SQL Server 2005 Transact SQL DDL. Criando um banco de dados SQL Server 2005

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1 Nome Número: Série SQL Server 2005 Transact SQL DDL Competências: Compreender a orientação a objetos e arquitetura clienteservidor, aplicando-as em bancos de dados; Habilidades: Implementar as estruturas modeladas usando banco de dados; Bases Tecnológicas: Ambientes/ferramentas de gerenciamento de bancos de dados (Linguagem de apoio: SQL Server). Criando um banco de dados SQL Server 2005 Projeto de banco de dados Assim como a construção de um carro, uma casa, um produto ou serviço novo, etc, é preciso que o banco de dados tenha o seu próprio projeto dentro do sistema de informação. O projeto permitirá aos administradores do sistema de informação e gestores do projeto conhecer os limites e a abrangencia do sistema (escopo) e, a partir do escopo, definir a quantidade de recursos aplicados a ele, assim como o volume e a complexidade de processos usados na sua construção e as atividades que o sistema executará depois de pronto. O projeto de banco de dados, atualmente, é feito com ferramentas CASE que permitem modelar o banco de dados de maneira lógica e gerar um script que pode ser executado em vários bancos de dados. Algumas ferramentas conhecidas são o MS Visio da Microsoft, o DBDesigner da FabForce e o ERWin da CA computer. Neste exemplo vamos usar um modelo criado de maneira muito rudimentar, apenas com os conceitos de banco de dados relacional, nosso modelo é composto por um Modelo Entidade-Relacionamento e um Modelo Lógico-Relacional criados a partir de um modelo de negócio. Modelo de Negócio: Clínica Médica O médico que atende na cínica é previamente cadastrado pelo número do CRM, (composto por 5 dígitos numéricos obrigatórios, deve ser um dado único e obrigatório para cada registro de médico na clínica), pelo nome (campo indexado obrigatório para todos os registros), pelo endereço (completo), por um número de celular (sem DDD) e pelo CPF (campo obrigatório e não repetido composto por 11 dígitos numéricos obrigatórios). Cada médico pode consultar um ou mais pacientes. Cada consulta registrará a data (10/01/08), a hora (08:00), o valor da consulta, o diagnóstico completo e se foi pedido exame ou não. 1

2 Os pacientes consultados na clinica são identificados pelo nome (campo índice obrigatório para todos os registros), endereço, telefone (com DDD) e CPF, (campo índice não repetido composto por 11 dígitos numéricos obrigatórios ATENÇÃO pode existir pacientes sem CPF). Um paciente deve ser consultado por um ou mais médicos. As especialidades registram apenas a especialidade(clinica Geral, Pediatria, Ortopedia, etc. Dado obrigatório para cada registro de especialidade e que não pode ser repetido), atendida na clinica. Um médico deve ter uma e somente uma especialidade. Enquanto uma especialidade pode ser relacionada a um ou mais médicos. Um paciente pode ser um e somente um paciente privado, isto é, possui convênio médico com algum plano de saúde. Os pacientes privados são registrados pelo nome do plano (Golden Cross, Unimed, etc. campo indexado e que permite repetição), pelo Número do Contrato(dado indexado alfanumérico obrigatório que pode ser repetido, de 8 dígitos obrigatórios), e se o paciente é Titular do plano de saúde (sim ou não). Um paciente privado deve ser um e somente um paciente na clínica. OBS: Campos com mais de sete caracteres não serão usados como chave primária. Campos criados como identificadores únicos (chave primária) serão do tipo numeração automática, campos nativos NÃO serão preenchidos automáticamente. Modelo Entidade-Relacionamento PACIENTE_PRIVADO 1 e 1 PACIENTE N Consulta N MEDICO N 1 tem ESPECIALIDADE Modelo Lógico-Relacional Figura 1 - MER Clínica Médica ENTIDADE ATRIBUTOS RELACIONAMENTO *#CRM CodEspecialidade com Paciente 1:N MEDICO Nome Parcial Endereco com Especialidade 1:1 Celular Total #CPF ESPECIALIDADE *CodEspecialidade com Medico 1:N PACIENTE #Especialidade *CodPaciente Nome Endereco Parcial com Medico 1:N Total com Paciente Publico 1:1 2

