Motores CA. CFP Eliezer Vitorino Costa

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1 Motores CA

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3 Motor Elétrico Definição: É uma máquina destinada a transformar energia elétrica em mecânica. Os motores elétricos em geral são divididos em dois grupos: Motores de Corrente contínua Motores de corrente alternada

4 Motor de CC São motores de custo elevado e, além disso, precisam de uma fonte de corrente contínua, ou de um dispositivo que converta corrente alternada em contínua.

5 Motores CA São os mais utilizados, porque a distribuição de energia elétrica é feita normalmente em corrente alternada. Os principais tipos são: Motor Síncrono Motor Assíncrono

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7 Motor Síncrono x Motor Assíncrono Motor Síncrono: É o motor elétrico cuja velocidade de rotação é sincronizada com a frequência da sua alimentação. Motor Assíncrono: É o motor que gira a uma velocidade muito próxima à velocidade síncrona, ou seja, muito próximo ao sincronismo com a frequência da rede de alimentação.

8 Motor Síncrono Vantagens Mais econômico em elevadas potências. Bom rendimento, mesmo trabalhando com carga parcial. Rotação rigorosamente constante com a frequência de alimentação. Desvantagens Alto custo de aquisição. Fabricação somente por encomenda. Enrolamento de campo no rotor necessita de corrente contínua. Exige mais manutenção do que os motores de indução. Utilizado somente para grandes potências.

9 Motor Assíncrono Vantagens Baixo custo de aquisição Baixo custo de manutenção Longa vida útil Desvantagens Alta corrente de partida Necessita de inversor de frequência para controle da velocidade Baixo fator de potência

10 MOTORES MONOFÁSICOS ASSÍNCRONOS

11 Motores Monofásicos Assíncronos Como, muitas vezes, não há disponibilidade de fornecimento de tensão trifásica, como, por exemplo, no meio rural, pode-se aplicar motores monofásicos que são alimentados com tensão monofásica (Fase + Neutro ou Fase + Fase)

12 O motor monofásico assíncrono é constituído de: -Estator (parte fixa, onde se localizam as bobinas -Rotor gaiola de esquilo (parte móvel)

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14 Rotor gaiola de esquilo

15 Princípio de funcionamento do Motor Monofásico Assíncrono Possuem apenas uma bobina de trabalho. Essa bobina gera um campo magnético não girante. O campo magnético do estator gera uma corrente induzida no rotor. O campo gerado no rotor é de polaridade oposta à do estator.

16 Campo defasado em 180

17 Para dar o giro inicial do rotor, são usados dois tipos de partida: 1- De campo distorcido 2- De fase auxiliar ou fase dividida

18 Motores Monofásicos Assíncronos Motor de Campo Distorcido

19 1-Motor de Campo Distorcido Constituição Rotor tipo gaiola de esquilo Estator (parte fixa) Anel de cobre ou espira em curto circuito

20 Motor de Campo Distorcido

21 Principais características: Processo de partida simples, confiável e econômico, sem capacitor ou chave de partida Baixo torque de partida Baixo rendimento Baixo fator de potência Fabricados apenas em pequenas potências (máximo até ¼ de CV)

22 Uma parte de cada pólo é abraçada por uma espira de cobre em curto-circuito. A corrente induzida nesta espira faz com que o fluxo que a atravessa sofra um atraso em relação ao fluxo da parte não abraçada. Resultando em um campo magnético girante que se move da parte não abraçada para a parte abraçada do pólo. Possui apena um sentido de rotação.

23 Aplicações: Ventiladores Exaustores Unidades de refrigeração Secadores de roupa e de cabelo Pequenas bombas

24 Motores Monofásicos Assíncronos MOTOR MONOFÁSICO DE FASE AUXILIAR

25 2-Motor monofásico de fase auxiliar ou fase dividida É o motor monofásico de mais larga aplicação. No estator há dois enrolamentos: Bobina de Trabalho A bobina de trabalho fica ligada durante todo funcionamento do motor Bobina de Partida ou auxiliar A bobina de partida só atua durante a partida. Esse enrolamento é desligado por um dispositivo automático depois que o motor atinge uma certa velocidade.

