Coordenadoria da Infância e da Juventude

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Coordenadoria da Infância e da Juventude"

Transcrição

1 Coordenadoria da Infância e da Juventude (Parecer CIJ Nº 03/11) EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI PRIVADO DE LIBERDADE NECESSIDADE DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL POR OCASIÃO DA SOLTURA COMPETÊNCIA PARA ACOLHIMENTO E EXPEDIÇÃO DE GUIA PROVIDÊNCIAS PARA A GARANTIA DO DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA EM INTERVENÇÃO PRECOCE ARTICULAÇÕES NECESSÁRIAS EM ÂMBITO ESTADUAL E MUNICIPAL - DIRETRIZES Trata-se de ofício encaminhado pelo Departamento de Execuções da Infância e da Juventude DEIJ solicitando manifestação desta Coordenadoria a respeito de conflito de competência entre aquele Departamento e a Vara da Infância e da Juventude do Foro Regional de Itaquera a respeito da emissão de guia de acolhimento de adolescente em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto que, pela falta de respaldo familiar, deva ser acolhido. Vossa Excelência encaminhou-me referido ofício para parecer. Antes de adentrar o mérito da questão parecem oportunas duas ponderações. Primeiro, que a Coordenadoria da Infância e da Juventude tem atribuição para dar suporte aos magistrados, aos servidores e às equipes interprofissionais visando a melhoria da prestação jurisdicional, nos termos do art. 2º, inc. II, da Resolução 94 do Conselho Nacional de Justiça. Assim, este parecer, pautado pela discussão interna entre os magistrados especializados em infância e juventude e que compõem esta Coordenadoria, visa meramente orientar os demais juízes do Estado, não se prestando a solucionar divergências concretas de entendimento entre magistrados sobre competência para atividade eminentemente jurisdicional. Segundo, que a questão suscitada parece ter uma abrangência mais ampla que da capital. Assim, embora o DEIJ tenha invocado o Assento Regimental 165/90, que trata da distribuição de competência entre as varas especiais da infância e da juventude e as demais, este parecer procurará dar a abrangência geral que a questão suscitará ao Estado. Com efeito, em toda e qualquer comarca onde tramite processo de apuração de ato infracional supostamente cometido por adolescente que esteja internado provisoriamente ou um processo de execução de medida socioeducativa de internação pode ocorrer a situação trazida à discussão: no momento da liberação do adolescente depara-se com a falta de suporte familiar, colocando-se a necessidade de seu acolhimento. Se o caso ocorrer na capital, há a diferenciação de competência; se no interior, sendo diversa a cidade de residência do adolescente em relação àquela onde cometido o ato infracional ou onde esteja internado, o problema está posto do mesmo modo. Ora, nos termos do art. 147, 1º, do Estatuto da Criança e do Adolescente, nos casos de ato infracional, será competente a autoridade do lugar da ação ou omissão, observadas as regras de conexão, continência e prevenção. No que tange à execução, o Estatuto também é claro ao dispor que a execução das medidas poderá ser delegada à autoridade competente da residência dos pais ou responsável, ou do local onde sediar-se a entidade que abrigar a criança ou adolescente. (art. 147, 2º). Deste modo, a execução das medidas socioeducativas em meio aberto será processada sempre no juízo do local de residência dos pais e responsáveis pelo adolescente. No entanto, se privado de liberdade, a execução das medidas será de competência do juízo onde estabelecida a unidade de internação. Assim, tanto o juízo de conhecimento como de execução, uma vez decidida a liberação do adolescente, determinará seu encaminhamento aos pais ou responsáveis. Se estes residirem em outra comarca, a competência para processamento de qualquer providência de proteção será de outro juízo. Na eventualidade de não contar o(a) adolescente com suporte familiar, seu acolhimento familiar ou institucional pode ser necessário, não se justificando a manutenção da privação de liberdade por tal situação social. Coloca-se, aqui, a questão suscitada. Embora de família disfuncional, o acolhimento deve necessariamente ser feito no local de residência dos pais ou responsáveis.

