A importância da gestão do conhecimento para organizações do terceiro setor e empreendimentos econômicos solidários

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A importância da gestão do conhecimento para organizações do terceiro setor e empreendimentos econômicos solidários"

Transcrição

1 A importância da gestão do conhecimento para organizações do terceiro setor e empreendimentos econômicos solidários Ana Rita Gallo (UNICEP) Dense Marçon (UNICEP) Maria Betânia Darcie Pessoa (UNICEP) Resumo: O principal objetivo deste artigo é compreender que as organizações do terceiro setor e os empreendimentos econômicos solidários possuem um saber, muitas vezes, subutilizado pelos saberes técnicos e acadêmicos. Para atingir o objetivo proposto realizaram-se pesquisas de campo utilizando-se das técnicas de entrevista, questionário, observações, análise documental e mapeamento cognitivo. Os principais resultados destas pesquisas revelam que a experiência vivida é fonte primordial do conhecimento e indispensável ao bom funcionamento dessas organizações. Esse conhecimento não pode ser ignorado, uma vez que ele é matéria-prima essencial para a construção e/ou utilização de ferramentas que propiciam o estímulo à criatividade, auxiliam nas soluções de problemas/tomada de decisão e, conseqüentemente, no desenvolvimento da própria organização. Palavras-chave: Terceiro Setor; Gestão do Conhecimento; Empreendimentos Econômicos Solidários 1. INTRODUÇÃO As pesquisas que inspiraram este artigo foram realizadas em organizações do terceiro setor e de empreendimentos econômicos solidários, partindo-se da premissa que essas organizações possuem um conhecimento implícito baseado nas experiências cotidianas de seus membros. O tema apresentado neste trabalho é fruto da discussão e fusão de idéias de duas dissertações de mestrado e uma tese de doutorado, utilizadas como fonte teórica e empírica, cujos temas são transversais, percorrendo as áreas da Gestão do Conhecimento/Aprendizagem Organizacional e Gestão do Terceiro Setor e de Empreendimentos Econômicos Solidários (cooperativas agropecuárias). Percebeu-se durante as pesquisas que a partir das necessidades das próprias organizações e da participação de seus membros na solução dos seus problemas cria-se um conhecimento baseado nas experiências vivenciadas. Parte-se do pressuposto que os integrantes das organizações do terceiro setor e das cooperativas são fundamentais no processo de criação e transformação do conhecimento tácito presente no seu cotidiano. Tal conhecimento consiste em uma aglutinação de habilidades técnicas habilidades informais e de difícil descrição (know-how), de modelos mentais, de crenças, de valores e das perspectivas arraigadas e/ou obtidas pelos indivíduos no processo de desenvolvimento de sua realidade social. Esse conhecimento está profundamente enraizado na ação e no comprometimento do indivíduo com um contexto específico uma arte, uma profissão ou atividades de um grupo ou equipe de trabalho. Desse modo, este artigo tem como objetivo compreender que essas organizações possuem um saber, muitas vezes, subutilizado pelos saberes técnicos e acadêmicos da Administração, sendo necessário promover o entrelaçamento entre saberes técnicos e acadêmicos da Administração com os conhecimentos e experiências vivenciadas pela organização. ENEGEP 2004 ABEPRO 3880

