UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO

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1 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE MATEMÁTICA Modalidade a Distância 2009

2 Universidade Castelo Branco Vera Costa Gissoni Chanceler Paulo Alcantara Gomes Reitor Marcelo Hauaji de Sá Pacheco Vice-Reitor de Ensino de Graduação e Corpo Discente Helder Guerra de Resende Vice-Reitor de Ensino de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Marcelo Costa Gissoni Vice-Reitor de Gestão Administrativa e Desenvolvimento Sérgio Freire França Filho Vice-Reitor de Planejamento e Finanças

3 ÍNDICE Item CONTEÚDO PÁGINA 1 DADOS GERAIS DA UNIVERSIDADE E DO CURSO 5 2 APRESENTAÇÃO 6 3 JUSTIFICATIVA 7 4 CONCEPÇÃO E FINALIDADE 9 5 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAL DA UCB 11 6 A EAD NA UCB 13 7 HISTÓRICO DO CURSO A UCB e sua Trajetória O Curso 26 8 OBJETIVOS DO CURSO Gerais Específicos 27 9 PERFIL DOS ALUNOS Ingressantes Egressos Campos de Atuação NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Gerais Específicas PRINCÍPIOS, ESTRUTURA E CONTEÚDOS CURRICULARES Organização Curricular Estrutura Curricular As dimensões do currículo Disciplinas do curso (ementário) 40 MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO DE ESTÁGIO E 13 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS ORGANIZAÇÃO E 45 PROCEDIMENTOS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO 14 MONITOR DE TUTORIA ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATENÇÃO AO DISCENTE 50 3

4 16.1 Atendimento aos Portadores de Necessidades Especiais PROCESSOS, CRITÉRIOS E MECANISMOS DE AVALIAÇÃO Sistema de Avaliação do processo de Ensino e Aprendizagem Frequência Avaliação do Curso EaD Trabalho de Conclusão de Disciplina (TCD) REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO I (Gestão Acadêmico/Administrativa EaD) Estrutura Acadêmica e Organizacional Sistemas de Comunicação Material Didático Equipe Multidisciplinar (EaD) Corpo Técnico- Administrativo-EaD Infraestrutura ANEXOS Ementário Núcleo Integrador Atualização em Língua Portuguesa RESOLUÇÃO Nº 054/2009 CEPE Núcleo Temático de Tutoria 166 4

5 1. DADOS GERAIS DA UNIVERSIDADE E DO CURSO 1- Nome da Universidade Universidade Castelo Branco UCB 2- Sistema de Ensino Federal 3- Categoria Administrativa Privada - Filantrópica 4- Nome da Mantenedora Centro Educacional de Realengo CER 5- Endereço Sede da Reitoria e da Mantenedora Av. Santa Cruz, 1631 Realengo Rio de Janeiro CEP: Tipo de Identidade Jurídica e de Constituição Instituição educativa pluridisciplinar de formação de quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano. 7- Nome do Curso Matemática 8- Modalidade A distância 8.1- Modalidade de Diploma Licenciatura 9- Regime Acadêmico Modular 10- Regime de Matrícula Modular 11- Processo Seletivo Concurso Vestibular e/ou Acesso Direto pelo resultado do ENEM Outras Formas de Ingresso Transferência ou portador de diploma de ensino superior para ocupação de vagas remanescentes e através do Programa Universidade para Todos PROUNI. 12- Carga Horária Total do Curso 3040 horas Composição da Carga Horária: horas de Atividades Formativas (Tutoria) e Somativas (Prova) horas de Estágio Supervisionado horas de Práticas Pedagógicas horas de Atividades Complementares / Enriquecedoras Integralização Curricular: - Tempo mínimo: 6 semestres letivos / 6 módulos Distribuição da Carga Horária na EAD - No modelo CEaD/UCB existe alternância de momentos presenciais (20% da carga horária da disciplina) com tutores presenciais, Atividades Supervisionadas (AS) e Atividades Individuais (AI). Ressalta-se que, diante da importância da 5

6 tutoria para o desenvolvimento de uma educação a distância de excelência, propõe-se que a tutoria permeie os processos e o progresso das AS e AI. A criação dos Núcleos Temáticos de Tutoria (NTT) foi uma proposta de organização, gerenciamento e planejamento pedagógico capaz de funcionar como tentativa de se propor uma tutoria a distância eficiente, vanguardista e suficiente para atender às demandas de alunos matriculados em seus respectivos polos, cursos e disciplinas. 13- Ato Legal de Aprovação de Autorização de Funcionamento do Curso na UCB Resolução CEPE nº. 001-D/2006, de 11 de abril de 2006, a partir do Parecer CES/CNE 341/04, Portaria nº 874, de 07 de abril de 2006, publicado no Diário Oficial da União em 11 de abril de 2006, Seção I, página 15, que credencia a UCB, pelo prazo de cinco anos, para oferta de cursos superiores a distância em todo território nacional. 2 APRESENTAÇÃO A Universidade Castelo Branco adota como entendimento base para a elaboração de seus projetos pedagógicos, que expressam a identidade dos cursos e os direciona, a seleção e o planejamento das ações pedagógicas, científicotecnológicas e socioculturais que possibilitarão a formação acadêmica, política e profissional dos estudantes. Na mesma direção, no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), está previsto o Projeto Pedagógico Institucional - PPI, que é um instrumento para a formulação de uma proposta de ação político-educacional-tecnológico-cultural, entendido como princípio básico e norteador para elaboração das diretrizes que orientem a organização do ensino nos cursos de graduação, nas modalidades presencial e a distância e, principalmente, do compromisso de implementação deste planejamento que funciona como alicerce para a construção de uma educação de qualidade. Portanto, torna-se fundamental a articulação entre as atividades de ensino, prática investigativa e extensão, garantindo a necessária unidade e autonomia das mesmas no seu desenvolvimento acadêmico/institucional, por meio de uma formação de 6

