OUTROS TEMPOS. grupo de capoeira na briga pág.3 contra o tráfico de drogas

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1 1 Tá na Rede! - Jornal da Rede Jovem de Cidadania - número 2 - setembro de tiragem: 50 mil exemplares OUTROS TEMPOS página 5 grupo de capoeira na briga pág.3 contra o tráfico de drogas pág.4 pág.6 diversos estilos que fazem a moda dos dias de hoje entrevista com Juninho, skatista radical

2 2 enquanto isso, na sala de justiça... Ei! Você aí que está lendo este jornal, sabe o que é mídia? Se não sabe continue lendo, pois você irá saber. Se você já sabe, leia assim mesmo, pois quando achamos que sabemos é aí que não sabemos nada. Agora, deixando a filosofia de lado, vamos falar sobre o assunto. Bom, mídia são os meios de comunicação, como por exemplo, TV, rádio, jornal, computador/internet e outros. Podemos também dizer que ela é um espaço de visibilidade. Por exemplo: quando sai uma nova banda, como você fica sabendo? Você pode dizer que foi através de seus amigos, mas eles provavelmente ficaram sabendo ao ver uma matéria na televisão ou ao ler uma reportagem sobre o assunto. Daí temos uma noção de como a mídia está presente em nossas vidas. É ali que muitas vezes ficamos sabendo de coisas que acontecem. É ali também que gostaríamos de ver algumas coisas, mas às vezes não as encontramos. A grande mídia tem uma forte preocupação com a comercialização de produtos. Pare e pense: um filme tem em média cinco ou seis partes, certo? Antes, durante e depois do filme, são exibidas várias propagandas. Se contarmos, serão seis ou sete partes de comerciais. Notamos, através disso, que a mídia convencional não nos quer somente como público, mas também como compradores em potencial. Além de produtos, idéias e estilos são vendidos. Em meio a essas idéias, algumas visões ganham destaque, enquanto outras são deixadas de lado. Os jovens, por exemplo, geralmente são retratados como ricos, fortes e bonitões. Será que todos os jovens são iguais? Enquanto isso, na Sala da Justiça, Super Homem e Batman confabulam um plano surpresa para resgatar a Terra dessa perdição. Vem aí, com capa colorida e espada em punho, uma rede que vai encantar as nove regiões de BH e revolucionar a TV, o rádio, o jornal e a internet. Ninguém segura a Rede Jovem de Cidadania! Com a cara e a coragem do jovem, essa rede quer contribuir para que você continue esse cidadão crítico que já é. Tão crítico que consiga analisar esse texto e perceber que, quando se fala em mídia, não se trata de perceber vilões ou heróis. A Rede Jovem de Cidadania é apenas uma mídia alternativa, que tenta te oferecer algo de novo. Continue vendo o que te dá na telha, mas não se esqueça de tirar suas próprias conclusões. Fale com a gente: Expediente Boca livre Os meios de comunicação entraram de vez em nossa vida. Eles estão em nossas casas como se fizessem parte da família. Você já parou pra pensar quantas vezes dormiu no sofá com a televisão ligada? E quem nunca se viu cantando junto com o rádio músicas das quais nem gosta? É por isso que a equipe do Tá na Rede! foi verificar a opinião de algumas pessoas sobre os meios de comunicação. Confira o resultado... Diego Gomes Pereira - 18 anos - Músico Para mim os meios de comunicação trazem mais coisas ruins do que boas. A televisão, por exemplo, introduziu em minha mente muita pornografia e ainda atrapalhou meu desempenho escolar. Nathália Núbia Macieira - 15 anos - Estudante Eu nem sei o que faria sem os meios de comunicação. Adoro estar por dentro de tudo. Escuto o dia inteiro, no rádio, as baladas do