PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE 2014
|
|
|
- Giulia Dina Camelo Arantes
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE
2 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE PAS 2014 Gilmar Machado Prefeito Municipal Almir Fernando Loureiro Fontes Secretário Municipal de Saúde ELABORAÇÃO Assessoria de Comunicação em Saúde Assessoria de Gabinete Assessoria Jurídica Ouvidoria Núcleo de Avaliação de Contratos e Serviços Núcleo Municipal de Auditoria do SUS Núcleo de Assistência Farmacêutica Núcleo de Tecnologia da Informação em Saúde Diretoria de Gestão de Pessoas e Educação em Saúde Diretoria de Controle, Regulação e Avaliação Municipal Diretoria de Planejamento e Informação em Saúde Diretoria de Redes de Atenção Integral à Saúde Diretoria de Vigilância em Saúde Diretoria Administrativa Diretoria Financeira Fundação de Saúde do Município de Uberlândia - FUNDASUS CONSOLIDAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO Diretoria de Planejamento e Informação em Saúde [email protected] Dayana Ferreira da Fonseca Diretora de Planejamento e Informação em Saúde EQUIPE Anália Spirandelli Rodrigues Costa André Vitorino Vieira Bárbara de Oliveira Ferraz Ferreira Fernanda Naves Dias Isadora de Medeiros Machado Ivanilda Reis de Almeida Mirna de Melo Macedo Mizant Couto de Andrade Santana Raquel Maria de Matos Aprovação: Conselho Municipal de Saúde 2
3 SUMÁRIO Apresentação Metodologia de Construção da Programação Anual de Saúde PAS Diretrizes da Programação Anual de Saúde/ Área Temática: Atenção Básica como promoção à cidadania... Área Temática: Uberlândia Sorridente... Área Temática: Atenção às Urgências e Políticas Estratégicas em Saúde... Área Temática: Atenção Ambulatorial Especializada e Hospitalar... Área Temática: Vigilância e Proteção à Saúde... Área Temática: Assistência Farmacêutica e Gestão, Inovação e Logística em Saúde... Área Temática: Modelo de Gestão Indicadores e Metas
4 APRESENTAÇÃO A Programação Anual de Saúde PAS - é um instrumento que operacionaliza as intenções expressas no Plano de Saúde, a cada ano de sua vigência. É um instrumento que apresenta o detalhamento das ações, indicadores e metas anuais a serem atingidas, responsáveis e eventuais parcerias, bem como a previsão de recursos financeiros que podem ser disponibilizados no ano, para a execução das proposições. Sua elaboração tem como base legal as normas do Sistema Único de Saúde, a Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e a Lei Orçamentária Anual - LOA do respectivo exercício. A PAS é instrumento que deve ser utilizado como referência para a construção do RAG (Relatório Anual de Gestão), delimitando o seu objeto. A PAS e o RAG representam, assim, recortes anuais do Plano de Saúde, sendo que a primeira apresenta um caráter propositivo e o segundo um caráter analítico/indicativo. A PAS possui objetivos como: A integração do processo geral de planejamento das três esferas de governo de forma ascendente. A consolidação do papel do gestor na coordenação da política de saúde. A viabilização da regulação, o controle e a avaliação do sistema de saúde. Definição da macro-alocação dos recursos do SUS para o financiamento do sistema e para a contribuição do desenvolvimento de processos e métodos de avaliação de resultados e controle das ações e serviços de saúde. A metodologia para a disponibilização das informações constantes neste documento tem como base as diretrizes do PlanejaSUS (Sistema de Planejamento do SUS), do Decreto Presidencial 7508/2011, da Lei Complementar nº 141/2012 (que regulamenta a Emenda Constitucional no. 29) e da Portaria GM nº de 25/09/13. Sua estrutura contem os seguintes itens: Os objetivos, as diretrizes e as metas do Plano de Saúde. As ações e as metas que, no ano correspondente, deverão ser desenvolvidas para o alcance dos objetivos e das metas plurianuais que fazem parte do Plano de Saúde. Os recursos orçamentários previstos para esse fim. A área responsável pelas ações e/ou metas. As parcerias estabelecidas ou a serem buscadas. Indicadores para seu monitoramento. 4
5 Procurou-se uma aproximação com o Plano Plurianual - PPA , vinculando as metas do Plano às ações PPA, assim como uma padronização dos Programas do PPA às Diretrizes do Plano Municipal de Saúde,além da inserção dos indicadores e metas pactuados no SISPACTO Com esta integração inicial, o alinhamento entre a PAS e a Lei Orçamentária Anual (LOA) será realizado consequentemente, permitindo que anualmente as ações de saúde e os respectivos recursos financeiros, previstos no orçamento do quadriênio, sejam utilizados efetivamente, alcançando as metas e objetivos programados. A elaboração da PAS foi realizada a partir de uma construção coletiva, que se iniciou desde a elaboração do PPA , da LOA 2014, da construção do Plano Municipal de Saúde , buscando o alinhamento e a integração entre os instrumentos de planejamento. Espera-se que as ações propostas na PAS 2014 respondam a cada uma das diretrizes, indicadores e metas contidas no Plano Plurianual e consequentemente no Plano Municipal de Saúde ALMIR FERNANDO LOUREIRO FONTES Secretário Municipal de Saúde 5
6 1. METODOLOGIA DE CONSTRUÇÃO DA PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE PAS 2014 A construção da Programação Anual de Saúde - PAS teve como ponto de partida o Plano de Governo 2013/2016, a LDO 2014, a LOA 2014, o PPA 2014/2017, o Relatório da 6ª Conferência Municipal de Saúde e o Relatório dos Conselhos Distritais e Locais sobre a análise da saúde para A PAS é resultado de um processo de análise e consolidação das propostas oriundas do PPA, discutido e aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde em 26/09/2013. O processo de discussão que resulta na elaboração da PAS/2014 iniciou-se desde a elaboração do PPA e da LOA, que contou com a participação popular por meio do Conselho Municipal de Saúde e das audiências públicas realizadas durante a elaboração do Plano Plurianual 2014/2017 e LOA 2014 que aconteceram nos dias 11/09, 16/09, 18/09, 20/09, 23/09, 25/09. A correlação entre os elementos da LOA e os da PAS 2014 garante o alcance das diretrizes estabelecidos no PMS , cujo foco principal é assistência integral à saúde da população. 6
7 2. DIRETRIZES DA PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE/2014 Área temática: Atenção Básica como Promoção à Cidadania Diretriz: Garantir acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da política da Atenção Básica. Área temática: Uberlândia Sorridente Diretriz: Fortalecer e aprimorar a rede de assistência em saúde bucal com a expansão e adequação das ações para implantação plena do Programa Brasil Sorridente no município. Área temática: Atenção às Urgências e Políticas Estratégicas em Saúde Diretriz: Aprimorar a rede de atenção às urgências, com expansão e adequação dos equipamentos de saúde e fortalecer as políticas estratégicas promovendo a universalidade, a equidade e humanização, com qualidade na assistência prestada. Área temática: Atenção Ambulatorial Especializada e Hospitalar Diretriz: Garantir o acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da política da atenção especializada e hospitalar. Área temática: Vigilância e Proteção em Saúde Diretriz: Reduzir os riscos e agravos à saúde da população por meio das ações de promoção, prevenção e proteção da saúde. Área temática: Assistência Farmacêutica, Gestão, Inovação e Logística em Saúde Diretriz: Garantir o acesso a medicamentos essenciais e excepcionais de qualidade, promovendo seu uso racional e dar suporte e condições ideais às atividades da Secretaria, contribuindo para qualificação e humanização do serviço prestado. Área temática: Modelo de Gestão Diretriz: Fortalecer e qualificar o Sistema Único de Saúde, através do aprimoramento das relações interfederativas, da valorização da participação e controle social e na implementação de estratégias com centralidade na garantia do acesso e com foco em resultados. 7
