : C = 200 PE = : P = 700 PE = : P = DETERMINANTES PRÉMIO taxa de juro valor call valor put 909,1 833,3 i = 10% i = 20% PE 1000 prazo de expiração valor call valor put? prazo exp. valor act. preço valor call valor put valor call valor put volatilidade do activo base valor call valor put 4
5 9 DETERMINANTES PRÉMIO Factores Preço do activo de base Preço de exercício Taxa de juro valor do call valor do put Prazo de expiração + + Volatilidade A PARIDADE PUT-CALL esta paridade equivale à seguinte expressão: PMercado + PUT = CALL + PE * e i*m Esta paridade diz-nos que uma acção mais uma opção put, equivale a deter um call sobre a acção mais um conjunto de obrigações sem risco. 5
6 11 MODELO BLACK-SCHOLES pressupostos básicosb activo de base acções não pagam dividendos preços: infinidade de valores distribuição normal mercados competitivos (agentes price-takers) inexistência de custos de transacção short-selling taxa de juro contínua nua (1 + i ) m e i * m continuidade VALOR DO CALL 12 C = PM N(d1) - PE e -im N(d2) PM = preço spot das acções N(.) = função de distribuição normal PE = preço de exercício do call m = duração da opção i = tx de juro isenta de risco (contínua) ln (PM/PE) + (i + σ 2 /2) m d1 = σ m 1/2 d2 = d1- σ * m 1/2 σ = desvio padrão do preço das acções 6
7 VALOR DO CALL 13 data de exercício PM PM > PE - PE C PM < PE 0 PM N(d1) PE e -im data anterior ao exercício C = probabilidade de exercício PM N(d1) - actualização do PE probabilidade da opção estar in-themoney na data de exercício PE e -im N(d2) PE e -im N(d2) 14 VALOR DO PUT P = PE e -im N(-d2) - PM N(-d1 d1) PM = preço spot das acções N(.) = função de distribuição normal PE = preço de exercício do put m = duração da opção i = tx de juro isenta de risco (contínua) d1 = d2 = d1-σ m 1/2 σ = desvio padrão do preço das acções ln (PM/PE) + (i + σ 2 /2) m σ m 1/2 C = PM N(d1) - PE e -im N(d2) 7
8 15 Exemplo: Call de Acções da PT activo de suporte acções PT cotação das acções (PM) 7,5 preço de exercício (PE) 8 tx juro anual (i) 4% (discr.) = 3,92%(cont.) maturidade (m) 3 m = 0,25 anos desvio padrão (σ) 20% C = PM N(d1) - PE e -im N(d2) d1 = ln (PM/PE) + (i + σ 2 /2) m σ m 1/2 ln (7,5/8 ) + (,0392*20% 2 /2)* 0,25 d1= = - 0, % * 0,25 1/2 16 Exemplo: Call de Acções da PT activo de suporte acções PT cotação das acções (PM) 7,5 preço de exercício (PE) 8 tx juro anual (i) 4%(discr.) = 3,92%(cont.) maturidade (m) 3 m = 0,25 anos desvio padrão (σ) 20% d1 = - 0,49739 C = PM N(d1) - PE e -im N(d2) d2 = d1 - σ m 1/2 = - 0, %*0,25 1/2 = - 0,59739 N(d1) = N(-0,49739) = 1 N(0,49739) = 1 0,6879 = 0,3121 N(d2) = N(-0,59739) = 1 N(0,59739) = 1 0,7224 = 0,2776 C = 7,5*0,3121-8*e 8*e 3,92%**0,25 *0,2776 C = 0,1416 8
9 17 Modelo B&S com dividendos C = PM N(d1) - PE e -im N(d2) P = PE e -im N(-d2) - PM N(-d1) D t e -i t D t e -i t D m D t e-iτ t 0 t t 1 T C = (PM - D t e -iτ ) N(d1) - PE e -im N(d2) P = PE e -im N(-d2) - (PM - D t e -iτ ) N(-d1) 18 OS WARRANTS 9
10 19 WARRANTS São opções de compra emitidas pela empresa que conferem ao seu detentor o direito de comprar acções da empresa a um preço pré-fixado em (ou até) determinada data; Distinguem-se das opções call (opções de mercado) Na emissão do warrant a empresa encaixa o respectivo prémio (preço de venda do warrant); Quando o warrant é exercido, é a empresa a encaixar o valor do preço de exercício e a emitir o corresponde número de novas acções. 20 WARRANTS Vamos supor que uma dada empresa: tem n acções emitidas; pretende emitir m warrants (cada um conferindo o direito à compra de q acções ao preço de exercício de k); Suponha que: V = Valor (de mercado) dos Capitais Próprios da empresa sem emissão de warrants (V = n*s); S = cotação de cada acção sem emissão de warrants Devem os detentores dos warrants exercer os mesmos? Sim, no caso de a cotação das acções da empresa após esse exercício (S ) for superior ao preço de exercício K (preço que os detentores dos warrants pagam pelas acções em caso de exercício). 10
