RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO - CTC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS - EQA CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS HENRIQUE DE LUCA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Florianópolis, novembro 2015

2 Henrique De Luca RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Relatório de Estágio Supervisionado em Indústria apresentado ao Programa de Graduação em Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina, na disciplina de Estágio Supervisionado na Indústria, sob a orientação do Prof. Dr. Marcelo Lanza e supervisão do Gerente do Processo de Fabricação de Cerveja da Filial Lages, Leonardo Pereira de Pina. Florianópolis, novembro de 2015

3

4 SUMÁRIO SUMÁRIO INTRODUÇÃO A EMPRESA: AMBEV PRODUTOS Cervejas Refrigerantes Chá Energético Isotônico SONHO, GENTE E CULTURA Sonho Gente Ambev Cultura Ambev DIVISÃO DE ÁREAS NA FÁBRICA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS INFORMAÇÕES GERAIS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Semana de integração á empresa Programa de integração para estagiários Análise de S.W.O.T Treinamento de White Belt Integração na área de processo CONCLUSÃO...28

5 5 1. INTRODUÇÃO Como forma de complementação e finalização dos estudos acadêmicos no curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina, os alunos devem realizar o estágio obrigatório, relacionado à disciplina Estágio Supervisionado na Indústria. Este relatório tem como referência as atividades desenvolvidas durante estágio na área de Processo de Fabricação de Cerveja na empresa COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV, no período de Abril a Dezembro de A supervisão do período de estágio obrigatório foi realizada pelo Gerente de Processo, Leonardo Pereira de Pina, formado em Mestre Cervejeiro pelo Siebel Institute Chicago - Estados Unidos. O estágio também foi orientado pelo Professora Doutor Marcelo Lanza, do curso de Engenharia de Alimentos. Assim, no decorrer deste relatório serão apresentadas as principais informações relativas à empresa, serão descritas as atividades realizadas durante o estágio e será realizada uma revisão bibliográfica sobre os temas abordados e estudados nesse período.

6 6 2. A EMPRESA: AMBEV A história da Ambev começa no ano 2000, quando as centenárias Cervejaria Brahma e Companhia Antarctica, líderes no setor de bebidas, se unem para criar a Companhia de Bebidas das Américas, Ambev. As 16 mil pessoas que as duas empresas empregavam à época juntaram esforços para criar uma nova Companhia produtora de bebidas que pudesse impulsionar o setor de bebidas brasileiro, possibilitar a entrada no mercado de novas marcas, ampliar o leque de produtos de qualidade a preços acessíveis, estimular a inovação, gerar empregos e contribuir para o crescimento da economia. Desde então, a Ambev amplia e consolida sua liderança no Brasil e na América Latina. Hoje, ela é parte da Anheuser-Busch InBev n.v./s.a (ABI), maior grupo cervejeiro do mundo. Opera em 16 países das Américas e ocupa, isoladamente, a quarta posição (em volume) entre as maiores cervejarias globais. No Brasil a Ambev, produz, envasa e comercializa cerca de 30 marcas de cervejas e bebidas não alcoólicas. Ao longo da história da empresa, ela pôde se tornar modelo de eficiência, gestão, controle de custos e geração de valor. 2.1 PRODUTOS A Ambev produz diferentes tipos de bebidas, são elas: Cerveja, refrigerante, chá, isotônico e energético. As marcas comerciais de cada bebida são apresentadas a seguir Cervejas Dentre as cervejas produzidas estão: Antártica, Antártica Subzero, Brahma, Chopp Brahma, Brahma 0,0%, Brahma Malzebier, Caracu, Polar, Skol, Skol Beats, Bohemia, Original, Serra Malte, Stella Artois, Corona, Franziskaner Dunkel, Hoegaarden, Leffe, Patricia, Norteña e Quilmes. A FIGURA 2 mostra as marcas de cervejas comercializadas.

7 7 FIGURA 2 - Marcas de cervejas Refrigerantes Dentre os refrigerantes produzidos estão: Guaraná Baré, Citros Antártica, Guaraná Antártica, Pepsi, Soda Limonada Antártica, Sukita, H2OH, Tônica Antártica. A FIGURA 3 mostra as marcas de refrigerantes comercializados Chá FIGURA 3 Marcas de refrigerantes comercializados. 4 Atualmente a Ambev produz e comercializa a marca Lipton Ice Tea de chá. A FIGURA 4 mostra a marca de chá comercializada.

8 8 FIGURA 4 Marca de chá comercializada Energético Atualmente a Ambev produz e comercializa a marca Fusion de energético. A FIGURA 5 mostra a marca de energético comercializado Isotônico FIGURA 5 Marca de energético comercializado. 4 Atualmente a Ambev produz e comercializa a marca Gatorade de isotônico. A FIGURA 6 mostra a marca de isotônico comercializado. FIGURA 6 Marca de isotônico comercializado SONHO, GENTE E CULTURA A cultura da Ambev é uma combinação de suas crenças e práticas. Os princípios da empresa mostram o caminho que deve ser seguido e são eles que garantem a consistência do jeito de trabalhar, respeitando as culturas locais nos 16 países em que atua. Os princípios se dividem em sonhos grandes, pessoas excelentes e cultura forte Sonho

9 9 Ser a melhor empresa de bebidas do mundo, unindo as pessoas por um mundo melhor Gente Ambev Pessoas excelentes, com liberdade para crescer em velocidades condizentes com seus talentos e recompensadas adequadamente são os ativos mais valiosos da companhia. Os líderes na Ambev devem selecionar pessoas com potencial para serem melhores do que eles. Uma vez que estes são avaliados pela qualidade das suas equipes Cultura Ambev A empresa nunca está completamente satisfeita com os seus resultados. Foco e tolerância zero ajudam a garantir uma vantagem competitiva e duradoura. O consumidor é o patrão. O relacionamos com os consumidores se dá por meio de experiências significativas das suas marcas, unindo tradição e inovação, sempre de forma responsável. Ser uma Companhia de donos. Donos assumem resultados pessoalmente. Acredita-se que bom senso e simplicidade orientam melhor que sofisticação e complexidade. O gerenciamento dos custos é realizado de forma rigorosa para liberar mais recursos e assim suportar o seu crescimento no mercado. Liderança pelo exemplo pessoal é o melhor guia para a cultura. É feito o que se fala. Não se permite "pegar atalhos". Integridade, trabalho duro e consistência são a chave para construir a Companhia. 2.3 DIVISÃO DE ÁREAS NA FÁBRICA