8 ÁREA TEMÁTICA: ATENÇÃO BÁSICA COMO PROMOÇÃO À CIDADANIA Diretriz: Garantir acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da Política da Atenção Básica. ESTRATÉGIAS Atenção Primária à Saúde como porta de entrada e ordenadora da Rede de Saúde. Priorização da Estratégia Saúde da Família como modelo de Atenção à Saúde. Ampliação do modelo da clínica diversificando as possibilidades de cuidado à população. Implementar as diretrizes das Práticas Integrativas e Complementares no modelo de atenção à saúde. Aproximação da Atenção Básica com as Políticas Estratégias assistenciais, com Vigilância em Saúde e áreas de apoio e logística. Implantação de um modelo de gestão horizontal com foco na construção coletiva. Promoção da qualificação profissional com foco em resultados. RESPOSTA SOCIAL Ampliar o número de equipes de saúde da família respeitando a população adscrita conforme preconizado pelo Ministério da Saúde e priorizando a implementação das equipes em áreas de vazio assistencial e de maior vulnerabilidade. Construir, reformar e/ou ampliar Unidades Básicas de Saúde, tanto na área urbana quanto na área rural, de forma a garantir infraestrutura adequada e de qualidade. Adquirir, repor e manter equipamentos e materiais permanentes para Unidades Básicas de Saúde. Implantar e implementar o Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF). Implantar Academias de Saúde, com foco em promoção à saúde e prevenção de agravos. Reorganizar a Atenção das Unidades Básicas de Saúde tradicionais e Unidades de Atendimento Integrado com a parametrização das equipes e implantação da Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde. Implantar o Centro de Referência das Práticas Integrativas e Complementares e inserir tais práticas na Atenção Primária à Saúde. Oferecer o cuidado à população de rua por meio da ampliação e manutenção do Consultório na Rua. Fortalecer as ações Programa Melhor em Casa (serviço de atenção domiciliar) articulada com a rede de atenção à saúde. Aumentar a cobertura do Programa de Saúde Escolar conforme a ampliação da Estratégia Saúde da Família. Realizar ciclos de debates permanentes entre a Atenção Básica e as Políticas Estratégias assistenciais, Vigilância em Saúde e áreas de apoio e logística. Fortalecer o apoio institucional às equipes das Unidades Básicas de Saúde, empoderando os profissionais e realizando planejamento conjunto das ações da atenção básica. Promover a educação permanente dos profissionais, voltada para as necessidades do serviço e com foco no resultado, e oferecer cursos introdutórios para os profissionais que ingressam na atenção primária à saúde. Implantar o Telessaúde na Rede de Atenção à Saúde. Apresentar para os Conselhos Locais, relatório periódico de execução de atividades das unidades de saúde. 8
9 COD. AÇÕES PPA PARA 2014 VALOR 1251/ Reformar e/ou ampliar Unidade Básica de Saúde da Família R$ , /1345/1421 Construir Unidade Básica de Saúde da Família R$ , Adquirir e repor equipamentos e material permanente para Unidades Básicas de Saúde R$ , Construir Academia da Saúde R$ , Manter e implementar os Programas de Saúde disponibilizados à população Manter ações do Programa Saúde da Família (PSF) e Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) R$ ,00 R$ , Manter ações do Serviço de Atenção Domiciliar R$ 2.472, Implementar e manter Equipe Consultório na Rua R$ , Implantar e manter Telessaúde na Rede Municipal de Saúde R$ ,00 9
10 ÁREA TEMÁTICA: UBERLÂNDIA SORRIDENTE Diretriz: Fortalecer e aprimorar a rede de assistência em saúde bucal com a expansão e adequação das ações para implantação plena do Programa Brasil Sorridente no município. ESTRATÉGIAS Ampliar e divulgar o acesso da população aos pontos de atenção à saúde bucal. Ampliar as ações da Saúde Bucal na Atenção Básica. Qualificar e ampliar o atendimento odontológico em ambiente hospitalar para portadores de necessidades especiais. Promover integração e alinhamento da Saúde Bucal com os demais pontos da Rede de Atenção à Saúde. RESPOSTA SOCIAL Ampliar o número de Equipes de Saúde Bucal na Atenção Básica, articuladas com a Estratégia Saúde da Família. Fomentar a implantação de serviço de atendimento móvel odontológico na zona rural do município. Reestruturar e ampliar o programa de saúde escolar, articulado com as Redes de Atenção à Saúde. Reestruturar, qualificar, ampliar e construir Centros de Especialidades Odontológicas. Reestruturar e fortalecer o Programa Fissurado Lábio Palatal. Fortalecer e readequar o serviço de urgência e emergência odontológica na Rede de Atenção à Saúde. Implantar o laboratório regional de prótese dentária. Credenciar novos pontos de atenção aos portadores de necessidade especial. CÓD. AÇÕES PPA PARA 2014 VALOR 1211 Adquirir e repor equipamento e material permanente para Centro de R$ Especialidade Odontológica (CEO) , Construir Centro de Especialidade Odontológica (CEO) R$ , Manter e implementar programas de saúde disponibilizados à população. R$ , Qualificar e ampliar o serviço de assistência odontológica com uso de anestesia geral ou sedação em ambiente hospitalar. R$ ,00 10
11 ÁREA TEMÁTICA: ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E POLÍTICAS ESTRATÉGICAS EM SAÚDE Diretriz: Aprimorar a rede de atenção às urgências, com expansão e adequação dos equipamentos de saúde e fortalecer as políticas estratégicas promovendo a universalidade, a equidade e humanização, com qualidade na assistência prestada. ESTRATÉGIAS Promover a qualificação dos vários pontos de atenção com o foco no modelo de cuidado às doenças crônicas. Articulação das políticas estratégicas com todos os níveis de atenção da rede. Unificação e descentralização dos pontos de regulação com foco na implantação do complexo regulador. Promover o fortalecimento da cooperação regional. Ampliar e qualificar a Rede de Atenção Psicossocial RAPS. Ampliar e qualificar a rede de atenção materno-infantil com objetivo de reduzir índices de mortalidade desta população. Fortalecimento da rede de atenção integral à pessoa idosa, à pessoa com deficiência e a reabilitação. Implementação, ampliação e qualificação a Rede de Urgência e Emergência. Apoiar a estruturação da FundaSUS e instrumentalizar para a qualificação, operacionalização e profissionalização da Rede de Atenção à Saúde. RESPOSTA SOCIAL Implantar Centro de Referência às Condições Crônicas. Implantar o auto-cuidado apoiado na rede. Implementar as diretrizes de cuidado às doenças crônicas nas linhas guias. Ampliar e fortalecer os grupos que favoreçam mudanças de hábitos. Criar serviço de gerenciamento de doenças crônicas. Radicalizar os processos de formação e educação permanente e oferecer apoio sistemático das áreas estratégicas aos níveis de atenção da rede. Incorporar as linhas-guias e implantar/implementar protocolos em todos os pontos de atenção da rede. Compor comissão para formular, avaliar e acompanhar protocolos através de indicadores de qualidade e de assistência. Implantar e qualificar núcleos de regulação em todas as UAIS e Hospitais. Elaborar/implantar/qualificar fluxos e critérios de encaminhamentos para especialidades, procedimentos e exames. Capacitar os pontos/ profissionais da rede para encaminhamentos em tempo oportuno. Monitorar e gerenciar os protocolos, fluxos e funcionamento da regulação através da comissão instituída para este fim. Adequar o sistema de informação às necessidades da regulação. Implantar o E-SUS e SISREG III. Implementar a Junta Reguladora da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência. Reorganizar a Central de Leitos na busca do controle total dos leitos hospitalares dos leitos municipais. Implantar censo diário de leitos hospitalares no município. Articular com os órgãos de gestão regional o planejamento conjunto para a resolutividade das questões de saúde apresentadas. Ampliar aproximação com os consórcios intermunicipais de saúde. Aproximar as áreas técnicas das instâncias de gestão e pactuação. Consolidar as diretrizes da Política Nacional de Atenção Psicossocial em todos os pontos elencados na 11
