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- Zilda de Sousa Aquino
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1 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Fatos ou Eventos Econômico- Financeiros Processo ========> Contábil Demonstrações Financeiras = DADOS Técnicas de Análise ===========> de Balanço Informações Financeiras para tomada de Decisões DADOS ==> São números ou descrição de objetos ou eventos, que, isoladamente não provocam nenhuma reação no leitor INFORMAÇÃO ==> Representam, para quem as recebe, uma comunicação que pode produzir reação ou decisão, freqüentemente acompanhada de um efeito - surpresa. A ANÁLISE DE BALANÇO COMEÇA ONDE TERMINA A CONTABILIDADE I - INFORMAÇÕES PRODUZIDAS PELA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS a) Situação Financeira b) Situação Econômica c) Desempenho d) Eficiência na Utilização dos recursos e) Pontos Fortes e Fracos f) Tendências e Perspectivas g) Quadro Evolutivo h) Adequação das Fontes às Aplicações dos Recursos i) Causas das alterações na situação financeira j) Causas das alterações na rentabilidade k) Evidência de erros na administração l) Providências que deveriam ter sido tomadas e não foram m) Avaliação de alternativas econômico - financeiras futuras Na nálise das Demonstrações Contabeis: 1) Extraem - se os índices das Demonstrações Contábeis 2) Comparam - se os índices com os Padrões 3) Ponderam - se as diferentes informações e chega -se a um diagnóstico ou conclusão 4) Tomam - se decisões HISTÓRICO A análise de Balanço surgiu dentro do sistema bancário, no final do Sec. XIX. Em 1895 ela era recomendada pelo Conselho Executivo da Associação dos Bancos no Estado de NY. Em 1900, esta associação divulgou um formulário de proposta de crédito que incluía espaço para o Balanço.. Em 1915 torna -se obrigatória. O Banco Central Americano determina que só poderiam ser redescontados títulos de empresas que tivessem apresentado seus balanços ao banco. Em 1931 a DUN & BRADSTREET passa a elaborar e divulgar índices padrão.
2 2 Na década de 30 a DUPONT, de Nemours, desenvolve um modelo de análise de rentabilidade de empresa - ROI. No Brasil, a prática se consolidou na década de 70, com o desenvolvimento do Mercado de Capitais. Em 1968 foi criado o SERASA, que hoje em dia é também um cadastro que se preocupa em divulgar as empresas que estão em dificuldades financeiras. É o SPC das pessoas jurídicas, alem do CADIN, órgão oficial que indica os débitos das empresas para com seus organismos e bancos oficiais. II - TÉCNICAS DE ANÁLISE 1) Análise através de Índices 2) Análise Vertical e Horizontal 3) Análise do Capital de Giro 4) Análise da Rentabilidade (ROI e Alavancagem Financeira) 5) Análise do DOAR e do Fluxo de Caixa 6) Análise Prospectiva IV - ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS RELATÓRIO DA DIRETORIA Informações sobre o desempenho e perpectivas sobre: vendas, compras, produtos, expansão, efeitos conjunturais, legislação, políticas financeira e de recursos humanos. Embora a CVM determine sua forma, seu conteúdo, acaba sendo o meio que a administração tem de dourar a pílula. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Balanço Patrimonial Demonstração de Resultado do Exercício Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados, substituível pela Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (pois esta contem aquela) Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos NOTAS EXPLICATIVAS São dados e informações que complementam as demonstrações financeiras (por ex.: taxa de juros, prazos de vencimento, garantias das obrigações financeiras; montante das importâncias seguradas, prazos e Cias das apólices de seguro; garantias prestadas a terceiros; espécies de ações do capital social; eventos subsequentes à data do balanço e que alteram de forma relevante a situação financeira da empresa, etc. PARECER DOS AUDITORES É a opinião sobre a correção e a veracidade das demonstrações contábeis. Verificam os controles internos da empresa, conferem lançamentos e conciliações contábeis e checam os saldos e transações com terceiros, tudo por amostragem. A Lei 6404 ( Lei das Sociedades por Ações ) determina a estrutura básica das Demonstrações Financeiras além de determinar procedimentos que proporcionaram considerável aperfeiçoamento contábil em relação às práticas anteriormente adotadas. Dispõe sobre : Demonstrações Financeiras Obrigatórias Conteúdo das Demonstrações Financeiras Critérios de Avaliação de Ativo e Passivo Determinação do Lucro Líquido Consolidação das Demonstrações Financeiras
3 3 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PADRONIZADAS BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADOS EM : 31/12/X1 31/12/X2 31/12/X3 Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH ATIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos Aplicações Financeiras SUB TOTAL FINANCEIRO Duplicatas a Receber Estoques Adiantº a Fornecedores Despesas Pré - Pagas SUB TOTAL OPERACIONAL TOTAL ATIVO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Sociedades Colig. Control.s Depósitos Judiciais Créditos a Longo Prazo TOTAL REALIZ. LONGO PRAZO ATIVO PERMANENTE Investimentos Imobilizado Diferido TOTAL DO ATIVO PERMANENTE T O T A L D O A T I V O PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Salários a Pagar Impostos e Contr. a Recolher Outras Contas a Pagar SUB TOTAL OPERACIONAL Empréstimos Bancários Duplicatas descontadas SUB TOTAL FINANCEIRO TOTAL PAS. CIRCULANTE EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Empréstimos/Financiamentos Impostos Parcelados TT EXIG. A LONGO PRAZO
