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- Manuel Figueira Brezinski
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1 DURAÇÃO DO TRABALHO Prof. Maria Cláudia Felten
2 JORNADA DE TRABALHO - Jornada de trabalho. - Benefícios da jornada de trabalho. - Diferença entre jornada de trabalho e horário de trabalho. - A CF/1988 fixou a jornada diária em 8 horas, e a semanal, em 44 horas, facultando a compensação de horários ou a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva.
3 ESCALAS DE REVEZAMENTO E TURNOS ININTERRUPTOS - A Lei 5.811/72 foi a primeira norma a instituir um regime especial para permitir a prestação ininterrupta de serviços em turnos de revezamento, nas ativ. de exploração, perfuração e refinação de petróleo. - Após várias empresas passaram a adotar tal regime de forma ilegal, por isso a redação do art. 7, XIX, CF.
4 - No turno ininterrupto de revezamento os grupos de trabalhadores se sucedem na empresa, cumprindo horários que permitem o funcionamento ininterrupto da empresa. - Os empregados são escalados para trabalhar pela manhã, tarde e noite, em forma de rodízio. - Empresa que não abre fins-de-semana pode adotar?
5 ESCALA DE REVEZAMENTO 12 POR 36 - O TST tem admitido a escala de revezamento que fixa a jornada na modalidade de 12 por 36 horas, desde que seja estabelecida por convenção ou acordo coletivo de trabalho. - Fundamento da escala de 12 por 36. JURISPRUDÊNCIA: A jornada de 12 horas de trabalho por 36 de descanso é prática adotada nos estabelecimentos hospitalares de há muitos anos, constituindo um conquista da classe trabalhadora e atendendo aos interesses de ambas as partes. Todavia, a validade da jornada depende necessariamente da existência de acordo ou convenção coletiva do trabalho, consoante o art. 7º, inciso XIII, da Constituição Federal (TST, SBDI-I, I, Proc. E- RR /1994; Rel. Min. Leonardo Silva; DJ 231/1997).
6 TURNOS ININTERRUPTOS DE REVEZAMENTO - Turnos ininterruptos de revezamento (art. 7, XIV,CF): XIV jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva. - Súmula 360 do TST esclarece que: A interrupção do trabalho destinada a repouso e alimentação, dentro de cada turno, ou o intervalo para repouso semanal, não descaracteriza o turno de revezamento com jornada de 6 (seis) horas previsto no art. 7º, inciso XIV, da Constituição da República de 1988.
7 SÚMULAS E OJ SOBRE TURNOS ININTERRUPTOS - Súmula 423 do TST: estabelecida a jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva, os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento não têm direito ao pagamento da 7ª e 8ª horas como extras. - OJ N.º 360 SDI/TST - TURNO ININTERRUPTO DE REVEZAMENTO. DOIS TURNOS. HORÁRIO DIURNO E NOTURNO. CARACTERIZAÇÃO. Faz jus à jornada especial prevista no art. 7º, XIV, da CF/1988 o trabalhador que exerce suas atividades em sistema de alternância de turnos, ainda que em dois turnos de trabalho, que compreendam, no todo ou em parte, o horário diurno e o noturno, pois submetido à alternância de horário prejudicial à saúde, sendo irrelevante que a atividade da empresa se desenvolva de forma ininterrupta.
8 SÚMULAS E OJ SOBRE TURNOS ININTERRUPTOS OJ 395 SDI-I/TST. I/TST. TURNO ININTERRUPTO DE REVEZAMENTO. HORA NOTURNA REDUZIDA. INCIDÊNCIA. O trabalho em regime de turnos ininterruptos de revezamento não retira o direito à hora noturna reduzida, não havendo incompatibilidade entre as disposições contidas nos arts. 73, 1º, da CLT e 7º, XIV, da Constituição Federal.
9 FORMAS DE PRORROGAÇÃO DE JORNADA A) Horas extras (art. 7,XVI, CF/88 c/c art. 59, 1º, da CLT). - Como pode ser contratada. - Limite de duas horas extras diárias, mas se exceder a duas paga igual (Súmula 376 TST). * Súmula 338/TST Jornada de trabalho. Registro. Ônus da prova. I - É ônus do empregador que conta com mais de 10 (dez) empregados o registro da jornada de trabalho na forma do art. 74, 2º, da CLT. A não-apresentação injustificada dos controles de freqüência gera presunção relativa de veracidade da jornada de trabalho, a qual pode ser elidida por prova em contrário.
10 II - A presunção de veracidade da jornada de trabalho, ainda que prevista em instrumento normativo, pode ser elidida por prova em contrário. III - Os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova, relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir.
