Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima PROJETO ORLA

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1 Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima PROJETO ORLA PLANO DE INTERVENÇÃO NA ORLA MARÍTIMA DO CABO DE SANTO AGOSTINHO Prefeito Elias Gomes da Silva Vice-Prefeito Antônio Gomes de Medeiros Secretários Municipais Envolvidos Marcelo Fernando de Figueirêdo Lima Secretário de Planejamento e Meio Ambiente Fabiano Rocha Diniz Secretário Executivo de Habitação e Urbanismo Rodolfo Aureliano da Silva Filho Secretário Executivo de Meio Ambiente e Saneamento Maria Mirtes Cordeiro Secretária de Desenvolvimento Social e Promoção Humana José Pereira de Sousa Secretário Executivo de Cultura e Turismo Deoclécio Bino Barbosa Secretário de Desenvolvimento Econômico Lúcio Fernando Monteiro Pereira Secretário da Regional 2 (Praias e Vilas) Equipe Técnica Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho Paulo José de Albuquerque Marques da Cunha Gerente de Planos e Projetos (SEPLAM) Ednalda Pereira de Oliveira Gerente de Controle Urbanístico (SEPLAM) Jaime Tavares Alheiros Neto Coordenador de projetos (SEPLAM) Nayara Leitão Coordenadora de Sítios Históricos (SEPLAM) Jonatas Fragoso Técnico (SEPLAM) Arnaldo Umbelino de Santana Júnior Assessor Especial para Habitabilidade Marcos Antônio Silva de Almeida Gerente do Plano de Ação (Secretaria Regional 2) Sociedade Civil Maria José da Silva Nascimento Associação dos Barraqueiros de Gaibu (ABRAPC) Eliete da Silva Lopes Associação de Moradores de Gaibu Henrique Leandro da Silva Associação de Moradores de Gaibu Gilberto de Araújo de Souza Conselho de Moradores de Enseada dos Corais Fred Brito Trade Turístico do Cabo de Santo Agostinho Luciana Mascima Kaufmann Trade Turístico do Cabo de Santo Agostinho 1

2 APRESENTAÇÃO O Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima Projeto Orla, é uma iniciativa inovadora do Ministério do Meio Ambiente - MMA, em parceria com a Secretaria do Patrimônio da União - SPU, e busca contribuir, em escala nacional, para aplicação de diretrizes gerais de disciplinamento de uso e ocupação da Orla Marítima. O seu desenho institucional se orienta no sentido da descentralização de ações de planejamento e gestão deste espaço, da esfera federal para a do município, e articula Órgãos Estaduais de Meio Ambiente OEMAs, Gerências Regionais do Patrimônio da União GRPUs, administrações municipais e organizações não governamentais locais, e outras entidades e instituições relacionadas ao patrimônio histórico, artístico e cultural, a questões fundiárias, a atividades econômicas específicas - como portuárias ou relativas à exploração petrolífera, cuja atuação tenha rebatimento destacado naquele espaço. São objetivos estratégicos do Projeto Orla o fortalecimento da capacidade de atuação e a articulação de diferentes atores do setor público e privado na gestão integrada da orla; o desenvolvimento de mecanismos institucionais de mobilização social para sua gestão integrada; e o estímulo de atividades sócio-econômicas compatíveis com o desenvolvimento sustentável da orla. O Instituto Brasileiro de Administração Municipal IBAM, se integra a este esforço de articulação e cooperação institucional, contribuindo com o MMA para o repasse e aplicação prática da metodologia do Projeto, para a capacitação de gestores locais, e para o acompanhamento dos Planos de Intervenção elaborados em cada município por um grupo gestor local. 2

3 INTRODUÇÃO O presente documento insere-se no processo de formulação do Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima - PROJETO ORLA, representando o primeiro produto sistematizado com base nas oficinas de capacitação realizadas no mês de abril de Está aqui apresentado o Plano de Intervenção para a Orla do Município do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, abrangendo as análises e as ações propostas para a orla do município. O Plano de Intervenção tem como foco o ordenamento da orla municipal e sua gestão e agrega-se ao conjunto de planos, projetos e instrumentos que a Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho-PMCSA vem desenvolvendo com a finalidade de promover o desenvolvimento sustentável do município. Entre outros, podemos destacar o Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável-Cabo 2010, a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) e o Plano de Ações Integradas para o Litoral 1. De início apresentam-se os objetivos, a identificação do executor, a localização da Área de Intervenção, a síntese do diagnóstico e a classificação e os cenários desejados para a Orla. A seguir são apresentadas as propostas de ação, com a identificação e caracterização dos conflitos identificados, a caracterização dos problemas relacionados a cada um desses conflitos e as ações e medidas Estratégicas propostas. As estratégias para execução são detalhadas logo após, dividindo-se em estratégias para execução e subsídios e meios existentes para tal (base legal e institucional, fóruns e instâncias de decisão, instrumentos gerenciais-normativos, bancos de dados e referências técnico-científicas). Por fim, definem-se as estratégias de acompanhamento e avaliação do Plano, com os elementos para seu monitoramento, a sistemática de acompanhamento, avaliação e revisão do Plano, e a apresentação do Plano e de seu cronograma geral. 1 Além desses, outros planos e instrumentos de caráter regional, como o Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Pirapama e o Zoneamento Ecológico-Econômico Costeiro-ZEEC do GERCO-PE, vêm contribuir para o fim pretendido. 3

4 1. OBJETIVO GERAL O Plano de Intervenção na Orla Marítima do Município do Cabo de Santo Agostinho, tem por OBJETIVO GERAL promover o desenvolvimento sustentável desse espaço, através da implementação de um conjunto de ações coordenadas entre si que envolvam tanto os aspectos do ambiente natural quanto do urbano OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Permitir a compreensão dos problemas e potencialidades da orla do Cabo e a repercussão dos mesmos sobre a dinâmica de uso e ocupação deste trecho do território municipal. Traçar os cenários de uso e ocupação e estabelecer ordem de prioridades para a implementação de ações necessárias ao seu alcance. Definir, a partir dos cenários escolhido, os parâmetros a serem monitorados em seus aspectos de uso e ocupação do solo, tanto nas áreas urbanas quanto naturais. Definir, as medidas estratégicas para a implantação do Plano, com o estabelecimento de finalidades e prazos, além das responsabilidades e atores envolvidos em cada uma das ações. Definir a estrutura de gestão e os instrumentos legais para o ordenamento e o desenvolvimento sustentável pretendidos, considerando obrigatória a criação de fórum de decisão de caráter participativo. Estabelecer meios para o acompanhamento, avaliação e revisão do Plano de Intervenção. 4

