Basileia III: Novas Regras. Departamento de Normas do Sistema Financeiro - Denor

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1 Basileia III: Novas Regras Departamento de Normas do Sistema Financeiro - Denor Abril de 2013

2 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal (ACP) Conglomerado Prudencial Requerimento de capital para risco de crédito Considerações finais 2

3 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal (ACP) Conglomerado Prudencial Risco de crédito padronizado Considerações finais 3

4 Introdução Basileia III: Resposta regulatória à crise internacional Recomendações de melhores práticas Aumento da qualidade e quantidade de capital Objetivos: Tornar o sistema financeiro mais resiliente Reduzir custos de crises bancárias Amparar o crescimento sustentável 4

5 Introdução Estrutura de capital e requerimentos mínimos 4 Resoluções n os a Circulares n os a Basileia II, Basileia II.5 e Basileia III Alavancagem / Liquidez / D-SIBs Discussões internacionais em andamento Alvo de regulação futura 5

6 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal (ACP) Conglomerado Prudencial Risco de crédito padronizado Considerações finais 6

7 Nova definição do PR Resolução Patrimônio de Referência = Nível I + Nível II Nível I Capital Principal: ações, reservas, ajustes de avaliação, lucros retidos e dedução dos ajustes prudenciais Capital Complementar: instrumentos com requisitos mais rigorosos Nível II: instrumentos com requisitos mais rigorosos 7

8 Nova definição do PR Resolução Ajustes prudenciais no Capital Principal (CP): Com dedução integral a partir de 1º/10/13 (sem phase-in): Ativos diferidos A N T I G A S N O V A S Instrumentos de captação elegíveis ao PR de outras IFs Investimentos em dependência ou controlada no exterior, sem acesso a informação Créditos tributários de prejuízo fiscal (CTPJ), exceto os decorrentes de superveniência de depreciação, que excedam 10% do Nível I Diferença a menor entre provisões e perdas esperadas no IRB Capital requerido pela Susep, excluída parte relativa a riscos de crédito, de mercado e operacional 8

9 Nova definição do PR Resolução Ajustes prudenciais no Capital Principal (CP): Com dedução progressiva entre 2014 e 2018 (com phase-in) : Ágios e intangíveis constituídos a partir de 1º/10/2013 Ativos atuariais de fundos de pensão de benefício definido T O T A L P A R C I A L Participações pulverizadas em entidades assemelhadas que, no conjunto, representem mais de 10% do Capital Principal da IF CTPJ de superveniência de depreciação Outros CTPJ inferiores a 10% do Nível I Participação de não controladores em subsidiárias Participações em entidades assemelhadas que, individualmente, representem mais de 10% do Capital Principal da IF Créditos tributários de diferenças temporárias (CTDT) 9

10 Nova definição do PR Resolução Cronograma de dedução dos ajustes prudenciais (com phase-in): Deduções do Capital Principal % 20% 40% 60% 80% 100% 100% 10

11 Nova definição do PR Resolução Ajustes prudenciais no Capital Principal: Créditos tributários: CTDT de PCLD não serão deduzidos (MP n o 608 de 28/2/2013) Possibilidade de compensação com passivos fiscais diferidos para fins de apuração do montante a deduzir Não dedução do saldo de CTDT que represente: Individualmente, 10% do Capital Principal apurado antes da dedução desses CTDT e das participações relevantes em assemelhadas Em conjunto com o saldo das participações relevantes em assemelhadas, até 15% do Capital Principal final 11

12 Informações do Balanço PL 100,00 Ágio 15,00 Intangíveis 5,00 CTDT 17,00 Inv. Seguradora 7,00 Cálculo Capital Principal PL 100,00 Ded. Integrais (20,00) Ded. Excesso dos 10% Ded. Excesso dos 15% (9,00) (5,12) Capital Principal 65,88 Cálculo do Capital Principal Deduções Integrais = 15+5 = 20 PL com deduções integrais = = 80 Base de cálculo para limite de 10% = 0,1*80 = 8 Excede o reconhecimento de 10%? Em quanto? Inv. Seguradora = 0 CTDT = 17-8 = 9 excesso sobre 10% Excede o limite conjunto de 15%? = 17+7=24 é maior que 15% do Capital Principal? ( Se não Ok / Se sim mais dedução) Como apurar o excedente aos 15%? 24 x 80 x 15% x = 14,12 Qual será a dedução adicional? = 14,12 9,00 = 5,12 Conferência: Montante não deduzido = 24-14,12 = 9,88 É 15% do Capital Principal? 9,88/65,88=15% Ok! 12

