Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA

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1 Profa. Ligia Vianna Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO

2 Num passado não muito distante, a ordem sociopolítica compreendia apenas dois setores, ou seja, um público e outro privado. Esses setores guardavam entre si características bastante distintas; de um lado estava o Estado, a Administração Pública, a sociedade; do outro, o Mercado, a iniciativa particular e os indivíduos.

3 Em função da difícil convivência entre esses dois setores clássicos, porém, começa a surgir e a se firmar um novo setor, denominado de Terceiro Setor. O fundamento desse novo segmento é que nele estejam situadas aquelas organizações privadas que tenham objetivos públicos.

4 Dessa forma, esse setor ocuparia uma posição intermediária, prestando serviços de interesse social; porém, sem as limitações pertinentes ao Estado e às ambições inerentes ao mercado.

5 Podemos, assim, conceituar o Terceiro Setor como o conjunto de organismos, organizações ou instituições sem fins lucrativos dotados de autonomia e administração própria que apresentam como função e objetivo principal atuar voluntariamente junto à sociedade civil, visando ao seu aperfeiçoamento. (PAES, 2003, p. 88)

6 Setores: Caridade: Formado por entidades que realizam trabalhos eminentemente de caridade. Voluntários: Inclui as mesmas entidades caritativas e outras com objetivos sociais e políticos não caritativos. ONGs: Formado por entidades que atuam principalmente no campo de ajuda internacional,,podendo ser de caráter voluntário ou de caridade.

7 Organizações sem fins lucrativos: Tratase de denominação muito utilizada nos Estados Unidos e que inclui universidades e hospitais sem fins lucrativos, sindicatos, associações profissionais e outras organizações que podem apresentar lucros, mas não o distribuem. Fonte: Definições de Hudson (1998) relacionadas com a formação do Terceiro Setor.

8 Marketing para o Terceiro Setor. Assim como nas organizações lucrativas, as ações de marketing para o Terceiro Setor estão mais relacionadas com as práticas cotidianas de sucesso do que como fundamento processual e estratégico. O marketing é de fundamental importância para as organizações do Terceiro Setor, seja na divulgação de suas ações, seja na revelação de sua atratividade com vistas à captação de recursos, ou como meio de sustentação.

9 Funções da gestão social. O conceito de gestão social aborda a gestão da produção de bens públicos no espaço público não estatal e a correlaciona com o diálogo entre os públicos constituintes fundados na missão. As funções do processo de gestão são: planejamento, direção, organização e controle.

10 Planejamento: encontra-se entre as funções gerenciais que merecem um especial destaque. O planejamento oferece as informações e as estimativas que permitem à organização ordenar os recursos com maior eficácia. Organização: montagem de uma estrutura humana e material para realizar um empreendimento. Direção: o planejamento das ações e a organização do trabalho, por meio da distribuição das tarefas e responsabilidades, embora sejam essenciais ao desempenho organizacional, não garantem que o trabalho seja devidamente realizado.

11 Empreendedorismo no Terceiro Setor. Para as Organizações do Terceiro Setor conseguirem se manter eficientes no decorrer do tempo, é necessária uma administração eficaz. Atualmente, essas organizações conseguem desenvolver seus trabalhos sociais contando com diversificadas fontes de recursos, como: doações de pessoas físicas e jurídicas; investimentos em programas e em projetos sociais; financiamentos com o governo, empresas privadas, comunidades e entidades sem fins lucrativos;

12 Gestão do Terceiro Setor: motivação, criatividade e transparência. Encorajar e reconhecer os problemas sociais. Ser cuidadoso com os riscos de parcerias e alianças estratégicas. Levantar problemas o mais rápido possível perante as comunidades. Fomentar a transparência das ações, políticas e propostas. Fomentar a clareza na comunicação com as instituições.

13 Essas parcerias podem se dar das mais diferentes formas, envolvendo a soma de esforços de vários setores da sociedade, como: A empresa privada fornece recursos para o governo desenvolver seus projetos sociais, na forma de patrocínio, doações ou financiamento de campanhas sociais (parceria governo/empresa). A empresa contrata os servidores de uma organização não governamental para desenvolver os seus projetos sociais (parceria empresa/ong).

14 A empresa desenvolve seus projetos sociais com o apoio de uma ou mais ONGs e demais entidades da sociedade civil (parceria empresa/ong/sociedade civil). A empresa desenvolve seus projetos com uma participação da sociedade civil (parceria empresa/ sociedade civil).

15 Interatividade São considerados Terceiro Setor, exceto: a) ONGs. b) Voluntariado. c) Caridade. d) Organizações sem fins lucrativos. e) Empresa Pública.