5 2. IDENTIFICAÇÃO DO EXECUTOR Considerando a estrutura de gestão da Prefeitura Municipal de Cabo de Santo Agostinho e a participação dos diversos grupos locais nas discussões das questões relacionadas à faixa litorânea, a execução Plano de Intervenção na Orla deverá ser assumida pelos diversos órgãos públicos municipais e pelos representantes da sociedade civil: Executor: Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho (PMCSA) Co-executores: Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente (SEPLAM) Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDET) Secretaria de Desenvolvimento Social e Promoção Humana (SDSPH) Secretaria de Infra-estrutura (SEINFRA) Secretaria Regional 2 Parceiros da Trade Turístico do Cabo de Santo Agostinho Sociedade Civil: Associação de Moradores de Gaibu Conselho de Moradores de Enseada dos Corais Associação dos Barraqueiros das Praias do Cabo-ABRAPC 5

6 3. A ÁREA DE INTERVENÇÃO E O CONTEXTO EM QUE SE INSERE Compreender as propostas aqui apresentadas pressupõe conhecer a área sobre a qual elas incidirão e o contexto no qual ela se insere; particularidades e alguns aspectos da gestão LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DE INTERVENÇÃO A área de intervenção localiza-se no território do Cabo de Santo Agostinho, município da Zona da Mata Sul de Pernambuco, situado a 41 km da capital do Estado, fazendo parte da Região Metropolitana do Recife - RMR. Com área de 447 km², o Cabo tem por limites: ao Norte - Moreno, Jaboatão dos Guararapes e Vitória de Santo Antão; ao Sul - Ipojuca e Escada; a Leste, o Oceano Atlântico e a Oeste Vitória de Santo Antão e Escada (Figura 1). As terras do litoral do Cabo são testemunhas de "encontros" e "desencontros" notáveis. Último ponto de separação dos continentes Africano e Americano, que formavam a Gondwana, foram as primeiras terras visitadas por europeus no Brasil. Documentos históricos registram que, em 26 de janeiro de 1500, o navegador espanhol Vicente Yañez Pinzón desembarcou na Enseada de Suape. Isso empresta à área litorânea do município característica histórica e cultural ímpar. A ocupação pelos portugueses só foi iniciada por volta de 1530, impulsionada de início pelo extrativismo e mais tarde pela economia canavieira. Em 3 de agosto de 1893, a cidade do Cabo tornou-se Município Autônomo, composto por quatro distritos: Cabo Sede, Ponte dos Carvalhos, Juçaral e Santo Agostinho (Figura 2), como permanece até hoje. O município divide-se em três espaços homogêneos: a Área Costeira, com características de turismo e lazer; a Área Central, que concentra a mais intensa ocupação urbana, de comércio, indústria e serviços e a Área Rural, com predominância do latifúndio da cana-de-açúcar e presença esparsa de sítios de cultura de subsistência. A divisão político-administrativa do município se dá por Áreas Político- Administrativas-APAs (Figura 3), sendo nove ao todo: APA-1, Sede. APA-2, São Francisco. APA-3, Conjunto Residencial Pirapama (Vila da COHAB). APA-4, Vilas do Cabo. APA-5, Praias. APA-6, Ponte dos Carvalhos. APA-7, Pontezinha. APA-8, Juçaral. APA-9, Charneca. 6

7 Figura 1: Cabo de Santo Agostinho no Brasil, Pernambuco e RMR Fonte: PLANO ESTRATÉGICO MUNICIPAL PARA ASSENTAMENTOS SUBNORMAIS, Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho, Maio

8 Figura 2: Distritos do Cabo de Santo Agostinho Fonte: PLANO ESTRATÉGICO MUNICIPAL PARA ASSENTAMENTOS SUBNORMAIS, Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho, Maio Figura 3: Áreas Político-Administrativas do Cabo de Santo Agostinho Fonte: PLANO ESTRATÉGICO MUNICIPAL PARA ASSENTAMENTOS SUBNORMAIS, Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho, Maio Segundo o modelo de gestão municipal, as diversas APAs agregam-se em regiões de atuação de governo, chamadas Regionais. A zona costeira está integrada ao conjunto da Regional 2. Assim, a área de intervenção do Projeto, a ORLA DO MUNICÍPIO localiza-se na APA-5, inscrita na Regional 2, Distrito de Santo Agostinho, Área Costeira do município. A faixa da orla municipal foi definida tomando-se como base os parâmetros propostos pela metodologia do Projeto Orla, que prevê a faixa de 50 a 200m (para áreas urbanizadas ou não, respectivamente) a partir da praia em direção ao continente, e da praia em direção ao mar até a isóbata de 10m, acompanhando um perímetro de aproximadamente 24 km ao longo da costa atlântica e dos meandros dos estuários dos Rios Pirapama e Massangana. No entanto, em alguns trechos estes limites foram 8

9 alterados em função das características urbanas existentes. A Figura 4 apresenta a delimitação da faixa da orla e a sua divisão em unidades de paisagem. LOTEAMENTO PRAIA DO PAIVA ITAPUAMA PRAIA DE ITAPUAMA RAI A DO PAIVA XARÉUP DO INÍCIO DA PRAIA DO PAIVA ATÉ A PONTA DA ILHA DO AMOR DO LOTEAMENTO PAIVA ATÉ O LOTEAMENTO ITAPUAMA DO LOTEAMENTO ITAPUAMA ATÉ AS RUÍNAS DO PALACE HOTEL RUÍNAS DO PALACE HOTEL TRECHO 1.1 TRECHO 1.2 TRECHO 1.3 TRECHO 2.1 DAS RUÍNAS DO HOTEL ATÉ A PONTA DAS PEDRAS PRETAS DE XARÉU TRECHO 2.2 DAS PEDRAS PRETAS DE XARÉU ATÉ O INÍCIO DO LOTEAMENTO ENSEADA UN IDADE 1 UNIDADE 2 ENSEADA DOS CORAIS PRA IA DO BOTO TRECHO 3.1 DO INÍCIO DO LOTEAMENTO ENSEADA DOS CORAIS ATÉ O HOTEL CANARIUS OCEANO ATLÂNTICO UNIDADE 3 GAIBU PRAIA DE GAIBU HOTEL CANARIUS TRECHO 3.2 DO HOTEL CANARIUS LHETAS CA ATÉ AS PEDRAS DE GAIBÚ TRECHO 4.1 CABO DE STo. AGOSTINHO TRECHO 4.2 APÓS A PRAIA DE CALHETAS ATÉ A PRAIA DE PARAÍSO (INCLUINDO O PARQUE ARMANDO HOLANDA) PARQUE ARMANDO HOLANDA UNIDADE 4 SUAPE ENSEADA DE SUAPE PRAIA DE PARAÍSO - TRECHO 5.1 PRAIA DE SUAPE ATÉ O HOTEL BLUE TREE PARK - TRECHO 5.2 UNIDADE NORTE HOTEL BLUE TREE PARK - TRECHO ESTUÁRIO DO RIO MASSANGANA - TRECHO 5.4 LIMITES DA ORLA LEGENDA LITORAL ISÓBATA DE 10m Figura 4: Delimitação da Faixa de Orla e Divisão e Classificação da Orla do Cabo de Santo Agostinho Fonte: OFICINA PROJETO ORLA, Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho, Abril