4 4 PATRIMÔNIO LIQUIDO Capital Reservas Resultados Acumulados TT PATRIMÔNIO LIQUIDO T O T A L D O P A S S I V O DEMONSTR. DO RESULTADO PARA OS PERÍODOS ENCERRADOS EM : 31/12/X1 31/12/X2 31/12/X3 Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH RECEITA OPERACIONAL BRUTA (-) Imp./Descontos/Devoluções RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-)CUSTO PRODUTOS VENDIDOS (=)LUCRO BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS Desp. Administrativas Desp. Comerciais RESULTADO OPERACIONAL (-)Despesas Financeiras (+)Receitas Financeiras RESULTADO OPERACIONAL (+)/(-)Result. Não Operacional RESULTADO ANTES DO I.R. e C.S. RESULTADO LÍQ. DO EXERCÍCIO
5 5 VI - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DA CIA. EXEMPLO LEVANTADOS EM : BALANÇO PATRIMONIAL 31/12/X1 31/12/X2 31/12/X3 Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH ATIVO CIRCULANTE Caixa e Bancos Aplicações Financeiras SUB TOTAL FINANCEIRO Duplicatas a Receber Estoques Despesas Pré - Pagas SUB TOTAL OPERACIONAL TT ATIVO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO ATIVO PERMANENTE Investimentos Imobilizado Diferido TOTAL ATIVO PERMANENTE T O T A L D O A T I V O PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Salários a Pagar Outras Contas a Pagar SUB TOTAL OPERACIONAL Empréstimos Bancários Duplicatas descontadas SUB TOTAL FINANCEIRO TT PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Empréstimos/Financiamentos Impostos Parcelados TT EXIG. A LONGO PRAZO CAPITAIS DE TERCEIROS PATRIMÔNIO LIQUIDO Capital Resultados Acumulados TT PATRIMÔNIO LIQUIDO T O T A L D O P A S S I V O
6 6 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO PARA OS PERÍODOS ENCERRADOS EM : 31/12/X1 31/12/X2 31/12/X3 Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH Vr. Absoluto AV AH RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-)CUSTO PRODUTOS VENDIDOS LUCRO BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS (+)OUTRAS REC. OPERACIONAIS RESULTADO OPERACIONAL (-)Despesas Financeiras (+)Receitas Financeiras RESULTADO OPERACIONAL (+)/(-)Resultado Não Operac l RESULTADO ANTES DO I.R. e C.S RESULTADO LÍQ. DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL SOCIAL RESERVA LEGAL E DISCRIMINAÇÃO E RESERVAS LUCROS ACUMULADOS T O T A L Saldo em X (+)Lucro Líquido do Exercício de 19X (+)Aumento de Capital (30.000) (-)Dividendos Distribuídos
7 (=)Saldo em X (+)Lucro Líquido do Exercício de 19X (+)Aumento de Capital ( ) (-)Dividendos Distribuídos (=)Saldo em X (+)Lucro Líquido do Exercício de 19X (+)Aumento de Capital (-)Dividendos Distribuídos (=)Saldo em X DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS EXERCÍCIOS ORIGENS DAS OPERAÇÕES Lucro Líquido Depreciação Resultado da Equivalência Patrimonial (5.508) (10.541) (20.277) DOS ACIONISTAS Aumento de Capital DE TERCEIROS Novos Empréstimos e Financiamentos TOTAL DAS ORIGENS APLICAÇÕES Dividendos Reduções Empréstimos a Longo Prazo Aquisição de Investimentos Aquisição de Imobilizado Acréscimos no Ativo Diferido TOTAL DAS APLICAÇÕES VARIAÇÃO DO CAP. CIRCULANTE LÍQUIDO MOVIMENTAÇÃO DO CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO 19X0 Ativo Circulante Passivo Circulante Capital Circulante Líquido Aumento do Capital Circ. Líquido DADOS ADICIONAIS Receita Bruta de Vendas (-)Devoluções e Abatimentos Vendas Realizadas (-) Impostos Receita Líquida de Vendas Outras Receitas Operacionais Rec. Equivalência Operacional
8 Outras de Aluguel Despesas Operacionais De Vendas Administrativas Gerais Compras Estoques Matérias Primas Produtos em Processo Produtos Acabados AUMENTO DE CAPITAL NAS SEGUINTES DATAS: 30/04/X /06/X /07/X Os dividendos são provisionados no encerramento de cada exercício social BALANÇO SINTÉTICO DE 19X0 8 ATIVO PASSIVO Operacional Fornecedores Operacional Outras Obrigações Financeiro Financeiro Total do Circulante Total do Circulante Permanente Exigível a Longo Prazo Patrimônio Líquido TOTAL TOTAL VII - AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO EMPRESARIAL As demonstrações financeiras condensam o resultado de todas as transações efetuadas por uma empresa. AVALIAÇÕES GENÉRICAS (estrutura de capitais, liquidez e rentabilidade, além da análise vertical e horizontal) AVALIAÇÕES DE TÓPICOS ESPECÍFICOS DA EMPRESA (Capital Circulante Líquido, Risco do Endividamento Bancário, Liquidez x Fluxo de Caixa, etc.) VIII - ÍNDICES Índice é a relação entre contas ou grupo de contas das Demonstrações Financeiras, que visa evidenciar determinado aspecto da situação econômica ou financeira de uma empresa. Quantos índices são necessários para uma boa análise? Quando se dobra o número de índices, não se consegue dobrar a quantidade de informações. Nas páginas seguintes apresentam - se os principais índices que devem ser utilizados na análise das Demonstrações Financeiras, objetivando os principais aspectos revelados sobre a situação Financeira e Econômica da Empresa.