7 inspiração ética e crítica, objetivando formar alunos como sujeitos capazes de intervir no desenvolvimento social e na melhoria das condições de vida de sua região e país, bem como, profissionais que atendam às demandas do setor produtivo. Nesta perspectiva, considera-se a Educação a Distância EAD uma possibilidade promissora e decisiva no sentido de fazer chegar aos mais remotos lugares uma modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias da informação e comunicação, envolvendo estudantes e professores no desenvolvimento de atividades educativas em lugares ou tempos diversos. O Projeto Pedagógico do Curso de Matemática foi elaborado a partir dos resultados dos debates dos representantes do seu Núcleo Docente Estruturante NDE, com os demais professores do curso, sob a supervisão da Coordenação do curso, de forma coletiva, e contempla os aspectos pedagógicos e as características específicas de um curso de licenciatura; leva em conta o PDI Plano de Desenvolvimento Institucional, o PPI Plano Pedagógico Institucional e as diretrizes da Educação a Distância da UCB. Considera, também, o perfil dos alunos que a ela acorrem, procurando atender, na medida do possível, às suas aspirações individuais, ao mesmo tempo em que se preocupa em aliar a teoria à prática. O projeto pressupõe um compromisso de contínua atualização e o desenvolvimento do exercício crítico da docência, das práticas investigativas e da extensão como pilares para a concretização dos objetivos do curso de Matemática, buscando incutir, no aluno, por meio de projetos sociais, a responsabilidade social que lhe cabe, fazendo com que se sinta um cidadão atuante, capaz de modificar o mundo que o rodeia, por meio da educação. 3 JUSTIFICATIVA Contemporaneamente, a sociedade, marcada pelo desenvolvimento científico, tecnológico e cultural, pela velocidade da informação e da comunicação, pela reorganização do mundo do trabalho e por relações sociais e políticas que implicam em uma expansão das fronteiras comerciais e de troca de experiências em tempo 7

8 real, tem acentuado a importância da educação como um fator fundamental do desenvolvimento, da construção da cidadania e da democratização baseada na inclusão e na transformação da realidade. A função da educação se transforma, nas sociedades atuais, em decorrência dos novos padrões de vida e de relacionamento que têm emergido nas últimas décadas. O desenvolvimento científico e tecnológico e a natureza das transformações econômicas modificaram profundamente a estrutura e funcionamento das sociedades, atingindo-as em seus fundamentos. Mudou a natureza da vida econômica, social e cultural. A UCB, com o seu curso de licenciatura em Matemática, na modalidade a Distância, reforça a sua preocupação com a educação como um dos mecanismos mais eficientes para fortalecer a democracia e instrumentalizar o cidadão para o exercício de suas funções na sociedade. Sendo assim, o curso de Matemática se justifica tanto pela enorme carência de professores de Matemática na educação básica, quanto pelo zelo da Instituição com a inserção do cidadão no processo de globalização, no qual a Matemática é elemento essencial para o discernimento e a solução das questões emergentes. Além disto, dentre os grandes desafios que se colocam hoje para a educação, encontra-se a necessidade de articular o que acontece no mundo com os acontecimentos regionais e locais, auxiliando na construção da cidadania e atenuando as desigualdades socais. A preparação para a docência em Matemática faz parte dessa construção, exigindo uma sólida formação para lidar com os processos perpassados pela ciência, pela tecnologia e pela informação. Ao lado da universalização da educação básica, provida por parâmetros qualitativos, condição primeira desses processos, novas concepções relacionadas à educação e ao papel que ela desempenha têm sido a tônica de exigência do ensinoaprendizagem sob os efeitos do desenvolvimento científico e tecnológico inerente às relações interpessoais. 8

9 O profissional da educação tem necessidade de desenvolver sua capacidade de aprender a aprender e de buscar informações de múltiplas formas, de modo a ser capaz de tomar decisões autônomas e de solucionar a mais variada gama de problemas e questões. No entanto, para viabilizar a habilitação simultânea de um grande número de professores, geograficamente dispersos em um país como o Brasil, é importante contar com os diferentes recursos tecnológicos e a metodologia da educação a distância. Esta é a proposta do projeto do curso de Matemática. 4- CONCEPÇÃO A UCB concebe a Educação a Distância como uma modalidade de ensino capaz de oferecer o acesso e a permanência de estudantes no Ensino Superior, rompendo barreiras de espaço e tempo. O presente Projeto Pedagógico do Curso de Matemática, na modalidade a distância, é fruto do resultado de uma construção coletiva dos professores que compõe o NDE, do Curso, e reflete o pensamento educacional contemporâneo, em um processo de tomada de consciência da importância da educação a distância como estratégia de democratização do saber em nosso país. Assim, podemos afirmar que o referido Curso foi concebido tendo como fundamento não só os princípios que norteiam e identificam esta Instituição e seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico das regiões na qual se insere, como, também, com os princípios e fundamentos essenciais da Educação a Distância, além do que determinam os preceitos legais contidos no Decreto nº de 19 de dezembro de 2005, Decreto nº , de 12 de dezembro de 2007, Portaria Normativa nº. 40, de 12 de dezembro de 2007 e os Referenciais de Qualidade para EAD, de agosto de Considerando-se a inserção da UCB, em âmbito nacional, no ensino a distância, elaborou-se um currículo que, com estratégias metodológicas diversas, permita adequar-se à realidade de cada região, buscando aproximar o espaço acadêmico do 9

10 meio social de origem, possibilitando a integração entre os interesses específicos regionais e a formação de profissionais qualificados. Neste sentido, cabe ressaltar a relevância deste aspecto, na medida em que a qualificação do indivíduo se torna de suma importância quando integrada ao grupo social de ação imediata, difundindo a cultura, a ciência e a tecnologia, realizando, concretamente, a ligação entre a universidade e a sociedade. É importante destacar, sobretudo, que a Universidade Castelo Branco pretende, com a Educação a Distância, ampliar o seu campo de alcance para o exercício da educação na sociedade brasileira, como um todo, tendo em vista as demandas sociais e ratificando o papel da universidade como agente de promoção do desenvolvimento social. Entendendo a educação como compromisso entre a formação profissional e as demandas da própria sociedade, o curso fundamenta-se na perspectiva de uma atuação profissional competente, tendo como eixo articulador o entendimento de que a educação ocorre no seio da sociedade e, por isso mesmo, está inscrita num sistema de relações humanas, culturais e sociopolíticas. Para a concretização deste projeto, a UCB tem sempre presente que a modalidade de Educação a Distância precisa ser realizada como educação plena e não, apenas, como processo de ensino e, muito menos, como uma tecnologia instrucional. O curso de Matemática, na modalidade a distância, foi concebido dentro de um contexto histórico e social que demanda, cada vez mais, profissionais docentes na área. Existe uma carência imensa de docentes realmente atualizados, comprometidos com o processo incessante de reconstrução do saber, o que se verifica pelo grande número de concursos públicos que têm sido realizados para Matemática, bem como pela facilidade de colocação dos alunos no mercado, não só pela qualidade do nosso curso, como, também, pelo exíguo número de profissionais na área. Assim sendo, o Projeto Pedagógico de Matemática, na modalidade a distância, de uma forma dinâmica, tem contemplado as demandas da sociedade, que vêm 10

