ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA CRISE AMBIENTAL MUNDIAL E PAGAMENTO DE SERVIÇO AMBIENTAL COMO POLÍTICA PÚBLICA DE MEIO AMBIENTE NO ESTADO

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1 ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA CRISE AMBIENTAL MUNDIAL E PAGAMENTO DE SERVIÇO AMBIENTAL COMO POLÍTICA PÚBLICA DE MEIO AMBIENTE NO ESTADO DE GOIÁS. HAILTON ANTÔNIO NUNES UFG/Jataí A CRISE AMBIENTAL MUNDIAL Desde tempos pretéritos, a humanidade sempre buscou melhorias no modo de vida, estando o uso dos recursos naturais sempre presente no cotidiano das concentrações humanas. É oportuna a exposição do Prof. Dr. Sérgio Augusto Abrahão Morato (2010): Nos primórdios da humanidade, o homem utilizou-se de diversos instrumentos como auxílio na caça e coleta de alimentos, além de ter aprendido a construir suas próprias habitações ao invés de competir por tocas e cavernas com os demais animais selvagens. Do uso de peles mal cheirosas, o homem passou a tecer suas vestimentos utilizando-se de fibras vegetais e desenvolveu a técnica do cortume. De uma ou de outra maneira, contudo, o ser humano sempre teve nos recursos naturais do meio que o cerca sua fonte de subsistência. Dos recursos minerais, o homem passou a fabricar seus utensílios; espécies "comestíveis" passaram a ser criadas e/ou cultivadas, e assim por diante. Em virtude das modificações nos processos de industrialização, bem como o modo de consumo de bens, o que tornou o supérfluo em essencial, constatam-se transformações nos meios natural e antrópico. (SILVA, 2000). A crise ambiental mundial, como toda e qualquer situação de grande amplitude e conseqüências danosas, teve sua origem com as atividades humanas no planeta, através da busca desenfreada da humanidade pela industrialização e desenvolvimento econômico.

2 Um interessante acontecimento histórico, acerca das conseqüências nefastas do crescimento desenfreado, através das atividades antrópicas, é o caso da Ilha de Páscoa, localizada no Oceano Pacífico e considerada um dos locais mais remotos na Terra. Neste lugar também considerado turístico, encontram-se gigantescas estátuas de pedra situadas na cratera vulcânica de Rano Raraku, chamadas de moais, que são pedras trabalhadas e consiste em tudo o que restou de uma civilização que outrora vivia na região. Estudos históricos concluíram que esta civilização desapareceu devido à sobreexploração de recursos ambientais, e ainda em função da grande competição existente entre clãs rivais. Todos estes fatores levaram a um acelerado e intenso processo de desflorestamento, erosão do solo e a destruição de populações de aves, minando os alimentos e os sistemas agrícolas na base da vida humana. Assim como os sinais de alerta para impedir a destruição na Ilha de Páscoa foram ouvidos demasiado tarde para evitar o colapso, a sociedade hodierna deve atentar para os sinais que a natureza, vem anunciando. Evidências originadas de estudos realizados, apontam que o Brasil no último século enfrentou um crescente e acelerado processo de urbanização, materializando o êxodo rural, das grandes massas humanas para os centros urbanos. Em 2000 a população urbana chegou a 81,3% da população total 1. Junto com este crescimento desenfreado, caminhou um contínuo processo de degradação ambiental, inclusive pela imensa quantidade de carbono lançado na atmosfera, favorecendo para um maior aquecimento climático, mediante o efeito estufa 2, que força os ecossistemas migrarem, causando a perda de numerosas espécies, pois nem todas avançam para as novas áreas com o mesmo êxito, podendo haver uma extinção maciça da biodiversidade. Há pois, um acúmulo mundial de uma dívida ecológica que transpassa os limites ambientais suportáveis, onerando por demais as gerações futuras. 1 Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. 2 É a elevação da temperatura da terra provocado pela introdução na atmosfera de excessivas quantidades de gases estranhos, entre estes, o principal agente causador é o gás carbônico (CO2) resultando da combustão de combustíveis fósseis, tipo: carvão, lenha e petróleo.