11 * Trabalho extraordinário do comissionista: A) apenas comissionado (S. 340 TST). B) com salário fixo e mais comissão (OJ 397 TST).
12 B) Banco de horas Mediante acordo de compensação de jornadas (banco de horas), disciplinado por convenção ao acordo coletivo de trabalho, sendo o excesso de horas laborado em um dia compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de 1 ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de 10 horas diárias, não sendo pago o adicional de 50% a título de horas extras (CLT, art. 59, 2º.).
13 - Banco de horas e a dissolução do contrato de trabalho. C) Compensação de jornada de trabalho O inciso XIII do art. 7ª da CF/1988 permite que a jornada seja apenas compensada ou reduzida mediante acordo ou convenção coletiva, portanto pressupõe que esta compensação não impõe prejuízo em horas extras. - Em que hipóteses se aplica. - Como deve ser feita (S. 85 TST). - Dependendo é devido horas extras.
14 OJ-SDI1-323 ACORDO DE COMPENSAÇÃO DE JORNADA. SEMANA ESPANHOLA. VALIDADE É válido o sistema de compensação de horário quando a jornada adotada é a denominada "semana espanhola", que alterna a prestação de 48 horas em uma semana e 40 horas em outra, não violando os arts. 59, 2º, da CLT e 7º, XIII, da CF/1988 o seu ajuste mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. - Empregados domésticos e o direito a hora extra.
15 D) Força Maior Em caso de força maior, a prorrogação será sem limite de horas,, ou seja, a jornada será estendida pelo número de horas necessárias, sempre remunerando o empregador as horas suplementares, com adicional de no mínimo 50 % (CLT, art. 61, caput, 1º e 2º). *Mediante prorrogação em caso de força maior, como, por exemplo, no caso de acidente ocorrido na linha férrea, em que os empregados ferroviários teriam que laborar em jornada suplementar para socorrer as vítimas e liberar a ferrovia (Exemplo Renato Saraiva).
16 E) Conclusão de Serviços inadiáveis *Prorrogação para atender a realização ou conclusão de serviços inadiáveis, ou cuja inexecução possa acarretar prejuízo manifesto, até o limite de 12 horas de trabalho (8 horas normais mais 4 horas de prorrogação), remunerando o empregador as horas suplementares com adicional de no mínimo 50% (CLT, art. 61, caput, 1º e 2º). - Essa prorrogação deve ser comunicada ao Ministério do Trabalho no prazo de 10 dias, conforme preceitua o art. 61, 1º, consolidado.
17 F) Recuperação de tempo perdido 3º - Sempre que ocorrer interrupção do trabalho, resultante de causas acidentais, ou de força maior, que determinem a impossibilidade de sua realização, a duração do trabalho poderá ser prorrogada pelo tempo necessário até o máximo de 2 (duas) horas, durante o número de dias indispensáveis à recuperação do tempo perdido, desde que não exceda de 10 (dez) horas diárias, em período não superior a 45 (quarenta e cinco) dias por ano, sujeita essa recuperação à prévia autorização da autoridade competente.
18 EMPREGADOS EXCLUÍDOS DO CONTROLE DE JORNADA * Empregados excluídos do controle de jornada (art. 62 da CLT): - trabalhador externo - os gerentes, assim considerados os exercentes de cargos de gestão, aos quais se equiparam, para efeito do disposto neste artigo, os diretores e chefes de departamento ou filial e que recebam no mínimo 40% a mais de gratificação.
19 INTERVALOS INTER E INTRAJORNADA INTERVALO INTRAJORNADA (art. 71 CLT) - até 4 hs; de 4 a 06h; mais de 06h. - Redução do intervalo. - Questão dos refeitórios na empresa. - OJ nº 354 SDI-I/TST- INTERVALO INTRAJORNADA. ART. 71, 4º, DA CLT. NÃO CON-CESSÃO CESSÃO OU REDUÇÃO. NATUREZA JURÍDICA SALARIAL. Possui natureza salarial a parcela prevista no art. 71, 4º, da CLT, com redação introduzida pela Lei nº 8.923, de 27 de julho de 1994, quando não concedido ou reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação, repercutindo, assim, no cálculo de outras parcelas salariais. - Horas subtraídas do intervalo intrajornada são pagas como horas extras (OJ 355).