11 ocorrendo desde a sua criação e tem sido atualizado, constantemente, com vistas à atender não só às mudanças pelas quais a sociedade anseia como, também, às solicitações das instituições governamentais, procurando suprir, assim, as necessidades do estado e do país, uma vez que a educação é o fator primordial para o desenvolvimento de uma nação. Hoje, atendendo às atuais determinações do Ministério da Educação, o curso de Matemática, na modalidade a distância, através da concepção expressa em seu Projeto Pedagógico, busca formar docentes cada vez mais comprometidos com uma educação de qualidade e com a busca, incessante, da diminuição das desigualdades sociais, metas estas que só serão alcançadas através da difusão da informação e do conhecimento. 5 MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAL DA UCB Além das atribuições definidas pela Constituição promulgada em 5 de outubro de 1988, as universidades devem procurar definir sua missão considerando as suas peculiaridades e as possíveis inserções no desenvolvimento local e regional. Neste contexto, a Universidade Castelo Branco deve considerar que, além de ser uma instituição plural e multidisciplinar, tem por obrigação apresentar-se à sociedade como um instrumento efetivo de mudança, capaz de assegurar a progressiva eliminação das desigualdades existentes. Para tanto, torna-se imperioso que a universidade atue: com competência, que deve ser demonstrada pela sua capacidade de gerar novos conhecimentos, de produzir teses e dissertações e de qualificar profissionais aptos ao enfrentamento das novas condições impostas pelos avanços da ciência e da técnica e pelas grandes mudanças verificadas nas relações de trabalho; com pertinência, capaz de permitir a rápida resposta às demandas e necessidades de governos e da própria sociedade, contribuindo efetivamente para a solução de problemas locais, regionais e nacionais e propondo soluções inovadoras; 11

12 com equidade, para que seja capaz de contribuir decisivamente para a igual distribuição de oportunidades. Em síntese, deve ser entendido que a visão da instituição é trabalhar de forma a ser reconhecida como referência na promoção plena das potencialidades individuais e na capacitação para o trabalho e para a cidadania, por meio do ensino e da produção científica e tecnológica, integrados sob a mediação da extensão à cultura e às demandas do desenvolvimento nacional. 6- A EaD na UCB A partir de 2002, quando foi autorizada pelo CNE a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu na modalidade de EaD, a UCB decidiu organizar as suas ações, estabelecendo uma estratégia de expansão que possibilitasse a ampliação da oferta para os cursos de graduação e superiores de tecnologia e, ainda, que viabilizasse a articulação com o setor empresarial, no intuito de oferecer aos quadros das empresas programas de qualificação profissional e de capacitação, determinantes para a modernização das práticas gerenciais e para o aumento da competitividade. Dessa forma, a EaD passou a ser encarada como uma das prioridades da UCB, tanto pela inovação que passou a trazer para o processo pedagógico, mesmo para os cursos presenciais, como pelos seus reflexos sobre as relações da universidade com a sociedade. As fases de implantação da EaD na UCB podem ser descritas a partir da edição da Portaria Nº 1247/2002, que homologou o Parecer da Câmara de Educação Superior CES do Conselho Nacional de Educação - CNE/CES Nº 0145/2002 o qual credenciava o Programa de EaD em nível de pós-graduação lato sensu da UCB. A partir daí, a universidade iniciou seu processo de instalação, expansão e consolidação dos programas de EaD, considerando como parâmetros determinantes do êxito, os conceitos, os objetivos gerais e as diretrizes norteadoras fixadas nos itens anteriormente citados. Pode-se então, ao longo dos últimos cinco anos, caracterizar cinco fases distintas 12

13 nesse processo: Fase I Instalação a Portaria Nº 1247/2002 outorgou à UCB a possibilidade de organizar cursos de pós-graduação lato sensu na modalidade EaD. As primeiras iniciativas verificaram-se já no decorrer do ano de 2003, focadas em sua quase totalidade na oferta de cursos voltados para o aperfeiçoamento no magistério, de modo a atender o elevado contingente de professores de educação básica que necessitavam de qualificação em práticas pedagógicas ou em supervisão escolar. Nessa fase, a universidade procurou experimentar as diferentes metodologias disponíveis, tanto no que concerne à utilização das novas Tecnologias de Informação e de Comunicação - TIC, por exemplo, a internet, como no que diz respeito às chamadas metodologias convencionais, que utilizam encontros presenciais e se valem de meios como a produção de vídeos (na época ainda de uso generalizado) e de DVD. Em ambos os casos, os cursos sempre foram realizados com o apoio de materiais instrucionais, com conteúdos que atendiam aos requisitos estabelecidos acima; Fase II A utilização da EaD nos cursos presenciais Em sua reforma curricular de 2003, a UCB dividiu as estruturas curriculares em três grupos de disciplinas: disciplinas de formação geral, voltadas para a formação para a cidadania; disciplinas de formação profissional geral, destinadas ao atendimento a estudantes de um mesmo campo de saber; e as disciplinas de formação profissional específica, que visam à formação especializada dos futuros profissionais. As características das disciplinas de formação geral, que passaram a ser parte do que foi convencionado denominar de Núcleo Integrador NI, cujo projeto está em anexo, constituíram um forte motivo para a aplicação da Portaria MEC nº 2253/2001, posteriormente alterada pela Portaria MEC nº 4059/2004, que prevê a possibilidade de oferta de até 20% da carga horária dos cursos de graduação na modalidade EaD. Este projeto foi fruto de uma mobilização da Reitoria da UCB, em conjunto com a Vice- Reitoria de Ensino de Graduação e Corpo Discente, e as Coordenações de Curso, com base nos dados e informações sobre o déficit significativo de conhecimento dos ingressantes na UCB. Nessa fase, a UCB procurou adotar como estratégias básicas: i) elaborar conteúdos de qualidade e ii) introduzir no 13