10 3.2. EVOLUÇÃO URBANA E ASPECTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS É possível identificar uma série de eventos que marcam acontecimentos significativos na evolução do espaço em que se insere a área de intervenção. A perspectiva dessa evolução se dá pela observação da implantação progressiva de uma série de equipamentos, que compõem um sistema de objetos desse espaço, fruto de um sistema de ações que o permeia 2. Monumentos dos séculos XVII e XVIII, como a Igreja de N. Sra. de Nazaré (1640) e as ruínas do Convento Carmelita (1692), o Forte Castelo do Mar (data desconhecida), o Forte de S. Francisco Xavier (1797) e o Forte do Pontal (1634) remetem ao período de ocupação holandesa em Pernambuco. A partir de 1631, os portugueses fazem de Suape porto luso-brasileiro em área de domínio flamengo, construindo parte dessas fortificações, além de armazéns de açúcar e poucas habitações. Após o período colonial, a área litorânea do Cabo foi ocupada paulatinamente a partir de pequenas nucleações (povoados de pescadores, entorno de engenhos como o Massangana, onde viveu parte da infância o diplomata abolicionista Joaquim Nabuco). O processo de ocupação com caráter urbano se deu bem depois, a partir da década de 70, com a implantação dos loteamentos: Praia de Itapuama (70/80), Praia do Paiva (incluindo a praia de Xaréu), Enseada dos Corais e Gaibu (80/90). Outras áreas, como Suape/Tiriri, Calhetas e Paraíso, hoje bastante ocupadas, foram frutos de ocupações espontâneas. Esse processo se acelera na década de 90, com a proximidade entre as praias locais e a sede da RMR, Recife, causando impactos sobre uma área com fragilidades evidentes, tanto do ponto de vista natural quanto infra-estruturais. Por fim, contribuem fortemente para a alteração na dinâmica de produção desse território o advento do Complexo Portuário Industrial de Suape-CIP e do Blue Tree Park Beach Resort, hotel de grande porte na praia de Suape. Esses equipamentos provocam impactos am bientais e sociais marcantes, como a expulsão de parte da população de pescadores e mudança da morfologia urbana da região. Cabo de Santo Agostinho, município de porte médio, com população de cerca de habitantes (Censo de 2000, IBGE), o Cabo possui ocupação de caráter urbano (88,84% da população ocupam áreas urbanas). Apesar da ocupação com características urbanas, o território e a economia local mantêm fortes vínculos com as atividades rurais, o que se reflete tanto no percentual maior de área territorial rural, como na renda da população e no desaquecimento da economia na entressafra da cana. A Área de Intervenção, inserida no Distrito de Santo Agostinho (Setores Censitários 1 a 6, IBGE), reproduz o perfil do município. Cerca de 75% dos chefes de domicílio do Cabo percebem até 2 salários mínimos, sendo que 63,80% das pessoas têm renda considerada insuficiente (menos de meio salário mínimo), o que caracteriza uma população de perfil sócio-econômico predominantemente baixo. Com uma população total de habitantes, o Distrito de Santo Agostinho representa um percentual de 4,98% da população total do município, 2 Rocha,

11 tendo uma população urbana de habitantes (86% da população total do Distrito) e população rural de habitantes (14% da população total do Distrito). Dos chefes de domicílio, 85% percebem até 2 salários mínimos. Não estão computados neste total os moradores sazonais, veranistas ou turistas de segunda residência, que agregam no período de veraneio uma quantidade bem maior de habitantes à população residente, com sobrecarga sobre a infra-estrutura instalada. Apesar de ainda haver resquícios de atividades rurais, a ocupação da região se dá por usos e morfologias urbanas predominantemente residenciais, destacando-se como especificidade os usos de serviços voltados ao turismo. Na Área Costeira estão instaladas 27 pousadas ou hotéis, além de 40 restaurantes, todos servindo principalmente a população flutuante ASPECTOS AMBIENTAIS RELEVANTES Em meio a um ambiente que cada vez mais se consolida como urbano, há um conjunto de elementos importantes do ponto de vista ambiental onde se localiza a área de intervenção: Reservas Ecológicas Estaduais de Ca maçari, Duas Lagoas e Zumbi, com Mata Atlântica preservada e em fase de recuperação, nas q uais já ocorre visitação sem controle; Reservas de Aqüíferos Subterrâneos de Camaçari e Duas Lagoas, de grande importância para o abastecimento futuro da RMR; Estuários dos Rios Jaboatão/Pirapama e Massangana, com um conjunto de ilhas e manguezais ainda utilizados para atividades de pesca e coleta (marisqueiros); Promontório do Cabo de Santo Agostinho, no Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti, e Ponta das Pedras Pretas de Xaréu, formações rochosas que remontam à época da separação dos continentes e são marcos geológicos do final dessa separação; Os Riachos Costeiros (Gaibu, Arrombados, Arrombadinhos, Zumbi e outros), elementos naturais de macro-d renagem em franco processo de alteração, com conseqüências danosas ao ambiente; Reservas minerais de caulim, com exploração comercial sem controle, sobretudo na mitigação e recuperação após seu impacto ambiental; Reservas de água mineral, em fase de exploração comercial INSTRUMENTOS LOCAIS DE DESENVOLVIMENTO / REGULAÇÃO URBANA O poder público municipal tem realizado ações no sentido de definir diretrizes e instrumentos para o ordenamento do desenvolvimento econômico-social e físicoterritorial do Cabo, com repercussão na região que inclui a Área de Intervenção. No ano de 1986, foi elaborado, mas não institucionalizado, um Plano Diretor Municipal, com caráter de plano de desenvolvimento. No entanto, a legislação urbanística em vigor: Lei de Parcelamento (N.º 1.522/89), Código de Obras (N.º 1.520/89) e Código de Posturas (N.º 1.521/89), demonstram-se defasados em conteúdo e abordagem. 11