12 RAPS municipal. Ampliar a rede com construção e criação de 01 unidade de acolhimento infanto-juvenil, 02 unidades de acolhimento adulto, 01 CAPS AD III, qualificação dos CAPSII em III (totalizando 3 CAPS III). Acompanhar a ampliação da atenção primária ofertando matriciamento em saúde mental com a disposição atual de 1 profissional de saúde mental para cada 02 Equipes de Saúde da Família. Garantir as ações de redução de danos nas áreas de maior vulnerabilidade. Criar leitos de saúde mental no Hospital Municipal. Fortalecer a articulação e regulação dos prestadores. Controlar e regular os fluxos de encaminhamentos para as comunidades terapêuticas. Realizar diagnóstico para a criação de residências terapêuticas. Fortalecer a articulação com o Hospital de Clínicas estreitando a gestão de caso e a lógica da linha de cuidado. Implantar prontuário eletrônico em todos os CAPS e UAs (Unidades de Acolhimento). Criar o Centro de Referência Materno-Infantil. Ampliar e qualificar o apoio diagnóstico. Promover e fortalecer o apoio matricial em todos os pontos de atenção. Ampliar a estrutura e serviços do Hospital Municipal conforme preconizado pela Rede Cegonha. Instituir porta de entrada de urgência e emergência em obstetrícia no Hospital Municipal. Implantar de forma efetiva as ações de humanização da gestação, nascimento, do parto e puerpério. Manter e ampliar as ações de promoção do aleitamento materno. Priorizar a gestão de caso para as gestantes e crianças das famílias de maior vulnerabilidade social e risco pessoal. Implementar ações comunitárias voltadas para as adolescentes com foco na gravidez precoce. Realizar ação conjunta entre saúde materno infantil e saúde mental, no cuidado voltado para a intervenção precoce na relação mãe-bebê /primeira infância. Reestruturar a rede para organizar o cuidado voltado às vítimas de violência. Criar o Centro Integrado de Atenção ao Idoso e Reabilitação Física. Construção/implantação do Centro Especializado em Reabilitação - CER Tipo II, que atenderá as deficiências: Física e Intelectual. Capacitar os profissionais da rede para atendimento ao idoso. Formar cuidadores de idosos para atuarem na rede. Apoio matricial de geriatria e gerontologia às equipes de saúde da família e atenção básica. Desenvolver apoio e educação permanente aos profissionais em todos os pontos da rede para trabalhar com lógica de cuidados paliativos. Garantir acesso e implementar a caderneta de saúde da pessoa idosa em toda a rede. Implementar o projeto de prevenção de quedas. Garantir assistência em saúde nas ILPIs (Instituição de Longa Permanência para Idosos). Definir o perfil e fluxos assistenciais das pessoas com deficiências na rede de atenção. Implementar a Rede de Cuidado da Pessoa com Deficiência. Estabelecer fluxos e protocolos assistenciais nos diferentes níveis de atenção. Participar da implantação do complexo regulador regional. Construir/implantação de 03 Unidades de Pronto Atendimento UPA Tipo III. Implantar o SAMU Regional. Promover educação permanente em urgência e emergência com implementação de protocolos em toda rede. Redefinir o papel e o perfil de cada porta de entrada na rede de urgência e emergência. Definir o papel da Atenção Primária na rede de urgência e emergência. Fortalecer a atuação do Melhor em Casa na rede de urgência e emergência. Fortalecer a articulação da RAPS (Rede de Atenção Psicossocial) na rede de urgência e emergência. Redefinir a vocação dos leitos hospitalares de retaguarda da rede de urgência e emergência. Implementar ações e políticas voltadas para as populações de maior vulnerabilidade (saúde da população negra, saúde da população do compo e da floresta, saúde da população cigana, saúde da população LGBT, saúde da população em situação de rua, saúde da população indígena, saúde dos privados de liberdade), promovendo a equidade. 12
13 CÓD. AÇÕES PPA PARA 2014 VALOR 1168 Adquirir e repor equipamentos e material permanente para Unidade de R$ Atendimento às Urgências , Construir Unidade de Pronto Atendimento (UPA) R$ , Construir o Centro Especializado em Reabilitação R$ , Construir Centro de Atenção Psicossocial R$ , Construir Unidades de Acolhimento Infanto-Juvenil e Adulto R$ , Manter e implementar os Programas de Saúde Disponibilizados à População R$ , Manter as ações e Programas de Atenção às Urgências R$ , Implantar e manter Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência SAMU e Central de Regulação R$ , Manter as ações de Saúde Mental R$ ,00 13
14 AREA TEMÁTICA: ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA E HOSPITALAR Diretriz: Garantir o acesso da população a serviços de qualidade, com equidade e em tempo adequado ao atendimento das necessidades de saúde, mediante aprimoramento da política da atenção especializada e hospitalar. ESTRATÉGIAS Redução das perdas primárias e secundárias nas consultas e procedimentos agendados. Promoção de ações com foco na desospitalização. Redefinição do papel e perfil das Unidades de Atendimento Integrado. Implantação de modelo de gestão para construção de contratos assistenciais com foco em resultados quantitativos e qualitativos. Sistematização das demandas prioritárias. Fortalecimento, qualificação e redefinição das ações de Regulação, Controle e Avaliação. Reestruturação e fortalecimento da função de auditoria e supervisão hospitalar. Fortalecer a articulação com o judiciário e Ministério Público. RESPOSTA SOCIAL Qualificar as filas pela Atenção Primária e pelas áreas técnicas. Realizar a busca ativa dos pacientes perdidos ou não confirmados. Capacitar os profissionais responsáveis pelos encaminhamentos/agendamentos para a atenção especializada. Unificar o sistema de agendamento de maneira a facilitar o acesso e a resolutividade dos procedimentos especializados e consultas. Promover campanhas de conscientização junto à população quanto à importância do compromisso agendado. Criar equipes de referência de especialidades para Atenção Básica, considerando a territorialização. Criar comissões de desospitalização. Estabelecer critérios técnicos para desospitalizar o paciente. Instituir altas hospitalares referenciadas, programadas e pactuadas com a rede. Criar Centro de Especialidade Clínica a partir da redefinição do papel das unidades. Adequar o número de profissionais de saúde da rede ou buscar complementação na