11 21 WARRANTS Havendo exercício dos warrants: Detentores dos warrants recebem m*q acções Pagam pelas mesmas m*q*k As acções da empresa após exercício serão n + m*q Valor dos Capitais Próprios após exercício será de V + m*q*k FACTOR DE DILUIÇÃO λ = m*q / (n + m*q) 22 WARRANTS Valor das acções recebidas pelos detentores dos warrants: λ * (V + m*q*k) Valor dos warrants: λ * (V + m*q*k) - m*q*k Na data limite de exercício, o valor do warrant será Max [0; λ * (V + m*q*k) - m*q*k ] Ou reformulando λ * Max [0; (V - n*k ] 11
12 23 WARRANTS Diferença face à call tradicional: Consideração de um factor de diluição (λ); Warrant = λ * C Valor de cada warrant = m*q/(n + m*q) * C C: valor de uma call sobre as acções de uma empresa com o mesmo valor mas sem warrants Valor Obtido via aplicação de fórmula de B&S 24 São obrigações que podem ser convertidas num dado número pré-fixado de acções da empresa a partir de determinada data futura; São a combinação entre uma obrigação clássica e uma opção de compra Rácio de conversão = nº de acções por cada obrigação; Preço de conversão = valor nominal das obrigações/rácio de conversão; Valor de conversão: Valor da obrigação se convertida naquele momento; Ou seja, cotação da acção * rácio de conversão 12
13 25 O preço mínimo de uma obrigação convertível é o maior entre: Valor de conversão; Valor da obrigação clássica, isto é, ignorando a opção de conversão em acções. 26 Valor à data de vencimento: Conjugar valor da obrigação clássica (incorporando aqui a possibilidade de insolvência); Com valor de conversão (valor das obrigações convertíveis à data limite de exercício): V* se V* < F F se F < V* < F/λ λv* se V* > F/λ Com:» V*: valor dos activos da empresa à data de vencimento obrigações convertíveis;» λ: factor de diluição pela emissão convertíveis;» F: valor nominal das obrigações convertíveis;» F/λ: valor subjacente da obrigação clássica 13
14 27 Forma de emitir acções postcipadas no tempo; Podem não compensar exercer no momento actual, mas prevêem e dão sinal de possibilidade de apreciação futura do valor das acções da empresa; Condições de conversão são ajustadas se houver até à data de conversão: aumento de capital; incorporação de reservas, Etc. Só podem ser emitidas por sociedades com acções cotadas em mercado secundário de acções Ex: Portugal Telecom 28 Vantagens para o emitente: Consegue emitir com custos mais baixos face à emissão de dívida clássica; Possibilidade de emitir com preços de conversão acima de cotação actual das acções da empresa; Podem impor conversão forçada. Desvantagens para o emitente: Se existe conversão, transferência de riqueza dos accionistas para obrigacionistas (elimina a vantagem do cupão mais baixo); Se não houver possibilidade de reembolso antecipado, pode resultar em aumento do custo de capital da empresa. 14
15 29 Convertíveis vs Obrigações com warrants Convertíveis: com a conversão extingue-se a obrigação (transformação de Passivo em Capital Próprio); Com warrants: estes são destacáveis; são admitidos à cotação em separado; se exercício não determina extinção das obrigações emitidas pela empresa. 30 Análise crítica convertíveis: das motivações para emitir obrigações No mundo de MM é irrelevante em termos de valor: Obrigações convertíveis não são mais baratas; Cupão mais baixo reflecte apenas valor da opção de conversão. Mercados imperfeitos: Obrigações convertíveis permitem atenuar conflitos entre accionistas e obrigacionistas Dificuldade de avaliar risco da dívida Receios de aumento de risco de projectos de investimento por aumento de nível de endividamento 15