26 Tipos de motores monofásicos de fase auxiliar Motor de fase dividida Motor monofásico com capacitor de partida Motor monofásico com capacitor permanente Motor monofásico com dois capacitores

27 Motor de Fase Dividida Possui um enrolamento principal e um auxiliar (para partida). Ambos defasados 90º no espaço. O enrolamento auxiliar cria um deslocamento de fase que produz um conjugado necessário para a rotação inicial e a aceleração. Quando atinge uma velocidade predeterminada o enrolamento auxiliar é desconectado da rede por uma chave centrífuga. Limitado à potências de até 1/3 CV. Baixo torque de partida devido ao pequeno ângulo de defasagem entre correntes do enrolamento principal e auxiliar.

28 Aplicações: ventiladores e exaustores, pequenos polidores, pequenos compressores e bombas hidráulicas.

29 Principio de funcionamento do motor monofásico de fase dividida O enrolamento principal ou de trabalho, por ter mais espiras e fio de maior seção que o enrolamento auxiliar, possui menor resistência e maior reatância indutiva. O enrolamento auxiliar possui maior resistência e reatância menor. Isso provoca duas defasagens angulares de corrente com relação à tensão da rede se os enrolamentos forem conectados em paralelo com a rede. Colocando em valores, considere os seguintes valores: Raux = 6,5Ω, Rprin = 2,9Ω, XLaux = 10Ω, XLprin = 8Ω:

30 Principio de funcionamento do motor monofásico de fase dividida

31 Principio de funcionamento do motor monofásico de fase dividida

32 Principio de funcionamento do motor monofásico de fase dividida Fisicamente o enrolamento auxiliar está posicionado, em um motor de quatro polos, a 45º do enrolamento principal (180º/nº de polos). Devido as correntes do enrolamento principal e auxiliar terem defazagens distintas devido a construção diferente de cada uma, cria-se um polo no enrolamento auxiliar e em seguida, alguns graus depois, um polo no principal. No rotor gaiola de esquilo são induzidas correntes por esses campos magnéticos que criam campos opostos. Como polos opostos se atraem, o rotor é forçado a acompanhar o deslocamento de 45º do polo auxiliar para o principal, iniciando o movimento do rotor.

33 Deslocamento do rotor em 45º do polo auxiliar para o principal

34 Motor com Capacitor de Partida Semelhante ao fase dividida. A principal diferença é a inclusão de um capacitor em série com o enrolamento auxiliar de partida. O capacitor permite uma maior defasagem entre as corrente do enrolamento principal e do de partida, com isso, eleva o conjugado(torque) de partida. O circuito é desconectado quando o motor atinge aproximadamente 80% de sua velocidade nominal. Fabricado em potências de ¼ cv até 15 cv.

35 Motor com Capacitor de Partida Aplicações: lavadoras de roupa, ventiladores e exaustores, pequenos esmeris, etc.

36 Motor de Capacitor Permanente Semelhante ao motor de capacitor de partida. O circuito auxiliar fica permanentemente ligado ao capacitor utilizado. Possuiu funcionamento silencioso, alto rendimento, alto fator de potência e baixa corrente de partida. Fabricado para potências de 1/5cv a 1,5cv.

37 Motor com Dois Capacitores Utiliza as vantagens dos dois motores anteriores: Partida como a do motor de capacitor de partida E funcionamento em regime como o motor de capacitor permanente. É fabricado apenas em potências superiores a 2cv, devido ao seu alto custo.

