PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARÁIBA SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENADORIA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DIAGNÓSTICO

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1 PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARÁIBA SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENADORIA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DIAGNÓSTICO ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI NO ESTADO DA PARAÍBA UNIDADES DE INTERNAÇÃO João Pessoa, dezembro de 2009.

2 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 2. INTRODUÇÃO 3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 4. CARACTERIZAÇÃO DO ESTADO E DOS MUNICÍPIOS ONDE ESTÃO LOCALIZADAS AS UNIDADES DE INTERNAÇÃO 4.1. A PARAÍBA 4.2. JOÃO PESSOA 4.3. CAMPINA GRANDE 4.4. LAGOA SECA 4.5. SOUSA 5. ANÁLISE DOS DADOS SOBRE O ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI NO ESTADO DA PARAÍBA 5.1. CONSIDERAÇÕES 6. SÍNTESE DAS UNIDADES DE INTERNAÇÃO 6.1. CASA EDUCATIVA / JOÃO PESSOA 6.2. CENTRO EDUCACIONAL DO ADOLESCENTE CEA / SOUSA 6.3. ABRIGO PROVISÓRIO / CAMPINA GRANDE 6.4. LAR DO GAROTO / LAGOA SECA 6.5. CENTRO EDUCACIONAL DO JOVEM CEJ / JOÃO PESSOA 6.6. CENTRO EDUCACIONAL DO ADOLESCENTE CEA / JOÃO PESSOA 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS 8. PROPOSTAS 8.1. PARA TODAS AS UNIDADES 8.2. CENTRO EDUCACIONAL DO ADOLESCENTE CEA / JOÃO PESSOA 8.3. CENTRO EDUCACIONAL DO JOVEM CEJ / JOÃO PESSOA 8.4. LAR DO GAROTO / LAGOA SECA 8.5. ABRIGO PROVISÓRIO / CAMPINA GRANDE 8.6. CENTRO EDUCACIONAL DO ADOLESCENTE CEA / SOUSA 8.7. CASA EDUCATIVA / JOÃO PESSOA 9. EQUIPE MULTIPROFISSIONAL E COMPOSIÇÃO BÁSICA DA EQUIPE TÉCNICA; PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS 9.1. EQUIPE MULTIPROFISSIONAL 9.2. PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 11. EQUIPE DE ELABORAÇÃO 12. ANEXOS

3 1 - Apresentação A COORDENADORIA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE é um órgão de atuação programática, vinculado à Secretaria de Recursos Humanos do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba que tem como finalidade planejar, sistematizar e desenvolver políticas e ações sociais na área da infância e da juventude. Compete à Coordenadoria promover a articulação do Sistema de Justiça da Infância e da Juventude com os Poderes Públicos e a Sociedade Civil organizada no desenvolvimento de ações integradas, visando à implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. Com fundamento nas nossas atribuições, iniciamos, juntamente com a Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente Alice de Almeida - FUNDAC, que prontamente nos atendeu (anexo 1), um trabalho nas Unidades de Internação com Privação de Liberdade ao Adolescente em Conflito com a Lei, no Estado da Paraíba, durante os meses de setembro a novembro de 2009, em quatro Municípios, onde as referidas Unidades estão localizadas, para compartilhar com todos os envolvidos à realidade deste público, possibilitando o encaminhamento de propostas para contribuir com o processo de crescimento institucional e pessoal de cada adolescente. Enfrentamos dificuldades na coleta de dados, porque as informações teriam que ser colhidas in loco, através dos registros individuais dos adolescentes, nas áreas sociais, psicológicas, de saúde e jurídicas. O trabalho foi realizado em conjunto com a equipe técnica de cada Unidade, em suas distintas áreas de atuação, e a acolhida cordial e prestativa de todos, resultou na conclusão deste. Fora oficiado aos doutos Magistrados, acerca da realização dos trabalhos, conforme anexos (02, 03 e 04), apoiando e possibilitando o início do levantamento das informações das Unidades. 3

4 2 - Introdução Este relatório foi elaborado a partir da observação e análise das Unidades de Execução de Medida Sócioeducativa de Privação de Liberdade ao Adolescente em Conflito com a Lei, no Estado da Paraíba, durante os meses de setembro a novembro de 2009, em quatro Municípios, totalizando 05 Unidades masculinas e uma feminina. Essas Unidades são gerenciadas pelo Governo do Estado, através da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente, que as mantém com recursos próprios. Nosso objetivo é retratar a realidade no Estado, para que, a partir deste registro, um esforço conjunto dos Poderes Públicos, através das políticas voltadas para a valorização da dignidade humana, possam efetivar maior agilidade e qualidade na prestação jurisdicional aos adolescentes em conflito com a lei e, assim, o cumprimento do SINASE. 4

5 3 - Procedimentos Metodológicos Este trabalho iniciou-se com a formação de uma comissão composta por técnicos da Coordenadoria da Infância e da Juventude e um representante da equipe técnica da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente FUNDAC, para visitar todas as Unidades de Internação e coletar dados referentes ao adolescente a partir do prontuário institucional, bem como, retratar a estrutura funcional e física das Unidades. Em seguida, os dados serão tabulados e passarão a compor um banco de dados, permitindo a identificação da situação dos adolescente e a elaboração do perfil. 5

6 4 - Caracterização do Estado e dos Municípios onde estão localizadas as Unidades de Internação A PARAÍBA Perfil da Paraíba Ano da fundação: a Paraíba foi fundada em 1585 Localização: O Estado da Paraíba está situado à leste da região Nordeste, na mais oriental do território brasileiro posição Extensão: compreende uma área de ,6 km 2 Total de Habitantes: (IBGE/2007) Economia: baseada na agricultura, indústria, pecuária e turismo Mesorregiões: Agreste, Borborema, Sertão e Zona da Mata Número de Municípios: 223. Capital: João Pessoa Fonte: Guia de Serviços Públicos para a Infância e Juventude na Paraíba-TJ/PB (2007) 6