2 Com efeito, o art. 88, inc. I, do Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece como diretriz da política de atendimento a municipalização, visando, justamente, que seja possível uma ação articulada e em rede, tal como preceituado pelo art. 86 da mesma lei, para que se garanta a proteção integral e prioritária estatuída nos arts. 3º e 100, parágrafo único, inc. II, da lei infantojuvenil. Assim, a criança ou o(a) adolescente deve ser acolhido(a) em entidade de seu município para cumprimento dos princípios estatuídos na lei, de preservação dos vínculos familiares (art. 92, inc. I), participação na vida da comunidade local na qual inserida (art. 92, inc. VII), mas, sobretudo, para a promoção da responsabilidade parental (art. 100, parágrafo único, inc. IX). Tanto é assim que o art. 94, 1º, do Estatuto da Criança e do Adolescente impõe a observância para o acolhimento familiar ou institucional das regras previstas para entidades de internação de adolescentes em conflito com a lei, dentre as quais a do art. 124, inc. VI, que determina dever o adolescente permanecer em entidade situada na mesma localidade de seu domicílio ou na mais próxima. A própria PNAS- Política nacional de assistência social prevê a territorialização do atendimento como um elemento essencial de proteção. Por tal razão, equivocado seria supor que, estando o adolescente privado de liberdade em uma comarca, deva ser acolhido, por ocasião de sua soltura, nesta mesma localidade. É sabido que o número de crianças e adolescentes acolhidos é imensamente maior do que aqueles privados de liberdade, de modo que a exigência de cumprimento da regra prevista no art. 124, inc. VI, do Estatuto da Criança e do Adolescente deve ser feita com muito mais rigor para os serviços de acolhimento do que para as unidades de internação, cuja área de abrangência territorial será necessariamente maior. Se assim é, o juiz responsável pelo processo de apuração do ato infracional ou pelo de execução de medida socioeducativa poderá ser distinto daquele competente para a ação de acolhimento. Ora, a regra básica de competência, segundo o Estatuto, é definida pelo domicílio dos pais ou responsáveis (art. 147, inc. I) e é esta a regra que deve prevalecer em relação às ações de acolhimento, em respeito ao direito fundamental ao processamento e sentenciamento pelo juízo competente (art. 5º, LIII, da Constituição Federal). Isto se torna tanto mais evidente quando se tem presente que a ação de acolhimento tem caráter necessariamente contencioso, segundo o art. 101, 2º, do Estatuto, em respeito, aliás, ao direito fundamental ao contraditório e ampla defesa (art. 5º, LV, da CF). Ora, a guia de acolhimento é decorrência desta ação, uma vez determinado o acolhimento pela autoridade judiciária competente (art. 101, 3º, do Eca), seja em liminar ou em decisão final. Deste modo, torna-se clara uma diferenciação por matéria da competência do juiz da infância e da juventude, seja para apuração de atos infracionais, seja para a execução de medida socioeducativa, em relação àquele competente para processamento de infrações administrativas e aplicação de medidas protetivas, sendo inaceitável se pensar que o juiz da infância e da juventude teria uma competência difusa, independentemente da matéria a julgar. Isto é tanto mais evidente quando se tem presente que não tem o juiz competente pela apuração do ato infracional ou execução da medida socioeducativa poder para determinar o acolhimento, pois o art. 112, inc. VII, do Estatuto da Criança e do Adolescente, prevê a possibilidade de aplicação das medidas de proteção previstas no art. 101, inc. I a VI, e as de acolhimento estão previstas nos incisos VII e VIII. Feita esta diferenciação, parece-me oportuno avançar nas soluções passíveis de serem tomadas em semelhantes casos, até mesmo porque o acolhimento é medida excepcional, nos termos do art. 101, 1º, do Estatuto da Criança e do Adolescente e tanto o juiz competente para apuração do ato infracional como de execução de medida socioeducativa têm o dever de assegurar a proteção integral de todos os direitos de adolescentes que estejam sob seu julgamento (art. 3º do Estatuto), evitando a medida excepcional. Com efeito, é princípio que rege a aplicação de medidas de proteção a intervenção precoce (art. 100, parágrafo único, inc. VI, do Estatuto da Criança e do Adolescente), vale dizer, a intervenção das autoridades competentes deve ser efetuada logo que a situação de perigo seja conhecida, evitando-se a incidência mais gravosa e limitadora de direitos do que seria de se esperar. No processo de apuração de ato infracional, a realização de estudo interdisciplinar é ditada pelo art. 186 do Estatuto. Identificando-se situação que enseje suporte familiar, deve a equipe interprofissional sugerir e o juiz competente, desde logo, tomar as providências cabíveis, oficiando-se tanto ao CREAS da cidade de residência do adolescente, como ao promotor de justiça da referida comarca para a tomada das providências cabíveis para asseguramento de direitos sociais ao adolescente. Igual procedimento deve ser adotado pelo juiz da execução de medida socioeducativa, que deve estar atento à estrutura e funcionalidade da família no curso da execução, e não apenas ao final, quando da liberação do adolescente. Tais providências,

3 tomadas precocemente, podem evitar o acolhimento do adolescente, seja em razão de um maior suporte familiar, seja pela mobilização da família extensa do adolescente (art. 25, parágrafo único, do Estatuto da Criança e do Adolescente), que pode ser sensibilizada e mobilizada a assumir sua guarda. Para tanto, far-se-á necessária a articulação e atuação em rede preconizada pelo art. 86 do Estatuto, que aplica-se igualmente ao Sistema de Justiça. Os profissionais que atuam na vara competente pela apuração do ato infracional ou execução de medida socioeducativa (juiz, promotor de justiça, equipe, cartório) devem dialogar com seus pares da vara competente pelas medidas de proteção. Mas não só. Trata-se de atribuição que deve ser exigida também da Fundação Casa, que necessariamente deve estar articulada com o CREAS do município de residência do adolescente. Com efeito, o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) prevê como um de seus princípios a incompletude institucional, entendendo como tal a necessidade de articulação com as demais políticas para o atendimento integral do adolescente. Para tanto, ao prever como diretriz pedagógica do atendimento socioeducativo não apenas a participação do adolescente, mas também da família tanto da experiência socioeducativa, como da própria elaboração do plano individual de atendimento, pressupõe que os aspectos e dinâmicas familiares evidenciados na avaliação e planejamento de atividades estejam contemplados por uma rede de serviços de atendimento. De outro lado, a Resolução 109, de 11 de novembro de 2009, do Conselho Nacional de Assistência Social, prevê como serviço de proteção social especial de média complexidade o atendimento especializado a famílias e indivíduos (PAEFI), tendo como usuários, dentre outros, famílias e indivíduos que vivenciam violações de direitos por ocorrência de... afastamento do convívio familiar devido à aplicação de medida socioeducativa ou medida de proteção. Dentre os objetivos deste serviço está a contribuição para o fortalecimento da família no desempenho de sua função protetiva, devendo elaborar um plano de atendimento familiar e se articular com os serviços de outras políticas públicas setoriais e com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos. Assim, é fundamental que a Fundação Casa esteja em permanente contato com o CREAS- PAEFI do município de residência do adolescente desde a elaboração do plano individual de atendimento e durante todo o período de permanência do adolescente em entidade de privação de liberdade. Na execução da medida socioeducativa, havendo parecer por parte da Fundação Casa para a extinção da medida ou para a progressão a regime em meio aberto, o CREAS já deve ter sido informado pela própria Fundação Casa, inclusive para representação ao Ministério Público para ajuizamento da ação de acolhimento, se necessário. Tanto o juiz competente pela apuração do ato infracional (no caso de internação provisória), quanto o de execução de medida socioeducativa de internação e também o juízo competente pelas medidas de proteção devem tomar as providências cabíveis para que esta articulação entre CREAS e Fundação Casa ocorra efetivamente e, se necessário, oficiarem ao Ministério Público para a tomada de ações cabíveis. Deste modo, a verificação da necessidade de acolhimento por ocasião da soltura ou liberação do adolescente por parte do juiz competente pela apuração do ato infracional ou execução da medida socioeducativa deveria estar antecipada por um conjunto de ações tomadas por diversos atores do Sistema de Garantia de Direitos. A comunicação oficial ao promotor oficiante na vara competente para aplicação de medidas de proteção não deveria causar atabalhoamento de serviço nem surpresa, havendo o efetivo envolvimento dos atores responsáveis pela proteção social deste adolescente e sua família, assim como a articulação entre as diversas atores do Sistema de Justiça. Caso isto não ocorra, então a autoridade judiciária competente pela apuração do ato infracional ou execução da medida socioeducativa deve extrair as cópias necessárias especialmente dos estudos interdisciplinares da equipe interprofissional ou da Fundação Casa e, mediante prévio aviso, encaminhá-las, juntamente com o adolescente, ao promotor de justiça oficiante na vara competente para aplicação da medida de proteção. O promotor de justiça com atribuição para o caso analisaria a pertinência ou não do acolhimento ou a tomada de outra providência que o caso pudesse demandar, velando pelo respeito aos princípios da mínima intervenção (art. 100, parágrafo único, inc. VII, do Estatuto da Criança e do Adolescente). Poder-se-ia sustentar que, excepcionalmente, o juiz competente pela apuração do ato infracional ou execução da medida socioeducativa determine em caráter de urgência o acolhimento, encaminhando as peças imediatamente ao promotor de justiça oficiante na vara competente para ajuizamento da ação de acolhimento. Sob tal argumento, se o Conselho Tutelar pode em

