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1 Newsletter n. 41 novembro Destaques desta edição DIREITO SOCIETÁRIO Considerações acerca da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada na I Jornada de Direito Comercial... 1 CONTENCIOSO Informações sobre o Projeto do Novo Código de Processo Civil... 3 PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR CVM submete à audiência pública alterações na deliberação sobre benefícios pós-emprego Pronunciamento Técnico CPC JURISPRUDÊNCIA Superior Tribunal de Justiça... 5 NOTÍCIAS CVM edita Instrução nº Maiores facilidades no âmbito do procedimento de registro de ofertas públicas de ações por companhias de menor porte... 7

2 Direito Societário Considerações acerca da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada na I Jornada de Direito Comercial Carlos Martins Neto* Claudio Luiz de Miranda Bastos Filho** Mariana Guita Campinho*** Foi realizada, entre os dias e , a I Jornada de Direito Comercial, na qual restaram aprovados 57 (cinquenta e sete) enunciados pelas seguintes comissões de trabalho: (i) Empresa e Estabelecimento; (ii) Direito Societário; (iii) Obrigações Empresariais, Contratos e Títulos de Crédito; e (iv) Crise da Empresa: Falência e Recuperação. Dentre os enunciados aprovados pela Comissão de Trabalho de Empresa e Estabelecimento, destacam-se 2 (dois) principais enunciados, que buscam elucidar recentes controvérsias acerca da disciplina jurídica da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada ( EIRELI ). Com efeito, a EIRELI foi introduzida no ordenamento jurídico brasileiro por meio da Lei nº /2011, para fins de permitir o exercício individual de empresa com o benefício da cláusula de limitação de responsabilidade ao empreendedor. Sobre esse aspecto, destaca-se a controvérsia que se formou em meio à doutrina especializada acerca da qualificação da EIRELI como espécie de sociedade unipessoal ou nova espécie de pessoa jurídica. Em que pese a divergência dos especialistas sobre o tema, considera-se mais adequado o tratamento da EIRELI como nova espécie de pessoa jurídica, distinta, portanto, das sociedades. Primeiramente, cumpre destacar que o conceito de sociedade, pela própria definição do art. 981 do Código Civil, envolve a associação entre duas ou mais pessoas para fins de exercer, conjunta e reciprocamente, atividades econômicas e partilhar o correspondente resultado entre si. Dessa forma, soa incongruente, já em sua essência, a ideia de um tipo societário que envolva somente uma pessoa¹. 1

3 Além disso, registre-se que a EIRELI foi inserida textualmente em nossa legislação como nova categoria de pessoa jurídica (conforme art. 44, VI do Código Civil), tendo por efeito prático a extensão da cláusula de limitação de responsabilidade à organização empresária unipessoal. A EIRELI foi inserida por meio do art. 980-A do Código Civil, ou seja, por meio do Título I-A: absolutamente distinto ao Título II, que estabelece a disciplina jurídica das sociedades. Portanto, não se pode chegar a outra conclusão senão a de que a EIRELI deve ser entendida como nova espécie de pessoa jurídica de direito privado, como bem conclui o Enunciado nº 3 da I Jornada de Direito Comercial, ao dispor que: A Empresa Individual de Responsabilidade Limitada EIRELI não é sociedade unipessoal, mas um novo ente, distinto da pessoa do empresário e da sociedade empresária. Igualmente controverso, outro tema em destaque acerca da recente disciplina jurídica da EIRELI envolve a questão do valor mínimo de seu capital: o recém incluído art. 980-A do Código Civil prevê expressamente que o capital não poderá ser inferior a 100 vezes o maior salário mínimo vigente no Brasil. Em que pese as irregularidades que possam ser suscitadas acerca da utilização do salário mínimo como parâmetro, deve-se ponderar que a referida previsão legal tem por objetivo estipular um valor mínimo para o capital no momento da constituição da EIRELI. Portanto, uma vez constituída a EIRELI e após integralizado o seu capital, não há que se cogitar de qualquer obrigação de manutenção de capital mínimo indexado ao valor do salário mínimo vigente. Obrigar o titular da EIRELI a promover sucessivos aumentos de capital ao longo do tempo, para fins de alterar o capital integralizado sempre que houver um aumento no valor do salário mínimo acabaria por desestimular a utilização do instituto da EIRELI. Tal interpretação resultaria em um ambiente de insegurança e instabilidade, como bem entendeu a Comissão de Trabalho de Empresa e Estabelecimento da I Jornada de Direito Comercial, consubstanciado no Enunciado nº 4: 2

