EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE

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1 EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES USUÁRIOS DE DROGAS ENCAMINHAMENTOS DECORRENTES DE SEMINÁRIO ORGANIZADO PELA COORDENADORIA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE AÇÕES DE ARTICULAÇÃO E MAPEAMENTO DE SERVIÇOS PARA A PROPOSIÇÃO DE DIRETRIZES DE ATUAÇÃO Estes autos iniciaram-se por provocação da APAMAGIS quanto a ações desenvolvidas pelo Tribunal de Justiça voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes usuários de drogas e a garantia de seus direitos. Procedeu-se ao levantamento de serviços na capital e sua difusão aos magistrados, bem como, após período de articulação, a seminário envolvendo diversos atores do Sistema de Garantia de Direitos. O seminário produziu recomendações e enunciados, mas não houve sua devida divulgação no Estado em razão da convocação ao CNJ do MM. Juiz responsável por esta área na Coordenadoria. Os enunciados e recomendações, no entanto, foram feitos não apenas ao Sistema de Justiça, mas a diversos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, devendo esta Coordenadoria identificar quais são as demandas específicas da Justiça e procurar articular-se com os demais órgãos para uma atuação mais articulada e atendimento mais adequado às crianças e adolescentes. A Coordenadoria da Infância e da Juventude vem mapeando a demanda do Estado não apenas pelas consultas feitas pelos magistrados mas também pelos temas discutidos nas diversas visitas realizadas ao interior do Estado. Algumas questões tratadas no seminário têm se mostrado freqüentes, dentre as quais a falta de serviços qualificados de atendimento, sobretudo para os casos de internação; a falta de regionalização do atendimento no caso de comarcas menores.

2 Percebe-se, também, um certo desconhecimento das diretrizes do Ministério da Saúde sobre o tema, especialmente sobre as modalidades de atendimento e também da normativa específica existente sobre a questão. No seminário, apontou-se efetivamente a necessidade de um maior aprofundamento sobre os seguintes pontos: 1. A caracterização jurídica da criança e adolescente em sua relação com a droga e a forma como é atendida pela Justiça. Com efeito, tanto a criança, mas especialmente o adolescente tem se aproximado da justiça, seja como usuário ou traficante, e ora é tomado como autor de ato infracional; ora como carente de atendimento e tratamento; ora como ameaçado pelo tráfico e, embora raro dado o contexto cultural do país poderia ser visto como executando um trabalho, já que a Convenção 182 da OIT qualifica o envolvimento com o tráfico como uma das piores formas de trabalho infantil. Neste contexto, ficou evidente a necessidade de superar uma visão que tome esses adolescentes como objeto de intervenção e, pautado pela doutrina da proteção integral, possa ser respeitado como sujeito de direito, tendo seus direitos devidamente garantidos, contando com sua participação na forma de intervenção. 2. A diferença das modalidades de intervenção diante das variações de freqüência do uso (uso eventual, contínuo, dependência), buscandose, com isso, despatologizar o uso da droga e, ao mesmo tempo, desjudicializar as intervenções, sobretudo as de cunho preventivo. 3. A compreensão das finalidades específicas das medidas de proteção e as socioeducativas, não se podendo utilizar indevidamente das últimas, as socioeducativas, sobretudo de internação, visando o tratamento. 4. A observância dos direitos individuais e civis do usuário de droga e o respeito ao devido processo legal na determinação de internação para tratamento, notadamente nas variantes involuntária e compulsória. 5. A necessidade de difusão do marco legal e das diretrizes das políticas de atendimento a usuários de drogas para uma mais efetiva tutela de direitos coletivos e difusos, aprimorando a atuação e relevância social da Justiça da Infância e da Juventude nesta área 6. O aprimoramento da articulação da rede de atendimento, inclusive da Justiça, mas, mais ainda, o aprofundamento sobre a dimensão

3 jurídica desta articulação, a possibilidade de sua cobrança judicial e os modos de intervenção da Justiça Tendo estes campos de aprofundamento em mente, foram formulados os seguintes enunciados e recomendações, cuja divulgação é recomendada a todos os magistrados e equipes interprofissionais do Judiciário. ENUNCIADOS 1. As internações psiquiátricas para tratamento da drogadição, qualquer que seja a modalidade, só pode ser feita mediante laudo médico circunstanciado que caracterize e fundamente os motivos, nos termos do art. 6º da lei / Preferencialmente a avaliação sobre a necessidade ou não de internação deve ser feita por médico da rede; 3. Medidas socioeducativas privativas de liberdade não devem ser utilizadas para garantir tratamento da drogadição; 4. A falta de adesão a tratamento da drogadição não deve impedir a extinção de medida socioeducativa em meio aberto se os demais compromissos tiverem sido cumpridos; 5. A internação compulsória não deve ser utilizada como extensão de medida socioeducativa ou equiparada a medida de segurança; RECOMENDAÇÕES 1. Articulação regional para atendimento pela rede, mapeando-se os recursos existentes; 2. A rede, no que se inclui as Varas da Infância e da Juventude, deve oficiar aos conselhos de direito da criança e do adolescente para que sejam estabelecidas as diretrizes de atendimento às crianças e adolescentes usuários de drogas no município de forma descentralizada, estabelecendo-se as instituições responsáveis pelo atendimento inicial de modo que a complexidade do problema seja enfocada, direitos sejam garantidos, sem que haja a indevida criminalização da conduta dos usuários de drogas 3. A rede, mas também os magistrados, deve oficiar aos promotores de justiça e aos defensores públicos que atuam em defesa de direitos de crianças e adolescentes para ajuizamento de ação civil pública visando a criação de CAPS-AD, dos demais serviços previstos na

4 legislação específica para saúde mental e da rede de apoio necessária; 4. A rede deve subsidiar o Ministério Público e a Defensoria Pública com dados que permitam o ajuizamento das ações referidas; 5. Realização de reuniões de rede para identificação das lacunas ou curtos-circuitos do atendimento e construção de possibilidades de superação das dificuldades, devendo ser convidados os magistrados, promotores de justiça e defensores públicos; 6. Havendo necessidade de internação, deve ser feita em ala psiquiátrica específica para crianças e adolescentes, velando pela questão de gênero; 7. Necessidade de formação interdisciplinar sobre direitos da criança e do adolescente e os direitos dos usuários de serviço de saúde mental; 8. Estabelecimento de diretrizes para os ambientes de atendimento de crianças e adolescentes usuários de drogas, observando as especificidades culturais e fases de desenvolvimento; 9. Estabelecimento de diretrizes para o acolhimento e atendimento de crianças e adolescentes de forma a respeitar suas especificidades, conforme sua etapa de desenvolvimento; contemplando capacitação para os profissionais; 10. Criação de um Fórum Estadual de Saúde Mental que contemple os diversos setores do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes; 11. Definição por parte do Fórum Estadual de fluxo de atendimento, estabelecendo-se as instituições responsáveis pelo atendimento inicial de modo que a complexidade do problema seja enfocado, direitos sejam garantidos, sem que haja a indevida criminalização da conduta dos usuários de drogas Com o devido respeito, não parece ser atribuição da Coordenadoria da Infância e da Juventude a articulação do Fórum Estadual de Saúde Mental ou seu fortalecimento. A Coordenadoria, todavia, deve colocar-se à disposição da Secretaria de Estado da Saúde para colaborar com tal Fórum, se existente, parecendo ser o caso de oficiar-se neste sentido. Todavia, uma demanda fundamental dos magistrados e equipes é a de contar com uma relação das entidades de atendimento no Estado. O Conselho Estadual sobre Drogas realizou em 2009 o 1º levantamento dos recursos de apoio para álcool e drogas no Estado de São

5 Paulo, que junto em anexo, mas, como se pode observar, não há detalhamento sobre o público alvo atendimento, especialmente se voltado a crianças e adolescentes. Por isso, parece importante também oficiar-se a referido Conselho para que faça esta especificação, de modo a podermos divulgar o material aos magistrados e equipes interprofissionais do Estado. De posse desse material, ações de difusão e de capacitação são fundamentais para mudar o cenário estadual. Neste sentido, dois grandes campos devem ser focados. O primeiro, sobre as diretrizes de atendimento e fluxos para serem disseminados ao Sistema de Justiça, nos quais destacam-se: metodologias de atendimento: redução de danos e internação subsidiária serviços: CAPS-AD e papel de organizações sociais, especialmente as comunidades terapêuticas atendimento municipalizado e regional busca ativa envolvimento da família suporte pela assistência social, eventualmente habitação O segundo, mais propriamente focado nas dimensões jurídicas, deveria enfocar: aplicação de medida e controle de adesão ao atendimento ambulatorial pelo CT. Representação e procedimento judicial. requisitos para internação involuntária e compulsória procedimento judicial para internação involuntária e compulsória e respeito ao devido processo legal normativa legal sobre políticas públicas e a tutela de direitos coletivos e difusos Embora a Coordenadoria da Infância e da Juventude venha tentando a criação de cursos regulares na Escola Paulista da Magistratura sobre direitos de crianças e adolescentes e o tema mereça um maior aprofundamento, parece ser o caso de disseminação mais genérica a todos os magistrados do Estado.

6 Para tanto, visando dar encaminhamento ao tema, proponho respeitosamente que: 1. se oficie à Secretaria de Estado da Saúde para averiguar a existência de Fórum Estadual de Saúde Mental, indagando sua constituição e atividades e colocando a Coordenadoria à disposição para colaborar na articulação do Sistema de Garantia de Direitos voltado à garantia de direitos de crianças e adolescentes usuários de entorpecentes; 2. se oficie ao Conselho Estadual sobre drogas para que seja esta Coordenadoria informada, dentre aqueles relacionados pelo Conselho, quais destinam serviços especificamente ao atendimento de crianças e adolescentes usuários de entorpecentes; 3. se realize capacitação aberta sobre as diretrizes de atendimento e questões jurídicas relacionadas à garantia de direitos de crianças e adolescentes usuários de entorpecentes, em palestra a ser realizada com transmissão via internet pela Apamagis, sendo seu conteúdo construído coletivamente com representantes da Secretaria de Estado da Saúde; 4. sejam disseminados a todos os magistrados e equipes inteprofissionais os enunciados e recomendações construídos no seminário de abril passado, encaminhando-lhes este parecer por correio eletrônico; 5. seja o tema em apreço objeto de módulo sobre direitos da criança e adolescente em curso na Escola Paulista da Magistratura, visando maior aprofundamento na matéria, dentre outras voltadas à garantia de direitos de crianças e adolescentes. 6. seja encaminhado este parecer ao Centro de Apoio Operacional do Ministério Público e ao Núcleo Especializado da Infância e da Juventude da Defensoria Pública do Estado e à Comissão da Criança e do Adolescente da OAB-SP; 7. seja o parecer publicado no Diário Oficial para que os demais participantes do referido

7 seminário tenham acesso aos encaminhamentos dados àquela atividade. SUB CENSURA. São Paulo, 6 de janeiro de 2011 Eduardo Rezende Melo Juiz da Coordenadoria da Infância e da Juventude Renata Bittencourt Couto da Costa Juíza da Coordenadoria da Infância e da Juventude Aprovo o parecer. Oficie-se, também, à APAMAGIS e ao CNJ, aos cuidados do ilustre Assessor de sua Presidência, Juiz de Direito Daniel Issler,com cópia desse parecer. São Paulo, 06 de janeiro de Antonio Carlos Malheiros Desembargador Coordenador da Infância e da Juventude Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

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