14 planejamento acadêmico as Aulas Magnas, oferecidas por renomados professores e sempre tratando dos temas fundamentais de cada uma das disciplinas de formação geral. Ao mesmo tempo, a UCB começou a desenvolver os procedimentos que deveriam ser adotados para atendimento aos alunos, na forma de tutoria presencial e a distância elaboração de Ambiente Virtual de Aprendizagem para os alunos, denominado WEBCAF - AVA e descrito no item 16 ATENÇÃO AO DISCENTE, deste projeto; Fase III Expansão da pós-graduação lato sensu O ano de 2003 abriu uma nova oportunidade para a UCB, em virtude de sua efetiva aproximação com o Exército Brasileiro, que, em parceria com a universidade, passou a oferecer um conjunto de quatro cursos de especialização (Gestão de Marketing, Docência do Ensino Superior, Administração Municipal e Gestão de Recursos Humanos). Nesses cursos, a UCB, ainda em fase de expansão de seus programas, utilizou a base logística oferecida pelo Exército Brasileiro, centrada nos Tiros de Guerra e na possibilidade de apoio computacional por meio de uma plataforma construída pelo próprio Exército; Fase IV Implantação dos cursos de graduação na modalidade EaD dois fatos alteraram consideravelmente o planejamento acadêmico da UCB nos cursos a distância: i) a publicação do Decreto nº 5622/2005, em dezembro de 2005 e ii) a publicação da Portaria Nº 874/2006 publicada no DOU de 11 de abril de 2006, que homologou os Pareceres CNE/CES Nº 0145/2002, Nº 297/2003 e Nº 301/2003, que autorizou... a oferta de cursos a distância, podendo estabelecer parcerias com instituições para a realização de momentos presenciais, ofertando seus cursos a distância em polos de outras unidades da federação. Inicialmente, a UCB ofereceu os cursos de graduação em Pedagogia e Letras, todos em parceria com a instituição denominada Inteligência Educacional e Sistemas de Ensino - IESDE. Considerando ainda a sua forte inserção no cenário regional da Zona Oeste do Rio de Janeiro, a UCB passou a desenvolver, sempre em conjunto com as prefeituras de Seropédica, Itaguaí e Mangaratiba, cursos de licenciatura, voltados para o atendimento às necessidades dos municípios daquela região do Rio de Janeiro. No primeiro caso, a logística (gravação das aulas, elaboração e impressão dos conteúdos e 14

15 distribuição do material) ficou a cargo do IESDE. No segundo caso, as Prefeituras ficaram encarregadas de assegurar a infraestrutura nos Polos presenciais, cabendo as demais atividades, inclusive as de apoio, à UCB; Fase V A fase atual de desenvolvimento da EaD na UCB Início do processo de reformulação dos programas e cursos na modalidade EaD. Dois novos fatos contribuíram fortemente para uma mudança considerável do cenário até então verificado e para o redirecionamento das ações em curso no programa de educação a distância da UCB, são eles: a) A edição da Portaria nº 02/2007, em janeiro de 2007, que exigiu a inscrição de todos os Polos ativos no MEC, concedendo um prazo até agosto de 2007, posteriormente prorrogado para outubro, para inclusão e aglutinação de Polos em funcionamento efetivo e b) a publicação, a partir do segundo semestre de 2007, dos padrões de qualidade a serem adotados e seguidos pelos Polos e cursos na modalidade EaD. Nesse momento, teve início um profundo processo de mudanças na organização da EaD na UCB, com as seguintes providências: Definição clara das articulações entre os cursos presenciais e a distância, de forma a envolver o maior número de professores na oferta de cursos de EaD; Estabelecimento de novas relações com os parceiros, fixando responsabilidades e atribuições para Polos e organizações de apoio logístico. Ao longo de 2008, na medida em que as relações com os Polos ficavam mais intensas, em face ao crescimento da demanda pelos cursos, a UCB decidiu promover um conjunto de mudanças estruturantes, de forma a assegurar, por um lado, o cumprimento das determinações contidas na Portaria MEC nº 02/2007 e nos instrumentos definidores dos padrões de qualidade, e, por outro lado, garantir o cumprimento dos objetivos e das diretrizes norteadoras, fixadas no PDI, em Assim, no decorrer do primeiro semestre de 2008, foi alterada a composição da equipe encarregada do gerenciamento dos programas de EaD e tomadas as seguintes medidas, algumas ainda em andamento: 1). A concepção do Projeto Geral de EaD na UCB, entendida a partir da 15

16 consideração dos seguintes fundamentos: a) estabelecimento e adoção de base conceitual; b) definição dos objetivos gerais; c) adoção dos critérios de qualidade para os conteúdos e outros materiais instrucionais e d) definição das ações a serem realizadas de forma a assegurar a adequação logística à oferta de cursos na modalidade EaD. No que diz respeito: a) À Base Conceitual: Considera-se a perspectiva proposta pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394/1996) sustenta a proposta de EaD da UCB e que a define como: Uma forma de ensino que possibilita a autoaprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação 1[1]. Na mesma direção, como reforço, a partir da pesquisa apresentada na dissertação de mestrado de Melo, [2], na COPPE-UFRJ, admite-se a seguinte definição de EaD: "Entende-se o ensino a distância como um sistema tecnológico de comunicação bidirecional (ou multidimensional, como a UCB já vem adotando), que pode ser de massa, e que substitui a interação pessoal entre professor e aluno, típica de uma aula, como meio primordial de ensino, por uma ação sistemática e conjunta de diversos recursos didáticos e o apoio de uma organização e 1[1] BRASIL. Leis, Decretos. Lei n , de 20 de dezembro de [2] Melo, Paula Tavares da Cunha, (1999). Requalificação de Trabalhadores e Formação a Distância no Ensino Médio: SIVIRA, Sistema Virtual de Aprendizagem. Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Ciências (M.Sc.), Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa em Engenharia - COPPE/UFRJ, Programa de Engenharia de Sistemas e Computação, Fevereiro. 16