momento. Ah! Não podemos esquecer do celular. É um aparelhinho de comunicação muito útil. A vida seria um tédio sem a mídia. Anderson Antônio Gomes - 34 anos - Porteiro Os meios de comunicação ajudam em todos os sentidos. Se não houvesse os meios de comunicação, seria bem mais difícil encontrarmos pessoas desaparecidas, por exemplo. Afrânio Coelho Santos - 47 anos - Metalúrgico Particularmente não gosto de novelas. Muitas são bobas, incentivam a violência e mostram os filhos desrespeitando os pais. Vítor Chagas, Felipe Gustavo e Lucas Santos Veículos da Rede Jovem de Cidadania: Jornal Ta na Rede!, programas televisivos e radiofônicos, site e agência de notícias Participantes: 54 jovens que atuam em todo o processo da concepção à edição Equipe técnica: 20 profissionais (comunicadores e educadores) conheça todos os integrantes no site Equipe do Jornal: Carolina Alcântara de Araújo, Deise Rodrigues Paulino, Denilson Ferreira Garofa, Edilene Ferreira Lima, Felipe Gustavo Lara Rosado, Jéssica Perpétua Gonçalves, Juliana Alves Rosa, Laiara Amorim Borges, Lucas Pereira dos Santos, Marcelo Vinicius Mendes Cupertino, Marcos de Assis Rocha, Mariana Martins Rodrigues, Polyanne Andréia Silva, Rodrigo Philemon Pereira Nunes, Tatiane Viana Martins, Thaís Tatiane Souza, Tiago de Araújo Batista, Vítor Augusto Chagas Técnicos da oficina de Jornal: Gisele Fonseca, Leandro Matosinhos e Ricardo Fabrino Colaboraram com ilustrações: Igor Dutra e Julierme Alves Jornalista Responsável: Rafaela Lima (MTb 1696) Projeto gráfico e diagramação: Leandro Matosinhos e equipe do Jornal Fotolito e Impressão: Sempre Serviços Gráficos Tiragem: 50 mil exemplares Distribuição gratuita nas escolas públicas de Belo Horizonte.

3 Golpe de capoeira derruba ~ aviao 3 Melhorar as condições de vida de crianças carentes e incentivar a cultura. Esses são os objetivos do projeto Capoeira na Escola, da Associação Guerreiros República dos Palmares. A idéia é levar a arte da capoeira para adolescentes que geralmente têm pouco acesso à cultura. Com isso, o projeto mostra também sua face social: tentar minimizar a criminalidade e a prostituição infantil. Rogério Inácio, criador do projeto, conta que muitos dos adolescentes e das crianças tinham ligação direta com o tráfico de drogas. De acordo com ele, esses meninos queriam oportunidades para serem vistos e para melhorar sua condição social. São crianças que não sabem ler nem escrever, mas que sabem bem o que é matar ou roubar. O governo fala muito de Fome-Zero, mas a maior fome de hoje não é a de comida, e sim de oportunidades. O Capoeira na Escola começou em 1994, na Escola Padre Pedro Penido, que fica no bairro Floramar. O projeto logo teve grande aceitação e se estendeu para escolas do Morro Alto, Jaraguá e Nova Pampulha. A Escola Estadual José Silva, no Nova Pampulha, cedeu espaço para a capoeira depois de ver que a criminalidade dentro do colégio estava sem controle: os próprios alunos teriam furtado um computador. Atualmente, 250 crianças da escola já são atendidas pelo projeto. Uma delas, E. G., você sabia? Igor Dutra de 12 anos, conta que a capoeira foi uma forma para evitar criminalidade, que era intensa na escola. Ela destaca que o esporte é bom para as habilidades físicas e que também ocupa o tempo. E M, de 16 anos, é outro a ver com bons olhos a luta da capoeira contra as drogas. Ele diz que não tem amigos no tráfico, porque todos que seguiram esta vida morreram. Segundo Rogério Inácio, a implantação do projeto realmente mudou as comunidades em que está presente. A população e os traficantes teriam passado a