2 O reconhecimento desse conjunto de fatores relacionados às experiências vivenciadas pelas organizações analisadas tende a levar à descoberta de ferramentas de gestão que poderão ser mobilizadas para seu próprio desenvolvimento e sustentabilidade. Tradicionalmente, a Ciência da Administração tem ignorado a complexidade dos fenômenos sociais, pois a prática e a teoria organizacional orientam-se pela lógica da racionalidade instrumental (SERVA, 1997a e 1997b; ANDION, 1998 e 2001). Tal racionalidade torna irrelevantes as especificidades históricas, econômicas, culturais e sociais, inclusive as experiências cotidianas da organização. Tendo as organizações do terceiro setor e os empreendimentos econômicos solidários como fonte essencial para os dados analisados utilizou-se como técnica de coleta de dados: entrevistas, questionários, observações livres, análise documental e mapeamentos cognitivos. Essa última técnica será melhor detalhada por ser recente e de pouco conhecimento da academia. O Mapeamento Cognitivo consiste em uma técnica que tem como foco os indivíduos envolvidos com a situação sob análise, suas percepções, pontos de vista, crenças, etc, ou seja, considera os aspectos subjetivos envolvidos. O processo de mapeamento, propriamente dito, consiste em um processo interativo entre facilitador e sujeito em que se tem a construção de um modelo o mapa que considera a atuação do indivíduo sobre os problemas, as soluções experimentadas bem como todo o arsenal de conhecimento construído por ele próprio a partir da análise das conseqüências dessas soluções (EDEN, 1988). No caso de suporte a grupos decisores, como os analisados nas pesquisas citadas inicialmente, o mapa resultante engloba a percepção de todos os envolvidos no processo de mapeamento, sendo utilizado para o compartilhamento das visões sobre a situação problemática como um todo, ao mesmo tempo em que funciona como um veículo de negociação entre o facilitador e os clientes para se obter algum tipo de consenso e o respectivo comprometimento dos que irão desenvolver as ações estabelecidas (PESSOA, 2002). 2. ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR E EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS A emergência de diversas alternativas organizacionais, tais como o terceiro setor e os empreendimentos econômicos solidários, está intimamente ligada a falência dos mecanismos de regulação econômico-político da sociedade, caracterizado pela debilidade do paradigma fundamentado no mercado e pela crise do Estado enquanto agente regulador e propulsor de políticas públicas para o desenvolvimento econômico e social. Segundo alguns autores este é um contexto particular de uma sociedade pós-industrial, caracterizada pela consolidação do modelo liberal de democracia, pela evidente crise da concepção de Estado nos países desenvolvidos denominada welfare state, pelo aumento das desigualdades sociais, pela precarização dos empregos e pela opção moderna de um Estado Mínimo parceiro da sociedade civil (MENDES, 1997; FALCONER, 1999; DINIZ, 2000). Para caracterizar esse conjunto de organizações complexo e diversificado que estão crescendo na sociedade, estão surgindo várias denominações e nomenclaturas, que são usadas em contextos bastante diferentes e com vários significados, causando confusão sobre um tema ainda em construção. Nomes como organizações não lucrativas, organizações voluntárias, organizações não-governamentais, terceiro setor, economia social, movimento alternativo, empreendimentos econômicos solidários; e economia popular se misturam causando uma certa confusão a respeito do que realmente são e dos elementos que as constitui. Há uma certa ENEGEP 2004 ABEPRO 3881

3 imprecisão conceitual, porém esta não é a finalidade do artigo, cuja preocupação central é entender o sujeito enquanto produtor de conhecimento. Embora a emergência do terceiro setor indique a formação de uma variedade de organizações que visam à promoção social; do seu dinamismo e da amplitude que tem assumido nos dias de hoje, ainda há carências de pesquisas sobre essas organizações no campo da Administração, seja por causa de preconceitos ideológicos, seja pela falta de fundamentos teóricos adaptados à sua natureza. Apesar de já se contar atualmente com um grande número de publicações enfocando o terceiro setor, dificilmente encontram-se estudos que abordem seus aspectos de gestão. Segundo Silva (1999, p.1) os estudos das Ciências Humanas e das Ciências Administrativas e Econômicas, de modo geral, têm se dedicado a um campo de conhecimento que se restringe a dois importantes setores que compõe a estrutura social: o Primeiro Setor, constituído pelas empresas privadas que objetivam lucro; e o Segundo Setor, composto por instituições do Estado. O denominado primeiro setor é representado pelo Mercado, no qual os interesses privados sobressaem sobre qualquer interesse mais amplo ou público, responsável pela produção de bens e produtos e pela geração de renda. O segundo setor é representado pelo Estado, que tem como objetivo a promoção do bem estar social. O terceiro setor é constituído por organizações privadas sem fins lucrativos, que geram bens e serviços de caráter público, porém não governamentais. Somente a partir da década de 1980 que o chamado terceiro setor passou a ser objetivo de estudo da academia. O terceiro setor é constituído por um conjunto de organizações e iniciativas privadas que visam a produção de bens e serviços públicos. Representado pela sociedade civil organizada, o terceiro setor é caracterizado por desenvolver atividades beneficentes, religiosas, sociais, culturais, de conhecimento, filantrópicas, objetivando concretizar as demandas e realizar ações para a finalidade social para o qual foram criadas. Essas organizações se mobilizam para missões como a preservação do meio ambiente, a proteção dos direitos humanos, a assistência social, a defesa de minorias, etc., além de articular a sociedade na defesa de seus direitos perante o Estado para a fiscalização das organizações públicas e privadas, e para a inserção de comunidades à margem da sociedade. O trabalho realizado por essas organizações utiliza-se da criatividade e da dimensão voluntária dos indivíduos. No relato de um membro de uma das organizações analisadas (Organização A) isto foi percebido: Nesse período que estou aqui cresci muito como pessoa e também ajudei outras pessoas a crescerem. Tenho aprendido muitas coisas: trato com as pessoas, a responsabilidade e o compromisso social. Eu não estou aqui para receber um salário X no fim do mês. É muito mais do que isto! Eu estou aqui para mais tarde ver o fruto do meu trabalho na vida das pessoas. A organização A é caracterizada como uma associação civil, sem fins lucrativos, de caráter educacional, cultural e de assistência social. Atende crianças e adolescentes de ambos os sexos, na faixa etária de 07 a 17 anos, desenvolvendo atividades de assistência; complementação escolar; complementação alimentar; abrigo; capacitação profissional; lazer; esporte; assistência familiar; alfabetização de adultos; assistência material (roupas e alimentação) a famílias em situações emergenciais; atendimento médico, psicológico e dentário; e reabilitação de infratores e criminosos. Os projetos desenvolvidos pela organização atendem e beneficiam em média 1200 pessoas/mês. ENEGEP 2004 ABEPRO 3882