38 Motor de indução trifásico rotor gaiola de esquilo MOTORES TRIFÁSICOS ASSÍNCRONOS

39 Motor de indução trifásico rotor gaiola de esquilo

40 Motor de indução trifásico rotor gaiola de esquilo O motor de indução trifásico de rotor gaiola de esquilo é composto basicamente por: Estator, que compreende a carcaça e o núcleo. Rotor ou induzido, parte móvel do motor.

41 Princípio de funcionamento Quando a corrente alternada trifásica é aplicada aos enrolamentos do estator do motor assíncrono de CA, produz-se um campo magnético rotativo (campo girante). As bobinas estão defasadas em 120º

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43 Princípio de funcionamento O campo magnético gerado pela bobina depende da corrente que circula por ela. Se a corrente for nula, não haverá formação de campo magnético Se a corrente for máxima, o campo magnético será máximo.

44 Princípio de funcionamento As corrente nos três enrolamentos estão defasados em 120º, e os três campos magnéticos apresentam a mesma defasagem. Os três campos magnéticos combinam-se e resulta em um campo único cuja posição varia com o tempo. O esquema a seguir mostra como agem as três correntes para produzir o campo magnético rotativo num motor trifásico.

45 Princípio de funcionamento

46 Princípio de funcionamento Campo magnético resultante no motor trifásico.

47 A cada instante o rotor desloca-se 60º.

48 Se analisarmos, em todos os instantes, a situação da corrente durante um ciclo completo, verificamos que o campo magnético gira em torno de si. O motor de indução destaca-se como o mais utilizado em todas as áreas de aplicações.

49 Motor de indução trifásico rotor gaiola de esquilo Vantagens Baixo custo de aquisição. Bom torque de partida Baixo custo de manutenção. Velocidade próxima ao sincronismo da frequência da rede. Desvantagens Necessidade de inversor de frequência para controle de velocidade. Alta corrente de partida. Baixo fator de potência.

50 Tipos de ligação do motor assíncrono CA No estator do motor assíncrono de CA, estão alojados três enrolamentos referentes às três fases. Estes três enrolamentos estão montados com uma defasagem de 120º. Estes enrolamentos podem apresentar 3, 6, 9 ou 12 terminais, que permite vários tipos de ligação em estrela ou em triângulo, série ou paralelo.

51 Ligação em estrela e em triângulo de motores assíncronos 6 pontas Este tipo de ligação exige seis terminais do motor, e serve para quaisquer tensões nominais duplas, desde que a segunda seja igual à primeira multiplicada por 3.

52 Ligação motores assíncronos 9 pontas Este tipo de motor de nove terminais, permite aplicar dois níveis de tensão, sendo a segunda o dobro da primeira. Existem basicamente dois tipos de religações para estes motores: estrela/duplo-estrela e triângulo/duplo-triângulo.

53 Triângulo/Duplo-triângulo

54 Estrela/Duplo-estrela

55 Ligação de motor assíncrono 12 pontas Os motores de doze terminais não possuem ligações internas entre bobinas, o que possibilita os quatro tipos de religação externamente no motor. As possíveis são 220, 380, 440 e 760*V (*somente para partida).

56 Ligações de motor 12 pontas : duplo-triângulo, duplo-estrela, triângulo e estrela.

57 Motor Trifásico Assíncrono Características dos motores trifásicos

58 Características dos motores trifásicos

59 Características dos motores trifásicos 2) Escorregamento: Se o motor gira a uma velocidade diferente da velocidade síncrona, ou seja, diferente da velocidade do campo girante, o enrolamento do rotor corta as linhas de força magnética do campo e, pelas leis do eletromagnetismo, circulam correntes induzidas. Quando maior a carga, maior terá de ser o conjugado necessário para aciona-la. Quando a carga do motor é zero (motor a vazio), o rotor fira praticamente na velocidade sincrona. Outra característica que devemos levar em consideração é que o escorregamento diminui à medida que a potência nominal do motor aumenta.

60 Características dos motores trifásicos

61 Características dos motores trifásicos 3) Categoria de conjugado: A norma NBR 7094 classifica os motores de gaiola em cinco categorias, conforme as características de conjugado em relação à velocidade e à corrente de partida. São elas: Categoria N: conjugado de partida normal, corrente de partida normal e baixo escorregamento. A maior parte dos motores encontrados no mercado enquadra-se nessa categoria. Categoria NY: possui as mesmas características anteriores, mas tem a previsão de uma partida estrela-triângulo. Categoria H: conjugado de partida alto, corrente de partida normal e baixo escorregamento. Utilizado para cargas que necessita maior conjugado de partida.

62 Características dos motores trifásicos 3) Categoria de conjugado Categoria HY: possui as mesmas características anteriores, todavia tem a previsão de uma partida estrela-triângulo. Categoria D: conjugado de partida alto, corrente de partida normal e alto escorregamento (s > 5%). Utiliza-se em prensas e máquinas semelhantes, em que a carga apresenta picos periódicos, e em elevadores nos quais a carga necessita de alto conjugado de partida.

63 Características dos motores trifásicos 4) Tempo de rotor bloqueado: Define-se como o tempo máximo admissível pelo motor sob corrente de rotor bloqueado (corrente de partida). motor. Na prática, adota-se esse tempo como o de partida do 5) Classe de isolamento: Todo condutor atravessado por corrente elétrica dissipa energia na forma de calor por meio do efeito joule. Todas as bobinas de enrolamento do estator como as do rotor, ou suas barras, caso se trate de um motor de gaiola, dissipam calor.

64 Características dos motores trifásicos 5) Classe de isolamento: Os limites de elevação de temperatura para os materiais utilizados na isolação dos motores são fundamentados em normas, sendo a classe de isolamento definida pela norma NBR 7034 e internacionalmente pela IEC Essas normas especificam as temperaturas máximas possíveis para as diversas classes de isolamento. Veja as principais classes de isolamento: Classe A 105º Classe E 120º Classe B 130º Classe F 155º Classe H 180º

65 Características dos motores trifásicos 6) Ventilação: É o processo pelo qual é realizada a troca de calor entre o interior do motor e o meio externo. Os tipos de ventilação mais usados em motores de indução são: 6.1 Motor aberto: Nesse tipo de ventilação o ar ambiente circula no interior do motor, retirando o calor das partes aquecidas da máquina. 6.2 Motor totalmente fechado: Não a troca entre o meio interno ao motor e o exterior. A troca de calor desses motores é feita por transferência de calor através de aletas colocadas na sua carcaça.

66 Características dos motores trifásicos 7) Rotação nominal: Rotação do eixo motor sob carga nominal. 8) Regime de serviço: O regime de serviço é definido como a regularidade de carga a que o motor é submetido. O motor não é um equipamento que pode ser submetido a constantes partidas e paradas, como liga/desliga de um piscapisca. É muito comum que a carga mecânica exigida no eixo seja variável, desde uma situação sem carga até situações com sobrecarga.

67 Características dos motores trifásicos Tabela de Regimes de serviço conforme NBR 7094

68 Características dos motores trifásicos 9) Fator de serviço: Chama-se fator de serviço (FS) o fator que, aplicado à potência nominal, indica a sobrecarga permissível que pode ser aplicada continuamente ao motor sob condições especificadas. Exemplo: F.S. = 1,15; o motor suporta continuamente 15% de sobrecarga acima de sua potência nominal. O fator de serviço é uma capacidade de sobrecarga contínua, isto é, uma reserva de potência que dá ao motor condições de funcionamento em situação desfavorável.

69 Características dos motores trifásicos

70 Características dos motores trifásicos

71 Características dos motores trifásicos 13) Sentido de rotação: A mudança no sentido de rotação de motores trifásicos é bastante simples. Basta inverter duas fases, não importa qual fase será trocada. (Fig. Pag. 45 inversor de frequencia )

72 Características dos motores trifásicos 14) Grau de proteção de motores (IP): A carcaça faz o papel do invólucro de proteção do motor ou, mais precisamente, do conjunto estator-rotor. Um motor instalado ao tempo, sujeito a sol e chuva, deve exigir grau de proteção superior a um motor instalado no interior de uma sala limpa e seca. A NBR 6146 estabelece diversos graus de proteção para os invólucros elétrico em geral. Em geral, o grau de proteção dos motores elétricos é normalmente expresso em dois dígitos. O primeiro indica proteção contra sólidos e o segundo contra água.

73 Características dos motores trifásicos 14) Grau de proteção de motores (IP): As tabelas a seguir mostram as proteções do primeiro e do segundo dígitos respectivamente:

74 14) Grau de proteção de motores (IP): 1º dígito

75 14) Grau de proteção de motores (IP): 2º dígito

76 14) Grau de proteção de motores (IP): 2º dígito

77 Características dos motores trifásicos 15) Formas construtivas: Para construção de um motor, um dos sistemas mais importantes é a maneira de fixação, que é feita de acordo com o projeto mecânico da máquina a ser acionada. Um resumo dos tipos de montagem é mostrado em seguida. Algumas normas utilizavam as letras B (montagem horizontal e V (montagem vertical). A norma IEC 347 não utiliza mais esse sistema.

78 15) Formas construtivas:

79 15) Formas construtivas:

80 Placa de identificação de motor elétrico

81 Placa de Identificação do Motor

82 Motores Trifásicos de Múltiplas velocidades Motor de Enrolamentos Separados Motor Dahlander Motor de Tripla Velocidade Motor de Rotor Bobinado

83 Introdução Este tipo de motor proporciona velocidades diferentes em um mesmo eixo. Na grande maioria, são para apenas um valor de tensão, pois as religações disponíveis geralmente permitem apenas a troca das velocidades. A potência e a corrente para cada rotação são diferentes.

84 Motor de Enrolamentos Separados Baseado em que a rotação de um motor elétrico (rotor gaiola) depende do número de pólos magnéticos formados internamente em seu estator, este tipo de motor possui na mesma carcaça dois enrolamentos independentes e bobinados com números de pólos diferentes. Ao alimentar um ou outro, se terá duas rotações, uma chamada baixa e outra, alta.

85 As rotações dependerão dos dados construtivos do motor, não havendo relação obrigatória entre baixa e alta velocidade. Exemplos: 6/4 pólos (1200 /1800 rpm);12/4 pólos (600/1800 rpm), etc. Motor de Enrolamentos Separados

86 Atenção: Ao alimentar uma das rotações, deve-se ter o cuidado de que a outra esteja completamente desligada, isolada e com o circuito aberto, pelos seguinte motivos: Não há possibilidade de o motor girar em duas rotações simultâneas; nos terminais não conectados à rede haverá tensão induzida gerada pela bobina que está conectada (neste sistema tem-se construído basicamente um transformador trifásico); caso circule corrente no enrolamento que não está sendo alimentado surgirá um campo magnético que interferirá com o campo do enrolamento alimentado; não é interessante que circule corrente no bobinado que não está sendo utilizado, tanto por questões técnicas como econômicas (consumo de energia). Motor de Enrolamentos Separados

87 Os enrolamentos destes motores são fechados internamente em estrela (Y). Motor de Enrolamentos Separados

88 Motor Dahlander É um motor com enrolamento especial que pode receber dois fechamentos diferentes, de forma a alterar a quantidade de pólos, proporcionando, assim, duas velocidades distintas, mas sempre com relação 1:2. Exemplos: 4/2 pólos (1800/3600 rpm); 8/4 (900/1800 rpm). Motor Dahlander

89 Esquema de Ligação Motor Dahlander

90 Motor de Tripla Velocidade Um motor de três velocidades pode ser construído basicamente de duas formas: três enrolamentos separados ou um enrolamento comum com um Dahlander. É de extrema importância que o enrolamento Dahlander possa ser aberto no segundo caso, pois, caso contrário, surgirão correntes induzidas quando for alimentado o enrolamento comum, que influenciarão no funcionamento do motor. Motor de Tripla Velocidade

91 Motor de Tripla Velocidade

92 Motor de Rotor Bobinado ou de Anéis O motor com rotor bobinado trabalha em rede de corrente alternada trifásica. Permite um arranque vigoroso com pequena corrente de partida. Motor de Rotor Bobinado

93 Aplicação e Características Ele é indicado quando se necessita de partida com carga e variação de velocidade, como é o caso de compressores, transportadores, guindastes e pontes rolantes. Ao fazer variar a intensidade da corrente que percorre o rotor através do reostato, faz variar a velocidade do motor. Sua corrente de partida apresenta baixa intensidade: apenas uma vez e meia o valor da corrente nominal. Deve-se lembrar, porém, que o motor de rotor bobinado é mais caro que os outros devido ao elevado custo de seus enrolamentos e ao sistema de conexão das bobinas do rotor, tais como: anéis, escovas, portaescovas, reostato. Motor de Rotor Bobinado

94 Aspecto Construtivo O motor de rotor bobinado é composto por um estator e um rotor. O estator é semelhante ao dos motores trifásicos já estudados. Motor de Rotor Bobinado

95 O rotor bobinado usa enrolamentos de fios de cobre nas ranhuras, tal como o estator. O enrolamento é colocado no rotor com uma defasagem de 120º, e seus terminais são ligados a anéis coletores nos quais, através das escovas, tem-se acesso ao enrolamento. Motor de Rotor Bobinado

96 Ao enrolamento do rotor bobinado deve ser ligado um reostato (reostato de partida) que permitirá regular a corrente nele induzida, Isso torna possível à partida sem grandes picos de corrente e possibilita a variação de velocidade dentro de certos limites. O reostato de partida é composto de três resistores variáveis, conjugados por meio de uma ponte que liga os resistores em estrela, em qualquer posição de seu curso. Motor de Rotor Bobinado

97 Através das escovas (carvão), é inserida resistência ao circuito do rotor no instante da partida, que é diminuída aos poucos, conforme o motor vai atingindo velocidade, até que chegue a zero (curto). Neste momento, o comportamento é exatamente igual a um motor tipo gaiola. Motor de Rotor Bobinado

98 Aplicações Exemplos de aplicações Moinhos de bolas; Ventiladores; Exaustores; Trituradores; Bombas em geral; Outros. Motor de Rotor Bobinado

99 Motor de Rotor Bobinado

100 Motor de Rotor Bobinado

101 Características Técnicas Potências: 160 a kw Tensões: 220 a V Polaridades: 4 a 14 polos Classe de isolamento: F Grau de proteção: Aberto (IP23) ou fechado (IP54 a IP65W) Carcaças: 280 a 1600 (IEC) Formas construtivas: Horizontal ou vertical Dados do Catalogo WEG Motor de Rotor Bobinado

102 Funcionamento Os motores de rotor bobinado possibilitam o aumento de sua resistência rotórica através da utilização de uma resistência externa variável (reostato), conectada ao circuito rotórico, aumentando o conjugado de partida com corrente relativamente baixa. O motor parte com as escovas abaixadas e os anéis coletores não curto-circuitados. Na medida em que o motor vai ganhando velocidade, o reostato deve diminuir sua resistência progressivamente até atingir o menor valor possível e então o mesmo deve ser curto-circuitado. Motor de Rotor Bobinado

103 Motor de Rotor Bobinado

104 Motor Síncrono de CA

105 Introdução O termo SÍNCRONO do grego significa: SIN significa com e CRONOS significa tempo. Um motor síncrono literalmente opera em tempo com ou em sincronismo com o sistema de alimentação.