4 Uma vez subscrito e efetivamente integralizado, o capital da empresa individual de responsabilidade limitada não sofrerá nenhuma influência decorrente de ulteriores alterações no salário mínimo. Conclui-se, portanto, que a I Jornada de Direito Comercial foi bem sucedida na aprovação de enunciados referentes à EIRELI, como se pode depreender dos comentários acima articulados. ¹O ordenamento jurídico brasileiro admite a unipessoalidade social apenas nas hipóteses de (a) unipessoalidade temporária prevista no art , IV, do Código Civil; (b) subsidiária integral, regulada no art. 252 da Lei n 6.404/76; e (c) empresa pública (art. 37, XIX, Constituição Federal e art. 5, II, Decreto-Lei n 200/67). * Carlos Martins Neto é advogado de BCCS ** Claudio Luiz de Miranda Bastos Filho é estagiário de BCCS *** Mariana Guita Campinho é estagiária de BCCS Contencioso Informações sobre o Projeto do Novo Código de Processo Civil João Carlos Areosa* Marcela Melo Perez** Em atenção aos anseios da sociedade por uma prestação jurisdicional mais célere, isonômica e efetiva, foi instituída, por meio do Ato 379 de 2009, do Presidente do Senado Federal, uma comissão de juristas destinada a elaborar um anteprojeto de novo Código de Processo Civil ( CPC ). Após os trabalhos da comissão de juristas, foi apresentado o anteprojeto que veio a se transformar no Projeto de Lei do Senado ( PLS ) nº 166/2010. Com as alterações apresentadas no relatório geral do Senador Valter Pereira, o texto restou aprovado no Senado Federal em , sendo, em seguida, encaminhado para a Câmara dos Deputados, passando a tramitar sob o nº 8.046, tendo sido objeto de exame, discussão e alterações no âmbito de Comissão Especial lá instalada. Inúmeros debates e audiências públicas foram realizados no curso dos trabalhos dessa Comissão Especial até o momento em que o Deputado Sérgio Barradas Carneiro, que assumiu a relatoria do projeto em substituição ao Deputado Paulo Teixeira, ofereceu relatório final com diversas alterações. 3

5 Recentemente, com o retorno do Deputado Paulo Teixeira, que reassumiu em a relatoria do supracitado projeto, convencionou-se que os debates acerca do CPC serão retomados tão somente em fevereiro de Seguem abaixo os links das três versões do CPC projetado: a. Anteprojeto do novo Código de Processo Civil b. Versão Senado Federal (Aprovada) cao= c. Versão Câmara dos Deputados (Pendente de votação) * João Carlos Areosa é advogado de BCCS ** Marcela Melo Perez é advogada de BCCS Previdência Complementar CVM submete à audiência pública alterações na deliberação sobre benefícios pós-emprego Pronunciamento Técnico CPC 33 Foi publicada pela CVM a proposta de revisão do CPC 33, destinada à adaptação ao texto do IAS 19 - Employee Benefits, feita no volume das IFRS de 2012 (BV 2012), cuja vigência para fins das IFRS será requerida a partir de Esse normativo trata da contabilização dos planos de previdência complementar junto a seus patrocinadores, muitos desses grandes companhias abertas brasileiras. As principais modificações no pronunciamento, objeto dos estudos preliminares e para os quais a CVM está solicitando sugestões, referem-se aos seguintes pontos relativos aos planos de benefícios definidos: 4

6 (i) foi excluída a possibilidade de utilização do "método do corredor" - permissão para que os ganhos e perdas atuariais até um limite de 10% do valor presente da obrigação de benefício definido ou 10% do valor justo dos ativos do plano; (ii) a partir da adoção do novo pronunciamento, os ganhos e perdas atuariais passam a ser reconhecidos integralmente na data das demonstrações contábeis, tendo como contrapartida o patrimônio líquido (outros resultados abrangentes); (iii) a despesa/receita financeira do plano passa a ser reconhecida pelo valor líquido com base na taxa de desconto; e (iv) novos requisitos de divulgações nas demonstrações contábeis. Segundo a publicação da CVM, nas análises que precederam a apresentação dessa minuta entre membros do CPC, contabilistas e principalmente atuários, surgiram certas questões relacionadas à aplicação prática desses itens, inclusive pela adoção do crédito unitário projetado para o dimensionamento do passivo de natureza atuarial. As sugestões e comentários, por escrito, deverão ser encaminhados até o dia 5 de dezembro de 2012 à Superintendência de Normas Contábeis e de Auditoria. Jurisprudência Superior Tribunal de Justiça PROCESSO CIVIL. RECURSO ESPECIAL. EMBARGOS DO DEVEDOR. EXECUÇÃO FUNDADA EM NOTA PROMISSÓRIA VINCULADA AO CONTRATO DE DESCONTO DE TÍTULO. NÃO COMPROVAÇÃO DO IMPLEMENTO DA CONDIÇÃO. CONDIÇÃO ESPECÍFICA DE ADMISSIBILIDADE DA EXECUÇÃO. ART. 614, III, DO CPC. 1. Não ocorre violação ao art. 535 do Código de Processo Civil quando o Juízo, embora de forma sucinta, aprecia fundamentadamente todas as questões relevantes ao deslinde do feito, apenas adotando fundamentos divergentes da pretensão do recorrente. Precedentes. 2. O contrato de desconto bancário 5