4 hipóteses excepcionais, determinar este acolhimento (art. 101, 2º, do Eca), assim como em situações ainda mais excepcionais o próprio dirigente da entidade de acolhimento (art. 93 do Eca), nada impediria que aquele juiz, embora incompetente, determine o acolhimento. Todavia, entendo que, sendo cumprida a lei, com estudos tanto pela equipe interprofissional como pela Fundação Casa, e existindo a devida articulação, emergência não haveria razão para tal providência, até porque falta a hipótese legal autorizadora. Entendo difícil a superação da limitação legal à aplicação da medida de acolhimento como medida de proteção passível de aplicação pelo juiz do infracional ou da execução. Por isso, parece mais simples exigir a elaboração de um plano individual de atendimento adequado por parte da Fundação Casa. Todavia, se, a despeito das limitações legais, e sujeitando-se os juízes e promotores ao questionamento sobre a competência e validade do ato, houver a determinação de acolhimento pelo juiz competente pela apuração do ato infracional ou execução da medida socioeducativa, entendo que tal determinação será precária e, no primeiro dia útil seguinte, deverá o acolhimento ser comunicado ao promotor de justiça oficiante na vara competente para aplicação de medida de proteção. A este incumbirá o ajuizamento da ação de acolhimento, no foro do domicílio dos pais e responsáveis e, convalidado o acolhimento pelo juiz competente, então este determinará a expedição da guia de acolhimento, com as peças necessárias a serem encaminhadas ao serviço de acolhimento. Resumindo, parece-me ser o caso de tomada das seguintes providências preparatórias à garantia do direito à convivência familiar e comunitária de adolescentes em conflito com a lei, tanto pelo juízo competente para apuração do ato infracional como pelo juízo de execução de medida socioeducativa privativa de liberdade (internação e semiliberdade): 1. Sempre que adolescente supostamente autor de ato infracional for cientificado e apresentado em juízo, verificando-se que não está acompanhado de pai ou responsável, deve ser realizado estudo interdisciplinar, nos termos do art. 186 do ECA, avaliando-se especificamente as necessidades de suporte familiar, dentre outros aspectos. Constatada a falta de suporte, a equipe interprofissional do juízo deve sugerir e o juiz deve determinar a comunicação ao CREAS da cidade ou região na capital - de residência do adolescente para inserção da família no PAEFI, buscando-se o fortalecimento dos laços familiares ou a sensibilização e mobilização da família extensa para responsabilizar-se pelo adolescente, especialmente em caso de soltura; 2. Se imposta medida socioeducativa ao adolescente autor de ato infracional, constatada a fragilidade dos laços familiares, deve o magistrado impor cumulativamente ao adolescente, ainda que a medida socioeducativa seja privativa de liberdade, a medida de proteção de inclusão em programa comunitário ou oficial de auxílio à família, à criança ou adolescente (art. 101, inc. IV, c.c. art. 112, inc. VII, ambos do ECA), oficiando-se ao CREAS do município de residência dos pais e responsáveis para atendimento pelo PAEFI. Cumulativamente, deve oficiar ao Conselho Tutelar do município de residência dos pais e responsáveis para que procedam a aplicação a estes da medida de encaminhamento a programa oficial ou comunitário de proteção à família (art. 129, inc. I, do ECA), incluindo-os no PAEFI, sob pena de cometimento da infração administrativa prevista no art. 249 do ECA. Caso não se tenha comunicado o promotor de justiça oficiante naquela comarca, deve-se também, por cautela, expedir-se ofício com as cópias necessárias para a tomada de providências cabíveis; 3. Por ocasião da elaboração do plano individual de atendimento pela entidade de atendimento socioeducativo, especialmente pela Fundação Casa, deve ser avaliada a funcionalidade protetiva da família e sua capacidade de responsabilizarse pelo adolescente por ocasião de sua soltura. A própria Fundação Casa deve articular-se com o CREAS do município de residência dos pais e responsáveis para sua inclusão no PAEFI, comunicando o promotor de justiça daquele município se houver omissão por parte da Prefeitura local. 4. O juiz competente pelo processo de execução da medida socioeducativa deve avaliar o plano individual de atendimento, verificando a estrutura e funcionalidade protetiva da família e as providências tomadas pela Fundação Casa para garantia do direito à convivência familiar e comunitária do adolescente. 5. O PAEFI deve elaborar plano de atendimento familiar visando superação das fragilidades constatadas ou a sensibilização e mobilização da família extensa para assumir a função protetiva do(a) adolescente. 6. O Conselho Tutelar do município de residência dos pais e responsáveis devem acompanhar o atendimento recebido pela família, representando ao MP em caso de inexistência, insuficiência, inadequação do serviço ou representar à autoridade judiciária dessa mesma comarca, caso os pais não adiram aos atendimentos, em razão de cometimento da infração administrativa prevista no art. 249 do ECA, processando-os segundo o rito do art. 194 da mesma lei; 7. Avaliado pela Fundação Casa, de forma articulada com o CREAS PAEFI, a inviabilidade de retorno do adolescente ao convívio familiar e a necessidade de seu acolhimento por ocasião de sua soltura seja pela extinção da medida socioeducativa de internação ou semiliberdade seja pela progressão à liberdade assistida ambos os serviços devem comunicar o promotor de justiça oficiante na comarca de residência dos pais ou responsáveis sobre a necessidade de acolhimento do adolescente e sua iminente soltura, encaminhando-se cópias dos estudos realizados. 8. Determinada a extinção da medida socioeducativa de internação ou semiliberdade ou a progressão para liberdade assistida pelo juiz da execução e, constatando a inexistência de suporte familiar e a recomendação de acolhimento familiar ou institucional do adolescente, deve a autoridade judiciária verificar as providências que já foram tomadas pela promotoria de justiça