12 Em 1997, em processo envolvendo segmentos da sociedade civil e esferas do poder público, foi concluído o Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável-Cabo 2010, centrado em Diretrizes Gerais como: Gestão Democrática do Município; Combate às Desigualdades e à Exclusão Social; Promoção de Qualidade de Vida e do Meio Ambiente; Diversidade Cultural; Atratividade e Competitividade do Município; Articulação de Parceira Público/Privado; Polarização de Serviços para a Zona da Mata Sul; Articulação Metropolitana. Tais diretrizes nortearam as Estratégias Prioritárias do Plano, agrupadas em quatro dimensões, resumidas no Quadro 1, a seguir: Quadro 1: Estratégias apontadas pelo documento Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável-Cabo 2010 : DIMENSÕES 1.POLÍTICO- INSTITUCIONAL 2. SÓCIO- CULTURAL 3. INFRA- ESTRUTURA E MEIO AMBIENTE ESTRATÉGIAS Modernização da Fortalecimento da Implantação do máquina prática de Gestão Plano de administrativa descentralizada Ordenamento Territorial Ampliação do Promoção do Resgate da atendimento e ensino tradição, melhoria da profissionalizante e valorização da qualidade do ensino Infantil e fundamental Implementação do Plano Municipal de Saneamento Integrado requalificação profissional Implantação do Sistema de Gestão Ambiental, estabelecendo manejos dos recursos naturais e garantia da sustentabilidade ambiental. Turismo criatividade e socialização das manifestações culturais Implantação de sistemas integrados de saúde da família c/ função de orientação sanitária e ambiental para prevenção e controle de doenças 4. ECONÔMICA Valorização da diversidade de micro-atividades Reestruturação e desenvolvimento agrícola Expansão do potencial de geração de serviços modernos Fonte: PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL-CABO 2010, PMCSA, Promoção da assistência à saúde da mulher, com ampliação da cobertura e qualidade do atendimento pré- natal e assistência ao parto e ao puerpério. A partir dessas diretrizes, o município tem desenvolvido e implantado, desde 1997, uma série de instrumentos que operacionalizam o Cabo Um marco é a elaboração da Lei de Uso e Ocupação do Solo-LUOS, encaminhada à Câmara Municipal como Projeto de Lei em maio de 2003 incorporando em seu texto a Lei de Parcelamento e propondo a instituição das Zonas Especiais de Interesse Social-ZEIS. A LUOS deve se compor com o Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável, em seu viés de ordenamento físico-territorial. 12

13 Outros instrumentos com igual objetivo e relevância estão concluídos ou em vias de elaboração: o Plano Diretor Municipal de Turismo, a Agenda 21 do Cabo, financiada pelo Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), a Rede de Defesa Ambiental Programa Gestão Ambiental Urbana (GAU), apoiado pela GTZ e IBAM. A eles se somam ações de modernização administrativa financiadas pelo Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros (PNAFM), e Planos e Projetos de Ordenamento e Desenvolvimento Setorial dos diversos núcleos urbanos municipais, em especial o Plano de Ordenamento Integrado do Litoral. Além desses, com natureza regional, balizam a gestão físico-territorial municipal na área de intervenção: o Plano de Gerenciamento Costeiro (GERCO) e seu Zoneamento Ecológico Econômico Costeiro (ZEEC), e o Plano Estratégico de Gestão da Bacia do Pirapama com comitê de bacia em funcionamento. 4. SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO/CLASSIFICAÇÃO 4.1. CARACTERIZAÇÃO GERAL Apresenta-se a seguir a caracterização geral da orla municipal, em seus aspectos mais relevantes, incluindo os atributos naturais e paisagísticos, as atividades sócio- e os impactos ambientais decorrentes dos usos e da ocupação na econômicas orla ATRIBUTOS NATURAIS E PAISAGÍSTICOS A orla do Cabo de Santo Agostinho possui uma grande diversidade de atributos naturais e paisagísticos, onde cada segmento, de acordo com a homogeneidade das características físicas, foi definido como uma Unidade de Paisagem. Cada uma das unidades identificadas, possui sub-divisões com características ainda mais específicas, que configuram os diversos Trechos da orla. Essa lógica serve não só para análise dos atributos naturais e paisagísticos, mas igualmente para os outros aspectos envolvidos nessa classificação, como as atividades sócio-econômicas e os impactos resultantes dos diferentes usos. Assim, a orla do Cabo foi dividida em 5 unidades de paisagem, apresentadas na Figura 4, c ada qual foi classificada segundo os parâmetros estabelecidos pela metodologia do Projeto Orla, e encontram-se detalhadas a seguir: 13

14 UNIDADE 1: delimitada pelo pontal da Ilha do Amor e as ruínas do Itapuama Palace Hotel, configura-se como CLASSE A, com usos compatíveis com as funções naturais. Trata-se de uma Unidade Rústica, com baixa ocupação e presença de amplas áreas verdes que definem uma paisagem ainda bastante natural onde se sobressaem os coqueirais e a Mata Atlântica (manguezais incluídos), sem presença marcante de recifes de corais, pontuada pela área loteada de Itapuama e Paiva. FONTE: PMCSA Vista da Praia de Itapoama: Trecho da Ruína do Itapuama Palace Hotel em direção às Pedras de Xaréu. Neste Trecho percebe-se a preservação do aspecto rústico e natural. UNIDADE 2: entre o Itapuama Palace Hotel e a Ponta das Pedras Pretas de Xaréu, na divisa com o Loteamento Enseada dos Corais. Configura-se como CLASSE B, com usos compatíveis com a qualidade ambiental e baixo potencial de impacto. Trata-se de uma unidade rústica, com baixa ocupação, excetuadas as ocupações irregulares na faixa de praia em Xaréu e poucas edificações do Loteamento Praia de Itapuama; onde a paisagem é ainda mais natural, com destaque para as formações de rochas graníticas que remontam o período de formação do continente americano e uma faixa de recifes de corais que formam piscinas semi-abertas ao mar. FONTE: CPRH / GERCO Vista da Praia de Xaréu: Nesta foto, percebe-se as ocupações por comércio apropriando-se da areia da praia. Ao fundo, resquícios de Mata Atlântica. 14

15 UNIDADE 3: desde o início do Loteamento Enseada dos Corais até as Pedras de Gaibu. Configura-se como CLASSE C, apresentando padrões de qualidade ambiental compatíveis com maior potencial impactante. Trata-se de uma unidade com características que evoluem de semi-rústica a urbana comum. Com ocupação consolidada e em progressiva densificação, com um conjunto paisagístico rico, com bermas altas, mar aberto e piscinas de corais, resquícios de um mangue, além das pedras que delimitam a praia de Gaibu, que contrastam com a faixa beira-mar loteada (Enseada dos Corais, Jardim Gaibu, Praia de Gaibu). FONTE: PMCSA Vista da Praia do Boto: (Enseada dos Corais) Nesta foto, percebe-se a linha de recifes em direção à Praia de Gaibu. Ao fundo, avista-se o promontório do Cabo no PMAHC Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcante. FONTE: PMCSA Vista da Praia de Gaibu: Área com Urbanização consolidada, inclusive com calçadão e praça à beira-mar. Pode-se avistar a ponta das Pedras de Gaibu, onde está situado o Forte São Francisco Xavier e mais adiante a baía da Praia de Calhetas. 15