16 2 PBA O empreendedorismo está vinculado ao conceito de capacidade empreendedora, que deve ser um guia para que os empreendimentos tenham sucesso. São apresentadas seis dimensões da capacidade empreendedora: Orientação estratégica. Comprometimento com a oportunidade. Comprometimento com os recursos. Controle sobre os recursos. Estrutura administrativa. Filosofia de recompensas.

17 Responsabilidade social com os empregados. Os empregados são os elementos prioritários para o desenvolvimento dos negócios das empresas. Dispor de uma empresa formada por profissionais capacitados constitui uma importante vantagem competitiva. Portanto, a atração, o desenvolvimento e a retenção dos melhores trabalhadores são aspectos importantes para o crescimento e a sustentabilidade da empresa.

18 Nesse sentido, as empresas têm se preocupado em desenvolver ações orientadas aos empregados,como: fomentar a formação e o desenvolvimento profissional; conciliar a vida pessoal e profissional; estabelecer benefícios extras; reter os profissionais mais valiosos; preocupar-se com a saúde, a segurança e o bem-estar no trabalho.

19 Responsabilidade em relação ao meio ambiente. Como consequência do desenvolvimento de suas atividades, as empresas provocam um impacto sobre o entorno. A sociedade atual demanda que as empresas respeitem e se preocupem com o entorno em que atuam. Por isso, é necessária a adoção de boas práticas que permitam ser mais eficientes em seu processo produtivo. Devem incorporar tecnologias limpas que contribuam para a diminuição do impacto ambiental.

20 Responsabilidade com a comunidade. Em termos de responsabilidade corporativa, o principal objetivo das empresas é ter essas ações orientadas para que a sociedade se integre como um elemento natural nas suas estratégias de negócio. Dessa forma, é necessário conhecer a comunidade, por meio de reuniões periódicas com as associações e outros representantes do local, participação em eventos locais e identificar as necessidades.

21 Aprimoramento profissional na gestão de projetos sociais. Segundo algumas pesquisas, somente 16% dos projetos terminam dentro do prazo, e a maioria estoura o orçamento. O gerenciamento adequado aumenta as chances de êxito, facilita a organização geral e o registro dos processos. Por isso a necessidade do esforço rumo à profissionalização na gestão de projetos.

22 Avaliação de projetos sociais. Utilidade: engloba a capacidade de responder à demanda das pessoas interessadas e a preocupação de que os resultados da avaliação possam impactar na remodelagem do projeto. Viabilidade: implica a busca de melhor relação entre custo e benefício no processo avaliativo, o compromisso de não atrapalhar no desenvolvimento do projeto.

23 Propriedade: significa que as normas legais e éticas serão respeitadas, bem como os termos do contrato e os direitos humanos e trabalhistas. Precisão: refere-se à adequação técnica da avaliação, o que compreende a documentação de todo o processo, a escolha de fontes de informação confiáveis, a imparcialidade dos relatórios e a explicitação dos propósitos e procedimentos.

24 Atualmente, mudanças significativas vêm ocorrendo no interior do aparato estatal brasileiro, e uma das principais características é a descentralização, como a transferência da gestão das políticas sociais para as instâncias mais periféricas do poder estatal e para entes públicos e privados com o objetivo de garantir à população seus direitos sociais. Nesse novo cenário, as organizações privadas e autônomas, voltadas para o interesse coletivo, assumem um papel central na reconstrução da sociedade civil.

25 O Estado, independentemente do nível de governo, estabelece alianças com as organizações sem fins lucrativos para que realizem suas competências.

26 Interatividade As empresas têm se preocupado em desenvolver ações orientadas aos empregados. São exemplos destas ações, exceto: a) Fomentar a formação e o desenvolvimento profissional. b) Conciliar a vida pessoal e profissional. c) Estabelecer benefícios extras. d) Reter os profissionais mais valiosos. e) Preocupar-se com o lazer do funcionário. i

27 3PBA O processo administrativo de uma organização implica a compreensão de algumas etapas básicas: Planejamento estratégico. Planejamento orçamentário. Execução do plano orçamentário. Controle e avaliação.

28 Planejamento estratégico setor privado. Análise externa: a organização deve olhar para fora de si, para o ambiente em que estão as oportunidades e as ameaças. Ambiente indireto: aspectos políticos, econômicos, demográficos, tecnológicos, ambientais. Ambiente direto: ambiente em que atua; fornecedores, clientes, concorrentes. Análise interna: pontos fortes, fracos e neutros da organização.