3 O PAGAMENTO DE SERVIÇO AMBIENTAL COMO POLÍTICA PÚBLICA DE MEIO AMBIENTE É verdade que os recursos naturais não possuem preço, até mesmo em função da extrema dificuldade de mensurar um valor pela natureza que está a disposição de todos. Porém, segundo profissionais da área ambiental, determinar-se um valor para os produtos e serviços fornecidos pelo meio ambiente é uma das maneiras mais eficazes de garantia de preservação dos recursos naturais. É certo afirmar que hodiernamente inumeráveis áreas de proteção ambiental dependem de alguma forma de financiamento público para cobrir os custos de manutenção e proteção da inestimável diversidade biológica, essencial para a vida no planeta. Entretanto somente os investimentos públicos são insuficientes para a adequada preservação. Diante desta situação e aliada aos problemas ambientais surgidos no decorrer dos anos, houve por parte de profissionais da área ambiental o desenvolvimento de um novel conceito de serviço ambiental 3 ou ecossistêmico, com o fito de capitalizar o valor econômico dos ecossistemas, surgindo então o instituto do serviço ambiental, bem como o pagamento por este. Este sistema parte do pressuposto de que as áreas naturais (ecossistemas em geral) são uma fonte de renda para os seres humanos, podendo ser administrada de várias maneiras, uma vez que a humanidade extrai da natureza bens de consumo, tais como madeira, oxigênio, alimentos, medicamentos, meios de lazer, entre tantos outros. Em suma, como todos obtém benefícios com a proteção ambiental desta ou daquela área, resultante de um serviço ambiental, bem como a manutenção e proteção de uma vegetação nativa, por si só, gera benefícios para toda a coletividade, não é justo que somente aquele que está a desenvolver uma atividade ambientalmente correta suporte sozinho o ônus, arcando com todo o custo do exercício de preservação ambiental. 3 Conceito associado a tentativa de valoração dos benefícios ambientais que a manutenção de áreas naturais pouco alteradas pela ação humana geram para toda a coletividade.

4 Na Organização Mundial do Comércio (OMC), o conceito de serviços ambientais é delimitado no mandato negocial de Doha, sob a ótica das negociações para a liberalização do comércio de bens e serviços ambientais. Tanto na lista da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), como do Acordo de Cooperação Ásia-Pacífico (APEC), serviços ambientais são definidos pelo seu uso final, classificados em três atividades principais: controle de poluição (atmosférica, hídrica, do solo e sonora); gestão de recursos (destaque para sistemas de purificação e abastecimento de água potável); e tecnologia e produtos limpos ou eficientes no uso de recursos naturais (ALMEIDA e PRESSER, 2006: 3). A título de exemplificação, a qualidade do ar pode-se assim dizer, seria um dos benefícios, a disposição de toda a sociedade. A um nível mais global, pode-se dizer que todos são beneficiados pelo seqüestro das emissões de carbono realizado pela vegetação das florestas em todo o mundo. Esta idéia de pagamento de serviço ambiental, não deve entretanto, ficar atrelada somente ao universo de pessoas físicas, tampouco de entidades privadas, mas também de entidades públicas que adotarem políticas públicas de gestão ambiental adequadas, devendo portanto quem preserva ser recompensado. A compensação por sua vez, partiria a princípio de mecanismos jurídicos, que legalmente criariam aumento dos benefícios privados, da conservação para beneficiar os proprietários de remanescentes florestais, bem como gerando recursos para custeio dos esforços de entes públicos e privados na conservação do meio ambiente. É preciso enaltecer a consciência que a árvore em pé, também possui valor econômico, podendo chegar-se a este objetivo através do estabelecimento de linhas de crédito diferenciadas, a serem oferecidas pelas instituições financeiras, bem como períodos maiores de carência para empresas e pessoas físicas, públicas e privadas, que adotem sistemas eficientes de gestão ambiental. É infinitamente mais barato mitigar os impactos ambientais ao invés de tentar recuperar os danos causados, o que nem sempre é possível.