16 31 Obrigações convertíveis permitem atenuar underpricing resultante das assimetrias de informação: Emissão de obrigações convertíveis acompanhadas por reacções menos negativos do mercado Retornos anormais: -2,1% vs -3,14% Adiamento da emissão de acções Empresa detém uma call sobre as obrigações convertíveis» Série de call prices definidos à priori» Obrigacionista converte ou vende as obrigações à empresa» Diminui o valor da obrigação convertível Esta amortização antecipada ( chamada ) pode resultar em conversão forçada se valor de conversão > preço de conversão» Possibilidade de emitir capital» Alteração de estrutura de capitais 32 Na prática, a conversão não é óptima (maximizar valor dos accionistas, minimizar o valor de conversão) nem forçada Porquê? Reacção negativa do mercado à conversão forçada Resultado: Obrigacionistas acabarão por não converter, mas antes aceitar a amortização antecipada das obrigações; O call só é exercido quando as acções se vendem no mercado a um prémio de mais de 20% sobre o call price da obrigação Vantagem como adiamento de emissão de acções se conversão for voluntária 16
17 33 Conversão forçada Capped call Avaliação: Obrigação clássica (+) valor da call da obrigação convertível (k1) (-) valor da call da empresa (k2) Vantagem como adiamento de emissão de acções se conversão for voluntária 17
Academia de Warrants. 2. Warrants (Plain Vanilla)
Academia de Warrants 2. Warrants (Plain Vanilla) 1. Warrants (Plain Vanilla) Sumário Executivo 1. Definição 2. Motivos para investir em Warrants 3. Valorização de Warrants 4. Estratégias 1 1. Warrants
Academia de Warrants. 3. Turbo Warrants
Academia de Warrants 3. Turbo Warrants Sumário Executivo 1. Definição 2. Tipos de Warrants 3. Turbo Warrants 4. Como negociar - Direct Trade 1/281 Sumário Executivo 1. Definição 2. Tipos de Warrants 3.
. VALORES MOBILIÁRIOS
. VALORES 2.. V MOBILIÁRIOS 2. Valores Mobiliários O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos
Objectivo. Ephi-ciência Financeira Principios de Avaliação de Opções. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação
Principios de Avaliação de Opções Objectivo Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação João Cantiga Esteves Senior Partner 1 ACTIVOS FINANCEIROS DERIVADOS Perfis de Resultados
PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
EMPRESA DE SEGUROS Santander Totta Seguros, Companhia de Seguros de Vida S.A., com Sede na Rua da Mesquita, nº 6 - Torre A - 2º - 1070 238 Lisboa, Portugal (pertence ao Grupo Santander). A Santander Totta
Fontes de Financiamento. Fontes de Financiamento
Publicação Nº 4-29 Setembro 2010 Fontes de Financiamento PONTOS DE INTERESSE: Fontes de Financiamento Capital Alheio Capitais Próprios Copyright DecisionMaster 2001-2010 As Fontes de Financiamento designam
Produtos e Mercados de Dívida
Produtos e Mercados de Dívida Raquel M. Gaspar Sérgio F. Silva 1 Parte II Derivados de Taxas de Juro 2 Raquel M. Gaspar/ Sérgio F. Silva PARTE II Derivados de Taxas de Juro 1. Swaps, Fras s e Futuros sobre
Objectivo. Ephi-ciência Financeira Tópicos Avançados sobre Opções -III. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação
Tópicos Avançados sobre Opções -III Objectivo Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação João Cantiga Esteves Senior Partner 1 ACTIVOS FINANCEIROS DERIVADOS MODELO BLACK-SCHOLES
Prazos: 0.3479 anos 1 anos 3 anos 4 anos Taxas: 2.837% 3% 3.5% 3.75% Valor de cotação
CASO 1 O quadro seguinte apresenta algumas taxas de juro spot (efectivas anuais; ACT/ACT) estimadas para a settlement date de 7/Fev/07, com base numa amostra de obrigações do Tesouro Português (preços