16 UNIDADE 4: delimitada pelas Pedras de Gaibu e a Praia de Paraíso. Configura-se como CLASSE A, com usos compatíveis com as funções naturais. Trata-se de uma unidade rústica, com baixa ocupação e conjunto paisagístico rico, destacando-se o promontório rochoso que dá nome ao município, entremeado por coqueirais e pela vegetação de Mata Atlântica remanescente, e pontuado por ruínas de edificações históricas que contrastam com o ambiente natural. FONTE: DIVULGAÇÃO HOMEPAGE GOVERNO DE PE Vista da Baía de Calhetas: Situada no PMAHC Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcante, entre as Pontas de Gaibú e Santo Agostinho. FONTE: CPRH Sítio Histórico de Nazaré: Promontório com sinais geológicos do cataclismo que dividiu os continentes sul-americano e africano há mais de cem milhões de anos. Presença das edificações históricas do período da formação do município. FONTE: CPRH Ponta do Cabo de Sto. Agostinho: Costão rochoso onde se encontram as ruínas do Quartel e Forte Castelo do Mar. 16

17 UNIDADE 5: entre a Praia de Paraíso e o Estuário do Rio Massangana. Configuraimpossibilita sua configuração como uma Unidade), englobando desde se como CLASSE B, com usos compatíveis com a qualidade ambiental e baixo potencial de impacto. Trata-se de uma unidade rústica, pontuada por pedras, uma área especial (o Resort Blue Tree Park) e um pequeno núcleo urbano (a Vila de Suape). Talvez sejam as áreas de maior riqueza paisagística da orla do Cabo (o que não áreas com perfil urbano, faixa de pontal arenoso, rio, enseada protegida por recifes de corais, ilhas em seu entorno imediato com vastos coqueirais, Mata Atlântica e manguezais. FONTE: CPRH Praia de Paraíso: Praia em Costão rochoso. A presença de bares irregulares sobre as pedras à beira-mar é uma constante. FONTE: CPRH Praia de Suape: Fim do Promontório do PMAHC e conformação da Baía de Suape. Para o interior tem-se a Vila de Suape. FONTE: CPRH Pontal de Suape: Presença de Uso Especial do Hotel Blue Tree Park. Encontra-se parte da vegetação típica em fase de recuperação, apesar da praia sofrer processo de carreamento pela dinâmica marinha. 17

18 ATIVIDADES SÓCIO-ECONÔMICAS As distintas unidades, que compõem a orla do Cabo, abrigam atividades sócioeconômicas específicas que definem e dão forma ao conjunto de equipamentos que constituem o espaço da orla. Em linhas gerais, pode-se destacar, para cada uma das unidades delimitadas: UNIDADE 1: A baixa ocupação é razão direta da limitação das atividades na área, restritas à pesca artesanal, o pequeno comércio de praia (em sua maioria bares irregulares), a visitação turística (para o que se oferecem serviços de pousadas) e o turismo de segunda residência (veranistas), que emprega parte da população residente, mas não impedem a pauperização da população local e a existência de favelas à beira do Riacho da Praia de que deságua no mar. FONTE: CPRH Encon tro dos Rios Pirapama e Jaboatão: Ao lado podemos observar a área preservada da praia do Paiva, que apesar de ter sido loteada apresenta um baixo número de construções. UNIDADE 2: Reproduz, em boa medida, a realidade da Unidade 1, com exceção da presença de habitações de veraneio, com forte presença de bares irregulares e da pesca, já sofrendo com a visitação turística sem estrutura (não há pousadas, hotéis ou qualquer outra infra-estrutura turística). FONTE: PMCSA Comércio Irregular: Bares ocupam a faixa de praia causando tanto poluição visual quanto ambiental. 18

19 FONTE: SEPLAN CABO UNIDADE 3: De caráter mais urbano, além de abrigar atividades de pesca, comércio de bares e ambulantes à beira-mar, e visitação turística, por ter maior, população, demanda comércio e serviços mais especializados, o que se reflete na presença de hotéis, restaurantes e pólos comerciais em maior quantidade e porte. FONTE: SEPLAN CABO Caráter urbano: Equipamentos como o calçadão e a praça dividem espaço com quiosques em áreas de uso comum do povo, que loteiam faixas de praia para atender aos clientes. UNIDADE 4: Com predomínio dos serviços de atendimento à visitação turística, possui uma maior concentração dessas a tividades nas Praias de Calhetas e Paraíso, incluindo bares, ambulantes e passeios náuticos; ainda existem famílias que se dedicam à agricultura e ao artesanato (doces, bebidas típicas, trabalhos em palha). FONTE: DIVULGAÇÃO PREFEITURA DO CABO Os rochedos avançam sobre o mar: Um dos maiores atrativos, além da paisagem, são os bares localizados sobre os rochedos de forma irregular causando impacto sobre a topografia e ao meio ambiente. 19

20 UNIDADE 5: Segue em parte a realidade da Unidade 1, com atividades voltadas ao turismo em franca expansão, com parte dos moradores prestando serviços ao Resort local ou com negócio próprio, tais atividades já avançam sobre o estuário, com bares às suas margens e passeios náuticos, entretanto, a pesca resiste, apesar do impacto dos empreendimentos do Porto de Suape e do Hotel. FONTE: CPRH Pólo turístico: O Resort afirma-se como pólo atrator do turismo. A vila adapta-se ao afluxo de turistas IMPACTOS AMBIENTAIS DOS USOS NA ORLA Todas as unidades identific adas sofrem, em maior ou menor medida, com atividades e usos nelas desenvolvidas. Pode-se destacar, para cada uma das unidades, os seguintes impactos: UNIDAD E 1: O maior impacto ambiental é causado pelo uso do comércio na praia e a ocupação irregular de faixas de praia por proprietários de lotes à beira-m ar, alterando suas características naturais (apesar de hoje não representarem um risco de descaracterização irreversível, devem ser considerados) soma-se a isso o trâns ito de automóveis e animais na praia, o conserto de embarcações e a progressiva degradação das margens do riacho. FONTE: SEPLAN CABO Ocupação Irregular: Encontramos exemplos claros de apropriaç ão de áreas da União, além de conte nções que alteram a foz do riacho. 20