4 Desta forma, o conceito de terceiro setor denota um conjunto de organizações e iniciativas privadas que visam a produção de bens e serviços públicos. Bens e serviços públicos, nesse caso, implicam uma dupla qualificação: não geram lucros e respondem às necessidades coletivas. Percebe-se assim, que o conceito é certamente amplo e passível de qualificações sob diversos aspectos. As variações ocorrem, e os casos fronteiriços suscitam disputas polêmicas, como acontece em qualquer classificação (FERNANDES, 1995, p. 32). A Economia Solidária, conceito inovador e em construção, pode ocorrer através da expansão das iniciativas populares de geração de trabalho e renda, baseados na livre associação de trabalhadores e nos princípios de autogestão e cooperação por meio dos Empreendimentos Econômicos Solidários (GAIGER, 1999). O arranjo organizacional mais comum desses empreendimentos é a cooperativa. A cooperativa pode ser definida como uma associação de pessoas que se uniram voluntariamente para realizar objetivo comum, através da formação de uma organização administrada e controlada democraticamente, realizando contribuições eqüitativas para o capital necessário e aceitando assumir de forma igualitária os riscos e benefícios do empreendimento no qual os sócios participam ativamente (RECH, 1995, p. 25). Nas cooperativas estudadas (Organização B e C) uma afirmação retrata a percepção de um dos seus membros sobre a satisfação com a criação da mesma, apesar de reconhecer as dificuldades que o grupo possui devido à falta de conhecimento formal e habilidades em gerenciamento: Para nós foi fantástica a criação das cooperativas (...) A cooperativa foi criada pensando no sistema empresarial e a gente teve muita dificuldade porque a gente não era empresário, a gente era trabalhador rural. E que para a gente foi difícil administrar, não foi tão simples, passamos por várias dificuldades, mas conseguimos superar essas questões administrativas dentro da Cooperativa. Hoje a Cooperativa é modelo no nível nacional e internacional de luta pela reforma agrária no estado, no Brasil A organização B é uma cooperativa de produção agrária que, em 2002, tinha 10 anos de existência. A maior parte dos seus integrantes está ou esteve ligado ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) e passou pelo processo de ocupação de terras. São exbóias-fria, ex-meeiros ou pequenos produtores rurais que perderam suas terras por não terem condições econômicas de mantê-las. Em 2002, o grupo estava composto com 45 pessoas. A organização C foi criada em 1997 e é bastante semelhante à organização B, pois ambas são cooperativas de produção agrária. O número de integrantes da organização C, em 2002, totalizava 24 pessoas (GALLO, 2003). Assim, a administração da cooperativa representa um desafio para as futuras gerações do assentamento, no processo de desenvolvimento e aquisição de conhecimentos e habilidades gerencias para o empreendimento. 3. A GESTÃO DO CONHECIMENTO NO CONTEXTO DAS ORGANIZAÇÕES ANALISADAS O conhecimento consiste em uma somatória de experiência, valores, informação contextual e insights experimentados, a partir da qual é possível avaliar e incorporar novas experiências e informações (Davenport & Prusak, 1998). Sendo assim, ele pode se encontrar não só em documentos ou arquivos, mas também e, principalmente, em rotinas, processos, práticas e normas que compõem o dia-a-dia de uma organização. Na organização A isso foi percebido por meio das ações fundamentadas na espiritualidade, de valores de coletividade, de respeito à dignidade humana, do culto à liberdade, da justiça social, da solidariedade, do compromisso com a causa da organização e a ENEGEP 2004 ABEPRO 3883