10 10 A estrutura organizacional dentro das fábricas da Ambev contam com 8 macroáreas, são elas: Processo, Packaging, Qualidade, Engenharia, Logística, Segurança, Meio Ambiente, Gente e Gestão (essas duas últimas são englobadas em uma mesmo macroárea). O processo é a macroárea responsável pela produção da bebida propriamente dita, seja ela cerveja, refrigerante, chá, isotônico ou energético. Tratando mais especificamente do processo da cerveja, esta macroárea é subdividida em três pequenas áreas, são elas: Silos e Brassagem: Responsável pelo recebimento, estocagem, beneficiamento e gerenciamento de matérias-primas (malte, high-maltose, lúpulo aromático, lúpulo de amargor, etc.). Responsável também pela fabricação do mosto cervejeiro concentrado que deve seguir frio e aerado para área de adegas; Adegas: Responsável pela fermentação, centrifugação e maturação da cerveja concentrada. É também função da área de adegas fazer o gerenciamento do fermento, garantindo que o mesmo seja utilizado até um número máximo de gerações (conforme padrão operacional) e após esse número seja autolisado e destinado para venda (venda de subproduto). Filtração: Responsável por filtrar e diluir a cerveja maturada (a cerveja dos maturadores é concentrada). A área da filtração possui uma interface grande com a área de packaging, uma vez que esta é a última etapa do processo. A área de packaging recebe a bebida pronta da área de filtração e é responsável por encher as embalagens, arrolhar, pasteurizar, rotular, encaixotar e paletizar (empilhamento das caixas/garrafeiras em cima de paletes). Também ocorrem nesta área a despaletização das garrafeiras estocadas (com garrafas vazias vindas do mercado), o desencaixotamento das garrafas e posteriormente a lavagem das garrafas que retornam do mercado e que são reutilizadas (garrafas retornáveis). A área da qualidade é responsável pelas diversas análises (microbiológicas, físico-químicas e sensoriais) durante as inúmeras etapas da fabricação. A área da qualidade supervisiona os diversos processos durante a fabricação do produto a fim de garantir a aplicabilidade da food safety. A engenharia, assim como o processo, é subdividida estrategicamente em três áreas menores, são elas:

11 11 PCM (Programação e controle de manutenção): Responsáveis pela distribuição das atividades, e compra de materiais necessários para manutenções programadas e/ou emergenciais de cada área, garantindo mão de obra especializada nas atividades solicitadas; Manutenção: Responsáveis pelas atividades de suporte em manutenção mecânica e elétrica; Utilidades: Área responsável por fornecer vapor (produzido em caldeiras), água gelada (para utilização como fluido de troca térmica em alguns trocadores de calor por placas), energia elétrica, etanol (utilizado como fluido de troca térmica nas camisas dos fermentadores). A área de logística tem por responsabilidade a estocagem de produto acabado, bem como o carregamento das garrafeiras em caminhões. A logística também controla o almoxarifado, onde se encontram todos os insumos e materiais diversos utilizados pela fábrica. A parte de modulação fabril também é feita e controlada pela logística, conforme demanda da malha de produção. A área de segurança é encarregada de monitorar as condições inseguras nas áreas produtivas e na área externa, a fim de evitar possíveis acidentes no ambiente de trabalho. Esta área também acompanha serviços mais críticos com relação a riscos, como por exemplo, trabalho em altura, trabalho em espaços confinados e outros. A cultura de segurança na Ambev é levada muito a sério, pois a empresa entende que seus funcionários são seu bem mais precioso, e desta forma foi definido que Nem metas, nem objetivos financeiros são desculpa para o não cumprimento das normas de segurança. A área de meio ambiente, por sua vez, controla toda a parte de destinação de subprodutos, bem como consumo de água. A área de gente é considerada uma área suporte, sendo responsável pelos processos de recrutamento, seleção, retenção e desenvolvimento de recursos humanos. Esta área está preocupada em desenvolver ambientes e processos direcionados a permitir que os colaboradores possam realizar a totalidade seus potenciais. A área de gestão que também é considerada área suporte é responsável por monitorar e garantir que as ferramentas de gestão são aplicadas em todas as áreas. As ferramentas de gestão são uma forma muito eficaz de garantir o alcance de metas

12 12 através do acompanhamento da rotina e resolução de problemas a partir de causas fundamentais.

13 13 3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 3.1 INFORMAÇÕES GERAIS O turno de estágio iniciava-se às 8h e terminava às 15h, com uma hora de almoço, que era servido para o estagiário sem nenhum custo, no refeitório localizado dentro da empresa. Além da bolsa de estágio também era pago um valor referente ao vale transporte, mas sem nenhum desconto no valor da bolsa. 3.2 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Semana de integração á empresa As atividade na Ambev iniciaram com uma semana de integração, obrigatória para todos os colaboradores que iniciam suas atividades na empresa, onde inicialmente o Gerente Fabril abordou temas como sonho, valores e metas da Ambev e também nos contou sobre sua trajetória na empresa. Durante os sete dias o tema mais abordado foi: a importância de os colaboradores serem conscientes quanto à cultura de segurança dentro e fora da empresa. Cuidados com segurança no trabalho integram o sistema de gestão e de melhoria de produtividade da Ambev, também trazendo contribuição importante para o bem-estar de sua gente. As ações com o objetivo de aumentar a segurança e reduzir acidentes envolvem todas as áreas da empresa e a elas são destinados investimentos contínuos. Na área fabril, em 2013, houve sensível melhora na notificação e na prevenção de acidentes, com queda de 22% no número de acidentes com afastamento do trabalho sobre o registrado em Cada vez mais a Ambev investe recursos para aumentar a segurança dos funcionários, esses recursos são aplicados em treinamento contínuo de funcionários e fornecedores, ferramentas de monitoramento e mapeamento, para prevenção de acidentes, e equipamentos de segurança.

14 14 Durante a integração também foi apresentado o VPO (Voyager Plant Optimization) que é o programa de gestão da empresa. O VPO é conhecido, mais informalmente dentro da Ambev, como o guia para fazer as coisas da maneira correta visando alcançar as metas. O sistema VPO foi desenvolvido pela ABInbev e é representado por uma casa. O topo é representado pelos resultados e os pilares refletem os meios através dos quais os resultados serão alcançados. Há dois pilares horizontais Gestão e Gente, que são parte essencial de toda a casa da ABInbev, sendo estrategicamente considerados áreas suporte. O Pilar Gestão atravessa todos os pilares e os relaciona com resultados e seu objetivo é garantir que toda a Gente esteja trabalhando na mesma direção e buscando alcançar o sonho, através do alcance de melhores e sustentáveis resultados. O Pilar Gente é o alicerce de toda a casa e descreve uma só forma de gerenciar, liderando e engajando as pessoas em suas funções e acreditando sempre que a Gente Ambev (termo utilizado para referir aos colaboradores) é o mais precioso patrimônio da Companhia. A FIGURA 7 representa o sistema de gestão da ABInbev, com seus pilares. 10 RESULTADOS Gestão Meio Ambiente Qualidade Segurança Manutenção Logística Gente FIGURA 7 -. Sistema de gestão da ABInbev Programa de integração para estagiários Após a integração á empresa os estagiários foram direcionados para uma integração mais aprofundada nas áreas fabris. Todos os estagiários passaram pelas