17 tutoria, proporcionando um aprendizado independente e flexível aos estudantes". Procurando atender às necessidades de educação de uma população dispersa geograficamente e, em particular, às pessoas que se encontram em regiões onde não existem ainda instituições de ensino superior, ou programas de qualificação e de capacitação empresarial, a EaD acaba por se constituir no meio mais eficaz de oferta de novas oportunidades para aqueles que não tiveram a chance de realizar seus estudos superiores, transformando-se, assim, em parâmetro determinante para igual distribuição de oportunidades a todos os cidadãos. Dessa forma, pode-se citar: Quando tratamos de mudança não pensamos naquela em que se altera apenas a superfície para que a essência não se mude e tudo fique com está. Pinta-se a casa, mas não se alteram as estruturas. Pensamos numa mudança mais profunda em que a sociedade se torne mais justa, democrática, com suas riquezas mais bem distribuídas, (ALMEIDA, F. J, 2008) 3[3] Os sistemas de EaD procuram gerar a cultura de "aprender a aprender", segundo Delors, J., [4], transformando o aluno em ator efetivo no seu próprio processo de 3[3] Entrevista concedida por Fernando José de Almeida, formado em Filosofia e Pedagogia. Mestrado e doutorado na área de Informática e Tecnologias aplicadas à Educação na PUC-SP, onde leciona desde Fez seu pós-doutorado na França, em Lyon, no IEPEACS-CNRS. Atualmente é professor no programa de Pós-graduação em Educação e trabalha em Moçambique, desde 1998, com a formação de doutores e mestres em Educação. Foi Vice-Reitor Acadêmico da PUC-SP ( ) e Secretário da Educação da cidade de São Paulo, ( ). Atualmente é Vice-Presidente da Fundação Padre Jose de Anchieta Centro Paulista de Radio e TV Educativas TV Cultura; Coordenador do Programa Tecnologias e Gestão Escolar Microsoft/CONSED/PUC-SP; membro do Fórum de Líderes da Microsoft; presidente do Instituto Lumiar e membro fundador do Instituto DNA-BRASIL. Membro do corpo editorial da Revista Cenpec, da revista Informática e Educação da SBIE e da Revista Eletrônica e-curriculum. 4[4] DELORS, JACQUES, (2005). A Educação para o Século XXI Questões e Perspectivas. ISBN: , Edição: 1, Número de páginas: 256, Editora Artmed, Brasil. 17

18 formação. Com base nestas citações, a UCB se propõe a desenvolver o espírito crítico e autonomia intelectual, para que, por intermédio do questionamento permanente dos fatos, o aluno possa ser o sujeito de sua aprendizagem criando, assim a autonomia de estudo. A autonomia significa ser autor da própria fala e do próprio agir, sendo coerente na integração do conhecimento com a ação e nas decisões profissionais. b) Objetivos Gerais: democratizar o acesso à educação; assegurar uma aprendizagem autônoma e associada à experiência; possibilitar um ensino participativo, pelo uso intensivo das novas tecnologias de informação e comunicação - TIC; estimular a geração de uma cultura da educação continuada; formar para a cidadania e para o compromisso social integrado à realidade socioeconômica brasileira; articular a organização curricular com o mundo do trabalho e as demandas da sociedade organizada. c) Qualidade do conteúdo: O material instrucional impresso, utilizado nos cursos da UCB de EaD, se propõe a estabelecer uma inter-relação entre os diferentes atores que participam deste processo. Para tanto, estes textos foram organizados em uma linguagem dialógica, onde o autor estabelece uma conversa pedagógica com os alunos. Os textos objetivam criar um espaço de aprendizagem para que o aluno possa desenvolver reflexões e análises críticas, além de provocar a busca de novos conhecimentos. A ênfase dada a este processo privilegia a aprendizagem, buscando desenvolver um aluno independente e crítico. É importante salientar que os meios instrucionais por si (rádio, televisão, internet) não 18

19 podem ser considerados como um programa de EaD. Para que se torne um programa desta natureza, é necessário que haja uma base teórica explícita, os objetivos definidos, uma utilização de metodologia adequada, um apoio institucional, e a existência de tutor, capaz de fomentar e facilitar o aprendizado, de motivar o aluno a buscar o conhecimento permanente. Dessa forma: os conteúdos deverão ser efetivamente capazes de assegurar a aprendizagem nos níveis exigidos pelas Diretrizes Curriculares dos respectivos cursos e pelos padrões exigidos na UCB, em seu PDI; os textos devem ser estruturados de forma adequada à metodologia utilizada em EaD, contendo atividades de estudo, estudos de caso, exercícios de fixação da aprendizagem, além de outras estratégias específicas de cada conteúdo. Todas as estratégias selecionadas devem ser organizadas para atingir as competências e objetivos propostos, possibilitando ao aluno inserir-se no campo de estudo e posicionar-se em relação às suas grandes questões. d) Adequação Logística: Para atender aos objetivos acima, a UCB está sempre buscando: Concepções gráficas e editoração que sejam instrumentos de motivação para o aluno; Excelente qualidade na imagem das aulas transmitidas, com a supervisão pedagógica adequada e com a preparação do conferencista, no que concerne à apresentação na televisão; Eficiência na distribuição dos materiais de ensino, fazendo com que os mesmos cheguem ao aluno em boas condições e nos prazos previstos; Oferecimento de diversos meios de comunicação entre alunos e tutores ou professores, de forma a assegurar rápida resposta às dúvidas; Sistema eficaz de auditoria e supervisão dos Polos para assegurar o cumprimento dos padrões e das normas acadêmicas; Modernização constante dos equipamentos utilizados nos Polos; Acesso presencial facilitado às Bibliotecas nos Polos e à Biblioteca da UCB. 2) As providências e medidas corretivas, visando ao atendimento dos padrões de 19