5 Pode-se também alcançar este desiderato através da promoção de incentivos fiscais (redução de impostos e taxas), para entes com responsabilidades ambientais. Ao invés de considerar-se o princípio do Poluidor- Pagador, criar-se a concepção de utilização do princípio do Protetor-Beneficiário, ou seja, compensar quem protege o meio ambiente é mais proveitoso do que punir aquele que degrada o mesmo. ANTECENDENTES HISTÓRICOS DO PAGAMENTO DE SERVIÇO AMBIENTAL: A origem do pagamento de serviço ambiental desponta da década de 90, em razão da larga escala de desmatamento das florestas tropicais, habitat do maior número de espécies da fauna e flora, frente ao extenso desenvolvimento industrial dos países. Através da ECO 92 4, também conhecida como Rio-92, ocorrida no Brasil, mais de 160 países, através de seus governantes, com o fito de proteção dos ecossistemas e manutenção das emissões de gases do efeito estufa 5 pelos países do bloco industrializados, invocaram medidas acerca da questão de Mudanças Climáticas, mediante a Convenção- Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Foi utilizado pela primeira vez, o termo sustentabilidade, ou seja, desenvolvimento com preocupação sócio-ambiental. Houve ainda o Protocolo de Kyoto e o mercado de carbono, que por sua vez, foram concebidos no ano de 1997, entrando em vigor a partir de 2005, com a determinação de que os países considerados desenvolvidos reduzissem suas emissões de gases de efeito estufa em 5,2%, referente ao ano de 1990, isto no período compreendido entre o ano de 2008 e 2012, e ainda considerando os países em desenvolvimento, os quais não teriam por obrigação diminuir a emissão de gases, dando origem a um mercado mundial de carbono 6. 4 Conferência das Nações Unidas sobre Meio-ambiente e Desenvolvimento. 5 O CO2 é considerado o principal gás causador de efeito estufa. Mediante a ação humana houve um acelerado aumento da concentração atmosférica de CO2 a partir do século 19, em razão da utilização maciça de combustíveis com alto teor de carbono, bem como pela alteração do uso do solo, isto por sua vez, em razão da alteração das áreas com coberturas nativas para outras atividades. 6 Comercialização de créditos de carbono, de acordo com um valor financeiro para cada tonelada de carbono que deixe de ser lançada na atmosfera.

6 Este mercado de carbono funciona na medida, que as economias de países desenvolvidos, em razão das metas estabelecidas de redução de CO2 aliada a necessidade de produção em maior escala de gases de efeito estufa, podem adquirir créditos de carbono 7 de outras nações que possuam projetos de desenvolvimento de tecnologias limpas. No Brasil o pagamento por serviços ambientais foi oficialmente proposto por membros do Poder legislativo como emenda ao projeto do Código Ambiental Brasileiro. A partir destas discussões foram criadas ainda outras alternativas de pagamento de serviços ambientais como serão tratados no tópico referente às políticas públicas de pagamento de serviços ambientais no Estado de Goiás. O PAGAMENTO DE SERVIÇOS AMBIENTAIS NO ESTADO DE GOIÁS Existe no Estado de Goiás proposta de alteração de Lei, estabelecendo o repasse de 70% dos recursos arrecadados com a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental, cujo fato gerador é o exercício regular do poder de polícia conferido ao IBAMA para controle e fiscalização das atividades potencialmente poluidoras e utilizadora dos recursos naturais, sendo destinado este percentual para os municípios, constantes de um sistema integrado, para controle dos cadastros, arrecadação e distribuição, uma vez que a situação atual 40% da TCFA é da União e 60% dos Estados (FEMA 8 ). Há ainda um projeto de criação de Lei, para que a TFAGO: Taxa de Fiscalização Ambiental gerada a partir do Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras ou utilizadoras dos Recursos Naturais, seja descentralizado seus recursos, 7 O crédito de carbono é uma espécie de certificado que é emitido quando há diminuição de emissão de gases que provocam o efeito estufa e o aquecimento global em nosso planeta. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de CO2 (dióxido de carbono) que deixou de ser produzido. Aos outros gases reduzidos são emitidos créditos, utilizando-se uma tabela de carbono equivalente 8 Fundação Estadual do Meio Ambiente.

