ITAIM BIBI SANTO ANDRÉ
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- Fátima Sabala Cordeiro
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2 Logotipos Iniciais do Programa ITAIM BIBI SANTO ANDRÉ
3 Logotipo desenvolvido pela Polícia Militar do Estado de São Paulo
4 PASSO A PASSO PARA A IMPLANTAÇÃO
5 O QUE É? Programa Vizinhança Solidária, cria a adoção de mecanismos dentro da filosofia de Polícia Comunitária de estímulo à mudança de comportamento dos integrantes de determinadas comunidades, buscando a conscientização de que a solidariedade entre vizinhos, em termos de segurança, pode vir a ser uma ferramenta facilitadora do policiamento preventivo eficiente e eficaz, objetivando reduzir os indicadores criminais.
6 PARA QUÊ? É uma ação da Prevenção Primária e uma ferramenta facilitadora da filosofia de Polícia Comunitária.
7 O QUE É PREVENÇÃO PRIMÁRIA? É o conjunto de posturas ou iniciativas pessoais adotadas pelo cidadão objetivando não ser vítima de um crime.
8 O QUE É POLÍCIA COMUNITÁRIA? É uma filosofia de policiamento mundial na qual a polícia atua em parceria com a comunidade para melhorar a sensação de segurança, criando uma parceria eficaz, entre a comunidade e a polícia, visando à prevenção ao crime e à violência.
9 QUAL A IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO PRIMÁRIA? Seu custo é bem menor e seus efeitos são mais duradouros, entre os estágios da prevenção, a prevenção primária acaba sendo o primeiro degrau da prevenção da criminalidade, pois independe da ação da polícia, visto que depende do cidadão como coprodutor da segurança, o cidadão faz parte do ciclo virtuoso que engloba a Segurança Pública, pois tem condições de materializar as políticas públicas colocadas à sua disposição, pois é o cidadão que conhece os problemas do crime em primeiro plano, visto a percepção de segurança não está atrelada somente a diminuição do crime e sim na sensação que possa ser capaz de demonstrar.
10 POR QUE PARTICIPAR? Para se reduzir a intolerância social que predomina nas grandes cidades, aproximando os vizinhos um dos outros e por consequência resgatar a sensação de segurança na sua região.
11 POR QUE TENHO QUE PARTICIPAR? Não existe obrigação, o programa é de adesão espontânea e voluntária, mas a participação é importante para que por meio de posturas preventivas individuais e coletivas, desenvolvase o sentimento de pertencimento social e se diga não a indiferença para com o outro.
12 COMO ESTIMULAR OS MEUS VIZINHOS A PARTICIPAREM JÁ QUE NÃO OS CONHEÇO? É justamente neste ponto que o programa se encaixa. A vida em grandes cidades amentou a indiferença social, portanto, há uma necessidade de se investir em Segurança Pública, que deve ser encarada como qualidade de vida e não como um incômodo. Segurança Pública além de um dever do Estado, por meio sim da Polícia Militar, Art. 144 da Constituição Federal, é também responsabilidade de todos.
13 COMO A POLÍCIA MILITAR PARTICIPA? Escolhendo os locais para afixação das placas com base nas ferramentas de inteligência policial e de gestão; Promovendo reuniões de mobilização com a comunidade organizada; Identificando LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS; Proferindo palestras sobre Prevenção Primária de Sensibilização; Visitações ao tutor por meio dos Cartões de Prioridade de Policiamento; Monitoramento dos indicadores criminais da região.
14 O QUE FAZ O TUTOR? É muito simples. Use a sua criatividade. Você é um vizinho solidário. Tenha, por exemplo, os contatos de seus vizinhos. Conheça suas rotinas, isto não é se intrometer é ser preventivo. É se importar com o próximo. Comunique qualquer atitude suspeita emergencial para a Polícia Militar pelo telefone 190, caso não haja emergência denuncie por meio do Disque Denúncia 181. Saiba onde fica a unidade da Polícia Militar mais próxima de sua casa, do seu local de trabalho e tenha os seus contatos. Participe das reuniões do Conselho Comunitário de Segurança.
15 O TUTOR FARÁ O TRABALHO DA POLÍCIA MILITAR? NÃO. A missão de preservar a Ordem Pública por meio do policiamento ostensivo e preventivo é exclusiva da Polícia Militar.