respeitálo. Um dos instrutores do grupo, Wone Soares, conta que já viu traficantes abordando crianças na saída do colégio, para adotá-las (transformá-las em aviõezinhos). Ele se emociona ao dizer que a capoeira vem salvando vidas: o que gratifica é saber que uma criança está contente lá; se de dez salvarmos duas, já fico feliz, pois são duas vidas a menos no mundo das drogas. Dificuldades A maior dificuldade do projeto é a precariedade do meio social em que algumas escolas se inserem. Wone Soares diz que muitas crianças chegam para treinar com fome, o que é inaceitável. Outro problema seria a falta de uniformes para os alunos. Quando o grupo sai para lutar em outros lugares, fica difícil reconhecer os participantes. O projeto ainda não conta com nenhum tipo de apoio financeiro, o que impede que se forneça alimentação ou material para os integrantes. Professores e instrutores trabalham na base do voluntariado, justamente por acreditarem nas potencialidades do projeto. Laiara Borges A primeira transmissão de rádio aconteceu em 7 de setembro de 1922, patrocinada pelo Presidente da República Epitácio Pessoa. Como no Brasil não havia emissoras de rádio, o Presidente encontrou uma solução muito original: mandou importar um transmissor e sessenta aparelhos, que distribuiu entre os amigos. O primeiro telejornal da televisão brasileira foi o Imagens do Dia, transmitido pela TV Tupi, no ano de Paradoxalmente, no jornal Imagens do Dia, não existiam imagens previamente gravadas. Os apresentadores faziam, ao vivo, a leitura dos principais acontecimentos do dia. Marcos Assis

4 4 deu a LOuca na MOdA Qual é o seu estilo? Fizemos essa pergunta a várias pessoas. A maioria respondeu que não seguia um padrão, mas se vestia do jeito que se sentia bem. No começo ficamos frustradas, porque esperávamos encontrar estilos definidos, tais como: hippies, pagodeiros, patricinhas, metaleiros, hip hopers, grunges... Aos poucos, percebemos que os entrevistados mostravam que esses estilos não eram tão fechados, nem tão definidos. Trabalhávamos com estereótipos, que eram muito restritos para apreender a realidade. Mas descobrimos que os estilos variam de acordo com a personalidade de cada um. Segundo o professor Paulo Caetano, estilos são formas de pessoas autênticas marcarem seu espaço na sociedade e questionarem padrões estéticos. É através das roupas que muitos encontram meios para protestar, expressar um estado de espírito, uma forma de pensar ou uma religião. Bons exemplos são os engravatados mórmons, o jeito diferente de um metaleiro, ou a tranqüilidade de um hippie. Isso sem falar daqueles que adotam o estilo peladão para protestar contra a guerra. A mestranda em comunicação social Carla Mendonça afirma que a moda é uma possibilidade de expressar a personalidade. Muitas vezes, a sociedade aponta os jovens como baderneiros ou loucos, justamente por possuírem uma diversidade de estilos. A criatividade contaminou a nova geração, trazendo à tona estilos excêntricos e até extravagantes. Os jovens se vestem de várias maneiras, pois ainda procuram uma identidade confirma a psicóloga Zenaide Corrêia. Mas como escolher um estilo fixo de roupa em uma época de identificações tão variadas? Não somos várias coisas ao mesmo tempo? É o que parece indicar a resposta das pessoas. O fato de a maioria delas não se definir em apenas uma palavra revela que os estilos, assim como as pessoas, têm várias faces. Assim, você pode encontrar um punk que curte hip hop, não abre mão de ouvir Djavan, adora praticar skateboard e trabalha de terno e gravata como gerente