7 4.2 - João Pessoa A capital do Estado da Paraíba está situada no extremo oriental do continente americano, na região denominada Mata Paraibana e Litoral, com a população atual de habitantes, de acordo com a contagem do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (2007), apresentando um Índice de Desenvolvimento Humano - IDH de 0,783. Informações gerais dos serviços públicos do Município: Município: JOÃO PESSOA Região: Mata Paraibana / Litoral População: PROGRAMAS E AÇÕES PÚBLICAS PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE NA PARAÍBA - ANO 2007 Nº de Ordem PROGRAMA/AÇÃO ESFERA POPULAÇÃO ATENDIDA TOTAL DE UNIDADES ESTADUAL MUNICIPAL ESTADUAL MUNICIPAL 01. Escola Creche Centro de Atenção Psicossocial (CAPSi e CAPS ad) Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) -- X Programa Leite da Paraíba X Programa de Atendimento à Criança (PAC) -- X Programa de Apoio à Família e ao Egresso (PROAFE) X Programa Agente Jovem -- X Programa de Saúde da Família (P.S.F) -- X Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente -- X Conselho Municipal de Assistência Social -- X Conselho Tutelar -- X Unidade de Semiliberdade - Medida Sócio-Educativa X Unidade de Internação Medida Sócio-Educativa X Fonte:Guia de Serviços Públicos para a Infância e a Juventude na Paraíba TJ/PB (2007). TOTAL DE PESSOAS 7

8 4.3 - Campina Grande Campina Grande é um município serrano, de clima ameno e população de habitantes (IBGE 2007). Está localizada à 120 Km da capital paraibana, e. apresenta um Índice de Desenvolvimento Humano IDH (IBGE ) de 0,721. Informações gerais dos serviços públicos do Municipio Município: CAMPINA GRANDE Região: Agreste População: PROGRAMAS E AÇÕES PÚBLICAS PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE NA PARAÍBA - ANO 2007 Nº de Ordem PROGRAMA/AÇÃO ESFERA POPULAÇÃO ATENDIDA TOTAL DE UNIDADES ESTADUAL MUNICIPAL ESTADUAL MUNICIPAL 01. Escola Creche Centro de Atenção Psicossocial (CAPSi e CAPS ad) Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) -- X Programa Leite da Paraíba X Programa de Atendimento à Criança (PAC) -- X Programa de Apoio à Família e ao Egresso (PROAFE) X Programa Agente Jovem -- X Programa de Saúde da Família (P.S.F) -- X Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente -- X Conselho Municipal de Assistência Social -- X Conselho Tutelar -- X Unidade de Semiliberdade - Medida Sócio-Educativa Unidade de Internação Medida Sócio-Educativa X Fonte: Guia de Serviços Públicos para a Infância e a Juventude na Paraíba TJ/PB (2007). TOTAL DE PESSOAS 8

9 4.4 - Lagoa Seca Está localizada no Agreste paraibano à 130,60 km da Capital, com uma população de habitantes, e apresenta um Índice de Desenvolvimento Humano IDH de 0,611 (IBGE 2007). Informações gerais dos serviços públicos do Município: Município: LAGOA SECA Região: Agreste População: PROGRAMAS E AÇÕES PÚBLICAS PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE NA PARAÍBA - ANO 2007 Nº de Ordem PROGRAMA/AÇÃO ESFERA POPULAÇÃO ATENDIDA TOTAL DE UNIDADES ESTADUAL MUNICIPAL ESTADUAL MUNICIPAL 01. Escola Creche Centro de Atenção Psicossocial (CAPSi e CAPS ad) Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) -- X Programa Leite da Paraíba X Programa de Atendimento à Criança (PAC) -- X Programa de Apoio à Família e ao Egresso (PROAFE) Programa Agente Jovem -- X Programa de Saúde da Família (P.S.F) -- X Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente -- X Conselho Municipal de Assistência Social -- X Conselho Tutelar -- X Unidade de Semiliberdade - Medida Sócio-Educativa Unidade de Internação Medida Sócio-Educativa X Fonte:Guia X Governo de Serviços Estadual Públicos para a Infância e a Juventude na Paraíba TJ/PB (2007). Fonte: X Governo Municipal Fonte: X I.B.G.E. TOTAL DE PESSOAS 9

10 4.5 Sousa O Município localiza-se no Sertão paraibano, à uma distância de 427,10 km da Capital, e sua população é de habitantes, apresenta um Índice de Desenvolvimento Humano - IDH de 0,657. (IBGE 2007). Informações gerais dos serviços públicos do Município: Município: SOUSA Região: Sertão População: PROGRAMAS E AÇÕES PÚBLICAS PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE NA PARAÍBA - ANO 2007 Nº de Ordem PROGRAMA/AÇÃO ESFERA ESTADUAL MUNICIPAL POPULAÇÃO ATENDIDA ESTADUAL MUNICIPAL 01. Escola Creche Centro de Atenção Psicossocial (CAPSi e CAPS ad) Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) -- X Programa Leite da Paraíba X Programa de Atendimento à Criança (PAC) -- X Programa de Apoio à Família e ao Egresso (PROAFE) X Programa Agente Jovem -- X Programa de Saúde da Família (P.S.F) -- X Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente -- X Conselho Municipal de Assistência Social -- X Conselho Tutelar -- X Unidade de Semiliberdade - Medida Sócio-Educativa Unidade de Internação Medida Sócio-Educativa X Fonte: X Governo Estadual Fonte: X Governo Municipal Fonte: X I.B.G.E. TOTAL DE UNIDADES Fonte:Guia de Serviços Públicos para a Infância e a Juventude na Paraíba TJ/PB (2007). TOTAL DE PESSOAS 10

