MANUAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MOTORES ELÉTRICOS DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS DE ALTA E BAIXA TENSÃO

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1 MANUAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MOTORES ELÉTRICOS DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS DE ALTA E BAIXA TENSÃO

2 PREFÁCIO O motor elétrico! WEG INDUSTRIAS S.A. - MÁQUINAS ---- IMPORTANTE ---- LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES DESTE MANUAL PARA PERMITIR A OPERAÇÃO SEGURA E CONTÍNUA DO EQUIPAMENTO.

3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO INSTRUÇÕES GERAIS INSTALAÇÃO MANUTENÇÃO... 28

4 5. PEÇAS SOBRESSALENTES ANORMALIDADES EM SERVIÇO TERMO DE GARANTIA PRODUTOS ENGENHEIRADOS ASSISTENTES TÉCNICOS WEG MÁQUINAS... 59

5 1. INTRODUÇÃO IMPORTANTE: 2.2. RECEBIMENTO 2. INSTRUÇÕES GERAIS 2.1. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA 2.3. ARMAZENAGEM

6 OBS: ROLAMENTOS Rm = Un MANCAIS DE DESLIZAMENTO RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO

7 2.4. MANUSEIO 3. INSTALAÇÃO Valor da resistência do isolamento Ω Ω Ω Ω Ω Ω Avaliação do isolamento Índice de polarização Avaliação do isolamento 3.1. ASPECTOS MECÂNICOS FUNDAÇÕES

8 OBS: = + + = + OBS.:

9 TIPOS DE BASES a) Bases de concreto (ou chumbadas no concreto) Ø dos furos nos pés do motor Bloco de fundação Parafusos de fixação (DIN 933) Pinos cônicos (DIN 258) Qtde. Dimensão Qtde. Dimensão Qtde. Dimensão Rosca Dimensões de montagem s t u v w

10 Exemplo de preparação: c) Bases metálicas b) Bases deslizantes ALINHAMENTO/NIVELAMENTO

11 OBS: ACOPLAMENTOS a) Acoplamento direto CUIDADOS: Valores das folgas recomendadas para acoplamento direto Folga Pólos 2 4 b) Acoplamento por engrenagens

12 c) Acoplamento por meio de polias e correias MONTAGEM DE POLIAS: FUNCIONAMENTO: DESMONTAGEM DE POLIAS:

13 NOTA: Em cada caso específico do dimensionamento da polia, o setor de vendas da WEG Máquinas deverá ser consultado para garantir-se uma aplicação correta. = = = π ε ε ( ) ( ) χ + [ ] + [ + ( )] NOTA:

14 ACOPLAMENTO DE MOTORES EQUIPADOS COM MANCAIS DE BUCHA - FOLGA AXIAL Folgas utilizadas em mancais de bucha WEG Máquinas Folga axial total Tamanho do mancal em mm 3.2. ASPECTOS ELÉTRICOS SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

15 LIGAÇÃO OBS: ESQUEMAS DE LIGAÇÕES GERAIS ESQUEMAS DE LIGAÇÕES PARA ESTATORES E ROTORES

16 PARTIDA DE MOTORES ELÉTRICOS A) PARTIDA DIRETA Y Partida Regime

17 B) PARTIDA COM CHAVE COMPENSADORA Partida Regime Partida Regime D) PART-WINDING (12 cabos) Partida Regime C) PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO

18 E) PARTIDA SÉRIE-PARALELO Partida Regime Partida Regime Partida Regime Partida Regime

19 F) PARTIDAS DE MOTORES TRIFÁSICOS, COM ROTOR DE ANÉIS, COM REOSTATO PROTEÇÃO DOS MOTORES OBS: Partida Regime LIMITES DE TEMPERATURA PARA OS ENROLAMENTOS Classe de isolamento B F H SIMBOLOGIA:

20 TERMOSTATO (BIMETÁLICO) TERMISTORES (TIPO PTC ou NTC) NOTA: TERMORESISTÊNCIA (TIPO PT100-RTD) OBS: Classe F: Classe H:

21 Causas de sobreaquecimento Proteção em função da corrente Só fusível Fusível e protetor térmico Proteção com sondas térmicas no motor ºC OBS:

22 IDENTIFICAÇÃO GERAL DOS BORNES, ESTATOR, ROTOR E ACESSÓRIOS ESQUEMA DE LIGAÇÃO DOS TERMISTORES (PTC) ESQUEMA DE LIGAÇÃO DOS TERMOSTATOS ESQUEMA DE LIGAÇÃO DOS TERMOSENSORES (PT100)

23 ESQUEMA DE LIGAÇÃO NOS MANCAIS RESISTÊNCIAS DE AQUECIMENTO

24 3.3. ENTRADA EM SERVIÇO EXAME PRELIMINAR ATENÇÃO: PARTIDA INICIAL MOTOR COM ROTOR GAIOLA MOTOR COM ROTOR DE ANÉIS IMPORTANTE: PARA SISTEMA DE PORTA-ESCOVAS FIXO

25 PARA SISTEMA DE PORTA-ESCOVAS LEVANTÁVEIS 3.4. PROPRIEDADES ACÚSTICAS FUNCIONAMENTO DESLIGAMENTO MOTOR COM ROTOR DE GAIOLA: MOTOR COM ROTOR DE ANÉIS:

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28 3.5. MOTORES APLICADOS EM ÁREAS DE RISCO ATMOSFERAS EXPLOSIVAS NOTA: 4. MANUTENÇÃO CUIDADOS GERAIS COM MOTORES ELÉTRICOS APLICADOS EM ÁREAS DE RISCO Advertência quanto ao transporte: 4.1. LIMPEZA CUIDADOS ADICIONAIS RECOMENDADOS PARA MOTORES APLICADOS EM ÁREAS DE RISCO

29 NOTA: 4.2. LUBRIFICAÇÃO MANCAIS LUBRIFICADOS A GRAXA REVISÃO PARCIAL REVISÃO COMPLETA NOTA:

30 INTERVALOS DE LUBRIFICAÇÃO MOTORES ELÉTRICOS DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS

31 INTERVALO MÁXIMO DE LUBRIFICAÇÃO PARA MOTORES COM EIXO HORIZONTAL ROLAMENTOS FIXOS DE ESFERAS NOTAS:

32 INTERVALO MÁXIMO DE LUBRIFICAÇÃO PARA MOTORES COM EIXO HORIZONTAL ROLAMENTOS DE ROLOS CILÍNDRICOS NOTAS:

33 INTERVALO MÁXIMO DE RELUBRIFICAÇÃO PARA MOTORES HORIZONTAIS ROLAMENTO AUTOCOMPENSADOR DE ROLOS NOTAS: ALGUMAS GRAXAS TÍPICAS PARA DETERMINADAS APLICAÇÕES FABRICANTE APLICAÇÃO GRAXA TEMPERATURA DE TRABALHO CONSTANTE ( C) NOTA:

34 QUALIDADE E QUANTIDADE DE GRAXA Para os motores WEG a graxa padrão é a POLYREX EM (Fabricante: Esso) a base de Poliuréia. A especificação desta graxa, bem como os intervalos de lubrificação e quantidade de graxa, encontram-se indicados na placa de identificação dos rolamentos fixada na carcaça do motor INSTRUÇÕES PARA LUBRIFICAÇÃO Graxas com diferentes tipos de base nunca deverão ser misturadas. Exemplo: Graxas à base de Lítio nunca devem ser misturadas com outras que tenham base de sódio ou cálcio COMPATIBILIDADE OBS:

35 MONTAGEM/DESMONTAGEM DE MANCAIS DE DESLIZAMENTO ETAPAS DE RELUBRIFICAÇÃO DOS ROLAMENTOS INSTRUÇÕES GERAIS SUBSTITUIÇÃO DE ROLAMENTOS

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37 DESMONTAGEM DO MANCAL (TIPO "EF") NOTA: Lado acionado: Lado não acionado: IMPORTANTE: NOTA:

38 MONTAGEM DO MANCAL NOTA: AJUSTE DAS PROTEÇÕES (PT100) IMPORTANTE: ALARME 100ºC DESLIGAMENTO 120ºC REFRIGERAÇÃO COM CIRCULAÇÃO DE ÁGUA LUBRIFICAÇÃO

39 OPERAÇÃO IMPORTANTE: 4.3. CONTROLE DO ENTREFERRO (motores abertos de grande potência) VEDAÇÕES 4.4. ANÉIS COLETORES (para motores com rotor bobinado)

40 4.5. PORTA-ESCOVAS OBS.: 4.6. ESCOVAS (para motores com rotor bobinado)

41 4.7. PORTA ESCOVAS LEVANTÁVEL ESQUEMA DE LIGAÇÃO OPERAÇÃO MOTORIZADA: Condição para operação com escovas abaixadas e anéis coletores não curto circuitados. A - B - C R S T R S T R S T M CLD CLE CCD CCE CLR B C A Resistencia de Aquecimento 108W C

42 Condição para a operação com escovas levantadas e anel coletor curto circuitado R S T R S T R S T M CLD CLE CCD CCE CLR Resist encia de aquecimento 108W

43 OPERAÇÃO MANUAL: PROCEDIMENTO PARA A PARTIDA DO MOTOR SIMBOLOGIA: OBS.: PROCEDIMENTO APÓS A PARTIDA DO MOTOR OBS.: 1)

44 2) 3)

45 MONTAGEM CONJUNTO DE LEVANTAMENTO DO PORTA ESCOVAS OBS.:

46 CONJUNTO DE MOVIMENTO DA BUCHA DE CURTO CIRCUITO NOTA.:

47 CONJUNTO DE ACIONAMENTO DO PORTA ESCOVAS OBS: 1) 2)

48 CONJUNTO DO PINO DE RETORNO CONJUNTO DO PORTA ESCOVA

49 DESMONTAGEM 4.9. MONTAGEM E DESMONTAGEM DO MOTOR LINHA MASTER AJUSTE DO SISTEMA DE LEVANTAMENTO DAS ESCOVAS A) ROTOR GAIOLA Lado acionado: 4.8. SECAGEM DOS ENROLAMENTOS Lado não acionado: B) ROTOR DE ANÉIS Lado acionado: Lado não acionado:

50 RETIRADA DO ROTOR: RECOMENDAÇÕES GERAIS LINHA A e H Lado acionado: Lado não acionado: OBS: LINHA F Lado acionado: Lado não acionado:

51 4.11. PLANO DE MANUTENÇÃO COMPONENTE DIARIAMENTE SEMANALMENTE CADA 3 MESES ANUALMENTE (revisão parcial) CADA 3 ANOS (revisão completa)

52 5. PEÇAS SOBRESSALENTES 5.1. ENCOMENDA 6.1. DANOS COMUNS A MOTORES DE INDUÇÃO 5.2. MANUTENÇÃO DO ESTOQUE CURTO ENTRE ESPIRAS 6. ANORMALIDADES EM SERVIÇO DANOS CAUSADOS AO ENROLAMENTO a) UMA FASE DE ENROLAMENTO QUEIMADA b) DUAS FASES DO ENROLAMENTO QUEIMADAS

53 c) TRÊS FASES DO ENROLAMENTO QUEIMADAS Causa provável 1: Causa provável 2: DANOS CAUSADOS AO ROTOR (gaiola) Causa provável 3: Causa provável 4: DANOS EM ROTORES COM ANÉIS

54 CURTOS ENTRE ESPIRAS EM MOTORES COM ANÉIS DANOS DECORRENTES DE PEÇAS DE TRANSMISSÃO MAL AJUSTADAS OU DE ALINHAMENTO DEFICIENTE DOS MOTORES DANOS AOS MANCAIS FRATURA DO EIXO

55 6.2. INSTRUÇÕES PARA A DETERMINAÇÃO DA CAUSA E ELIMINAÇÃO DAS CONDIÇÕES ANORMAIS NO MOTOR NOTA: ANORMALIDADE POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

56 ANORMALIDADE POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

57 6.3. INSTRUÇÕES PARA A DETERMINAÇÃO DA CAUSA E ELIMINAÇÃO DE CONDIÇÕES NÃO USUAIS E DEFEITOS NOS ROLAMENTOS NOTA: DEFEITO POSSÍVEIS CAUSAS DETERMINAÇÃO E ELIMINAÇÃO IMPORTANTE:

58 TERMO DE GARANTIA PRODUTOS ENGENHEIRADOS WEG INDÚSTRIAS S.A. - MÁQUINAS

59 ASSISTENTES TÉCNICOS WEG MÁQUINAS Atenção: Brasil

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