20 - OJ nº 354 SDI-I/TST- INTERVALO INTRAJORNADA. ART. 71, 4º, DA CLT. NÃO CON-CESSÃO CESSÃO OU REDUÇÃO. NATUREZA JURÍDICA SALARIAL. Possui natureza salarial a parcela prevista no art. 71, 4º, da CLT, com redação introduzida pela Lei nº 8.923, de 27 de julho de 1994, quando não concedido ou reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação, repercutindo, assim, no cálculo de outras parcelas salariais. - Horas subtraídas do intervalo intrajornada são pagas como horas extras (OJ 355). - Jornada contratual de 06 horas diárias, havendo prorrogação habitual é devido o gozo do intervalo intrajornada,sob pena de pagar horas extras (OJ 380 TST).
21 - INTERVALO INTERJORNADA - Empregados em turno ininterrupto que trabalhem de segunda a sábado é preciso observar o repouso semanal de 24hs com o intervalo interjornada, por isso a S. 110 TST: SUM-110 JORNADA DE TRABALHO. INTERVALO No regime de revezamento, as horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas, com prejuízo do intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre jornadas, devem ser remuneradas como extraordinárias, inclusive com o respectivo adicional.
22 HORAS IN ITINERE Horas in itinere(art. 58, parágrafo segundo, CLT): O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho, salvo quando, tratando-se de local de difícil acesso ou não servido por transporte público, o empregador fornece a condução.
23 HORAS IN ITINERE Súmula 90/TST Horas in itinere. Tempo de serviço. I - O tempo despendido pelo empregado, em condução fornecida pelo empregador, até o local de trabalho de difícil acesso ou não servido por transporte regular público, e para o seu retorno, é computável na jornada de trabalho II - A incompatibilidade entre os horários de início e término da jornada do empregado e os do transporte público regular é circunstância que também gera o direito às horas in itinere. III - A mera insuficiência de transporte público não enseja o pagamento de horas in itinere. IV - Se houver transporte público regular em parte do trajeto percorrido em condução da empresa, as horas in itinere remuneradas limitam-se ao trecho não alcançado pelo transporte público. V - Considerando que as horas in itinere são computáveis na jornada de trabalho, o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário e sobre ele deve incidir o adicional respectivo.
24 HORAS IN ITINERE Súmula 320/TST Horas in itinere. Obrigatoriedade de cômputo na jornada de trabalho. O fato de o empregador cobrar, parcialmente ou não, importância pelo transporte fornecido, para local de difícil acesso, ou não servido por transporte regular, não afasta o direito à percepção do pagamento das horas "In itinere".
25 VARIAÇÕES DE HORÁRIO 5 MINUTOS QUE ANTECEDE E SUCEDE - Art. 58, parágrafo primeiro, CLT e Súmula 366 TST: Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de 5 (cinco) minutos, observado o limite máximo de 10 (dez) minutos diários.
26 VEDAÇÃO DE EXCEDER A 05 MINUTOS OJ nº 372 SDI-I/TST I/TST MINUTOS QUE ANTECEDEM E SUCEDEM A JORNADA DE TRABALHO. LEI Nº , DE NORMA COLETIVA. FLEXIBILIZAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. A partir da vigência da Lei nº , de , que acrescentou o 1º ao art. 58 da CLT, não mais prevalece cláusula prevista em convenção ou acordo coletivo que elastece o limite de 5 minutos que antecedem e sucedem a jornada de trabalho para fins de apuração das horas extras.
27 - Uso do bip ou telefone celular: OJ 49 TST - Trabalho em regime parcial: Art. 58-A. Considera-se se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a 25 (vinte e cinco) horas semanais. 1º O salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral. 2º Para os atuais empregados, a adoção do regime de tempo parcial será feita mediante opção manifestada perante a empresa, na forma prevista em instrumento decorrente de negociação coletiva.
28 TRABALHO EM REGIME DE TEMPO PARCIAL - Vedações ao trabalhadores parciais: A) não poderão prestar horas extras (CLT, art. 59, 4º); B) nem poderão converter um terço de férias em abono pecuniário (CLT, art. 143, 3º).
29 DO TRABALHO AOS DOMINGOS E FERIADOS (Regulamento do Decreto 27048/49, art. 7) - Necessidade de organizar escala de revezamento entre os obreiros, de forma a permitir que pelo menos de 7 em 7 semanas o repouso semanal remunerado coincida com o domingo (Portaria/MT 417/1966, art. 2º). - A Lei /2007 autorizou o trabalho aos domingos nas atividades do comércio em geral, observada a legislação municipal e autorizada por convenção coletiva de trabalho, sendo que o repouso semanal remunerado deverá coincidir pelo menos uma vez, no período máximo de três semanas, com o domingo. - De qualquer forma, laborando aos domingos, o empregado deverá gozar de folga compensatória, sob pena de receber em dobro a remuneração do dia trabalhado.
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