rede privada para atender à necessidade populacional. Redimensionar as especialidades e/ou exames na Rede Municipal de Saúde, com foco na parametrização proposta pela Portaria nº 1101/2002, levando em consideração o perfil epidemiológico. Implantar Centro de Diagnóstico com foco na ampliação e qualificação do serviço prestado. Redefinir cotas para decisão de unificação ou regionalização de consultas/exames. Adequar os contratos assistenciais às necessidades da população. Estabelecer metas e indicadores conforme as políticas da SMS. Priorizar, através de critérios clínicos a realização de consultas/exames, bem como vincular o exame ao retorno do paciente em tempo adequado. Redimensionar a equipe da central de marcação para gerenciamento das priorizações. Ampliar e qualificar das equipes de regulação, controle e avaliação. Monitorar a programação e a execução da PPI/MG (Programação Pactuada Integrada) do município e dos municípios referenciados. Ampliar as equipes de auditoria e redefinição do papel do auditor no sistema. Aumentar a capacidade de realizar auditorias clínicas/assistenciais e não apenas administrativas. Utilizar o resultado das auditorias para redefinir as políticas estratégicas. Apresentar e pactuar as linhas de cuidado e protocolos clínicos e fluxos. Fornecer apoio técnico da SMS aos órgãos do Poder Judiciário para tomada de decisão. 14
15 CÓD. AÇÕES PPA PARA 2014 VALOR 1422 Adquirir e repor equipamentos e material permanente para Unidades Ambulatoriais e Hospitalares Especializados R$ , Manter as ações da Assistência Hospitalar e Ambulatorial R$ , Efetuar pagamentos para manutenção dos Contratos de Gestão R$ , Qualificar equipes de Regulação, Controle e Avaliação R$ , Fortalecer a Central de Regulação R$ , Manter e implementar as ações de Regulação, Controle e Avaliação R$ , Implantar e manter Centro de Diagnóstico R$ , Implantar e manter Centro Ambulatorial de Especialidades R$ ,00 15
16 ÁREA TEMÁTICA: VIGILÂNCIA E PROTEÇÃO EM SAÚDE Diretriz: Reduzir os riscos e agravos à saúde da população por meio das ações de promoção, prevenção e proteção da saúde. ESTRATÉGIAS Reestruturação dos serviços da Vigilância em Saúde, considerando a Atenção Primária como ordenadora do Sistema de Saúde, com vistas à mudança do modelo de atenção. Fortalecimento da Política Municipal de Saúde do Trabalhador. Qualificação das ações das Vigilâncias. Utilização das informações consolidadas pelas Vigilâncias no direcionamento e aperfeiçoamento das ações em saúde. Fortalecimento de ações intersetoriais com as secretarias afins, Universidade Federal de Uberlândia e outros parceiros. Articulação e integração das ações da Vigilância com a Rede de Atenção à Saúde. RESPOSTA SOCIAL Construir bancos de dados e informações através de notificações que possam ser utilizados para o planejamento e direcionamento das ações assistenciais. Qualificar as equipes técnicas e estruturar os serviços com equipamentos e insumos de qualidade. Reestrurar o Centro Regional de Saúde do Trabalhador, incluindo reforma da estrutura física e o fortalecimento e ampliação das ações. Reestruturar a Vigilância Sanitária, incluindo reforma da estrutura física. Reestruturação e manutenção do Serviço de Verificação de Óbitos. Implantar os programas Vigiar e Vigisolo e fortalecer o programa Vigiagua. Realizar atividades de educação em saúde utilizando equipamentos sociais da área. Intensificar e qualificar as ações de vigilância em saúde, com foco na promoção à saúde e prevenção de doenças e agravos mais frequentes na população. Articular e integrar as ações da Vigilância com a Rede de Atenção à Saúde. Qualificar e ampliar as ações de Segurança Alimentar e Nutricional. Ampliar as ações de mobilização social no combate à dengue e outras zoonoses. Implantar a vigilância de doenças e agravos não transmissíveis. Ampliar e fortalecer as ações do Programa Nacional de HIV/AIDS e outras DSTs. Instituir apoio matricial em Vigilância em Saúde aos pontos de atenção da rede. CÓD. AÇÕES PPA PARA 2014 VALOR 1177 Adquirir e repor equipamento e material permanente para Vigilância e R$ Promoção à Saúde , Manter as ações do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador R$ , Manter as ações da Vigilância Sanitária R$ , Manter as ações da Vigilância Epidemiológica e Ambiental R$ , Implementar e manter as ações de Segurança Alimentar e Nutricional R$ , Manter ações referente ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO) R$ , Manter as ações de Vigilância e Promoção à Saúde R$ , Manter e implementar os Programas de Saúde disponibilizados à População R$ , Manter as ações do Programa Nacional de HIV/AIDS e outras DST R$ ,00 16
17 ÁREA TEMÁTICA: ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, GESTÃO, INOVAÇÃO E LOGÍSTICA EM SAÚDE Diretriz: Garantir o acesso a medicamentos essenciais e excepcionais de qualidade, promovendo seu uso racional e dar suporte e condições ideais às atividades da Secretaria, contribuindo para qualificação e humanização do serviço prestado. Assistência Farmacêutica ESTRATÉGIAS Institucionalização da Assistência Farmacêutica no modelo de atenção à saúde. Ampliação dos pontos de dispensação de medicamentos na Rede Municipal de Saúde. Estruturação, organização, qualificação e sistematização dos serviços prestados pela Assistência Farmacêutica. Implantação de instrumentos de monitoramento, controle e avaliação das ações de Assistência Farmacêutica. Revisão e implementação da Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (REMUME). Oficialização e publicização da REMUME para população, para prescritores e Rede Municipal de Saúde. Garantia da qualidade no armazenamento e transporte dos medicamentos dispensados. Promoção da adesão dos prescritores à REMUME. Qualificação das prescrições. Promoção da racionalidade na utilização de medicamentos. Notificação de eventos adversos a medicamentos na Rede Municipal de Saúde no Sistema Estadual e Nacional de Farmacovigilância. Gestão, Inovação e Logística em Saúde Promoção, articulação e qualificação da comunicação em saúde interna e externa. Modernização do processo de acesso à informação institucional. Promoção da educação permanente com foco na valorização e profissionalização da assistência e da gestão. Participação e apoio no processo de formação de profissionais na área de saúde. Implementação das diretrizes da Política Nacional de Humanização na Rede de Atenção à Saúde. Unificação dos sistemas de informação utilizados pela Secretaria Municipal de Saúde. Articulação intersetorial entre Tecnologia da Informação e demais áreas de atuação da SMS. Articulação interfederativa com foco na implantação de novas tecnologias. Alinhamento e qualificação da relação entre a área de apoio e logística e demais áreas da SMS. Articulação, alinhamento e qualificação da relação entre área de apoio, logística e planejamento da SMS e demais áreas afins da Prefeitura Municipal. Reestruturação dos processos de trabalho com foco na responsabilização, na desburocratização e na gestão por resultados. Otimização e qualificação dos processos administrativos com foco na resolutividade e eficiência. Racionalização na utilização de recursos orçamentários e financeiros disponíveis na SMS, através do planejamento do consumo de produtos e serviços, bem como a ampliação da fonte de recursos e utilização eficiente dos destinados à saúde pública. Articulação da SMS com demais Secretarias da Prefeitura Municipal para alinhamento dos processos de organização interna com foco na operacionalização do Sistema Único de Saúde. 17