15 15 mesmas áreas, conhecendo os processos das duas fábricas, conforme esquema mostrado a FIGURA 8. ÁREA CONHECIDA TEMPO (DIAS) ATIVIDADES Gente e gestão 3 Financeiro 1 Processo cerveja 5 Entender e acompanhar a rotina de execução e check da área de gente, assim como o papel da área de Gente e Gestão frente o sonho e desafios das unidades Entender o papel do financeiro dentro das unidades, gestão de custos, fluxo de notasfiscais,enfim o fluxo geral do processo e as interfaces. Acompanhamento das áreas: Brassagem, Adegas e Filtração aprendendo as áreas do processo, os padrões técnicos de processo, a gestão dos turnos, programação da produção. Conhecimento geral dos principais produtos da área de qualidade e a importância dos mesmos Qualidade (Físico-químico, embalagens, microbiologia). 3 Assegurada Conhecer a relação entre qualidade, packaging, processo e logística. Realizando treinamento de análise sensorial Entendimento do processo de tratamento e distribuição de água, bem como dos riscos de Meio Ambiente 2 indisponibilidade fabril nesta etapa. Conhecimento dos requisitos legais aplicáveis. Conhecer as diretrizes básicas da gestão ambiental de subprodutos e resíduos sólidos. Conhecimento geral das características das Logística 4 unidades com as capacidades e as limitações das mesmas. Conhecer o papel e responsabilidades da logística, principais clientes e a rotina da área. Fundamental compreender o conceito e o funcionamento da Reunião de Produção. Packaging 7 Fábrica de Cervejas (acompanhar os

16 16 equipamentos: paletizadora/despaletizadora, encaixotadora/desencaixotadora, lavadora de garrafas, Heuft, enchedora, arrolhador, pasteurizador, rotuladora e linha de barril de chopp). Realizar rotina de segurança, participar da matinal de segurança com fechamento de quadro, Segurança 2 participar do monitoramento de segurança, conhecer avaliações de riscos nas áreas e os comportamentos críticos. Conhecer como funciona de forma geral a área, principais reuniões e sistemas, relação com áreas clientes (toda a fábrica). Acompanhamento do Manutenção e 6 fluxo: PCM, Partida de linha, retrabalhos. Utilidades Verificar gestão de custo da manutenção, planejamento de curto, médio e longo prazo e ordens de serviço. FIGURA 8 -. Esquema de integração de estagiários Após passar por todas as áreas e acompanhar as rotinas, os estagiários elaboraram uma Análise de S.W.O.T, com a finalidade de identificar características de cada área que fossem relevantes para fábrica como um todo. Cada grupo de estagiários apresentou a Análise de sua respectiva fábrica, mas a elaboração foi feita e discutida por todos Análise de S.W.O.T A sigla S.W.O.T. vem dos termos ingleses Strenghts (Forças), Weakness (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). Esta é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usada como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional. Também pode ser

17 17 chamada de Análise FOFA ou FFOA (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças)(emportuguês). A Análise S.W.O.T. é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações. Os pontos discutidos na apresentação do S.W.O.T não serão apresentados neste relatório,uma vez que contém elementos estratégicos considerados confidenciais Treinamento de White Belt Nos dias 28 e 29 de outubro (carga horária de 16 horas) foi realizado o treinamento de White Belt com o intuito de aumentar e evoluir as principais capacidades analíticas dos estagiários de forma a capacitar e aplicar o método de gestão para atingir resultados. Este treinamento ensina a como ter foco na resolução de problemas, utilizando o método de PDCA (Plan, Do, Check and Act). A ferramenta PDCA deve ser aplicada seguindo-se um fluxo de elaboração, o qual requer uma combinação de habilidades analíticas e de gerenciamento, pontos esses muito bem abordados durante o treinamento. A FIGURA 8 mostra um esquema do método estudado no treinamento de White Belt.

18 18 FIGURA 8 - Esquema da ferramenta de gestão: PDCA. Para desenvolver a habilidade de aplicação de PDCA foram apresentadas várias formas de estudo de dados, todos utilizando o excel, são eles: Gráfico de barras e série temporal (Utilizado na fase de identificação do problema): É um instrumento utilizado para representar graficamente uma sequencia de dados obtidos por um determinado período de tempo. Nos mostra o comportamento de uma variável ao longo do tempo, e permite obter características do grupo de dados que ajudem a melhorar o planejamento da estratégia de análise. O gráfico de série temporal também é utilizado para representar graficamente a melhoria obtida no processo até o final do projeto, que são controladas durante todo tempo. Histogramas (Utilizado na fase de observação do problema): É um gráfico de barras que mostra a variação sobre uma faixa específica e que possibilita conhecer as características de um processo ou um lote de produto. Gráfico de Pareto (Utilizado na fase de observação do problema): É um gráfico de barras que ordena a frequência das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas,também chamado de Princípio de Pareto ou Princípio dos efeitos ou Princípio da Regra 80/20 onde 20% das variáveis do processo podem causar 80% dos problemas, defeitos, rejeições, variações, etc. É uma ferramenta útil

19 19 para determinar quais passos no processo contribuem para a maioria dos defeitos ajudando a identificar as maiores oportunidades de melhoria. Tabela dinâmica e Gráfico dinâmico (Utilizados na fase de observação do problema): É uma maneira de extrair informações de uma grande tabela de dados e apresentá-las de um modo mais legível. Sem dúvida é uma ferramenta de organização, filtro e estratificação que cria tabelas menores a partir de uma maior. O gráfico dinâmico é um gráfico de representação em barras de dados oriundos de uma tabela dinâmica e que tem a mesma função de organizar e estratificar. Mapa de processo (Utilizada na etapa de análise de processo): É um fluxograma do processo contendo informações sobre as entradas e saídas dos subprocessos, parâmetros de processo (controlados ou não) e dos produtos em processo (produtos em formação). Diagrama de Causa e Efeito (Utilizada na etapa de análise de processo): É uma ferramenta de brainstorming usada para identificar,explorar e mostrar possíveis causas relacionadas ao problema ou auxiliar na identificação das causas raiz. Ferramenta dos 5 Por Que (Utilizada na etapa de análise de processo): É uma ferramenta analítica de pergunta-resposta usada para determinar a causa-raíz do problema. Perguntar 5 vezes por que, quase sempre leva a cuasa-raíz de um problema, que precisarão ser validadas com dados, esta ferramenta é utilizada para complementar as informações do Diagrama de Causa e Efeito. Gráfico de correlação (Utilizado na etapa de análise de processo): É um gráfico que mostra a relação entre duas variáveis através de um gráfico duo dimensional de dados, fornecendo informações como força, formato (linear, curva, etc.), direção (positiva ou negativa) e presença de distorção. 5W1H (Utilizado na etapa de plano de ação): Ferramenta que descreve O que? (What?), Quem? (Who?), Quando (When?), Por que? (Why?) e Como? (How?) o plano de ação deve ser executado e desta forma prioriza ações Integração na área de processo