29 Setor público. Plano Plurianual (PPA). O PPA tem vigência de quatro exercícios financeiros, devendo seu projeto ser enviado para aprovação do Congresso Nacional no governo federal, da Assembleia Legislativa nos Estados e da Câmara Municipal nos municípios. Esse plano deve ser enviado até o dia 31 de agosto do primeiro ano de mandato, concluindo-se no primeiro ano de mandato do governo subsequente.

30 A Lei Orçamentária Anual (LOA). Demonstrativo de compatibilidade da programação do orçamento com as metas da LDO previstas no respectivo Anexo de Metas Fiscais. Previsão de reserva de contingência para saldar possíveis restos a pagar e passivos contingentes.

31 As empresas e a responsabilidade social. Quando é citado o termo responsabilidade social, a primeira definição está relacionada com as ações voltadas para a comunidade e para o ambiente; porém, apesar de esses temas serem de grande importância, a responsabilidade social abrange outras questões.

32 Uma atuação socialmente responsável de uma organização deve ser voltada também aos demais públicos de relacionamento, como, por exemplo, acionistas, funcionários, clientes, fornecedores e poder público.

33 O conceito de responsabilidade social não é uma prática recente dentro das empresas; porém, entre o final da década de 1960 e início da década de 1970, a responsabilidade social tornou-se um assunto importante para as organizações dos EUA e da Europa, uma vez que a atuação voltada para o social passou a ter destaque.

34 As organizações que pretendem ser consideradas como possuidoras de práticas de responsabilidade social devem ter uma atuação definida por uma relação ética e transparente com todos os públicos de relacionamento. Além disso, a responsabilidade social também implica a preocupação com o desenvolvimento sustentável da sociedade.

35 Por isso, é necessário que a organização se envolva na preservação do meio ambiente e da cultura, de forma que esses recursos sejam preservados para as gerações futuras. É necessário, ainda, que exista o respeito pela diversidade e uma promoção da redução das desigualdades sociais.

36 Interatividade O processo administrativo de uma organização implica a compreensão de algumas etapas básicas. São elas, exceto: a) Planejamento estratégico. b) Direção eficaz. c) Planejamento orçamentário. d) Execução do plano orçamentário. e) Controle e avaliação.

37 Essas ações não podem ser feitas de formas esporádicas, e sim devem passar a fazer parte do planejamento estratégico de toda organização. Quando uma empresa atua com ética e transparência, procurando sempre agir de forma preventiva, buscando fazer com que suas ações negativas sejam minimizadas e se envolvendo no desenvolvimento da sociedade, isso acaba as tornando mais competitivas.

38 Por isso, atualmente a questão da responsabilidade social de empresas passou a ser uma forma de gestão estratégica, que ultrapassa o cumprimento das regras legais e passa a ser um compromisso moral e social de contribuição para o desenvolvimento global da sociedade.

39 Nesse sentido, a legislação brasileira tem avançado em apoio ao Terceiro Setor, como, por exemplo,com a criação da Lei nº de 18 de fevereiro de 1998, conhecida como a Lei do Voluntariado, que tem a finalidade de disciplinar a prestação de serviços voluntários, visando preservar as organizações de problemas com a legislação trabalhista.

40 O estudioso do Terceiro Setor Mike Hudson apresenta alguns motivos que ele considera importantes para a tendência de crescimento apresentado, entre eles, está a crença de que o atendimento social dado pelo Estado é ineficiente, não conseguindo acompanhar as necessidades das pessoas.

41 Também surgem as redes sociais como possibilidade de ampliar e integrar as diversas organizações que atuam com as políticas sociais, conservando, no entanto, a identidade e a especialização de cada uma. Essas redes sociais podem integrar as pessoas com as organizações públicas e os agentes econômicos preocupados com a realidade social, constituindo-se num meio para tornar mais eficaz a gestão das políticas sociais.

42 Para que a intersetorialidade e a rede possam se firmar como meios eficazes e eficientes para implementação e gestão de políticas sociais, porém, é necessário que ocorram mudanças significativas nas práticas das organizações, públicas ou privadas, pois a possibilidade de participar não torna homogêneos os interesses que permeiam as relações sociais, inclusive por haver ainda uma descrença no poder de influenciar os acontecimentos.

43 Interatividade A legislação brasileira tem avançado em apoio ao Terceiro Setor, como, por exemplo,com a criação da Lei nº de 18 de fevereiro de 1998, referente à seguinte matéria: a) Cooperativas. b) Voluntariado. c) Assistencialismo humanitário. d) ONGs. e) Todo o Terceiro setor.

44 ATÉ A PRÓXIMA!

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