13 Nova definição do PR Resolução Instrumentos elegíveis ao Capital Complementar Requisitos anteriores: Perpetuidade (MP n o 608 de 28/2/2013) Subordinação a todos os demais passivos, na dissolução da IF Resgate/recompra somente mediante autorização do BCB Resgate somente pelo emissor Ausência de garantia ou seguro que comprometa a subordinação Novos Requisitos (MP n o 608 de 28/2/2013): Possibilidade de suspensão e extinção da remuneração Possibilidade de extinção ou conversão do instrumento A extinção ou conversão não acarretam default 13

14 Nova definição do PR Resolução Instrumentos elegíveis ao Nível II Requisitos anteriores: Prazo mínimo de 5 anos Subordinação aos demais passivos, exceto os elegíveis ao Nível I Resgate/recompra somente mediante autorização do BCB Resgate somente pelo emissor Ausência de garantia ou seguro que comprometa a subordinação Redutor de 20% a.a. nos últimos 5 anos Novos requisitos (MP n o 608 de 28/2/2013): Possibilidade de extinção ou conversão do instrumento A extinção ou conversão não acarretam default 14

15 Nova definição do PR Resolução Instrumentos elegíveis ao Capital Complementar ou ao Nível II Condições para suspensão da remuneração do Nível I: Ausência de lucros ou reservas Restrições, pelo BCB, à distribuição de dividendos ou outros resultados Não cumprimento do ACP Condições para extinção ou conversão dos níveis I e II: Capital Principal inferior a 5,125% (Nível I) ou 4,5% (Nível II) dos RWA Suporte governamental por meio de aporte de recursos Decretação de RAET ou intervenção Decisão do BCB visando mitigar riscos relevantes e garantir a continuidade da IF 15

16 Nova definição do PR Resolução Instrumentos elegíveis ao Capital Complementar ou ao Nível II Instrumentos que não atendam aos novos critérios serão excluídos do capital regulamentar (Grandfathering) A exclusão será feita para cada nível do PR A data de corte definida na regulamentação é 31/12/2012 O fator de redução de 10% a.a. será aplicado aos montantes computados em cada nível na data de corte 16

17 Cálculo do grandfathering dos instrumentos não elegíveis Saldos dos instrumentos elegíveis ao Nível II Exemplo jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 out/13 jan/14 jan/15 jan/16 jan/17 jan/18 jan/19 jan/20 jan/21 jan/22 Dív Dív Dív Dív Dív Perpétuo Total Regra do redutor de 20% - Nível II jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 dez/12 out/13 jan/14 jan/15 jan/16 jan/17 jan/18 jan/19 jan/20 jan/21 jan/22 Dív Dív Dív Dív Dív Perpétuo Nível II Regra do Grandfathering 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Considerando base de capital em out/ Valor máximo dos instrumentos elegíveis ao Nível II

18 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal (ACP) Conglomerado Prudencial Risco de crédito padronizado Considerações finais 18

19 Novos Requerimentos Mínimos - Resolução Substituição do conceito de Patrimônio de Referência Exigido (PRE) Introdução de três requerimentos mínimos: Capital Principal (4,5% dos RWA) Nível I (6% dos RWA) Total do PR (8% dos RWA) As cooperativas singulares não filiadas a centrais acrescem 4 pontos percentuais. aos requerimentos mínimos Transição gradual para os novos percentuais até 2019 Aplicam-se a todas as IFs, exceto as cooperativas incluídas no RPS RWA = RWA CPAD + RWA CIRB + RWA MPAD + RWA MINT + RWA OPAD + RWA OAMA RWA MPAD = RWA JUR1 + RWA JUR2 + RWA JUR3 + RWA JUR4 + RWA ACS + RWA COM + RWA CAM 19