20 qualidade fixados pela Secretaria de Educação a Distância - SEED/MEC, com base nos diagnósticos elaborados pela nova Equipe de Coordenação da EaD na UCB e pelos fundamentos estabelecidos e descritos anteriormente, a EaD/UCB se apresenta hoje com as seguintes características: a) No que concerne ao Processo Pedagógico e às Metodologias Utilizadas: Conteúdos: são elaborados por professores da UCB, ou ainda por especialistas renomados que, pela sua experiência e conhecimento, poderão contribuir efetivamente para o aprendizado dos estudantes. Em todas as disciplinas oferecidas são indicadas referências bibliográficas básicas, devidamente formatadas para uso na EaD, de forma a possibilitar a interatividade exigida em programas dessa natureza; a impressão dos conteúdos desenvolvidos é realizada em gráfica contratada pela universidade; a universidade tem também adquirido material impresso, sempre nos padrões exigidos para os cursos na modalidade EaD, no intuito de assegurar aos estudantes os meios indispensáveis a uma efetiva aprendizagem. Avaliação do Desempenho do Estudante: as questões dos testes de avaliação são selecionadas de um banco de questões da própria universidade, que poderá ser analisado quando da visita dos avaliadores. Quando assumiu a gestão dos Programas de EaD, a atual coordenação da CEaD/UCB chamou a si tal responsabilidade e hoje as questões disponíveis no Banco de Questões BQ/UCB são propostas pelos professores dos cursos oferecidos pela universidade, tanto na modalidade presencial quanto a distância. Para a gestão desse Banco foi designado o Coordenador Pedagógico do CEaD; para a distribuição das provas, a UCB se vale de empresa especializada no atendimento logístico, que tem por responsabilidade o encaminhamento das provas aos polos, bem como de seu recolhimento, para correção. b) No que concerne ao Atendimento ao Discente: Como a UCB utiliza na sua metodologia, os encontros presenciais, tanto para a apresentação das videoaulas, como para as aulas dos professores, tem sido desenvolvido um grande esforço para capacitar os tutores presenciais, no caso dos videoaulas, para a realização de outras atividades que estimulem a 20

21 aprendizagem. A capacitação dos tutores presenciais vem ocorrendo nos Polos de Apoio Presencial. A tutoria a distância é hoje realizada na sede da UCB em Realengo, no Rio de Janeiro, e para tanto a UCB oferece aos estudantes o atendimento por intermédio de um portal, chamado de Portal EaD/UCB 5[5], que conta permanentemente com tutores em regime de plantão, para atendimento dos Núcleos Temáticos de Tutoria NTT, além disso são selecionados monitores para a realização de algumas das atividades de apoio. Além disso, para a consecução de seus objetivos didáticos e pedagógicos, a UCB conta com o apoio de seus Polos, todos devidamente registrados no Sistema Integrado de Informações da Educação Superior SIED/SUP do MEC, sendo que as condições para o credenciamento de polos na UCB compreendem: o o o Existência de contrato firmado com o CER, em que o polo se compromete a atender aos requisitos fixados pelo MEC nos Instrumentos de Qualidade da EaD e às recomendações da universidade; Infraestrutura em consonância com os Padrões de Qualidade do MEC: biblioteca; laboratório de informática, sala para encontros presenciais, sala para permanência dos tutores presenciais, equipamentos de multimídia, sistema de comunicação bidirecional com a UCB; Recursos humanos compatíveis com as exigências dos padrões de qualidade: tutores com os níveis de titulação adequados, formação em EaD, permanência nos polos nos horários previstos. Ainda em 2006, a UCB reafirmou com as instituições conveniadas, anteriormente citadas, a viabilização da sua atuação, com qualidade, em todas as unidades da Federação, garantindo o funcionamento de seus Polos de Apoio Presencial. Os 246 Polos de Apoio Presencial estão localizados nas regiões onde há siglas, em 5[5] O Portal de EaD/UCB oferece acesso aos materiais didáticos, ao sistema de registro acadêmico, ao sistema administrativo e financeiro, a biblioteca virtual, entre outras ferramentas do ensino a distância. 21

22 letra preta, dos respectivos Estados, sendo distribuídos por municípios, conforme tabela a seguir mostrada: UF MUNICIPIO AC 1 AL 1 AM 1 CE 6 DF 6 ES 6 GO 13 MA 2 MG 45 PA 3 PB 2 PE 7 PI 2 PR 65 RJ 32 RN 2 RO 1 RS 37 SC 13 SE 1 TOTAL 246 Fonte: CeaD, 2009 Observação: Esta informação foi atualizada no segundo semestre de As ações detalhadas de atendimento ao discente estão descritas neste projeto no item 16 ATENÇÃO AO DISCENTE. c) No que concerne ao Controle Acadêmico dos Estudantes: 22

23 O registro acadêmico dos estudantes de graduação na modalidade a distância utiliza o mesmo sistema construído para os alunos dos cursos presenciais denominado WEBCAF, e descrito detalhadamente no item 16 ATENÇÃO AO DISCENTE do presente projeto. Visando assegurar o atendimento aos padrões fixados, tanto pelo MEC como pela UCB, a CEaD, instituiu em 2009, uma Comissão Permanente de Auditoria Acadêmica dos Polos, presidida pelo Vice-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, e que tem por atribuição visitar os polos e verificar o cumprimento das condições de oferta. 7- HISTÓRICO DO CURSO 7.1 A UCB e sua Trajetória A UCB, mantida pelo CER, desenvolve, há três décadas, atividades educacionais, integrando os Ensinos Fundamental, o Médio e o Superior nas Zonas Oeste e Norte da cidade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro. Teve origem no Centro de Estudos Universitários Paulo Gissoni, fundado em 07/03/1971, conforme decisão da Assembléia Geral, realizada ao dia 23/02/1973, sendo denominada inicialmente de CER. Os primeiros cursos implantados foram nas áreas de Educação, Ciências e Letras na Faculdade Marechal Castelo Branco e de Educação Física na Faculdade de Educação Física da Guanabara. Em 1975, as duas Faculdades passaram a constituir as Faculdades Integradas Castelo Branco - FICAB, com aprovação do Regime Unificado, pelo parecer do Conselho Federal de Educação - CFE n⁰ 2903/71, de 01/07/75. Em 1976, houve a expansão das FICAB, com a criação dos cursos superiores de Matemática e Pedagogia e em 1989, dos cursos superiores de Serviço Social, Administração e Tecnólogo em Processamento de Dados. Iniciou-se então o processo formal da criação da UCB, com o acolhimento das FICAB, pelo CFE em 18/02/91. No ano seguinte, foi aprovada a implementação do projeto da UCB, o qual incluiu a 23