5 oficiante no juízo competente. Havendo determinação judicial de acolhimento, o adolescente deve ser encaminhado pelo juízo da execução ao seu responsável institucional, nos termos do art. 101, inc. I, do ECA. 9. Caso estas providências não tenham sido tomadas, uma vez determinada a soltura do adolescente, deve o juiz do processo de apuração do ato infracional ou da execução de medida socioeducativa privativa de liberdade encaminhar as peças necessárias, bem como o adolescente, ao promotor de justiça oficiante na comarca ou região da capital de residência dos pais ou responsáveis para ajuizamento da ação de acolhimento, velando pela prévia comunicação a tais profissionais, para que a ação seja efetiva. 10. O juízo do local de residência da família, uma vez determinado o acolhimento, deve expedir a guia de acolhimento e avaliar o plano individual de atendimento específico à garantia do direito à convivência familiar e comunitária, que será elaborado pelo serviço de acolhimento. 11. A entidade de execução de medida socioeducativa em meio aberto deve elaborar o plano individual de atendimento atinente à medida socioeducativa em questão de forma articulada com o plano elaborado pelo serviço de acolhimento. Considerando a complexidade da questão, parece oportuno indicar algumas providências que esta Coordenadoria da Infância e da Juventude já vêm tomando e que dialogam com as necessidades apresentadas na provocação apresentada pelo DEIJ. Com efeito, a Coordenadoria já provocou a SEADS Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social para a elaboração de um modelo ou de parâmetros de plano de atendimento familiar pelo CREAS-PAEFI, contando com participação, no grupo de trabalho, de profissionais do TJSP. Em razão da participação da Coordenadoria na elaboração do plano estadual de promoção, defesa e garantia do direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária e na discussão sobre a estruturação dos CREAS, sempre junto à SEADS, a Coordenadoria já havia trazido à tona a necessidade de articulação dos CREAS com a Fundação Casa, seja para atendimento dos casos em apreço, seja, mais ainda, para a preparação da inserção do adolescente em meio aberto, pelo próprio serviço de execução de medida socioeducativa de liberdade assistida ou prestação de serviços à comunidade. Outras providências parecem necessárias. Entendo, com efeito, que a Coordenadoria deve participar mais ativamente da discussão sobre o alcance que vem sendo dado ao plano individual de atendimento pelas entidades de atendimento socioeducativo, bem como repensar a atuação da justiça na aprovação das medidas previstas. Uma ação mais próxima à Fundação Casa e à SEADS parece fundamental neste contexto. Mais ainda, verifica-se que a então Fundação Estadual do Bem Estar do Menor FEBEM-SP elaborou, em 2005, portanto anteriormente ao SINASE, um plano estadual de aplicação das medidas socioeducativas. Desde então, não apenas houve a edição do SINASE, como uma enorme municipalização do atendimento socioeducativo em meio aberto, além da transferência de responsabilidade pela supervisão das medidas em meio aberto para a SEADS e as DRADS, desde a edição da PNAS e a estruturação do SUAS Sistema único de assistência social. Salvo melhor juízo, não se reelaborou um plano estadual de atendimento socioeducativo, ou ao menos a Coordenadoria não tem sido chamada para sua implementação. Assim, seria de todo conveniente uma melhor articulação com a Fundação Casa e SEADS para aprimoramento deste planejamento, fomentando que, em âmbito local, também ocorra a elaboração dos planos municipais de atendimento socioeducativo, como preconizado pelo SINASE, com envolvimento das varas da infância e da juventude do Estado. À vista disto, tomo a liberdade de sugerir a Vossa Excelência, caso este parecer seja aprovado, que: 1. Seja registrado e autuado este expediente na classe adolescentes em conflito com a lei, subclasse convivência familiar e comunitária ; 2. seja este parecer publicado no Diário Oficial e encaminhado, por correio eletrônico, a todos os magistrados e equipes interprofissionais do Estado; 3. seja este parecer enviado ao Centro de Apoio Operacional do Ministério Público, ao Núcleo da Infância e da Juventude da Defensoria Pública e à Comissão da Criança e do Adolescente da OAB-SP; 4. seja este parecer encaminhado por ofício à SEADS e à Fundação Casa, solicitando sua divulgação às Secretarias Municipais de Assistência Social e às entidades de atendimento socioeducativo, tanto em meio aberto como fechado, no Estado; 5. a realização de reunião com a SEADS e Fundação Casa para avaliar como está sendo feito a articulação entre assistência social e atendimento socioeducativo, a estrutura dos planos individuais de atendimento socioeducativo em relação ao modo como contemplam a família e sua articulação com o plano de atendimento familiar a ser elaborado pelo PAEFI, bem como para se repensar a atuação da Justiça na avaliação deste plano e sua articulação institucional entre os vários juízes competentes para garantia de direitos de adolescentes em conflito com a lei. Tal reunião também deveria avançar na discussão sobre o plano estadual de atendimento socioeducativo e a inserção da Coordenadoria da Infância e da Juventude do TJSP neste campo.