11 5 Análise dos dados sobre o adolescente em conflito com a Lei no Estado da Paraíba A população, objeto da pesquisa, refere-se a adolescentes em conflito com a lei, totalizando 267 jovens, dentre os quais: 261 são do sexo masculino e 6 do sexo feminino. Segundo o IBGE/2007, a contagem populacional corresponde a habitantes, o que nos leva a identificar um índice de 0,00733 % para o público alvo pesquisado. Durante os meses de setembro a novembro de 2009 uma equipe de técnicos composta pela Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça e a Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente, realizou uma coleta de informações sobre os adolescentes em conflito com a Lei para serem apresentados aos órgãos competentes. Foi elaborado um modelo de ficha relativa ao perfil do adolescente e sua família, bem como, o perfil da Unidade para coleta, tabulação e posterior análise dos dados. Os resultados obtidos apresentam um perfil do adolescente em conflito com a Lei na Capital, semelhante aos das demais Unidades no interior. É na Capital, onde se encontra a maior demanda de um total de 267 adolescentes internos na Paraíba; 184 estão distribuídos entre duas Unidades masculinas e 1 feminina, em João Pessoa, equivalendo a 68% do total de adolescentes internos no Estado (ver anexos 5 e 6), conforme os dados apresentados da pesquisa aplicada junto às Unidades de Internação. Percebe-se que, em João Pessoa, 37% possuem suas origens ligadas à Capital e 63% são de outros municípios ( ver anexos 5 e 6). No que se refere ao gênero, o sexo masculino apresenta acentuada predominância sobre o feminino, este representando apenas 2,2% do universo pesquisado. Quanto à etnia, há uma maior incidência de mestiços, 38,6% em relação as demais etnias, onde foram encontrados os seguintes dados:30,3% são brancos; 28,8%, são negros; e há ainda registro de 2,2% sem informação (ver gráfico 01). 11

12 Gráfico 1 Etnia dos Adolescentes das Unidades de Internação (N=267) 40,0 35,0 30,3 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 2,2 0,0 Branca não informada Fonte: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba / FUNDAC 28,8 Negra 38,6 Parda O estudo também avaliou o perfil do adolescente, conforme a sua escolaridade, sendo que 85,4% dos adolescentes pesquisados encontram-se no nível de escolaridade fundamental; 3,4% são do ensino médio (ver anexos 5 e 6). Surpreendem, também, as respostas apresentadas em relação à composição e convivência familiar dos quais 77% têm pais vivos; 57% das mães estão como responsáveis pelo adolescente; e 15% têm os pais como responsáveis, restando 8% como outros, ou seja, as figuras paterna e materna estão presentes no cotidiano dos adolescentes, não permitindo afirmar que o ato infracional cometido por adolescentes esteja diretamente relacionado à ausência física do pai ou da mãe (ver gráfico 2 e tabela 1). Entretanto, ressalta-se que, embora fisicamente presentes, a condição sócioeconômica os tornam ausentes. 12

13 Gráfico 2 Responsável pelo Adolescente (N=267) Ninguém Não informado 3 3 Outros Prima 1 1 Tia 4 Irmã Avós 1 1 Avó 5 Os pais Pai Mãe Fonte: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba / FUNDAC Percentual de Adolescentes Tabela 1 Convivência Familiar Pai e Mãe Adolescentes Percentual de Adolescentes vivos ,8 pai vivo e mãe falecida 8 3,0 pai falecido e mãe viva 14 5,2 falecidos 2 0,7 não informado 1 0,4 mãe viva e não tem pai 31 11,6 mãe falecida e não tem pai 6 2,2 Total ,0 Fonte: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba / FUNDAC 13

14 Quanto à vitimização na infância, somente um adolescente afirmou ter sido vítima de violência física, impossibilitando afirmar que exista uma relação direta entre vitimização na infância e comprometimento de ato infracional na adolescência, muito embora a violência na infância apareça, muitas vezes, de forma camuflada sem que a vítima ou o agressor percebam. Referente ao uso de drogas, 70% deles afirmam serem usuários; 28% confirmam que não as utilizam; e, 2% deixou de informar. Gráfico 3 Dependência Química dos Adolescentes das Unidades de Internação (N=267) Não Informado 2% Não 28% Sim Não Não Informado Sim 70% Fonte: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba / FUNDAC Sabe-se que o acesso às drogas entre a população infanto-juvenil está cada vez mais próximo, e a iniciação à experimentação e ao uso frequente cada vez mais precoce. A faixa etária está entre 14 e 20 anos, predominando os adolescentes entre 16 e 17 anos, representando 61,9% na Unidade de Sousa; 59,6% em Lagoa Seca, no Lar do Garoto; 50% no Abrigo Provisório, em Campina Grande; 80,2% no CEA, em J. Pessoa; e, 66% na Casa Educativa, atendendo adolescentes do sexo feminino. Referente ao Centro Educacional do Jovem, os adolescentes internos já estão na faixa etária entre 18 e 21 anos, sendo 87,6% entre 18 e 19 anos; 9,9% com 20 anos; e, 2.5% sem informação. Todos os internos do CEJ passaram pelo CEA e aguardam cumprimento final da medida (ver tabela 2). 14