3 PACIENTE PRIVADO Telefone #CPF *CodPaciente #Plano NumeroContrato Titular Parcial com Paciente Privado 1:1 Parcial com Paciente 1:1 Total RELACIONAMENTO ATRIBUTOS *CodConsulta CRM CodPaciente Data CONSULTA Hora Valor Diagnostico Exame Tabela 1 - Modelagem Lógica - Clínica Médica Iniciando o SQL Server Menu iniciar, aponte para Todos os Programas, Microsoft SQL Server 2005 e clique em SQL Server Management Studio. A caixa de diálogo Connect to Server irá surgir. Figura 2 - Caminho para o SQL Server Management Studio 2. Faça o login no Database Engine que é o servidor central para a gestão dos Bancos de Dados SQL Server 2005, mantenha o nome do servidor a ser usado e a opção Windows Authentication que são valores padrão para efetuar o login em ambiente de teste. O nome do servidor eventualmente pode ser alterado. 3

4 Figura 3 - Caixa de diálogo Connect 3. Dentro do SQL Server Management Studio observamos as regiões Object Explorer e Summary. O Object Explorer serve para gerenciar os objetos do SQL Server e compreender a sua hierarquia; O Summary serve para mostrar os detalhes e/ou o conteúdo de cada objeto selecionado no Object Explorer. Figura 4 - SQL Server Management Studio (Object Explorer e Summary) Para criar e gerenciar um novo projeto de banco de dados é preciso criá-lo no SQL Server Solutions. 4

5 SQL Server Solutions O SQL Server Solution é uma coleção de um ou mais projetos que contém conexões de bancos de dados, scripts T-SQL e outros arquivos que apoiam o projeto de banco de dados. Criando um projeto com o SQL Server Solutions 1. No menu File, aponte para New e clique em Project. Uma caixa de diálogo New Project irá surgir; Figura 5 - Menu File, New, Project Na caixa de texto Name, selecione SQL Server Scripts1, escreva o nome do projeto ClinicaMedica e clique em OK. 5

6 Figura 6 - Caixa de diálogo New Project Para criar um SQL Serve Solution, é preciso criar um projeto, especificando o tipo de projeto conforme Figura 6 anterior através da seleção do tipo do projeto ente os templates do SQL Server. Esses modelos (templates) incluem SQL Server Script, Analysis Server Script, e SQL Mobile Scripts. Após selecionar o tipo do projeto, a nova solução é criada e exibida no Solution Explorer. 6

7 Figura 7 - SQL Server 2005: Solution Explorer Funções dos Diretórios SQL Solution Os diretórios do SQL Server Solution: Connection, Queries, e Miscellaneous, são disponibilizados no Solution Explorer. A seguir estão as funções dos componente presentes nos diretórios do projeto. O Diretório Connections define os arquivos que podem ser usados para informar as credenciais de conexão para a nova solução. O Diretório Queries define os diferentes tipos de queries criadas para o projeto especifico. Por exemplo, se o projeto é um SQL Server Script, todos os scripts SQL são armazenados no diretório Queries. A partir do diretório é possível adicionar, modificar e deletar esses scripts. O Diretório Miscellaneous serve para todos os demais arquivos suportados que são requisitados pela solução. Uma Solução SQL Server é salva como um arquivo de extensão.ssmssln. Quando o arquivo.ssmssln é aberto, é possível ver todos os scripts, conexões e demais arquivos usados no projeto. Criando um SQL Server Solution Depois de estabelecer a conexão com o servidor, crie uma query para suportar o Script SQL de construção, manipulação ou controle do banco de dados. Clique com o botão direito no diretório Queries, e clique em New Query. Ao adicionar uma query, a caixa de diálogo Connect to Database Engine surge. 7

8 Nessa caixa de diálogo, é preciso especificar as informações para conexão como o nome do servidor e a autenticação. Clique em Connect para aceitar o padrão. Agora, renomeie a query para ddlclinicamedica.sql. O arquivo ddlclinicamedica.sql será aberto em uma janela de query na região entral da tela. Para criar um banco de dados ClinicaMedica, digite o comando SQL a seguir: CREATE DATABASE ClinicaMedica;, na próxima linha digite. Após escrever a query, salve-a e salve o projeto (use as ferramentas save ou save all conforme indicado na Figura 26 a seguir). Além de consultas, pode-se adicionar arquivos mistos como arquivos de ajuda (Help), documentos do Word e outros formatos de arquivos ao projeto SQL Server Solution. Por exemplo, para adicionar um Portable Document File (pdf) ao projeto, clique com o botão direito no arquivo do projeto e selecione a opção Add e clique em Existing Item..., na caixa de diálogo Add Existing Item, navegue até o local onde o arquivo está, selecione todos os arquivos desejados, entre eles, adicione o arquivo do projeto, ClinicaMedica.pdf por exemplo, o arquivo ClinicaMedica.pdf é adicionado ao diretório Miscellaneous. Finalmente, salve e feche o projeto o projeto. Demonstração 1. Na região Solution Explorer clique com o botão direito no diretório Connections do projeto ClinicaMedica e clique em New Connection. A caixa de diálogo Connect to Server aparecerá. Figura 8 - Solution Explorer: Connection, New Connection 2. Na caixa de diálogo Connect to Server, clique em OK. 8

9 Figura 9 - Caixa de Diálogo Connect to Server 3. Na região Solution Explorer, clique com o botão direito no diretório Queries e clique em New Query. A caixa de diálogo Connect to Database Engine surge. Figura 10 - Solution Explorer: New Query 4. Na caixa de diálogo Connect to Database Engine clique em Connect 9

10 Figura 11 Caixa de Diálogo: Connect to Database Engine 5. Na região Solution Explorer, clique com o botão direito no arquivo SQLQuery1.sql, clique em Rename, e escreva ddlclinicamedica.sql. O arquivo ddlclinicamedica.sql abre a janela de query (QUERY WINDOW). Figura 12 - Rename: SQLQuery1 Obs: Atenção para não alterar a extensão do arquivo, caso a extensão não seja sql ele será instantâneamente removido para o diretório miscellaneous. Caso isso ocorra é só adicionar a extensão ao nome do arquivo e ele automáticamente será movido para o diretório Queries do Solution Explorer. 6. No arquivo ddlclinicamedica.sql, escreva a seguinte declaração SQL: CREATE DATABASE ClinicaMedica;. 10

11 Figura 13 - Código SQL em ddlclincamedica.sql 7. No menu Aquivo clique em Salvar ddlclinicamedica.sql. 8. (Para executar esta parte é necessário ter um arquivo ClinicaMedica.pdf salvo previamente na área de trabalho!) Na região Solution Explorer, clique com o botão direito no projeto ClinicaMedica, aponte para Add e clique em Existing Item. A caixa de diálogo Add Existing Item surge. Figura 14 - Add Existing Item Na caixa de listagem Look in, clique em Desktop 10. Na lista Files of Type, clique em All files (*.*) 11

12 Figura 15 - Caixa de diálogo Add Existing Item 11. Na guia Desktop, clique em ClinicaMedica.pdf, clique em Add. O arquivo ClinicaMedica.pdf irá surgir em uma nova janela. Figura 16 - Arquivo ClinicaMedica.pdf adicionado ao projeto ClinicaMedica 12. Na região Solution Explorer, clique com o botão direito no projeto ClinicaMedica e clique em Save ClinicaMedica.ssmssqlproj 12

13 Figura 17 - Salvando o projeto ClinicaMedica 13. Para fechar o projeto aberto basta clicar no menu File e clicar na opção Close Solution. Abrindo um projeto existente Figura 18 - Fechando um projeto (File, Close Solution) 1. Através do menu File, aponte para a opção Open e clique em Project/Solution. 13

14 Figura 19 - Abrindo um projeto de banco de dados (File, Open, Project/Solution...) 2. Surgirá a caixa de diálogo Open Project apontando para o diretório Project contido no diretório SQL Server Management Studio que por sua vez está contido no diretório Meus Documentos. Figura 20 - Caixa de diálogo Open Project 3. Escolha o diretório ClinicaMedica, dentro dele selecione o arquivo de extensão ClinicaMedica.ssmssln e clique em Open. 14

15 Figura 21 - Projeto de Banco de Dados administrado pelo SQL Server Management Studio. Executando uma Query em SQL Server Management Studio Para abrir uma janela de query no SQL Server Management Studio, dê um duplo clique na query ddlclinicamedica.sql que está no projeto, o arquivo de query será aberto na Query Window. A Query Window é usada para escrever queries SQL, executar stored procedures, e transactions. Figura 22 - Criando uma Query em SQL: Ferramentas NewQuery, Execute e Parse 15

16 Para criar um banco de dados novo a partir da query ddlclinicamedica.sql escreva a declaração SQL pertinente (ou use o código que já está escrito), clique no botão Parse (analisar) ou pressione [Ctrl + F5], para analisar a query antes de executá-la, analisar a query ajuda a identificar erros de sintaxe antes da execução do script sql, em seguida pode-se executar a query. Para executar a query, clique no botão Execute (executar) [F5] da barra de ferramentas. Após executar uma query, será possível observar os resultados na guia Results ou na guia Messages que está no painel Results. Através do painel Results pode ser visto o número de registros afetados pela query, o tempo gasto na execução e se o comando realmente foi executado com sucesso ou não. Figura 23 - Código SQL preenchido no arquivo ddlclinicamedica.sql, testado com a ferramenta Parse [CTRL + F5] e executado com a ferramenta Execute [F5]. Feche o arquivo ddlclinicamedica.sql clicando no xis que esta no canto superior direito da janela de consulta (Query Window) ou através do menu File, opção Close. Uma caixa de diálogo para verificar se você deseja salvar as alterações será exibida. Na caixa de menssagem, clique em Sim, para salvar as alterações feitas nos itens exibidos. 16

17 Figura 24 - Caixa de diálogo Save changes to the items (Salvar alterações) Obs: O asterísco colocado na janela de consulta (Query Window) indica que o arquivo foi alterado e ainda não está salvo, use as ferramentas Save ou Save All para salvar as alterações feitas antes de fechar os arquivos, conforme Figura 26. Criando uma nova query Para criar uma nova query clique no menu File, New, Query with Current Connection... ou [CTRL + N] ou clique diretamente no botão New Query na barra de ferramentas padrão conforme Figura 26. Figura 25 - Criando uma nova query apartir da conexão atual. 17

18 Obs: Perceba que a query nova não pede conexão com o banco de dados, pois ela está sob a conexão atual, isto é, o SQL Server Management Studio deduz que a query vai ser executada a partir da conexão atual. Vamos criar a tabela Médico no banco de dados clínica médica criado a partir da query ddlclinicamedica.sql e executada anteriormente, use o modelo Lógico- Relacional detalhado na Tabela 1 anteriormente para se orientar. Figura 26 - Criação de uma query nova, destaque para as ferramentas New Query, Save, Save All e Avaliable Database. ATENÇÃO! Observe através da ferramenta banco de dados disponível (Avaliable Database) que o banco de dados ativo não é o banco de dados que desejamos usar (é o banco de dados defaul: master), portanto, para criar a tabela médico no banco de dados que desejamos é preciso selecionar o banco de dados apartir do comando USE ClinicaMedica; descrito a seguir, antes de escrever o comando de criação da tabela. Escreva a seguir o comando de criação da tabela, verifique se existem erros usando a farramenta de análise [CTRL + F5] ou clicando no botão PARSE da barra de ferramentas padrão, caso o comando esteja correto clique em EXECUTE ou [F5] e efetive a criação da tabela. 18

19 Figura 27 - Query executada: Resultados exibidos no painel Results, guia Results. Observando os objetos a partir do Object Explorer Figura 28 - Object Explorer - Gestão do banco de dados e seus objetos através de interface gráfica. 19

20 É possível gerenciar os objetos e suas hierarquias facilmente a partir do Object Explorer conforme já citado anteriormente. A administração dos objetos de banco de dados com o Object Explorer é mais fácil, porém, para fins didáticos não usaremos a ferramenta Object Explorer pois desejamos compreender os conceitos da linguagem SQL que permite o trabalho com outros bancos de dados. Porém, para dúvidas relacionadas ao uso da ferramenta (que já é intuitiva) pesquisas nos manuais do Microsoft SQL Server Management Studio são recomandadas. Para salvar o script criado clique no botão Save e escolha o local onde se deseja salvar o script, clique em Desktop e perceba que ele pode ser salvo em qualquer parte do sistema. Figura 29 - Caixa de diálogo Save File As Obs: Veja que a caixa de diálogo Save File As aponta diretamente para o diretório do projeto ClinicaMedica, porém vamos salvar o arquivo na área de trabalho para estudar a abertura do arquivo independente do projeto. Determine o nome do arquivo ddlclinicamedica2.sql e salve o arquivo. Obs: Note que o nome do arquivo foi colocado na guia da Query Window. Feche o arquivo. 20

21 Abrindo o arquivo Clique no menu File, Open e escolha a opção File... Open. Figura 30 - Menu File, Open, File... para abrir um arquivo (.sql). Escolha o local onde o arquivo está salvo, selecione-o arquivo e clique em Figura 31 - Caixa de diálogo Open File, permite encontrar um arquivo a ser aberto. 21

22 Veja que a caixa de diálogo Connect será exibida, mantenha o padrão e clique no botão Connect, o arquivo será aberto na Query Window do SQL Server Management Studio. A partir do menu File, Save ddlclinicamedica.sql As indique o caminho do projeto. Observe que o arquivo é salvo ao lado do arquivo ddlclinicamedica.sql salvo anteriormente. Finalmente use a ferramenta Server Solutions para gerenciar o projeto. Obs: Veja que adicionar o arquivo de extensão.sql ao lado do outro arquivo, dentro do diretório do projeto, não significa que ele serão incorporado ao projeto, para incorporar um arquivo ao projeto é necessário adicioná-lo assim como foi feito com o arquivo de extensão.pdf que contém o projeto Lógico- Relacional do banco de dados e que foi incorporado anteriormente. Para criar um arquivo de scripts sql diretamente dentro do projeto clique com o botão direito dobre o diretório Queries do Solution Explorer e escolha a opção New Query, a caixa de diálogo Connect será exibida. Clique no botão Connect, escrever o script desejado e, neste caso, como as alterações foram feitas no projeto (arquivo ClinicaMedica.ssmssln), ele será salvo ao lado dos demais scripts mas só aparecerá na janela de projetos do Solution Explorer se o arquivo 22

23 ClinicaMedica.ssmssln, que é o projeto, tiver suas alterações salvas, caso não queira incluí-lo basta fechá-lo e clicar em não na caixa de diálogo Save Changes, o script será salvo mas não será exibido ao carregar o projeto. Figura 32 - Criando uma nova query diretamente no projeto aberto no Solution Explorer. Criando objetos a partir de código T-SQL DDL O Código SQL, como já sabemos, é dividido em DDL, DML e DCL. O primeiro serve para criar a estrutura de um banco de dados, tabelas, índices, etc, o segundo para manipular os dados contidos nas tabelas, adicionar, alterar, excluir e, principalmente, consultar dados e registros do banco de dados e o terceiro para determinar o acesso de determinados usuários aos dados e/ou estruturas do banco de dados gerenciando e controlando as possibilidades que os demais usuários do banco de dados podem ter. Neste tópico estudaremos os principais comandos para a criação de bancos de dados e seus objetos através de comandos sql, criados a partir de ferramentas Microsoft SQL Server Antes das sintaxes vamos observar alguns elementos fundamentais que irão compor os comandos. Principais elementos de comandos T-SQL DDL: Tipos de dados: lista dos principais tipos de dados úteis em SQL Server Restrições: Comandos de controle de dados para restringir os dados a serem inseridos em determinados campos. Sintaxes: Escopo para a criação de algum elemento palavras reservadas, obrigatórias e opcionais, nomes, etc. 23

24 Tipos de Dados Inteiro bigint: Número inteiro com valor entre -2^63 ( ) e 2^63-1 ( ). int: Número inteiro com valores entre -2^31 ( ) até 2^31 1 ( ). smallint: 2^15 ( ) até 2^15 1 (32.767). tinyint: Inteiro de 0 a 255. Bit (True ou False) bit: Inteiro com valor 1 ou 0. Decimal decimal: Número de precisão fixa de -10^38 +1 até 10^38 1. numeric: Funciona igual ao decimal. Money e smallmoney money: Valores monetários de -2^63 ( ,5808) até 2^63 1 ( ,5807), com precisão de dez milésimos de unidade monetária. smallmoney: Valores monetários de ,3648 até ,3647, com precisão de dez milésimos de unidade monetária. Números Flutuantes float: Numero de precisão flutuante de - 1,79E até 1,79E real: Número de precisão flutuante de E + 38 até 3.40E Data e Hora datetime: Data e hora de January 1, 1753, até December 31, 9999, com a precisão de três milésimos de segundo, ou 3.33 milisegundos. smalldatetime: Tipo data e hora de January 1, 1900, até June 6, 2079, com precisão de um minuto. Strings char: Dado do tipo caractere com o tamanho fixo máximo de bytes. varchar: Dado do tipo caractere com o tamanho variável máximo de bytes. text: Dado do tipo caractere com o tamanho fixo máximo de 2^31-1 (2,147,483,647) bytes. Constraint As constraints restrições são limitações estabelecidas pelo DBA 1 ao construir os campos das tabelas em um banco de dados. Essas restrições são responsáveis por garantir a integridade dos campo durante a manipulação de dados feita pelo usuário. Observe a seguir algumas das restrições mais comuns: 1 Administrador de Banco de Dados 24

25 Primary Key Define um ou mais campos como identificador único para cada registro na tabela, isto é, faz com que o campo não receba valores nulos ou repetidos. ALTER TABLE [<schema>].<tabela> ADD CONSTRAINT <PK_NomeConstraint> PRIMARY KEY (<CampoChave1>,..., <CampoChaveN>); Foreign Key Define um campo da tabela como chave estrangeira, isto é, exige que o valor a ser inserido no campo seja igual ao da chave primária relacionada ou nulo. Pode ser implementado ao criar ou ao alterar uma tabela. ALTER TABLE [<schema>].<tabelafilha> ADD CONSTRAINT <FK_NomeConstraint> FOREIGN KEY(<CampoChave>) REFERENCES [<schema>].<tabelapai>; Unique Garante que o valor a ser inserido em um campo não se repita. Deve ser implementado ao criar o campo no banco de dados ou através da criação de uma constraint conforme linha de código a seguir: ALTER TABLE [<schema>].<tabela> ADD CONSTRAINT <UQ_NomeConstraint> UNIQUE (<Campo>); Not Null Garante que o valor a ser inserido em um campo não será nulo, ou seja, o valor é requerido. Pode ser implementado durante a criação dos campos da tabela ou alterando a tabela a qualquer momento. Identity Auto incrementa um número inteiro seqüencial e preenche o campo automaticamente com o valor incrementado. Usa os tipos inteiro e decimal. Pode usar uma semente seed composta pelo valor inicial M a ser incrementado e um incremento increment representado por N, na sintaxe a seguir. Por exemplo: Se desejamos criar em uma tabela aluno uma chave primária cujo RM do primeiro aluno será 100 e é incrementado de 10 em 10, escrevemos a linha de código a seguir e alimentamos o valor de M com 100 e o valor de N com 10, porém é comum usar apenas a constraint Identity sem estabelecer os valores a serem incrementados com seed : 25

26 CREATE TABLE <NomeTabela>( <NomeCampo1> <TIPO_DADO> [NOT NULL] [PRIMARY KEY] [IDENTITY][(M, N)],... <NomeCampoN> <TIPO_DADO> [NOT NULL] ); Obs: Não pretendemos esgotar ou abordar todas as possibilidades de criação alteração e exclusão de bancos de dados, tabelas, campos e índices, mas sim, demonstrar os principais comandos para a construção de um banco de dados em SQL Server. Transact-SQL (DDL) Vamos usar como exemplo um projeto de banco de dados baseado no modelo de negócio a seguir: Modelo de Negócio: Escola Técnica Os alunos da escola técnica são cadastrados por um número de registro de matricula (dado numérico que pode ser auto incrementado, obrigatório, não permite repetição), nome (campo obrigatório, será item de busca), endereço, data da inscrição (item de busca), data de nascimento e CPF. Cada aluno deve cursar um ou mais componentes curriculares. O curso registra o módulo (1, 2 ou 3), a sigla da área (ADM, LOG, INFO, etc), o período (M, T ou N), a nota (B, MB ou I), a freqüência (dado numérico com até três números inteiros e duas casas decimais obtido a partir do lançamento diário feito pela secretaria a cada aula que o aluno assistir) do aluno no componente curricular. Todos os dados do curso podem e devem se repetir a cada registro, porém um aluno poderá cursar um componente curricular apenas uma vez, independente da área que o aluno cursar e a combinação de Módulo, Área e Periodo também não se repetiram mutuamente. Os componentes curriculares são registrados pela sigla do componente curricular (não repetido) (PET, R, BDA, etc) pela descrição do componente curricular (Planejamento Estratégico e Tático, Gestão Orçamentária, Banco de Dados, etc) (não repetido) e pela carga horária (50 ou 100 horas). Todos os dados são obrigatórios para cada componente curricular. Cada componente curricular pode ser cursado por um ou mais alunos. ALUNO N cursa N COMP_CURRICULAR Figura 33 - MER - Escola Técnica 26

27 Modelo Lógico-Relacional ALUNO ENTIDADE ATRIBUTOS RELACIONAMENTO Com Disciplina 1:N *#RM Total Nome com Aluno_Info 1:1 Endereco Parcial DataInscricao com Aluno_Adm 1:1 DataNascimento Parcial COMPONENTE_CURRICULAR *Sigla Descricao CargaHoraria Com Aluno 1:N Parcial RELACIONAMENTO ATRIBUTOS *CodCurso CodModulo Matricula Curso HorarioEntrada HorarioSaida Nota Frequencia Figura 34 - Modelo Lógico-Relacional O Transact SQL é o dialeto SQL para SQL Server, ele é dividido em três tipos de comandos, os comandos DDL 2 Linguagem de Definição de Dados, que estabelecem a estrutura do banco de dados a ser criado, os comandos DML que serão vistos a seguir e os comandos DCL, que podem ser vistos em um curso de SQL mais aprofundado. O Transact-SQL é um dialéto SQL para o SQL Server, ele possibilita entre os seus comandos SQL os comandos de definição de dados, ou seja, comandos que permitem definir os meta dados, que são os dados empregados na construção do banco de dados. Esses comandos DDL constroem o banco de dados para o DBA, permitindo que ele tenha total controle sobre a construção, alteração e exclusão de objetos do banco. Observe as principais sintaxes para criação, alteração e exclusão dos principais objetos do banco de dados a seguir: Banco de Dados: Comando usado para criar um banco de dados. Criando um banco de dados Sintaxe: CREATE DATABASE <NomeBanco>; 2 Defination Data Language 27

28 Exemplo: CREATE DATABASE Escola; Alterando um banco de dados Comando usado para alterar o nome de um banco de dados criado. Sintaxe: ALTER DATABASE <NomeBanco> MODIFY NAME = <NovoNome>; Exemplo: ALTER DATABASE Escola MODIFY NAME = EscolaTecnica; Excluindo um banco de dados Comando usado para excluir um banco de dados criado. O comando a seguir exclui um banco de dados existente. Porém, não será executado se o banco de dados que se deseja excluir for o mesmo que estiver em uso (Banco de Dados Ativo). Portanto, é necessário que o DBA use outro banco de dados e depois apague o banco de dados conforme mostra a linha de código de exemplo a seguir. Sintaxe: DROP DATABASE <NomeBanco>; Exemplo: DROP DATABASE EscolaTecnica; Usando um banco de dados dados ativo. Comando para usar um banco de dados, isto é, torná-lo o banco de Sintaxe: USE <NomeBanco>; 28

29 Exemplo: USE Escola; O banco de dados será alterado mesmo que esteja em uso, outras modificações podem ser feitas, porém, não são pertinentes neste momento. Schemas: Criação de um schema: Sintaxe: CREATE SCHEMA <NomeSchema> [<elemento_1>,..., <elemento_n>] Os elementos do schema citados na sintaxe acima podem ser substituidos por uma declaração CREATE TABLE, CREATE VIEW ou GRANT válida. Portanto, é possível criar um schema, definir seus objetos e definir suas permissões em uma única sintaxe. Exemplo: CREATE SCHEMA Controle CREATE TABLE ComponenteCurricular( SiglaCC CHAR(3) NOT NULL UNIQUE, Descricao VARCHAR(30) UNIQUE, CargaHoraria TINYINT ); Usando objetos contidos em schemas Todas as tabelas criadas dentro de um schema, conforme o código de exemplo acima, deverão informar o schema e o nome da tabela (<schema>.<tabela>) sempre que forem feitas manipulações com a estrutura da tabela, caso contrário o banco de dados não encontrará a tabela criada. Vamos usar neste exemplo uma Stored Procedure chamada sp_help para verificar a estrutura da tabela criada. Sintaxe: EXEC sp_help '[<NomeSchema>].<Tabela>'; Exemplo: Uso do objeto com o schema: 29

30 EXEC sp_help 'Controle.ComponenteCurricular'; Excluindo schemas Para excluir um schema é necessário que o schema esteja vazio, isto é, é preciso que todas as tabelas contidas no schema sejam movidas para outro schema ou sejam excluídas antes, senão o banco de dados não permitirá excluir o schema. Observe a sintaxe de exclusão da tabela do banco de dados e, posteriormente, do schema ao qual ele pertence. Sintaxe: DROP TABLE <schema>.<tabela>;... DROP TABLE <schema>.<tabelan>; DROP SCHEMA Controle; Exemplo: DROP TABLE Controle.ComponenteCurricular; DROP SCHEMA Controle; Tabelas: Criação CREATE TABLE [<NomeSchema>].<NomeTabela>( <CampoA> TIPO_DADO [NOT NULL] [PRIMARY KEY] [IDENTITY], <CampoB> TIPO_DADO [NOT NULL],... <CampoN> TIPO_DADO [NOT NULL] PRIMARY KEY (<CampoA>,...,<CampoN>), FOREIGN KEY(<CampoM>) REFERENCES [<NomeSchema>].<NomeTabela>,... FOREIGN KEY(<CampoM>) REFERENCES [<NomeSchema>].<NomeTabela> ); Cria uma tabela no banco de dados, estabelece os seus campos, os tipos de dados contido em cada campo, as restrições (constraint) estabelecidas para garantir a integridade de cada campo e a identificação das chaves primárias e 30

31 chaves estrangeiras da tabela, estabelecendo, portanto, os relacionamentos entre elas. Exemplo 1: Tabela simples CREATE TABLE ComponenteCurricular ( SiglaCC CHAR(3) NOT NULL UNIQUE, Descricao VARCHAR(30) UNIQUE, CargaHoraria TINYINT ); Exemplo 2: Tabela com chave primária CREATE TABLE Aluno ( RM INT NOT NULL PRIMARY KEY IDENTITY, Nome VARCHAR(20), Endereco VARCHAR(20), DataInscricao DATETIME, DataNascimento DATETIME, CPF CHAR(11) ); Exemplo 3: Tabela com chaves primárias e chave estrangeira CREATE TABLE Curso( Modulo CHAR(1) NOT NULL, SiglaCurso CHAR(3) NOT NULL, Periodo CHAR(1) NOT NULL, RM INT, SiglaCC CHAR(3), Frequencia DECIMAL(5,2), Nota VARCHAR(2) PRIMARY KEY(Modulo, SiglaCurso, Periodo), FOREIGN KEY(RM) REFERENCES Aluno ); Obs: Tenha atenção ao colocar as virgulas e os parênteses e não se esqueça de marcar todos os campos que se tornarão chaves primárias com a constraint NOT NULL. Alteração de tabelas (Campos) Exemplo 1: Adicionando um campo Sintaxe: ALTER TABLE <NomeTabela> ADD <NomeCampoA> <TipoDado> <RestriçãoA> <RestriçãoN>, <NomeCampoB> <TipoDado> <RestriçãoA> <RestriçãoN>, 31

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