6 SUB CENSURA. São Paulo, 4 de janeiro de Eduardo Rezende Melo Juiz da Coordenadoria da Infância e da Juventude Renata Bittencourt Couto da Costa Juíza da Coordenadoria da Infância e da Juventude DECISÃO: Aprovo o parecer. São Paulo, 6 de janeiro de (a) Desembargador ANTONIO CARLOS MALHEIROS, COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES USUÁRIOS DE DROGAS ENCAMINHAMENTOS DECORRENTES DE SEMINÁRIO ORGANIZADO PELA COORDENADORIA DA INFÂNCIA

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE AUDIÊNCIA CONCENTRADA AÇÃO DETERMINADA PELO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PARA A REVISÃO DA SITUAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM PROGRAMAS

Leia mais

Art. 99. As medidas previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, bem como substituídas a qualquer tempo.

Art. 99. As medidas previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, bem como substituídas a qualquer tempo. Conforme o Estatuto da Criança e do Adolesecente Art. 98. As medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados: I -

Leia mais

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa)

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa) Projeto de Decreto Dispõe sobre as atribuições e competência do Programa de Execução de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, atendendo à Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,

Leia mais

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL RESUMO AMORIM 1, Tâmara Ramalho de Sousa SIMÕES 2, Poliana

Leia mais

NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES

NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES Prezada, NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES Florianópolis, 18 de abril de 2012. Interessados: Secretarias

Leia mais

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social O PETI e o Trabalho em Rede Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social Articulação da rede de serviços socioassistenciais Proteção

Leia mais

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS Ato Infracional: é tudo o que para um adulto seria crime ou contravenção penal. Se praticado por criança, serão aplicadas as medidas protetivas. Se for cometido

Leia mais

PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ACOLHIDAS DAS ENTIDADES ORIENTAÇÕES TÉCNICAS DO CAOPCAE/PR

PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ACOLHIDAS DAS ENTIDADES ORIENTAÇÕES TÉCNICAS DO CAOPCAE/PR PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ACOLHIDAS DAS ENTIDADES ORIENTAÇÕES TÉCNICAS DO CAOPCAE/PR 1 - A autorização para que crianças e adolescentes passem as festas de final de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. Dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação O SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL A ADOLESCENTES

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

EXERCÍCIOS ATO INFRACIONAL.

EXERCÍCIOS ATO INFRACIONAL. EXERCÍCIOS ATO INFRACIONAL. 1.José foi inserido em medida sócio-educativa de internação, com prazo indeterminado. Durante o cumprimento da medida sócio-educativa, já tendo completado dezoito anos, praticou

Leia mais

CMAS Conselho Municipal de Assistência Social CMDDCA Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente

CMAS Conselho Municipal de Assistência Social CMDDCA Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Resolução Conjunta 002/2013 CMAS/ de 12/06/2013 Dispõe sobre os parâmetros para o funcionamento das Entidades de acolhimento institucional e familiar da Criança e do Adolescente do município de Divinópolis

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis.

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. MENSAGEM Nº. 02/2013 Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Vereadores e demais Edis. Com nossos cordiais cumprimentos encaminhamos a V. Exa. e digníssimos Pares dessa R. Casa Legislativa, o Projeto

Leia mais

Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária

Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária Manaus/AM 29 de Abril de 2014 Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança

Leia mais

Coleção Sinopses para Concursos... 15 Guia de leitura da Coleção... 17 Apresentação da 2ª edição... 19 Apresentação... 21

Coleção Sinopses para Concursos... 15 Guia de leitura da Coleção... 17 Apresentação da 2ª edição... 19 Apresentação... 21 Sumário Sumário Coleção Sinopses para Concursos... 15 Guia de leitura da Coleção... 17 Apresentação da 2ª edição... 19 Apresentação... 21 Capítulo I LIÇÕES PRELIMINARES... 23 1. Introdução... 23 2. Proteção

Leia mais

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR Mantendo um abrigo legal O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR Segundo o art. 19, da Lei n. 8069/90, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

Projeto de Lei Municipal dispondo sobre programa de guarda subsidiada

Projeto de Lei Municipal dispondo sobre programa de guarda subsidiada Projeto de Lei Municipal dispondo sobre programa de guarda subsidiada LEI Nº..., DE... DE... DE... 1. Dispõe sobre Programa de Guarda Subsidiada para Crianças e Adolescentes em situação de risco social

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação TEMA: CREAS: SERVIÇOS OFERTADOS, INTERSETORIALIDADE,

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2012

PROJETO DE LEI N o, DE 2012 PROJETO DE LEI N o, DE 2012 (Do Sr. Alfredo Kaefer) Autoriza o Poder Público a realizar a internação compulsória, para tratamento médico especializado, de crianças, adolescentes e adultos apreendidos em

Leia mais

Estatuto da criança e do adolescente

Estatuto da criança e do adolescente Estatuto da criança e do adolescente LIVRO II PARTE ESPECIAL TITULO I DA POLITICA DE ATENDIMENTO O art. 86 do ECA assim define a política de atendimento: A política de atendimento dos direitos da criança

Leia mais

LEI Nº 3.612, DE 13/09/2012.