20 20 Após a apresentação da Análise de S.W.O.T cada estagiário seguiu para sua área de estágio para início das atividades específicas. Por pertencer ao processo de cerveja, tive a oportunidade de conhecer todas as subáreas que compõe a fabricação de cerveja. O processo acompanhado no estágio, está descrito a seguir. a) Recebimento e armazenamento de malte O recebimento, limpeza e ensilagem são de enorme importância para o processo de produção. A remoção de impurezas e de outros resíduos é obrigatória para assegurar a boa qualidade do malte e da cerveja, pois aumenta o nível de segurança da planta industrial. As primeiras operações envolvendo o malte são a recepção e o descarregamento. O malte é transportado das maltarias até a fábrica por caminhões e são despejados em sistemas de transporte (rosca sem fim) que conduzem o malte aos silos de estocagem. Para que sejam mínimos o acúmulo de pó e o risco de explosões, é preciso realizar a aspiração de pó (filtros de manga) em diversos dutos e equipamentos. Logo que o caminhão chega, é coletada uma amostra representativa da carga de malte para análises em laboratório. O malte antes de ser moído para utilização na brassagem deve passar por uma série de etapas denominadas: beneficiamento do malte. A primeira etapa do beneficiamento é uma peneira de malha grossa localizada logo na entrada do malte, no início da rosca sem fim, que possui a finalidade de retirar materiais grandes (gravetos, palha). Quando for ser utilizado o malte estocado nos silos segue, através de um sistema de vácuo, para uma peneira vibratória, na qual são retidos materiais um pouco maiores que o grão do malte, assim os grãos de malte passam pela malha da peneira e continuam no processo, enquanto ficam retidos materiais como pedras, grãos estranhos e outros. Ao sair da peneira,os grãos passam por um ímã que retém possíveis componentes metálicos como pregos, roscas, lascas metálicas, etc. O malte então segue para uma

21 21 despedradeira (grau de inclinação calculado e com movimento oscilante), esse é um equipamento que separa, por diferença de densidade, os grãos de malte de pedras com tamanho aproximado e que não ficaram retidas na peneira, além de reter outros grãos como o milho. Os grãos beneficiados, seguem para as células de malte,de onde seguem para a pesagem e moagem. Para manter sempre a qualidade dos produtos estocados, a gestão dos estoques de malte na cervejaria garante a rotatividade das matérias-primas, assegurando o uso dos lotes mais antigos em primeiro lugar. b) Brassagem A brassagem inicia com a moagem do malte, que ocorre num moinho de martelo onde o malte é esmagado para expor o endosperma amiláceo e facilitar a ação enzimática durante a mosturação. A brassagem é a etapa de fabricação de mosto, e é muito importante para as etapas da fabricação de cerveja. O entendimento desses processos é essencial para que se estabeleçam os parâmetros adequados a fim de que as fabricações de mosto sejam uniformes, rápidas e econômicas. A fabricação do mosto é feita em etapas, são elas: Mosturação (Realizadas nas tinas de mostura), Filtração do mosto (Realizadas nas tinas filtro), Fervura do mosto (Realizada nos cozinhadores de mosto), Decantação (Realizada nos Whirpools) e Resfriamento e aeração do mosto (Realizado através de trocadores de calor). O mosto possui em sua composição os seguintes elementos: Açúcares; Dextrinas; Beta-glucanos; Pentosanos; Fosfatos e outros íons; Proteínas e peptídeos;

22 22 Aminoácidos; Lipídios; Ácidos orgânicos; Compostos fenólicos. Os carboidratos, com cerca de 90 a 92% da composição, e os compostos nitrogenados, entre 4 e 5% do extrato, podem ser considerados os principais componentes do mosto. Parte dos carboidratos constitui uma fração fermentável, que será transformada pela ação das leveduras em gás carbônico e etanol. A parte não-fermentável dos carboidratos, composta por açúcares maiores e dextrinas, irá contribuir para a formação do corpo da cerveja. E a maneira como a mostura é conduzida, em especial na etapa de sacarificação do amido, será fundamental na determinação desse atributo. A capacidade de fermentação do mosto pode ser expressa por um percentual em relação ao extrato inicial, essa medida é chamada de grau de atenuação-limite ou percentual de atenuação-limite. Tal parâmetro revela o menor valor de extrato aparente atingido na fermentação de um determinado mosto, que é dado pela relação entre os açúcares fermentáveis e não-fermentáveis ali presentes. Essa medida de controle está entre as mais importantes na elaboração do mosto, pois influenciará não só no corpo da cerveja, como também no teor alcoólico desejado em relação as extrato obtido pela mostura. De fundamental importância para a formação da espuma e para a estabilidade coloidal (brilho e turbidez), devido aos compostos nitrogenados solúveis, a mostura também influencia a formação de aromas durante uma etapa posterior, a fermentação; e isso por conta dos aminoácidos presentes no mosto. As enzimas presentes no malte apresentam importância vital para que o extrato dele resultante fique em torno de 80% do peso seco, o que corresponde a aproximadamente 70% mais do que seria obtido sem a ação enzimática. 1ª Etapa: Mosturação

23 23 Uma pré mistura de água e malte é realizada já no moinho, a mostura entra na tina pelo fundo prevenindo a incorporação excessiva de oxigênio. Ao término na trasfega do moinho para a tina o ph e o teor de cálcio são parâmetros ajustados com a adição de Ácido Fosfórico e Cloreto de cálcio. A tina de mostura do processo da filial Curitiba apresenta formato quadricular, aquecido com serpentinas de vapor. Este equipamento possui agitador, pois é necessário evitar a inativação enzimática causada pela temperatura elevada na interface entre o mosto e a superfície de aquecimento além de minimizar as forças de cisalhamento que modificam a estruturados glucanos e do amido, com o risco de formação de gel ou complexos de substâncias de maior viscosidade ou de difícil ataque pelas enzimas. Nesta etapa ocorre a chamada rampa de temperatura a temperatura inicial é responsável pelo entumescimento do amido, acompanhado em seguida por sua gelatinização, esses processos são importantes porque a água contida nos grânulos de amido força-os a incharem, romperem seu envoltório de amilopectina e fragmentaremse. A amilose é então dissolvida na água e a amilopectina se torna viscosa como uma goma, o que é essencial para uma boa mostura, uma vez que as enzimas amilolíticas só conseguem hidrolisar o amido na sua forma dissolvida e gelatinizada. Nesta temperatura também ocorre a solubilização proteica necessária para ação de proteases- e a ação de proteases endo e exopeptidases-. Todas essas reações ocorrem sinergicamente. O próximo set point é ajustado para uma temperatura que favorece uma atividade otimizada das beta-amilases, um grupo de enzimas amilolíticas que hidrolisam o amido em maltose, principalmente. O set point é novamente ajustado para alcançar a temperatura ótima para atuação das alfa-amilases, que continuam a decompor o amido. O último set point é de uma temperatura ideal para inativação de todas as enzimas, finalizando, portanto o preparo do mosto. 2ªEtapa: Filtração do mosto Após a etapa de mosturação inicia-se a filtração do mosto, que ocorre nos filtros prensa. A filtração do mosto tem o objetivo de remover os sólidos não solubilizados,