bancário. No fim das contas, descobrimos um novo estilo: o normal. Aquele que pode ser básico e diferente, sério e irreverente, colorido e preto e branco, excêntrico e padronizado, mas que sempre é normal. O importante é se vestir de acordo com o seu gosto. Mariana Rodrigues e Rodrigo Philemon DEtaLheS tão pequenos... Cansei de ver pessoas escondendo a bolsa quando eu passava perto, por causa do meu jeito de vestir. Sou do movimento hip hop. Geralmente, uso roupas largas. Esse é o depoimento de Luciana Silva, que afirma ter sido vítima de preconceito. Várias pessoas avaliam as outras pelo seu modo de vestir. É como escolher um livro só pela capa. A costureira Maria Helena de Souza também diz ter sentido o preconceito na pele. Ela conta que foi a um mesmo banco duas vezes. Na primeira, estava usando uma roupa social, na segunda, algo bem mais simples. Você precisa ver como me trataram pior quando eu não estava arrumada. Ninguém conversava direito comigo. A psicóloga Zenaide explica que o preconceito é um valor pré-concebido que é atribuído ao outro. Por exemplo: uma pessoa acha que quem usa chinelos é desleixado; assim, passa a conceituar todos os chineleiros como largados. O preconceito emerge nos pequenos julgamentos. São pequenos detalhes que podem passar desapercebidos, mas que orientam grande parte das nossas relações sociais. Já parou para pensar nos detalhes que te irritam? Carolina Alcântara, Jéssica Gonçalves, Mariana Rodrigues e Polyanne Silva

5 No meu 5 Foto: Ricardo Fabrino tempo não e r a assim... Quem nunca escutou esta frase? Ela pode ser uma queixa ou uma demonstração de saudade. Conversamos com alguns idosos para saber como eram os costumes e valores da sua época. Eles falaram de tudo um pouco. Contam que a violência quase não existia. As pessoas circulavam à vontade pela cidade, aproveitando ruas e praças como espaços de convivência. José Barbosa, 75, lembra que dormia só com janela aberta, e olha que a casa nem tinha muro. Ele diz que caminhava pela cidade de madrugada sem medo, algo bem diferente de hoje. Questões ligadas ao trabalho também eram diferentes. O salário mínimo era melhor nas lembranças de Aloísio Magalhães, 83: os 220 cruzeiros da época de Getúlio equivaleriam a mil e cem reais; dava para viver bem. E, para José Barbosa, era muito mais fácil arrumar emprego. E quanto aos estudos? A relação entre alunos e professores era bem distante e respeitosa, avalia Jacira Machado, 17 anos invertidos. Muitos rapazes estudavam com empenho para conquistar status e, assim, a mão da tão sonhada dama. Várias moças freqüentavam escolas só para mulheres e algumas pessoas que moravam no interior tinham dificuldades para estudar. Jocelina Norbeta, 63, conta que andava muito todos os dias. Ela vivia em Rio Vermelho, onde não havia escolas. A situação só mudou quando a comunidade fez uma vaquinha para levar uma professora à cidade. Os namoros se baseavam em rápidas visitas e pequenas trocas de olhares, lembra Emilio Lopes, 71. Nada de beijos calientes ou abraços ofegantes. Segundo Aloísio Magalhães, tudo acontecia debaixo dos olhares vigilantes dos pais ou dos irmãos mais novos, os quais eram recrutados para tal função. Sexo, dizia a regra, só depois do casamento. O assunto era tabu na sociedade. Por isso mesmo, alguns rapazes se viravam nas pequenas casas da luz vermelha, que eram comuns no centro da cidade - conta José Barbosa, 75. As moças mais danadinhas também se realizavam por debaixo dos lençóis, mas quem engravidasse tinha que casar ou era expulsa de casa, lembra Jocelina Norbeta. A Aids ainda não