15 Tabela 2 Faixa Etária por Unidade de Internação Nº de Ordem Nome da Unidade Município Capacidade Instalada Adolescentes Internos Distribuição dos internos por idade SI 1 Centro Educacional do Adolescente - CEA João Pessoa Centro Educacional do Jovem - CEJ João Pessoa Lar do Garoto Lagoa Seca Abrigo Provisório Campina Grande Centro Educacional do Adolescente -CEA Sousa Total Geral Fonte: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba / FUNDAC A renda familiar predominante das famílias dos adolescentes entrevistados é de 1 saláriomínimo, somadas aos rendimentos de todos os que trabalham em casa, estabelecendo-se uma relação direta, porém não generalizada, entre pobreza e criminalidade. Este dado permite afirmar que é na classe assalariada mais pobre em que se concentram os adolescentes envolvidos em atos infracionais (ver anexos 5 e 6). A tipologia dos atos infracionais realizados pelos adolescentes é bastante variada, embora roubo e roubo qualificado sejam predominantes, representando 37,6% das ocorrências registradas (ver anexos 7 e 8). Outro delito que chama atenção é homicídio, 20,6%, e registra-se ainda a predominância da atuação individual dos adolescentes na realização do ato infracional na Paraíba. Identifica-se a escola na modalidade formal em João Pessoa e Sousa. Já em Campina Grande e Lagoa Seca, não existe este vínculo com a Secretaria de Educação. 15

16 A saúde dos adolescentes em todos os municípios é precária e limitada ao atendimento, quando da ocorrência de algum fator externo, não estando na rotina o trabalho preventivo. As oficinas estão todas paralisadas e nenhuma atividade de esporte coordenado existe, nem foi identificada proposta pedagógica em execução. No que se refere à questão família/comunidade, a equipe técnica está distante desta convivência que, na sua quase totalidade, não visita as famílias, e que nenhum processo de acompanhamento e apoio existe ou foi sugerido através das políticas existentes na rede púbica. No momento da elaboração do relatório de avaliação semestral, o profissional faz um contato direto com o adolescente para, posteriormente, encaminhá-lo à autoridade judiciária. Há uma lacuna entre o técnico, a direção e os outros profissionais, pois não há uma rotina na realização de reuniões entre os grupos envolvidos com o adolescente e seu processo de educação. Cada Unidade tem um procedimento de atendimento e registro de informações, não havendo uniformidade de procedimentos e, consequentemente, descontinuidade no atendimento, quando da mudança de espaço físico ou medida aplicada para cumprimento. A relação adolescente/direção é feita de forma dissociada do trabalho técnico, porque, em geral, a direção da casa atende ao adolescente individualmente. O fluxo de atendimento de adolescentes pela direção impossibilita a troca de informações coletivas com o grupo que compõe o trabalho técnico. O adolescente, ao chegar à Unidade, tem seu acolhimento inicial feito por quem estiver no plantão, na sua maioria, equipe de apoio, entretanto não foi identificado um procedimento inicial de acolhimento sequencial em nenhuma Unidade. Os adolescentes estão recolhidos e, a eles, está garantida a integridade física. Quando o adolescente é recolhido ao chamado espaço de reflexão, a equipe técnica deixa de fazer contato com os mesmos, a família não o visita e as atividades coletivas ficam suspensas, contrariando os princípios de sócioeducação. O processo de reinserção familiar e comunitária está comprometido, porque as atividades de educação, oficinas e interação com a sociedade/comunidade inexistem. A assistência jurídica é realizada pelos advogados da Instituição, responsáveis pelas medidas nos Municípios de Sousa, Campina Grande, Lagoa Seca; em João Pessoa, são os Defensores Públicos que atuam nas Unidades masculinas; e pela advogada da Instituição FUNDAC, na casa feminina. Foram identificados nos prontuários dos jovens, ausência de guias de internação, ausência de cópias da sentença, ausências de documentos. Registra-se que, durante o período deste 16

17 trabalho, ocorreu uma atualização de dados, sendo solicitados os documentos referentes à Justiça e, em andamento, os documentos de identificação pessoal restantes. Entretanto, registramos alguns casos específicos como exemplos para serem refletidos: no CEJ, existe uma situação em que o adolescente, perante o grupo, está identificado como que praticou estupro, e em nenhum local dos documentos existentes consta que ele praticou atentado violento ao pudor; no CEA, um adolescente está na Unidade há mais de um ano, já teve várias passagens pela Justiça, sem identificação, e, cada vez que é interno apresenta um nome diferente, entretanto, tem família e local de residência fixa. 5.1 Considerações Segundo o artigo 121, do ECA, a medida de privação de liberdade deve respeitar os princípios da brevidade, excepcionalidade, destacando ainda o respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. Portanto, as Unidade de atendimento devem estar estruturadas de forma convergente e complementar em três dimensões: respeito aos direitos fundamentais do adolescentes, ação sócioeducativa e segurança- -cidadã, com bases ética, pedagógicas e organizacionais. Todas as Unidades de Internação para medidas sócioeducativas na Paraíba foram visitadas pela equipe para a coleta dos dados dos adolescentes e das Instituições de atendimento ao adolescente, possibilitando a elaboração deste documento. 17

18 6 SÍNTESE DAS UNIDADES DE INTERNAÇÃO 6.1 Casa Educativa João Pessoa /PB No mês de novembro, foram realizadas visitas à Unidade de Internação Casa Educativa. A mesma acolhe adolescentes e jovens do sexo feminino, na faixa etária de anos, com capacidade para 5 adolescentes que, no momento, abriga 6. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS escola; oficina de artes visuais; evangelização; atendimento médico e jurídico. CONFORMIDADE oficinas de artes visuais. NÃO CONFORMIDADE estrutura física pequena; sem espaço para atividades físicas; quartos pequenos com ventilação inadequada; sala única para atendimento psicológico, social e jurídico; equipe técnica reduzida. 18