LEI Nº 3.612, DE 13/09/2012. LEI Nº 3.612, DE 13/09/2012. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PROGRAMA FAMÍLIA ACOLHEDORA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACRUZ, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS,

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006 CARLOS CABRAL CABRERA Membro do Ministério Público do Estado de São Paulo. Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Paulista UNIP. ROBERTO MENDES DE FREITAS JUNIOR Membro

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA Comitê Intersetorial Direito à Convivência Familiar e Comunitária Porto Alegre, 9 de outubro de 2012 DIRETRIZES Fundamentação Plano Nacional Efetivação

Leia mais

COMO EQUACIONAR A FALTA DE VAGAS NA FUNDAÇÃO CASA?

COMO EQUACIONAR A FALTA DE VAGAS NA FUNDAÇÃO CASA? COMO EQUACIONAR A FALTA DE VAGAS NA FUNDAÇÃO CASA? Tem sido constante a consulta ao Centro de Apoio da Infância e Juventude a respeito da falta de vagas para internação - provisória 1 ou definitiva 2 -,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1ª Fica instituído o Regimento Interno da da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, em conformidade com o Decreto nº. 6.029 de 1º de fevereiro

Leia mais

Ações de implementação da Justiça Restaurativa no Estado de São Paulo na Coordenadoria da Infância e Juventude

Ações de implementação da Justiça Restaurativa no Estado de São Paulo na Coordenadoria da Infância e Juventude Ações de implementação da Justiça Restaurativa no Estado de São Paulo na Coordenadoria da Infância e Juventude Resolução da Corregedoria Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo Escola

Leia mais

9ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS - 2015 PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DOCUMENTO ORIENTADOR

9ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS - 2015 PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DOCUMENTO ORIENTADOR CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS 9ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS - 2015 PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DOCUMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010.

RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. RESOLUÇÃO Nº, DE DE 2010. Dispõe sobre a divulgação de dados processuais eletrônicos na rede mundial de computadores, expedição de certidões judiciais e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS

MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS ACORDO JUDICIAL Firmado entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, através da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação, e o Distrito Federal, por sua Secretaria de Estado de Educação,

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2011

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS 2011 T CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO ESTADO DE MINAS GERAIS

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires REFERÊNCIAS LEGAIS CF 88 LOAS PNAS/04 - SUAS LOAS A partir da Constituição Federal de 1988, regulamentada

Leia mais

Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social

Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social INGRID CATARINA SOLEDADE CALASANS ingridcalasans@gmail.com ARYADNE MARTINS SOARES BOHRER aryadneadv@gmail.com

Leia mais

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA A 1 CNPJ 04.214.41910001-05 DECRETO N 3.091, DE 05 DE JANEIRO DE 2014. "Dispõe sobre a estrutura organizacional da Procuradoria Geral do Município ". O PREFEITO MUNICIPAL DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES,, no

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 71 DE 15 DE JUNHO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 71 DE 15 DE JUNHO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº 71 DE 15 DE JUNHO DE 2011. Dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento

Leia mais

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF O trabalho social com famílias no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF Contexto Social: Acesso diferencial às informações Uso e abuso de substâncias psicoativas Nulo ou

Leia mais

Servico de Acolhimento em Familia acolhedora ISABEL BITTENCOURT ASSISTENTE SOCIAL PODER JUDICIÁRIO SÃO BENTO DO SUL/SC

Servico de Acolhimento em Familia acolhedora ISABEL BITTENCOURT ASSISTENTE SOCIAL PODER JUDICIÁRIO SÃO BENTO DO SUL/SC Servico de Acolhimento em Familia acolhedora ISABEL BITTENCOURT ASSISTENTE SOCIAL PODER JUDICIÁRIO SÃO BENTO DO SUL/SC Serviço de Família acolhedora definição Serviço que organiza o acolhimento de crianças

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

BANCO DE BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO

BANCO DE BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO BANCO DE BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO Prática ADOLESCENTES INFRATORES: APOIO PARA REINSERÇÃO À COMUNIDADE. Área de Atuação: Políticas Sociais e Cidadãos Responsáveis: José Alexandre dos Santos e Franciely Priscila

Leia mais

ENCAMINHAMENTO DOS REDE DE PROTEÇÃO DA IJ

ENCAMINHAMENTO DOS REDE DE PROTEÇÃO DA IJ DIRETRIZES PARA O ENCAMINHAMENTO DOS CASOS DENTRO DA REDE DE PROTEÇÃO DA IJ MOSSORÓ, RN 18 DE SETEMBRO DE 2012 Diretrizes Reunião de caráter técnico, profissional. As críticas, portanto, são para o crescimento.

Leia mais

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011 DJe de 29/09/2011 (cópia sem assinatura digital) DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011 Esclarece quanto ao procedimento de ajuizamento da ação de adoção, diretamente pelos requerentes

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo CG nº 681/2006. Procedimentos

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo CG nº 681/2006. Procedimentos Projeto Paternidade Responsável. Procedimentos genitoras Primeira Etapa Convocação das 1) Seleção de escolas Verificar no material fornecido o nome do Dirigente Regional, com o qual será feito contato

Leia mais

Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário. Protocolo

Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário. Protocolo 29 Protocolo 2. DISTRIBUIÇÃO A previsão legal dos atos de distribuição e registro está no Código de Processo Civil, nos artigos 251 a 257. A distribuição tem a função de dividir os processos entre juízos

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais ENUNCIADOS Suspensão Condicional do Processo Enunciado nº 01 (001/2011): Nos casos de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher não se aplica a suspensão condicional do processo. (Aprovado

Leia mais

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08 Por Leonardo Rodrigues Rezende 1 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária Os casos encaminhados à modalidade

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 Resolução CMAS nº 16, 26 de setembro de 2011, revoga a Resolução CMAS nº 01/2002 e define os parâmetros para

