Material de apoio ao professor
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- Eduarda Frade Balsemão
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1 Material de apoio ao professor O cata-vento e o ventilador livro O cata-vento e o ventilador autor Luís Camargo ilustradora Elisabeth Teixeira número de páginas 48 categoria 4 1 o ao 3 o ano Ensino Fundamental temas Descoberta de si; Família, amigos e escola; O mundo natural e social gênero Este material tem a finalidade de colaborar com educadores empenhados em fazer da leitura uma ferramenta para o autoconhecimento e para o conhecimento do mundo. Tornar a leitura um hábito na vida das crianças é nossa responsabilidade e também um grande prazer. Ajude-as a ter a chance de descobrir nas páginas de um livro muita diversão, cultura, informação e, acima de tudo, um novo jeito de ver o mundo. Aqui você encontra: Contextualização do autor e da obra. Motivação do estudante para a leitura/escuta. Informações que relacionam a obra aos seus respectivos temas, categoria e gênero literário. Subsídios, orientações e propostas de atividades. Orientações para as aulas de Língua Portuguesa que preparem os estudantes para a leitura da obra (material de apoio pré-leitura), assim como para sua retomada e problematização (material de apoio pós-leitura). Orientações gerais para as aulas de outros componentes ou áreas para a utilização de temas e conteúdos presentes na obra, com vistas a uma abordagem interdisciplinar. poema 1
2 PARTE I OBRA, AUTOR, TEMAS, CATEGORIA E GÊNERO 1. Contextualização do autor e da obra A obra O cata-vento e o ventilador traz uma coletânea de poemas infantis sobre vários temas. Os poemas do livro têm entre seus principais méritos explorar a música das palavras e a visualidade. Alguns são compostos em forma de figuras e trazem deslocamento de palavras e versos, com tratamento gráfico diferenciado para algumas palavras. O poema O cata-vento e o ventilador, que dá título à coletânea, foi inspirado em dois desenhos de um aluno, interno na Casa de David, na época em que o autor lecionava arte para crianças e jovens deficientes. Os poemas do livro são variados e divertidos, como aponta Marisa Lajolo no prefácio: Ficam sempre muito próximos de todos nós. Assuntos modestos e cotidianos como uma flor, um chuchu, gotas de chuva, um galo, um botão de camisa [...] Nessa alternância entre o perto e o longe, inscreve-se a função maior da arte: distanciar o que costuma ser próximo e aproximar o que no dia a dia é distante. Ou seja, é próprio da arte de todas elas renovar os olhos com que vemos o mundo a nossa volta. O modo inventivo e bem-humorado com que o autor nos apresenta animais, objetos e situações do dia a dia faz com que renovemos nosso olhar sobre o mundo que nos cerca. O contato do leitor com textos dessa natureza possibilita o desenvolvimento do seu senso estético, facilitando a fruição da leitura, conforme recomenda a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC): Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso estético para a fruição, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizador da experiência com a literatura. 2
3 Sobre o autor Luís Camargo é escritor e ilustrador de livros para crianças. Nasceu em São Paulo, em Recebeu o Prêmio Jabuti, na categoria Ilustração, pelo livro O cata-vento e o ventilador, em É autor de Ilustração do livro infantil (1995) e um dos autores de Monteiro Lobato, livro a livro: obra infantil, que recebeu o Prêmio Jabuti, em 2009, nas categorias Teoria / Crítica Literária e Livro do Ano Não Ficção. Começou no teatro, onde fez um pouco de tudo e foi ator premiado e diretor de peças infantis. Sua estreia como autor e ilustrador de literatura infantil ocorreu em 1980, com Maneco Caneco Chapéu de Funil. No mesmo ano, também foram lançados Panela de arroz e Os pregadores do rei João. Luís Camargo também é editor e, desde 2006, desenvolve uma pesquisa sobre literatura em sala de aula como instrumento de alfabetização. Sobre a ilustradora Elisabeth Teixeira é graduada em Desenho Industrial pela UFRJ. Por três vezes, recebeu o Prêmio Jabuti na categoria Ilustração de Livro Infantil e Juvenil, além de prêmios concedidos pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) como o Melhor para Criança e o Altamente Recomendável. Já ilustrou mais de 120 livros. 2. Motivação do estudante para a leitura/escuta O texto autobiográfico de Luís Camargo presente na edição contextualiza bem as condições em que a obra foi criada, dando a dimensão do encantamento que a poesia pode produzir no leitor e estimulando o educador a se deixar levar pela magia da brincadeira com as palavras e a contagiar os alunos. Nos poemas deste livro, procurei brincar com a sonoridade, com as imagens que as palavras sugerem, com as ideias e também com o desenho das letras, das palavras, e com a distribuição dessas palavras na página. 3