18 Assistência Farmacêutica RESPOSTA SOCIAL Dispor de farmacêutico para a execução e a organização da assistência farmacêutica. Elaborar protocolos de Atenção Farmacêutica e Manuais de Boas Práticas de Assistência Farmacêutica. Adequar a infraestrutura do Centro de Abastecimento Farmacêutico. Garantir a qualidade no armazenamento e transporte dos medicamentos dispensados. Promover a adesão dos prescritores à REMUME. Qualificar as prescrições Padronizar os medicamentos conforme perfil epidemiológico e base científica atual. Oferecer suporte à prescrição habilitada baseada em princípios científicos. Analisar o registro do medicamento no Ministério da Saúde e Certificado de Boas Práticas por linha de Produção para a forma farmacêutica em questão, emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Promover a educação em saúde quanto ao uso racional de medicamentos. Implantar a Farmácia Verde. Implantar Projeto Farmácia de Minas. Implantar o controle de estoques com a dispensação por meio da leitura de código de barras. Apoiar a consolidação das Práticas Integrativas e Complementares. Implantar a Comissão de Farmacoterapêutica. Gestão, Inovação e Logística em Saúde Implementar sistemas operacionais e aplicativos padronizados com base de informação unificada. Formação e educação permanente de dirigentes e técnicos da SMS quanto aos sistemas operacionais e aplicativos implantados. quanto aos sistemas operacionais e aplicativos implantados. Disponibilizar informações específicas das SMS através de uma intranet. Implantar e implementar página de internet com informações específicas do Controle Social. Implantar e implementar o Sistema Ação Saúde com foco no planejamento, controle, monitoramento e avaliação das ações administravas e operacionais da gestão. Implantar sistemas de informação gratuitos disponibilizados pelo Governo Federal e/o Estadual. Implantar o Observatório da Saúde no município unificando e integrando informações da Rede de Atenção à Saúde com a Vigilância em Saúde, Gestão de Pessoas, Administrativo e Financeiro. Criar informativos de comunicação áudio/visual, digital e/ou impressa com foco na divulgação de informações à população e à mídia. Realizar processos de capacitação com foco nas atribuições referente ao cargo do servidor. Realizar processos de capacitação para formação político-técnica sobre o SUS. Oferecer por intermédio da Escola de Governo cursos de pós-graduação (lato senso e stricto senso) para servidores. Revisar em parceria com as instituições de ensino os planos de estágios aplicados na Rede Municipal de Saúde. Elaborar e implantar as novas regras de realização de estágios, pesquisa e residência na Rede Municipal de Saúde. Implantar o pagamento de gratificação para os servidores preceptores na Rede Municipal de Saúde. Oferecer cursos de formação e qualificação de preceptores em parceria com a Escola de Governo e instituições de ensino superior da área de saúde. Implantar na Rede Municipal de Saúde inovações técnicas e tecnológicas apontadas nos resultados de pesquisas realizadas e analisadas. Promover fóruns de debates sobre as pesquisas realizadas na Rede Municipal de Saúde. Implantar e implementar as residências na Rede Municipal de Saúde. 18
19 Redimensionar a força de trabalho de todos setores da Secretaria Municipal de Saúde. Elaborar e implementar organograma e a definição de papéis. Reestruturar a avaliação de desempenho dos servidores em conformidade com novo plano de cargos, carreiras e salários. Implementar e fortalecer ações com foco na humanização. Elaborar e divulgar fluxos e protocolos com foco na desburocratização e resolutividade dos processos de trabalho da SMS. Fomentar a participação das demais Secretarias nas discussões inerentes à operacionalização do SUS Municipal. Promover melhorias na estrutura física, equipamentos e mobiliários do Conselho Municipal de Saúde. CÓD. AÇÕES PPA PARA 2014 VALOR 1413 Construir Farmácia de Minas R$ , Adquirir medicamentos e materiais médico-hospitalares R$ , Manter e implementar ações de Tecnologia da Informação R$ , Adquirir e repor equipamento e material permanente para Assistência Farmacêutica R$ , Adquirir medicamentos para atender Demanda Judicial R$ 2.402, Realizar reformas, ampliação e manutenção predial R$ , Adquirir e repor equipamentos e materiais permanentes R$ , Realizar manutenção de materiais, mobiliários e equipamentos permanentes R$ , Realizar e atualizar o censo dos trabalhadores da saúde R$ , Criar e manter preceptores de residência e estagiários na Rede Municipal de Saúde Desenvolver Projeto de Educação Permanente, Aperfeiçoamento e Formação Implantar e manter Farmácia Verde para atender as Práticas Integrativas e Complementares Manter as ações da Assistência Farmacêutica da Rede Municipal de Saúde R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 19
20 ÁREA TEMÁTICA: MODELO DE GESTÃO Diretriz: Fortalecer e qualificar o Sistema Único de Saúde, através do aprimoramento das relações interfederativas, da valorização da participação e controle social e na implementação de estratégias com centralidade na garantia do acesso e com foco em resultados ESTRATÉGIAS Qualificação do Conselho Municipal de Saúde e ampliação da participação popular. Implementação de uma cultura voltada para a Ouvidoria como instrumento de gestão, articulado às instâncias de controle social e adequação dos sistemas de informação. Fortalecimento da relação interfederativa. Aperfeiçoamento dos dispositivos para apoio institucional aos níveis de atenção à saúde. Implantação de um modelo de gestão horizontalizada e descentralizada sob a condução do planejamento. Acompanhamento, avaliação e controle interno da gestão do SUS com foco em resultados. Desenvolvimento institucional da gestão orçamentária, financeira e contábil do Fundo Municipal de Saúde. Consolidar a FUNDASUS como estratégia técnica-política e instrumento operacional da retomada da gestão pública das unidades e trabalhadores de saúde terceirizados. Consolidar a qualificação dos contratos de gestão com organizações sociais, buscando maior publicidade, transparência, profissionalismo e controle sobre resultados e metas quantitativas e qualitativas. RESPOSTA SOCIAL Atualizar a legislação do Conselho Municipal de Saúde. Instrumentalizar o Conselho Municipal de Saúde com foco na disseminação da comunicação em saúde. Promover melhorias na estrutura física, equipamentos e mobiliários do Conselho Municipal de Saúde. Capacitar os Conselheiros Municipais, Distritais e Locais de Saúde considerando a programação proposta pelo Conselho Municipal de Saúde. Realizar em parceria com o Conselho Municipal de Saúde e outras entidades organizadas da sociedade civil fóruns sobre o papel do controle social na saúde. Ampliar e qualificar os Conselhos Locais de Saúde. Representação do Conselho Municipal de Saúde no Conselho Regional de Saúde. Redescutir o papel do COMAD em relação à Secretaria Municipal de Saúde. Monitorar as demandas recebidas pelo sistema de ouvidoria, de modo a consolidá-las e transformálas em indicadores quantitativos e qualitativos aplicados à discussão da gestão dos pontos de atenção à saúde e disponíveis ao público em geral. Coordenar a realização de pesquisa sobre a satisfação dos usuários. Modernizar e ampliar os pontos de comunicação com a Ouvidoria do SUS Municipal. Implantar a Ouvidoria Regional com foco em resultados discutidos na Região de Saúde. Acompanhar, monitorar e avaliar a operacionalização dos Consórcios vinculados à Saúde. Fortalecer e qualificar a participação da gestão nas Comissões Intergestoras Bipartite e Regional e nos Colegiados de Gestão. Alinhar-se ao direito constitucional de acesso dos cidadãos às informações públicas, propiciando transparência e democratização das ações de governo, fortalecendo as ações de controle social. Fortalecer a Comissão Técnica de Saúde com foco no aperfeiçoamento das relações com o Poder Jucidiário. Implantar ações voltadas ao desenvolvimento institucional e à modernização administrativa. Criar e implantar parâmetro de avaliação de qualidade da gestão municipal. 20