24 24 como as cascas dos grãos de malte e demais fragmentos sólidos. A filtração do mosto ocorre em duas etapas: filtração do mosto primário (filtração simples, cuja fração líquida apenas atravessa o meio filtrante, o primeiro mosto é circulado por alguns minutos para diminuição da turbidez, até que a camada filtrante seja bem efetiva, evitando arraste de partículas finas para a tina de fervura) e a filtração do mosto secundário (utiliza-se nesta etapa uma água reaproveitada da filtração imediatamente anterior). As duas etapas ocorrem a uma temperatura de 76 C, que proporciona uma boa filtração sem afetar a qualidade do mosto (temperaturas muito elevadas escurecem o mosto e promovem adstringência). 3ªEtapa: Fervura do mosto Após a filtração, o mosto passa por um processo de fervura. As principais mudanças ocorridas durante essa etapa são: Inativação completa das enzimas; Esterilização do mosto; Extração e isomerização de compostos do lúpulo; Coagulação de material proteico do mosto; Formação de complexos proteína-polifenol; Formação de substâncias colorantes e aromáticas; Formação de substâncias redutoras; Diminuição do ph; Concentração do mosto pela evaporação de água; Evaporação de voláteis derivados do malte e do lúpulo. O processo de fervura é realizado nas tinas de fervura ou cozinhadores de mosto. O cozinhador é equipado internamente com um trocador de feixe tubular, onde o mosto circula de baixo para cima nos tubos, e assim emerge e, em seguida, é distribuído radialmente por um difusor na parte superior, o que facilita sua volatilização. Esta etapa não pode ser longa e deve ser controlada a fim de que parte do mosto não seja caramelizada junto a interface de aquecimento, o que poderia prejudicar a troca

25 25 térmica e, principalmente, ocasionar aromas de caramelo ou queimado para o mosto e consequentemente para a cerveja. Nesta etapa são adicionados os lúpulos de amargor e aroma. A primeira porção adicionada é de lúpulo destinado ao amargor (adicionado no início da fervura), a segunda adição é de lúpulo aromático (adicionado no final da fervura). Nesta etapa também é adicionda a High maltose, um xarope que evita as reações de Maillard e o escurecimento demasiado, que corrigem ou alcançam o extrato desejado. 4ªEtapa: Decantação do mosto Após a fervura trub formado deve ser separado do mosto, junto com resíduos de lúpulo em pellets. As forças que mantém os flocos de trub unidos são relativamente frágeis, de modo que é preciso evitar forças de cisalhamento excessivas no bombeamento do mosto para o equipamento de separação do trub. O equipamento utilizado é o Whirpool e consiste em um tanque que recebe o mosto tangencialmente em velocidade suficiente para que as partículas mais densas se acumulem na porção central do fundo que possui uma leve inclinação para facilitar a limpeza. A retirada do mosto limpo é feita por saídas laterais em diferentes alturas, com intenção de minimizar o tempo de permanência do mosto neste equipamento. Após alguns minutos de separação uma bomba envia o mosto para resfriamento (que ocorre num trocador de calor de placas). c) Adegas: Fermentação e Maturação O mosto cervejeiro produzido na brassagem é enviado frio e aerado para a área de adegas, setor responsável pela propagação e gerenciamento do fermento bem como a fermentação, centrifugação e maturação.

26 26 A dosagem da levedura é feita concomitantemente com o recebimento do mosto, essa dosagem deve ser baseada no tipo de fermentação e no extrato original do mosto. A dosagem deve ser planejada levando-se em conta: Velocidade adequada de fermentação; Perfil de voláteis adequado; Conseguir que a levedura esteja em bom estado ao final da fermentação, para ser reutilizada; Evitar o excesso de formação de biomassa com prejuízo da produtividade. Dessa forma, é preciso procurar uma dosagem otimizada que consiga o melhor compromisso com as condições acima. Uma vez estabelecidas taxa de inoculação e aeração, no acompanhamento da fermentação, podemos destacar outros três aspectos: Controle da taxa de fermentação através do controle da temperatura; Acompanhamento do progresso da fermentação pela leitura do extrato (ou parâmetro relacionado); Definição do momento do término da fermentação primária, por exemplo, pela medida da concentração de dicetonas vicinais e precursores. A fermentação ocorre em duas etapas, na fermentação dita primária ocorre inicialmente a proliferação celular e em seguida as células iniciam a produção de álcool e CO2 pelo consumo dos açúcares do mosto. Nesta primeira etapa ocorre a formação de diacetil que promovem sabor amanteigado na cerveja e portanto devem ser eliminados. A eliminação do diacetil ocorre por ação das próprias células da levedura, isso ocorre quando há um aumento da temperatura do tanque iniciando a segunda etapa da fermentação. Após a redução de diacetil e atenuação do extrato ocorre a recolha do fermento, e a cerveja é enviada para uma centrífuga que tem por finalidade reduzir a turbidez da cerveja causada principalmente por células em suspensão. As centrífugas são

27 27 dispositivos cilíndricos construídos em aço inoxidável, contendo sequências verticais de discos, que em funcionamento giram em rotação elevadas. A cerveja entra pela parte inferior deste equipamento e a força centrífuga promove a separação da levedura no sentido radial, do centro para as extremidades dos discos, acumulando-se junto a parede lateral. Após a centrifugação, inicia-se o último processo na adegas que é a maturação; pouco ou nada resta em termos de processos biológicos na maturação. O principal motivo da permanência da cerveja em maturação, nesse caso, é a formação de complexos formados por proteínas e polifenóis a temperaturas baixas. A temperatura nos maturadores é negativa e isso evita que o complexos frágeis de proteínas e polifenóis se desfaçam, dificultando a separação ou adsorção no respectivo equipamento de filtração. d) Filtração da cerveja Os objetivos principais da filtração são: Produzir cerveja com brilho e limpidez adequados aos parâmetros estabelecidos com base no produto maturado; Adequar parâmetros como extrato original e álcool, através de blendagem com água desaerada; Adequar a carbonatação do produto para cada tipo de embalagem; Aumentar o grau de estabilização físico-química da cerveja,com a realização de processos especiais de filtração ou por meio da dosagem de aditivos; Evitar a perda da estabilidade organoléptica do produto por oxidação, minimizando a incorporação de oxigênio aos processos de filtração e dosando antioxidantes, caso seja permitido e necessário.

28 28 4 CONCLUSÃO O estágio em indústria, desenvolvido entre os meses de abril a dezembro na Ambev, foi extremamente positivo quanto ao aprendizado, quanto à vivência em indústria, atendendo muito bem às minhas expectativas de quando ingressei na empresa. Foi uma experiência bastante significativa em relação ao crescimento pessoal e profissional, pois durante o período de estágio, exigia-se a constante aplicação dos conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas do curso de Engenharia de Alimentos, assim, tive a oportunidade de conhecer e exercitar o lado prático desses estudos. O estágio me possibilitou um grande conhecimento quanto à vivência em um ambiente de trabalho de uma empresa de grande porte. Assim, um aprendizado bastante significativo desenvolvido durante o estágio foi no que se refere à relação interpessoal com chefes e colegas de trabalho e no que diz respeito ao trabalho em equipe, sendo que características como iniciativa, pró-atividade e organização sempre eram bastante exercidas, trabalhadas e valorizadas. Fazer parte de uma equipe, e poder ter exercido a função PERTENCER foi para mim, de todas, a melhor experiência, isso porque todos trabalhamos por metas coletivas que só serão alcançadas com o trabalho conjunto. Enfim, o estágio foi uma experiência muito substancial e gratificante, que me proporcionou o crescimento em diversas competências pessoais e profissionais. Gostaria de registrar a excelência do programa de estágio da Ambev, que exalta o estagiário como função de liderança aplicando atividades de grande importância e confiando estratégias. Indico o Programa de Estágio Superior da Ambev aos futuros colegas formandos de Engenharia de Alimentos, por conhecer a capacidade dos alunos formados por esta escola e acreditando que podemos cada vez mais ser introduzidos em grandes empresas.