7 (borderô) não constitui, por si só, título executivo extrajudicial, dependendo a ação executiva de vinculação a um título de crédito concedido em garantia ou à assinatura pelo devedor e por duas testemunhas. Precedentes. 3. No caso, a propositura da ação executiva com base em nota promissória vinculada ao contrato de desconto bancário foi condicionada à prova do inadimplemento pelos sacados, ou seja, a exigibilidade do título só seria caracterizada no caso do não pagamento das duplicatas pelos devedores originários. 4. A não comprovação do inadimplemento das duplicatas impede o ajuizamento da execução, nos moldes em que ora proposta, sendo certo que tal prova deve acompanhar a exordial, porquanto inerente à própria exigibilidade da obrigação. 5. Recurso especial provido. (STJ, REsp nº , Rel. Min. Luis Felipe Salomão, publicado no DJe de 23 de out. de 2012). DIREITO PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. MEDIDA CAUTELAR DE PROTESTO INTERRUPTIVO DE PRAZO PRESCRICIONAL. AUSÊNCIA DE LEGÍTIMO INTERESSE. - Medida cautelar de protesto ajuizada para interromper prazo prescricional referente a contrato de financiamento habitacional. - Deve ser indeferido por falta de legítimo interesse o protesto formulado por quem não demonstra vínculo com a relação jurídica invocada. - Negado provimento ao recurso especial. (STJ, REsp nº , Rel. Min. Nancy Andrighi, julg. em 23 de out. de 2012). Notícias CVM edita Instrução nº 529 A Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) editou no dia a Instrução CVM nº 529, para fins de instituir a ouvidoria no âmbito do mercado de valores mobiliários, tendo por objetivo estabelecer uma instância superior de comunicação entre os intermediários e prestadores de serviços e os investidores em geral. 6

8 Registre-se que a referida instrução não exige que os emissores de valores mobiliários e administradores de fundos de investimento criem novas estruturas de ouvidoria, uma vez que tais entidades já possuem profissionais especificamente voltados para a relação com os investidores. Com efeito, a diretoria de relações com investidores e a diretoria responsável pelo atendimento aos cotistas serão equiparadas à ouvidoria, para os fins a que a Instrução CVM nº 529 se destina. Maiores informações, bem como a íntegra da Instrução CVM nº 529, estão disponíveis aos interessados no sítio da CVM na rede mundial de computadores (http://www.cvm.gov.br). Maiores facilidades no âmbito do procedimento de registro de ofertas públicas de ações por companhias de menor porte Endereços Av. Rio Branco, º e 40º Andar Centro Rio de Janeiro - RJ CEP: Tel.: (21) Fax: (21) Rua Joaquim Floriano, º Andar Itaim Bibi São Paulo - SP CEP: Tel.: (11) Fax: (11) SAS Quadra 5 Bl K Sala 509 Ed. Office Tower Setor Autarquias Sul Brasília DF CEP: Tel.: (61) / / / A Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) decidiu no dia , em reunião do Colegiado, comunicar ao mercado a dispensa de parte dos requisitos previstos na Instrução CVM nº 400/03 em caso de registro de oferta pública de ações realizada por companhias de menor porte. O referido comunicado prevê a adoção do procedimento simplificado, previsto no art. 6º da Instrução CVM nº 400/03, para a apreciação pela CVM dos pedidos de registro de ofertas públicas de distribuição de ações dessas companhias, facilitando a captação de recursos junto a investidores. Maiores informações, bem como a íntegra do comunicado, estão disponíveis aos interessados no sítio da CVM na rede mundial de computadores (http://www.cvm.gov.br). O conteúdo desta Newsletter é simplesmente informativo, não devendo ser entendido como opinião legal, sugestão ou orientação de conduta. Quaisquer solicitações sobre a forma de proceder ou esclarecimentos sobre as matérias aqui expostas devem ser solicitados formalmente aos advogados de BCCS. 7

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