21 UNIDADE 2: Igualmente, tem nas atividades comerciais irregulares na praia sua maior fonte de impactos, com repercussões sérias sobre o ambiente (hoje totalmente descaracterizado); ali se reproduz ta mbém o problema do trânsito de automóveis e animais na praia, e do conserto de embarcações, além da limpeza do pescado feita na areia da praia sem nenhum cuidado. FONTE: SEPLAN CABO O comércio desordenado: A proliferação de barracas e bares, para atender a demanda de freqüentadores da praia, gera a descaracterização do ambiente natural. UNIDADE 3: Como área mais urbanizada, sofre mais impactos, notadamente devido ao comércio e a ocupação irregular de faixas de praia por proprietários de lotes à beira-mar, que já representam riscos e limitações de circulação dos cidadãos. O nível de densificação e a pressão por verticalização já preocupam (apesar de haver normas em contrário), repercutindo na emissão de dejetos em c ursos d água; e do mesmo modo que nas outras unidades citadas, sofre com trânsito de automóveis e animais na praia, assim como com o conserto de embarcações. FONTE: SEPLAN CABO Poluição dos corpos d água: A falta de saneamento básico em uma praia com forte ocupação urbana produz um problema quando tratamos de balneabilidade. 21

22 UNIDADE 4: Impacto ambiental pelo uso do comércio na praia, que se consolidou e m bares de grande porte, alterando suas características naturais por meio de impermeabilização de faixas de areia, concretagem sobre pedras, linhas de drenagens eliminadas por pa sseios mal projetados etc. FONTE: SEPLAN CABO Impacto ambiental e paisagístico: As intervenções para acomodar as precárias instalações dos bares causam modificaçõe s danosas na paisagem, além de provocar erosão por alterar a drenagem em determinadas situações. UNIDADE 5: Segue em part e a realidade da Unidade 4, em Paraíso, onde há completo descontrole sofre o s usos e formas de ocupação, sofre hoje impacto maior na enseada de Suape pelos efeitos da dinâmica das marés, que retirou a maior parte do material utilizado no alargamento da faixa de praia, além de abrir-se um flanco para futuros impactos, pelo início de uso da faix a a beira-rio. FONTE: SEPLAN CABO Dinâmica das marés: O principal acesso à praia e ao Resort, apresenta a conseqüência da ação do mar sobre a infraestrutura urbana. 22

23 SÍNTESE DA CARACTERIZAÇÃO GERAL Para melhor compreensão do conjunto de atributos e dos potenciais tratados, é apresentada a seguir a classificação das unidades e trecho s da orla tomando-se como referência os seguintes parâmetros: CLASSE A: caracterizada por usos compatíveis com a preservação e manutenção das características e funções naturais CLASSE B: caracterizada por usos compatíveis coma manutenção da qualidade ambiental e baixo potencial de impacto CLASSE C: caracterizada por usos pouco exigentes quanto aos padrões de qualidade e compatíveis com um maior potencial impactante Quadro 2: Caracterização e classificação da orla (geral) UNIDADE DELIMITAÇÃO DO TRECHO Ponta da Ilha do Amor até o início da Praia do Paiva CARACTERIZAÇÃO POR TRECHO Rústico, Sem ocupação, com algumas áreas para agricultura. Ecossistema preservado Acesso difícil 1.2 Praia do Paiva (loteamento) Rústico, até o Loteamento Praia de Ocupação rarefeita, Itapoama Coqueiral e área verde preservados, Beira-mar com acesso difícil 1.3 Loteamento Praia de Itapoama até o Itapoama Palace Hotel (ruínas) 2.1 Itapuama Palace Hotel (ruínas) até a Ponta das Pedras Pretas de Xaréu Semi-rústico, Ocupação consolidada Acesso difícil Rústico Ocupação rarefeita Presença de costão rochoso Vegetação preservada parcialmente Erosão pontual 2.2 Ponta das Pedras Pretas de Rústico Xaréu até o início do Loteamento Enseada dos Sem ocupação (ponta sul de Xaréu) Corais Área especial Presença de bermas altas 3.1 Praia do Boto (Loteamento Semi-rústico Enseada dos Corais) até o Presença de bermas altas início da Praia de Gaibu Ocupação em processo de (Loteamento Jardim Gaibu) consolidação 3.2 Praia de Gaibu (Loteamento Urbana comum, Jardim Gaibu) até as Ocupação consolidada Pedras de Gaibu 4.1 Pedras de Gaibu até a Praia Rústica de Calhetas Ocupação rarefeita, Acesso difícil 4.2 Praia de Calhetas até Praia de Paraíso (inclui Parque Armando Holanda Cavalcanti e Vila de Nazaré) Rústica Sem ocupação POTENCIAL Ecoturismo/visitação Plano de zoneamento e normas Localização privilegiada (mata, mar, estuário, coqueiral) Legislação restritiva Loteamento com área verde beira-mar Baixa densidade ocupacional Área para lazer Faixa beira-mar larga e preservada Interesse ambiental/geológico Uso para parque/visitação/ ecoturismo Preservação ambiental Uso para parque/visitação /ecoturismo Conjunto paisagístico preservado Consolidação da Infraestrutura, acessibilidade e paisagem natural. Preservação do conjunto paisagístico, PMAHC e sítios/edifícios históricos Preservação do conjunto paisagístico, PMAHC e sítios/edifícios históricos CLASSE A A B A A B C A A 23

24 (continuação) Quadro 2: Caracterização e Classificação da Orla (Geral) UNIDADE DELIMITAÇÃO CARACTERIZAÇÃO POR POTENCIAL CLASSE DO TRECHO TRECHO Praia de Paraíso até a Vila de Suape Rústica Ocupação linear pontual Preservação do conjunto paisagístico, PMAHC e sítios/edifícios A históricos 5.2 Praia de Suape até a área Semi- rústico Acessibilidade B especial (Hotel Blue Tree Park) Ocupação consolidada Infra-estrutura consolidada 5.3 Área especial do Hotel Blue Área especial ( Blue Tree Uso próprio turismo B Tree Park Park ) hoteleiro 5.4 Estuário do rio Massangan a Rústica, Mata preservada Ocupação pontual Ecoturismo Navegação lazer/ Esportes náuticos Parque/ visitação A 4.2. CARACTERIZAÇÃO DA ORLA POR TRECHOS A seguir, apresenta-se de forma sintética a configuração lo cal, os usos, os conflitos exi stentes e os potenciais de cada trecho da orla. Com es sa identificação é possível ente nder a realidade de toda sua extensão e definir cenários estratégicos de usos possíveis e desejados (Item 5). Qu adro 3: Síntese do diagnóstico dos trechos da orla UNIDADE 1 TRECHO 1.1 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla exposta Desmatamento da mata ciliar X Belezas naturais Ocupação rústica, praia carreamento dos sedimentos Passeios ecológicos. praticamente deserta Acessibilidade à praia x Visitação turística Presença de vasto coqueiral exploração do potencial p/ Presença do estuário do Rio turismo e lazer. Jaboatão TRECHO 1.2 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla exposta Desmatamento da mata ciliar X Belezas naturais Ocupação rústica, praia Carreamento dos sedimentos Passeios ecológicos. praticamente deserta Acessibilidade à praia x Visitação turística Presença de vasto coqueiral exploraç ão do potencial p/ Presença do estuário do Rio turismo e lazer. Jaboatão TRECHO 1.3 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla exposta Ocupação irregular no Belezas naturais Paisagem semirústica logradouro público (comercial e Passeios ecológicos. Ocupação urbana comum residencial) X Circulação livre de Visitação turística consolidada veículos e pedestres. Práticas esportivas (no mar e Presença de rochas Ocupação irregular na faixa de na praia) magmaticas praia (comercial e residencial) X Disponibilidade de espaços Lazer na praia. públicos para a instalação de Bugres na praia x lazer na praia infra-estrutura turística Urbanização incompleta x lazer Faixa de praia extensa na praia Animais na praia x lazer Ocupação irregular na foz dos riachos x GRPU/PMC e usuários 24