7 transferindo 70% dos recursos arrecadados pelo Estado aos Municípios, podendo-se adotar os critérios da Resolução 69/2006 do CEMAM 9, para fins de acesso aos recursos. Outro grande projeto que atende ao princípio de compensar quem protege, é o sistema de ICMS Ecológico, que é a denominação de qualquer critério, ou conjunto de critérios de caráter ambientalista, utilizado para cálculo do percentual que cada município de um Estado tem direito de receber a título de repasse, dos recursos financeiros do ICMS. O objetivo do ICMS Ecológico é permitir a construção de um instrumento econômico para gestão e proteção ambiental, bem como para o desenvolvimento sustentável, dos municípios através da regulamentação de uma emenda (nº 40/2007) à Constituição do Estado de Goiás. Objetiva também o oferecimento de recursos aos municípios que investem em proteção ambiental e saneamento, compensando financeiramente os municípios que possuem algum tipo de restrição ambiental, quanto a ocupação e uso do solo (previsões contidas na Resolução nº 078/2007 do CEMAM). Pode ainda a Administração Pública Estadual desenvolver a compensação ambiental, partindo de mecanismos jurídicos, que legalmente criariam aumento dos benefícios privados, da conservação da vegetação nativa para beneficiar os proprietários de remanescentes florestais, bem como geração de recursos para custeio dos esforços de entes públicos e privados na conservação do meio ambiente, pois o Estado de Goiás possui 35,43% de cobertura vegetal, segundo estatísticas recentes. De uma primeira análise preliminar, 35,43% de cobertura vegetal, tendo em vista outros estados da federação, parece ser uma cobertura vegetal satisfatória, porém se atentarmos para a desproporção na distribuição desta vegetal, concluímos que encontramonos no mínimo em uma situação preocupante, em relação a proteção vegetal do Estado. Práticas não aconselháveis, vem sendo perpetuadas na Região de modo desenfreado, a título de exemplo a concentração de reservas nativas, em alguns municípios como Caiapônia, enquanto que outras cidades amargam a total supressão de sua cobertura 9 Conselho Estadual do Meio Ambiente.

8 vegetal. Embora seja legal a transferência de uma Reserva Legal 10 de uma propriedade para outra, que pertença a mesma Bacia Hidrográfica 11, é no mínimo imoral, concentrar tais reservas em uma única região e deixar outras totalmente desnudas de vegetação nativa. Podem ainda os Entes Públicos, utilizarem de outros instrumentos econômicos de gestão ambiental, como: Redução do valor da taxa de energia elétrica para propriedades rurais, que atendam critérios ambientais (preservação da APP, Reserva Legal, Terraceamento, etc); redução do valor da água para empresas que utilizem ações de captação de água de chuva e de reutilização de água, através de tratamento da mesma; incentivos Fiscais municipais para empresas que reduzam a geração de resíduos sólidos; adoção da taxa de impermeabilização do solo com uma das variáveis de cálculo do IPTU, Redução de Emissões Provenientes do Desmatamento e Degradação (REDD), etc. BENEFÍCIOS EFETIVOS DO SISTEMA DE PAGAMENTO DE SERVIÇOS AMBIENTAIS Com a prática de pagamento de serviços ambientais, obtêm-se grande êxito no combate a crescente degradação ambiental, pois há uma mudança na consciência de toda a coletividade, para que os praticantes de práticas ambientalmente corretas, possam ser compensados pela proteção que exercem, ou seja, mediante a criação de formas de compensação pelos serviços ambientais prestados à toda a coletividade, a título de exemplo, aqueles que mantém os remanescentes florestais. Existem sérios exemplos que colocados em prática, deram ótimos resultados, tais como 12 : 1) França: A água Perrier-Vitel, paga US$: 230,00 por hectare ao ano, aos fazendeiros que protegem suas nascentes. 10 Área de cada propriedade onde não é permitido o corte raso, devendo ser averbada à margem da inscrição da matrícula do imóvel, no Cartório de Registro de Imóveis competente, sendo vedada alteração de sua destinação, nos casos de transmissão, a qualquer título e desmembramento da área. 11 Designa uma região cujas águas das chuvas escorrem para esse mesmo curso de água e seu afluentes e subafluentes. 12 Fontes Embrapa 2007, e Prefeitura de Extrema-MG/ 2009.