4 Um dos poemas nasceu a partir de uma fotografia do Parque Estadual de Vila Velha (Ponta Grossa-Paraná) que estava em um álbum de fotografia dos meus pais; outro foi inspirado em uma canção de capoeira; o poema que dá título ao livro nasceu de desenhos de um aluno meu. As inspirações são variadas, misturadas com muita invenção. Mas o chuchu que brota sozinho não é invenção não! 3. Informações que relacionam a obra aos seus respectivos temas, categoria e gênero literário O cata-vento e o ventilador é indicado para os estudantes do 1 o ao 3 o ano do Ensino Fundamental, de acordo com as habilidades e competências descritas na BNCC. É uma coletânea de poemas infantis sobre vários temas, todos eles diretamente relacionados ao autoconhecimento, aos sentimentos e às emoções, e também ao universo da família, dos amigos e da escola, como os poemas Em família, As três irmãs e As três tias. Há, ainda, poemas relacionados ao mundo natural e social, como Chuchu e Vila Velha. Os poemas exploram a música das palavras e a visualidade. Recursos visuais como esses foram também explorados por poetas como Sérgio Capparelli, Leo Cunha, Fernando Paixão e Ricardo da Cunha Lima. 4. Subsídios, orientações e propostas de atividades O cata-vento e o ventilador é um livro que contribui para a formação leitora da criança nas práticas de linguagem associadas a vários campos de atuação, em especial o artístico-literário, descritos na BNCC, especialmente no que se refere às seguintes habilidades: (EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de palavras, reconhecendo seu pertencimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição. 4
5 (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. (EF02LP29) Observar, em poemas visuais, o formato do texto na página, as ilustrações e outros efeitos visuais. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF02LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, desenvolvendo o gosto pela leitura. (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF12LP05) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagens de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto. 5
6 PARTE II LÍNGUA PORTUGUESA Orientações para as aulas de Língua Portuguesa que preparem os estudantes para a leitura da obra (material de apoio pré-leitura), assim como para sua retomada e problematização (material de apoio pós-leitura). 1. Material de apoio pré-leitura O poder do poema O poema é um tipo de texto que valoriza a música das palavras por meio de recursos como a repetição de sons e de palavras. Ele instiga o leitor a transformar versos em imagens, recurso denominado visibilidade pelo escritor italiano Italo Calvino. Além disso, brinca com o significado das palavras. As rimas são um excelente recurso para estimular a imaginação dos alunos, trabalhando seu processo criativo e reorganizando os registros do que foi lido. Rima: é o nome que se dá a repetição de sons semelhantes, ora no final de versos diferentes, ora no interior do mesmo verso, ora em posições variadas, criando um parentesco fônico entre palavras presentes em dois ou mais versos. GOLDSTEIN, Norma. Versos, sons e ritmos. 11. ed. São Paulo: Ática, p. 44. Como aquecimento de leitura, pode-se relembrar com os alunos algumas quadrinhas e parlendas, textos que apresentam rimas em sua composição, auxiliando-os na memorização e na apreensão de sentidos do texto. Sugere- -se perguntar aos alunos se eles têm parlendas preferidas e começar a atividade por elas. Análise de um poema Guaraciaba Micheletti, no livro Estilística, analisa um dos poemas do livro O cata-vento e o ventilador, o poema Vento. Vejamos uma parte dessa análise: 6