ANEXO I DESRECONHECIMENTO
ANEXO I DESRECONHECIMENTO Parte 1 - Enquadramento 1. As instituições devem considerar na avaliação de desreconhecimento dos títulos os requisitos abaixo indicados. 2. Para efeitos do número anterior, as
Banco Best 2009. Best Trading Pro Opções de Forex Eduardo Ricou, 13 de Abril de 2010
Banco Best 2009 Best Trading Pro Opções de Forex Eduardo Ricou, 13 de Abril de 2010 Banco Best Best Trading Pro Aviso O presente documento foi preparado pelo Banco BEST com o objectivo de informar os leitores
Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.
Advertências ao Investidor Os riscos do, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Risco de perda total ou parcial do capital investido
Academia de Warrants. 4. Turbo Warrants Parte 2, Inline Warrants e mais
Academia de Warrants 4. Turbo Warrants Parte 2, Inline Warrants e mais Sumário Executivo 1. Turbo Warrants - Parte 2 2. Inline Warrants 3. Como investir 1/281 Sumário Executivo 1. Turbo Warrants - Parte
DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
DOCUMENTO INFORMATIVO (RECTIFICAÇÃO) BES CRESCIMENTO OUTUBRO 2009 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Advertências ao investidor: 100% do capital investido garantido na maturidade Remuneração não garantida Possibilidade
Objectivo. Ephi-ciência Financeira. Introdução aos Produtos Derivados. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação
Introdução aos Produtos Derivados Objectivo Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação João Cantiga Esteves Senior Partner ACTIVOS FINANCEIROS DERIVADOS Introdução às Opções
DOCUMENTO INFORMATIVO EUR NOTES BES 3 ANOS TELECOMS PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
DOCUMENTO INFORMATIVO EUR NOTES BES 3 ANOS TELECOMS PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Advertências ao investidor: Remuneração não garantida Impossibilidade de reembolso antecipado por parte do Investidor Informação
Academia de Warrants. 6. Factor Certificates
Academia de Warrants 6. Factor Certificates Factor Certificates - Sumário Executivo 1. Introdução 2. Definição 3. Exemplos 4. Mecanismo de protecção 5. Como negociar Academia de Warrants 6. Factor Certificates
Défice Orçamental e Dívida Pública
MACROECONOMIA I Aula 4.Nov.2003 > A restrição orçamental do Governo > Visualização gráfica (apenas gráfica) dos efeitos de financiamentos por emissão de moeda dos défices orçamentais. >Défices e Dívida
B. Qualidade de Crédito dos Investimentos das Empresas de Seguros e dos Fundos de Pensões. 1. Introdução. 2. Âmbito
B. Qualidade de Crédito dos Investimentos das Empresas de Seguros e dos Fundos de Pensões 1. Introdução A mensuração, mitigação e controlo do nível de risco assumido pelos investidores institucionais (e
1. FINANCIAMENTO A MÉDIO E LONGO PRAZO
1. FINANCIAMENTO A MÉDIO E LONGO PRAZO Finanças II Ano Lectivo 2005/06 Turma TP1 Ricardo Valente 1 Introdução Decisões de financiamento Captação de fundos para financiar actividade corrente, projectos
GLOSSÁRIO. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários 39
GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que
DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I
DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90 EMISSOR : Ministério das Finanças DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I PÁGINAS DO DR : 1808 a 1810 Decreto-Lei n.º 125/90, de 16 de Abril
PARTE I ESCOLHA MÚLTIPLA
- SOLUÇÕES - 1 PARTE I ESCOLHA MÚLTIPLA 1. Considere os seguintes elementos A empresa XPTO adquiriu 80% da empresa Beta em 30.06.2003 por 300k. A empresa mãe manteve as suas reservas estáveis nos últimos
Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos.
GLOSSÁRIO Activo subjacente: activo que serve de base a outros instrumentos financeiros, como sejam os futuros, as opções e os warrants autónomos. Assembleia geral: órgão das sociedades anónimas em que
Gestão Financeira de Organizações
Gestão Financeira de Organizações Módulo 7 - Custo de Capital e Estrutura de Capital Prof. Luiz Antonio Campagnac e-mail: [email protected] Livro Texto Administração Financeira: princípios, fundamentos
Capítulo 9: Análise de Projectos de Investimento. 9.1. A dimensão temporal e o cálculo financeiro
Capítulo 9: Análise de Projectos de Investimento Conteúdo Temático 1. A dimensão temporal e o cálculo financeiro 2. Critérios de análise da rendibilidade de projectos de investimento 9.1. A dimensão temporal
Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão
Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a
Os riscos do INVESTIMENTO ACTIVO MAIS, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.
Breve Descrição do produto O é um produto financeiro complexo composto por 50% do investimento num Depósito a Prazo a 180 dias, não renovável, com uma taxa de juro de 4% (TANB Taxa Anual Nominal Bruta),
Documento Informativo. Obrigações db Double Chance Europe. - Obrigações relativas ao Índice DJ Euro Stoxx 50 - Produto Financeiro Complexo
Documento Informativo Obrigações db Double Chance Europe - Obrigações relativas ao Índice DJ Euro Stoxx 50 - ISIN: XS0464427177 Produto Financeiro Complexo 1. Produto As Obrigações relativas ao Índice
Conceitos básicos de negociação em Obrigações
Conceitos básicos de negociação em Obrigações N.º 808 10 20 20 [email protected] www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Obrigação: título representativo de uma fração da dívida/passivo
Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (184 dias), não mobilizável antecipadamente.
Designação Classificação Depósito Indexado EUR/USD No Touch II Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (184 dias), não mobilizável antecipadamente.
Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015
Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 O NOVO BANCO vem prestar alguns esclarecimentos que considera úteis para o preenchimento da declaração Modelo 3 de IRS, tomando por base a informação
CC- 1 INTRODUÇÃO AO CUSTO DE CAPITAL
CC- 1 INTRODUÇÃO AO CUSTO DE CAPITAL Estimação de Taxas de Desconto Custo do Capital (1) CC- 2! Custo do capital próprio: " Remuneração exigida pelos titulares de capitais próprios, tendo em consideração
CFDs sobre acções CFDs sobre Índices. CFD s. Contracts for Difference
CFDs sobre acções CFDs sobre Índices CFD s Contracts for Difference Introdução Caracteristicas O que são? 1 Vantagens 1 Alavancagem Flexibilidade Outras vantagens 2 Exposição mínima Inexistência de Liquidação
Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow
Análise de Projectos ESAPL / IPVC Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow A necessidade do Cash Flow Sempre que um investimento possa ter uma incidência significativa sobre o sistema de produção
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las PFC Valorização PSI 20 Entidade Emitente:
Conheça as principais características dos TDC:
Título de Dívida Conversível Crowd Investor Aporte de até R$25.000,00 O Título de Dívida Conversível é o instrumento jurídico que formaliza o investimento na empresa. Trata-se de um título de médio a longo
Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO
Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO Ao abrigo do número 1, do artigo 10º, do Decreto-Lei nº 59/2009 de 14 de Dezembro, que estabelece o regime Jurídico dos Bilhetes do Tesouro (BT),
Academia de Warrants. 1. Introdução ao mundo dos Warrants
Academia de Warrants 1. Introdução ao mundo dos Warrants 1. Introdução ao mundo dos Warrants Sumário Executivo 1. Definição 2. Tipos de Warrants 3. Motivos para investir em Warrants 4. O Emitente 5. Como
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os
AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS GUIA DO INVESTIDOR
AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS GUIA DO INVESTIDOR Banco de Cabo Verde AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS Guia do Investidor Banco de Cabo Verde Ficha Técnica Título: Guia
SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado)
CONDIÇÕES GERAIS SOLUÇÕES CAPITALIZAÇÃO SEGURO UNIT LINKED CA INVESTIMENTO -1ª SÉRIE (Não Normalizado) 1 CONDIÇÕES GERAIS DA APÓLICE CA Investimento 1ª Série (Não Normalizado) SEGURO INDIVIDUAL Cláusula
Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste.