24 autorização para o funcionamento dos cursos de Física e Ciências Biológicas, ambos fundados em O processo de desenvolvimento da UCB prosseguiu com o reconhecimento em 1993 dos cursos de graduação plena em Serviço Social, Administração, Tecnólogo em Processamento de Dados, bacharelado em Educação Física (com ênfase em Ciência da Performance Humana e Educação Física Especial) e em Pedagogia (com ênfase em Educação Especial). A instalação oficial da UCB ocorreu após a publicação da Portaria MEC nº 1834, no DOU, do dia 29 de dezembro de A partir daí, a UCB criou novas unidades nos bairros do Recreio dos Bandeirantes, da Vila da Penha, do Centro e posteriormente em Rocha Miranda. Em 1997, foi elaborado o projeto pedagógico do curso de Medicina Veterinária, no campus Penha, em parceria com a Sociedade Nacional da Agricultura - SNA, o qual obteve autorização para funcionamento pela Resolução nº 02/97 do Conselho Universitário - CONSUN. A UCB foi credenciada no MEC em 2006 para oferta de cursos de pós-graduação e graduação a distância, tendo atualmente cerca de alunos matriculados e gerenciados pelo CEaD. A UCB oferece atualmente os cursos presenciais de graduação em Administração, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Letras, Matemática, Medicina Veterinária, Nutrição, Pedagogia, Serviço Social, Sistemas de Informação, Biomedicina e Terapia Ocupacional, além de cursos Superiores de Tecnologia. Os cursos de pós-graduação são oferecidos tanto na modalidade lato sensu (desenvolvidos prioritariamente em parcerias com outras instituições de ensino), como na modalidade stricto sensu, em Motricidade Humana, na área das Ciências da Saúde, em Educação Física, no campus do Recreio dos Bandeirantes. 24

25 Em função da constante evolução dos métodos de ensino-aprendizagem e da transformação da sociedade na sociedade do conhecimento, a UCB vem promovendo ampla discussão acerca de seu Projeto Político Institucional - PPI e do Projeto de Desenvolvimento Institucional - PDI, reestruturando sua política de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão e ampliando suas atividades acadêmicas. A UCB considera que além de ser uma instituição plural e multidisciplinar, tem por obrigação apresentar-se à sociedade como instrumento eficaz de mudança, capaz de assegurar a eliminação das desigualdades sociais existentes no país. A UCB tem como finalidade formar profissionais para as diferentes áreas do conhecimento, tendo como princípios uma perspectiva de educação continuada, de construção e socialização de conhecimentos comprometidos, em seu conjunto, com os problemas da sociedade, da cultura, do meio ambiente, da ciência e da tecnologia, pautando a formação dos profissionais em princípios humanísticos, éticos e de exercício da cidadania. Considera, em consonância com o Plano Nacional de Graduação 6, que a formação graduada de ensino não deve restringir-se à perspectiva de uma profissionalização estrita especializada, mas há que propiciar a aquisição de competências de longo prazo, o domínio de métodos analíticos, de múltiplos códigos e linguagens, uma qualificação intelectual de natureza suficientemente ampla e abstrata para constituir, por sua vez, base sólida para a aquisição contínua e eficiente de conhecimentos específicos 7. Além das atribuições definidas em capítulo próprio da Constituição Federal 8, as universidades devem procurar definir suas missões considerando as peculiaridades 6 BRASIL, Lei de 9 de janeiro de 2001, aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e da outras providencias. 7 César, E. E. B. Princípios e Fundamentos do Plano Nacional de Graduação: uma introdução crítica no contexto de um processo em construção. IN Rodrigues, M. E. F. Resgatando espaços e construindo ideias: ForGRAD 1997 a Niterói, Ed. UFF, 2002: pág Promulgada em 5 de outubro de

26 próprias e suas inserções no desenvolvimento local e regional. Neste contexto, a UCB considera que além de ser uma instituição plural e multidisciplinar, tem por obrigação apresentar-se à sociedade como um de seus instrumentos mais eficazes de mudança, capaz de assegurar a eliminação das desigualdades. 7.2 O CURSO Historicamente, o curso de licenciatura em Matemática, teve início nas Faculdades Integradas Castelo Branco FICAB, em outubro de 1973, para atender à grande demanda da sociedade por professores de Matemática. Em 1975, foi solicitada a sua conversão para curso de Ciências, com habilitação em Matemática. Em 1988, surgiu um novo curso de licenciatura plena em Matemática, que foi concebido levando-se em consideração a formação do professor como educador. Em 1994, juntamente com o processo de transformação das Faculdades Integradas Castelo Branco em Universidade, o curso de Matemática teve um novo currículo proposto, com ênfase em Informática. Este tinha como objetivo a elevação do nível do curso, bem como a inclusão de disciplinas voltadas para cidadania e a realidade brasileira, com base na Lei n.º 8663/93. Em 1998/1999, para atender às Diretrizes Curriculares do MEC, relativas à licenciatura em Matemática, o curso foi reestruturado. Em 2003, o currículo do curso sofreu novas alterações, visando a atender às Resoluções CNE/CP n.º 1/2002 e CNE/CP n.º 2/2002, que instituem as Diretrizes Curriculares Nacionais com a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura de graduação plena e os cursos de formação de professores da Educação Básica, em nível superior. Nessa reformulação, enfatizou-se o papel do educador, uma vez que o seu campo de atuação é o do ensino, que deve estar, sempre, focado tanto na formação de cidadãos quanto na formação de profissionais competentes. O curso de Matemática, na modalidade a distância, foi autorizado pela Resolução UCB/CEPE nº 001- D 2006 acompanhando a estrutura curricular do curso presencial, teve a sua implantação no segundo semestre de 2006, em sua sede, em 26