19 6.2- Centro Educacional do Adolescente - CEA/Sousa No mês de setembro, foram realizadas visitas à Unidade de Internação - CEA/Sousa. A mesma acolhe adolescentes e jovens do sexo masculino, na faixa etária de anos, com capacidade para 25 adolescentes que, no momento, abriga 21. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DE CONFORMIDA NÃO CONFORMIDADE escola; horta; oficina de leitura; banho de sol; atividade física; refeições:café da manha, almoço e jantar; atendimento psicossocial diário; visitas: uma vez por semana.. espaço físico bom; equipe técnic - 1 psicólogo; social; - 1 assistente - 1 pedagogo; - 1 advogado; Uma ala com 4 quartos, com capacidade para cinco jovens, por quarto. escola com carga horária insuficiente; oficinas; atividade física:existe a área, porém sem estrutura; ambiente multiuso para:reuniões, refeitório e auditório. 19

20 6.3 Abrigo Provisório - Campina Grande No mês de setembro, foram realizadas visitas à Unidade de Internação - Abrigo Provisório. A mesma acolhe adolescentes e jovens do sexo masculino, na faixa etária de anos, com capacidade para 12 adolescentes que, no momento, abriga 10. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS atendimento psicossocial diário. CONFORMIDADE equipe técnica: - 1 psicólogo; - 4 assistentes sociais; - 1 pedagogo. 19 agentes sociais; 3 agentes de serviços gerais; 1 motorista; refeições: 3 principais e 2 lanches. NÃO CONFORMIDADE espaço físico; cômodos; escola sem proposta pedagógica. 20

21 6.4 Lar do Garoto Lagoa Seca No mês de setembro, foram realizadas visitas à Unidade de Internação Lar do Garoto Pe. Otávio dos Santos. A mesma acolhe adolescentes e jovens do sexo masculino, na faixa etária de anos, com capacidade para 45 adolescentes que, no momento, abriga 52. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DE CONFORMIDA NÃO CONFORMIDADE atendimento psicossocial e jurídico; oficinas de leitura; oficina de escultura em argila; refeições:3 principais e 1 lanche noturno; 4 professores sem contrato; área de lazer sem estrutura ; aula de xadrez; banho de sol; lazer; faxina das alas; equipe técnica: - 2 psicólogos; - 2 assistentes sociais; - 1 advogado; ausência de práticas esportivas; Oficinas desativadas; manutenção dos equipamentos; visita dos familiares: uma vez por semana; - 2 enfermeiros; - 1 pedagogo; auditório sem conservação; escola; atividade física; 8 agentes de serviços gerais; sala de aula inadequada. atendimento de enfermagem. 1 auxiliar administrativo; 4 professores; 40 agentes. 21

22 6.5 - Centro Educacional do Jovem CEJ/João Pessoa Nos meses de outubro e novembro, foram realizadas visitas à Unidade de Internação Centro Educacional do Jovem (CEJ). A mesma acolhe adolescentes e jovens do sexo masculino, na faixa etária de anos, com capacidade para 60 adolescentes que, no momento, abriga 81. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS CONFORMIDADE NÃO CONFORMIDADE atendimento psicossocial, jurídico, de enfermagem, médico, odontológico e farmacêutico; lazer; banho de sol; promoção de eventos esportivos; escola; grupos operativos; atendimento hospitalar. 3 refeições principais e 1 lanche noturno; atendimento, diário, psicossocial; visitas semanais; oficinas: artes visuais, fabricação de bolas; atendimento médico/de enfermagem; área de lazer; estrutura arquitetônica; limpeza e manutenção da Unidade; equipe técnica: - 4 psicólogos; - 4 assistentes sociais; - 3 advogados; 2 técnicos de enfermagem; 2 instrutores ocupacionais; 4 agentes operacionais; 2 assistentes técnicos; 3 agentes de serviços gerais; 1 motorista; 34 agentes sociais. escola não corresponde à carga horária vigente; número insuficiente de agentes sociais. 22

23 6.6 - Centro Educacional do Adolescente CEA/J. Pessoa Nos meses de outubro a novembro, foram realizadas visitas à Unidade de Internação Centro Educacional do Adolescente(CEA). A mesma acolhe adolescentes e jovens do sexo masculino, na faixa etária de anos, com capacidade para 62 adolescentes que, no momento, abriga 97. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS escola; oficinas de material de limpeza e de serviços gráficos; grupos operativos; atividades esportivas com banho de sol; atendimento psicossocial, jurídico, odontológico e médico; atendimento hospitalar; exames e atendimentos médicos especializados; CONFORMIDADE atendimento psicossocial; salas de aula; limpeza adequada; técnica: sociais; equipe - 7 psicólogos; - 8 assistentes - 2 advogados; - 1 odontólogo; - 1 médico; - 1 fisioterapeuta; NÃO CONFORMIDADE escola fora da carga horária vigente; quarto de reflexão em condições precárias; superlotação; internação provisória superlotada e em condições precárias. atendimento odontológico especializado. apoio: sociais; - 2 enfermeiros; Equipe de - 68 funcionários; agentes 23

24 7 - Considerações finais A Coordenadoria da Infância e da Juventude, juntamente com a Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente Alice de Almeida - FUNDAC, ao apresentar este relatório com a tabulação de todos os dados levantados, através dos questionários em anexo, entendem que o incentivo à atuação dos atores sociais, em conjunto com as redes de defesa de direitos da criança e do adolescente, fortalece a atuação das entidades não governamentais e do Poder Público, implementando o Sistema de Garantia de Direitos, promovendo a integração entre os gestores e os diversos segmentos comprometidos com a política de garantia de direitos na área da infância e da juventude, permitindo identificar objetivos específicos e comuns na execução de Políticas de Atenção Integral ao Adolescente em conflito com a lei. Serão apresentadas sugestões em forma de propostas às Instituições envolvidas no atendimento ao adolescente em conflito com a lei. 24

