INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (IDEC)
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- Mirella da Conceição Castilho
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1 CONTRIBUIÇO ES PARA A CONSULTA PU BLICA: MARCO REGULATO RIO DAS TELECOMUNICAÇO ES NO BRASIL INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (IDEC) Pá giná 1
2 Sumário Esse documento ápresentá á opiniá o do Instituto Brásileiro de Defesá do Consumidor com reláçá o á consultá pu blicá sobre reformá do márco reguláto rio de telecomunicáço es proposto pelo Ministe rio dás Comunicáço es em dezembro de Em síntese, o Idec árgumentá: Que á Internet de bándá lárgá sejá considerádá serviço essenciál e que o reguládor mántenhá os objetivos de universálizáçá o/mássificáçá o, modicidáde tárifá riá/preço e continuidáde, independentemente do uso dá mánutençá o do regime pu blico ; Que os instrumentos reguláto rios voltádos á metás de quálidáde devem considerár á táxá de judiciálizáçá o de conflitos como indicádor de báixá quálidáde, unificándo ás páutás de ácesso e quálidáde do serviço de Internet e respeito áos direitos dos consumidores; Que á ámpliáçá o dá bándá lárgá ná telefoniá mo vel deve ser ácompánhádá de instrumentos de simplificáçá o dás refere nciás dos serviços cobrádos nás contás, tál como ocorreu no sistemá finánceiro; Que ás metás e áço es de universálizáçá o dos serviços de telecomunicáçá o devem átingir regio es e locálidádes onde táis serviços ná o forám entregues, especiálmente fávelás e comunidádes perife ricás; Que o processo de consultá pu blicá deve pássár por umá segundá etápá, onde álternátivás reguláto riás possíveis sejám discutidás em detálhes e de modo tránspárente pelo governo ántes de propor reformás dá LGT. Pá giná 2
3 Introdução Em novembro de 2015, o Ministe rio dás Comunicáço es ánunciou um processo de consultá pu blicá párá criáçá o de um novo márco reguláto rio párá telecomunicáço es com enfoque ná tránsiçá o dá telefoniá fixá párá á Internet de bándá lárgá. O prázo dádo pelo governo foi de 30 diás, álgo contestádo pelo Instituto Brásileiro de Defesá do Consumidor e entidádes dá cámpánhá Banda Larga É Um Direito Seu. Apo s reunio es em Brásíliá com o Ministe rio dás Comunicáço es e cámpánhás lánçádás pelás entidádes dá sociedáde civil por máis prázo, o governo ámpliou á consultá por máis tre s semánás, encerrándo-á em 15 de janeiro de O conteu do deste reláto rio e á reproduçá o integrál dás contribuiço es feitás pelo Idec por meio dá plátáformá Participa.br, 1 onde ocorreu virtuálmente á consultá pu blicá. O texto está dividido em cinco pártes (ou blocos), conforme divisá o propostá pelo governo. A estruturá do texto deste documento repete o formáto proposto ná consultá de perguntás e respostás. O posicionámento do Idec e fruto de discusso es dá equipe te cnicá de telecomunicáço es com ás ONGs dá cámpánhá Banda Larga é Um Direito Seu, bem como debátes com o Grupo de Trábálho em Telecomunicáço es dá Secretáriá Nácionál do Consumidor, do quál o Idec fáz párte desde Ráfáel A. F. Zánáttá, pesquisádor de telecomunicáço es e direitos digitáis do Idec, foi o responsá vel por orgánizár ás contribuiço es do instituto. 1 Pá giná 3
4 BLOCO 1 Considerando a forte demanda social pela expansão dos serviços de banda larga, qual deveria ser o foco da política pública, seja em regime público ou em regime privado, em relação a banda larga fixa, banda larga móvel, redes de transporte e redes de acesso? A reguláçá o dás telecomunicáço es com enfoque em Internet de bándá lárgá deve ter como metá primordiál gárántir ácesso universál de quálidáde á Internet párá todos os cidádá os, tendo em consideráçá o os desenvolvimentos te cnicos de estruturá de rede. Ná o há necessidáde de determinár um conceito fixo de banda larga, pois á determináçá o do que e lento ou rá pido depende de condiço es gerádás por inováço es que produzem máior cápácidáde de trocá de dádos por diferentes tecnologiás. Se á Internet e considerádá essenciál párá o exercício dá cidádániá no Brásil, como reconhecido ná Lei /2014 (Márco Civil dá Internet), entá o o desáfio do governo consiste em gárántir á expánsá o dá infráestruturá junto áo setor privádo, á prestáçá o de serviços de provisá o de ácesso á Internet sem lesá o áo Co digo de Defesá do Consumidor e á cálibrágem de incentivos áo setor privádo, por meio de instrumentos reguláto rios, párá dirimir desiguáldádes produzidás por fátores socioecono micos e geográ ficos. Sá o vá riás ás rázo es que justificám o objetivo de universálizáçá o dá Internet de bándá lárgá: á hábilidáde de competiçá o de umá náçá o em um ámbiente globál econo mico, o incentivo á párticipáçá o cívicá e políticá e, o áumento dá quálidáde de vidá dos cidádá os (Guláti & Yáles, 2011: 2). O problemá dos páíses em desenvolvimento e á concentráçá o dos investimentos privádos em páíses de áltá rendá e o áumento do fosso digitál globál em bándá lárgá, tál como álertádo por reláto rios produzidos pelá UNCTAD (2009) e pelá Uniá o Internácionál de Telecomunicáço es (2010). Páíses em desenvolvimento como o Brásil precisám de um pácote de instrumentos reguláto rios distinto dáquele usádo por páíses áfluentes economicámente. A políticá brásileirá deve ser pensádá á pártir dás estruturás econo micás e sociáis locáis. Pá giná 4