9 9 O índice deve ser entendido como uma resposta a uma indagação que se faz a respeito de um determinado aspecto que se queira investigar na empresa. A lista que se segue, resume os principais índices que normalmente são utilizados numa análise de balanço que esteja querendo focar os aspectos da situação financeira e da situação econômica da empresa. 1 - ESTRUTURA DE CAPITAIS - Os índices desse grupo mostram as grandes linhas de decisões financeiras, em termos de obtenção e aplicação de recursos. Participação de Capitais de Terceiros = Capitais de Terceiros / Patrimônio Líquido x 100 indica: Quanto a empresa tomou de capitais de terceiros para cada R$ 100 de capital próprio investido. interpretação: quanto menor, melhor / X 100 = 154 % / X 100 = 183 % / X 100 =239 % Este índice relaciona as duas grandes fontes de recursos da empresa. Também é chamado de índice de Grau de Endividamento. Do ponto de vista de obtenção de lucro, pode ser vantajoso trabalhar com capitais de terceiros desde que seu custo seja inferior ao lucro conseguido com a sua aplicação nos negócios. Do ponto de vista financeiro, pode ser preocupante porque revela uma menor liberdade de decisões financeiras da empresa ou uma maior dependência a esses terceiros. No Caso da Empresa Exemplo, vemos que o índice está crescendo, o que indicaria uma situação preocupante. Entretanto, outras verificações merecem ser feitas, por exemplo, analisando a capacidade de endividamento da empresa. Isto pode ser observado, analisando: A) Geração de Recursos - Uma empresa capaz de gerar recursos para amortizar suas dívidas tem mais capacidade de endividar - se. B) Liquidez - Se uma empresa toma recursos de terceiros e investe em seu giro comercial e dispõe de um bom capital próprio, investido no Ativo Circulante, então o efeito negativo sobre a liquidez será menor do que se ela está imobilizando todos os recursos próprios e mais parte dos recursos de terceiros. E se ela está tomando empréstimos apenas para cobrir prejuízos? C) Renovação - Se a empresa conseguir renovar as dívidas vencidas, não terá problemas de insolvência. Composição do Endividamento = Passivo Circulante / Capitais de Terceiros x 100 indica: Qual o percentual de obrigações de curto prazo em relação às obrigações totais. interpretação: quanto menor, melhor / X 100 = 81 % / X 100 =54 % / X 100 = 49 % Uma coisa é ter dívidas de curto prazo que precisam ser pagas com os recursos possuídos hoje, mais aqueles gerados a curto prazo; outra coisa é ter dívidas a longo prazo, pois neste caso a
10 10 empresa terá tempo para gerar recursos (normalmente lucro + depreciação ) para pagar estas dívidas. Imobilização do Patrimônio Líquido: Ativo Permanente / Patrimônio Líquido x 100 indica: quanto a empresa aplicou no Ativo Permanente para cada R$ 100 de Patrimônio Líquido interpretação: quanto menor, melhor / X 100 = 71 % / X 100 =121 % / X 100 =163 % Como o Ativo Permanente é uma aplicação de recursos de caráter permanente, é desejável que as fontes destes recursos também sejam de caráter permanente, como é o caso do Patrimônio Líquido. No caso da Empresa Exemplo, em 19X1, os 71% deste índice indicam que os outros 29% do Patrimônio Líquido estavam aplicados no Capital Circulante Líquido. Para os demais anos, vemos que o Patrimônio Líquido não foi suficiente para financiar toda a aplicação feita no Ativo Permanente, sendo necessário recursos de terceiros para completar esta deficiência. Aqui temos um novo conceito que é o do CAPITAL CIRCULANTE PRÓPRIO => CCP = PL AP que indica a parcela do patrimônio líquido investida no Ativo Circulante. Quanto mais a empresa investir em Ativo Permanente, menos recursos próprios sobrarão para investir no Ativo Circulante, e consequentemente maior será a dependência a capitais de terceiros para financiar o Ativo Circulante. Em termos financeiros, o ideal é a empresa dispor de Patrimônio Líquido suficiente para financiar todo o seu Ativo Permanente e ainda sobrar uma parcela (CCP - Capital Circulante Próprio) para financiar seu ativo circulante. Seu grau de liberdade será total, não sendo obrigada a ficar todo o tempo correndo atrás de bancos. Imobilização dos Recursos Não Correntes: Ativo Permanente / ( Patrimônio Líquido + Exig. a L. Prazo) x 100 indica: que percentual de Recursos Não Correntes a empresa aplicou no Ativo Permanente interpretação: quanto menor, melhor / ( ) X 100 = 66% /( )X 100 = 55% / ( ) X 100 = 74% Os elementos do Ativo Permanente tem uma vida útil relativamente longa. Assim não é necessário financiar todo o imobilizado com recursos próprios. É perfeitamente possível utilizar recursos de terceiros desde que o prazo para pagamento destes recursos seja compatível com a duração do imobilizado, ou que o prazo seja suficiente para a empresa gerar recursos de suas operações capazes de resgatar as dívidas de longo prazo. Como regra, este índice não deve ultrapassar os 100 %, pois isto significaria que há recursos de curto prazo financiando ativos permanentes, o que carateriza Capital Circulante Líquido Negativo. A parcela de recursos não correntes destinada ao Ativo Circulante é denominada de Capital Circulante Líquido. O CCL representa a folga financeira a curto prazo, ou seja, financiamentos de que a empresa dispõe para seu giro e que não serão cobrados a curto prazo.