existia, e a doença que mais preocupava era a tuberculose. Havia muitos bailes e horas dançantes. Rumba, bolero, samba, valsa, cantigas de roda e músicas caipiras marcaram época. Para Jandira Machado, as pessoas tinham que se vestir com roupas de gala quando iam aos bailes: quem não tivesse, ficava de fora; não era tão democrático quanto hoje, que os jovens entram de calça jeans em qualquer lugar. De acordo com Aloísio Magalhães, as roupas elegantes eram obrigatórias em qualquer evento social. No cinema não dava para assistir ao filme por causa do chapéu que as mulheres usavam - lamenta, em meio a risadas. As calças rasgadas, hoje na moda, antes eram algo vergonhoso. José Barbosa recorda que, quando remendava roupas velhas, tinha que esconder dos outros para eles não rirem. Juventude tardia... Será que todos os jovens freqüentavam os elegan-tes bailes em clubes? Amélia Silva, 73, responde: não!. Ela se lembra com tristeza de que saiu de casa aos sete anos e foi morar em uma fazenda. Lá, conta que foi escravizada. Relata que dormia em um saco no chão da cozinha ou em um galinheiro. Nunca estudou. Diz ter passado a juventude trabalhando. Quando jovem, não namorou. Casei virgem aos 25 anos, depois que fugi da fazenda. Meu irmão me obrigou a casar. Hoje, Amélia faz parte de um grupo da terceira idade, onde tem aulas de bio-dança e tai-chi-chuan. Tem vontade de brincar, dançar e de adquirir conhecimentos. Minha vida está só começando, diz, e a juventude dela promete ser longa. Jéssica Gonçalves, Polyanne Silva e Thaís Souza

6 6 Rodrigo Philemon ELA DISSE: OU EU, OU O SK8... ainda SINTO SAUDADES DELA. Tá na Rede! - Por que você pratica o skateboard? Como isso começou? Juninho - É uma coisa que vem de dentro... Era um sonho desde criança. Lembro que ficava olhando os caras mais velhos andando de skate (SK8), fazendo manobras e ficava morrendo de vontade. É um esporte radical. Minha mãe não deixava porque achava que era perigoso, e tive que montar meu primeiro SK8 sozinho. Fui comprando as peças aos pouquinhos e montei. TR! - Hoje, qual é a opinião dos seus pais? J - Não apóiam, nem discriminam. TR! - O que você acha do skateboard? É uma forma de expressar alguma coisa? J - É uma terapia. Sei lá... um lance. Relaxa o corpo, a alma e a mente. O skate me esporte radical faz sentir livre, como se eu estivesse voando. Talvez expresse essa liberdade. Eu ando de skate por causa disso e por causa das aptidões que o esporte proporciona. TR! - Como é ser um skatista? J - Ter sempre paz no coração e não esquentar a cabeça com bobagem. SK8 no pé e idéias revolucionárias na cabeça. TR! - Você já participou de algum campeonato? Sabe como funciona? J - Nunca participei. Tenho um pouco de medo, porque é muito difícil. O você sabia? Jovens que usam roupas largas e fazem manobras perigosas com uma tabuinha debaixo dos pés. Essa é a visão que muita gente tem do skatista. Mas o que eles pensam? O que acham do esporte? Ficamos curiosos e fomos bater um papo com Wellington Junio Rocha (o Juninho), de 16 anos. Com uma personalidade muito forte e poucas palavras, ele nos conta o que saca sobre skateboard. Fala das manobras, do preconceito, dos tombos, riscos, estilo, música, e muito mais. cara tem um minuto para realizar todas as manobras possíveis, sem cair do skate e usando os obstáculos. O juiz conta o estilo, a perfeição das manobras e o grau de dificuldade delas. O prêmio varia por campeonato. TR! - Onde você pratica? J - Os lugares para praticar são escassos. Costumo andar em duas praças aqui perto e em algumas ruas, como a avenida