25 8 Propostas Para todas as Unidades Espaço físico: Rever o espaço chamado reflexão, isolado ou castigo, reestruturando o ambiente, conforme preceitua o SINASE, em todas as unidades Centro Educacional do Adolescente - CEA - João Pessoa: Reetruturar o refeitório Resolver o destino dos dejetos Criar uma estrutura adequada para a triagem Criar uma estrutura adequada para a internação provisória Implantar uma sala de leitura Recuperar as oficinas Ativar os espaços físicos, para práticas saudáveis Centro Educacional do Jovem - CEJ - João Pessoa: Colocar o refeitório em funcionamento Resolver o destino dos dejetos Definir uma estrutura para acolhimento Criar uma estrutura adequada para a barbearia, sugerindo o modelo do CEA/JP Implantar uma sala de leitura Implantar oficinas Ativar os espaços físicos, para práticas saudáveis Estruturar ambiente com roupas adequadas, inclusive para as audiências 25

26 8.4 - Lar do Garoto: Resolver o problema da água Comunicar ao Ministério Público o problema do lixo, na área externa da Unidade, para providências Resolver o destino dos dejetos Definir uma estrutura para acolhimento Criar uma estrutura adequada para a barbearia, sugerindo o modelo do CEA/JP Implantar uma sala de leitura Recuperar as oficinas Ativar os espaços físicos, para práticas saudáveis Estruturar ambiente com roupas adequadas, inclusive para as audiências Abrigo Provisório: Fechar a Unidade e transferir provisoriamente os adolescentes para outro espaço, até a construção de uma Unidade, nos moldes do SINASE 8.6 Centro Educacional do Adolescente CEA/Sousa: Definir uma estrutura para acolhimento Implementar a sala de leitura Ativar os espaços físicos, para práticas saudáveis Estruturar ambiente com roupas adequadas, inclusive para as audiências Criar um espaço coberto na área do campo de atividades físicas, para permitir o múltiplo uso Criar uma estrutura adequada para a barbearia, sugerindo o modelo do CEA/JP. 26

27 8.7 - Casa Educativa: Necessita de espaço físico adequado, ou seja, construção de uma Unidade própria, nos moldes do SINASE. 9 - Equipe multiprofissional e composição básica da equipe técnica; padronização de procedimentos Equipe multiprofissional: Assistente social, psicólogo, pedagogo, professor, educador físico, instrutor para oficina. Incluir o advogado em todas as Unidades de internação Atendimento médico-odontológico de rotina, na rede pública. Obs.: Acionar o Ministério Público para compor a equipe Padronização de procedimentos: Justiça: padronizar o documento Guia de Internação e/ou de encaminhamento Relatórios: realizar oficinas de trabalho para padronização de modelos de relatórios. Padronização das pastas dos adolescentes e dos formulários utilizados pela FUNDAC, nas Unidades de Internação Ficha de identificação de atendimento inicial a ser preenchida por um técnico Elaboração e/ou atualização do Regimento Interno Elaboração de Manual de Procedimentos para o adolescente, à família e os agentes sociais Criar, em parceria com a FUNDAC, um sistema informatizado entre as Unidades de Internação e as Varas da Infância e da Juventude, com atualização contínua, sugerindo, como modelo, o banco de dados do CEA/João Pessoa. Juventude. Instituir uma rotina de reuniões mensais entre os seguintes grupos: - direção, agentes sociais, equipe de apoio e técnicos; - direção, técnicos, representação dos adolescentes - técnicos das Unidades de Internação e técnicos das Varas da Infância e da 27

28 - reunião ampliada entre os Juizados da Infância e Juventude (Autoridade Judiciária), Presidente da FUNDAC, Diretoria da Unidade, Ministério Público e Defensoria Pública Proposta pedagógica: Construir e/ou rever, de acordo com a realidade de cada Unidade, uma proposta pedagógica, estabelecendo-se princípios básicos, que sejam norteadores de todas as atividades sóciopedagógicas Instituir um cartão de agendamento, no qual o adolescente terá um controle dos seus atendimentos Construir um termo de compromisso entre a Instituição e o adolescente, para ser aplicado quando da decisão e/ou necessidade de retirar o jovem do convívio coletivo, contendo:comunicado à Defensoria Pública, advogados e técnicos, responsáveis pelo adolescente, com anotação no prontuário individual e no cartão de agendamento, respeitando-se o princípio da brevidade Elaborar uma rotina para o atendimento individual de saúde, social,psicológico e pedagógico Elaborar uma tabela, constando a situação jurídica de todos os adolescentes internos na Unidade, contendo a situação jurídica, seguindo o formulário modelo adotado pelo CEJ Manter atualizado um formulário com o perfil da Unidade, contemplando os itens citados:nome da Unidade, endereço, direção, equipe técnica e de apoio, data da fundação da Unidade, capacidade de atendimento, população abrigada Reconsiderar o espaço utilizado como reflexão, isolado ou castigo, à luz do Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, e de conformidade com o SINASE Repensar o apoio ao egresso 28

29 11 Referências Bibliográficas - Constituição Federal/88 - Convenção da ONU sobre os direitos da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente -ECA - Regras de Beijim - Resolução 113/2006 do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente CONANDA - Sistema Nacional Sócioeducativo - SINASE 29

30 12 - Equipe de elaboração Coordenação Geral do trabalho: Vivianne de Andrade Sarmento Norma Wanderley da Nobrega Gouveia - Assistente Social Técnica da Fundac: Lindalva do Nascimento Brito - Assistente Social Equipe da Coordenadoria da Infância e da Juventude: José Rodrigues de Ataíde Neto Lenise Romero de Andrade Maria da Guia Meira Cartaxo Filgueiras Mercia Rodrigues da Silva Pessoa Mirian Ferreira de Lima Rosa Maria Brasileiro Colaboração da Coordenadoria de Controle de Qualidade Adriano Lima Buriti 30