20 Novos Requerimentos Mínimos - Resolução Metodologia de cálculo das parcelas dos RWA estabelecida pelo BCB: RWA CPAD (Circular 3.644) RWA CIRB (Circular 3.648) RWA OPAD (Circular 3.640) RWA OAMA (Circular 3.647) RWA MINT (Circular 3.646) RWA MPAD : RWA JUR1 (Circular 3.634), RWA JUR2 (Circular 3.635), RWA JUR3 (Circular 3.636), RWA JUR4 (Circular 3.634), RWA ACS (Circular 3.638), RWA COM (Circular 3.639), RWA CAM (Circular 3.641) 20

21 Novos Requerimentos Mínimos - Resolução Para verificação do cumprimento dos requerimentos mínimos, é deduzido o excesso de aplicação de recursos no Ativo Permanente As informações mínimas sobre a apuração dos RWA devem ser evidenciadas na forma estabelecida pelo BCB Deve ser mantido PR suficiente para cobertura do risco de taxas de juros das operações não incluídas na carteira de negociação Deve ser indicado ao BCB diretor responsável pela apuração dos RWA e dos requerimentos mínimos e pelo cumprimento do ACP 21

22 Novos Requerimentos Mínimos - Resolução Nível II Nível II 5,5 2,5 2,5 Buffer 0,8 1,5 Capital Compl. Nível I 4,7 4,5 Capital Principal Nível I BII BIII Ações Híbridos Ações Dívida Subordinada 22

23 Novos Requerimentos Mínimos Resolução Basileia II Brasil - Hoje Basileia III Capital Principal 2%* 4,7 %* 7% - 9,5% Nível I 4%* 5,5%* 8,5% - 11% Patrimônio de Referência (PR) 8% 11% 10,5% - 13% * Limites implícitos 23

24 Novos Requerimentos Mínimos Resolução Capital Principal (mínimo + adicional) 4,50% 4,50% 4,50% 5,125% a 5,75% 5,75% a 7,0% 6,375% a 8,28% 7,0% a 9,5% Nível I (mínimo + adicional) 5,50% 5,50% 5,50% 6,625% a 7,25 % 7,25% a 8,5% 7,875% a 9,75% 8,5% a 11,00% PR (mínimo + adicional) 11,00% 11,00% 11,00% 10,5% a 11,125% 10,5% a 11,75% 10,5% a 12,375% 10,5% a 13,0% 24

25 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal (ACP) Conglomerado Prudencial Risco de crédito padronizado Considerações finais 25

26 Adicional de Capital Principal - Resoluções e ACP para quem apura o RWA RPS 2,5% dos RWA RPS ACP para quem não apura o RWA RPS Ano Limite Inferior Limite Superior ,625% 1,25% ,25% 2,5% ,875% 3,75% ,5% 5% 26

27 Adicional de Capital Principal (RWA) - Resolução A elevação do percentual de Adicional de Capital Principal deve ser divulgada pelo BCB com antecedência mínima de doze meses em relação à data de início de vigência A insuficiência no cumprimento do Adicional de Capital Principal acarreta restrições a: pagamento de remuneração variável a diretores e membros do CA pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio (*) pagamento de sobras líquidas apuradas e remuneração anual às quotaspartes e ao resgate das quotas-partes, para cooperativas recompra de ações próprias redução do capital social, quando legalmente possível (*) A MP 608 complementa a Lei 6.404/1976 acerca do dividendo mínimo de IFs 27

28 Adicional de Capital Principal (RWA) - Resolução A insuficiência no cumprimento do ACP acarreta os seguintes percentuais de restrição ao montante a ser pago ou distribuído: 100% valor considerado para verificação da suficiência < 25% do valor fixado pelo BCB 80% valor considerado para verificação da suficiência entre 25% e 50% do valor fixado pelo BCB 60% valor considerado para verificação da suficiência entre 50% e 75% do valor fixado pelo BCB 40% valor considerado para verificação da suficiência entre 75% e 100% do valor fixado pelo BCB 28

29 Adicional de Capital Principal (RWA) - Resolução O cumprimento do ACP é verificado depois da verificação do atendimento dos requerimentos mínimos de Capital Principal, de Nível I e de PR A remuneração variável inclui bônus, participação nos lucros e quaisquer parcelas de remuneração diferidas e outros incentivos remuneratórios associados ao desempenho Os montantes retidos por insuficiência de ACP não podem ser objeto de obrigação futura 29