11 11 Portanto a folga financeira de uma empresa deve-se aos recursos próprios mais as exigibilidades de longo prazo investidos no Ativo Circulante. Dois aspectos são importantes com relação ao CCL: a) A sua existência. A empresa deve imobilizar apenas parte dos recursos não correntes, destinando a outra parte para ao Ativo Circulante, - chamada de CCL. b) A sua composição. O CCL pode ser formado de Capital Próprio e de Exigível a Longo Prazo. Como o Capital Próprio não precisa ser pago, quanto maior a proporção de CCP, melhor. 2 - LIQUIDEZ - Os índices desse grupo mostram quão sólida é a base da situação financeira da empresa Os índices de liquidez não são extraídos do fluxo de caixa, que comparam as entradas com as saídas de dinheiro. Liquidez Geral : (Ativo Circulante + Realizável a L. Prazo) / Capital de Terceiros indica : quanto a empresa possui no Ativo Circulante mais Realizável a L. Prazo para cada R$ 1,00 de dívida total interpretação: quanto maior, melhor / = 1, / = 0, / = 0,74 A partir de um determinado momento, os índices começam a se complementar. O índice de imobilização do Patrimônio Líquido mostrava qual percentual do Patrimônio Líquido estava imobilizado, e complementarmente, qual percentual fora investido no giro dos negócios. Agora estamos vendo se a parcela investida no giro dos negócios é ou não suficiente para proporcionar uma boa base financeira para a empresa. O índice de liquidez geral inferior a um não quer necessariamente dizer que a empresa está insolvente. Quando ele é maior que um, significa que a empresa poderia pagar suas dívidas totais, mesmo aquelas de longo prazo, com os recursos de que dispõe hoje. Esta sobra representa uma espécie de reserva. Ou margem de segurança. Quando este índice é menor do que um, não existe esta sobra; existe sim uma falta de recursos, o que significa que a empresa precisará gerar estes recursos para saldar os compromissos que estão a descoberto. Liquidez Corrente : Ativo Circulante / Passivo Circulante indica : quanto a empresa possui no Ativo Circulante para cada R$ 1,00 de Passivo Circulante interpretação: quanto maior, melhor / = 1, / = 1, / = 1,50 Quando a Liquidez Corrente é superior a um, o excesso em relação a um deve-se à existência do Capital Circulante Líquido. Mas isto não quer necessariamente dizer que, se a empresa vendesse todo seu Ativo Circulante, pagaria totalmente suas dívidas de curto prazo e ainda sobrariam alguns centavos para cada real de dívida. Alguns fatores devem ser levados em conta:
12 12 a) é impossível vender instantaneamente todos os estoques. Dependemos do mercado e até mesmo de limitações físicas e temporais para isto. b) é impossível receber todas as duplicatas instantaneamente, tanto as já emitidas como as que serão emitidas, pois existe um ciclo financeiro na economia entre seus diversos agentes, que não pode ser desrespeitado. c) a empresa incorre em várias despesas correntes proporcionais ao tempo, como aluguéis, salários, impostos, que aumentam seu Passivo Circulante. d) os valores de liquidação não são necessariamente os valores contábeis, pois a cada um deles há prazos associados, e sua liquidação à vista certamente seria por valores diferentes dos contábeis. e) os valores do ativo circulante podem compreender itens não recuperáveis como as despesas antecipadas de assinaturas de publicações; os valores de juros e seguros prepagos, se devolvidos, certamente seriam por valores menores que os contábeis. O índice de Liquidez Corrente significa a margem de folga para manobras de prazo que visam equilibrar as entradas e saídas de caixa. Quanto maiores os recursos maior esta margem, maior segurança para a empresa, melhor a situação financeira Liquidez Seca : ( Ativo Circulante - Estoques ) / Passivo Circulante indica : quanto a empresa possui de Ativo Líquido para cada R$ 1,00 de Passivo Circulante interpretação: quanto maior, melhor ( )/ = ( ) / = ( ) / = 0,90 0,87 0,83 Este índice visa medir o grau de excelência da situação financeira da empresa. Liquidez Imediata : Disponibilidades / Passivo Circulante indica : quanto a empresa possui de Disponibilidade imediata para cada R$ 1,00 de Passivo Circulante interpretação: quanto maior, melhor / = 0, / = 0, / = 0, RENTABILIDADE - Os índices desse grupo mostram qual a rentabilidade dos capitais investidos, isto é, quanto renderam os investimentos e, portanto, qual o grau de êxito econômico da empresa. Giro do Ativo : Vendas Líquidas / Ativo indica : quanto a empresa vendeu para cada R$ 1,00 de investimento total interpretação: quanto maior, melhor / = 1, / = 1, / = 1,04 O sucesso de uma empresa depende em primeiro lugar de um volume de vendas adequado. Este volume de vendas tem relação estreita com o montante de investimentos. Margem Líquida : Lucro Líquido / Vendas Líquidas X 100
13 indica : quanto a empresa obtém de lucro para cada R$ 100 vendidos interpretação: quanto maior, melhor / X 100 = 4,66 % / x 100 = 3,77 % / X 100 = 2,84 % Rentabilidade do Ativo : Lucro Líquido / Ativo X 100 indica : quanto a empresa obtém de lucro para cada R$ 100 de investimento total interpretação: quanto maior, melhor / X 100 = 8,20 % / x 100 = 4,19 % / X 100 = 2,93 % É uma medida do potencial de geração de lucro da parte da empresa, do negócio da empresa. Não é uma medida da rentabilidade do capital, mas uma medida da capacidade da empresa gerar lucro líquido. Este índice indica o tempo necessário para a empresa dobrar o seu Ativo, contando exclusivamente com seu lucro. Considerando os dados de 19X1, a empresa demoraria 9 anos para dobrar seu ativo. Rentabilidade do Patrimônio Líquido : Lucro Líquido / Patrimônio Líquido Médio X 100 indica : quanto a empresa obteve de lucro para cada R$ 100 de Capital Próprio Investido interpretação: quanto maior, melhor / x 100 = 23,64% / x 100 = 13,48% / x 100 = 10,79% A verificação pura e simples do valor do lucro líquido de uma empresa não é esclarecedora. É preciso comparar esse valor com o Capital Próprio investido. O papel do Índice de Rentabilidade do Patrimônio Líquido é mostrar qual a taxa de rendimento do Capital Próprio. Esta taxa pode ser comparada com a de outros rendimentos alternativos existentes no mercado, como Caderneta de Poupança, CDB, Alugueis, Fundos de Investimento, etc. Como as Demonstrações devem estar expurgadas da inflação, a taxa de rentabilidade do Patrimônio Líquido é real. Como o Patrimônio Líquido sofre variações ao longo do período, seja pela incorporação do próprio lucro do exercício, e também por outros aumentos tais como aumento de capital por parte dos sócios, costuma-se tomar o Patrimônio Líquido Médio entre o final e o inicial. Esta média pode ser calculada de forma simplista, ou de forma mais elaborada, em que seriam considerados alem do inicial e final, também os valores de Patrimônio Líquido de cada um dos meses do ano. Cálculo do Patrimônio Líquido Médio: Patrimônio Líquido Inicial Patrimônio Liquido Final Patrimônio Líquido ( )/2= ( )/2= ( )/2
14 Médio = O Patrimônio Líquido Inicial de 19X1 corresponde ao Patrimônio Líquido Final do ano de 19X0, cujo valor pode ser obtido da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. 4 - COMO AVALIAR OS ÍNDICES A) Pelo seu significado intrínseco B) Pela comparação ao longo dos exercícios C) Pela comparação com índices de outras empresas - índices padrão PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE ÍNDICES FINANCEIROS A) Descoberta de Indicadores B) Definição do comportamento do indicador I - quanto maior, melhor II - quanto menor, melhor III - ponto ótimo em torno de um parâmetro C) Tabulação de Padrões D) Escolha dos melhores indicadores e atribuição dos respectivos pesos IX - ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Poderá explicar quais as razões do comportamento de alguns dos índices calculados. Por exemplo, a deterioração da lucratividade das vendas poderá se explicar através de um crescimento desproporcional das despesas administrativas. ANÁLISE VERTICAL Na análise vertical o percentual de cada conta mostra a sua real importância no conjunto de contas ao qual pertence. No Balanço, calcula-se o percentual de cada conta em relação ao total do ativo/passivo. Na Demonstração de Resultados, calcula-se o percentual de cada conta em relação ao Total da Receita Líquida. Os percentuais da análise vertical das Demonstrações Financeiras da Cia Exemplo poderão ser calculados diretamente nas folhas, na coluna encimada por AV (de Análise Vertical). ANÁLISE HORIZONTAL Baseia-se na evolução de cada conta de uma série de demonstrações financeiras em relação à demonstração financeira anterior e/ou a uma demonstração financeira básica, geralmente a mais antiga da série. A evolução de cada conta mostra os caminhos trilhados pela empresa e as possíveis tendências. Os percentuais da análise horizontal das Demonstrações Financeiras da Cia Exemplo poderão ser calculados diretamente nas folhas, na coluna encimada por AH (de Análise Horizontal). Na construção dos índices da análise horizontal, os índices da demonstração financeira básica serão sempre igual a 100%. A variação em relação a 100% dos anos seguintes, mostrará os aumentos ou diminuições do ano analisado em relação ao ano base. 14
15 1 - ANÁLISE HORIZONTAL ENCADEADA E ANUAL 15 A análise horizontal é encadeada quando ela é feita sempre em relação a um ano base. Quando ela é feita sempre em relação ao ano anterior ela é denominada de análise anual. Esta última pode dar alguma informação útil, mas precisa ser interpretada com algum cuidado e deve ser feita sempre após a análise encadeada. Isto se evidencia através do exemplo abaixo: 19X4 ESTOQUES A.H. Encadeada 100% 40% 67% 100% A.H. Anual 100% -60% +66% +50% 2 - RELAÇÃO ENTRE ANÁLISE VERTICAL/HORIZONTAL E ANÁLISE POR INDICADORES FINANCEIROS Não se deve tirar conclusões exclusivamente de uma das análises. elas precisam ser feitas e consideradas conjuntamente, pois uma complementa a outra. Poderá existir um item que na análise horizontal tenha apresentado um índice de 2100%, o que significa um crescimento de 20 vezes em relação ao ano anterior. Entretanto, este mesmo item pode ter um índice na análise vertical de 0,2%, o que demonstra sua total irrelevância, tratando-se, portanto de um item despisciendo. Enquanto a análise através dos índices financeiros é genérica, relacionando os grandes itens das demonstrações financeiras, a análise horizontal e vertical desce a um nível de detalhes, que não permite esta visão ampla da empresa, mas revela pontos específicos de falhas, problemas e características e permite explicar os motivos da empresa estar em determinada situação. 3 OBJETIVOS DA ANÁLISE VERTICAL/HORIZONTAL ANÁLISE VERTICAL - mostra a importância de cada conta em relação à demonstração financeira a que pertence e, através de comparação com padrões do ramo ou com percentuais da própria empresa em anos anteriores, permitir inferir se há itens fora das proporções normais. ANÁLISE HORIZONTAL - mostra a evolução de cada conta das demonstrações financeiras e, pela comparação entre si, permitir tirar conclusões sobre a evolução da empresa. 4 - ANÁLISE VERTICAL/HORIZONTAL CONJUNTAMENTE - A) Indicar a estrutura do Ativo e do Passivo, bem como suas modificações 1 - Mostra qual a composição detalhada dos recursos tomados pela empresa, qual a participação dos capitais próprios e de terceiros, qual o percentual de capitais de terceiros a curto e a longo prazo, qual a participação de cada um dos itens de capitais de terceiros. 2 - Mostra quantos por cento dos recursos totais foi destinado ao Ativo Circulante e quanto ao Ativo Permanente. Dentro do Ativo Circulante, que percentagem foi destinada a cada um dos itens principais, como estoques e duplicatas a receber.
16 A análise do percentual de cada item do ativo permite detectar a política de investimento da empresa em relação a estoques, duplicatas, imobilizado, enquanto no passivo permite visualizar a política financeira de obtenção de recursos. B) Analisar em detalhes o desempenho da empresa A Análise Vertical atinge seu ponto máximo de utilidade quando aplicada à Demonstração de Resultados. Toda a atividade de uma empresa gira em torno da receita proveniente das vendas. São elas que determinam quanto a empresa pode consumir em cada item de despesa. Por isso, na análise vertical, as vendas líquidas são igualadas a 100%, e todos os demais itens tem seu percentual calculado em relação às vendas. Com isso cada item de despesa pode ser controlado em função de seu percentual em relação às vendas. 5 - ANÁLISE VERTICAL/HORIZONTAL NA PREVISÃO DE FALÊNCIAS A regularidade de comportamento dos diversos itens das demonstrações financeiras é sinal de estabilidade e segurança. A excessiva flutuação representa elevado risco empresarial. A Análise Vertical/Horizontal pode detectar este risco. A insolvência de uma empresa ocorre pela incapacidade de solver suas obrigações, ou seja, pela falta de dinheiro no momento do vencimento de uma dívida. Toda empresa está sujeita à falta de dinheiro em determinado momento, dadas as naturais incertezas e irregularidades da atividade empresarial. Normalmente essa carência de dinheiro é suprida por empréstimos de emergência, e é corrigida a curto prazo pela reformulação de prazos de Duplicatas a Receber e Fornecedores. A falta de dinheiro a curto prazo pode ser originada por : 1. Desempenho de Vendas aquém do esperado 2. Falta de controle das despesas 3. Prejuízo 4. Má administração do Ativo e Passivo Circulantes 5. Excesso de Investimentos A falta crônica de dinheiro e a perspectiva a longo prazo de agravamento da insuficiência de entradas em relação às saídas de caixa, caracteriza uma situação de insolvência, cuja única solução pode ser a concordata ou a falência. A saúde financeira de uma empresa depende basicamente do fluxo de caixa, que é o demonstrativo que demonstra a entrada