21 CÓD. AÇÕES PPA PARA 2014 VALOR 1419 Projeto de Comunicação R$ , Manter as atividades do Conselho Municipal de Saúde, incluindo Conselhos Locais e Distritais Manter as atividades do Conselho Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas - COMAD R$ ,00 R$ ,00 21
22 3. INDICADORES E METAS Nº DESCRIÇÃO Polaridade Unidade METAS Cobertura populacional estimada pelas equipes de Atenção Básica. > melhor % 40 2 Cobertura Populacional estimada pelas Equipes de Saúde da Família > melhor % 37 3 Proporção de internações por condições sensíveis à atenção básica (ICSAB). < melhor % 9,8 4 Cobertura de acompanhamento das condicionalidades de saúde do Programa Bolsa Família. > melhor % 90 5 Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal. > melhor % 28 6 Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de Saúde Bucal na Saúde da Família > melhor % 13 7 Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada. > melhor % 2,16 8 Proporção de exodontia em relação aos procedimentos. < melhor % 8 9 Cobertura populacional da assistência em saúde bucal dos Centros de Especialidade Odontológica > melhor % Razão de procedimentos ambulatoriais de média complexidade e população residente. > melhor /100 2,5 11 Razão de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade e população residente. > melhor /100 4,3 12 Cobertura populacional de Unidade de Pronto Atendimento (UPA) > melhor % Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente > melhor % Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM) < melhor % Taxa de internação por acidente vascular cerebral (AVC) < melhor % 6,50 16 Número de unidades de saúde com serviço de notificação de violência doméstica, sexual e outras violências implantado. > melhor nº absoluto Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 64 anos e a população da mesma faixa etária. > melhor razão 0,69 18 Razão de exames de mamografia de rastreamento realizados em mulheres de 50 a 69 anos e população da mesma faixa etária. > melhor razão 0,55 22
23 Nº DESCRIÇÃO Polaridade Unidade METAS Proporção de parto normal. > melhor % Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré-natal. > melhor % Número de testes de sífilis por gestante. > melhor razão 2,0 22 Número de óbitos maternos em determinado período e local de residência. < melhor nº absoluto 2 23 Taxa de mortalidade infantil. < melhor / ,5 24 Proporção de óbitos infantis e fetais investigados. > melhor % 98,2 25 Proporção de óbitos maternos investigados. igual % Proporção de óbitos de mulheres em idade fértil (MIF) investigados. > melhor % Número de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano de idade. < melhor nº absoluto Cobertura de Centros de Atenção Psicossocial. > melhor / ,9 29 Taxa de mortalidade prematura (<70 anos) pelo conjunto das 4 principais DCNT (Doenças do aparelho circulatório, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas). < melhor / Proporção de vacinas do Calendário Básico de Vacinação da Criança com coberturas vacinais alcançadas. > melhor % Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera. > melhor % Proporção de exame anti-hiv realizados entre os casos novos de tuberculose. > melhor % Proporção de registro de óbitos com causa básica definida. > melhor % Proporção de casos de doenças de notificação compulsória imediata (DNCI) encerradas em até 60 dias após notificação. > melhor % Proporção de municípios com casos de doenças ou agravos relacionados ao trabalho* notificados. > melhor % Número de notificações compulsórias em Saúde do trabalhador > melhor nº absoluto Percentual de municípios que executam as ações de vigilância sanitária consideradas necessárias a todos os municípios. > melhor % Atendimento de denúncias relacionadas à Vigilância Sanitária > melhor %
24 Nº DESCRIÇÃO Polaridade Unidade METAS Avaliação de projetos arquitetônicos protocolados > melhor % Número de casos novos de AIDS em menores de 5 anos. < melhor nº absoluto 2 41 Proporção de cura de casos novos de hanseníase diagnosticados nos anos das coortes. > melhor % Proporção de contatos intradomiciliares de casos novos de hanseníase examinados. > melhor % Número absoluto de óbitos por leishmaniose visceral. < melhor nº absoluto 0 44 Proporção de cães vacinados na campanha de vacinação antirrábica canina. > melhor % Número absoluto de óbitos por dengue. < melhor nº absoluto 2 46 Proporção de imóveis visitados em pelo menos 4 ciclos de visitas domiciliares para controle da dengue. > melhor % Proporção de análises realizadas em amostras de água para consumo humano quanto aos parâmetros coliformes totais, cloro residual livre e turbidez. > melhor % Número de reclamações registradas na ouvidoria do SUS Municipal < melhor nº absoluto Alcance da comunicação em relação à população do município > melhor % Proporção de trabalhadores que atendem ao SUS, na esfera pública, com vínculos protegidos. > melhor % Número de Conselhos Locais implantados > melhor nº absoluto 3 52 Proporção Conselhos de Saúde cadastrados no Sistema de Acompanhamento dos Conselhos de Saúde - SIACS. igual nº absoluto 1 Fonte: SISPACTO 2014 e PPA DATA DA ELABORAÇÃO FINAL: Novembro/2013. DATA DA APROVAÇÃO PELO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE: 27/11/2013. DATA PREVISTA PARA AVALIAÇÃO E REVISÃO: Maio/2014 e Setembro/
PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO)
PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE - PAS (ANO) Mês e Ano de elaboração MODELO PARA ELABORAÇÃO DA PAS 2014: Gerência de Programação em Saúde- DEPLAN/SUSAM 1 SUMÁRIO IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO...3 ELABORAÇÃO...4
Orientações para Plano de Saúde PS (2014-2017) e Plano Plurianual da Saúde - PPA (2014-2017)
Orientações para Plano de Saúde PS (2014-2017) e Plano Plurianual da Saúde - PPA (2014-2017) Gerência de Programação em Saúde DEPLAN/SUSAM Coordenação: Priscilla Lacerda (Revisado em Maio de 2014) O QUE
Orientações para Plano Municipal de Saúde PMS (2014-2017) DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO - DEPLAN GERÊNCIA DE PROGRAMAÇÃO EM SAÚDE - GPS
Orientações para Plano Municipal de Saúde PMS (2014-2017) Gerência de Programação em Saúde DEPLAN/SUSAM Coordenação: Priscilla Lacerda (2014) PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE - PMS Plano de Saúde PS, instrumento
MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO
MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão
GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS
GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação da cidade. Ele deve identificar e analisar as características físicas, as atividades predominantes
Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014.
Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Ministério da Saúde / Secretaria-Executiva Departamento de Monitoramento
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE-SPAIS Goiânia Agosto/2011 SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE - SPAIS 6. GERÊNCIA DE
PREFEITURA MUNICPAL DE VALENÇA Secretaria Municipal de Saúde PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE
PREFEITURA MUNICPAL DE VALENÇA Secretaria Municipal de Saúde PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE 2014 2 PREFEITURA MUNICIPAL DE VALENÇA-RJ Endereço: Rua Dr. Figueiredo nº 320 Centro Valença-RJ - CEP: 27.600-000
PREFEITURA MUNICPAL DE VALENÇA Secretaria Municipal de Saúde PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE
PREFEITURA MUNICPAL DE VALENÇA Secretaria Municipal de Saúde PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE 2015 2 PREFEITURA MUNICIPAL DE VALENÇA-RJ Endereço: Rua Dr. Figueiredo nº 320 Centro Valença-RJ - CEP: 27.600-000
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html
Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional
SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello
Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da
Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde
Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde Gilberto Alfredo Pucca Júnior Coordenador-Geral de Saúde Bucal Janeiro, 2014 Universalidade Descentralização políticoadministrativa
Detalhamento por Localizador
Programa 2015 - Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) 20QI - Implantação e Manutenção da Força Nacional de Saúde Número de Ações 3 Esfera: 20 - Orçamento da Seguridade Social Função: 10 - Saúde
PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE SAÚDE - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS"
1 - Apoiar a construção coletiva e implementação do Plano Realizar a Conferência com uma ampla participação da comunidade Sugerir propostas não contempladas na proposta do Plano Conferência Municipal de
RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA
RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,
EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS
EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal
DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ
DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família
PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL
ANEXOII ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PARA CONCURSO PÚBLICO PARA EMPREGO PÚBLICO Nº. 001/2010 JUNDIAÍ DO SUL PARANÁ 1. Para os cargos do grupo PSF Programa da Saúde da Família, conveniados com o Governo Federal:
ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL
ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas
Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo -
Decreto 7.508 de 28/06/2011 - Resumo - GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Saúde Pública Sistema Único de Saúde SIMÃO ROBISON DE OLIVEIRA JATENE Governador do Estado do Pará HELENILSON PONTES
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico A decisão pela realização do Planejamento Estratégico no HC surgiu da Administração, que entendeu como urgente formalizar o planejamento institucional. Coordenado pela Superintendência
SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA
NOTA TÉCNICA 03/13 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE ORIENTAÇÕES GERAIS PARA ELABORAÇÃO - 2014 Introdução: O Planejamento é uma tecnologia de gestão que visa articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas
1. AÇÕES ESTRATÉGICAS E METAS
1. AÇÕES S E S 1.1. Quadro de Ações Estratégicas e Metas para 2013 AÇÃO Criar filial da EBSERH ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Registrar nos órgãos federais, estaduais e municipais Delegar competências e definir
Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90
Decreto N 7.508 de 28/06/11 Regulamentando a Lei N 8.080 de 19/09/90 Cesar Vieira [email protected] Reunião do CA/IBEDESS 12 de julho de 2011 Principais Conteúdos Organização do SUS Planejamento da
Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013
Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO GHC - SUMÁRIO EXECUTIVO - CONSULTORES: César Augusto Tejera De Ré Fernando Bins Luce Luiz Antonio Slongo A FORMULAÇÃO DO PE DO GHC Entrevistas dos consultores com dirigentes
REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS DO COMPLEXO REGULADOR DE FLORIANÓPOLIS
TÍTULO DA PRÁTICA: REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS DO COMPLEXO REGULADOR DE FLORIANÓPOLIS CÓDIGO DA PRÁTICA: T66 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Complexo Regulador caracteriza-se
Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora
Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Missão Formar recursos humanos, gerar conhecimentos e prestar assistência de qualidade na área da saúde à comunidade da região.
Prefeitura Municipal de Resende Secretaria Municipal de Fazenda Plano Plurianual 2014-2017
Linha de Atuação: Universalização e Humanização do Atendimento Básico e Secundário CÓDIGO DO PROGRAMA: 119 PROGRAMA DE ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE VALOR DO PROGRAMA NO PERÍODO FONTES 2014 2015 2016 2017 Tesouro
O CUIDADO QUE EU PRECISO
O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento
CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social.
CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social. TRANSIÇÃO Organograma Oficial da Secretaria com os atuais ocupantes, condição (efetivo ou
As escolas podem transformar os cenários de atuação?