30 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal Conglomerado Prudencial Risco de crédito padronizado 30

31 Grupo Econômico quando uma sociedade detém uma participação majoritária e o controle de uma ou mais empresas subsidiárias, informação valiosa pode ser obtida e apresentada mediante a combinação dos dados financeiros e a preparação de demonstrações financeiras consolidadas para todo o grupo. (Hendriksen e Breda) 31

32 Demonstrações Consolidadas Por que os grupos econômicos devem apresentar demonstrações consolidadas? Para evitar a elaboração e divulgação de informações financeiras enganosas que possam inflar receitas ou itens patrimoniais em razão de operações intragrupo Para fornecer um número mais significativo para o resultado e uma melhor avaliação do desempenho da empresa controladora e do grupo como um todo 32

33 Demonstrações Consolidadas Objetivos sob a perspectiva de padrões internacionais de contabilidade: informação útil para decisões de investimento e de crédito informação de qualidade para todas os interessados: relevância (informação com feedback e apresentada em tempo hábil) confiabilidade (informação verificável, representativa e livre de erro ou viés) 33

34 Demonstrações Consolidadas Objetivos sob a perspectiva de regulação e supervisão: Apoio a todas as atividades relacionadas com a regulação e supervisão bancária: avaliação e mensuração de riscos segurança e solidez estabilidade financeira avaliação da estratégia de negócios Informação de qualidade: relevância confiabilidade 34

35 Conglomerado Prudencial - Resolução O Balancete Patrimonial Analítico Conglomerado Prudencial configura-se como um documento de remessa mensal ao BCB, elaborado pela instituição líder com base em informações financeiras das instituições integrantes do grupo, localizadas no País ou no exterior, sobre as quais a instituição detenha controle direto ou indireto 35

36 Controle Caracterização de controle: I - participações em empresas em que a instituição detenha, diretamente ou não, isoladamente ou em conjunto com outros sócios, inclusive em função da existência de acordos de votos, direitos de sócio que lhe assegurem preponderância nas deliberações sociais ou poder de eleger ou destituir a maioria dos administradores ou II - controle operacional efetivo, caracterizado pela administração ou gerência comum ou pela atuação no mercado sob a mesma marca ou nome comercial 36

37 Composição Devem integrar o Grupo de Consolidação: - instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BCB, incluindo as administradoras de consórcio - instituições de pagamento que atuem como emissora ou credenciadora de cartão de crédito - sociedades que realizem aquisição de operações de crédito, inclusive imobiliário, ou de direitos creditórios, a exemplo de sociedades de fomento mercantil, sociedades securitizadoras e sociedades de objeto exclusivo 37

38 Composição Devem integrar o Grupo de Consolidação: - sociedades seguradoras, resseguradoras, de capitalização e entidades abertas de previdência complementar - fundos de investimento nos quais as entidades integrantes do conglomerado, sob qualquer forma, assumam ou retenham substancialmente riscos e benefícios, tais como fundos de investimento exclusivo, fundos de investimento em direitos creditórios e outros fundos de investimento financeiro - outras pessoas jurídicas sediadas no País que tenham por objeto social exclusivo a participação societária nas entidades mencionadas anteriormente 38

39 Características O Balancete deve: - ser objeto de exame e de relatório semestral, pelos auditores independentes - utilizar todas as definições e critérios de avaliação e de reconhecimento de ativos, passivos, receitas e despesas previstos no Cosif - realizar os ajustes necessários para que a avaliação e o reconhecimento de ativos, passivos, receitas e despesas de entidades que não estejam sujeitas às normas do Cosif reflitam o disposto nesse Plano Contábil 39

40 O BCB: Atuação do BCB - disciplinará os procedimentos adicionais a serem observados na elaboração e remessa do Conglomerado Prudencial - poderá determinar a inclusão ou exclusão de entidades na elaboração do Conglomerado Prudencial - poderá determinar nova elaboração e remessa do Conglomerado Prudencial 40