e saída de dinheiro do caixa da empresa. O fluxo de caixa de uma empresa não depende exclusivamente do administrador financeiro, pois decorre de múltiplas decisões (de diferentes áreas), como nível de estocagem, prazos concedidos aos clientes que compram a prazo, prazos obtidos dos fornecedores nas compras a prazo, decisões de expansão das atividades, estabilização ou redução do volume de atividades (produção e vendas), investimentos em ativos permanentes, bem como possibilidades de aportes de capital, e também da qualidade do próprio resultado operacional das atividades da empresa. A simples demonstração do fluxo de caixa, com suas entradas e saídas de dinheiro, tanto a do passado como uma projetada para o futuro, não permite identificar o resultado daquelas variáveis no fluxo de caixa. De todas aquelas variáveis, as que são tomadas diariamente e que
17 17 afetam de forma sensível a saúde financeira da empresa, são as que se referem à gestão do Capital de Giro, ou Capital Circulante Líquido. Três contas tem destaque na composição do capital de giro: Contas a Receber e Estoques no Ativo Circulante e Fornecedores no Passivo Circulante. Nestas três contas, a variável tempo é o determinante do sucesso de sua gestão. Quando estamos dentro da empresa, podemos indagar aos gestores da empresa quais são os períodos de tempo envolvidos nestas contas, e que ajudam a determinar o montante de seus saldos. Entretanto, mesmo estando fora da empresa, a partir de uma análise das demonstrações financeiras, conseguimos identificar os prazos médios que a empresa concede aos seus clientes para pagarem suas contas, os prazos que ela obtém de seus fornecedores para pagar suas compras, e também o tempo médio que a empresa retém seus estoques nos seus almoxarifados. X INDICES DE ATIVIDADE 1 - PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO DAS VENDAS - PMRV O volume de investimentos em Duplicatas a Receber é determinado pelo prazo médio de Recebimento das Vendas Supondo-se uma empresa que tenha vendas diárias de R$ 10,00, e que em média ela conceda um prazo de 30 dias para seus clientes pagarem suas duplicatas, o que acontece em seus saldos, ao longo do tempo? DIAS 1º 2º 3º º 31º 32º 33º Vendas Recebimentos Saldo de Duplicatas a Receber Como podemos ver o Saldo de Duplicatas a Receber a partir do 31º dia é : 30 dias X R$ 10 de venda diária. Ou DR = PMRV x Vd, onde DR = Duplicatas a Receber, PMRV = Prazo Médio de Recebimento das Vendas e Vd = Vendas médias diárias. Ou, deixando PMRV isolado num dos termos da igualdade, teremos a fórmula que identifica o prazo médio de recebimento das vendas. PMRV = DR / (V/360) O fluxo de entradas de Caixa não depende do PMRV. O PMRV determina o volume de investimento em Contas a Receber, que é o dinheiro em mãos dos clientes, pois eles já levaram as mercadorias, que nos custou dinheiro e ainda não nos pagaram. Se aumentarmos o prazo médio de recebimentos das vendas, de 30 para 45 dias o saldo de duplicatas a receber deverá aumentar em 50%, pois por 15 dias deixará de entrar no caixa da empresa o valor de suas vendas. É necessário que a empresa tenha este dinheiro, ou ela terá que recorrer a empréstimos, pois seus compromissos financeiros continuam a vencer. Como estes empréstimos tem um custo, eles representam uma despesa financeira que irá diminuir o resultado da empresa. Dessa forma,
18 18 qualquer acréscimo no prazo médio de recebimento deverá ser correspondido por um acréscimo nas vendas, seja em seu volume ou no preço, de modo a compensar o acréscimo de despesas financeiras. Em termos ideais o PMRV deveria ser igual a zero; entretanto, o prazo de pagamento é um diferencial competitivo da maior importância. É o mercado que acaba determinando este prazo. A empresa precisa ficar atenta a estes prazos e tentar medidas alternativas para compensar a pressão exercida em seus resultados por alterações em seus prazos de recebimento das vendas. 