Leia mais

PARECER APROVADO PELO PLENO DO CFESS EM 09/09/2010

PARECER APROVADO PELO PLENO DO CFESS EM 09/09/2010 ASSUNTO: Relação do Assistente Social com autoridades do Sistema Judiciário/ Determinações ou exigências emanadas, que não se coadunam com o Código de Ética do Assistente Social e com as normas previstas

Leia mais

CARTILHA CONTROLE ELETRÔNICO DA SITUAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

CARTILHA CONTROLE ELETRÔNICO DA SITUAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CARTILHA CONTROLE ELETRÔNICO DA SITUAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Aracaju-SE, junho de 2015 1 SUMÁRIO I - APRESENTAÇÃO... 3 II - PROCEDIMENTO NO SISTEMA INFORMATIZADO... 3 III - DO REGISTRO DA SITUAÇÃO

Leia mais

VIII CONFERENCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE UBERABA

VIII CONFERENCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE UBERABA VIII CONFERENCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE UBERABA 27 DE MARÇO DE 2015 CENTRO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE UBERABA TEMA: POLÍTICA E O PLANO DECENAL DE DIREITOS

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS CRESS SOBRE QUADRO DE ASSISTENTES SOCIAIS NOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DOS ESTADOS

LEVANTAMENTO DOS CRESS SOBRE QUADRO DE ASSISTENTES SOCIAIS NOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DOS ESTADOS LEVANTAMENTO DOS CRESS SOBRE QUADRO DE ASSISTENTES SOCIAIS NOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DOS ESTADOS Informações enviadas pelos CRESS: 1ª. PA; 2ª. MA; 5ª. BA; 6ª.-MG; 7ª. RJ; 10ª. RS; 11ª. PR; 12ª-SC; 13ª.

Leia mais

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR.

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. Resumo: CARNEIRO, Alana Caroline 1. SIVEIRA, Adriane 2. SOUZA,

Leia mais

Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente

Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente Resolução 113/Conanda/2006 Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente Resolução 113/Conanda/2006 Centro de Defesa dos Direitos

Leia mais

Projeto de Lei n.º 36/2013-L

Projeto de Lei n.º 36/2013-L Projeto de Lei n.º 36/2013-L AUTORIZA A CRIAÇÃO DE UMA CASA DE PASSAGEM PARA MULHERES NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE BARRA BONITA. Art. 1º Fica o Executivo autorizado a criar no âmbito

Leia mais

O DIREITO À CFC O ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E FAMILIAR SÃO PAULO, SP 1º DE JULHO DE 2011

O DIREITO À CFC O ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E FAMILIAR SÃO PAULO, SP 1º DE JULHO DE 2011 O DIREITO À CFC O ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E FAMILIAR SÃO PAULO, SP 1º DE JULHO DE 2011 Estrutura da Apresentação Parâmetros Normativos e Pessoais da Discussão. Parâmetros de Atuação. Fragilidades percebidas

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE PRERROGATIVAS DA AMATRA XV

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE PRERROGATIVAS DA AMATRA XV REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE PRERROGATIVAS DA AMATRA XV CAPÍTULO I DAS ATRIBUIÇÕES Art. 1º. Compete à Comissão de Prerrogativas a efetivação prática do disposto no inciso III do artigo 2º do Estatuto

Leia mais

Curso de Capacitação: Processo de escolha unificado dos Conselheiros Tutelares

Curso de Capacitação: Processo de escolha unificado dos Conselheiros Tutelares Curso de Capacitação: Processo de escolha unificado dos Conselheiros Tutelares CAOPIJ CONSEC COEGEMAS - SETAS FEMURN Ministrantes: Dra. Tatiane Dantas (Advogada da FEMURN) e Dra. Isabelita Garcia (Promotora

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCONAL

SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCONAL SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCONAL Abrigo Casa lar Casa de passagem Beatriz Guimarães Bernardeth Gondim Cláudia Souza A PNAS Situando o acolhimento institucional e familiar Proteção Básica Proteção Especial

Leia mais

Projeto Otimização da atuação das PJ da Infância e da Juventude na tutela individual - área não infraciona Código:840/2014

Projeto Otimização da atuação das PJ da Infância e da Juventude na tutela individual - área não infraciona Código:840/2014 Projeto Otimização da atuação das PJ da Infância e da Juventude na tutela individual - área não infraciona Código:840/2014 Programa PEN-MP:Estruturante (Eficiência Operacional) Componente PEN-MP:Aprimorar

Leia mais

Pagamento da Renda Mensal Vitalícia por Idade

Pagamento da Renda Mensal Vitalícia por Idade Programa 1282 Proteção Social ao Idoso Objetivo níveis de complexidade e demandas do território, em conformidade com os pressupostos do Sistema Único de Assistência Social, e primando pela convivência

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

Garantia do direito à educação da criança e do adolescente (Ensino Fundamental)

Garantia do direito à educação da criança e do adolescente (Ensino Fundamental) da criança Ensino fundamental da criança e do, ciclo de ano a ano E FAMÍLIA Identificar escola mais próxima à residência da criança e e efetivar a matrícula Art. 53, V (ECA) Há escola próxima com relação

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2014

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2014 RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2014 Dispõe sobre o Registro de Entidades não Governamentais e Inscrição de Programas, Projetos e Serviços de Atendimento, governamentais e não governamentais, que tenham por

Leia mais

INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES ANEXO I ROTEIRO PARA INSPEÇÃO PERÍODICA 1 DOS SERVIÇOS DE ACOLHIMENTO Data: / / INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Modalidade: ( ) Acolhimento Institucional ( ) Casa Lar 1 - DADOS GERAIS 1.1. Nome

Leia mais

DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ANTONIO CEZAR LIMA DA FONSECA DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 3!! Edição Ampliada, revisada e atualizada de acordo com as Leis n~ 12.594/12 (SINASE), 12.696/12 (Conselho Tutelar), 12.852/13 (Estatuto

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN ESPÍRITO SANTO/RN, OUTUBRO DE 2014. FRANCISCO ARAÚJO DE SOUZA PREFEITO MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO/RN ELIZANGELA FREIRE DE

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social TEMA A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE E A ARTICULAÇÃO DA REDE

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social TEMA A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE E A ARTICULAÇÃO DA REDE Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social TEMA A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE E A ARTICULAÇÃO DA REDE Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos

Leia mais

RECOMENDAÇÃO MINISTERIAL Nº 002/2015

RECOMENDAÇÃO MINISTERIAL Nº 002/2015 Procedimento administrativo nº 201400036940 RECOMENDAÇÃO MINISTERIAL Nº 002/2015 Objeto: Dispõe sobre o dever de atuação de diversas autoridades públicas, durante a Romaria Nossa Senhora d'abadia do Muquém

Leia mais

Implantação de Rede de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos

Implantação de Rede de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos Programa úmero de Ações 12 0153 Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Objetivo Indicador(es) Promover a ampla defesa jurídico-social de crianças e adolescentes Taxa de Municípios com

Leia mais

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal.

ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS, contra o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS em possível descumprimento de norma federal. Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS 0001505 65.2014.2.00.0000 Requerente: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO MINAS GERAIS e outros Requerido: CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS RELATÓRIO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 149/2014 Poder Judiciário

PROJETO DE LEI Nº 149/2014 Poder Judiciário DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, sexta-feira, 13 de junho de 2014. PRO 1 PROJETO DE LEI Nº 149/2014 Poder Judiciário Extingue e cria cargos e funções, no âmbito da Justiça de 1º Grau,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL N. 01/2013

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL N. 01/2013 MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL N. 01/2013 Teste seletivo para ingresso ao quadro de Assessor Jurídico DAS-5 do Ministério Público do Estado do Paraná. A Promotora de Justiça, Dra. FABIANA

Leia mais

AULA 05 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 05

AULA 05 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 05 AULA 05 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 05 DO DIREITO À EDUCAÇÃO, À CULTURA, AO ESPORTE E AO LAZER

Leia mais

TERMO DE RECOMENDAÇÃO Nº 015/2012

TERMO DE RECOMENDAÇÃO Nº 015/2012 TERMO DE RECOMENDAÇÃO Nº 015/2012 Ementa: RECOMENDAÇÃO MINISTERIAL. DIREITO À EDUCAÇÃO. MÍNIMO DE DUZENTOS DIAS LETIVOS. OBRIGATORIEDADE DE SEU ESTRITO CUMPRIMENTO PELA REDE REGULAR DE ENSINO ESTADUAL.

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Estabelece Normas Operacionais Complementares em conformidade com o Parecer CNE/CEB nº 06/2010, Resoluções CNE/CEB nº 02/2010

Leia mais

As atribuições do Conselho Tutelar

As atribuições do Conselho Tutelar As atribuições do Conselho Tutelar Marcia Ferreira Amendola* O Conselho Tutelar (CT) é um órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos

Leia mais

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014 Plano de Ação Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014 APRESENTAÇÃO Nosso O Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do município de Juruti apresenta, no

Leia mais

Ação Institucional. Atividades associadas a criança/adolescente. Fluxo. Fatos concretos. Referência legal. Decisão

Ação Institucional. Atividades associadas a criança/adolescente. Fluxo. Fatos concretos. Referência legal. Decisão Ação Institucional Atividades associadas a criança/adolescente Fluxo Fatos concretos Referência legal Decisão Ações junto as famílias e comunidade Observações Indicação externa Alerta para guia (Curto-circuito)

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação da criança e do adolescente, os dados de seu município, os resultados da

Leia mais

A importância do controle da execução das medidas socioeducativas e o monitoramento eletrônico de adolescentes.

A importância do controle da execução das medidas socioeducativas e o monitoramento eletrônico de adolescentes. A importância do controle da execução das medidas socioeducativas e o monitoramento eletrônico de adolescentes. Murillo José Digiácomo 1 O atendimento de adolescentes acusados da prática de atos infracionais

Leia mais

Rua do Atendimento Protetivo. Municipalino:

Rua do Atendimento Protetivo. Municipalino: Rua do Atendimento Protetivo Municipalino: Esta é a Rua do Atendimento Protetivo. Esta rua tem como missão fundamental resgatar os direitos das crianças e dos adolescentes que foram violados ou ameaçados

Leia mais

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral.

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral. EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente nos âmbitos federal, estadual,

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 006 /2007

ATO NORMATIVO Nº 006 /2007 ATO NORMATIVO Nº 006 /2007 Dispõe sobre os cargos em comissão do Ministério Público do Estado da Bahia, e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE VARA CÍVEL DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE PORTARIA N 001/2010

DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE VARA CÍVEL DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE PORTARIA N 001/2010 DJe de 17/06/2010 (cópia sem assinatura digital) DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE VARA CÍVEL DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE PORTARIA N 001/2010 Dispõe quanto ao procedimento de habilitação de pretendentes

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001/2010

RESOLUÇÃO Nº 001/2010 RESOLUÇÃO Nº 001/2010 ALTERA O REGIMENTO INTERNO DA OUVIDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS. O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 18, inciso XVII,

Leia mais

TEXTO 2 A EFETIVAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR: AS ATRIBUIÇÕES DA GESTÃO E DAS EQUIPES MUNICIPAIS. 1.

TEXTO 2 A EFETIVAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR: AS ATRIBUIÇÕES DA GESTÃO E DAS EQUIPES MUNICIPAIS. 1. TEXTO 2 A EFETIVAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR: AS ATRIBUIÇÕES DA GESTÃO E DAS EQUIPES MUNICIPAIS. 1. Com base no estudo do texto anterior, pode-se constatar que o Bolsa Família pode ser compreendido

Leia mais