27 Realengo, ampliando a sua atuação nos polos do Centro da cidade do Rio de Janeiro e em Itaguaí, em parceria com a Prefeitura local, no primeiro semestre de O curso de Matemática é um referencial nesta Universidade. Com características absolutamente diferenciadas, vem se esmerando na formação de profissionais altamente qualificados para o exercício de sua profissão. 8- OBJETIVOS DO CURSO 8.1 Gerais Os objetivos do curso de Matemática, na modalidade a distância, estão voltados para a formação de professores que sejam educadores tendo sempre consciência de que essa formação não é consequência, apenas, de um currículo bem estruturado, mas de um ensinar que, não se descuidando dos aspectos formativos, saiba acolher a diversidade social e respeitar as múltiplas inteligências. O curso visa, também, por meio de projetos de extensão, traduzir as experiências vivenciadas pelos alunos, em benefícios para a comunidade em que o aluno está inserido. 8.2 Específicos Os objetivos específicos do Curso de Matemática, na modalidade a distância, são: Formar profissionais capazes de atuar, especificamente, em sua área, dentro da realidade e do contexto nacional; Desenvolver e consolidar atitudes de participação, comprometimento, organização, flexibilidade, crítica e autocrítica no processo de aprendizagem; Desenvolver a compreensão do método de construção do conhecimento matemático através do exercício do raciocínio lógico; Discutir o papel e as contribuições da Matemática na construção e no avanço da sociedade; Entender a Matemática como cultura através de sua história, ideias, valores e ferramentas; Estimular a prática investigativa em educação através de uma postura crítica diante dos conteúdos dos currículos e dos métodos de ensino da Matemática; 27

28 Discutir o papel e a importância da Matemática na interação entre o indivíduo, a sociedade, a ciência e a tecnologia; Formar educadores conscientes de que a existência primária da Matemática se dá a fim de ajudar o homem a compreender os mundos físico, econômico e social para neles atuar de maneira responsável e transformadora. Assegurar uma aprendizagem autônoma associada à experiência. Estimular a geração de uma cultura de educação continuada. Desenvolver hábitos de colaboração de trabalho em equipe. Trabalhar a diversidade. 9 PERFIL DOS ALUNOS 9.1 Ingressantes Os ingressantes do Curso de Licenciatura de Matemática são oriundos, em sua maioria, da região metropolitana do Rio de Janeiro e de regiões próximas, bem como, no polo de Itaguaí, provenientes de municípios vizinhos. Muitos alunos já atuam no mercado de trabalho e, atraídos pela adequada oportunidade de uma capacitação e maior qualificação, buscam seu crescimento profissional por meio desta Licenciatura. Nesta visão o ingressante busca um aprofundamento teórico/prático, integrando-se à utilização dos conhecimentos políticos, pedagógicos, tecnológicos, culturais e ambientais que permeiam o processo educacional. 9.2 Egressos Tendo em vista os objetivos do curso e os pressupostos sociais e filosóficos adotados pela Instituição, o Projeto Pedagógico do curso de Matemática, na modalidade a Distância, está elaborado de forma que o profissional egresso tenha: Uma sólida formação em conteúdos de Matemática; Uma visão abrangente do papel social do educador; Capacidade de se inserir em diversas realidades e de se articular com elas, para o bom resultado do processo ensino-aprendizagem; 28

29 Uma visão de que o conhecimento matemático pode e deve ser acessível a todos; Consciência de seu importante papel, como facilitador do ensino de Matemática, visando a superação das dificuldades na aprendizagem dessa disciplina, traduzidas, muitas vezes, por angústia e sofrimento, que podem levar à evasão escolar; Uma visão histórica e crítica da Matemática; Uma visão da real contribuição que o conhecimento de Matemática pode oferecer na formação dos indivíduos, tornando-os aptos ao pleno exercício de sua cidadania. 9.3 Campos de Atuação O graduado em licenciatura em Matemática está habilitado a lecionar Matemática nos Ensinos Fundamental (do 6º ao 9º ano) e Médio. Com uma sólida base pedagógica, o aluno tem, ao longo de nosso curso, a oportunidade de vivenciar esta Prática Pedagógica, estruturado com bases nos conteúdos das disciplinas de Didática, de Políticas Públicas em Educação, de Sociologia e de Psicologia do Desenvolvimento bem como das disciplinas que abordam as novas tecnologias e metodologias de ensino da Matemática. Além das disciplinas teóricas, específicas de sua área, das disciplinas de formação pedagógica e dos estágios regulares, a estrutura curricular inclui disciplinas das áreas financeira, estatística e de informática. Como o curso de Matemática oferece uma consistente formação, possibilita ao aluno atuar de forma competitiva no mercado, não sendo, o magistério, a única opção de trabalho para o aluno egresso desse curso. As recentes conquistas tecnológicas a que o aluno do curso de Matemática tem acesso permitem que ele exerça suas atividades como profissional capaz de colaborar na elaboração de material para utilização em mídias eletrônicas, em um campo crescentemente promissor que advém com a educação a distância. Devemos enfatizar que, pela base adquirida nas disciplinas de formação didática e pela discussão que é promovida durante o curso sobre os documentos e propostas oficiais para a educação no país, destacando os Parâmetros Curriculares Nacionais, 29

30 a LDB e as grandes diretrizes nacionais, o aluno egresso do curso de Matemática pode se colocar, também, como agente de destaque na melhoria do ensino, em cargos administrativos relacionados à Educação. 10 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) Entende-se o NDE como um conjunto de professores de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral e parcial e que respondem mais diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Matemática. São atribuições do NDE: a) Elaborar o projeto pedagógico do curso, sob a supervisão da Coordenação do Curso e orientação e acompanhamento da Assessoria de Desenvolvimento e Planejamento Pedagógico, definindo sua concepção e fundamentos; b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso; c) Atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso; d) Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para análise da Assessoria de Desenvolvimento e Planejamento Pedagógico e posterior aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; e) Supervisionar as formas de avaliação de ensino e acompanhamento do curso, definidas pelo Colegiado; f) Analisar e avaliar, sob a supervisão da Assessoria de Desenvolvimento e Planejamento Pedagógico, os Planos de Ensino dos componentes curriculares; g) Promover a integração horizontal e vertical e a interdisciplinaridade proposta pelo Curso, a interdisciplinaridade, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico; h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a indicação ou substituição de docentes, quando necessário; i) Elaborar e implementar o acompanhamento do desempenho docente e discente, por meio de dados fornecidos pela Avaliação Institucional; j) Elaborar diagnóstico anual de aproveitamento discente por meio de diferentes instrumentos avaliativos. 30

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