5 Em umá perspectivá consumeristá, os problemás reguláto rios relácionám-se áo modo como táis serviços sá o prestádos áos consumidores. Em um levántámento conduzido pelá Consumers International em 2012, identificou-se que os problemás de prestáçá o de serviços de Internet de bándá lárgá sá o: (i) á velocidáde dá Internet gerálmente e menor do que ofertádo, e muitás vezes e imprevisível; (ii) o custo excessivo do ácesso á Internet em locáis que ná o sá o bem servidos por provedores de bándá lárgá em competiçá o; e (iii) ás empresás sá o ineficázes áo solucionár problemás denunciádos por consumidores (Málcolm & Corless, 2012: 75-76). No Brásil, táis problemás está o evidenciádos pelos dádos dá Secretáriá Nácionál do Consumidor. As empresás de telecomunicáço es sá o ás máis reclámádás e denunciádás por propágándá engánosá, álteráçá o uniláterál de contráto e cobránçás indevidás. Párá o Idec, o foco centrál dá políticá deve ser á construçá o de um regime reguláto rio de serviço essenciál que gárántá o ácesso á bándá lárgá de quálidáde, tál como energiá e á guá. A responsábilidáde de prover táis serviços bá sicos e do Estádo, que pode fázer por meio de entidádes pu blicás, mistás, cooperátivás e comunitá riás, ále m do modelo dominánte de provisá o por meio de outorgá, gárántindo que empresás privádás ofereçám tál serviço. A provisá o dos serviços deve átender áos crite rios de (i) universálidáde, (ii) responsábilidáde, (iii) ácessibilidáde, (iv) continuidáde, (v) quálidáde, (vi) eficie nciá, (vii) modicidáde tárifá riá, (viii) coberturá ábrángente, (ix) gárántiá dos direitos dos consumidores e (x) párticipáçá o sociál. Táis crite rios já forám ádotádos por páíses como Bolíviá, que os conságrou no Artigo 20 de suá Constituiçá o. A políticá de bándá lárgá ná o pode estár desálinhádá com umá políticá de inclusá o universál. 2 A políticá deve ter, pelo menos, quátro focos: 2 O Me xico, em suá reformá constitucionál de 2015, incluiu umá normá constitucionál sobre o ássunto, estábelecendo que ás telecomunicáço es sá o considerádás serviços pu blicos de interesse gerál e, portánto, o Estádo deve gárántir que eles sejám oferecidos em condiço es competitivás, com quálidáde, plurálidáde, coberturá universál, interconexá o, converge nciá, continuidáde, livre ácesso e sem interfere nciá árbitrá riá (Artigo 6, B, II) Pá giná 5
6 1. Utilizár instrumentos reguláto rios párá estimulár investimento privádo e gárántir infráestruturá párá continuidáde deste serviço essenciál; 2. Reduzir desiguáldádes regionáis e gárántir o ácesso á Internet bándá lárgá nos locáis onde há menos interesse de investimento e menor concentráçá o de rendá, hármonizándo o desenvolvimento do setor com ás metás de desenvolvimento sociál do páís (Art. 2º, V, Lei 9.472/1997); 3. Gárántir que ás mátrizes reguláto riás dá telefoniá fixá (universálizáçá o, continuidáde e modicidáde tárifá riá) sejám reádáptádás párá o serviço essenciál de bándá lárgá e complementádás por elementos de áferiçá o do respeito áos direitos dos consumidores; 4. Estimulár o empreendedorismo privádo, por meio do estímulo á provedores de Internet de pequeno porte, e estímulo áo empreendedorismo sociál e solidá rio, por meio de ápoio á redes comunitá riás de Internet. Há, áindá, á necessidáde de sepárár á políticá párá ofertá de ácesso (foco 4) dá políticá párá ofertá de tránsporte (foco 1). Haveria necessidade de separar a política pública para oferta de acesso e de transporte? De que maneira? Sim. O Idec ácompánhá o entendimento firmádo pelás orgánizáço es em torno dá Campanha Banda Larga é um Direito Seu, 3 no sentido de sepáráçá o dos instrumentos reguláto rios voltádos á s redes de tránsporte (e ofertá de cápácidáde no átácádo) dos instrumentos voltádos á s redes de ácesso (e ofertá do serviço áo usuá rio finál). Nesse sentido, o Idec reforçá o posicionámento dá cámpánhá tál como sintetizádo pelo Intervozes: á concessá o seriá reálizádá á pártir dá licitáçá o dá infráestruturá de rede reversível dás concesso es de telefoniá fixá, bem como de subsídios pu blicos colocádos á 3 Pá giná 6
7 disposiçá o com báse em equilíbrio econo mico-finánceiro previámente definido. Aindá, integráriám o contráto de concessá o: metás de universálizáçá o dás redes de tránsporte em fibrá o ticá e controle do preço do link no átácádo párá gárántir suá competividáde (á pártir de pleno gerál previsto periodicámente). Os bens indispensá veis á prestáçá o desse serviço, sejá os constántes dá licitáçá o iniciál, sejá os construídos/ádquiridos posteriormente como párte dá concessá o, seriám reversíveis por forçá dá gárántiá dá continuidáde do serviço e do cárá ter estráte gico dessás redes párá ás comunicáço es do páís 4. O reguládor deve rejeitár ás propostás de simplificáçá o do processo de licenciámento com á ádoçá o de umá estruturá de áutorizáçá o gerál que reduzá o nu mero de licençás párá serviços de telecomunicáço es, tál como feitá por determinádás empresás privádás finánciádás por cápitál estrángeiro. Se existe preocupáçá o em simplificáçá o dá reguláçá o párá ácesso, gárántindo ámbiente de nego cios fávorá veis á competiçá o entre provedores de ácesso de pequeno porte e ná o reversibilidáde dos bens, o mesmo ná o se áplicá áo modelo de reguláçá o párá átácádo, que envolve investimento em backhaul e estruturá de rede indispensá vel áo páís. E preciso áprofundár está discussá o em um segundo momento, considerándo á complexidáde dos instrumentos reguláto rios que o Estádo pode utilizár e ás questo es estráte gicás ligádás áo controle dá infráestruturá de Internet bándá lárgá, que podem ficár nás má os poucos grupos econo micos, gerándo efeitos perversos de controle de mercádo e áumento de preços diánte dá impossibilidáde do Estádo de extinguir contrátos de outorgá e prosseguir com á continuidáde e mánutençá o dos serviços de telecomunicáço es. 4 Intervozes, Contribuição do Coletivo Intervozes para a Revisão do Modelo de Prestação do Serviço de Telecomunicações, 2016, p. 5. Pá giná 7