5 transformação social (MARÇON, 2002). A possibilidade de transformação da sociedade é o fator determinante nas ações da maioria dos membros da organização A e a principal fonte de motivação, como afirmou o seu presidente: o que mais me motiva é realmente acreditar na possibilidade de mudança. Nesse contexto de mudança e transformação do cotidiano de muitas pessoas, o objetivo básico da organização é oferecer possibilidade de crescimento e desenvolvimento para que muitas pessoas possam construir um projeto de vida. Esse processo produz um conhecimento que servirá como referência para os membros do grupo no desenvolvimento da sua realidade social. Convém destacar que nem sempre esse conjunto de valores, objetivos e visão sobre a organização tem o mesmo significado para os diferentes membros que participam da gestão. Ressalta-se que as diversas percepções sobre a organização se devem ao fato das diferentes formas com que os membros se envolvem ou se relacionam com ela: funcionários, voluntários, coordenadores, diretores, etc. Por um lado, isso é um elemento que deve ser trabalhado no âmbito da gestão para que todos compartilhem da mesma visão; por outro, essas diferenças podem enriquecer o processo de desenvolvimento do conhecimento organizacional. Segundo Nonaka & Takeuchi (1997) há dois tipos de conhecimento que podem ser identificados. O primeiro deles, o conhecimento tácito, é aquele que diz respeito ao aprendizado acumulado pelo indivíduo no decorrer de sua vida, ou seja, corresponde a um conhecimento pessoal e arraigado no indivíduo, o que torna mais difícil a sua explicitação e comunicação. Este conhecimento é composto por duas dimensões distintas: a técnica, que corresponde ao know-how do indivíduo, e a cognitiva, que compreende as crenças, percepções, ideais, valores, emoções e modelos mentais individuais. O segundo tipo de conhecimento, o explícito, consiste em um conhecimento formal, sistemático e, portanto, passível de ensino. Uma vez que ambos os conhecimentos tácito e explícito são parte essencial da dinâmica de uma organização, o desenvolvimento de uma efetiva gestão do conhecimento encontra-se ligado não só à identificação desses conhecimentos no ambiente organizacional, mas também à necessidade de uma consciência sobre como ocorrem seus processos de troca ou conversão. Os conhecimentos tácito e explícito podem ser evidenciados na experiência de um cooperado da organização B: Fui fazer um curso técnico em Administração. Recém formado vim para a cooperativa e ajudava. Fui para o Rio de Janeiro fazer uma mini tese, um estudo para ser apresentado, fiz sobre a relação custo e políticas nas cooperativas (...) Cheguei aqui em outubro de 1998 e em novembro houve a eleição da cooperativa, onde eu fui o presidente com três anos de mandato (...) Como eu era recém chegado eu tinha pouca autonomia de propor, mas sim conhecimento, só que as pessoas não acreditavam automaticamente. Aos poucos fui ganhando a confiança, fui trabalhando, aí trabalhando com planejamento, recursos, algumas idéias, atuando ( ) Aí retratei toda a história da cooperativa dentro da realidade que estávamos vivendo: as dívidas, os problemas, mas estávamos virando e depende muito de vocês para nos ajudar. Conversando com os associados eles assumiram, se uniram e começaram a ajudar um pouco mais nos setores, a se esforçarem para diminuir custo. Chegamos e realizamos todos os débitos atrasados, era meu sonho. Na dinâmica da organização B, segundo o relato acima, percebe-se que a formação técnica do cooperado e a experiência empírica do grupo trouxeram benefícios para a cooperativa. Isso tem-se manifestado por meio das eleições, reuniões e assembléias que o grupo realiza. ENEGEP 2004 ABEPRO 3884

6 Em termos teóricos Nonaka & Takeuchi (1997) definem quatro modos de conversão de conhecimento. O primeiro deles, denominado socialização ou conhecimento compartilhado, corresponde à conversão de conhecimento tácito em conhecimento tácito, ou seja, à aquisição por um indivíduo de conhecimento tácito diretamente de outro indivíduo através de observação, imitação e prática; processo este que envolve um compartilhamento de experiências por parte dos envolvidos. O segundo modo, externalização ou conhecimento conceitual, por sua vez, consiste na articulação do conhecimento tácito em conceitos explícitos, o que se dá através da utilização de metáforas, analogias e modelos. Este modo de conversão de conhecimento é chave para a criação do conhecimento propriamente dito, pois é nele que conceitos novos e explícitos são criados a partir do conhecimento tácito existente. O terceiro modo, denominado combinação ou conhecimento sistêmico, corresponde à conversão de conhecimento explícito para explícito. Assim, ele envolve a troca e combinação de conhecimentos por meio de documentos, reuniões e todos os tipos de conversas, sendo que também deste processo podem surgir novos conhecimentos. Por fim, o quarto modo de conversão de conhecimento, internalização ou conhecimento operacional, ocorre quando há pelo indivíduo uma internalização do conhecimento explícito, implicando na formação do seu conhecimento tácito. Este modo corresponde ao que comumente se denomina aprender fazendo. De um modo geral, exemplos destas conversões manifestaram-se nos casos analisados. Observou que na organização A acontecem muitas reuniões para discutir questões comuns, problemas e tomar algumas decisões, passar informações e estabelecer acordos e consensos sobre o rumo da organização, compartilhando seus conhecimentos. Nas organizações B e C, respectivamente, os exemplos evidenciam-se nos relatos abaixo, no qual ocorre o processo de construção do conhecimento: As pessoas têm, ao mesmo tempo, de administrar e ser criativo com alguma coisa, porque ele tem de trabalhar, tem de estar pensando e se preocupar com tudo. Eu acho que a sociedade tem um pouco de consciência de que estar junto é melhor. A gente junto consegue se manter, se estivesse sozinho seria bem mais difícil. Assim, nas organizações B e C, freqüentemente, também realizam-se reuniões com os responsáveis de cada setor produtivo, no qual o conjunto de membros toma decisões, resolvem problemas, realizam planejamento semestral e anual, baseados em experiências do grupo, visto que são poucos que possuem conhecimentos técnicos sobre administração. Os quatro modos de conversão de conhecimento descritos acima são essenciais para a criação de uma organização de aprendizagem, devendo-se destacar neste processo a necessidade de uma socialização do conhecimento tácito existente nos indivíduos com os outros membros organizacionais. Como define Garvin (1993), uma organização que aprende é aquela que possui habilidades para a criação, aquisição e transferência de conhecimentos e também para a modificação de seus comportamentos a partir desses novos conhecimentos. Outra análise importante é a de Senge (1998) que também apresenta um conjunto de cinco disciplinas domínio pessoal, modelos mentais, visão compartilhada, aprendizado em equipe e raciocínio sistêmico que têm como objetivo principal dar suporte à aprendizagem organizacional (à construção de uma organização que aprende) e, portanto, criar uma base para a realização de uma gestão do conhecimento. Uma voluntária da organização A, por exemplo, ao ser indagada sobre o motivo que a levou a ser voluntária, destacou: depois que me aposentei fiquei sem direção, não sabia o que fazer, o tempo não passava. Resolvi dar um pouco de mim, do que eu sei a instituição. Por meio destas palavras, percebe-se que o voluntário tem um interesse específico, que nem ENEGEP 2004 ABEPRO 3885