LICENCIATURA EM ECONOMIA MACROECONOMIA II LEC 206 (2006-2007) Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Duração: 60 minutos Não é permitida qualquer forma de consulta. Os telemóveis
Norma contabilística e de relato financeiro 27
Norma contabilística e de relato financeiro 27 Instrumentos financeiros Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base as Normas Internacionais de Contabilidade IAS 32 Instrumentos Financeiros:
PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO. BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes
Advertências ao investidor: PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO BES PORTUGAL DEZEMBRO 2011-2014 NOTES Credit Linked Notes Risco de perda total ou parcial do capital investido em caso de Evento
BANCO SANTANDER TOTTA, SA 20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES)
20.1. Linhas de crédito e contas correntes [Empréstimos a taxa variável] Linha PME Crescimento 2015 Euribor a 6 meses + Spread 2,700% a 4,300% Entre 2,611% e 4,254% Prazo Máximo: 4 anos (inclui possibilidade
AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS
AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS Banco de Cabo Verde O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades,
Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso
Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso Esta Norma Interpretativa decorre da NCRF 12 - Imparidade de Activos. Sempre que na presente norma existam remissões
Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados
Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3
Renda Fixa Debêntures. Renda Fixa. Debênture
Renda Fixa Debênture O produto A debênture é um investimento em renda fixa. Trata-se de um título de dívida que gera um direito de crédito ao investidor. Ou seja, o mesmo terá direito a receber uma remuneração
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II EXAME FINAL
CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Cristina Neto de Carvalho Gioconda Magalhães Data: 30 de Junho de 2007 Sílvia Cortês Duração: 2 horas e 30 minutos Joana Peralta Sofia Pereira Luiz Ribeiro EXAME
Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO. Instituição Financeira Bancária TABELA DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 03 de Dezembro 2015
Preçário BANCO PRIVADO ATLANTICO Instituição Financeira Bancária TABELA DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 03 de Dezembro 2015 O Preçário pode ser consultado nos balcões e locais de atendimento
Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Av. Fontes Pereira de Melo, 14 10º -1050-121 Lisboa Capital Social: 118.332.445 Euros - NIPC e Mat. na C.R.C. de Lisboa sob
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações
Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA. TABELA DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 17 de Junho 2016
Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA TABELA DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário pode ser consultado nos balcões e locais de atendimento ao público do Banco Millennium
Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha
Programa FINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar
PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO
PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO DOCUMENTO INFORMATIVO Capital Garantido Brasil 2015 Notes ( Brasil 2015 Notes ) a emitir pelo Espirito Santo Investment p.l.c. ao abrigo do seu 2,500,000,000 Euro Medium Term
SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta
SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta Estrada de Alfragide, nº 67, Amadora Capital Social: 169.764.398 Euros sob o número único de matrícula e de pessoa colectiva 503 219 886 COMUNICADO
Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida
Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida 1. Algumas reflexões sobre solvência e solidez financeira Para podermos compreender o que se entende por solvência,
As Letras Gregas. Exemplo. Posição Coberta e Descoberta. Prf. José Fajardo FGV-EBAPE
As Prf. José Fajardo FGV-EBAPE Exemplo Um Banco há vendido por $300,000 uma Call Européia em 100.000 unidades de um ativo que não paga dividendos S 0 = 49, X = 50, r = 5%, σ = 20%, T = 20 semanas, µ =
Preçário. Caixa Central de Crédito Agricola Mútuo e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo
Preçário CAIXA CENTRAL - CAIXA CENTRAL DE CRÉDITO AGRICOLA MÚTUO, CRL E CAIXAS DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DO SISTEMA INTEGRADO DO CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO Caixa Central de Crédito Agricola Mútuo e Caixas
Prospecto Informativo Depósito Dual Energia Europa BBVA
Prospecto Informativo Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de risco Produto financeiro complexo Depósito Dual O é um depósito dual a 3
SEGURO MILLENNIUM TRIMESTRAL 2013 8 ANOS 2ª SÉRIE (NÃO NORMALIZADO)
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. SEGURO MILLENNIUM TRIMESTRAL 2013
FOLHETO DE TAXAS DE JURO
FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares Outros clientes 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 CONTAS DE DEPÓSITO 17.1. Depósitos à Ordem 19.1. Depósitos à Ordem 17.2. Depósitos a Prazo 19.2. Depósitos a Prazo
Autoridade Bancária e de Pagamentos de Timor-Leste
Autoridade Bancária e de Pagamentos de Timor-Leste Banking and Payments Authority of Timor-Leste Av a Bispo Medeiros, PO Box 59, Dili, Timor-Leste Tel. (670) 3 313 718, Fax. (670) 3 313 716 Briefing Paper
Os valores mobiliários que fazem parte de uma mesma emissão conferem aos seus titulares os mesmos direitos e deveres.
VALORES MOBILIÁRIOS O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos e deveres, podendo ser comprados
Departamento de Informática. Análise de Decisão. Métodos Quantitativos LEI 2006/2007. Susana Nascimento [email protected].
Departamento de Informática Análise de Decisão Métodos Quantitativos LEI 26/27 Susana Nascimento [email protected] Advertência Autores João Moura Pires ([email protected]) Susana Nascimento ([email protected])
ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA
ANTE-PROPOSTA DE DECRETO-LEI VALORES MOBILIÁRIOS DE ESTRUTURA DERIVADA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei aplica-se aos seguintes valores mobiliários de estrutura derivada:
OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão
1 / 5 OBRIGAÇÕES DE CAIXA FNB Remuneração Garantida 2006 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Prospecto Informativo da Emissão As obrigações de caixa FNB Remuneração Garantida 2006 são um Instrumento
PAECPE. Criação do Próprio Emprego
PAECPE Criação do Próprio Emprego Portal dos Incentivos Jan 2015 Índice 1 Apresentação do Tema... 2 1.1 Enquadramento... 2 2 Crédito com Garantia e Bonificação da Taxa de Juro... 2 2.1 Objetivo... 2 2.2
Economia II. A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS. Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes. Setembro 2007
Economia II A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes Setembro 2007 1 A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS Equações de Comportamento
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS
Prospecto Informativo Invest Índices Mundiais (Ser. 11/1)
Prospecto Informativo Invest Índices Mundiais (Ser. 11/1) Abril de 2011 Designação: Invest Índices Mundiais (Ser. 11/1). Classificação: Caracterização do Produto: Garantia de Capital: Garantia de Remuneração:
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
BiG Alocação Fundo Autónomo: BiG Alocação Dinâmica Todos os Investimentos têm risco Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal Advertências
ANÁLISE DE INDICADORES FINANCEIROS E A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINANCEIRO
ANÁLISE DE INDICADORES FINANCEIROS E A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINANCEIRO Potenciais interessados na análise Sócios/acionistas: extraem da análise das demonstrações financeiras os dados necessários para
Módulo 3. Arbitragem e Valorização de Contratos de Futuros.