9 2) Holanda: Encontra-se em desenvolvimento um esquema público de pagamento de serviços ambientais, tendo como intermediário o Fundo Nacional Holandês. 3) Costa Rica: O governo paga US$ 80,00 por hectare/ano, para proprietários que preservam os recursos hídricos e as mata, tudo através da intermediação do Fundo Nacional de Financiamento Florestal (Fonafifo), sobre o capital originário de um pequeno imposto sobre o combustível, combinado com o capital do Fundo Global para o Meio Ambiente e das usinas hidroelétricas, o que tem contribuído para a diminuição das taxas de desmatamento no país, tornando a Costa Rica uma referência em ecoturismo no mundo. 4) Cidade de Nova York EUA: O abastecimento desta metrópole americana é garantido a mais de 20 anos pela manutenção da qualidade da água, por produtores rurais da região, em um perímetro de até 200 quilômetros da metrópole, sendo que tais produtores recebem numerários para a adoção de práticas ambientalmente corretas no manejo dos mananciais abastecedores da cidade, tendo conseguido êxito mediante o reflorestamento e não contaminação da água com excrementos do rebanho de animais. 5) Amazônia: Programa de desenvolvimento socioambiental paga, na Amazônia Legal, 1/3 do salário mínimo nacional vigente, para famílias que adotem práticas sustentáveis. 6) Cidade de Extrema- MG: Prefeitura/ Sabesp/ ANA/ IEF-MG/ TNC pagam R$: 159,00 por hectare por ano, pela manutenção da vegetação e a recuperação de áreas degradadas, através do programa Produtor de Água, uma vez que a água gerada pelas bacias hidrográficas de Extrema integram o sistema Cantareira, sendo grande responsável pelo abastecimento parcial de São Paulo, capital. 7) Itacaré BA: Com o fito de conservação da beleza natural da região, um grupo organizado de hotéis, realiza a destinação de recursos financeiros ao proprietários de terras próximas a seus empreendimentos, com a exigência que estes proprietários rurais, realize atividades de exploração dos recursos naturais mediante práticas sustentáveis.

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 15º SIMPÓSIO AMBIENTALISTA BRASILEIRO NO CERRADO, 2009, Goiânia, GO. Anais... Goiânia: SABC, ALMEIDA, L. T.; PRESSER, M. F. Bens e serviços ambientais e as negociações na OMC. Quito: REVIBEC. Vol. 5, Dez., Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. FASIABEN, Maria do Carmo Ramos; et al (2007) Estimativa de Aporte De Recursos para um Sistema de Pagamento por Serviços Ambientais na Floresta Amazônica Brasileira. in: _de_aporte_de_recursos_para_um_sistema.pdf> Acesso em: 07 ago MORATO, Sérgio Augusto Abrahão. Introdução: Aspectos históricos e filosóficos do uso dos recursos naturais pelo homem e seus efeitos sobre a diversidade biológica. Curitiba: [S.n.], (Apostila da disciplina Biologia aplicada ao Direito, Curso de Pós-Graduação em Direito Ambiental, Universidade Federal do Paraná). FREITAS, Eduardo de. PROTOCOLO DE KYOTO. Disponível em: Acesso: 27/08/2010. SILVA, M. M. P. Estratégias em educação ambiental. In: IX SIMPÓSIO LUSO-BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 2000, Porto Seguro (BA). Anais... Porto Seguro: ABES, 2000.

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