7 sempre coincide com os dos funcionários ou dos diretores. Algumas pessoas trabalham na organização voluntariamente, outras pelo salário e outros por ideal. A fala dessa voluntária revela também que a organização funciona como um instrumento de socialização para algumas pessoas, sendo parte desse processo de socialização seu domínio pessoal e seus modelos mentais. Como exemplo de visão compartilhada e aprendizado em equipe tem-se a declaração de um membro da organização A: Outra coisa que é importante é que temos sempre procurado fazer com que o pessoal que trabalha conosco tenha bem presente a filosofia, a proposta pedagógica da obra, mas principalmente a filosofia, de modo que, assumindo o espírito do trabalho, a pessoa trabalha com outra determinação, com outro estímulo (...) Isso também contribui muito para que se possa atingir os resultados que se quer. O raciocínio sistêmico pode ser percebido no relato do secretário da organização C: Nós nos agrupamos para o poder de compra e o poder de venda. Compramos insumo como médios produtores e conseguimos negociar. Com o atravessador também conseguimos negociar. Essas são as vantagens. Outro fator que auxilia na criação e desenvolvimento do conhecimento na organização A é a presença da informalidade na sua dinâmica, tais como as relações sociais, as regras e normas, o processo de seleção, entre outros. A maioria das regras e normas é informalmente estabelecida e flexível, existindo apenas algumas regras formais relativas ao seu funcionamento e direcionadas aos seus integrantes. As relações sociais são solidárias e afetivas o que permite uma maior interação do grupo. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Partindo-se do pressuposto que os sujeitos são fundamentais no processo de criação e desenvolvimento do conhecimento, os casos analisados buscaram refletir sobre as experiências vivenciadas das organizações sem a pretensão de esgotá-las. As teorias que buscam construir um conhecimento gestão e aprendizagem organizacional na perspectiva da aquisição de autonomia dos grupos aglutinam, aceitam e somam a necessidade de percepção do sujeito enquanto produtor de conhecimento. Além disso, é importante que se tenha um compromisso ético com os sujeitos analisados formando um conhecimento em que as próprias ações e subjetividades são produtoras de processos sociais no sentido de encontrar espaços na esfera social para os grupos organizados (SANTOS, 2000). Percebeu-se que a compreensão e valorização das experiências vivenciadas pelas organizações do terceiro setor e pelos empreendimentos econômicos solidários constituem-se em um desafio para os pesquisadores, no sentido de reconhecer o sujeito como produtor de conhecimento na criação de ferramentas de gestão. Neste caso a técnica de mapeamento cognitivo mostra-se como um meio bastante eficaz, na medida em que permite a explicitação e o compartilhamento das diferentes visões e experiências do grupo, bem como um maior comprometimento das pessoas envolvidas no processo. Assim, as pesquisas em Teoria das Organizações devem considerar as especificidades locais, valores, identidades, condicionamentos histórico-sociais das diferentes organizações, principalmente as mais recentes ligadas ao terceiro setor e a Economia Solidária. A intensidade da ação social desses grupos e a variedade de tipos de organização existentes na sociedade configuram um fenômeno inovador e significativo, que deve ser considerado pelos ENEGEP 2004 ABEPRO 3886