29 29

30 30

Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja

Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja O farelo integral ou semi integral obtido através do processo de extrusão vem ganhando cada vez mais espaço em

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Este material resulta da reunião de fragmentos do módulo I do Curso Gestão Estratégica com uso do Balanced Scorecard (BSC) realizado pelo CNJ. 1. Conceitos de Planejamento Estratégico

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 5: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 5.1 Conceito de ARH Sem as pessoas e sem as organizações não haveria ARH (Administração de Recursos Humanos). A administração de pessoas

Leia mais

Descrição, análise e sugestão de melhorias do processo produtivo de uma empresa do seguimento de bebidas

Descrição, análise e sugestão de melhorias do processo produtivo de uma empresa do seguimento de bebidas Descrição, análise e sugestão de melhorias do processo produtivo de uma empresa do seguimento de bebidas Nathan José Mota Garcia (1) ; Rosiane Gonçalves dos Santos (1) ; Carlos Roberto de Sousa Costa (2)

Leia mais

1 Introdução simulação numérica termoacumulação

1 Introdução simulação numérica termoacumulação 22 1 Introdução Atualmente o custo da energia é um dos fatores mais importantes no projeto, administração e manutenção de sistemas energéticos. Sendo assim, a economia de energia está recebendo maior atenção

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie 1 INTRODUÇÃO 1.1 ORGANIZAÇÃO E PROCESSOS A administração está diretamente ligada às organizações e aos processos existentes nas mesmas. Portanto, para a melhor compreensão da Administração e sua importância

Leia mais

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008 1 Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Introdução...3 Ferramentas da Qualidade...4 Fluxograma...5 Cartas de Controle...7 Diagrama de Ishikawa...9 Folha de Verificação...11 Histograma...13 8. 9. 10. Gráfico de

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP Índice 1. As quatro fases do PCP...3 1.1. Projeto de produção... 3 1.2. Coleta de informações... 5 1.3. Relação despesas/vendas...

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 Rogério Carlos Tavares 1, José Luis Gomes da Silva² 1 Universidade de

Leia mais

Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais

Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais Controle II Estudo e sintonia de controladores industriais Introdução A introdução de controladores visa modificar o comportamento de um dado sistema, o objetivo é, normalmente, fazer com que a resposta

Leia mais

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações

Leia mais

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Resumo Manter um ambiente de trabalho adequado à realização

Leia mais

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Prof. MARCELO COSTELLA FRANCIELI DALCANTON ISO 9001- INTRODUÇÃO Conjunto de normas e diretrizes internacionais para sistemas de gestão da qualidade; Desenvolve

Leia mais

Universidade Paulista Unip

Universidade Paulista Unip Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise - RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - Janeiro de 1998 RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - As empresas, principalmente

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 1ª Série Empreendedorismo Administração A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de etapas,

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: [email protected] /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: [email protected] / [email protected] MATÉRIA: GESTÃO DE PROJETOS Aula N : 10 Tema: Gerenciamento

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. BARBOSA, Roger Eduardo 1 Resumo Neste artigo analisaremos como o planejamento estratégico na gestão de pessoas nas

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Seqüência das partes Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) ERRATA (opcional) TERMO DE AROVAÇÃO (obrigatório) Dedicatória(s) (opcional)

Leia mais

Profa. Maria Fernanda - Química [email protected]

Profa. Maria Fernanda - Química nandacampos.mendonc@gmail.com Profa. Maria Fernanda - Química [email protected] Estudo de caso Reúnam-se em grupos de máximo 5 alunos e proponha uma solução para o seguinte caso: A morte dos peixes ornamentais. Para isso

Leia mais

As Organizações e a Teoria Organizacional

As Organizações e a Teoria Organizacional Página 1 de 6 As Organizações e a Teoria Organizacional Autora: Sara Fichman Raskin Este texto é totalmente baseado no primeiro capítulo do livro Organizational theory: text and cases, do autor Jones Gareth,

Leia mais

ECONTEXTO. Auditoria Ambiental e de Regularidade

ECONTEXTO. Auditoria Ambiental e de Regularidade Auditoria Ambiental e de Regularidade Organização Internacional das Entidades Fiscalizadoras Superiores - INTOSAI Grupo de Trabalho sobre Auditoria Ambiental - WGEA ECONTEXTO Este artigo é um resumo do

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE

ESTUDO DE VIABILIDADE ESTUDO DE VIABILIDADE REDE LOCAL / ARRANJO PRODUTIVO LOCAL / CADEIA PRODUTIVA NOME: SIGLA: ESTADO: 1º Parte - Viabilidade Econômica e Ambiental Esta é a dimensão mais importante do estudo de viabilidade

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

PLANEJAMENTO COMO PROCESSO ADMINISTRATIVO

PLANEJAMENTO COMO PROCESSO ADMINISTRATIVO 1 PLANEJAMENTO COMO PROCESSO ADMINISTRATIVO Aline Silva SANTOS 1 RGM 088607 Andressa Faustino da SILVA¹ RGM 089712 Diego Dias dos SANTOS¹ RGM 087266 Tatiane Gomes dos SANTOS¹ RGM 089204 Viviane Regina

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

3.6 3 A DINÂMICA DAS ORGANIZAÇÕES E AS ORGANIZAÇÕES DO CONHECIMENTO

3.6 3 A DINÂMICA DAS ORGANIZAÇÕES E AS ORGANIZAÇÕES DO CONHECIMENTO Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores Disciplina: Dinâmica nas Organizações Prof.: Fernando Hadad Zaidan Unidade 3.6 3 A DINÂMICA DAS ORGANIZAÇÕES E AS ORGANIZAÇÕES DO CONHECIMENTO

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de Recomendada Por quê? A coleção apresenta eficiência e adequação metodológica, com os principais temas relacionados a Ciências adequados a cada faixa etária, além de conceitos em geral corretos. Constitui

Leia mais

Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação

Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação 2.1 OBJETIVO, FOCO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Os Sistemas de Informação, independentemente de seu nível ou classificação,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROCESSOS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROCESSOS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROCESSOS Atualizado em 21/12/2015 GESTÃO DE PROCESSOS Um processo é um conjunto ou sequência de atividades interligadas, com começo, meio e fim. Por meio de processos, a

Leia mais

DESENVOLVENDO O SISTEMA

DESENVOLVENDO O SISTEMA DESENVOLVENDO O SISTEMA Declaração da Necessidade O primeiro passo do processo de análise de sistema envolve a identificação da necessidade [Pressman-95]. Normalmente o analista reúne-se com o usuário

Leia mais

Top Guia In.Fra: Perguntas para fazer ao seu fornecedor de CFTV

Top Guia In.Fra: Perguntas para fazer ao seu fornecedor de CFTV Top Guia In.Fra: Perguntas para fazer ao seu fornecedor de CFTV 1ª Edição (v1.4) 1 Um projeto de segurança bem feito Até pouco tempo atrás o mercado de CFTV era dividido entre fabricantes de alto custo

Leia mais

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda

Ferramentas de Gestão para Coleções Biológicas. Paulo Holanda para Coleções Biológicas Paulo Holanda 2º Encontro de Coleções Biológicas da Fiocruz Rio de Janeiro, 2015 Contexto observação dos desafios vivenciados por coleções biológicas na última década; a importância

Leia mais

Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição.

Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição. Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição. De acordo com a Norma NBR 1001, um grande número de fatores influência a freqüência de calibração. Os mais importantes,

Leia mais

CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS

CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS CONTROLE DE QUALIDADE CERVEJAS PRINCIPAIS ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DA CERVEJA MATÉRIAS-PRIMAS ÁGUA MALTE CEREAIS (ARROZ E MILHO) LÚPULO EXTRATO DE ALTA MALTOSE AÇÚCAR ADITIVOS Água - Sabor - Odor - Cor

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO Atualizado em 11/01/2016 MOTIVAÇÃO Estar motivado é visto como uma condição necessária para que um trabalhador entregue um desempenho superior. Naturalmente, como a motivação

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais A dissertação traz, como foco central, as relações que destacam os diferentes efeitos de estratégias de marca no valor dos ativos intangíveis de empresa, examinando criticamente

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE II: E-business Global e Colaboração Prof. Adolfo Colares Uma empresa é uma organização formal cujo o objetivo é produzir s ou prestar serviços

Leia mais

PLANEJAMENTO FINANCEIRO PESSOAL O GUIA PARA COMEÇAR A TER SUCESSO NAS FINANÇAS

PLANEJAMENTO FINANCEIRO PESSOAL O GUIA PARA COMEÇAR A TER SUCESSO NAS FINANÇAS PLANEJAMENTO FINANCEIRO PESSOAL O GUIA PARA COMEÇAR A TER SUCESSO NAS FINANÇAS SUMÁRIO INTRODUÇÃO 03 CONTROLE DE CONTAS 04 ENTENDER E CONTROLAR AS DESPESAS FIXAS E VARIÁVEIS 05 DEFINIR PRIORIDADES 07 IDENTIFICAR

Leia mais

Organização em Enfermagem

Organização em Enfermagem Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Enfermagem Departamento de Enfermagem Básica Disciplina Administração em Enfermagem I Organização em Enfermagem Prof. Thiago C. Nascimento Objetivos: Discorrer

Leia mais

O Uso da Inteligência Competitiva e Seus Sete Subprocessos nas Empresas Familiares

O Uso da Inteligência Competitiva e Seus Sete Subprocessos nas Empresas Familiares O Uso da Inteligência Competitiva e Seus Sete Subprocessos nas Empresas Familiares O uso da Inteligência Competitiva como processo para monitorar tecnologias, legislação, ambiente regulatório, concorrência,

Leia mais

PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN

PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN A ENGENHO NOVO, sempre atenta ao desenvolvimento de novas tecnologias para produção de etanol, pesquisou e desenvolveu um processo simples e eficiente

Leia mais

[ GUIA ] GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES

[ GUIA ] GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES [ GUIA ] GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES D e s c u b r a c o m o m a n t e r o c a p i t a l d a e m p r e s a s o b c o n t r o l e p a r a f a z e r o n e g ó c i o c r e s c e r. Uma boa gestão

Leia mais

PMBOK 4ª Edição III. O padrão de gerenciamento de projetos de um projeto

PMBOK 4ª Edição III. O padrão de gerenciamento de projetos de um projeto PMBOK 4ª Edição III O padrão de gerenciamento de projetos de um projeto 1 PMBOK 4ª Edição III Processos de gerenciamento de projetos de um projeto 2 Processos de gerenciamento de projetos de um projeto

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique UNIDADE 6 GERENCIAMENTO DA ROTINA 1 INTRODUÇÃO 3 O GERENCIAMENTO DA ROTINA 4 CAMPO DE APLICAÇÃO

Leia mais

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO Aquecedor Solar a vácuo utiliza o que existe de mais avançado em tecnologia de aquecimento solar de água. Esse sistema de aquecimento utiliza a circulação natural da água, também

Leia mais

RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL

RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL Por quê o lado humano dos negócios está emergindo como uma indispensável vantagem competitiva? Era Industrial Taylor e Fayol Era do Conhecimento Tecnologia

Leia mais

Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2

Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2 Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2 Fundamentos da Administração Vem do latim: ad (direção para, tendência para) e minister (subordinação ou obediência), e significa aquele que realiza uma

Leia mais

POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA

POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA Política de SAÚDE E SEGURANÇA Política de SAÚDE E SEGURANÇA A saúde e a segurança dos nossos funcionários fazem

Leia mais

Os valores máximo e mínimo, portanto, são obtidos a partir da aplicação do desvio padrão sobre o valor médio obtido.

Os valores máximo e mínimo, portanto, são obtidos a partir da aplicação do desvio padrão sobre o valor médio obtido. Avaliação de Terrenos A rotina de avaliação de terrenos apresentada neste site leva em conta os critérios da Avaliação Expedita, ou seja, sem o rigor da avaliação de imóveis feito por técnico credenciado

Leia mais

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa. Mais Questões Isildo M. C. Benta, Assistência Técnica Certificada de Sistemas Solares Quanto poupo se instalar um painel solar térmico? Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da

Leia mais

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode

Leia mais

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Desempenho de Operações EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Agenda da aula 1 Desempenho de operações 2 Estudo de caso Capítulo 2- Desempenho de Operações Desempenho de operações Como avaliar

Leia mais

Digitalize o código QR e conheça nosso site. FORTEACO.IND.BR

Digitalize o código QR e conheça nosso site. FORTEACO.IND.BR Digitalize o código QR e conheça nosso site. FORTEACO.IND.BR A FORTE AÇO METALÚRGICA PARTICIPOU DA OBRA DO MUSEU DO AMANHÃ, NO RIO DE JANEIRO FORNECENDO A ESTRUTURA DE FIXAÇÃO DO GLOBO DE LED. Planta de

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX

DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX REV C Por Luiz Henrique V. Souza Com Agradecimentos Especiais ao Engº Eduardo Gertrudes, CTGÁS/RN. Dezembro, 2010. ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO.

Leia mais

Aula 17 Projetos de Melhorias

Aula 17 Projetos de Melhorias Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.

Leia mais

Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos.

Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos. Módulo 9 A Avaliação de Desempenho faz parte do subsistema de aplicação de recursos humanos. 9.1 Explicações iniciais A avaliação é algo que faz parte de nossas vidas, mesmo antes de nascermos, se não

Leia mais

A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional. Fundação ArcelorMittal

A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional. Fundação ArcelorMittal A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional Fundação ArcelorMittal ArcelorMittal Maior produtora de aço do mundo com mais de 222.000 empregados

Leia mais

OFICINA: Limpeza: Foco em Carregamento de Termolavadora e Lavadora Ultrasônica Coordenador: Ligia Garrido Calicchio

OFICINA: Limpeza: Foco em Carregamento de Termolavadora e Lavadora Ultrasônica Coordenador: Ligia Garrido Calicchio OFICINA: Limpeza: Foco em Carregamento de Termolavadora e Lavadora Ultrasônica Coordenador: Ligia Garrido Calicchio São Paulo -2012 Introdução A esterilização bem sucedida dos instrumentais cirúrgicos

Leia mais

QUANTO VALE O MEU DINHEIRO? EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA O CONSUMO.