31 ANEXOS 1 Ofício FUNDAC nº 368/209 GP / Resposta ao Ofício nº 61 COINJU 2 Ofício COINJU Circular nº 11/2009 (Drª. Virgínia Gaudêncio de Novais) 3 Ofício COINJU Circular nº 11/2009 (Drª. Maria dos Remédios Pordeus Pedrosa) 4 Ofício COINJU Circular nº 11/2009 (Dr. Alberto Quaresma) 5 Quadro Demonstrativo do Perfil do Adolescente 6 Quadro Demonstrativo do Perfil da Adolescente 7 Quadro Demonstrativo de Situação Infracional Masculino 8 Quadro Demonstrativo de Situação Infracional Feminino 9 Tabela 3 Predominância de adolescentes por Comarca 10 Tabela 4 Adolescentes por Comarca de origem 11 Tabela 5 - Faixa Etária CEA/Sousa 12 Tabela 6 - Faixa Etária Lar do Garoto/Lagoa Seca 13 Tabela 7 - Faixa Etária Abrigo Provisório/Campina Grande 14 Tabela 8 - Faixa Etária Casa Educativa/João Pessoa 15 Tabela 9 Faixa Etária CEJ/João Pessoa 16 - Tabela 10 Faixa Etária CEA/João Pessoa 17 Tabela 11 Município de Residência (Geral) 18 Tabela 12 Município de Residência Abrigo Provisório/Campina Grande 19 Tabela 13 Município de Residência Casa Educativa/João Pessoa 20 Tabela 14 Município de Residência CEA/João Pessoa 21 Tabela 15 Município de Residência - CEA/Sousa 22 Tabela 16 Município de Residência CEJ/João Pessoa 23 Tabela 17 Município de Residência Lar do Garoto/ Lagoa Seca 24 Tabela 18 Medidas em Meio Aberto 25 Tabela 19 Total de Adolescentes por Unidades 26 Tabela 20 Número de Entradas no Sistema 27 Gráfico 4 - Representação dos adolescentes que possuem documentos 28 - Gráfico 5 Documentos apresentados pelos adolescentes 29 Gráfico 6 A existência do pai dos adolescentes 30 Gráfico 7 A existência da mãe dos adolescentes 31 Gráfico 8 Morbidade dos Genitores 32 Gráfico 9 Tempo de Internação dos Adolescentes 33 Gráfico 10 Visitas 34 Gráfico 11 Situação Escolar 31

32 Tabela 3 Predominância de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa de internação por comarca de origem Comarca de Origem Número de Adolescentes % Bayeux 11 4,1 Campina Grande 30 11,2 Guarabira 38 14,2 João Pessoa 81 30,3 Santa Rita 23 8,6 Sousa 12 4,5 Outros Municípios 72 27,0 Total ,0 32

33 Tabela 4 - Adolescentes por comarca de origem Número de Comarca de Origem % Adolescentes Alagoa Grande 1 0,4 Alagoinha 1 0,4 Alhandra 1 0,4 Araçagi 2 0,7 Arara 1 0,4 Araruna 1 0,4 Areia 2 0,7 Bayeux 11 4,1 Caaporã 1 0,4 Cabedelo 6 2,2 Cajazeiras 1 0,4 Campina Grande 30 11,2 Catolé do Rocha 2 0,7 Cruz do Espírito Santo 1 0,4 Esperança 3 1,1 Fagundes 1 0,4 Guarabira 38 14,2 Itabaiana 1 0,4 Jacaraú 1 0,4 João Pessoa 81 30,3 Lucena 2 0,7 Mamanguape 2 0,7 Mari 8 3,0 Patos 9 3,4 Picuí 1 0,4 Pocinhos 1 0,4 Queimadas 1 0,4 Recife/PE 3 1,1 Remígio 1 0,4 Santa Luzia 2 0,7 Santa Rita 23 8,6 São João do Rio do Peixe 1 0,4 Sapé 4 1,5 Solânea 6 2,2 Soledade 1 0,4 Sousa 12 4,5 Teixeira 3 1,1 não informado 1 0,4 Total ,0 33

34 Tabela 5 Faixa etária dos adolescentes internos na Unidade do CEA/Sousa Idade Adolescentes % , , , , ,3 Total ,0 Tabela 6 Faixa etária dos adolescentes internos na Unidade do Lar do Garoto/Lagoa Seca Idade Adolescentes % , , , , ,8 não informado 3 5,8 Total ,0 Tabela 7 Faixa etária dos adolescentes internos na Unidade Abrigo Provisório/Campina Grande Idade Adolescentes % , , , ,0 Total ,0 34

35 Tabela 8 Faixa etária dos adolescentes internos na Unidade Casa Educativa/João Pessoa Idade Adolescentes % , , ,7 Total 6 100,0 Tabela 9 Faixa etária dos adolescentes internos na Unidade CEJ/João Pessoa Idade Adolescentes % , , ,9 não informado 2 2,5 Total ,0 Tabela 10 Faixa etária dos adolescentes internos na Unidade CEA/João Pessoa Idade Adolescentes % , , , , ,2 Total ,0 35