Vilarinho e a rua 8, que é a rua oficial dos skatistas. TR! - Você conhece algumas manobras? Você as ensina? J - São muitas, mas as mais conhecidas são Olié, Flip, 180, Hell, Rock slid, fifteen, five. Quanto a ensinar, eu não sei nem pra mim direito, mas o que eu sei eu tento passar, e assim vai a cadeia dos skatistas. TR! - Você já levou muitos tombos? J - Vários. O pior foi uma vez em que eu estava descendo a rua com um skate que não era meu em alta velocidade. Ele começou a bambear e eu caí de cara no chão. TR! - Como é a roupa do skatista? J - Ele deve se vestir como quiser, de maneira que se sinta à vontade para realizar suas manobras. A maioria se veste com calças largas, roupas sujas, boné e tênis furado, morô? TR! - Qual tipo de música vocês costumam ouvir? J - Depende do estilo do cara. A maioria curte rap, mas a minha preferência é rock n roll, tá ligado? Eu até tenho uma banda, a Banda Baile. TR! - O skatista varia de acordo com sua classe social? J - Sim, mas mesmo dentro das classes as variações são grandes. É uma questão de atitudes. Tem playboy que é gente boa e outros que são tirados. TR! - Você já sofreu algum tipo de preconceito? J - Sim, porque acham que todo skatista usa drogas, só pelo fato de andar de skate e por aí vai. Isso é uma grande bobagem. Eu mesmo, nunca usei. TR! - Um recado para os jovens? J - Ande de SK8, pratique o skateboard, seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo. Laiara Borges e Juliana Rosa Se na sua comunidade existe uma rádio comunitária, e você mora a um quilômetro de distância dela, cerca de 10 quarteirões, talvez você não consiga sintonizá-la. Segundo a lei, as rádios comunitárias devem funcionar a 25 W de potência, 30 m de antena e alcance de um quilômetro. Será que a sua comunidade pode ser definida pelo número de quarteirões? O primeiro jornal brasileiro era editado na Inglaterra. Ele vinha para o Brasil de navio e criticava a situação política da colônia. O jornal demorava semanas para chegar e precisava trazer notícias mais analíticas e menos ligadas ao dia-a-dia. Marcos Assis SK8 = s + k + eight = skate

7 Material Faca voce ^ mesmo mo o seu colar Folhas de revistas, tesoura, palito de fósforo, cola, cerca de 1 m de barbante fino. Como fazer? Recorte as páginas em mais ou menos 15 tiras. Dobre cada uma ao meio e corte-as em formas triangulares. Passe cola na tira e enrole-a no palito de fósforo, começando pela extremidade mais larga. Retire o enroladinho do palito. Repita o processo até ter cerca de 35 peças. Deixe um espaço de 10 cm em uma das pontas do barbante, dê dois nós e comece colocar as peças até que o colar esteja de um tamanho bom. Deixe outros 10 cm no final e dê mais dois nós. Pronto! É só amarrar com um laço no pescoço. Agora é usar a criatividade e fazer pulseiras ou cintos. Pode dar para os amigos ou vender. Edilene Lima, Jéssica Gonçalves e Mariana Rodrigues 7 Piada Super- cidad adao ao ~ Dois patinhos estão caindo de um prédio. O que um fala para o outro??? Julierme Alves Nó véi! Nós vamo rachá os bico. Palavr vras Cruzadas as Veja na cruzadinha dicas sobre o funcionamento do nosso corpo e a prevenção às DSTs 1 - Sigla das doenças sexualmente transmissíveis. 2 - Pessoa que se interessa por outra do mesmo sexo. 3 - Usada em relações sexuais para evitar doenças e gravidez. 4 - Aparelho introduzido no útero da mulher para evitar gravidez. 5 - Cirurgia de esterilização feita no homem, na qual se cortam os canais deferentes para impedir que os espermatozóides cheguem até a uretra. 6 - Hormônio sexual masculino. 7 - Doença que pode ser transmitida pelo beijo. 8 - Nome da primeira menstruação. 9 - Médico responsável pelo acompanhamento de mulheres grávidas e pelo parto Membrana localizada na vagina da mulher que pode ser rompida durante a primeira relação sexual Nome da doença causada pelo HIV. 1)DST - 2)HOMOSSEXUAL - 3)CAMISINHA - 4)DIU - 5)VASECTOMIA - 6)TESTOSTERONA - 7)HERPES - 8)MENARCA - 9)OBSTETRA - 10)HÍMEM - 11)AIDS Edilene Lima, Marcos Assis e Tiago Batista