8 estudiosos da teoria administrativa, pois constitui-se em uma rica fonte de aprendizado que pode reduzir a distância entre a teoria e a prática organizacional. REFERÊNCIAS ANDION, C. (2001) - As particularidades da gestão em organizações da economia solidária. In: ENCONTRO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. Campinas, 25, Anais... Campinas, ANPAD. 1 CD-ROM. ANDION, C. (1998) - Gestão das organizações de economia solidária: contornos de uma problemática. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.32, n.1, p DAVENPORT, T. & PRUSAK, L. (1998) - Conhecimento Empresarial. Rio de Janeiro: Campus. DINIZ, J.A.H. (2000) - O Reflexo dos ajustes das organizações não-governamentais internacionais - ONGIs, às modernas práticas administrativas, sobre o seu caráter institucional original. Dissertação (Mestrado) - Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Mestrado em Administração, Universidade Federal de Pernambuco, Recife. EDEN, C. (1998) - Cognitive mapping. EJOR. N. 36, p FALCONER, A.P. (1999) - A promessa do terceiro setor: um estudo sobre a construção do papel das organizações sem fins lucrativos e do seu campo de gestão. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo. FERNANDES, R.C. (1995) - Elos de uma cidadania planetária. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo, v.10, n.28, p GARVIN, D. (1993) - Building a Learning Organization. Harvard Business Review. p GALLO, A. R. (2003) - Empreendimentos econômicos solidários: alternativas organizacionais de (re) inserção social e econômica. São Carlos: UFSCar Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção, Tese de doutorado. 270 p. GAIGER, L. I. (1999) - Significados e tendências da Economia Solidária. In: Sindicalismo e Economia Solidária. Central Única dos trabalhadores CUT, pp MARÇON, D. (2002) - Gestão das Organizações do Terceiro Setor: uma reflexão sobre a adoção de elementos gerenciais empresariais. São Carlos. 191p. Dissertação (Mestrado) Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo. MENDES, L.C.A. (1997) - Para onde vão as ONGs? de assessorias informais de apoio a organizações profissionais estruturadas. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Estudos Sociais Aplicados, Universidade de Brasília, Brasília. NONAKA, I. & TAKEUCHI, H. (1997) - Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Campus. PESSOA, M. B. D. (2002) - A utilização do Mapeamento Cognitivo como ferramenta de planejamento estratégico e aprendizagem organizacional. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Departamento de Engenharia de Produção, Universidade Federal de São Carlos. RECH, D. (1995) - Cooperativas: uma alternativa de organização popular. Rio de Janeiro, FASE. SANTOS, B. S. (2000) - A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. São Paulo, Cortez. SENGE, P. (1998) - A Quinta Disciplina. São Paulo: Best-Seller. SERVA, M. (1997a) - O Estado e as ONGs: uma parceria complexa. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro, v.31, n.6, p.41-54, nov./dez. SERVA, M. (1997b) - A racionalidade substantiva demonstrada na prática administrativa. Revista de Administração de Empresas. São Paulo, v.37, n.2, SILVA, F.L.G. (1999) - O terceiro setor, o poder público e o desenvolvimento social sustentado: uma proposta de articulação. Projeto de desenvolvimento de comunidade: o terceiro setor. Araraquara, Universidade Estadual Paulista. ENEGEP 2004 ABEPRO 3887

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Anderson Yanzer Núcleo SBGC ULBRA Canoas

Anderson Yanzer Núcleo SBGC ULBRA Canoas Anderson Yanzer Núcleo SBGC ULBRA Canoas Hirotaka Takeuchi: professor e reitor da Universidade de Hitotsubashi. Já lecionou em Harvard. Ikujiro Nonaka: professor na Universidade de Hitotsubashi. Autor

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

6h diárias - 11 meses

6h diárias - 11 meses 6h diárias - 11 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM AUXILIAR DE VAREJO ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral:

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O Prefeito Municipal de Pedro II, faz saber que o Poder Legislativo aprovou e este Poder sanciona a seguinte Lei:

O Prefeito Municipal de Pedro II, faz saber que o Poder Legislativo aprovou e este Poder sanciona a seguinte Lei: Projeto de Lei- 978 de 13 novembro de 2007, Política Municipal de Fomento à Economia Popular Solidária e a criação do conselho municipal de fomento á economia solidária de Pedro II, com a sigla ( CMPES

Leia mais

Ensino Superior no Século XXI: Mudanças, Desafios e Competências. José Roberto Gomes da Silva

Ensino Superior no Século XXI: Mudanças, Desafios e Competências. José Roberto Gomes da Silva Ensino Superior no Século XXI: Mudanças, Desafios e Competências José Roberto Gomes da Silva Os desafios de gestão das IES Maior Complexidade Mudanças na sociedade Competitividade Novo papel Nova identidade

Leia mais

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS.