36 Tabela 11 Municípios de Residência Município de Residência dos Adolescentes das Unidades de Internação Adolescentes Alagoa Grande 1 Alagoinha 1 Arara 1 Araruna 1 Areia 2 Bananeiras 1 Bayeux 14 Cabedelo 11 Cajazeiras 1 Campina Grande 29 Carnaúba dos Dantas RN 1 Catolé do Rocha 2 Cruz do Espírito Santo 1 Desterro 1 Esperança 3 Fagundes 1 Guarabira 37 Itabaiana 1 Jacaraú 1 João Pessoa 68 Lagoa Seca 1 Lucena 1 Mamanguape 1 Mari 6 Não Informado 8 Patos 8 Pedras de Fogo 1 Picuí 1 Pirpirituba 1 Pitimbu 2 Recife/PE 1 Remígio 1 Rio Tinto 1 Santa Luzia 1 Santa Rita 24 São João do Rio do Peixe 1 São Sebastião de Lagoa de Roça 1 Sapé 7 Solânea 6 Sousa 11 Teixeira 3 Timbaúba/PE 2 Total

37 Tabela 12 Municípios de Residência por Unidade de Internação Município de Residência dos Adolescentes Internados na Unidade ABRIGO Campina Adolescentes Grande Areia 1 Campina Grande 6 Esperança 1 Solânea 2 Total 10 Tabela 13 - Municípios de Residência por Unidade de Internação Município de Residência dos Adolescentes da Unidade de Internação Casa Educativa - João Adolescentes Pessoa Alagoa Grande 1 Bayeux 1 João Pessoa 2 Mari 1 Sousa 1 Total 6 Tabela 14 - Municípios de Residência por Unidade de Internação Município de Residência dos Adolescentes da Unidade de Internação Centro Educacional do Adolescentes Adolescente - CEA - João Pessoa Alagoinha 1 Bayeux 7 Cabedelo 6 Carnaúba dos Dantas RN 1 Guarabira 15 Jacaraú 1 João Pessoa 36 Lucena 1 Mamanguape 1 Mari 4 Não Informado 3 Pitimbu 2 Rio Tinto 1 Santa Rita 12 Sapé 4 Sousa 2 Total 97 37

38 Tabela 15 - Municípios de Residência por Unidade de Internação Município de Residência dos Adolescentes da Unidade de Internação Centro Educacional do Adolescentes Adolescente - CEA - Sousa Cajazeiras 1 Catolé do Rocha 2 Patos 7 Santa Luzia 1 São João do Rio do Peixe 1 Sousa 8 Não informado 1 Total 21 Tabela 16 - Municípios de Residência por Unidade de Internação Município de Residência dos Adolescentes da Unidade de Internação Centro Educacional do Adolescentes Jovem - CEJ - João Pessoa Araruna 1 Bayeux 6 Cabedelo 5 Guarabira 13 Itabaiana 1 João Pessoa 30 Mari 1 Pedras de Fogo 1 Pirpirituba 1 Recife/PE 1 Santa Rita 12 Sapé 3 Timbaúba/PE 2 Não Informado 4 Total 81 38

39 Tabela 17 - Municípios de Residência por Unidade de Internação Município de Residência dos Adolescentes da Unidade de Internação Lar do Garoto - Lagoa Adolescentes Seca Arara 1 Areia 1 Bananeiras 1 Campina Grande 23 Cruz do Espírito Santo 1 Desterro 1 Esperança 2 Fagundes 1 Guarabira 9 Lagoa Seca 1 Patos 1 Picuí 1 Remígio 1 São Sebastião de Lagoa de Roça 1 Solânea 4 Teixeira 3 Total 52 Tabela 18 Cumprimento de Medida em Meio Aberto Adolescentes cumpriram medida em meio aberto SIM 36 13,48% Não ,40% Não informado 19 7,12% Total ,00% 39

40 Tabela 19 Total de Adolescentes por Unidade Unidade Nº de Adolescent es Sexo CEA Sousa 21 M Abrigo Provisório 10 M Lar do Garoto 52 M CEA João Pessoa 97 M CEJ João Pessoa 81 M Casa Educativa 6 F Total Tabela 20 Entradas do Adolescente no Sistema Entrada no Sistema Nº de Adolescentes 1 vez vezes 67 3 vezes 25 4 vezes 9 5 vezes 4 várias 2 Total

41 Gráfico 4 Representação dos Adolescentes que possuem Documentos (N=267) 100,0 90,3 Percentual 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 9,7 sim não Gráfico 5 Documentos Apresentados pelos Adolescentes das Unidades de Internação (N=267) 7,1% 0,7% 9,7% 28,8% 53,2% 0,4% apenas Certidão de Nascimento apenas CTPS apenas CPF mais de um documento apenas Cédula de Identidade nenhum documento 41

42 Gráfico 6 A existência do Pai dos Adolescentes das Unidades de Internação (N=267) 80,0 70,0 60,0 50,0 79,8 Percentual 40,0 30,0 20,0 10,0 6,0 13,5 0,0 sim falecido não 0,4 padrasto 0,4 sem informação Respostas obtidas Gráfico 7 A existência da Mãe dos Adolescentes das Unidades de Internação (N=267) 100,0 93,6 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 6,0 0,0 0,4 sim sim, mas já falecida sem informação Re spostas obtidas 42

43 Gráfico 8 Morbidade dos Genitores dos Adolescentes das Unidades de Internação (N=267) 22,5% 0,7% vivos falecidos outras situações 76,8% Gráfico 9 Tempo de Internação dos Adolescentes (n = 265) 45,0% 41,1% 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 20,4% 15,0% 10,0% 15,1% 14,0% 5,0% 0,0% ,8% ,6% Intervalo em Meses 43

44 Gráfico 10 Visitas para os Adolescentes nas Unidades de Internação (N=267) 2% 13% Sim Não Não Informado 85% Gráfico 11 Situação Escolar Atual dos Adolescentes das Unidades de Internação Não informado 4,5% Ens. Médio 3,4% Sem escolaridade 6,4% Alfabetizado 0,4% Sem escolaridade Alfabetizado Ens. Fundamental Ens. Médio Não informado Ens. Fundamental 85,4% 44

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