As escolas podem transformar os cenários de atuação? Jorge Harada COSEMS/SP Premissas Relação da Instituição de Ensino com o serviço... com a gestão local é mais amplo do que a autorização ou disponibilização
EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS
EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente
PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO
PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO SEMINÁRIO BINACIONAL NA ÁREA DE SAÚDE BRASIL PERU LIMA - SETEMBRO/2011 VISÃO GERAL Abrangência: Governo Federal Marcos Legais Visão Geral do Planejamento e do Orçamento Recursos
VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE
VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população
Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes
Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de
SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA
NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de
FUNÇÕES: Coordenação das ações de planejamento, monitoramento e avaliação nas regiões de saúde; Apoio à SETEC/CIR;
Planejamento no Rio Grande do Sul e a elaboração dos Instrumentos de Gestão GT Planejamento, Monitoramento e Avaliação da Gestão julho, 2013 Base Estratégica Descentralização das ações de planejamento,
O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde
O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização
Estado: ESPIRITO SANTO RESPONSABILIDADES GERAIS DA GESTAO DO SUS
PLANILHA DE PACTUAÇÃO DAS - TCG Data da Validação: 31/03/2010 Data da Homologação: 12/04/2010 Revisão Nº:001 Pedido de Revisão: 30/03/2010 Portaria: 2.846 Data da Publicação: 25/11/2008 Estado: ESPIRITO
Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas
PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base
ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO
PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)
Rede de Atenção Psicossocial
NOTA TÉCNICA 62 2011 Rede de Atenção Psicossocial Altera a portaria GM nº 1.169 de 07 de julho de 2005 que destina incentivo financeiro para municípios que desenvolvem Projetos de Inclusão Social pelo
Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas
PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base
Plano de Ação de Vigilância Sanitária
Plano de Ação de Vigilância Sanitária A construção e o seu desenvolvimento no município Salma Regina Rodrigues Balista Águas de São Pedro 10/06/2010 O PAVISA: em qual contexto Pacto pela Saúde: nova lógica
PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL
ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL a) formulação, implantação e avaliação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sócio-econômico e
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
Cargo: ENFERMEIRO/ÁREA 1. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios, navios, postos de saúde e em domicílio, realizar consultas e procedimentos
PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009
PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições
Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade
PREFEITURA DO RECIFE SECRETARIA DE SAÚDE DIRETORIA GERAL DE REGULAÇÃO DO SISTEMA GERÊNCIA DE ATENÇÃO BÁSICA Recife em Defesa da Vida Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização
NOTA TÉCNICA 04 /2013
NOTA TÉCNICA 04 /2013 Pactuação de diretrizes, objetivos, metas e indicadores para 2013-2015 NOTA TÉCNICA 04/ 2013 INTRODÇÃO Na reunião da Comissão Intergestores Tripartite - CIT em 28 de fevereiro de
ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle
Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária
EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade
10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios
Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP
Grupo de Trabalho da PPI Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP 29 de março de 2011 Considerando: O processo de regionalização dos Municípios, que objetiva a organização
A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011
A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 Departamento de Gestão da Vigilância em Saúde-DAGVS Secretaria de Vigilância em Saúde [email protected] 06/03/2012 IMPLEMENTAÇÃO DO DECRETO
IX Conferência Nacional de Assistência Social. Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social
IX Conferência Nacional de Assistência Social Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social Programação da conferência poderá incluir: 1. Momento de Abertura, que contará
Metas de desempenho, indicadores e prazos. de execução
Metas de desempenho, indicadores e prazos de execução HOSITAL UNIVERSITÁRIO GETÚLIO VARGAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS NOVEMBRO DE 2013 1 SUMÁRIO 1. Indicadores... 3 2. Quadro de Indicadores de
Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS
Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS São Paulo - 18 de junho de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Cenário Atual da Qualidade no Setor. Programas de Qualificação dos Prestadores de
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)
Presidência da República Controladoria-Geral da União Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL (PETI) O PETI é um programa do Governo Federal que
Indicadores de Transição Pacto pela Saúde Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde - COAP 2012 Rio de Janeiro
Indicadores de Transição Pacto pela Saúde Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde - COAP 2012 Rio de Janeiro Contém os resultados, desde 2008, dos indicadores pactuados em 2012 pelos municípios
Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas
PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base
Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral.
EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente nos âmbitos federal, estadual,
MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP
MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP O Brasil é o único país......com + de 100 milhões de hab. com o desafio de ter um sistema
01. Câmara Municipal. 02. Secretaria Municipal de Governo. 03. Gabinete do Vice-Prefeito. 04. Procuradoria Geral do Município
Estrutura Administrativa e Principais 01. Câmara Municipal - Lei Orgânica do Município de Teresina, de 05 de abril de 1991. - Votar o Orçamento Anual e o Plano Plurianual, bem como autorizar abertura de
Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas
Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas EDUCAÇÃO PERMANENTE SAÚDE MENTAL - CGR CAMPINAS MÓDULO GESTÃO E PLANEJAMENTO 2012 Nelson Figueira
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada
IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento
b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade.
No programa de governo do senador Roberto Requião, candidato ao governo do estado pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), consta um capítulo destinado apenas à universalização do acesso à Saúde.
Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento
PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136
PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do
Carta da Região Sudeste
I FÓRUM ESTADUAL DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES I SEMINÁRIO SUDESTE DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES Carta da Região Sudeste Gestores da Saúde, Servidores da Saúde, Representantes de
Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1
Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação
LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009.
LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAÚDE, CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, DA DIVISÃO DE MEIO-AMBIENTE E
I. APRESENTAÇÃO... i II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1
SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO... i EQUIPE... iii METODOLOGIA... v II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1 1. CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS E DEMOGRÁFICAS... 1 2. CARACTERÍSTICAS ECONÔMICAS... 1 3.
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SERVIÇO AUTÔNOMO HOSPITALAR
PROGRAMA Nº- 125 GESTÃO PELA QUALIDADE - I Código Descrição SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL OBJETIVOS: Implantar um novo modelo de gestão pela qualidade que dinamiza a capacidade de gestão, agilize
Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade. Experiência da Contratualização no Município de Curitiba
Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade Experiência da Contratualização no Município de Curitiba 9º - AUDHOSP Águas de Lindóia Setembro/2010 Curitiba População:1.818.948
EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO
Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012
Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos
Seminário de Doenças Crônicas
Seminário de Doenças Crônicas LINHA DE CUIDADO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES EXPERIÊNCIA DE DIADEMA SP Dra Lidia Tobias Silveira Assistente Gabinete SMS Diadema Linha de cuidado de HAS e DM Experiência
PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
REGIONALIZAÇÃO NAS DIFERENTES REDES DE ATENÇÃO: COAP E REGIONALIZAÇÃO FERNANDO RITTER SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO
ANTONIO CARLOS NARDI
ANTONIO CARLOS NARDI QUE DEMOCRACIA QUEREMOS? A conquista do estado democrático de direito na década de 1980 no Brasil, após longo período burocrático-autoritário, trouxe o desafio de construção de uma
DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015
DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015 Região de Saúde [...] espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades
PRESTAÇÃO DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO / SARGSUS
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA Departamento de Articulação Interfederativa PRESTAÇÃO DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO / SARGSUS Brasília, Julho de 2013 Planejamento do
PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 Brasília - DF 2012 1 O presente Plano
PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00
PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento
Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS
Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS O Cadastro Único e a Gestão do SUAS: Essa ferramenta auxilia no processo de planejamento das ações socioassistenciais?
XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo
XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo Marília Março 2012 A Cidade de Guarulhos A cidade de Guarulhos Brasil -190 milhões de habitantes Região Metropolitana de São Paulo
A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO
A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO ÍNDICE Diagnóstico Princípios Básicos: 1- Redefinição da atuação pública na saúde 2-Saúde como direito de todos 3-Estabilidade e continuidade das políticas de
PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA
PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA Departamento de Apoio à Gestão Participativa /DAGEP Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa /SGEP Ministério
PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE (PAS) 2016
PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE (PAS) 2016 PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE 2014-2017 INSTRUMENTOS DE GESTÃO - 2013 2014 2015-2016 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE PAS 2014 E 2015 PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DE 2014-2017 PAS
A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014
A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 Da segregação à conquista da cidadania 1980 mobilização dos usuários, familiares e trabalhadores de saúde visando
Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010
Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde
III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de
III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de
Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004
Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.031, DE 23 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre a organização do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no
A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5
A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A partir dos esforços para melhorar a saúde materno-infantil, tais como: Programa de Humanização do Parto e Nascimento