25 (continuação) Quadro 3: Síntese do diagnóstico dos trechos da orla UNIDADE 2 UNIDADE 3 TRECHO 2.1 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla exposta Ocupação e uso privado de Belezas naturais Paisagem rústica áreas comuns da união X Passeios ecológicos. Ocupação esparsa manutenção das características Visitação turística Presença de rochas vulcânicas naturais e uso comum para o u magmáticas circulação, lazer e contemplação Bugres na praia X lazer na praia Ruínas do Hotel X segurança dos usuários Urbanização incompleta X lazer na praia. Deficiência na coleta de X lazer na praia Presença de animais na praia X lazer Ocupação irregular na foz dos riachos X GRPU/PMC e usuários TRECHO 2.2 CONFIGURAÇÃO LOC AL /USO CONFLITO POTENCI AL Orla exposta Animais na praia X lazer Belezas natur ais e cênicas Paisagem rústica Defic iência na coleta de X lazer (praias, pedras vul cânicas e Vegetação nativa (Reserva da na praia matas) Mata Atlântica) B anho de mar X segurança dos Prática de surf Área sem ocupação banhistas Turismo científico Elevação rochosa (Ponta das Bugres na praia X lazer na Preservação das rochas Pedras Pretas de Xar éu) praia vulcânicas Proximidade de unidade de conservação TRECHO 3.1 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla exposta Invasão por proprietário de Belezas natur ais e cênicas Ocupação semi-rústica lotes em áreas de marinha. (praias, recifes, pedras Existência de: Invasão de áreas públicas vulcânicas, matas etc.). - Mar aberto. municipais (vias e áreas verdes). Infra-estrutura de apoio turístico - Piscinas naturais. Ocupação e uso irregular de ins talada. - Recifes de coral. áre a de marinha por comércio Esportes aquáticos Área urbana comum com informal. Esportes de areia. ocupação em lotes médios de Ocupação e uso irregular de Praia para veraneio casa de veraneio. áreas públicas municipais por Lazer infantil e banho de mar Parcelamentos: comércio informal. nas piscinas - Enseada dos Corais Lançamento de esgotos e lixo Festas populares. nos corpos d água. Festival Pinzón. Assoreamento e aterro de Gastronomia de frutos do mar. cursos d água. Proximidade de unidades de Ocupação irregular de muros conservação - passeios provocando carreamento de ecológicos. s edimentos. Povo hospitaleiro. Regime de marés x ocupação Poder público engajado (planos inadequa da da orla. e projetos para o ordenamento) Trânsito de bugres e animais da orl a já existente). na faixa de praia. Poluição sonora x sossego dos moradores. Ineficiência do sistema de segurança pública no local. 25

26 (continuação) Quadro 3: Síntese do diagnóstico dos trechos da orla UNIDADE 3 UNIDADE 4 TRECHO 3.2 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Delimitado por: Manguinho Invasão por proprietário de lotes Fundo municipal de turismo em (Boto). em áreas de marinha. formação. Riacho Gaibu. Invasão de áreas públicas Comissão permanente de Existência de: municipais (vias e áreas verdes). turismo. - Mar aberto. Ocupação de lotes privados por Código ambiental em vigor. - Piscinas naturais. terceiros. Legislação municipal. - Recifes de coral. Ocupação e uso irregular de área Conselho municipal de turismo - Manguinho em mar protegido. de marinha por comércio (em formação). Área urbana comum com informal. Proximidade do porto e ocupação consolidada. Ocupação e uso irregular de aeroporto. Foz de riacho e pedras áreas públicas municipais por Fácil acessibilidade rodoviária. vulcânicas. comércio informal. Belezas naturai s e cênicas Parcelamentos: Lançamento de esgotos e lixo (praias, recifes, pedras - Praia de Gaibu. nos corpos d água. vulcânicas, matas etc.). - Jardim Gaibu. Conserto de embarcações Infra-estrutura turística instalada. - Enseada dos Corais. próximo ao Manguinho e recifes Povo hospitaleiro. de coral. Poder público engajado (planos e Assoreamento e aterro de cursos projetos para o ordenamento da d água. orla já existente). Ocupação irregular de muros Sítios e edifícios de valor provocando carreamento de histórico/cultural. sedimentos. Festas populares. Regi me de marés x ocupação Festival Pinzón. inadequada da orla. Gastronomia de frutos do mar. Trânsito de bugres e animais na Proximidade de unidades de faixa de praia. conservação - passeios Desvio da foz do riacho ecológicos. Arrombado. Esportes aquát icos Ocupação irregular em áreas non Esportes de areia. aedificandi às margens da foz Lei de Uso e Ocupação do Solo dos riachos. submetida à análise da Câmara Poluição so nora x sossego dos Municipal. moradores. Plano Diretor de Turismo. Ineficiência do sistema de Setores da comunidade segurança pública no local. organizados. Plano Diretor e projeto executivo de esgotamento sanitário. TRECHO 4.1 CONFIGURAÇÃO LOCA L /USO CONFLITO POTENCIAL Orla semi abrigada Ocupação irregular na área Belezas naturais Característica rústica contígua a faixa de praia Passeios ecológicos. Costões rochosos (comercial e residencial) X lazer Visitação turística Estreita faixa de praia. na praia e uso comum. Drenagem das águas de chuva X Fragilidade do solo decorrente do desmatamento e de cortes inadequados. Embarcações de pesca X Segurança da tripulação Animais na praia x lazer Deficiência na coleta de X lazer na praia Urbanização incompleta x lazer na praia. 26