8 8 Oi, você que está aí à toa, procurando algum lugar para ir e algo para fazer! Aqui vão algumas dicas 0800 de como aprender e se divertir em BH: Pandalelê - Pampulha O projeto do Centro Pedagógico da UFMG busca formar grupos de adolescentes que experimentam brincadeiras, bem como promover a convivência e a cultura popular. Endereço: Escola Fundamental do Centro Pedagógico (UFMG). Av. Presidente Antônio Carlos, Pampulha. Ônibus: UFMG (passa na av. João Pinheiro). Descer no Centro Pedagógico. Contatos: Eugenio Tadeu: (31) /5199; Fax: (31) Parque-Escola Jardim Belmonte - Nordeste Oferece apresentações culturais e oficinas variadas (de música a ecologia). As inscrições estão abertas de terça a sexta-feira, das 9 às 12h e de 14 às 17h. Endereço: rua Jornalista Abrahão Sadi, 380. Ônibus: 5525 B - via Belmonte (passa na rua Caetés). Contato: Ivânia Linhares: (31) Praça Duque de Caxias - Centro Sul Situada no bairro Santa Tereza, e mais conhecida como Praça do Santa Tereza, a Duque de Caxias vem se firmando como ponto de paquera. De sexta a domingo rola um forró pra lá de animado, a partir das 21h. Ônibus: Santa Tereza/Santo Antônio (passa na rua Tamóios com Afonso Pena). Descer na rua Mármore. Obra Social Cabana Pai Tomás - Oeste O projeto oferece aulas de capoeira para crianças e adolescentes. Oferece também cursos de informática, teatro, artesanato, futebol e higiene e beleza, para aqueles que já estão fazendo aulas de capoeira. Endereço: rua São Geraldo, 110. Ônibus: Vista Alegre (passa em toda a av. Amazonas). Descer na rua Santa Arim, em frente ao supermercado 2B. Contato: Alzira: (31) Programa Esporte Solidário Barreiro Aulas de futebol: é assim que esse projeto pretende melhorar a vida de crianças e adolescentes e evitar que eles entrem para o mundo da criminalidade. O programa atende jovens de 12 a 18 anos, de segunda a sexta-feira, em dois horários: de 8 às 11h30 e de 13 às 16h30. Endereço: Centro Pró Vida Paulo Campos Guimarães (antiga Febem). Av. Menelicke de Carvalho, 11. Flávio Marques. Ônibus: 32 - Estação Barreiro (passa na rua Tamóios com Guarani). Depois, pegar o 325. Contato: Eliane Rosa: (31) Aruê das Gerais - Leste O grupo promove a cultura afro-brasileira através da dança, percussão, ritos religiosos e desfiles. Os ensaios são às sextas e sábados, às 17h, no Mops Recriança (Movimento de Promoção Social Recriança). Aos domingos, apresenta-se na Escola Municipal Wladimir de Paula Gomes, às 16h. Endereço: Mops: rua Arapari, 470. São Geraldo. Ônibus: São Geraldo (passa na rua Caetés com Bahia). E.M. Wladimir de Paula Gomes: rua Uarirá, 350. Caetano Furquim. Ônibus: São José (passa na av. Amazonas com São Paulo. Contato: Ro-Fatawá: (31) ou Nívia Santos: Deise Paulino e Tatiane Martins Fique ligado A Rede Jovem de Cidadania também tem suas produções em: Rádio >>> Favela FM (106.7) - todas as quartas, às 16h TV >>> TV Horizonte (canal 19 UHF e 22 ou 24 a cabo): sábado, às 14h e 22h; domingo, às 11h Canal Comunitário (canal 13 a cabo) - segunda, às 17h30 e quinta, às 19h45 Internet >>> Projeto Realização Patrocínio Apoio

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