O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇOES E AÇÕES DO PIBID PARA FORMAÇÃO INICIAL DOS BOLSISTAS. 1 Marcos Antonio de Sousa Rodrigues Bolsista/ PIBID/ UESPI 2 Sara Juliana Lima Ferreira Bolsista/

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento MBA em Administração e Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Olá! Bem-vindos à nossa terceira aula. Antes de mais nada, assista ao vídeo a seguir e conheça

Leia mais

operacional que, na maioria das vezes, é realizada por voluntários, a fim de manter baixo o custo da operação.

operacional que, na maioria das vezes, é realizada por voluntários, a fim de manter baixo o custo da operação. 5 INTRODUÇÃO O terceiro setor é composto por uma grande diversidade de organizações do setor privado que realizam atividades para o público em geral, isto é, para a sociedade. Estas organizações não têm

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

********** É uma instituição destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos e faz parte da Educação Infantil. Integra as funções de cuidar e

********** É uma instituição destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos e faz parte da Educação Infantil. Integra as funções de cuidar e 1 CONCEPÇÃO DE CRECHE (0 A 3 ANOS): A Constituição Federal de 1988 assegura o reconhecimento do direito da criança a creche, garantindo a permanente atuação no campo educacional, deixando de ser meramente

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) Programa de extensão universitária vinculada à Pró Reitoria de

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS.

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. Ana Lícia de Santana Stopilha Professora Assistente da Universidade do Estado da Bahia Campus XV Doutoranda em Difusão do Conhecimento

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA FERREIRA, Adriana Ribeiro & ROSSO, Ademir José INTRODUÇÃO O meio ambiente (MA) é

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização Cristiane dos Santos Schleiniger * Lise Mari Nitsche Ortiz * O Terceiro Setor é o setor da sociedade que emprega aproximadamente 1 milhão de pessoas.

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Práticas de Apoio à Gestão

Práticas de Apoio à Gestão Práticas de Apoio à Gestão Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Organizações de Aprendizagem Learning Organization Conceitos Organizações de Aprendizagem

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Adriano Ribeiro¹ adrianopercicotti@pop.com.br Resumo: A gestão democrática do Projeto Político-Pedagógico na escola

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

O Paradigma da nova liderança

O Paradigma da nova liderança O Paradigma da nova liderança Robert B. Dilts Um dos mais importantes conjuntos de habilidades Um dos mais importantes conjuntos de habilidades necessárias num mundo em transformação são as habilidades

Leia mais

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato.

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Luciany Fusco Sereno** Introdução O trabalho tem por objetivo apresentar um estudo de caso realizado na cidade de Barreirinhas-MA

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR LUIZ, Cintya Fonseca; AMARAL, Anelize Queiroz & PAGNO, Sônia Fátima Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste. cintya_fonseca@hotmail.com;

Leia mais

O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL

O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL O DESENVOVIMENTO DE PROJETOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: RESULTADOS DA EXPERIÊNCIA REALIZADA NO COLÉGIO DE APLICAÇÃO CAMPUS UEL Kenya Vieira de Souza e Silva Vanessa Duarte Resumo A educação

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática Por Prof. Manoel Ricardo Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática A sociedade do século XXI é cada vez mais caracterizada pelo uso intensivo do conhecimento, seja para trabalhar, conviver ou exercer

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 Juliano Varela de Oliveira 2 Cada cidade possui suas peculiaridades referentes às condições de sobrevivência

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades.

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-AÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DE SEUS CONTEXTOS Mariangela Lima de Almeida UFES Agência Financiadora: FAPES Num contexto

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

O PEDAGOGO COMO MEDIADOR NA GESTÃO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS: UMA PROPOSTA DE PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E EMPRESA Elisabeth Caldeira UNIVALI/ Itajaí

O PEDAGOGO COMO MEDIADOR NA GESTÃO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS: UMA PROPOSTA DE PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E EMPRESA Elisabeth Caldeira UNIVALI/ Itajaí O PEDAGOGO COMO MEDIADOR NA GESTÃO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS: UMA PROPOSTA DE PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E EMPRESA Elisabeth Caldeira UNIVALI/ Itajaí Resumo Este trabalho resulta de pesquisa sobre o perfil

Leia mais

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS IV CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL RIAL Cláudio Boechat Fundação Dom Cabral 12 DE DEZEMBRO, 2006 F U N D A Ç Ã O

Leia mais

ORGANIZAÇÕES DA SOCIDEDADE CIVIL NO BRASIL. Um novo setor/ator da sociedade

ORGANIZAÇÕES DA SOCIDEDADE CIVIL NO BRASIL. Um novo setor/ator da sociedade ORGANIZAÇÕES DA SOCIDEDADE CIVIL NO BRASIL Um novo setor/ator da sociedade Emergência da Sociedade Civil Organizada I fase Séculos XVIII e XIX Entidades Assistenciais tradicionais Confessionais Mandato

Leia mais

O que é o projeto político-pedagógico (PPP)