2 - PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DAS COMPRAS Tudo o que foi dito em relação ao prazo médio de recebimento das vendas se aplica ao prazo médio de pagamento das compras, cuja fórmula é a seguinte: PMPC = F / (C/360) Onde PMPC = Prazo Médio de Pagamento das Compras F = Fornecedores C = Compras 3 - PRAZO MÉDIO DE RENOVAÇÃO DOS ESTOQUES Aparentemente, a fórmula do prazo médio de renovação dos estoques é análoga às anteriores. Há porém, uma diferença fundamental: enquanto as Duplicatas a Receber ou o Saldo de Fornecedores decorrem das vendas ou das compras passadas, os estoques relacionam-se com as vendas (a preço de custo) futuras. Serão os Estoques, que estão avaliados pelo preço de custo, que estarão alimentando as vendas que serão realizadas. Para quanto tempo os estoques serão suficientes? O certo seria tomarmos as vendas dos próximos meses após o balanço. Como este dado porém, não está disponível em nenhuma demonstração financeira, e não será disponibilizado ao analista, tomam-se as vendas passadas a preço de custo, que são dadas pelo valor do CMV. Assim temos: PMRE = E / (CMV/360) Onde PMRE = Prazo Médio de Renovação de Estoques E = Saldo da Conta Estoques CMV = Custo da Mercadoria Vendida 4 - INTER-RELAÇÃO DOS ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS A análise dos Prazos Médios só é útil quando os três prazos são analisados conjuntamente PMRE representa na empresa comercial, o tempo médio de estocagem das mercadorias; na empresa industrial, o tempo médio necessário para produção e estocagem, tanto das matérias primas, quanto dos produtos em elaboração mais o dos produtos acabados. PMRV expressa o tempo decorrido entre a venda e o recebimento A soma dos PMRE + PMRV, representa o que se chama de Ciclo Operacional, ou seja o tempo decorrido entre a compra e o recebimento da venda da mercadoria. O ciclo operacional mostra o prazo do investimento de recursos. Paralelamente ao Ciclo Operacional, ocorre o financiamento concedido pelos fornecedores, a partir do momento da compra. Até o momento do pagamento aos fornecedores, a empresa não precisa se preocupar
19 19 com financiar o investimento que ela fez, porque ela também está sendo financiada pelos seus fornecedores. Se o PMPC for superior ao PMRE, então os fornecedores estão financiando também uma parte das vendas da empresa. O tempo decorrido entre o momento que a empresa coloca dinheiro (paga seu fornecedor) e o momento em que recebe suas vendas (recebimento do cliente) é o período em que empresa precisa arrumar financiamento. Este intervalo de tempo é chamado de Ciclo Financeiro. Tomando os dados da Cia Exemplo às páginas 15, 16, 17 e 18, podemos calcular os prazos médios PRAZOS PMRE /( /360) = /( /360) = /( /360) =112 PMRV /( /360) = /( /360) = /( /360) = 70 PMPC /( /360) = /( /360) = /( /360) = 73 PMRE (+)PMRV (=)CICLO OPERACIONAL (-)PMPC (=)CICLO FINANCEIRO CUIDADOS NO CÁLCULO DOS PRAZOS MÉDIOS Inegavelmente, quando estamos dentro da empresa temos muito mais dados disponíveis do que as simples demonstrações financeiras, tendo então condições de calcular estes prazos com mais precisão. Tomando-se o exemplo de uma empresa que tenha um saldo em dezembro, de R$ em contas a receber e tenha suas vendas do segundo semestre distribuídas conforme tabela abaixo, podemos ter distorções no cálculo do prazo médio de recebimento das vendas dada a grande concentração de vendas no mês de Dezembro. Neste Caso adota-se o método da Exaustão, que consiste em subtrair do saldo de Duplicatas a Receber, as vendas do mês, e assim sucessivamente até esgotar-se o saldo. Contam-se então os dias dos meses em que as vendas foram subtraídas. Dezembro Setembro Novembro Agosto Outubro Julho Neste caso o prazo médio é de 60 dias, pois = 8, e 8-8 = zero; subtraíram-se as vendas de dois meses, o que corresponde a 60 dias. Raciocínio análogo se aplica ao prazo médio de pagamento das compras, e ao prazo médio de renovação dos estoques. Este último, entretanto, considera o valor dos CMV s dos meses seguintes a Dezembro Exemplo de Cálculo de Prazos Médios pelo método da exaustão Posição em X0 Duplicatas a Receber Fornecedores 9160
20 Estoques EXERCÍCIO 19X0 19X1 Meses JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR VENDAS COMPRAS CMV A má administração dos prazos, que é responsabilidade do Administrador Financeiro, afeta o capital de giro, e também o resultado da empresa PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO DAS VENDAS MES VENDAS Saldo de Duplicatas a Receber Menos Vendas do Mês Prazo Prazo Acumulado Dez Nov Out Set 3109 zero 5 (*) 95 (*) Obtido da seguinte forma : 566/3109 = 0,182 ; portanto 0,182 x 30 dias = 5,46 ou 5 dias PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DAS COMPRAS MES COMPRAS Saldo de Fornecedores Menos Compras do Mês Prazo Prazo Acumulado Dez Nov Out 2918 zero 21 (*) 81 (*) Obtido da seguinte forma : 2055/2918 = 0,704 portanto 0,704 x 30 dias = 21,12 ou 21 dias PRAZO MÉDIO DE RENOVAÇÃO DOS ESTOQUES MES CMV Saldo de Estoques Menos CMV Prazo Prazo Acumulado Jan Fev Mar Abr zero 8 (*) 98 (*) Obtido da seguinte forma : 870/3200 = 0,2718 portanto 0,2718 x 30 dias = 8,156 ou 8 dias PMRE 98 (+)PMRV 95 (=)CICLO OPERACIONAL 193
21 (-)PMPC 21 (=)CICLO FINANCEIRO
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