8 Considerando que o SCM e o SMP, serviços de suporte à banda larga, são hoje prestados em regime privado, qual deve ser a intensidade da atuação regulatória sobre esses serviços no cenário de atualização do modelo? Os reguládores devem enfrentár o discurso ádotádo pelás empresás de telecomunicáço es ná Cártá de Brásíliá, de ágosto de 2015, documento que evidenciá á estráte giá dos grándes átores de desregulámentár ás telecomunicáço es no Brásil e implementár um modelo de interfere nciá mínimá do Estádo, ápelándo párá um contexto de crise econo micá e dificuldáde de investimento. Os mecánismos de outorgá, sejá o contráto de concessá o, sejá á reguláçá o por leilá o e contrátos, devem conter instrumentos reguláto rios de gárántiá dá quálidáde dá bándá lárgá, especiálmente á proveniente de conexo es mo veis, considerándo á expánsá o do mercádo de smártphones. Reiterámos que á provisá o dos serviços deve átender áos crite rios de universálidáde, ácessibilidáde, continuidáde, quálidáde, eficie nciá, modicidáde tárifá riá, coberturá ábrángente, gárántiá dos direitos dos consumidores e párticipáçá o sociál. O Idec entende que ná o há necessidáde de mánutençá o dá dicotomiá regime pu blico/regime privádo se houver um exercício de criáçá o institucionál de um regime de serviço essenciál párá Internet bándá lárgá, sejá elá fixá ou mo vel. Com reláçá o á intensidáde reguláto riá, cáso hájá mánutençá o dos regimes dá LGT, entendemos que os leilo es de espectro de rádiofreque nciá párá exploráçá o dá Internet mo vel devem conter metás de ámpliáçá o dá coberturá, gárántiá de estábilidáde do sinál 3G e 4G e penálizáçá o por desconexo es ou reduçá o dá quálidáde do sinál. E importánte lembrár que, de ácordo com dádos dá OpenSignal, 5 o Brásil áindá ápresente enorme de ficit de investimento em tecnologiás 3G e 4G. Existe támbe m umá necessidáde de cálibrágem reguláto riá párá investimento e ámpliáçá o dessás tecnologiás no interior, 5 Pá giná 8
9 considerándo ás dispáridádes de quálidáde de sinál entre cápitáis e cidádes do interior, que concentrám gránde dá populáçá o brásileirá. As máiores cidádes do interior do Brásil, segundo dádos dá OpenSignals, áindá ápresentám quálidáde de sinál (2G, 3G e 4G) inferior que á me diá mundiál: Cámpinás (-20%), Ribeirá o Preto (-42%), Uberlá ndiá (-6%), Sorocábá (-27%), Feirá de Sántáná (-27%), Joinville (-25%). Diánte dos níveis álármántes de violáçá o dos direitos dos consumidores e dá má prestáçá o do serviço de telecomunicáço es no Brásil, e importánte que á reguláçá o por leilá o támbe m incluá á (i) quántidáde de denu nciás peránte á Anátel, Procons e Senácon e (ii) nível de litigiosidáde contrá á empresá outorgádá como crite rios de áferiçá o de metás de quálidáde. Em outrás pálávrás, e possível tornár á reguláçá o máis sofisticádá e incluir á proteçá o do consumidor como umá váriá vel-cháve párá cumprimento de metás de quálidáde álgo áindá ná o feito no Brásil. Quais incentivos devem ser estabelecidos para a atuação de pequenos provedores e para o estímulo a investimentos em banda larga? E importánte que o governo pense no estímulo áos pequenos provedores como estráte giá de áumento de competiçá o e incentivo á preços báixos, ácessíveis á populáçá o brásileirá. Em um modelo de sepáráçá o entre políticá de bándá lárgá no átácádo e bándá lárgá no várejo, á cárgá reguláto riá seriá menor no u ltimo cáso, tendo em vistá á necessidáde de incentivár o investimento privádo de báixá escálá, que difere do modelo de nego cios de tránsporte, operádo por grándes empresás multinácionáis. Como destácádo pelo Intervozes, com á existe nciá de concessioná riás de bándá lárgá no átácádo, com áltá cápácidáde de rede á disposiçá o e link reguládo, já existiriám condiço es máis fávorá veis áos pequenos provedores. Os incentivos finánceiros á táis provedores podem ser de duás ordens: por meio de linhás de finánciámento pu blico párá construçá o e operáçá o de redes de u ltimá milhá ou por meio de álocáçá o de Pá giná 9
10 recursos do FUST párá regio es com de ficit de investimento privádo e problemás estruturáis de ofertá. O incentivo á bándá lárgá támbe m deve considerár estráte giás de incentivo á redes comunitá riás ou mesh networks, como existente em regio es do interior dá Espánhá e dá Itá liá. Isso envolve umá políticá de incentivo á comprá de máteriáis párá Internet rá dio (ántenás e infráestruturá bá sicá) e álocáçá o de espectro de rádiofreque nciá párá redes comunitá riás. O STFC (telefonia fixa) continua, em todo ou em parte, caracterizando-se como serviço cuja universalização deve ser assegurada pelo Estado? No caso de encerramento do contrato de concessão, quais metas de universalização da telefonia fixa deveriam ser preservadas? A universálizáçá o dá telefoniá fixá ná o está completá, ápesár do sucesso dás metás de universálizáçá o definidás ápo s Como destácádo pelá SOCICOM, cercá de 40% dos láres brásileiros ná o tem ácesso á umá linhá de telefone fixo. Ná o importám os motivos, importá e que párá se áfirmár que o serviço está universálizádo, ele deveriá estár presente em, pelo menos, 90% dos láres brásileiros. O entrávo jurídico que motivá o encerrámento dos contrátos de concessá o ná o envolve ás metás de universálizáçá o, más sim o problemá histo rico dá má definiçá o do rol de bens reversíveis o que gerou um problemá de plánejámento párá o Estádo e párá ás empresás concessioná riás do STFC. Como demonstrádo pelá Anátel, ás metás dos TUPs sá o obsoletás diánte dá poucá utilizáçá o dá telefoniá fixá em muitás regio es do Brásil. No entánto, o Estádo ná o deve ignorár o fáto de que muitás regio es e comunidádes (ribeirinhás, cáiçárás, indígenás, márginálizádás) ná o possuem infráestruturá em telecomunicáço es e áindá dependem Pá giná 10
11 do esforço do Estádo párá determináçá o de obrigáço es de investimento párá o setor privádo, mesmo que ná o lucrátivo. O Idec entende que e preciso incluir e fázer com que máis pessoás sejám consumidorás dá telefoniá fixá, enquánto ná o houver infráestruturá de Internet bándá lárgá. A política pública deveria abranger o território nacional de maneira uniforme, ou deveria ser focada nas áreas não competitivas e não atrativas? E fálsá á dicotomiá entre políticá nácionál e políticá focádá regionálmente. A políticá reguláto riá de telecomunicáço es e definidá em termos nácionáis. Os instrumentos reguláto rios de reduçá o de desiguáldáde regionál, como ás obrigáço es de investimento em regio es do Norte por empresás outorgádás pelá exploráçá o comerciál de telecomunicáço es ná regiá o Sudeste, fázem párte dá cáixá de ferrámentás que o reguládor tem em má os párá modelár o comportámento de indivíduos e orgánizáço es. A Lei Gerál de Telecomunicáço es define no ártigo 2º que o Poder Pu blico tem o dever de criár condiço es párá que o desenvolvimento do setor sejá hármo nico com ás metás de desenvolvimento sociál do Páís. A concepçá o de desenvolvimento sociál do Brásil, de ácordo com á Constituiçá o Federál, envolve gárántir o desenvolvimento nácionál e errádicár á pobrezá e á márginálizáçá o e reduzir ás desiguáldádes sociáis e regionáis (Art. 3º, CF). Umá leiturá conjuntá dos objetivos dá Repu blicá e dá LGT ná o deixá du vidás de que o combáte á s desiguáldádes regionáis e umá dás metás nácionáis. A Fundáçá o Lehmánn ápontá corretámente os problemás de desiguáldáde regionál no investimento em infráestruturá e telecomunicáço es no Brásil: áindá e gránde o de ficit de infráestruturá e de ofertá de serviços de quálidáde em diversás regio es do páís, em Pá giná 11
12 gerál distántes dos grándes centros urbános. Mesmo nás máiores cidádes, há regio es com báixá ofertá e, consequ entemente, preços máis elevádos e serviços de báixá quálidáde. Dessá formá, o páís deve possuir um modelo de desenvolvimento nessás regio es que combine obrigáço es de concessioná riás e/ou empresás com poder de mercádo com outrás políticás complementáres de desenvolvimento de infráestruturá e de áumento dá ofertá, utilizándo instrumentos complementáres em párceriá com o setor pu blico e privádo. Essá visá o dá Fundáçá o Lehmánn e reforçádá por dádos dá Age nciá Nácionál de Telecomunicáço es e empresás de consultoriá do setor. O Idec entende que o Brásil deve evitár á criáçá o de um fosso digitál interno, permitindo regio es áltámente equipádás com infráestruturá e Internet de áltá velocidáde e regio es pobremente equipádás, com Internet de báixíssimá quálidáde e pouco investimento privádo. O reguládor tem em má os umá se rie de instrumentos párá utilizáçá o, como subsídios cruzádos, obrigáço es de investimento átreládás á contrátos e áte mesmo utilizáçá o de recursos do FUST, umá vez modificádá á legisláçá o do fundo. * BLOCO 2 O conceito de universalização deve ser alterado a fim de abranger serviços essenciais, independentemente de seu regime (público ou privado) de prestação, tais como os serviços de suporte à banda larga? O Idec firmou entendimento junto áos membros do Grupo de Telecomunicáço es dá Secretáriá Nácionál de Telecomunicáço es de que á bándá lárgá deve ser trátádá á pártir de suá essenciálidáde e ná o á pártir de umá cápituláçá o jurídico-legál (Pu blico vs. Privádo /Concessá o vs. Autorizáçá o), dádo á essenciálidáde do serviço e o dinámismo dá evoluçá o tecnolo gicá pro priá do setor. Pá giná 12
13 Diánte dá discussá o sobre mánutençá o ou álteráçá o dos regimes pu blico e/ou privádo de exploráçá o dos serviços de telecomunicáçá o, e máis importánte á mánutençá o dos objetivos de mássificáçá o dos serviços e ámpliáçá o do seu ácesso pelos brásileiros do que á náturezá jurídicá ná quál eles será o enquádrádos. Párá os membros integrántes do Grupo de Trábálho Consumo e Telecomunicáço es do SNDC á roupágem legál ou instrumento contrátuál utilizádo e menos relevánte desde que sejá gárántido o ácesso concreto á serviços de telecomunicáço es que respondám á umá demándá reál do consumidor e que existám formás párá que o Estádo condicione o cumprimento de metás de mássificáçá o dos serviços pelás operádorás que os explorám. O Idec entende que o conceito de universálizáçá o e importánte substánciálmente. Sendo chámádo de mássificáçá o ou de universálizáçá o, o que importá e criár metás de obrigáçá o párá o setor privádo párá que o direito de exploráçá o econo micá de um serviço de interesse pu blico áltámente lucrátivo (e esse setor certámente e!) sejá contrábálánceádo por condutás ná o motivás áo lucro, como o oferecimento do serviço de bándá lárgá párá regio es pobres e sem densidáde populácionál semelhánte áos grándes centros, como Sá o Páulo. A universálizáçá o deve ser pensádá ná o somente como um serviço, más támbe m como á expánsá o dás redes de nová geráçá o, no mercádo de ácesso e tránsporte. É desejável que os recursos do fundo de universalização sejam destinados exclusivamente a cobrir a parcela do custo exclusivamente atribuível ao cumprimento das obrigações de universalização de prestadora de serviço de telecomunicações, que não possa ser recuperada com a exploração eficiente do serviço, ou seria preferível expandir seu escopo para outras hipóteses? Pá giná 13
14 O problemá do FUST no Brásil envolve umá se rie de questo es jurídicás; impásses entre TCU, governo e Anátel; e o contingenciámento do fundo párá questo es orçámentá riás e estábilizáçá o finánceirá. Um por cento de todá contá de serviço de telecomunicáço es págá no páís e destinádo áo FUST, somándo bilho es de reáis que está o contingenciádos e que ná o forám utilizádos párá efetivámente "universálizár ás telecomunicáço es". Isso porque o FUST so pode ser usádo párá ámpliár o ácesso dá populáçá o á serviços prestádos em regime pu blico (STFC). Dáí á necessidáde de repensár á legisláçá o deste fundo párá que táis recursos possám ser utilizádos párá ámpliáçá o dá Internet bándá lárgá fixá e bándá lárgá mo vel. Isso, no entánto, envolve definir quál será o regime jurídico dá prestáçá o do serviço de bándá lárgá no Brásil e se ás obrigáço es de universálizáçá o será o recriádás no modelo de serviços essenciáis que o Idec defende. O Idec entende que á discussá o sobre o FUST foi mál formuládá por está consultá pu blicá, ignorándo ás dezenás de projetos de lei que já pretendem modificár á moldurá jurídicá desse fundo. Párá um debáte pu blico robusto, o ideál seriá que o Ministe rio dás Comunicáço es tivesse prepárádo um estudo compárátivo sobre ás propostás e projetos de lei já em ándámento que pretendem expándir o escopo do FUST. Seria desejável utilizar recursos do fundo de universalização para subsidiar diretamente o usuário final? Em quais circunstâncias? A utilizáçá o de recursos do FUST párá subsidiár diretámente o usuá rio ná o deve ser o instrumento reguláto rio centrál dá políticá de bándá lárgá como serviço essenciál no Brásil. O Idec reiterá á posiçá o dá Cámpánhá Bándá Lárgá párá Todos de que essá álternátivá confere menos instrumentos áo poder pu blico em termos de plánejámento de Pá giná 14
15 penetráçá o e cápácidáde dás redes, ássim como de cárácterísticás dos plános ofertádos, como cápácidáde de tránsmissá o e preço. O Idec entende que, dentro de umá moldurá reguláto riá de Internet bándá lárgá como serviço essenciál (incluindo os objetivos de universálidáde, responsábilidáde, ácessibilidáde, continuidáde, quálidáde, eficie nciá, modicidáde tárifá riá, coberturá ábrángente, gárántiá dos direitos dos consumidores e párticipáçá o sociál), os recursos do FUST poderiám ser utilizádos em cásos específicos, como no cáso de subsidiár o usuá rio finál que sejá de báixá rendá e beneficiá rio de prográmás sociáis do Governo Federál. Isso, no entánto, depende de máis debátes com á sociedáde civil. Ao inve s de subsidiár o usuá rio finál, e possível pensár em subsídios párá instituiço es comunitá riás e de cárá ter pu blico, como ássociáço es de culturá populár, bibliotecá, centros comunitá rios e empreendimentos de economiá sociál e solidá riá. O Idec reforçá á posiçá o de que tál instrumento deve ser residuál e excepcionál, e que os fundos do FUST devem ser direcionádos á infráestruturá e áumento dá cápácidáde de rede, fomentándo o empreendedorismo, provedores de pequeno porte e redes comunitá riás. BLOCO 3 A definição dos serviços como prestados em regime público ou privado continua tendo sentido? É oportuna a manutenção desses dois regimes? A criáçá o do regime pu blico e regime privádo ocorreu em 1997, dois ános ápo s o início dá exploráçá o comerciál dá Internet no Brásil, párá criár dois tipos de reguláçá o párá os serviços pu blicos de comunicáçá o: um máis oneroso á s empresás e dotádo de metás de interesse pu blico diánte dá importá nciá párá á populáçá o ná e pocá, á telefoniá fixá que se pretendiá universálizár e outro máis flexível, com metás de quálidáde determinádás por contrátos privádos de outorgá e áutorizáçá o. Pá giná 15
16 Em se trátándo de umá políticá de bándá lárgá como serviço essenciál, á dicotomiá perde sentido, umá vez que bándá lárgá fixá e bándá lárgá mo vel se tornárám essenciáis párá os consumidores brásileiros. Párá o Idec, o foco centrál dá políticá deve ser á construçá o de um regime reguláto rio de serviço essenciál que gárántá o ácesso á bándá lárgá de quálidáde, tál como energiá e á guá. A responsábilidáde de prover táis serviços bá sicos e do Estádo, que pode fázer por meio de entidádes pu blicás, mistás, cooperátivás e comunitá riás, ále m do modelo dominánte de provisá o por meio de outorgá, gárántindo que empresás privádás ofereçám tál serviço. Como ressáltádo, os modelos máis ávánçádos de reguláçá o de bándá lárgá em termos sociáis determinám que á provisá o dos serviços deve átender áos crite rios de universálidáde, ácessibilidáde, continuidáde, quálidáde, eficie nciá, modicidáde tárifá riá, coberturá ábrángente, gárántiá dos direitos dos consumidores e párticipáçá o sociál. O Idec entende que e preciso reformár á Lei Gerál de Telecomunicáço es párá criár umá cátegoriá jurídicá nová de serviços essenciáis de interesse pu blico. Estruturás legáis e reguláto riás do setor devem coádunár com o átendimento dás demándás reáis e átuáis dos consumidores, como metás que contribuám párá mássificáçá o (ou universálizáçá o), continuidáde, modicidáde, ácessibilidáde, quálidáde do serviço e do átendimento pelás operádorás áos consumidores e párá á reduçá o de conflitos de consumo. Qual(is) mecanismo(s) seria(m) o(s) mais adequado(s) para promover a ampliação do acesso àqueles serviços entendidos como essenciais, considerando inclusive a contínua transformação tecnológica a que eles estão submetidos? Pá giná 16
17 Os mecánismos de ámpliáçá o do ácesso á bándá lárgá sá o diversos e podem estár ligádos á (i) gárántiá de existe nciá de infráestruturá e investimento em tránsporte de bándá lárgá fixá, (ii) expánsá o de investimento em infráestruturá de rádiofreque nciá por meio de leilá o de espectro párá exploráçá o econo micá e (iii) estímulo á expánsá o do ácesso por controle de preço e áumento de demándá. Os instrumentos reguláto rios voltádos áo áumento dá ofertá sá o os máis complexos. O Idec reforçá o posicionámento dá Cámpánhá Bándá Lárgá párá Todos de que e possível ántecipár os contrátos de concessá o dá telefoniá fixá, fázendo com que os novos contrátos de outorgá de serviço essenciál (cátegoriá jurídicá á ser criádá) incluám em seu objeto á operáçá o dás redes de tránsporte de bándá lárgá. Tál contráto deverá prever metás de universálizáçá o párá disseminár redes de tránsporte em fibrá o pticá com áltá cápácidáde; e deverá prever controle do preço párá vendá de cápácidáde de rede no átácádo (preço de link reguládo). Em se trátándo de infráestruturá de átácádo, determinádos bens seriá considerádos reversíveis áo finál dos contrátos. O Idec reforçá á necessidáde de ámpliár ácesso á bándá lárgá em regio es desprovidás de infráestruturá e investimento em Internet de áltá velocidáde. Em se trátándo de rede mo vel pessoál, os mecánismos de outorgá (átuálmente executádos por leilá o de espectro de rádiofreque nciá e contrátos com á ádministráçá o pu blicá) devem prever obrigátoriedáde de investimento em determinádás regio es párá corrigir desiguáldádes regionáis e promover á inclusá o digitál dos brásileiros, evitándo o fosso digitál entre regio es ricás e regio es pobres. O Idec támbe m ressáltá que á ámpliáçá o do ácesso deve ser ácompánhádá de umá discussá o máis profundá sobre quálidáde do ácesso o máior problemá que áfetá os consumidores brásileiros hoje. E necessá rio que se promová á discussá o dos mecánismos possíveis e pertinentes que prevejám condiço es de máior proteçá o e gárántiá dos direitos dos consumidores no á mbito dás concesso es, permisso es e áutorizáço es párá prestáçá o de serviço de telecomunicáço es. Os instrumentos de delegáçá o dos serviços de telecomunicáçá o devem prever como condiço es dá delegáçá o Pá giná 17
18 o respeito áos direitos dos consumidores e o empenho dá prevençá o, reduçá o e soluçá o dos conflitos de consumo pelás empresás que explorám á átividáde. Quais incentivos deveriam ser discutidos para promover os ajustes necessários no setor de telecomunicações e viabilizar a massificação da banda larga? Párá ále m de tudo que já foi exposto em questo es ánteriores evitándo repetiço es desnecessá riás párá perguntás semelhántes, o Idec entende que o governo deve considerár cinco elementos relácionádos á redefiniçá o do márco reguláto rio párá mássificáçá o dá bándá lárgá no Brásil: 1) Que á Internet de bándá lárgá e um serviço essenciál (umá essential utility) e que universálizáçá o/mássificáçá o, modicidáde tárifá riá/preço e continuidáde sá o objetivos reguláto rios, independentemente do uso dá mánutençá o do regime pu blico ; 2) Que os instrumentos reguláto rios voltádos á metás de quálidáde devem considerár á táxá de judiciálizáçá o de conflitos como indicádor de báixá quálidáde; 3) Que á ámpliáçá o dá bándá lárgá ná telefoniá mo vel deve ser ácompánhádá de instrumentos de simplificáçá o dás refere nciás dos serviços cobrádos nás contás, tál como ocorreu no sistemá finánceiro; 4) Que ás metás e áço es de universálizáçá o dos serviços de telecomunicáçá o devem áindá continuár buscándo átingir regio es e locálidádes onde táis serviços ná o forám entregues, especiálmente fávelás e comunidádes perife ricás; 5) Que o processo de consultá pu blicá deve pássár por umá segundá etápá, onde álternátivás reguláto riás possíveis sejám discutidás em detálhes e de modo tránspárente pelo governo ántes de propor reformás dá LGT. Pá giná 18
19 BLOCO 4 É necessário que continuem existindo contratos de concessão? Até quando? Quais são os custos/desvantagens e benefícios para tanto? De ácordo com á propostá do Idec discutidá com membros dá Cámpánhá Bándá Lárgá párá Todos, á Internet deve ser considerádá serviço essenciál de interesse pu blico, possibilitándo que o setor privádo explore tál serviço de telecomunicáçá o por meio de outorgá de serviço essenciál, umá cátegoriá jurídicá que mánteriá substánciálmente os mesmos elementos dos contrátos de concessá o, pore m com sepáráçá o entre tránsporte e ácesso, com obrigáço es e instrumentos reguláto rios diferenciádos, como ressáltádo nás perguntás do Bloco 3. Em cáso de incápácidáde de criáçá o institucionál o que envolveriá á redefiniçá o dá árquiteturá jurídicá dá Lei Gerál de Telecomunicáço es e á dissoluçá o dá dicotomiá entre regimes, o Idec reforçá á opiniá o dás orgánizáço es dá Cámpánhá Bándá Lárgá párá Todos de que á mánutençá o dos contrátos de concessá o e decláráçá o, por Decreto Presidenciál, do cárá ter essenciál dá Internet bándá lárgá, átribuindo roupágem de regime pu blico áo serviço de tránsporte e átácádo. E difícil imáginár um cená rio de mánutençá o dos contrátos de concessá o em rázá o dá pressá o dos concessioná rios e o discurso já árránjádo pelo mercádo sobre á insustentábilidáde do modelo de regime pu blico. Por isso, e fundámentál que o reguládor leve á se rio á tárefá de pensár no interesse pu blico e em umá roupágem jurídicá nová, que sustente os instrumentos reguláto rios voltádos á universálidáde, ácessibilidáde, continuidáde, quálidáde, eficie nciá, modicidáde tárifá riá, coberturá ábrángente, gárántiá dos direitos dos consumidores e párticipáçá o sociál. Pá giná 19
20 Como assegurar a viabilidade econômica das concessões em um cenário de concorrência com empresas autorizadas e Over The Top (OTTs)? A perguntá e mál formuládá, pois o problemá dá viábilidáde econo micá dá telefoniá fixá e um problemá siste mico, globál e relácionádo áo desenvolvimento de novás tecnologiás. Ná o e um problemá de viábilidáde econo micá dás concesso es em si. O Idec entende que o termo concorre nciá támbe m e fálácioso, pois serviços como Skype e WhátsApp utilizám o recurso de voz sobre IP, báseádo ná trocá de pácote de dádos ná Internet de modo átreládo á um identificádor de conexá o. Ale m disso, á pro priá Age nciá Nácionál de Telecomunicáço es declárou que se trátá de Serviço de Válor Adicionádo, que, nos termos do Artigo 61 dá LGT, e á átividáde que ácrescentá, á um serviço de telecomunicáço es que lhe dá suporte e com o quál ná o se confunde, novás utilidádes relácionádás áo ácesso, ármázenámento, ápresentáçá o, movimentáçá o ou recuperáçá o de informáço es. A tende nciá entre os consumidores de trocár ás ligáço es (voz) por áplicátivos (dádos) e mundiál. O Jápá o e á Coreiá está o bástánte ávánçádos, com 80% dá receitá dás operádorás de telefoniá mo vel proveniente de plános de dádos. 6 Nos páíses europeus, á receitá com dádos corresponde á 70% e, nos EUA, onde ás operádorás oferecem seu pro prio serviço de vídeos párá competir com os provedores de conteu do, á 50%. As empresás te m duás álternátivás párá enfrentár esse novo cená rio: entregár o conteu do dá internet com máis quálidáde e com poucá interfere nciá ou diversificár o modelo de nego cio, buscándo álternátivás e disputándo espáço com provedores de conteu do. Existe á necessidáde de discutir tributáçá o e reguláçá o dás Over the Top, pore m ná o neste momento. O reguládor brásileiro támbe m pode se beneficiár dá reuniá o de Junho de 2016 dá OECD, que discutirá princípios de reguláçá o párá á economiá digitál. 6 Pá giná 20
21 Se não, como assegurar a prestação de serviços essenciais à população residente em áreas economicamente menos rentáveis ou de difícil acesso? Como ressáltádo ánteriormente, os instrumentos reguláto rios de reduçá o de desiguáldáde regionál, como ás obrigáço es de investimento em regio es do Norte por empresás outorgádás pelá exploráçá o comerciál de telecomunicáço es ná regiá o Sudeste, fázem párte dá cáixá de ferrámentás que o reguládor tem em má os párá modelár o comportámento de indivíduos e orgánizáço es. Como destácádo nos Bloco 1 e 2, existem vá rios instrumentos de reguláçá o que podem ser utilizádos, como subsídios cruzádos, criáçá o de obrigáçá o de investimento em á reás pobres mediánte outorgá párá exploráçá o em á reás ricás e com densidáde populácionál e estímulo á redes comunitá riás por meio de espelhámento de sinál de rádiofreque nciá (Gásperin, 2005). Existem te cnicás como community broádbánd wireless mesh network design 7 áindá pouco utilizádás no Brásil, que podem ser desenhádás párá municipálidádes ou regio es menos ábástádás e sem ácesso á fibrá o ticá. O Idec ressáltá que á superáçá o de injustiçás estruturáis, como á desiguáldáde interná no Brásil, e cruciál párá guiár á reguláçá o de telecomunicáço es no Brásil. PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR E TELECOMUNICAÇÕES Em dezembro de 2015, o Idec reuniu-se com os membros do Grupo de Trabalho em Telecomunicações, criádo pelá Secretáriá Nácionál do Consumidor (Ministe rio dá 7 Pá giná 21
22 Justiçá), 8 párá discutir o conteu do dá consultá pu blicá de reformá dá Lei Gerál de Telecomunicáço es propostá pelo Ministe rio dás Comunicáço es. Abáixo, seguem ás consideráço es feitás pelo GT-Senácon sobre á importá nciá de considerár os direitos do consumidor no modelo reguláto rio de telecomunicáço es, ás quáis o Idec em inteiro teor. 1. Atuação regulatória focada na prevenção e solução de conflitos de consumo O Pláno Nácionál de Consumo e Cidádániá PLANDEC, instituído pelo Decreto 7.963, de 15 de márço de 2013, estábelece como umá dás políticás e áço es do eixo dá reguláçá o e fiscálizáçá o, á promoçá o dá inclusá o, nos contrátos de concessá o de serviços pu blicos, de mecánismos de gárántiá dos direitos do consumidor (árt. 6º, II). Em que pese o decreto que instituiu o Plándec referir-se áos contrátos de concessá o, entende-se que o dispositivo támbe m se áplicá áos demáis instrumentos utilizádos pelás áge nciás reguládorás como ás áutorizáço es dá prestáçá o de serviços, que no cáso dos serviços de telecomunicáço es, referem-se áos serviços prestádos em regime privádo. E necessá rio que se promová á discussá o dos mecánismos possíveis e pertinentes que prevejám condiço es de máior proteçá o e gárántiá dos direitos dos consumidores no á mbito dás concesso es, permisso es e áutorizáço es párá prestáçá o de serviço de telecomunicáço es. Os instrumentos de delegáçá o dos serviços de telecomunicáçá o devem prever como condiço es dá delegáçá o o respeito áos direitos dos consumidores e o empenho dá prevençá o, reduçá o e soluçá o dos conflitos de consumo pelás empresás que explorám á átividáde. 8 o Grupo de Trábálho Consumo e Telecomunicáço es, composto por representántes dá Senácon, dá Associáçá o Brásileirá de Procons - ProconsBrásil, do Cole gio Nácionál de Defensores Pu blicos-geráis CONDEGE, dá Associáçá o Nácionál do Ministe rio Pu blico do Consumidor MPCon, do Ministe rio Pu blico Federál MPF, do Fo rum dás Entidádes Civis de Defesá do Consumidor, e outros coláborádores, foi criádo com á publicáçá o dá Portáriá nº 14 do Gábinete dá Secretáriá Nácionál do Consumidor no Diá rio Oficiál dá Uniá o de 09 de Dezembro de Pá giná 22
23 O rumo dás políticás pu blicás de telecomunicáço es deve ser influenciádo pelos interesses dos consumidores e se átentár á suá percepçá o quánto á quálidáde do serviço prestádo. Os báncos de dádos do Sistemá Nácionál de Informáço es de Defesá do Consumidor SINDEC, bánco de dádos ágregádor de informáço es dos Procons espálhádos pelo páís, cáptám á espirál de conflitos de consumo e observám que há umá progressivá escáládá dás reláço es conflituosás no setor. A posiçá o de lideránçá dos conflitos de consumo relácionádá áos serviços de telecomunicáço es como principál ássunto reclámádo nos o rgá os de defesá do consumidor tem se ágrávádo á cádá áno9. Compárándo á báse de dádos referente á jánelá de Jáneiro á Outubro de 2014 com o mesmo período de 2015, e possível áferir que o setor de telecomunicáço es foi o u nico que registrou um áumento de demándás nos Procons de todo páís, enquánto todos os demáis setores do mercádo de consumo como os serviços finánceiros, de áviáçá o civil e sáu de suplementár observárám quedás em seus nu meros. Ná o ápenás os consumidores sá o impáctádos pelá progressivá violáçá o de seus direitos por párte dás operádorás de serviços de telecomunicáço es, más támbe m sá o os o rgá os e entidádes de defesá do consumidor que, como dito, pássám á ter que ádministrár á cádá áno quántidádes máiores de átendimentos e de conflitos que te m como demándádás essás operádorás, o que ná o ve m ocorrendo ná mesmá proporçá o com outros mercádos reguládos. Em outro lo cus más diánte do mesmo cená rio, á judiciálizáçá o de conflitos que versám sobre serviços de telecomunicáçá o elevám ás quántidádes de demándás ádministrádás pelo Poder Judiciá rio, e támbe m sá o responsá veis por um álto custo de recursos e esforços pu blicos ná gestá o dessás controve rsiás. Essás reclámáço es de consumidores devem servir de báse párá gerár indicádores de quálidáde em metás impostás á s operádorás, posto que sá o fontes quálificádás dá 9 A representátividáde dos conflitos dos consumidores relátivos á somá dos ássuntos de Telefoniá Celulár, Telefoniá Fixá, TV por Assináturá e Internet, entre todos os demáis, áumentárám de 21,7% em 2012 párá 32,3% áte outubro de Pá giná 23
24 percepçá o desses cidádá os quánto á eficie nciá dos serviços prestádos e quánto á ádequáçá o dás pro priás regrás impostás, que devem prezár por hármonizár ás reláço es de consumo. Dá mesmá formá, provide nciás que visám o fortálecimento dá tránspáre nciá nos átos dás prestádorás de serviços de telecomunicáço es ná ofertá contrátuál, no áto de contrátáçá o e ná fruiçá o dos serviços sá o u teis párá reduçá o de conflitos, quándo integrántes dás obrigáço es presentes dos contrátos de delegáçá o de serviços de telecomunicáçá o páctuádos entre o governo e ás prestádorás, ná medidá em que reforçám direitos conságrádos dos usuá rios, más que áindá sá o objetos principáis de suás demándás. Nesse sentido, os instrumentos reguláto rios támbe m devem dotár de potenciál normátivo párá diminuiçá o de conflitos onde os índices e metás de quálidáde impostos pelos entes reguládores do setor possám ser oficiálizádos com máior tránspáre nciá, á fim de que os o rgá os de defesá do consumidor possám contribuir ná suá eláboráçá o áproveitá -los em suás áço es e átribuiço es, dádo suá cápácidáde de que possám tráduzir á percepçá o reál de quálidáde dos serviços pelos consumidores e ássim referendá -los. I ndices consolidádos entre todos os representántes dás pártes envolvidás ná reláçá o de consumo te m credibilidáde e robustez párá ser utilizádos em todás ás esferás de governo com seguránçá jurídicá á respeito dá ádequáçá o, dá válidáde de suá áferiçá o, do monitorámento e dá fiscálizáçá o do seu cumprimento. Nesse momento de revisá o do modelo dos contrátos de delegáçá o, que considerem á conságráçá o dos direitos dos consumidores e suás reclámáço es, e urgente. 2. Instrumentos de Simplificação da Informação e Standards Informacionais A fáltá de informáçá o impede á pláná áváliáçá o pelo consumidor sobre os serviços de telecomunicáçá o disponíveis e gerá conflitos com ás operádorás no decorrer dá execuçá o do contráto. Sem informáçá o suficiente, os consumidores sá o induzidos á contrátár serviços máis cáros e inádequádos áo seu perfil de consumo. Do mesmo modo, Pá giná 24
25 o excesso de informáçá o ápresentádá cáusá confusá o ná formáçá o do elemento volitivo, impossibilitándo áo consumidor o exercício do seu direito de livre escolhá consciente. Diágno stico do Grupo de Trábálho Consumo e Telecomunicáço es do Sistemá Nácionál de Defesá do Consumidor indicá que o setor necessitá páutár-se por máior tránspáre nciá e pádronizáçá o ná comunicáçá o entre prestádorá e consumidor e tál obrigáçá o básilár deve constár já dos novos instrumentos de delegáçá o. Um bom exemplo que pode ser seguido nos serviços de telecomunicáço es e á medidá impostá áo mercádo finánceiro nácionál á pártir dá intervençá o reguláto riá do Bánco Centrál do Brásil em 2010, com o ádvento dá Resoluçá o nº 3.919/10 e posteriormente dá Resoluçá o nº 4.196/13, ámbás do CMN - Conselho Monetá rio Nácionál, que determinou áos fornecedores de serviços finánceiros á pádronizáçá o dá nomencláturá dos pácotes de serviços oferecidos e de suás tárifás, permitindo máior liberdáde de escolhá e áutonomiá dá vontáde pelos seus consumidores. As especificidádes do serviço de telecomunicáçá o que importám em restriçá o de benefícios e de vántágens gerálmente sá o omitidás áo consumidor pelás operádorás, e quándo disponíveis essás informáço es, sá o ápresentádás sem quálquer destáque, em ábsolutá áfrontá áos párá metros obrigáto rios de quálidáde de informáçá o previstos no Co digo de Defesá do Consumidor. A criáçá o de mecánismos que possibilitem á compáráçá o de preços e serviços, contendo informáço es mínimás necessá riás sobre á ofertá, certámente tendem á conferir melhoriás nás prá ticás do mercádo, como vivenciádo em outros setores reguládos, de modo á gárántir áo consumidor um contesto de escolhá consciente e plená áutonomiá dá vontáde, proporcionándo, áo mesmo tempo, um ámbiente concorrenciál máis tránspárente. Nessá nová etápá dos serviços esperá-se evoluçá o semelhánte do setor de telecomunicáço es, buscándo um pádrá o de ápresentáçá o e precificáçá o dos produtos vendidos. De certo, á Resoluçá o dá Anátel nº 632/2014, preve mecánismos de compáráçá o entre plános e serviços dentro dá mesmá prestádorá, contudo á Pá giná 25
26 pádronizáçá o dos plános e informáço es essenciáis em todos os serviços de telecomunicáço es entre distintás empresás áindá e álgo que deve ser gárántido nesse novo modelo de configuráçá o legál do mercádo, especiálmente no que tánge á ámpliáçá o dá bándá lárgá ná telefoniá mo vel, á fim de fávorecer, inclusive, á máior competitividáde no setor. Referências BENKLER, Yochái et al. Next Generátion Connectivity. A review of broádbánd Internet tránsitions ánd policy from áround the world. Berkman Center for Internet & Society, GALPERIN, Hernán. Wireless networks ánd rurál development: opportunities for Látin Americá. Information Technologies and International Development, v. 2, n. 3, p , MALCOLM, Jeremy. Consumers in the Information Society: Access, Fairness and Representation. Consumers Internátionál YATES, Dávid J.; GULATI, Girish J. Jeff; WEISS, Joseph W. Different paths to broadband access: The impact of governance and policy on broadband diffusion in the developed and developing worlds. In: System Sciences (HICSS), th Háwáii Internátionál Conference on. IEEE, p Pá giná 26
27 CONSULTA PU BLICA REFORMA DA LGT IDEC Pá giná 27
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