O que é o projeto político-pedagógico (PPP) O que é o projeto político-pedagógico (PPP) 1 Introdução O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade. Saiba como elaborar esse documento. sobre ele: Toda escola tem

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA

Universidade Estadual de Londrina CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA PROPOSTA 1 Curso Nome(s) do(s) Curso(s) ZOOTECNIA Código e-mec 56129 Conceito ENADE 4 Coordenador da Proposta (Tutor do Grupo) ANA MARIA BRIDI 2 Caracterização da Proposta 2.1Área de Conhecimento (código

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Desenvolvimento da universidade empreendedora sob a visão da criação do conhecimento

Desenvolvimento da universidade empreendedora sob a visão da criação do conhecimento Desenvolvimento da universidade empreendedora sob a visão da criação do conhecimento Rodrigo Sant Anna Cotrim (UERJ) rscotrim@yahoo.com.br Ian Fernandes de Carvalho (UERJ) ian.carvalho@globo.com Resumo

Leia mais

CRA-SP Centro do Conhecimento O Administrador Premium e Soluções Lucrativas Exigem Falling Walls in Management

CRA-SP Centro do Conhecimento O Administrador Premium e Soluções Lucrativas Exigem Falling Walls in Management CRA-SP Centro do Conhecimento O Administrador Premium e Soluções Lucrativas Exigem Falling Walls in Management Profº Walter Lerner lernerwl@terra.com.br Filme 7 CONTEXTUALIZAÇÃO da ADM e do Administrador

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com.

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com. A pós-graduação é fundamental para manter-se bem colocado no mercado de trabalho e para aperfeiçoar competências profissionais. Além de enriquecer o currículo, este tipo de especialização ajuda a melhorar

Leia mais

Gestão do Conhecimento: Uma Visão Geral Para Business Intelligence

Gestão do Conhecimento: Uma Visão Geral Para Business Intelligence Gestão do Conhecimento: Uma Visão Geral Para Business Intelligence Banco de Dados para BI: José Roberto Escodeiro 10/10/2011 1. Linha do Tempo 2. Era do Conhecimento Índice 3. Ativos Tangíveis e intangíveis

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

VI Conferencia Regional de voluntariado IAVE. Guayaquil Ecuador

VI Conferencia Regional de voluntariado IAVE. Guayaquil Ecuador VI Conferencia Regional de voluntariado IAVE Guayaquil Ecuador 2013 PerguntAção no Programa de Voluntariado Promon: conectando o conhecimento para criar, construir e transformar Autora: Marisa Villi (Assessora

Leia mais

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Elementos de uma Proposta REDE? SISTEMA? Beneficiários do Bolsa Família não conseguem financiamento para iniciar atividades produtivas Os Fundos Solidários

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO

GESTÃO DO CONHECIMENTO GESTÃO DO CONHECIMENTO OconceitodeGestãodoConhecimentosurgiunoinício da década de 90 e, segundo SVEIBY (1998, p. 3), a Gestão do Conhecimento não é mais uma moda de eficiência operacional. Faz parte da

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira Sumário Psicologia no Brasil: percurso histórico Psicologia no Brasil nos últimos vinte anos Referências legais e organização

Leia mais

INFORMATIVO SOBRE ENTIDADES ESTUDANTIS

INFORMATIVO SOBRE ENTIDADES ESTUDANTIS PRÓ- DE EXTENSÃO INFORMATIVO SOBRE ENTIDADES ESTUDANTIS Olá! Você já deve ter feito uma dessas perguntas: O que são entidades estudantis? Para que servem? Qual a diferença entre um CA e um DA? Como criar

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Projeto de Educação Financeira de Adultos. Foco: Aposentados de baixa renda (1 a 2 salários mínimos) Relatório Parcial

Projeto de Educação Financeira de Adultos. Foco: Aposentados de baixa renda (1 a 2 salários mínimos) Relatório Parcial Projeto de Educação Financeira de Adultos Foco: Aposentados de baixa renda (1 a 2 salários mínimos) Relatório Parcial A AEF-Brasil é uma entidade da sociedade civil que promove e executa ações transversais

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Economia Solidária. Alfabetização. Associação de Recicladores.

PALAVRAS-CHAVE Economia Solidária. Alfabetização. Associação de Recicladores. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ESCREVENDO SUA PRÓPRIA HISTÓRIA: UM RELATO DA EXPERIÊNCIA

Leia mais

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais 14º Encontro Nacional do Congemas CRAS como unidade de gestão local do SUAS 14º Encontro Nacional do Congemas

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente,

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente, O COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA BROILO, Cecília Luiza UNISINOS ceciliab@unisinos.br FAGUNDES, Maurício César UNISINOS mc.fagundes@terra.com.br GOMES, Marta Quintanilha UNISINOS martaqg@unisinos.br

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais