10. Panorama do sistema tributário suíço.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "10. Panorama do sistema tributário suíço."

Transcrição

1 10. Panorama do sistema tributário suíço. O sistema tributário suíço reflete a estrutura federal da Suíça, que consiste de 26 cantões soberanos, com aproximadamente comunas independentes (Situação: 01/01/2011). Com base na constituição, todos os cantões têm competência plena de tributação, excepto com referência aos impostos que estão reservados exclusivamente ao governo federal. Em consequência disso, a Suíça possui dois níveis de tributação o nível federal e o nível cantonal/comunal. A reforma do sistema de tributação de renda realizada recentemente encarregou-se da harmonização dos aspectos formais de várias leis tributárias cantonais, por exemplo, determinação da renda tributável, deduções, períodos do imposto, procedimentos de avaliação etc. Entretanto, os cantões e as comunas continuam tendo autonomia significativa com referência aos aspectos quantitativos de tributação, em particular com respeito à determinação de taxas fiscais aplicáveis. Portanto, os encargos tributários continuam a ter diferenças consideráveis entre os cantões/comunas Tributação de sociedades sujeitas a imposto Imposto sobre o rendimento das sociedades A Confederação Suíça recolhe imposto de renda de pessoa jurídica a uma taxa fixa de 8,5 % sobre o lucro, após a incidência do imposto sobre empresas e cooperativas. Para associações, fundações e outras pessoas jurídicas, bem como para empresas de investimentos, é aplicada uma taxa fixa de 4,25 %. No nível federal, não são recolhidos impostos sobre o capital. Pessoas sujeitas à tributação As pessoas sujeitas à tributação incluem pessoas jurídicas residentes na Suíça, ou seja, sociedades anónimas, empresas de responsabilidade limitada e sociedades anónimas com sócios ilimitados, cooperativas, fundações e empresas de investimentos com posse direta de imóvel. Já que, para fins tributários, as parcerias são transparentes, os sócios são individualmente tributados. As empresas que têm sua sede ou local efetivo de administração na Suíça são consideradas residentes. Renda tributável As empresas residentes estão sujeitas ao imposto de renda de pessoa jurídica sobre sua renda mundial, com exceção da renda atribuível para estabelecimentos estrangeiros permanentes ou bens imóveis estrangeiros. Esse tipo de renda é excluído da base tributária da Suíça e é considerado somente para fins de progressão de alíquota em cantões que ainda aplicam alíquotas tributárias progressivas. 91

2 Empresas não-residentes estão sujeitas à tributação somente sobre a renda-fonte suíça, isto é, os ganhos em renda e em capital, derivados de negócios na Suíça, de estabelecimentos permanentes ou de bens imóveis, visto que a renda proveniente de bens imóveis inclui a renda resultante do comércio no imóvel. Principalmente, o lucro contábil de uma empresa suíça e, no caso de uma empresa estrangeira, os resultados das filiais constituem a base para a determinação da renda tributável. Exceto no caso de isenção fiscal de participações referentes a rendimentos provenientes de dividendos e ganhos de capital, também no caso de algumas correções monetárias necessárias sob o ponto de vista do jurídico-fiscal, assim como da utilização de transportes de perdas existentes (os transportes de perdas podem ser realizados por sete anos), há poucas diferenças entre o lucro estatutário e o lucro tributável. As deduções mais comuns permitidas são a depreciação, despesa tributária, despesa de juros e taxas de administração e de serviço/royalties, sendo que essas duas últimas são dedutíveis até o limite em que elas atenderem as condições de mercado (arm s length principle). Subcapitalização A Administração Tributária Federal da Suíça elaborou regras de proteção seguras para propósitos de subcapitalização que se aplicam ao débito da parte relacionada, o financiamento de terceiros não é afetado por essas regras. Especificamente, é realizado um único exame baseado nos ativos, para determinar se a empresa está adequadamente financiada. As regras de subcapitalização exigem que cada classe de bens (em geral um valor de mercado, mas muitas vezes, valores escriturais mais baixos são suficientes) tenha de ser suportada por uma certa porção de capital próprio. A dívida da pessoa relacionada que exceder a dívida admissível, como calculada de acordo com as porcentagens fornecidas a partir da administração, é reclassificada como capital próprio e somada de volta ao capital tributável para fins de imposto cantonal/comunal anual sobre o capital, a menos que possa ser provado que, nesse caso particular, os prazos estipulados da dívida são mais apropriados. Adicionalmente, a dedutibilidade permitida de juros sobre a dívida pode ser determinada multiplicando-se a dívida permitida pelas alíquotas de proteção seguras de juros. Se os pagamentos de juros a partes relacionadas excederem a quantia que pode ser paga com base na dívida permitida, eles são somados de volta à renda tributável. Além disso, tal juro é considerado uma distribuição de dividendos ocultos (sujeita ao imposto retido na fonte de 35 %). Consolidação em grupo A tributação separada de entidades aplica-se na Suíça para fins de imposto de renda. Não há previsão de sua introdução em um futuro próximo. Reorganizações em grupo As reorganizações em grupo são regidas pela lei suíça de fusões, que, para além das normas legais em complemento às leis tributárias aplicáveis também contém normas de tributação. As reorganizações são possíveis, desde que determinadas condições sejam observadas, sobre uma base tributária neutra, a partir de o momento em que os valores conatbilísticos tributários dos ativos e passivos aplicáveis e os valores escriturais na Suíça permaneçam inalterados Imposto sobre o rendimento das sociedades nível cantonal e comunal Dada a harmonização fiscal no nível cantonal/comunal, as regras tributárias, em sua maioria, são idênticas ou bastante similares às regras no nível federal, apresentadas acima (por ex., isenção de participação, regras de prejuízos fiscais a compensar e na maioria dos casos, regras de subcapitalização). Regimes tributários especiais Ao contrário da lei tributária federal da Suíça, todas as leis tributárias cantonais preveem regimes especiais de imposto que podem ser obtidos, contanto que as condições sejam observadas de acordo com a lei de harmonização tributária. Os regimes fiscais que são relevantes na relação internacional e que tipicamente predominam na Suíça são os seguintes: A) Holdings O status tributário de holdings está disponível para as empresas suíças (ou estabelecimento permanente de uma empresa estrangeira), cujo principal propósito é, de acordo com o estatuto social, realizar e administrar investimentos de capital próprio a longo prazo em empresas afiliadas. Adicionalmente, é necessário que a empresa seja aprovada em um exame de ativos ou renda alternativos, sendo que ou dois terços dos ativos da empresa têm de ser compostos de ações ou participações ou então dois 92

3 terços da renda total da empresa têm de consistir de renda participativa (renda de dividendos ou lucros de capital) de acções e participações. Uma empresa de participações autorizada está isenta de todos os impostos cantonais/comunais sobre a renda, com exceção da renda de bens imobiliários suíços. Em princípio, a taxa efectiva de uma holding é 7,83 % (ou seja, taxa federal do imposto de renda) antes do desconto de participação para dividendos autorizados e ganhos de capital. É devido um imposto reduzido sobre o capital no âmbito tributário cantonal/comunal. B) Empresa comercial mista Foram dados diferentes nomes pelos cantões, porém, no contexto internacional, a referência ao status tributário é mais comumente feita com o status tributário de «empresa comercial mista». Uma empresa mista pode actuar na Suíça com actividades comerciais limitadas. Como regra geral, pelo menos 80 % da renda proveniente de actividades comerciais devem derivar de fontes não-suíças (ou seja, no máximo 20 % da renda pode estar ligada a fontes suíças). Muitos cantões, adicionalmente, exigem que pelo menos 80 % dos custos estejam relacionados a actividades realizadas no exterior. Desde que uma empresa atenda aos critérios acima mencionados, ela poderá requerer um tratamento fiscal de acordo com as disposições apresentadas a seguir: rendimentos específicos de participações (inclusive dividendos, ganhos de capital e ganhos por revalorização) são isentos outras rendas da Suíça são tributadas com a devida tarifa rendimentos estrangeiros estão sujeitos à tributação parcial em nível cantonal/comunal, dependendo da atividade profissional exercida na Suíça gastos oriundos de negócios, que estejam relacionados com determinados rendimentos e rendas, são dedutíveis. Perdas de participações podem ser compensadas em especial somente com rendimentos de participação tributáveis (ou seja, rendimentos obtidos sem isenção de imposto) e aplicação de alíquotas reduzidas do imposto sobre o capital Imposto sobre o capital O imposto anual sobre o capital apenas é cobrado no nível tributário cantonal/comunal. A base para o cálculo do imposto sobre o capital é, em princípio, a participação no patrimônio líquido da empresa (isto é, capital social, excedente pago, reservas legais, outras reservas, rendimentos retidos impróprios). A base tributável de empresas também inclui todas as provisões não-autorizadas para fins tributários, todas e quaisquer outras provisões não-reveladas, assim como a dívida que economicamente tem o caráter de participação no capital próprio com base nas regras suíças de subcapitalização. Alguns cantões fornecem para a quitação até mesmo o imposto de renda de pessoa juríca contra o imposto sobre o capital. As taxas tributárias variam de cantão para cantão e dependem do status tributário da empresa. Em 2011, a margem ficou entre 0,0010 e 0,525 % para empresas sujeitas à tributação simples, e entre 0,0010 0,401 % para empresas com direito ao regime tributário especial Incentivos fiscais Os incentivos fiscais podem ser concedidos a um nível cantonal e comunal, bem como em regiões explicitamente definidas também a um nível federal para novos investimentos qualificados por um período de até 10 anos. Nível federal O governo federal definiu regiões menos centralizadas e/ou economicamente menos desenvolvidas que estão autorizadas a conceder incentivos para negócios, inclusive incentivos fiscais corporativos totais ou parciais por até dez anos. Os incentivos fiscais estão disponíveis para projetos de investimento que atendam a determinadas condições, por ex., criação de novas vagas de trabalho relacionadas à produção, não-concorrência com negócios já existentes etc. Nível cantonal e comunal A maioria dos cantões oferece incentivos parciais ou totais para fins tributários cantonais/comunais por até 10 anos, conforme o caso. Em particular, os incentivos podem ser obtidos para estabelecer uma nova presença, ou para um projeto de expansão que tenha relevância econômica especial para o cantão. Entretanto, o mais importante é que os incentivos para os negócios geralmente são concedidos em associação à criação de novos empregos localmente, ou seja, há a exigência de, pelo menos, 10 a 20 vagas na maioria dos cantões. 93

4 10.2 Comparação internacional da cobrança de impostos. A comparação internacional da taxa tributária total (TTR) mostra que a Suíça tem constantemente um sistema tributário bastante competitivo, se comparado ao de outros países industrializados altamente desenvolvidos. A taxa tributária total (TTR) mede a quantidade de todos os impostos e contribuições obrigatórias assumidas pelas empresas, expressas na forma de porcentagem de lucros comerciais. Os relatórios de 2011 e 2012 refletem a TTR referente aos exercícios fiscais de 2009 e 2010 (1º de janeiro a 31 de dezembro de 2009 e 2010) 1. A quantidade total de impostos assumidos é a soma de todos os diferentes impostos e contribuições a serem pagos após a contabilidade para deduções e isenções. Os impostos e contribuições inclusos podem ser divididos nas seguintes categorias: a) imposto sobre o lucro ou imposto de renda pessoa jurídica, b) contribuições sociais e impostos trabalhistas pagos pelo empregador (nos quais estão inclusas todas as contribuições obrigatórias, mesmo que pagas a uma entidade privada, como um fundo de pensão), c) impostos sobre a propriedade, d) impostos sobre transações (e impostos sobre vendas em cascata, assim como outros impostos de consumo, tais como o VAT (value added tax) irrecuperável); e e) outros impostos (tais como taxas municipais e impostos sobre veículos e combustível). Adicionalmente, deve-se observar que o sistema tributário suíço não só é atraente para contribuintes na qualidade de pessoas jurídicas, mas também para contribuintes enquanto pessoas físicas, já que ele oferece um encargo tributário modesto também na comparação internacional. Fig. 50: Alíquota tributária total (TTR) Luxemburgo 21,1 20,8 Irlanda 26,5 26,3 Suíça 30,1 30,1 Grã-Bretanha 37,3 37,3 Países Baixos 40,5 40,5 Finlândia 44,6 39,0 Rússia 46,5 46,9 EUA 46,8 46,7 Alemanha 48,2 46,7 Japão 48,6 49,1 República Tcheca 48,8 49,1 Hungria 53,3 52,4 Suécia 54,6 52,8 Áustria 55,5 53,1 Espanha 56,5 38,7 Bélgica 57,0 57,3 Índia 63,3 61,8 China 63,5 63,5 França 65,8 65,7 Itália 68,6 68,5 Brasil 69,0 67,1 TTR (% lucro) 2009 TTR (% lucro) Fonte: Pagamento de impostos disponível em: 94

5 10.3 Tributação de contribuintes individuais Tributação de ordenados Pessoas sujeitas à tributação As pessoas físicas estão sujeitas à tributação nos níveis federal e cantonal/comunal, se elas estiverem permanente ou temporariamente residentes na Suíça. A residência temporária é caracterizada quando a pessoa física permanece na Suíça, sem considerar interrupções temporárias, durante a) pelo menos 30 dias exercendo actividades profissionais, ou b) durante 90 dias ou mais sem realizar qualquer actividade profissional. De acordo com o sistema tributário suíço, as uniões são transparentes; portanto, cada parceiro está sujeito à tributação individual. A renda de pessoas casadas é agregada e tributada de acordo com o princípio da tributação familiar. O mesmo se aplica a parceiros registados. Qualquer renda de um filho menor de idade é adicionada à renda dos adultos, com excepção da renda obtida pelo filho derivada do emprego remunerado, que é avaliado separadamente. Os impostos de renda de nível federal e também cantonal/comunal são lançados, arrecadados pelas autoridades can tonais e apurados com referência a um período de um ano (ano-calendário), com base em uma declaração de imposto a ser entregue pelo contribuinte. As pessoas físicas, que não fundamentem residência na Suíça, apenas são obrigadas ao pagamento de imposto sobre a sua renda realizada na Suíça. Renda tributável As pessoas físicas domiciliadas estão sujeitas a imposto sobre o seu rendimento total. Entretanto, as receitas derivadas de negócios realizados no exterior, a partir de estabelecimentos permanentes e de bens imóveis localizados no exterior estão isentas e são consideradas apenas para a determinação da alíquota tributária aplicável (isenção com progressão). O rendimento total inclui o rendimento proveniente de actividades pessoais dependentes ou independentes, rendimento de pagamentos de indemnização ou subsidiários, bem como rendimento de propriedade móvel e imóvel. Ao rendimento tributável pertence também o valor do arrendamento próprio dos imóveis onde o próprio reside. Determinados tipos de rendimento, tais como herança, presente e direitos matrimoniais de propriedade, subsídios pagos de fontes públicas ou privadas etc., estão excluídos da tributação por lei. Além disso, a pessoa física pode deduzir os custos dos rendimentos, inclusive, por exemplo, custos de viagem entre residência e local de trabalho, contribuições à seguridade social e contribuições a planos aprovados de pensão a partir da renda bruta. Deduções adicionais podem ser requeridas para filhos dependentes e prêmios de seguro, assim como para pessoas casadas e casais com renda dupla. Entretanto, a extensão das deduções permitidas pode variar muito de cantão para cantão. Pagamentos adicionais de juros sobre empréstimos, empréstimos para hipoteca etc são totalmente dedutíveis para fins comerciais. Contudo, a dedutibilidade de juros ganhos de fins privados relacionados a bens privados é limitada a uma renda agregada sobre ativos móveis e imóveis, mais o valor de francos suíços. Além disso, as despesas de imóveis que obtiveram valor são dedutíveis, pondendo respectivamente tornar-se válida uma dedução fixa em seu lugar. Atualmente, um projeto de lei que prevê a supressão da tributação do valor da locação própria para todos os proprietários de imóveis residenciais está sendo discutido, o que também envolve, ao mesmo tempo, a limitação das possibilidades existentes até então de dedução dos juros sobre o débito privado que incorrem sobre os rendimentos patrimoniais tributáveis. Alíquotas tributárias individuais são tipicamente progressivas, sendo que é aplicada uma taxa tributária máxima de 11,5 % no nível federal. Os cantões podem instituir suas próprias taxas tributárias. Por esse motivo, as cargas tributárias cantonais máximas aplicáveis podem variar significativamente de cantão para cantão (capital do cantão em torno de 12 a 30 %). No caso da tributação federal, foi introduzida pela primeira para o ano fiscal de 2011 uma taxa de família especial. Esta baseia-se na taxa relativa a pessoas casadas, reconhece no entanto uma dedução tributária adicional por filho. Lucros de capital Dependendo do facto de um lucro de capital ter sido realizado por pessoa física ou jurídica, respectivamente em propriedade móvel ou imóvel, tal lucro é tributado de forma diferente. Os ganhos obtidos pela pessoa física com um bem móvel estão isentos de tributação, enquanto que os ganhos obtidos pela pessoa jurídica de bem móvel estão sujeitos à renda simples. Para a tributação de propriedade imóvel, consulte o subcapítulo ver também subcapítulo

6 Perdas Não há possibilidade de reconhecimento de perdas na apuração do imposto de renda da pessoa física contrariamente aos prejuízos apurados pelas pessoas jurídicas que podem ser utilizados nos 7 anos seguintes à sua verificação. Distribuição de capital investido Desde 1º de janeiro de 2011, as distribuições de capital investido qualificado estão isentas de imposto. Estas não estão sujeitas, nem ao imposto de renda retido na fonte (consulte capítulo 10.4), nem ao imposto sobre o rendimento no caso da pessoa física recebedora. Enquanto tal já vigora para as restituições de capital nominal e inicial antes do 1º de janeiro de 2011, os reembolsos de contribuições, prémios e participações de sociedades de capitais realizados depois de 31 de dezembro de 1996 enquadramse nas distribuições isentas de imposto. Retenção na fonte Trabalhadores estrangeiros que não possuam uma autorização de residência são tributados na fonte pelo seu rendimento de trabalho através de uma dedução de imposto. Se este rendimento retido na fonte exceder os francos suíços ( francos suíços em Genebra) por ano, então deverá ser apresentada uma declaração fiscal. Nos restantes casos, a retenção na fonte é definitiva. O trabalhador pode no entanto tornar válidas deduções especiais num processo separado. Independentemente da sua nacionalidade, os trabalhadores que mantiverem a sua residência no estrangeiro estão sujeitos a retenção na fonte pelos seus rendimentos e, em princípio, não podem entregar a declaração fiscal na Suíça Imposto sobre o património O imposto líquido sobre grandes fortunas só é arrecadado no nível cantonal/comunal, de acordo com as respectivas leis e alíquotas tributárias cantonais. O imposto baseia-se no total de bens líquidos, inclusive, mas não se limitando a, propriedade privada, bens móveis, tais como valores mobiliários e depósitos bancários, valor de resgate de dinheiro de seguro de vida, veículos, participações em heranças não distribuídas, etc. Os impostos também são arrecadados sobre bens que não produzem renda. As participações em empresas e sucursais estrangeiras, bem como em bens imóveis no estrangeiro não estão sujeitas ao imposto sobre grandes fortunas. No entanto, estes valores de capital serão considerados para a definição da taxa de imposto sobre o capital aplicável, desde que este esteja estruturado progressivamente (Isenção de imposto com progressão). Pessoas físicas podem deduzir dívidas do total de bens líquidos, bem como diferentes contribuições voluntárias cantonais, cujo valor varia consoante a condição familiar e os filhos. O imposto sobre grandes fortunas está estruturado progressivamente na maioria dos cantões, apesar de os cantões poderem fixar individualmente as taxas tributárias. Portanto, a carga fiscal varia muito e movimenta-se na ordem dos % a 1%. O governo federal não recolhe imposto sobre grandes fortunas Expatriados Expatriados qualificados são administradores estrangeiros e determinados especialistas (por ex., especialistas em TI) enviados temporariamente à Suíça por um período de até cinco anos, ou seja, o contrato (de designação) deve ser limitado a um tempo máximo de cinco anos. Os expatriados podem requerer desobrigação tributária sobre as despesas incorridas como resultado de sua permanência na Suíça. São dedutíveis as despesas a seguir incorridas por expatriados: i) Custos de transferência, inclusive custos de viagem à e da Suíça, ii) custos razoáveis de acomodação na Suíça, quando a residência no exterior é mantida, iii) custos referentes aos filhos em idade escolar que frequentem uma escola particular, caso as escolas estatais não possam oferecer uma educação adequada. Ao invés de identificar os custos atuais de transferência e acomodação, o contribuinte pode requerer um valor mensal, que pode variar de cantão para cantão. Qualquer reembolso, pelo empregador, de custos relacionados ao trabalho do expatriado deverá ser declarado no contra-cheque do funcionário. O direito ao benefício obtido a partir do status de expatriado para fins tributários é suspenso a partir do momento em que o emprego temporário é substituído ou suplantado por um cargo permanente Trabalhadores fronteiriços Os trabalhadores fronteiriços são aqueles que vivem no exterior (por ex., Áustria, França, Alemanha, Itália, Liechtenstein) e trabalham na Suíça, sendo que eles se deslocam de casa para o trabalho e vice-versa todos os dias. A tributação suíça para essas pessoas físicas difere, dependendo de seu local de trabalho e domicílio (no país ou país estrangeiro). A convenção em matéria de imposto de renda para evitar dupla tributação celebrada com a Alemanha, por exemplo, prevê uma divisão do direito de tributação entre os dois países. O país de 96

7 trabalho está limitado a um imposto retido na fonte com alíquota fixa de 4,5 % do salário bruto do trabalhador fronteiriço. Essa tributação parcial de trabalhadores fronteiriços no país de trabalho não libera esse trabalhador da tributação da renda obtida no local de residência (por ex., tributação com crédito). O status de trabalhador fronteiriço é cancelado se o funcionário não retornar ao seu domicílio no exterior em mais de 60 dias de trabalho por ano por motivos profissionais Tributação integral Tanto as disposições fiscais federaais como a maioria das disposições cantonais oferecem a possibilidade de utilizar um acordo especial de tributos frequentemente denominado tributação integral, sendo que os contribuintes residentes autorizados são sujeitos à tributação com base nas despesas e no custo de vida na Suíça ao invés da renda e dos bens mundiais comuns. Os contribuintes qualificados que podem solicitar a tributação integral são pessoas físicas que assumem residência temporária ou permanente na Suíça pela primeira vez ou após uma ausência de pelo menos dez anos e que não possuem qualquer atividade remunerada na Suíça. Enquanto que os cidadãos suíços podem solicitar esse acordo somente no período de tributação do estabelecimento domiciliar, os estrangeiros estão autorizados a solicitá-lo por um período indefinido, contanto que as condições sejam observadas. As disposições da tributação integral são, de fato, moldadas para pessoas financeiramente independentes que não estão buscando trabalho na Suíça. No caso de cônjuges que estão se mudando para a Suíça, as disposições para se beneficiarem com a tributação integral devem ser observadas por ambos os cônjuges. Via de regra, não é possível para um dos cônjuges estar sujeito à tributação integral enquanto que o outro cônjuge é classificado dentro da tributação regular. A base da tributação é calculada anualmente sobre as despesas incorridas pelo contribuinte na Suíça e no exterior. O cálculo não considera apenas as despesas do contribuinte, mas também as despesas do cônjuge e dos filhos dependentes, enquanto eles viverem na Suíça. As despesas normalmente consideradas são alimentação, vestuário e acomodação, educação, atividades de lazer e todas as outras despesas ligadas ao padrão de vida. O cálculo exato é determinado juntamente com as autoridades fiscais relevantes do cantão no qual a pessoa deseja se tornar um residente. Em todos os casos, a base mínima deve corresponder: a) a pelo menos cinco vezes o aluguel pago para a propriedade alugada ou cinco vezes a renda imputada tributável para proprietários de imóveis residenciais, ou b) a duas vezes os custos anuais de acomodação, se o contribuinte viver em um hotel ou em acomodação similar. No caso de o contribuinte ser o proprietário ou locador de mais de uma propriedade, será considerada a mais onerosa. Em geral, as pessoas físicas que solicitam a tributação integral são consideradas residentes na Suíça e também podem solicitar a liberação do tratado sobre a renda provinda do exterior. Contudo, alguns tratados só permitem os benefícios do tratado se toda a renda do país de origem estiver sujeita à tributação comum na Suíça. Em 2009, uma votação no Cantão de Zurique requereu a abolição da tributação integral em nível cantonal/comunal. Uma vez que a população do Cantão de Zurique aceitou a proposta, o acordo especial de tributação não vigora mais em Zurique desde o dia 1º de janeiro de Entretanto, o cantão de Schaffhausen também aboliu a tributação integral. Outros cantões poderão tomar a mesma decisão Imposto sobre as sucessões e doações Impostos sobre herança e presentes não estão padronizados. Por conseguinte, os cantões são livres para arrecadarem tal tributo, já que as várias leis cantonais diferem consideravelmente em praticamente todos os aspectos. Com exceção do Cantão de Schwyz, todos os cantões recolhem impostos sobre determinadas transferências de bens, herança e/ou presentes se o falecido ou doador tiver residido no respectivo cantão, ou se a propriedade imóvel localizada no cantão for transferida. As alíquotas tributárias sobre herança e presentes são, em sua maioria, progressivas e se baseiam no grau de relação entre a pessoa falecida ou doadora e o beneficiário e/ou a quantia recebida pelo beneficiário. Em todos os cantões, os cônjuges estão isentos de tributos sobre herança e presentes; a maioria dos cantões também isenta os descendentes diretos. Atualmente está pendente uma inciativa da população que prevê a introdução de imposto sobre herança e/ou presentes para o nível federal em vez do imposto sobre herança e/presentes cantonal. As tranferências de bens entre cônjuges e parceiros registrados devem continuar isentas de imposto. Para todas as outras transferências de bens está prevista uma taxa fiscal de 20%, embora esteja planeada uma contribuição voluntária de 2 milhões de francos suíços e 97

8 diferentes exceções. Deve-se contar com uma entrada em vigor se for o caso o mais tardar em 2015, ou até em Na admissão da iniciativa da população, os presentes deveriam ser calculados com efeito retroativo a partir do 1º de janeiro de 2012 à herança tributável independentemente do momento de entrada em vigor do novo artigo constitutivo Tributação na fonte. Um imposto de renda federal retido na fonte é recolhido na fonte sobre a montante de dividendos pagos por empresas suíças sobre a renda proveniente de obrigações e dívidas similares por emitentes suíços, assim como determinadas distribuições de lucros por fundos de investimentos suíços e pagamentos de juros sobre depósitos em estabelecimentos bancários suíços. Desde a entrada em vigor do princípio sobre o capital investido no 1º de janeiro de 2011, as restituições de capital investido realizadas pelo proprietário da parte após 31/12/1996 e declaradas e apresentadas correctamente, são tratadas de novo como as restitutições de capital nominal. Relativamente ao imposto de capitais essas restituições estão geralmente isentas de tributação. Por seu lado, a restituição de participações de capital no caso de pessoas físicas (quando partes são mantidas nos bens privados) já não representa um rendimento tributável 8consultar subcapítulo ). De igual modo, os ganhos na loteria (ganhos superiores a 50 francos suíços) e benefícios de seguros também estão sujeitos à retenção de imposto de renda na fonte. Em geral, o devedor é responsável pelo imposto e é solicitado a reter a quantia devida, independentemente de o favorecido estar qualificado à restituição total ou parcial. A restituição somente é possível se os respectivos rendimentos forem apropriadamente declarados para fins de tributação da renda. O objetivo é evitar a evasão fiscal. Para pessoas jurídicas contribuintes residentes na Suíça, o imposto de renda retido na fonte é reembolsado por meio da restituição, enquanto que para pessoas físicas, o imposto é creditado contra responsabilidade tributária total através do procedimento regular de tributação. na convenção internacional em matéria de imposto de renda para evitar a dupla tributação, ou no acordo bilateral realizado pela Suíça com o país no qual o favorecido dos rendimentos é residente. Adicionalmente, deve-se observar que um procedimento de notificação pode ser solicitado para determinadas distribuições qualificadas de dividendos, que substituem os processos de retenção na fonte e de restituição Taxas internas A alíquota tributária aplicada sobre as distribuições de dividendos, inclusive para distribuições de ganho considerado e pagamentos de juros relacionados a títulos e empréstimos similares, assim como sobre pagamentos de juros aplicados por bancos ou instituições similares para instituições não bancárias, é de 35 %. Não há imposto retido na fonte sobre pagamentos de juros relacionados a contratos de empréstimo simples feitos por empresas. Contanto que royalties, licenças, taxas de serviço e taxas similares, a serem pagas por pessoas físicas ou jurídicas suíças, estejam sob condições de mercado (arm s length principle), não é retido imposto na fonte Taxas de tratados A maioria das convenções oferece uma redução da taxa normal de 35 % sobre os dividendos. A alíquota reduzida é normalmente de 15 % para investidores em carteiras e 0 %, 5 % ou 10 % para substanciais proprietários de empresas. Algumas convenções exigem a tributação da renda originada na Suíça no país de residência do favorecido, caso contrário não é concedido o benefício. Com referência a juros, a maioria das convenções também permite uma redução; tipicamente em 10 %. Em algumas convenções, é concedida a restituição integral. Entretanto, qualquer redução só é possível se a pessoa que solicitar os benefícios da convenção estiver autorizada a reivindicá-lo Acordos bilaterais com a UE Em maio de 2004, a Suíça e a União Europeia (UE) celebraram oito acordos bilaterais («Bilateral Agreements II»), além dos sete acordos bilaterais que já existiam («Bilateral Agreements I», em vigor desde 1º de junho de 2002). Para contribuintes não residentes, o imposto de renda retido na fonte representa, em princípio, um encargo tributário final. Entretanto, a restituição parcial ou total pode ser concedida com base Um dos acordos é o «Savings Tax Agreement» (Acordo sobre Crédito Tributário), que oferece medidas equivalentes àquelas definidas na Diretriz da UE para crédito tributário. Para induzir a 98

9 Suíça a aderir ao Acordo para Crédito Tributário, o mesmo acordo também incorporou a linguagem, praticamente idêntica à versão da Diretriz Principal/Subsidiária da UE e da Diretriz de Juros/ Royalty da UE, da forma como estava em vigor naquela época. Por isso, a Suíça tem acesso efetivo às respectivas diretrizes da UE desde 1º de julho de 2005, sendo que alterações futuras das diretrizes da UE não se aplicarão automaticamente à Suíça. Por conseguinte, os pagamentos de dividendos, royalties e juros entre a Suíça e os Estados Membros da UE não estarão sujeitos ao imposto retido na fonte, contanto que as diversas condições, tais como a retenção mínima na fonte e o período de conservação de capital (para verificação de ganhos e perdas) sejam observados. Em geral, os acordos bilaterais, inclusive o Acordo para Crédito Tributário, também serão aplicados aos novos países que aderiram à UE posteriormente a 1º de julho de 2005 (ou seja, Bulgária e Romênia). Entretanto, para alguns países deverão ser considerados acordos transicionais. A solicitação dos benefícios acima mencionados, provenientes do Acordo para Crédito Tributário, pode ser negada em casos de abuso ou fraude. Isso ocorre devido à exceção explícita feita no Acordo para Crédito Tributário referente ao uso de disposições, nacionais ou baseadas em acordos, referentes à prevenção de fraude ou abuso, ambos por parte da Suíça e também por parte de cada país-membro individual da UE. As convenções em matéria de imposto de renda para evitar a dupla tributação entre a Suíça e os países-membros da UE com tratamento tributário mais favorável de pagamentos de dividendos, juros e royalties permanecem inalterados Imposto sobre o valor agrescentado. Embora a Suíça não seja um membro da UE, o seu sistema de imposto sobre o valor agregado foi criado em conformidade com a sexta Diretriz da UE para Harmonização das Disposições Legais dos Estados-Membros referentes a Impostos sobre Vendas («Sexta Diretriz do Imposto sobre o Valor Agregado») como sistema para um imposto não-cumulativo e de etapas múltiplas com dedução dos impostos pagos. Em consequência disso, o imposto sobre o valor agregado na Suíça é tributado na forma de imposto indireto somente em nível federal sobre a maioria das mercadorias e serviços, sendo aplicado em todas as etapas da cadeia de produção e fornecimento. Ele é definido como imposto devido pelo prestador do serviço (ou seja, o ônus do imposto é verificado com base no valor pago pelo recebedor do produto ou serviço) Pessoas sujeitas à tributação Toda pessoa (jurídica), organização, associação de pessoas sem capacidade jurídica, instituição etc que opera uma empresa (obtenção sustentável de receitas por meio de atividades industriais ou profissionais independentemente da intenção de lucro), basicamente, é sujeita à tributação. Existe a obrigação de registro, desde que as vendas nacionais tributáveis exceda no mínimo francos suíços por ano. Todas as plantas de produção de uma sede nacional constituem com a matriz uma pessoa sujeita à tributação. De igual modo, todas as plantas de produção nacionais de uma matriz estrangeira constituem também uma pessoa sujeita à tributação. Contrariamente, as plantas de produção nacionais e as matrizes estrangeiras são consideradas respectivamente enquanto pessoa sujeita à tributação individual. Se as receitas de uma pessoa sujeita à tributação (volume de vendas proveniente de fornecimentos de mercadorias e prestações de serviços tributáveis) corresponderem no ano a menos de francos suíços (no caso de clubes desportivos e instituições sem fins lucrativos francos suíços), elas estarão isentas de tributação. Entretanto, existe a possibilidade de se renunciar a isenção do imposto. Ao se registrar na Administração Tributária Federal, a pessoa sujeita à tributação ainda recebe atualmente um número de registro referente ao imposto sobre o valor agregado (MWST): um número de registro referente ao imposto sobre o valor agregado composto por seis dígitos, que pode ser utilizado enquanto número de registro referente ao imposto sobre o valor agregado até 31 de dezembro de 2013 e um número de registro referente ao imposto sobre o valor agregado que, em princípio, se refere ao número de identificação da empresa. Ao número de identificação da empresa acresce a sigla MWST (p.ex. CHE MWST). Apenas o número de registro referente ao imposto sobre o valor agregado com base no número de identificação da empresa será válido a partir de 31 de dezembro de Para as holdings existe um regulamento especial. Em princípio, a compra, manutenção e venda de participações representa na perspetiva suíça sobre o imposto sobre o valor agregado uma ati- 99

10 vidade empresarial. Enquanto participação são consideradas partes no capital de outras empresas de, pelo menos, 10 % mantido com o objectivo de aplicação a longo prazo e que possibilitam uma influência considerável. A classificação da atividade de holding enquanto atividade empresarial conduz a que as empresas de holding se possam registrar livremente através da renúncia à isenção da obrigação tributária. O registro tem a vantagem de que o imposto pré-pago que ocorre no âmbito de uma atividade holding possa vigorar, embora a venda de participações represente em princípio uma venda não tributável (regra geral, será necessária uma correção relativa ao imposto pré-pago devido à receita de juro) Serviços tributáveis O imposto sobre o valor agregado é recolhido sobre os seguintes tipos de serviços: 1. Fornecimento de mercadorias na Suíça (inclusive em Liechtenstein); 2. Prestação de serviços na Suíça (inclusive em Liechtenstein); 3. Aquisição de serviços (e determinados fornecimentos nacionais) de empresas com sede no exterior, com valor superior a francos suíços por ano; e 4. Importação de mercadorias. Determinados serviços prestados no exterior (assim como a exportação de mercadorias e fornecimento de mercadorias no exterior), no caso de restituição integral do imposto pré-pago, não são tributados ou então são tributados com uma alíquota fiscal de 0 %. O fornecimento de mercadorias em termos de imposto sobre o valor agregado não está restrito a fornecimentos de mercadorias nos termos do direito comercial da Suíça. A lei do imposto sobre o valor agregado cita uma série de eventos comerciais que vigoram no fornecimento de mercadorias no que se refere ao imposto sobre o valor agregado, por exemplo, a manutenção de máquinas, a locação e negociação por leasing de objetos, o comércio de eletricidade etc Taxas de imposto A taxa-padrão é, desde 1º de janeiro de 2011, de 8 % para todo fornecimento de mercadorias ou prestação de serviço tributável. Para os serviços de hospedagem, vigora uma taxa reduzida de 3,8 %. Determinados tipos de mercadorias e serviços para a cobertura de determinadas necessidades básicas, como por exemplo, serviços de abastecimento de água, produtos alimentícios e bebidas não-alcoólicas, pecuária, aves, peixes, cereais e sementes, livros e jornais, prestações de serviços de rádio e TV não-comerciais etc estão sujeitos a uma taxa reduzida de 2,5 %. A Administração Tributária Federal oferece, adicionalmente, um processo simplificado de imposto sobre o valor agregado para pequenas empresas com um volume de vendas não superior a 5.02 milhões de francos suíços (incluindo imposto sobre o valor acrescentado) e com um ónus tributário não superior a francos suíços por ano (calculado com base na taxa tributável remanescente que se adequa a si). Essas pequenas empresas podem decidir descontar o imposto sobre o valor agregado com base em uma alíquota de imposto tabelada que é inferior à alíquota-padrão de 8 %, se elas renunciarem, para isso, ao processo normal de validação de imposto pré-pago, o qual, caso contrário, seria deduzido do imposto sobre o valor agregado recolhido sobre as vendas (dedução do imposto cumulativo). Esse método simplificado de tributação deve ser mantido por pelo menos um ano e somente duas vezes por ano deve ser apresentada uma declaração do imposto sobre o valor agregado (contrariamente às deduções trimestrais nos casos normais) Isenções A lei distingue entre volumes de vendas insentas e excluídas do imposto sobre o valor agregado. Em ambos os casos, não é recolhido nenhum imposto sobre o valor agregado; entretanto, existe uma diferença com relação ao imposto pré-pago Quantia tributável A base para o cálculo da quantia de imposto referente ao fornecimento de mercadorias e a prestação de serviços é a quantia bruta acordada ou então recolhida (prestação em dinheiro ou em bens). O imposto pré-pago, ou seja, o imposto pago no momento da aquisição de mercadorias e serviços pode ser deduzido. Como consequência, apenas o valor agregado é tributado (princípio do imposto líquido de todas as etapas). No caso de vendas que estão excluídas do imposto sobre o valor agregado, não é possível realizar uma dedução do imposto pré-pago para os impostos que devem ser pagos nos moldes da geração de vendas excluídas do imposto sobre o valor agregado. Estão excluídos do imposto sobre o valor agregado serviços das áreas de saúde, educação, cultura, esporte, social, a maioria dos serviços bancários e de seguro, locação e venda de imóveis e também vendas provenientes de jogos de azar e loterias. No entanto, para a maioria dessas vendas excluídas existe a possibilidade de se optar pelo pagamento de tributos voluntário. Essa opção, no entanto, não é possível especialmente para volumes 100

11 de vendas de bancos e de seguradoras, bem como para a locação de imóveis para uso exclusivo privado. Ao contrário dos serviços excluídos do imposto sobre o valor agregado, no caso dos serviços isentos de impostos é possível uma dedução do imposto pré-pago para todos os impostos que devam ser recolhidos nos moldes da geração de volumes de vendas correspondentes (isenção real). Um serviço que está isento de imposto, por exemplo, é a exportação de mercadorias (vide também capítulo ). Os serviços no exterior não estão sujeitos ao imposto suíço sobre o valor agregado. Volumes de vendas desse tipo são, em geral, o resultado de modelos comerciais internacionais. Um exemplo típico disso seria uma sociedade comercial suíça que compra produtos de um fabricante estrangeiro e os vende a clientes em um terceiro país, sendo que os produtos são remetidos diretamente a esses clientes. Os serviços no exterior garantem, então, o direito à dedução do imposto pré-pago se eles não se qualificarem como volumes de vendas excluídos do imposto sobre o valor agregado, para os quais se exclui uma opção Dedução de impostos pré-pagos Um contribuinte do imposto sobre o valor agregado responsabiliza-se pelo referido imposto a ser recolhido sobre todos os serviços tributáveis e paga (imposto de saída), por seu lado, o imposto sobre o valor agregado sobre os serviços tributáveis que a empresa compra (imposto pré-pago). Na maioria dos casos, os impostos pré-pagos podem ser deduzidos dos impostos sobre o valor agregado totais a pagar. Nesse caso, o imposto sobre o valor agregado, via de regra, não representa nenhum encargo adicional para uma empresa. O imposto sobre o valor agregado é somente para o consumidor final uma despesa real de custo ou para uma empresa que participa de eventos comerciais nos quais não pode ser reivindicada qualquer dedução do imposto prépago (empresas com volumes de vendas excluídos do imposto sobre o valor agregado, por exemplo, bancos e seguradoras) Exportações Enquanto que as mercadorias de exportação estão isentas de imposto sobre o valor agregado (com dedução do imposto pré-pago), muitas prestações de serviços no exterior não estão sujeitas ao imposto sobre o valor agregado, caso elas se qualifiquem como serviço prestado no exterior. A lei do imposto sobre o valor agregado na Suíça contém, porém, uma lista de serviços que devem ser tributados na sede do prestador do serviço ou, então, que possam estar sujeitos, de acordo com essa lista, a um regulamento especial (por exemplo, prestação de serviços associados a terrenos, serviços na indústria gastronômica; prestação de serviços na área da cultura, esporte e artes, transporte de passageiros etc. Os serviços que não estiverem contidos nessa lista e que sejam prestados a um destinatário no exterior não estarão sujeitos ao imposto sobre o valor agregado (nestes casos, é aplicado o denominado «Princípio do Local de Recebimento»). Entretanto, o direito à isenção de imposto para uma prestação de serviço desse tipo deve ser comprovado através dos documentos legias, como por exemplo, faturas, contratos etc. De qualquer forma, é muito importante que os documentos estejam em conformidade com as exigências da lei do imposto sobre o valor agregado da Suíça. O mesmo é válido para fornecimentos de exportação, nos quais é necessária uma comprovação de exportação oficial da alfândega para a isenção de imposto Actividades comerciais internacionais As regras básicas descritas anteriormente do imposto sobre o valor agregado vigoram para uma empresa comercial da Suíça que compra produtos de um fabricante estrangeiro e os vende a clientes de um terceiro país, sendo que os produtos são remetidos diretamente a esses clientes da seguinte forma: Fig. 51: Actividades comerciais internacionais Alemanha * Suíça * Itália Transportador Fatura Fornecimento da mercadoria * Venda no exterior que não está sujeita ao imposto sobre valor agregado (TVA) da Suíça Empresas com sede no exterior Empresas estrangeiras que fornecem mercadorias à Suíça ou prestam serviços na Suíça e desejam renunciar a isenção do imposto ou então cujo valor está acima do valor limite mencionado no Capítulo devem, em geral, nomear um procurador (representante fiscal) domiciliado na Suíça para fins de tributação 101

12 do valor agregado. Essas empresas podem reivindicar o imposto pré-pago diretamente. Empresários com residência no exterior e sem atividades sujeitas à tributação na Suíça têm direito a uma restituição na Suíça do imposto sobre o valor agregado, caso as suas atividades no exterior atendam às premissas de vendas tributáveis nos termos da lei de imposto sobre o valor agregado da Suíça ou caso o país no qual a empresa tem a sua sede conceda a empresas suíças o mesmo tratamento (VAT Refund/processo de restituição do imposto sobre o valor agregado) Outros impostos Impostos sobre selo Geralmente, a responsabilidade tributária ocorre em transações legais especiais, como a emissão de ações (imposto sobre o selo de emissão, também conhecido como imposto sobre o capital) ou o comércio de valores mobiliários (imposto sobre o selo de transferência de valores mobiliários). O imposto sobre a emissão e o aumento de capital próprio de empresas suíças é de 1 % sobre o valor justo de mercado da quantia contribuída com uma isenção no primeiro 1 milhão de francos suíços de capital integralizado, quer seja feito em uma contribuição inicial ou subsequente. O imposto sobre o selo de emissão é arrecadado adicionalmente com respeito a alguns instrumentos de débito, tais como obrigações e documentos do mercado monetário, a uma taxa de 0,06 e 0,12 %, respectivamente, sobre o valor nominal do referido documento para cada ano ou parte, portanto, até o vencimento de tal instrumento. Regras especiais aplicam-se para negócios em funcionamento por menos de um ano. A transferência de valores mobiliários suíços e estrangeiros no qual um comerciante suíço de valores mobiliários participa como parte contratante ou como intermediário está sujeita ao imposto suíço sobre o selo de transferências de valores mobiliários (muitas vezes denominado «imposto sobre a renda bruta de valores mobiliários»). Dependendo da residência do emitente (Suíça ou país estrangeiro), a taxa tributária é de 0,15 ou 0,3 % e é calculada considerando-se os valores mobiliários negociados. Os comerciantes suíços de valores mobiliários estão definidos como qualquer pessoa envolvida profissionalmente com a compra ou venda de valores mobiliários, por sua própria conta ou por conta de outra pessoa, inclusive bancos suíços e outras instituições suíças similares a bancos. Adicionalmente, as empresas que mantêm valores mobiliários tributáveis cujos valores contábeis excedem 10 milhões francos suíços e membros remotos de uma bolsa de valores suíça com referência a valores mobiliários suíços que estão cotados na bolsa de valores suíça são considerados comerciantes de valores mobiliários suíços Imposto territorial Ganhos de capital sobre imóveis na Suíça estão ou sujeitos a um imposto territorial cantonal especial ou a imposto simples sobre a renda da pessoa jurídica, dependendo do sistema que é aplicado no cantão no qual o imóvel está localizado. O direito a tributar esses tipos de ganhos está reservado aos cantões e às comunas. Adicionalmente, na maioria dos cantões a transferência imobiliária está sujeita a um imposto sobre transferência de propriedade imóvel, sendo que no nível federal não há a incidência de impostos desse tipo. Como regra geral, o imposto sobre transferência de propriedade é avaliado sobre o preço da compra ou sobre o valor tributável do imóvel e normalmente é pago pelo comprador do imóvel. Dependendo do cantão, a alíquota aplicável varia entre 1 e 3 %. Adicionalmente, em torno da metade dos cantões é recolhido um imposto patrimonial sobre imóveis que deve ser pago anualmente, adicionalmente ao imposto patrimonial geral. O imposto incide no local em que a propriedade está localizada e é avaliado sobre o valor de mercado ou tributável do imóvel, sem permissão de deduções de dívidas. As alíquotas tributárias aplicadas oscilam entre 0,03 e 0,3 % Rede de convenções em matéria de imposto de renda para evitar a dupla tributação. Para minimizar o efeito da dupla tributação na Suíça e no exterior, a Suíça celebrou convenções tributárias cobrindo impostos diretos sobre a renda, com todos os importantes países industrializados e com muitos outros. A maioria dessas convenções tem como modelo os princípios da convenção-modelo da OCDE que define onde a renda ou os bens deverão ser tributados e também descreve o método para a eliminação da dupla tributação. A Suíça adotou o método de isenção tributária, isentando da tributação na Suíça a renda que pode ser alocada em um país estran- 102

13 geiro. Essa renda e o valor líquido são considerados somente para o cálculo da alíquota tributária aplicável (progressão). Em certas correntes de renda (dividendos, juros e taxas de licença), ambos os países, o país no qual a renda é obtida e o país de domicílio do favorecido, têm o direito a tributá-los. Entretanto, a convenção para evitar a dupla tributação limita o direito de tributação do país-fonte, sendo que esse imposto-fonte é creditável contra o imposto recolhido no país de residência do beneficiado. Atualmente, mais de 70 convenções tributárias estão em vigor, além dos Acordos Bilaterais da UE que estão em vigor desde 1º de julho de Uma vez que os acordos tributários suíços são tratados como convenções internacionais, eles geralmente substituem as regras federais e também cantonais/comunais. De acordo com a lei tributária da Suíça, as transações entre empresas do grupo devem ser sob condições de mercado (arm s length principle). A Suíça não tem uma legislação separada para a definição de preços de transferência e não planeja promulgar tal legislação no futuro próximo. Ao invés disso, as autoridades tributárias suíças seguem as regras de definição de preços de transferência da OCDE, para determinar se uma transação entre partes relacionadas está sob condições de mercado (arm s length principle). Na Suíça, não é necessário observar nenhuma exigência específica de documentação para propósitos de definição de preços de transferência. Entretanto, uma empresa que realiza negócios na Suíça deve ter em seu arquivo a documentação adequada para verificação da natureza das transações com as partes relacionadas de acordo com o arm s length principle. Eidgenössisches Finanzdepartement EFD (Departamento Federal de Finanças) Idiomas: Alemão, Inglês, Francês, Italiano As convenções para evitar a dupla tributação aplicam-se a pessoas (físicas ou jurídicas) que são residentes em um ou nos dois países contratantes. Conforme já mencionado no subcapítulo , as pessoas residentes na Suíça que solicitam a tributação com valor tabelado em geral se qualificam também para o benefício do acordo. Entretanto, algumas convenções fornecem condições especiais a serem observadas, a fim de beneficiar a partir de sua aplicação. Fora as convenções tributárias cobrindo impostos de renda diretos, a Suíça também realizou alguns acordos tributários na área de herança e imposto sobre herança. Até o momento, a Suíça não negociou qualquer convenção para evitar a dupla tributação com referência a impostos sobre presentes. Além disso, há alguns acordos referentes a profissionais que trabalham e residam em países fronteiriços diferentes, tributação do espaço aéreo internacional e de transporte e a situação fiscal de organizações internacionais e de seu quadro de pessoal Regras para definição de preços de transferência. 103

TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS

TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS TRIBUTAÇÃO DE JUROS, DIVIDENDOS E MAIS-VALIAS NO CHIPRE LEIS E DECRETOS Lei (alterada) do Imposto sobre os Rendimentos de 2005 Lei (alterada) da Contribuição Especial para a Defesa de 2004 Lei (alterada)

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO hhh IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é aplicável quer ao rendimento obtido por entidades residentes

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

IRPJ. Lucro Presumido

IRPJ. Lucro Presumido IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede

Leia mais

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS CARTILHA Previdência Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS Índice 1. Os planos de Previdência Complementar e os Regimes Tributários... Pág. 3 2. Tratamento tributário básico... Pág. 4 3. Características próprias

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física 2015

Imposto de Renda Pessoa Física 2015 Imposto de Renda Pessoa Física 2015 1 IRPF É um imposto federal brasileiro que incide sobre todas as pessoas que tenham obtido um ganho acima de um determinado valor mínimo. Anualmente este contribuinte

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

Artigo 7.º Fiscalização

Artigo 7.º Fiscalização Artigo 7.º Fiscalização 1 - Todas as pessoas, singulares ou coletivas, de direito público ou de direito privado, a quem sejam concedidos benefícios fiscais, automáticos ou dependentes de reconhecimento,

Leia mais

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil Guia de Declaração IR 2014 Investimentos Março de 2014 Brasil Guia de Declaração IR 2014 - Investimentos O prazo de entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 tem início no dia 6 de março e o

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Lei n.º 64/2015, de 1 de julho Estado: vigente Resumo:

Leia mais

Securitização De Créditos Imobiliários

Securitização De Créditos Imobiliários Securitização De Créditos Imobiliários Operações Imobiliárias A 1. O que é securitização de créditos imobiliários? Securitização é um processo estruturado, coordenado por uma instituição especializada

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Samuel Fernandes de Almeida 17 e 18 de Fevereiro REGRAS GERAIS DE IMPOSTO INDUSTRIAL Incidência subjectiva Empresas com sede ou direcção efectiva em Angola e empresas com sede e

Leia mais

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC REFORMA FISCAL: IMPOSTO SOBRE A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC MARÇO 2012 Integrado na reforma fiscal que está em curso, a Imprensa Nacional disponibilizou recentemente o

Leia mais

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos BRASIL Guia de Declaração IR 2014- Investimentos O dia 30/04/2014 é último dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 e com o objetivo de

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Principais medidas da Reforma 2 I. Redução da taxa do IRC - A redução das taxas de IRC é fundamental para a atração de investimento

Leia mais

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Globalmente, a Associação Industrial Portuguesa Câmara de Comércio e Indústria (AIP-CCI) considera positivo o Anteprojeto de Reforma do IRS efetuado

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 10.451, DE 10 DE MAIO DE 2002. Altera a legislação tributária federal e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA

TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA TATIANA SERRÃO ASSOCIADA FBL ADVOGADOS ANGOLA 3 a 5 de Julho de 2012 Hotel EPIC Sana Luanda Angola MÓDULO I - ENQUADRAMENTO LEGAL, ÚLTIMOS DESENVOLVIMENTOS E TENDÊNCIAS FUTURAS: REFORMA FISCAL Índice 1.

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 Índice 1. Lucro presumido...3 2. Lucro real...4 2 Dentre os regimes tributários, os mais adotados são os seguintes: 1. LUCRO PRESUMIDO Regime de tributação colocado

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

Organização Hilário Corrêa Assessoria Empresarial e Contabilidade

Organização Hilário Corrêa Assessoria Empresarial e Contabilidade Desde o dia 02/03/2015 iniciamos o período de entrega da declaração de imposto de renda pessoa física de 2015 com base nos fatos ocorridos no ano de 2014, a declaração poderá ser transmitida até o dia

Leia mais

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas Tributação Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas 1 Índice Imposto de Renda para Mercado de Opções 03 Exemplos de Apuração dos Ganhos Líquidos - Antes do Exercício

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS PROUNI 2014 PORTARIA NORMATIVA Nº2, 06/01/14

LISTA DE DOCUMENTOS PROUNI 2014 PORTARIA NORMATIVA Nº2, 06/01/14 LISTA DE DOCUMENTOS PROUNI 2014 PORTARIA NORMATIVA Nº2, 06/01/14 DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR O coordenador do ProUni deverá solicitar, salvo em caso de

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS Índice Item CONTETO 1 6 ALCANCE 7 8 RECONHECIMENTO 9 10 REGISTROS CONTÁBEIS 11 22 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 23 25 CONTAS DE

Leia mais

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA TRIBUTOS CARGA TRIBUTÁRIA FLS. Nº 1 O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 1. - INTRODUÇÃO A fixação do preço de venda das mercadorias ou produtos é uma tarefa complexa, onde diversos fatores

Leia mais

Obrigações CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1

Obrigações CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 O que são obrigações As obrigações são instrumentos financeiros que representam um empréstimo contraído junto dos investidores pela entidade

Leia mais

Doing Business em São Tomé e Príncipe

Doing Business em São Tomé e Príncipe Doing Business em Raul da Mota Cerveira Índice INVESTIMENTO PRIVADO PRESENÇA EM STP IMPOSTOS IMPOSTOS - IRC IMPOSTOS - IRC - LUCROS IMPOSTOS - IRS OUTROS IMPOSTOS CAMBIAL DIREITOS FUNDIÁRIOS CONTRATAÇÃO

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

Expatriados. Como lidar com os aspectos fiscais. Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci

Expatriados. Como lidar com os aspectos fiscais. Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci Expatriados Como lidar com os aspectos fiscais Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci 1 Residência Fiscal 2 Caracterização de Residência Fiscal Art. 2

Leia mais

BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56

BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56 BOLETIM Novembro/2013 Extraordinário nº 56 Medida Provisória nº 627/13 Imposto de Renda da Pessoa Jurídica - Tributação em Bases Universais Com o advento da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, teve

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi...

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi... Page 1 of 8 Aplicações Financeiras - Renda Fixa e Renda Variável 617 Quais são as operações realizadas nos mercados financeiro e de capital? Nesses mercados são negociados títulos, valores mobiliários

Leia mais

Compra de Imóvel nos EUA por Estrangeiro

Compra de Imóvel nos EUA por Estrangeiro 01.15.2015 Por Pieter A. Weyts e Jackson Hwu 1 Compra de Imóvel nos EUA por Estrangeiro Acontece diariamente em Miami e nos Estados Unidos: um residente estrangeiro pronto para fechar a compra de seu primeiro

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 001 O que se entende por receitas e despesas não operacionais? Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

O SISTEMA FISCAL MOÇAMBICANO

O SISTEMA FISCAL MOÇAMBICANO O SISTEMA FISCAL MOÇAMBICANO O sistema tributário moçambicano integra impostos directos e impostos indirectos, actuando a diversos níveis, designadamente: a) Tributação directa dos rendimentos e da riqueza;

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

O que é o NETI? Núcleo de estudos e pesquisas; Identificar alternativas que possibilitem agir dentro de parâmetros justos;

O que é o NETI? Núcleo de estudos e pesquisas; Identificar alternativas que possibilitem agir dentro de parâmetros justos; O que é o NETI? Núcleo de estudos e pesquisas; Identificar alternativas que possibilitem agir dentro de parâmetros justos; Profissionais ligados às atividades empresariais e contribuintes em geral. O que

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

Boletim Informativo AMI 10467

Boletim Informativo AMI 10467 , 28 de Janeiro de 2013. Informação Fiscal Residentes Fiscais não habituais Portugal. Em resultado do reconhecimento pelas autoridades fiscais portuguesas do estatuto de residente fiscal não habitual,

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 Aprova a NBC T 19.2 - Tributos sobre Lucros. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 Altera a Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e a Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, para permitir a dedução, do imposto de renda das pessoas

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

QUADRO COMPARATIVO 1 UNIFICAÇÃO DOS MERCADOS DE CÂMBIO

QUADRO COMPARATIVO 1 UNIFICAÇÃO DOS MERCADOS DE CÂMBIO 1 QUADRO COMPARATIVO 1 UNIFICAÇÃO DOS MERCADOS DE CÂMBIO Resolução 3.265, de 4 de março de 2005. (reunião do Mercado de Câmbio de Taxas Livres e do Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes e instituição de

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS

ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS ATRAIR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PARA PORTUGAL OS REGIMES DOS GOLDEN VISA E DOS RESIDENTES NÃO HABITUAIS ENQUADRAMENTO LEGAL Fontes utilizadas: www.sef.pt; www.portugal.gov.pt ENQUADRAMENTO LEGAL A autorização

Leia mais

Previdência Complementar

Previdência Complementar Cartilha Previdência Complementar Guia Fácil de Tributação TRATAMENTO TRIBUTÁRIO BÁSICO A primeira informação que deve ser observada na escolha de um plano de previdência que tenha como propósito a acumulação

Leia mais

Tributação em bases universais: pessoas jurídicas

Tributação em bases universais: pessoas jurídicas Tributação em bases universais: pessoas jurídicas A MP 627, na linha adotada pelo STF na ADI 2.588, previu a tributação automática no Brasil somente dos lucros auferidos no exterior por controladas ou

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR Muito embora não seja uma novidade, já que a maioria das pessoas estejam obrigadas a entregar a Declaração de Imposto de Renda, trazemos aqui alguns

Leia mais

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais.

Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais. Norma contabilística e de relato financeiro 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 Locações, adoptada pelo texto original

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento);

(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento); NCRF 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 - Locações, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008 da

Leia mais

PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI

PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI UVERGS PREVI A União dos Vereadores do Estado do Rio Grande do Sul visa sempre cuidar do futuro de seus associados Por conta disso, está lançando um Programa de Benefícios

Leia mais

Holding. Aspectos Tributários

Holding. Aspectos Tributários Holding Aspectos Tributários Holding Holding Pura O Objeto da Holding Pura é basicamente a participação no capital de outras sociedades. Dessa forma, a fonte de receitas desta serão os dividendos das empresas

Leia mais

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz 18/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L

Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Artigos 260 a 260-L Art. 260. Os contribuintes poderão efetuar doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente nacional, distrital, estaduais

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ ATIVO IMOBILIZADO Considerações Gerais Sumário 1. Conceito 2. Classificação Contábil Das Contas do Ativo Imobilizado 3. Imobilizado em Operação 3.1 - Terrenos 3.2 - Edificações 3.3 - Instalações 3.4 -

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS Art. 90. O prazo previsto no caput do art. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias

Leia mais

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEI Nº 9.718, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei aplica-se

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 1 IRC 2 Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros Distribuídos Na sociedade detentora Eliminação da Dupla Tributação nos Lucros auferidos

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte TEORIA DA CONTABILIDADE 1. CONTA: Conta é o nome técnico que identifica cada componente patrimonial (bem, direito ou obrigação), bem como identifica um componente de resultado (receita ou despesas). As

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA

IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA IMPOSTO DE RENDA E PROVENTOS DE QUALQUER NATUREZA Nasceu em 1799 na Inglaterra, sendo recebido em 1913 nos EUA. No Brasil, em 1867, o visconde de Jequitinhonha propôs a cobrança do imposto, e encontrou

Leia mais

Imposto de Renda sobre o Ganho de Capital

Imposto de Renda sobre o Ganho de Capital Imposto de Renda sobre o Ganho de Capital Formas de Redução e Isenção da Obrigação Tributária gerada pelo ganho de capital com a venda de imóveis. Lucas Calafiori Catharino de Assis Conceito de Tributo

Leia mais

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Setúbal, 28 de Introdução No âmbito das relações com o sistema desportivo, a partilha de competências entre o Estado e o movimento associativo deverá sempre

Leia mais

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL?

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL? EM QUE CONSISTE? As entidades devedoras de pensões, com exceção das de alimentos, são obrigadas a reter o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) no momento do seu pagamento ou colocação

Leia mais

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 Cria o Fundo de Prevenção, Recuperação e de Combate às Drogas de Abuso, dispõe sobre os Bens Apreendidos e Adquiridos com Produtos de Tráfico Ilícito de Drogas ou

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 34/2005 17/02 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa a um regime fiscal comum

Leia mais

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Acordo Quadro para Transacções Financeiras Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Este Anexo complementa as Condições Gerais que fazem parte de qualquer Acordo

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

ANEXO I DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR

ANEXO I DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR ANEXO I DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR A CPSA deverá solicitar, salvo em caso de dúvida, somente um dos seguintes comprovantes de identificação: 1. Carteira

Leia mais

EMPRÉSTIMO OBRIGACIONISTA GALP ENERGIA 2013/2018 FICHA TÉCNICA. Galp Energia, SGPS, S.A. Euro. 100.000 (cem mil euros) por Obrigação.

EMPRÉSTIMO OBRIGACIONISTA GALP ENERGIA 2013/2018 FICHA TÉCNICA. Galp Energia, SGPS, S.A. Euro. 100.000 (cem mil euros) por Obrigação. EMPRÉSTIMO OBRIGACIONISTA GALP ENERGIA 2013/2018 FICHA TÉCNICA ENTIDADE EMITENTE: MODALIDADE: MOEDA: MONTANTE DA EMISSÃO: REPRESENTAÇÃO: VALOR NOMINAL: PREÇO DE SUBSCRIÇÃO: Galp Energia, SGPS, S.A. Emissão

Leia mais

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente.

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. Evelyse Amorim Lourival Amorim Florianópolis, 11 de novembro de 2014 ITG 2002 Introdução e Principais

Leia mais

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário;

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário; ACORDO EUROPEU SOBRE UM CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ( ACORDO ) O presente Acordo foi negociado e adoptado pelas

Leia mais

Flash informativo fiscal nº6 - julho 2015

Flash informativo fiscal nº6 - julho 2015 aurennews julho 2015 Flash informativo fiscal nº6 - julho 2015 Novo regime especial aplicável às entidades licenciadas na Zona Franca da Madeira a partir de 1 de janeiro de 2015 Foi publicada no dia 1

Leia mais

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da Classificação: 000.05.02 Seg.: Pública Proc.: 20 12/9664 Of.Circulado N.' : 20 163 2013-01-30 Entrada Geral: N.' ldentificação Fiscal (NIF): Sua Ref.-: Técnico: MGN Exmos. Senhores Subdiretores-Gerais

Leia mais

ANEXO I DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS NA CPSA 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DO SEU GRUPO FAMILIAR

ANEXO I DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS NA CPSA 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DO SEU GRUPO FAMILIAR ANEXO I DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS NA CPSA 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DO SEU GRUPO FAMILIAR - Carteira de Identidade fornecida pelos órgãos de segurança pública das Unidades da Federação;

Leia mais

I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO

I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO I-DIREITO TRIBUTÁRIO e o DIREITO FINANCEIRO 1 I - O DIREITO TRIBUTÁRIO E O DIREITO FINANCEIRO 1- A atividade financeira do Estado 2- O Direito Financeiro e o Direito Tributário 3- A autonomia do Direito

Leia mais

NBC T 10.16. Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações AUDIT

NBC T 10.16. Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações AUDIT NBC T 10.16 Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações AUDIT NBC T 10.16 - Entidades que recebem subvenções, contribuições, auxílios e doações Foco do seminário em: Conceito (conceituando

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR

DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDANTE E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR DOCUMENTAÇÃO APRESENTADA PELO ESTUDANTE Após concluir sua inscrição no SisFIES, o estudante deverá procurar a Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) em sua instituição de ensino e validar

Leia mais

IRPF 2012 Cartilha IR 2012

IRPF 2012 Cartilha IR 2012 IRPF 2012 Cartilha IR 2012 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Cartilha Contábil de apoio

Cartilha Contábil de apoio Cartilha Contábil de apoio Conteúdo Introdução... 3 A Cartilha... 4 Receita Operacional... 5 Receitas de mensalidades / semestralidades / anuidades... 5 Outros serviços educacionais... 5 Subvenções para

Leia mais