Módulo 3 Arbitragem e Valorização de Contratos de Futuros. Arbitragem - Definição V(0)=0 e V(t,ω)>0, para todos ω Investimento Inicial = 0 e Ganho > 0 Certo! Preço a Futuro - Definição Preço a Futuro de
Indicadores de Risco Macroeconômico no Brasil
Indicadores de Risco Macroeconômico no Brasil Julho de 2005 Risco Macroeconômico 2 Introdução: Risco Financeiro e Macroeconômico Um dos conceitos fundamentais na área financeira é o de risco, que normalmente
Crédito Habitação BPI - Ficha de Informação Geral
Crédito Habitação BPI - Ficha de Informação Geral Mutuante Banco BPI, S.A. Sede: Rua Tenente Valadim, 284 4100-476 PORTO Sociedade Aberta, Capital Social 1.293.063.324,98, matriculada na CRCP sob o número
ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE
ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE! O que é Necessidade de Capital de Giro (NCG)! Como se determina a NCG! Reclassificação das contas do Ativo e Passivo Circulante! Causas das variações da NCG Autores: Francisco
BPI MONETÁRIO CURTO PRAZO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO ABERTO
BPI MONETÁRIO CURTO PRAZO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO ABERTO Demonstrações Financeiras em 31 de Dezembro de 2010 acompanhadas do Relatório de Auditoria BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Activo Mais-
Paridades. Paridade do Poder de Compra
Paridades De poder de compra e de juros 1 Paridade do Poder de Compra a paridade do poder de compra (purchasing power parity ou PPP) reflete o custo de uma cesta de bens em dois países nas suas respectivas
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais
LICENCIATURA EM GESTÃO TESTE 10.01.2006 VERSÃO A
OBSERVAÇÕES: (i) A duração da prova é de 2 horas; (ii) Não é permitida a consulta de quaisquer elementos, nem são prestados quaisquer esclarecimentos; (iii) Responda ao Grupo I na tabela constante desta
INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época
NOVA SCHOOL OF BUSINESS AND ECONOMICS INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época Ana Balcão Reis 28 de Junho de 2012 Inácia Pimentel João Miguel Silva Duração Total: 2h15m I ( 9 val) Nos exercícios seguintes
O mercado de bens CAPÍTULO 3. Olivier Blanchard Pearson Education. 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard
O mercado de bens Olivier Blanchard Pearson Education CAPÍTULO 3 3.1 A composição do PIB A composição do PIB Consumo (C) são os bens e serviços adquiridos pelos consumidores. Investimento (I), às vezes
DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha a. Proposta de
PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, xxx SEC (2010) xxx final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha a Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU
3.3.2 Discount fluxo de caixa livre (DCF: Discounted Cash Flow) 3.3.3. Valor acrescentado económico (EVA: Economic Value Added-Abordagem)
Valorizar Empresas 1. Introdução 2. Porquê avaliar uma empresa? 3. Métodos de avaliação da empresa 3,1 Métodos Clássicos 3.1.1 Método de valor substancial 3.1.2 descontando lucros 3,2 Métodos Mistos 3.2.1
Contabilidade II (LEC110)
Contabilidade II (LEC110) IV. Consolidação de contas III. Consolidação de Contas 1. Perímetro de consolidação 1º ANO ANO LECTIVO 7/8 1. Perímetro de Consolidação A definição do perímetro de consolidação
A POLITICA DE DIVIDENDOS E OUTROS PAYOUTS ESTV-IPV
A POLITICA DE DIVIDENDOS E OUTROS PAYOUTS ESTV-IPV Sumário Diferentes Tipos de Dividendos O Modelo de Distribuição de Dividendos O caso da Irrelevância da Política de Dividendos Recompra de Acções e Ampliações
Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria
Sumário 1 Introdução... 1 2 Instrumentos Financeiros e Conceitos Correlatos... 2 3 Classificação e Avaliação de Instrumentos Financeiros... 4 4 Exemplos s Financeiros Disponíveis para Venda... 7 4.1 Exemplo