106 Os motores síncronos estão sendo utilizados com maior frequência pelas indústrias, devido ao fato de possuírem características especiais de funcionamento, como: Alto rendimento Altos torques Velocidade constante Trabalhar como compensador síncrono para corrigir o fator de potência da rede

107 Princípio de Funcionamento A energia elétrica de CA no estator cria o campo magnético rotativo, enquanto o rotor, alimentado com CC, age como um ímã. Um ímã suspenso num campo magnético gira até ficar paralelo ao campo. Quando o campo magnético gira, o ímã gira com ele. Se o campo rotativo for intenso, a força sobre o rotor também o será. Ao se manter alinhado ao campo magnético rotativo, o rotor pode girar uma carga acoplada ao seu eixo.

108 Princípio de Funcionamento do Motor Síncrono de CA

109 Aspectos Construtivos As principais partes do motor síncrono de CA são: Carcaça Estator Excitatriz Rotor Mancais

110 Carcaça Sua função principal é apoiar e proteger o motor, alojando também o pacote de chapas e enrolamento do estator.

111 Estator É constituído de partes magnéticas estacionárias, incluindo o pacote laminado de chapas de aço silício e o enrolamento do estator, que opera com alimentação de potência em corrente alternada para gerar o campo magnético girante.

112 Excitatriz Sua função é fornecer corrente magnetizante para o bobinado de campo do motor.

113 Rotor É a parte girante do motor. Possui enrolamento de campo.

114 Rotor

115 Mancais de Rolamento Mancais Os motores síncronos podem ser fornecidos com mancais de rolamentos lubrificados a graxa ou mancais de deslizamento com lubrificação a óleo.

116 Mancais Mancais de deslizamento com lubrificação a óleo Os motores síncronos podem ser fornecidos com mancais de rolamentos lubrificados a graxa ou mancais de deslizamento com lubrificação a óleo.

117 Acessórios Acessórios (fornecimento padrão) - Sensores de temperatura tipo PT-100 nos enrolamentos do estator. - Sensores de temperatura nos mancais. - Resistência de aquecimento. Acessórios Especiais - Disco de Frenagem. - Freio. - Sensores de Vibração. - Indicador de posição (encoder). - Dispositivo para içamento da carcaça.

118 Acessórios Opcionais - Sensores de Temperatura para entrada e saída de ar. - Indicador de vazamento de água. - Fluxostato para água. - Fluxostato para óleo. - Visor de fluxo de óleo. - Visor de fluxo de água. - Unidade hidráulica para lubrificação dos mancais. - Sistema para injeção de óleo sob pressão para partida e parada do motor (Hydrostatic Jacking). - Termômetro para óleo (mancais). - Termômetro para água ( trocador de calor). - Termômetro para ar (Ventilação). - Placa de Ancoragem.

119 Aplicações Devido a suas caracteristicas construtivas, operação com alto rendimento e adaptabilidade a todos os tipos de ambiente, são utilizados em praticamente todos os segmentos da indústria, tais como: Mineração (britadores, moinhos, correias transportadoras e outros); Siderurgia (laminadores, ventiladores, bombas,compressores); Papel e celulose (extrusoras, picadores, desfibradores, compressores, moedores,descascadores); Saneamento (bombas); Química e petroquímica (compressores, ventiladores, exaustores); Cimento (britadores, moinhos, correias transportadoras); Borracha (extrusoras, moinhos, misturadores).

120 Referência bibliográfica Livro Máquinas Elétrica Teríoa e Ensaio, Geraldo Carvalho Apostila Máquinas Elétricas 2010, CFP José Ignácio Peixoto

121 CFP Eliezer Vitorino Costa Endereço: Rua Camburiú, 195, Bairro: São Pedro Telefone: (37) Rafael Costa

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