QUANTO VALE O MEU DINHEIRO? EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA O CONSUMO. RESUMO QUANTO VALE O MEU DINHEIRO? EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA O CONSUMO. Francinilda Raquel Cardoso Silva (1); José Jorge Casimiro dos Santos (2) Faculdade São Francisco da Paraíba [email protected] ¹

Leia mais

Óleo Combustível. Informações Técnicas

Óleo Combustível. Informações Técnicas Informações Técnicas 1. Definição e composição... 3 2. Principais aplicações... 3 2.1. Sistemas de combustão de óleo combustível... 3 3. Tipos de óleos combustíveis... 4 4. Requisitos de qualidade e especificação...

Leia mais

A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS

A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS Juliana da Silva, RIBEIRO 1 Roberta Cavalcante, GOMES 2 Resumo: Como a cultura organizacional pode influenciar no processo de agregar

Leia mais

Gerenciamento da Rotina aplicada à logística de expedição

Gerenciamento da Rotina aplicada à logística de expedição Gerenciamento da Rotina aplicada à logística de expedição Como o Gerenciamento da Rotina pode ser implementado e trazer ganhos financeiros e nível de serviço na logística de expedição. Autor Tedy Willian

Leia mais

Administração e Organização Industrial

Administração e Organização Industrial Administração e Organização Industrial Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez Engenheiro Eletricista UCP Mestre em Finanças IBMEC/RJ [email protected] Módulo I Conceitos Básicos 1. Organizações e Administração;

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO ESTRESSE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Página 1 de 9 1. OBJETIVO... 3 2. ESCOPO... 3 3. DEFINIÇÕES... 4 4. ESTRESSE OCUPACIONAL: CARACTERIZAÇÃO... 4 4.1. Conceitos fundamentais... 4 4.2. Conseqüências

Leia mais

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso 7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso Saiba como colocar o PINS em prática no agronegócio e explore suas melhores opções de atuação em rede. Quando uma empresa

Leia mais

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Nesta aula, apresentaremos o panorama geral das comorbidades envolvidas na dependência química que serão estudadas ao

Leia mais

ÁREA TOTAL TERRENO: 25.249 m² ÁREA CONSTRUIDA: 16.824 m²

ÁREA TOTAL TERRENO: 25.249 m² ÁREA CONSTRUIDA: 16.824 m² 1975 ~ 1988 TUBOZIN 1988 ~ 1994 GOYANA DA AMAZÔNIA 1994 ~ atual SPRINGER PLÁSTICOS DA AMAZÔNIA S/A ÁREA TOTAL TERRENO: 25.249 m² ÁREA CONSTRUIDA: 16.824 m² PRINCIPAIS ATIVIDADES Produção de peças plásticas

Leia mais

7 perguntas para fazer a qualquer fornecedor de automação de força de vendas

7 perguntas para fazer a qualquer fornecedor de automação de força de vendas 7 perguntas para fazer a qualquer fornecedor de automação de força de vendas 1. O fornecedor é totalmente focado no desenvolvimento de soluções móveis? Por que devo perguntar isso? Buscando diversificar

Leia mais

Os ingredientes fundamentais do pão são a farinha de trigo, a água, o sal e a levedura de padeiro.

Os ingredientes fundamentais do pão são a farinha de trigo, a água, o sal e a levedura de padeiro. 1 Porque é que se tem tanto trabalho a fazer pão e não se mastigam antes os grãos de trigo, se faz uma boa papa com a sua farinha ou mesmo uns scones? Seria bem mais rápido e prático. Mas toda a trabalheira

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE Atualizado em 03/12/2015 GESTÃO DA QUALIDADE As ideias principais que baseiam o significado atual da qualidade são, basicamente, as seguintes: Atender às expectativas,

Leia mais

Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina - FACAPE Curso: Ciência da Computação Disciplina: Ambiente de Negócios e Marketing

Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina - FACAPE Curso: Ciência da Computação Disciplina: Ambiente de Negócios e Marketing Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina - FACAPE Curso: Ciência da Computação Disciplina: Ambiente de Negócios e Marketing Recursos Humanos [email protected] Conceitos A gestão

Leia mais

Investimento Inicial

Investimento Inicial Investimento Inicial Seja um Franqueado de Sucesso! CONCEITO No Brasil, quando o assunto é cuidados e manutenção de jardins e piscinas, logo a questão recai na necessidade de chamar desconhecidos e amadores

Leia mais

Tratamento de Água Meio Ambiente

Tratamento de Água Meio Ambiente Tratamento de Água Meio Ambiente Puc Campinas Engenharia de Computação César Kallas RA: 02099224 Introdução Conhecida como solvente universal, a água sempre retém algum resíduo dos materiais com os quais

Leia mais

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Unidade de Projetos de Termo de Referência para elaboração e desenvolvimento de Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Agosto de 2009 Elaborado em: 4/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil

Leia mais

EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo

EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo O treinamento de trabalhadores, voltado para a conscientização sobre os perigos existentes em suas áreas de trabalho, reduz ao mínimo

Leia mais

Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia

Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia OBS: Apresentação obrigatória na primeira página do case Informações cadastrais a) Identificação: empresa b) Nome: Cerâmica Novagres Ltda c) Setor/Atividades:

Leia mais

Comparação da câmara de secagem spray de 3 estágios com a câmara tradicional de 2 estágios.

Comparação da câmara de secagem spray de 3 estágios com a câmara tradicional de 2 estágios. Relatórios Técnicos TECNOLOGIA DE SECAGEM DE LEITE Av. Pueyrredón 524-6to PISO (C1032ABS) Buenos Aires, Argentina Tel/Fax: (54-11) 4963 8282 / 9577 1 TECNOLOGIA DE SECAGEM DE LEITE. CÂMARA DE SECAGEM SPRAY

Leia mais

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS O PAPEL DA FORMAÇÃO ACADÊMICA Segundo diversos autores que dominam e escrevem a respeito do tema,

Leia mais

Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação

Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação Caros colegas, orienta o modo como nossa organização trabalha para selecionar, desenvolver, motivar e valorizar o bem mais importante da Bausch + Lomb nossas

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

Prof. Fernando Lopes. Unidade II. Administração de Cargos e

Prof. Fernando Lopes. Unidade II. Administração de Cargos e Prof. Fernando Lopes Unidade II Administração de Cargos e Salários Conforme Chiavenato (2004, p. 267), a avaliação de cargos visa a obtenção de dados que permitirão uma conclusão acerca do valor interno

Leia mais

ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSOS APLICADA AO ESTÁGIO CURRICULAR

ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSOS APLICADA AO ESTÁGIO CURRICULAR ANÁLISE E MELHORIA DE PROCESSOS APLICADA AO ESTÁGIO CURRICULAR Júlio Miranda Pureza, Dr. Luiz Veriano O. Dalla Valentina, Dr. Gabriela Kunde Edel, Adm. Centro de Ciências Tecnológicas FEJ, Universidade

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Teoria geral dos sistemas Ricardo de Sousa Britto [email protected] + Introdução n Necessário entender inicialmente os conceitos básicos e base filosófica que norteiam sistemas

Leia mais