7 Os elementos do mundo natural influenciam o ser humano que dele também é parte, mas que se sente diferenciado, como se fosse uma categoria distinta. O homem é atraído pelas manifestações da natureza, basta que se observe a constância dos elementos naturais em sua produção artística. Às vezes esses elementos figuram a impotência humana, como na Canção de Manuel Bandeira; outras, como no poema Vento, de Luís Camargo, composto para um público infantil, trazem à baila as sensações mais prazerosas. O livro em que está o poema é formado pela integração da linguagem visual e verbal. Assim o poema aparece graficamente no interior da representação visual. As duas linguagens se completam e intensificam mutuamente os sentidos percebidos pelo leitor. [...] Neste poema, as palavras figuram imagens sonoras, visuais e tácteis que traduzem algumas sensações que experimentamos em contato com o vento. Ele é percebido como um ser que atua de formas múltiplas. Ao ventar e inventar mil maneiras, ele se constitui como o único sujeito dentro do poema. De certo modo, ele é descrito como algo que nos envolve docemente e por inteiro. [...] O vocábulo vento, único sujeito do poema, denota ar em movimento e se compõe de um grupo de sons que sugere esse movimento, em particular, por sua sílaba inicial ven- [...]. Essa sugestão é reforçada pela reiteração em venta, pela constituição dos três versos iniciais, muito breves, provocando pausas que intensificam a percepção auditiva e táctil de mobilidade do vento. Constitui uma harmonia imitativa, pois o leitor percebe o zunido do vento. [...] MICHELETTI, Guaraciaba. Imagens do vento. In: MICHELETTI, Guaraciaba (Coord.). Estilística: um modo de ler... poesia. São Paulo: Andross, p
8 A leitura mediada Até que a criança desenvolva a leitura autônoma, é muito importante o papel do mediador de leitura. Como aponta a BNCC para o 1 o e o 2 o ano, uma das habilidades a serem desenvolvidas pelos alunos, no campo de leitura/escuta, Formação do leitor, é a (EF12LP02): Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses (grifo nosso). O Glossário do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) define o termo mediar como estar entre duas coisas. Assim, a mediação literária é estar entre o leitor e o livro; nesse caso, o leitor criança e o livro adequado à sua faixa etária e necessidade. Pressupõe uma seleção com critérios para um público que está aprendendo a desenvolver seus próprios critérios. Beatriz Cardoso, autora do verbete Mediação literária na Educação Infantil fala sobre as oportunidades que a leitura mediada pode oferecer à criança: A mediação realizada por alguém mais experiente pode dar oportunidades para que a criança, desde muito pequena, converse sobre as várias dimensões apresentadas por um texto, sejam elas linguística, metalinguística ou de conteúdo. CARDOSO, Beatriz. Mediação literária na Educação Infantil. In: FRADE, Isabel Cristina Alves da Silva; VAL, Maria da Graça Costa; BREGUNCI, Maria das Graças de Castro (Orgs.). Glossário Ceale: termos de alfabetização, leitura e escrita para educadores. Belo Horizonte: UFMG/Faculdade de Educação, Disponível em: < br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/mediacao-literariana-educacao-infantil>. Acesso em: 22 abr Livro ilustrado: texto e imagem O cata-vento e o ventilador é ricamente ilustrado. A poesia visual é complementar à poesia escrita, e tão importante quanto ela. Hoje, em uma sociedade que se comunica tanto pelo visual quanto pelo verbal, saber ler imagens e narrativas 8
9 imagéticas é fundamental para um desenvolvimento pleno de todas as capacidades comunicativas. Ciça Fittipaldi, ilustradora brasileira, reflete sobre o processo de construção da narratividade visual: Toda imagem tem alguma história para contar. Essa é a natureza narrativa da imagem. Suas figurações e até mesmo formas abstratas abrem espaço para o pensamento elaborar, fabular e fantasiar. A menor presença formal num determinado espaço já é capaz de produzir fabulação e, portanto, narração. Claro que a figurativização torna a narrativa mais acessível, pois a comunicação é mais imediata, o processo de identificação das figuras como representações é mais rápido do que numa expressão gráfica ou pictórica formalmente abstrata (que se pretende desvinculada da função de representação). Se a essa presença formal é conferida uma dimensão temporal, a dimensão de um acontecimento, então a narratividade já está em andamento. Se ao olharmos uma imagem podemos perceber o acontecimento em ação, o estado representado, uma ou mais personagens em devir, podemos imaginar também um (ou mais) antes e um (ou mais) depois. E isso é uma narração. Entre as histórias narradas nos textos escritos de um livro literário e as narrativas configuradas nas ilustrações do mesmo livro há correspondência sem necessariamente haver repetições. Escrita e imagem são companheiras no ato de contar histórias. [...] FITTIPALDI, Ciça. O que é uma imagem narrativa. In: OLIVEIRA, Ieda de. O que é qualidade em ilustração no livro infantil e juvenil. São Paulo: DCL, p Segundo Van der Linden (2011), há três tipos de relação possíveis entre texto e imagem: relação de redundância, relação de colaboração e relação de disjunção. Conhecer essas possibilidades é importante para que a criança possa assimilar os poemas, sem restringi-los a uma única interpretação e abrindo espaço para sua imaginação: 9
10 [...] Articulados, textos e imagens constroem um discurso único. Numa relação de colaboração, o sentido não está nem na imagem nem no texto: ele emerge da relação entre os dois. Quanto mais as respectivas mensagens parecem distantes uma da outra, mais importante será o trabalho do leitor para fazer emergir a significação. [...] VAN DER LINDEN, Sophie. Para ler o livro ilustrado. São Paulo: Cosac Naify, p A ilustração de O cata-vento e o ventilador não é mera tradução visual do texto e, portanto, contribui para que coexistam, na obra, dois discursos em permanente contato. Esse tipo de ilustração é o que tem maior potencial de enriquecer a leitura: Ilustração e texto convivem e interagem no mesmo espaço: seja um livro, seja uma página de revista, seja um cartaz, seja uma tela de computador. Nesse sentido, a ilustração não pode ser vista repito não pode ser vista como uma tradução do texto, como uma espécie de tradução da linguagem verbal para a linguagem visual. [...] A ilustração, porém, não é uma imagem que traduz um texto, ela é uma imagem que acompanha um texto, criando uma diferença em relação a traduções do verbal para o visual ou audiovisual [...] já que os textos verbais, os textos pictóricos, os textos audiovisuais etc. estão sobre suportes diferentes, ao contrário da ilustração, que compartilha o mesmo suporte que o texto. No livro ilustrado interagem duas linguagens e, assim, dois tipos de texto, compondo um texto híbrido, verbo- -visual. Dois textos ou dois discursos em diálogo. [...] Se o texto visual não repete o que diz o texto verbal, a busca de equivalências parece ser ainda menos apropriada para se falar sobre a relação entre texto e ilustração. [...] Se o discurso verbal e o discurso visual formam dois 10
11 discursos um diálogo, então é preciso ir além da busca de coerência entre texto e ilustração e superar a busca de fidelidade das ilustrações ao texto, pois essa perspectiva empobrece a leitura das obras. [...] CAMARGO, Luís. Para que serve um livro com ilustrações. Texto gentilmente cedido para este material. Atividades As atividades a seguir podem auxiliar o professor no preparo de situações de leitura, com o objetivo de desenvolver a fruição literária, as competências específicas de Língua Portuguesa e as práticas de linguagem nos campos de atuação artístico-literário e das práticas de estudo e pesquisa. Há uma ênfase na questão da produção de textos, da escrita autônoma e compartilhada e da exposição oral, objetos de conhecimento fundamentais para essa faixa etária e para os alunos em processo de alfabetização. Chamar a atenção dos alunos para a materialidade do livro, mostrando os elementos da capa (título do livro, nome do autor e do ilustrador, ilustrações, logo da editora) e da quarta capa (texto de quarta capa e ilustrações). (Habilidade de referência: EF15LP02.) Reunir os alunos em uma roda para que apreciem o livro, levando em conta: tamanho, formato, ilustrações, poemas. Instigar a turma a fazer inferências sobre o assunto do livro com base nos elementos de capa: o título, a ilustração de céu azul com nuvens, a criança que segura um cata- -vento, o pássaro e as folhas que voam. (Habilidade de referência: EF15LP02.) Chamar a atenção da turma para elementos das ilustrações relacionados ao vento: o ventilador, o cata- -vento, o movimento das nuvens. Será que o vento terá papel especial nos poemas do livro? Registrar as inferências dos alunos para conversas posteriores à leitura. (Habilidade de referência: EF15LP02.) 11
12 Estimular os alunos a conversarem sobre poemas que já conheçam, de outros livros ou da tradição oral, como Batatinha quando nasce. Conhecer o repertório da turma sobre poesia com base nessa conversa. (Habilidade de referência EF01LP18.) 2. Material de apoio pós-leitura Poema e forma Os poemas do livro O cata-vento e o ventilador trabalham com elementos gráficos que destacam palavras e se espalham pelas páginas, dando formas a versos e brincando com o espaço. É importante chamar a atenção dos alunos para essa característica dos poemas deste livro. O autor tem um objetivo ao escolher dar determinada forma a um verso, aproximando significado e forma. Essa característica lembra a poesia concreta, em que os poetas jogam com a forma do poema e com o fundo. Como poderosos instrumentos dos atos da comunicação, as palavras transformam a própria prática da linguagem. Em diversas situações, fazemos uso das palavras, muito embora nem sempre a gente perceba que são elas que determinam o modo como esta comunicação se dá. Elas são por nós utilizadas em ritos cotidianos, sociais, políticos, culturais e mesmo em forma de jogos, chegando aos limites da comunicação com o inconsciente, com o imaginário, como linguagem tecida de sonho, fantasia e memória. [...] Bem, se as palavras são som e sentido, elas poderão ser também objeto estético, elaboração sensível. Neste sentido, podemos nos perguntar como elas vêm se constituindo em nossa sociedade, em suas manifestações enquanto poesia, enquanto música, bem como sua composição estética, seu diálogo com os diferentes gêneros. [...] Na Poesia Concreta, os poemas não apresentam versos, 12
13 jogam com a forma e o fundo, aproveitando o espaço gráfico em sua totalidade, brincam com o significado e o significante, rejeitando a ideia de lirismo. O poema concreto é como um quadro ou uma imagem que pode ser observada de cima para baixo, da direita para a esquerda, enfim, de várias formas. As experiências sonoras como recurso são amplamente exploradas por meio do grafismo, do aproveitamento visual da página em branco, de montagens e colagens. O poeta é um artesão da civilização urbana, sintonizado com seu tempo. GOSSI, Maria Auxiliadora Cunha. Poesia, música e jogo: nas malhas do bordado, o risco da palavra. In: A palavra reinventada, Boletim 18, set p. 35, 37. Sugere-se que os alunos criem poemas brincando com as formas do verso. Eles podem criar ou pegar poemas prontos, da preferência deles, para fazerem a atividade. Atividades As atividades a seguir podem auxiliar o professor na reflexão após a leitura, com o objetivo de potencializar os efeitos da fruição literária, as competências específicas de Língua Portuguesa e diversas práticas de linguagem previstas na BNCC. Trabalham a leitura, a escuta e a escrita individual e compartilhada, a análise linguística e semiótica no processo de alfabetização, com destaque para o campo de atuação artístico-literário, com foco na oralidade. Pedir aos alunos que façam inferências sobre o poema Em família com base na leitura do título. Em seguida, ler o poema em voz alta, enfatizando os versos em que há onomatopeias. Terminada a leitura, abrir espaço para uma conversa sobre o poema: Os alunos esperavam que a família fosse de nuvens? O poema fez com que eles pensassem na chuva de maneira diferente? Eles perceberam que as palavras impressas com letras maiúsculas estão relacionadas a sons mais fortes? 13
14 Realizar esse tipo de leitura cerrada com outros poemas do livro, para que a turma perceba os efeitos provocados pelos sons, pelo ritmo, pelas imagens, pelos recursos tipográficos, dentre outros aspectos dos poemas. (Habilidade de referência: EF12LP18.) Solicitar aos alunos que circulem os sons semelhantes no poema As três irmãs. Eles podem utilizar diferentes cores para identificar sons. Realizar a atividade coletivamente, com a turma pronunciando em voz alta os sons semelhantes, o que pode ser divertido. Completada essa parte, explicar aos alunos que os poemas costumam brincar com os sons das palavras, a fim de provocar efeitos bonitos e engraçados. Selecionar exemplos de paronomásia (não é preciso ensinar esse nome aos alunos ainda), como bucha e bruxa, para explicar que esse recurso, conhecido como trocadilho, é comum em poemas. (Habilidade de referência: EF12LP18.) Propor aos alunos inventar histórias malucas como as de tia Lucélia, do poema As três tias. Pedir à turma que faça assim: um aluno inventa um nome, um segundo aluno, a ação feita por esse nome, um terceiro, o lugar onde essa ação ocorre... cada um complementa a narrativa como quiser, criando trechos que sejam desafiadores para os próximos colegas. Explicar que, quanto mais maluca a história, mais divertida; por isso, não é preciso se preocupar se os heróis da história serão casas voadoras, chinelos briguentos, gatos mergulhadores... Registrar na lousa a narrativa, conforme os alunos forem completando orações e períodos. (Habilidade de referência: EF12LP05.) Solicitar aos alunos que produzam um texto usando figuras, como no poema O canto do Alexandre. Estimular a turma a selecionar palavras ou sílabas para transformá- -las em imagens. Outra possibilidade é cada aluno fazer a atividade com um texto diferente; depois, a turma troca textos para os alunos descobrirem as palavras transformadas em figuras pelos colegas e escrevê-las, decifrando o texto enigmático. (Habilidade de referência: EF12LP05.) 14
15 PARTE III INTERDISCIPLINARIDADE Orientações gerais para as aulas de outros componentes ou áreas para a utilização de temas e conteúdos presentes na obra, com vistas a uma abordagem interdisciplinar. Os meios de transporte Os meios de transporte evoluem conforme evolui a tecnologia. O ser humano começou utilizando seus próprios pés para se locomover e, depois, percebeu que poderia utilizar os animais. Assim, começou a domesticar animais selvagens, como o cavalo, para ajudá-lo tanto na locomoção humana quanto de mercadorias. Com a invenção da roda, o ser humano criou meios de transporte que a utilizavam, como carroças e carruagens. A invenção do motor revolucionou o transporte terrestre e, com Revolução Industrial, a sociedade conheceu o carro. Mas ele era muito caro e poucas pessoas podiam adquirir esse bem. Então o norte-americano Henry Ford criou o que é chamado hoje de linha de produção, barateando a fabricação dos carros e possibilitando que a classe média norte-americana pudesse comprar um. Desde então, novas tecnologias têm sido inventadas, melhorando os carros, e hoje já temos os que se movem com energia elétrica. Esse é apenas um resumo da evolução de um meio de transporte terrestre. Todos os meios de transporte que vemos hoje nas ruas, no céu ou nas águas passaram por transformações a longo da História. No site da revista Superinteressante, há uma matéria, A mobilidade do século 21, que mostra a evolução de alguns meios de transporte, com ilustrações, e pode ser um ponto de partida para discussão e pesquisa dos meios de transporte na sua cidade. Esse texto está disponível em: < Acesso em: 24 abr Atividades As atividades a seguir podem auxiliar o professor na reflexão após a leitura, com o objetivo de potencializar os efeitos da fruição literária e o desenvolvimento de competências de outros componentes curriculares, de acordo com a BNCC. 15
16 História Na BNCC recomenda-se que sejam trabalhadas unidades temáticas que pensem a História como um saber necessário para a formação de crianças e jovens na escola. As atividades sugeridas a seguir abordam as formas de registrar as experiências da comunidade, propiciando o desenvolvimento da habilidade (EF03HI02): Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos ao longo do tempo na cidade ou região em que vive. Após a leitura do poema Botão, sugerir à turma que faça inferências sobre os pontos turísticos do Rio de Janeiro mencionados no texto: o Pão de Açúcar e o bondinho. Eles conhecem esses lugares? Já viram imagens? Caso os alunos não conheçam a capital carioca, mostrar a eles imagens desses locais. Em seguida, explicar que pontos turísticos costumam ser naturalmente bonitos ou historicamente importantes, e perguntar aos alunos quais são os locais históricos da cidade onde moram. Dividir a turma em grupos e pedir aos grupos que pesquisem a história desses lugares, com base em conversas com familiares e pesquisa em sites de prefeituras. Solicitar a eles que procurem fotos antigas e atuais de um mesmo local, como uma praça ou um prédio. Os resultados das pesquisas podem ser compartilhados coletivamente, a fim de que todos comparem imagens antigas e atuais para destacar modificações, permanências, semelhanças e diferenças. Propor aos alunos pesquisar meios de transporte que existiam na cidade onde vivem. Apresentar a eles alguns meios de transporte que já foram muito comuns em áreas urbanas, mas atualmente são raros, como bondes e carroças. Pedir a eles que pesquisem imagens de ônibus, trens, bondes, carros, bicicletas, barcos, que circularam no passado. Fotografias antigas de uma mesma rua podem ser comparadas com fotos atuais, em que se vejam novos meios de transporte. Comparar, com eles, as modificações ocorridas nos transportes públicos e individuais, identificando as datas das fotografias e 16
17 fazendo comentários sobre a vida na cidade nos períodos retratados. Incentivar a turma a escrever textos curtos sobre as mudanças observadas. Arte As atividades a seguir permitirão ao professor trabalhar a habilidade (EF15AR05): Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade, e a habilidade (EF15AR02): Explorar e reconhecer elementos constitutivos das artes visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.). Após a leitura do poema Escova de dente, propor aos alunos usar escovas velhas para pintar. Outros materiais inusitados, como esponjas, rolhas, palitos, também podem ser usados para desenhar, pintar e criar texturas diferentes. Estimular os alunos a criarem objetos artísticos com botões: colares, bordados, colagens em superfícies como porta-retratos e vasos de planta. Botões usados podem enfeitar uma série de objetos. Ensinar os alunos a fazerem cata-ventos, de tamanhos e cores variados. Eles podem copiar versos de poemas do livro nos cata-ventos, o que proporcionará efeitos interessantes. Os cata-ventos podem enfeitar lugares da escola, como jardins. Ciências As atividades a seguir permitirão ao professor trabalhar a habilidade (EF02CI05): Investigar a importância da água e da luz para a manutenção da vida de plantas em geral. Perguntar à turma como as plantas sobrevivem: de que modo elas se alimentam? Explicar que os vegetais precisam da luz do sol para viver, pois somente com ela podem realizar a fotossíntese, processo por meio do qual produzem seu alimento. Por intermédio de pigmentos nas folhas, os vegetais captam luz solar para produzir glicose, um açúcar que é energia tanto para a planta quanto para os seres vivos que a comerem. O pigmento mais comum é a clorofila, que dá cor verde às plantas. Solicitar aos alunos 17
18 que pesquisem quais outros elementos, além da luz solar, são necessários para as plantas realizarem a fotossíntese: água, gás carbônico, nutrientes do solo. Estimular a turma a compartilhar imagens, facilmente encontradas na internet, sobre o processo de fotossíntese. Projeto multidisciplinar Um livro sempre permite múltiplas leituras e abordagens multidisciplinares e transdisciplinares, ainda mais no Ensino Fundamental, quando o professor navega pelas diferentes disciplinas e consegue integrá-las e interligá-las com base em um tema gerador. A atividade a seguir é multidisciplinar e transdisciplinar e trabalha práticas do campo artístico-literário de acordo com a nova BNCC. O projeto Exposição de poemas esculpidos e desenhados vai possibilitar aos alunos um contato prazeroso com a poesia. Eles poderão construir objetos de papel e outros materiais em que poemas ganharão texturas, volumes, movimentos, dentre outros aspectos inspirados nas inovações gráficas observadas em versos de O cata-vento e o ventilador. Exposição de poemas esculpidos e desenhados 1 Apresentar à turma o projeto, explicando que poemas podem ser escritos em diferentes superfícies. Mostrar aos alunos imagens de objetos que funcionam como suporte para poemas. 2 Propor aos alunos que escolham os poemas do livro de que mais gostaram e imaginem em que suporte gostariam de transcrevê-lo. Por exemplo: o poema Gotas de chuva pode ser escrito com tinta lavável no vidro de uma janela; assim, quando chover, as gotas de água farão bela composição com as gotas escritas do poema. Incentive a turma a pensar em suportes como dobraduras, tigelas, móbiles, dentre outros. 3 Dividir a turma em duplas para construir os objetos poema. Para pensar em suportes interessantes e diferentes, os alunos precisarão fazer leituras aprofundadas 18
19 do poema, orientadas pelo professor, a fim de identificar elementos que podem ser esculpidos, desenhados ou impressos em superfícies diversas. 4 Preparar, com a turma, uma exposição dos objetos poema na sala de aula, que poderá ser visitada por colegas de outras turmas, professores, funcionários e familiares. Os alunos escolherão o melhor lugar para colocar seus objetos; podem preparar etiquetas com breves informações sobre eles, como o livro de onde os poemas foram transcritos. 5 Sugerir que seja criado um caderno em que os visitantes farão comentários sobre os objetos vistos na exposição, para posterior apreciação dos alunos. 6 No dia da exposição, solicitar aos alunos que fiquem ao lado dos objetos poema que criaram para conversar sobre eles com os visitantes. Caso os poemas sejam móveis ou dobráveis, os alunos podem demonstrar para os visitantes algumas maneiras de lê-los. 7 Filmar ou fotografar o evento. Os registros valorizarão o trabalho dos alunos e poderão se tornar, futuramente, material para a biblioteca da escola. 8 Após a realização do evento, avaliar, com os alunos, o que eles aprenderam ao fazer os objetos poema: A percepção deles com relação aos suportes de leitura foi modificada? A percepção dos visitantes a respeito dos poemas foi surpreendente? A atividade foi prazerosa? 9 Solicitar aos alunos que produzam textos curtos em que relatem a experiência de produção dos objetos esculpidos e desenhados. elaboração Januária Cristina Alves 19
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