RECONSTRUINDO VÍNCULOS

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1 RECONSTRUINDO VÍNCULOS U M P R O J E T O D O I N S T I T U T O B E R Ç O D A C I D A D A N I A S O B O P A T R O C Í N I O D O P R O G R A M A D E D E S E N V O L V I M E N T O S O C I A L D A P E T R O B R Á S C O O R D E N A Ç Ã O G E R A L : D I R C E B. F R A N Ç A

2 OBJETIVO Promover o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes que vivem em entidades de acolhimento do Distrito Federal

3 META: assegurar a convivência familiar para 100 crianças e adolescentes preferencialmente por meio da reintegração à família biológica ou, na impossibilidade, para famílias substitutas

4 Duração do projeto: 22 meses, iniciando-se efetivamente os trabalhos nas entidades de acolhimento em março de 2011.

5 O projeto foi concebido com a compreensão da importância do trabalho em rede. Assim, ao longo de todo o processo atores fundamentais como Vara da Infância, Promotoria, Conselhos Tutelares e a rede de assistência social (CRAS/ CREAS) serão convidados a construir soluções em conjunto com as entidades de acolhimento.

6 Etapas (1) Diagnóstico institucional de 6 entidades de acolhimento permitindo o reordenamento em consonância com os parâmetros do ECA e das Orientações Técnicas do CONANDA/CNAS; (2) Reflexão sobre o Plano Político Pedagógico das 6 entidades de acolhimento;

7 Etapas (3) Elaboração e Implementação de Planos de Atendimento Individual, assegurando-se atendimento de qualidade e personalizado a 100 crianças/adolescentes abrigados; (4) Elaboração e Implementação de Planos de Atendimento Familiar, fortalecendo os vínculos entre crianças/adolescentes abrigadas e suas famílias

8 Metodologia Convite às entidades de acolhimento para adesão ao projeto, firmando-se Termos de Parceria com as mesmas; Apresentação do projeto aos principais atores da rede: Promotoria, Vara da Infância, SEDEST, CDCA e Conselhos Tutelares, firmando-se as respectivas parcerias.

9 Metodologia O trabalho será desenvolvido nas seis entidades de acolhimento nas quais 100 crianças e adolescentes terão suas necessidades específicas atendidas a partir da elaboração de plano individual de atendimento.

10 Metodologia As famílias serão cuidadosamente avaliadas e integradas em estratégias e ações específicas visando ao seu fortalecimento e à retomada de suas funções parentais. Fundamental nesse processo será a presença dos profissionais (visitadores sociais) com atuação muito próxima às famílias.

11 Formação continuada Visto que a violência é um dos principais fatores a determinar a aplicação da medida protetiva, ao longo do projeto serão realizadas oficinas com as famílias e com profissionais, visando promover a educação sem violência. Estão previstas supervisões trimestrais com profissionais com expertise em trabalho com famílias

12 Quanto tempo? O trabalho com as famílias foi concebido para que se tenham fundamentos técnicos para subsidiar a decisão quanto ao destino da criança dentro do prazo legal de no máximo 2 anos. Se a definição puder se dar antes desse prazo, o projeto acompanhará a criança no contexto familiar.

13 Avaliação processual Todo o processo terá indicadores de monitoramento a partir dos quais se poderá fazer avaliação continuada dos procedimentos e ajustes nos mesmos; O registro em vídeo permitirá a produção de documentários a partir da conclusão de cada etapa e que servirá para monitoramento do processo.

14 Avaliação de resultados Para mensuração do impacto do projeto, serão feitos no início do mesmo os seguintes levantamentos: (1) tempo médio de permanência da criança nas entidades participantes do projeto e no DF de maneira geral; (2) número de medidas de acolhimento aplicadas no DF; (3) avaliação das entidades participantes do projeto tomando-se como referência as Orientações Técnicas

15 Avaliação de resultados Seminário de encerramento com participação dos diversos atores integrantes do projeto que compartilharão com toda a rede a avaliação do processo. Avaliação de resultados deverá mensurar o impacto do projeto nas três dimensões da medida: a qualidade dos cuidados; a excepcionalidade e a provisoriedade.

16 Registro e Sistematização Registro em vídeo de todo o processo permitirá sistematizar a experiência e replicar a metodologia

17 Parceiros Petrobrás- Programa Desenvolvimento e Cidadania Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Vara da Infância e Juventude SEDEST

18 Parceiros Entidades de acolhimento: ABRIRE Abrigo Reencontro Nosso Lar Lar de São José Casa Transitória de Brasília Grupo Luz e Cura Lar Chico Xavier (Larzinho) Produtora de Vídeo: Evolução

19 Obrigada pela atenção! Dirce B. França- Coordenadora Informações:

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