41 Visões Contábeis do Supervisor Balancete Individual Documentos 4010 e 4020 (inclui dependências no exterior) Consolidação Operacional Documento 4040 Consolidado Econômico-Financeiro (CONEF) Documento 4050 Demonstrações Consolidadas no Padrão do IASB - Publicação Balancete Patrimonial Analítico Conglomerado Prudencial 41

42 Vantagens Esperadas Visão econômica das operações do grupo como se fosse uma única entidade Eliminação do resultado gerado internamente no grupo Melhor percepção dos riscos assumidos pelas entidades integrantes do Conglomerado Prudencial Adequação da capacidade de assunção de novos riscos pelas entidades integrantes do Conglomerado 42

43 Vantagens Esperadas O documento permite aprimoramento na supervisão dos grupos econômicos Demonstra, de forma mais abrangente, a posição econômica, financeira e patrimonial dos grupos Tem natureza contábil, embora sua finalidade primordial seja a apuração de limites operacionais 43

44 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal Conglomerado Prudencial Risco de crédito padronizado Considerações finais 44

45 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Circular Principais Alterações CVA Operações liquidadas em contrapartes centrais Alterações na apuração das exposições Alterações nos FPRs Demais alterações 45

46 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Principais Alterações A. Decorrentes de Basileia III Credit Valuation Adjustment (CVA) Operações com contrapartes centrais (CCPs) FPR de 250%: investimentos em assemelhadas não consolidadas e CTDT que dependam de lucratividade futura FPR de 1.250%: default funds 46

47 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Principais Alterações B. Outros ajustes FPR para atacado Créditos a liberar e compromissos de crédito Arrendamento mercantil Aplicações em fundos de investimento e títulos de securitização Derivativos de crédito Alienação fiduciária, hipoteca e home equity LFs de emissão própria e FPE/FPM como mitigadores de risco de crédito etc. 47

48 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Credit Valuation Adjustment (CVA) Apenas derivativos de balcão 2 formas de apuração: similar a BIII ou versão simplificada: EXP é o principal input da fórmula cálculo igual ao feito para risco de crédito nos arts. 12 a 15 BIII foi adaptada pela não utilização de ratings Operações com Tesouro, BCB e EMD não são consideradas 48

49 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Operações Liquidadas em CCPs Exposições: derivativos, compromissadas, depósito de margens não apartadas e default funds Cálculo da exposição: segue a mesma metodologia para exposições bilaterais 49

50 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Operações Liquidadas em CCPs FPR e existência de ajuste (art.34) depende do tipo de CCP: CCPs no Brasil ou sujeitas à regulamentação CPSS- IOSCO FPR = 2% e faculta a dedução de: Demais CCPs FPR = 100% e não é possível dedução Default funds são sempre ponderados a 1.250% 50

51 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Operações Liquidadas em CCPs Requerimento final será: CCPs no Brasil ou sujeitas à regulamentação CPSS- IOSCO: Min {(2% * TEi % * DFi); (20% * TEi)} Demais CCPs: 100% * TEi % * DFi 51

52 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações na apuração das exposições 1) Créditos a liberar x limite de crédito Créditos a liberar: operações contratadas com fluxos futuros podem ou não ter condições a serem cumpridas incluem apenas desembolsos até 360 dias ex: financiamentos de projetos, habitacionais 52

53 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações na apuração das exposições 1) Créditos a liberar x limite de crédito Limite de crédito: Compromisso valor incerto não pode ser negado ou cancelado de forma unilateral pela IF ex: cheque especial, linhas de crédito 53

54 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações na apuração das exposições 2) Fundos de Investimento Look Through Approach (LTA) - obrigatório - última informação disponível, com atraso máximo de 31 dias - informação com até 90 dias pode ser usada na exceção prevista pela CVM (IN 409, Art. 68, 1º e 2º) - deve incluir exposição potencial futura (derivativos) Facultada a utilização dos limites mínimos do regulamento caso LTA não seja possível 54

55 2) Fundos de Investimento FPR 1.250% aplica-se: - a parcela do PL do fundo não identificada no LTA ou no regulamento - ao investimento em fundos quando não for possível LTA e quando não for utilizado o regulamento - ao investimento em cotas de fundos a partir do 2 nível 1st layer 2nd layer 3rd layer fundo de investimento em cotas 20% 80% título público fundo de investimento em cotas 30% título público fundo - cotas subordinadas adquiridas a partir de 4/3/ % 55