27 (continuação) Quadro 3: Síntese Diagnóstico e Classificação dos Trechos da Orla UNIDADE 4 UNIDADE 5 TRECHO 4.2 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla exposta Insegurança X Belezas naturais Característica semi-rústica turismo/visitaç ão. Passeios ecológicos. Costões rochosos Valor e interesse histórico X Visitação turística Ausência de faixa de praia. Abandono. Unidade de conservação Presença de ruínas do séc. histórica. XVII Trilhas. TRECHO 5.1 CONFIGURAÇÃO LOCA L /USO CONFLITO POTENCIAL Orla Exposta Banh o de mar X segurança dos Belezas naturais Característica semi-rústica banhistas Passeios ecológicos. Ocupação rústica por bares Urbanização incompleta X lazer Visitação turística Faixa de praia delimitada por na pr aia. Proximidade de unidades de formações rochosas. Construção irregular nas rochas conservação ecológica/histórica. X meio ambiente. Pesca predatória X sustentabilicoleta dade ambiental de X lazer Deficiência na na pr aia TRECHO 5.2 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla exposta Poluição sonora X tranqüilidade Z ona de apoio à pesca Ocupação urbana (Vila d e da pr aia. arte sanal. Pescadores) Comércio informal na praia x Espaço urbano consolidado Proximidade com p ólo atrator comércio formal na área de turis mo (Hotel Blue Tr ee Park) urbanizada Conserto de embarcações x manutenção das características naturais e uso comum (circulação, banho, lazer) Pesca predatória x sustentabilidade ambiental Urbanização incompleta x lazer Práticas esportivas X tr anqüilidade e segurança dos banhistas Ocupação e uso privado de áreas comuns da união x manutenção das características natur ais e uso comum para circulação, lazer e contemplação. Deficiência na coleta de lixo X lazer na praia Embarcações de pesca X segurança da tripulação TRECHO 5.3 CONFIGURAÇÃO LOCAL /USO CONFLITO POTENCIAL Orla Exposta Ocupação especial (Hotel Blue Tree Park) Ocupação e uso privado de áreas comuns da união x manutenção das características naturais e uso comum para circulação, lazer e contemplação. Pesca predatória x Sustentabilidade ambiental Embarcações de pesca X Segurança da tripulação Belezas naturais e cênicas. Visitação turística Infra-estrutura de apoio turístico instalado Esportes aquáticos ordenados Proximidade de unidades de conservação ecológica/histórica. 27

28 5. CENÁRIOS DE USOS DESEJADOS PARA ORLA Devido à grande quantidade de unidades e trechos identificados na orla do Cabo, e apesar de algumas das situações encontradas repetirem-se em mais de um trecho, detalham-se os cenários desejados para cad a um deles, tanto no que diz respeito aos p arâmetros ambientais, sociais e econômicos, como através da elaboração de perfis 5.1. CENÁRIOS PARA OS TRECHOS DA ORLA A síntese do diagnóstico nos permite estabelecer cenários de usos futuros, dando foco aos conflitos existentes. Abaixo segue o Quadro 4, com a síntese da Situação Atual, a Tendência e a Situação Desejada para os trechos, segundo os parâmetros estabelecidos pela metodolog ia do Projeto Orla. Quadro 4: Parâmetros Ambientais, Sociais e Econômicos dos Cenários Trecho 1.1 Trecho 1.2 PARÂM ETROS AMBIENT AIS Atual Tendência Desejado Cobertura vegetal nativa A A A+ Valores cênicos A A A+ Integridade dos A B A ecossistemas Fragilidade dos A A A+ ecossistemas Condição de A A A balneabilidade Presença de Unidade de A A B Conservação Degradação ambiental A B A Presença de efluentes A A A (línguas negras) Presença de resíduos A A A+ sólidos (lixo) na orla PARÂMETROS SOCIAIS Atual Tendência Desejado Presença de construções A A A+ irregulares Potencial pesqueiro A A A Presença de A A A comunidades tradicionais Concentração de A A A+ domicílios de Veraneio Infraestrutura A A A lazer/turismo Cobertura urbana A A A+ Formas de acesso A A A PARÂMETROS ECONÔMICOS Atual Tendência Desejado Pressão imobiliária A B A+ Uso dos recursos A A A pesqueiros Atividades turísticas A A B Uso para tráfego aquaviário ou portuário B B B- PARÂM ETROS AMBIENT AIS Atual Tendência Desejado Cobertura vegetal nativa B B- B+ Valores cênicos A B A Integridade dos B- B- B+ ecossistemas Fragilidade dos B B B+ ecossistemas Condição de A B A balneabilidade Presença de Unidade de A A B Conservação Degradação ambiental B B B- Presença de efluentes A A A (línguas negras) Presença de resíduos A B A+ sólidos (lixo) na orla PARÂMETROS SOCIAIS Atual Tendência Desejado Presença de construções A A A+ irregulares Potencial pesqueiro A A A Presença de A A A comunidades tradicionais Concentração de B B+ B domicílios de veraneio Infra-estrutura A A B lazer/turismo Cobertura urbana A A A Formas de acesso B B B PARÂMETROS ECONÔMICOS Atual Tendência Desejado Pressão imobiliária B B+ A Uso dos recursos A A A pesqueiros Atividades turísticas B B+ B Uso para tráfego aquaviário ou portuário A A A 28

29 Trecho 1.3 Trecho 2.1 PARÂMETROS AMBIENTAIS Atual Tendência Desejado Cobertura vegetal nativa C C B Valores cênicos B C B+ Integridade dos B C B+ ecossistemas Fragilidade dos B C B+ ecossistemas Condição de C B A balneabilidade Presença de Unidade de C C B Conservação Degradação ambiental C C B Presença de efluentes B C A (línguas negras) Presença de resíduos B B+ A sólidos (lixo) na orla PARÂMETROS SOCIA IS Atual Tendência Desejado Presença de construções C B A irregulares Potencial pesqueiro C C B Presença de C C+ B comunidades tradicionais Concentração de C C+ B domicílios de veraneio Infra-estrutura B B B- lazer/turismo Cobertura urbana B B B Formas de acesso B B B PARÂMETROS ECONÔMICOS Atual Tendência Desejado Pressão imobiliária B B B Uso dos recursos A A A pesqueiros Atividades turísticas B C B Uso para tráfego aquaviário ou portuário A B A PARÂMETROS AMBIENTAIS Atual Tendência Desejado Cobertura vegetal nativa B C B+ Valores cênicos A B A Integridade dos B B A ecossistemas Fragilidade dos B B A ecossistemas Condição de A B A balneabilidade Presença de Unidade de C C B Conservação Degradação ambiental B B A Presença de efluentes A A A (línguas negras) Presença de resíduos B B A sólidos (lixo) na orla PARÂMETROS SOCIA IS Atual Tendência Desejado Presença de construções B C A irregulares Potencial pesqueiro A A A Presença de B C A comunidades tradicionais Concentração de A A A domicílios de veraneio Infra-estrutura B B A lazer/turismo Cobertura urbana B C A Formas de acesso A A A PARÂMETROS ECONÔMICOS Atual Tendência Desejado Pressão imobiliária A B A Uso dos recursos A A A pesqueiros Atividades turísticas B B A Uso para tráfego aquaviário ou portuário A A A 29

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