Teoria da Contabilidade. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1

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1 Teoria da Contabilidade Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1

2 Origem Evolução do sistema capitalista; Necessidade de ampliação das instalações; Investimento tecnológico; Redução de custos; Empréstimos / financiamentos; Investidores. 2

3 Conceito O objetivo do auditor externo ou independente é emitir sua opinião (parecer) sobre as demonstrações examinadas, cujas peças básicas são: Balanço patrimonial; Demonstração de resultado do exercício; Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados ou demonstração das mutações do patrimônio líquido; Demonstração das origens e aplicações dos recursos; Notas explicativas. 3

4 Conceito Note que o objetivo é apenas emitir um parecer sobre as demonstrações contábeis. Logo conclui-se que a auditoria externa não é realizada para detectar fraudes, erros ou para interferir na administração da empresa, ou ainda, reorganizar o processo produtivo ou demitir pessoas ineficientes. Naturalmente, no decorrer do processo de auditoria, o auditor pode encontrar fraudes ou erros, mas o seu objetivo não é este. Seu objetivo é emitir um parecer. 4

5 Motivos Obrigação legal: As companhias abertas são obrigadas por lei. Imposição de bancos para ceder empréstimo. Imposição estatutária. Imposição dos acionistas minoritários. Para efeito de fusão, incorporação cisão ou consolidação. 5

6 Contratação do Auditor Áreas Horas estimadas Planejamento 15 Demonstrações Contábeis e o relatório 50 Ajustes, eliminações 20 Eventos subsequentes 10 Advogados 10 Carta da gerência 10 Atas 10 Controle interno 30 Testes de transação 30 Caixa e bancos 30 Contas a receber 30 Fornecedores e outras obrigações 30 Imobilizado 45 Total 320 6

7 Contratação do Auditor Classes de Profissionais Horas Taxas Valor Total Assistente , , Semi-sênior , , Sênior , , 320 Gerente , , Sócio , , Impostos , , Datilografia , 5.000, Total 440 R$ ,00 7

8 Órgãos relacionados com auditores CVM (Comissão de Valores Mobiliários); IBRACON (Instituto Brasileiro de Contadores; CFC (Conselho Federal de Contabilidade); CRC (Conselhos Regionais de Contabilidade); AUDIBRA (Instituto de Auditores Internos do Brasil. 8

9 Procedimentos de Auditorias Os procedimentos de auditoria representam um conjunto de Técnicas que o auditor utiliza para colher evidências sobre as informações das demonstrações financeiras. Contagem Física dinheiro em caixa; estoques; títulos, ações, aplicações financeiras; bens do ativo imobilizado. 9

10 Procedimentos de Auditorias Confirmação com terceiros dinheiro em conta bancária; contas a receber de clientes; estoque em poder de terceiros; títulos em poder de terceiros; contas a pagar a fornecedores; empréstimos a pagar. 10

11 Procedimentos de Auditorias Conferência de cálculos Cálculos de valorização do estoque; Cálculos de amortização de despesas; Cálculos de depreciação de bens do ativo; Cálculos de variação monetária e cambial de empréstimos; Cálculos de juros provisionados; 11

12 Procedimentos de Auditorias Inspeção de Documentos Internos Relatórios de despesas; Boletim de caixa; Folha de pagamento; Requisição de compra. Inspeção de Documentos Externos Notas fiscais; Apólice de seguro; Contrato; Escrituras de imóveis. 12

13 Papéis de Trabalho Objetivos O auditor deve colher elementos comprobatórios suficientes a fim de apoiar seu parecer sobre as demonstrações financeiras examinadas. Assim os auditores elaboram papéis de trabalho, que representam as evidências (por meio da observação, inspeção, indagação, investigação, etc) obtidas ao longo da execução do serviço de auditoria. 13

14 Parecer O parecer representa o produto final do trabalho do auditor. O parecer-padrão ou limpo compreende tais parágrafos: parágrafo referente a identificação das demonstrações contábeis e à definição das responsabilidades da administração e dos auditores; parágrafo referente à extensão dos trabalhos; parágrafo referente à opinião sobre as demonstrações contábeis 14

15 X PERÍCIA A Perícia e a Auditoria são consideradas as especializações mais importantes da Ciência Contábil, pois exige uma diversificada gama de conhecimento por parte dos profissionais PERÍCIA AUDITORIA Objetivos Apontar erros Emitir opinião Finalidade Busca a verdade dos fatos a serem comprovados (Laudo pericial) Busca certificar os registros contábeis quanto a sua veracidade (Parecer de auditoria) Em comum Revisão de trabalhos executados Revisão de trabalhos executados Critério Evidências Produção de Prova Amostragem Revisão Usuários Justiça, Estado, as Partes Sócios, Acionistas, Investidores, etc 15

16 X PERÍCIA Opinião profissional Duração do trabalho Relacionamento PERÍCIA É absoluta, necessária, detalhista, precisa, direta É efêmero, tem data prevista para iniciar, e para terminar. Nunca se repete. Não há perícias iguais. Com o juiz, as partes e os peritos assistentes AUDITORIA É relativa, observa os itens mais relevantes e materiais É continuada. É trabalho repetitivo. A programação é previamente definida. Com toda a equipe do auditado onde o trabalho é desenvolvido Divulgação Proibida Imprensa escrita, internet Local de realização Escritório do perito Escritório do auditado ou do auditor Autoridade Concedida pelo juiz, no processo Não tem autoridade concedida Método Universalidade dos fatos Amostragem, confiabilidade Objeto Prova pericial, conforme convicção das provas Emite opinião conforme provas produzidas pelo exame de auditoria 16

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