16 COMO FUNCIONA O PROGRAMA VIZINHANÇA SOLIDÁRIA NA PRÁTICA? O programa pode ser implantado em ruas de um determinado bairro ou região ou como identificação de um estabelecimento comercial que tenha obtido o Certificado de Análise de Risco de Vulnerabilidade.
17 QUAL O CUSTO DA PLACA? A placa não tem custo para o tutor, a não ser que haja o interesse de ser um patrocinador. Por que a confecção das placas é por meio de patrocínio privado não oneroso, escolhido entre os parceiros da Polícia Militar e da comunidade.
18 COMO FAÇO PARA PARTICIPAR DO PROGRAMA NO MEU BAIRRO? O programa é de adesão voluntária, procure a Companhia da Polícia Militar mais próxima, por meio do Conselho Comunitário de Segurança de seu bairro ou de alguma outra associação. O importante é que você se organize, ações isoladas não tornará sua vizinhança solidária.
19 COMO FAÇO PARA INSERIR O MEU COMÉRCIO NO PROGRAMA? Procure a Companhia da Polícia Militar mais próxima, por meio do Conselho Comunitário de Segurança de seu bairro ou de alguma outra associação, preenchendo o requerimento de análise de risco de vulnerabilidade.
20 QUAL O CUSTO DA VISTORIA DE ANÁLISE DE VULNERABILIDADE? A vistoria é realizada pela Polícia Militar sem qualquer custo para o proprietário, apenas as despesas que este se comprometer em realizar para minimizar as vulnerabilidades do seu local de trabalho.
21 O QUE SERÁ LEVADO EM CONSIDERAÇÃO NA VISTORIA DE ANÁLISE DE VULNERABILIDADE? 1. Se o alvará de funcionamento do estabelecimento está de acordo com as normas municipais vigentes. 2. Se o estabelecimento possui Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). 3. Se existem obstáculos físicos que impedem a visão externa, entradas de serviços, na parte oposta a entrada principal e entradas privativas para clientes, funcionários e fornecedores. 4. Se existem câmeras com gravação de imagens em todos os acessos (entrada e saída) do estabelecimento e espaços internos, se as imagens gravadas podem ser exibidas imediatamente às equipes policiais que forem atender eventual ocorrência.
22 O QUE SERÁ LEVADO EM CONSIDERAÇÃO NA VISTORIA DE ANÁLISE DE VULNERABILIDADE? 5. Se existem obstáculos que dificultem a invasão do local em áreas diversas da entrada principal. 6. Se a iluminação pública e a iluminação interna e externa do local são adequadas e suficientes. 7. Se o caixa se localiza próximo à entrada do estabelecimento, se há funcionário próprio para esta função e se possui botão de pânico ou similar, conectado a outro estabelecimento. 8. Se o estabelecimento possui serviço de segurança patrimonial credenciada em número suficiente às necessidades do local.
23 O QUE SERÁ LEVADO EM CONSIDERAÇÃO NA VISTORIA DE ANÁLISE DE VULNERABILIDADE? 9. Se o estabelecimento possui serviço de manobrista credenciado e este oferece local adequado e com seguro para a guarda dos veículos. 10. Se existe área de recuo adequada no estabelecimento para embarque e desembarque dos clientes. 11. Se existe sistema de alarmes no estabelecimento e se há sob as mesas, dispositivos adequados, para se pendurar bolsas ou outros pertences. 12. Se há casos de demissão recente de funcionários ou quebra de sociedade de forma contenciosa.
24 SE MEU ESTABELECIMENTO NÃO PREENCHER OS REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO DE ANÁLISE DE RISCO DE VULNERABILIDADE, SERÁ EXCLUÍDO DO PROGRAMA? Não de forma alguma. A placa poderá ser instalada em sua rua e você poderá ser um tutor, até que regularize as vulnerabilidades de seu estabelecimento.
25 QUAL A IMPORTÂNCIA DA OBTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO DE ANÁLISE DE RISCO DE VULNERABILIDADE? a) minimização da vulnerabilidade das instalações físicas para melhor atendimento dos clientes; b) aproximação dos vizinhos e dos outros donos de estabelecimentos no resgate da sensação de segurança; c) desenvolvimento do sentimento de pertencimento social; d) adoção de posturas preventivas individuais e coletivas e e) erradicação da indiferença para com o outro.
26 FAÇA PARTE DESTA IDEIA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO UMA INSTITUIÇÃO QUE VOCÊ VÊ E VOCÊ PODE CONFIAR
27 POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO COORDENADORIA OPERACIONAL (11) ou 7004
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