56 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações na apuração das exposições 3) Securitização Tratamento semelhante aos fundos Se for possível identificar o FPR dos ativos subjacentes, poderão ser aplicados os FPRs correspondentes FPR de 1.250% aplica-se à classe subordinada de títulos de securitização 56

57 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações na apuração das exposições 4) Derivativos de crédito SIM Hedge Exposição = 0 Transferidora do Risco? SIM Detém o ativo subjacente? NÃO Investimento Exposição = MTM + EPF NÃO Garantia Exposição = referência do contrato 57

58 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações na apuração das exposições 5) Arrendamento Mercantil Financeiro - VP dos fluxos das contraprestações + VRG Operacional - Risco de crédito de contraparte: contraprestações em atraso - Ativo objeto: valor do bem objeto do arrendamento 58

59 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações nos FPRs 1) 2% Operações liquidadas em CCPs no Brasil ou sujeitas à regulamentação CPSS-IOSCO 2) 20% Operações de crédito < 3 meses com CCPs no Brasil ou sujeitas à regulamentação CPSS-IOSCO Operações (e títulos) com governos e bancos centrais de países sem default Operações < 3 meses com IFs sediadas em países sem default 59

60 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações nos FPRs 3) 35% Financiamento habitacional com alienação fiduciária e LTV < 80% 4) 50% Operações > 3 meses com IFs sediadas em países sem default Operações de crédito >3 meses com CCPs no Brasil ou sujeitas à regulamentação CPSS-IOSCO Empréstimos com alienação de imóvel residencial e LTV < 50% Financiamento habitacional com hipoteca e LTV < 80% 60

61 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações nos FPRs 5) 75% Atacado PJ com carteira ativa no SFN > R$ 100 mi e IF possui carteira ativa com a PJ < 10% PR Varejo Reajustes: pequeno porte - receita bruta anual R$ 3,6 milhões e limite exposições: R$ 600 mil Financiamento habitacional não entra na apuração do limite de varejo (0,2% e R$ 600 mil) 61

62 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações nos FPRs 6) 150% CDC > 36 meses Consignado > 60 meses 7) 250% Valores não deduzidos do PR (participações relevantes em assemelhadas + CTDT que dependam de lucratividade futura) Cronograma de implementação até

63 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Alterações nos FPRs 8) 1.250% Novas aquisições de cotas subordinadas de fundos Novas aquisições de classe subordinada de títulos de securitização classe subordinada abrange classes júnior e mezanino Default funds Multiplicado por 0,08/F Cronograma de aplicação até

64 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Demais Alterações Letra Financeira de emissão própria é mitigador com FPR = 0% FPE/FPM é mitigador com FPR = 0% FPR de exposições ao BNDES = 0% 64

65 Risco de Crédito Padronizado (RWA CPAD ) Demais Alterações Disposições transitórias entraram em vigor na publicação: FPR = 0%: BNDES FPR = 20%: países sem default e operações < 3 meses com IF sediadas nesses países FPR = 35%: financiamento habitacional com alienação e LTV < 80% FPR = 50%: operações > 3 meses com IF sediadas em países sem default FPR = 75%: inclusão segmento atacado e atualização limites varejo FPR = 150%: consignado > 60 meses LF emissão própria e FPE/FPM são mitigadores com FPR = 0% 65

66 Agenda Introdução Nova definição do Patrimônio de Referência (PR) Novos requerimentos mínimos Adicional de Capital Principal Conglomerado Prudencial Requerimento de capital para risco de crédito Considerações finais 66

67 Considerações Finais Importante avanço regulatório Aprimoramento contínuo da regulação e supervisão Adaptação relativamente tranquila a Basileia III Fortalece as bases para um crescimento sustentável Efeito neutro no crédito e investimento SFN sólido e bem capitalizado Reforço da imagem de solidez do sistema e da economia Prazos longos para adaptação 67

68 Diretoria de Regulação do Sistema Financeiro Departamento de Normas do Sistema Financeiro Abril de

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