DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS

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1 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS DEZEMBRO 2013 Conforme as Práticas Contábeis adotadas no Brasil Períodos findos em 31 de Dezembro de 2013, 2012 e 01 de Janeiro de Valores expressos em milhares de reais.

2 SUMÁRIO Relatório de Administração Relatório de Administração 3 Demonstrações Financeiras Balanços Patrimoniais 19 Demonstração dos Resultados 20 Demonstração dos Resultados Abrangentes 20 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido 21 Demonstração dos Fluxos de Caixa 22 Demonstração dos Valores Adicionados 23 Notas Explicativas Notas Explicativas 24 Relatórios Relatório dos Auditores Independentes 86 Declaração dos Diretores 88 Parecer do Conselho Fiscal 90 Manifestação do Conselho de Administração 91 2

3 SENHORES ACIONISTAS A Administração da Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D, em conformidade com as disposições legais e estatutárias, submete à apreciação de Vossas Senhorias Relatório de Administração (RA) e Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, acompanhadas dos pareceres dos Auditores Independentes, do Conselho Fiscal e da manifestação do Conselho de Administração. 1. MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO O ano de 2013 tem um simbolismo especial para a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D, representa o aniversário de 70 anos de constituição da Companhia Estadual de Energia Elétrica, empresa da qual a CEEE-D tem origem. Nossa trajetória de fomento à infraestrutura e ao desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul muito nos orgulha, ao mesmo tempo em que a perspectiva de futuro, a partir da renovação da Concessão que se avizinha, nos enche de energia para a continuidade dessa missão. Levamos energia a 72 municípios, com uma área de concessão que compreende a região Metropolitana, região Sul, região do Litoral e da Campanha Gaúcha, abrangendo km², o que corresponde, aproximadamente, a 34% do mercado consumidor do Rio Grande do Sul, através de seus km de redes urbanas e rurais. Atendemos aproximadamente 1,6 milhões de unidades consumidoras, o que equivale a cerca de 4,8 milhões de pessoas ou um terço da população gaúcha, distribuindo uma carga de GWh. Esse ano foi particular para o Setor Elétrico Nacional, sendo o primeiro exercício após as alterações do arcabouço regulatório trazidas pela Lei Federal nº /13. Nesse contexto de transição normativa, o ano foi caracterizado por novos regramentos do poder concedente buscando a estabilidade do Setor, o qual foi bastante impactado pelo regime hidrológico de exceção vivenciado em 2013, assim como pelo comportamento mais retraído da economia. Quanto aos resultados econômicos e financeiros de 2013, seguimos trilhando com afinco o nosso Programa de Recuperação Financeira - PRF, com foco no 4º ciclo de revisão tarifária, que se inicia em outubro de 2016, alicerçados nos investimentos prudentes que estão sendo realizados, de modo a incrementar nossa base de ativos remunerados, com fundamento nos recursos originados pela liquidação do processo judicial referente à Conta de Resultados a Compensar - CRC, assim como nos recursos dos financiamentos captados no exercício de 2012, ajustando de forma contundente o perfil da dívida da CEEE-D. Precisamos, dentro do que é gerenciável pela Administração, reduzir ainda mais nossos custos operacionais, equilibrando a equação dos investimentos prudentes com custos eficientes. Nesse plano, a certeza para os próximos anos é de uma melhoria contínua do nosso desempenho econômico e financeiro com a manutenção da qualidade e da confiabilidade na prestação do serviço, com foco na excelência operacional e disciplina na gestão financeira. A CEEE-D é fruto de uma história de mais de 70 anos de contribuição ao desenvolvimento da Infraestrutura do Brasil e, durante essa trajetória, vem construindo, ao lado do Estado Brasileiro, o crescimento sócio econômico sustentável do País. Essa é a nossa causa maior que nos levará a superar os desafios que se apresentam, trazendo a renovação de nosso Contrato de Concessão por mais 30 anos, edificando de forma secular nossa nobre missão. 2. PERFIL DA EMPRESA A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica - CEEE-D, uma das empresas pertencentes ao Grupo CEEE, é concessionária do serviço Público de distribuição de energia elétrica na região sul-sudeste do Estado. A CEEE-D é uma sociedade de economia mista originada do processo de reestruturação societária da Companhia Estadual de Energia Elétrica CEEE, efetuado em novembro de Tem como maior acionista 3

4 a Companhia Estadual de Energia Elétrica Participações CEEE-Par, que, por sua vez, tem o Estado do Rio Grande do Sul como acionista majoritário. A CEEE-D tem como objetivo projetar, construir e operar sistemas de distribuição de energia elétrica, prestar serviços de natureza pública e privada no setor, bem como explorar a respectiva infraestrutura para a prestação de outros serviços previstos em seu contrato de concessão Composição Acionária A composição acionária da empresa, em 31 de dezembro de 2013 é a seguinte: 2.2. Reconhecimentos No ano de 2013, a Companhia foi homenageada em duas oportunidades pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, participou do Prêmio Pioneiras da Ecologia demonstrando sua preocupação com a temática de sustentabilidade, sendo agraciada na categoria Cadeia Produtiva como uma das empresas destaque em ações que contribuem para um mundo ecologicamente correto, recebendo também o reconhecimento do legislativo gaúcho referente ao aniversário de 70 anos de constituição de sua empresa de origem. Neste ano, a Companhia recebeu o prêmio Marcas de Quem Decide 2013, concedido pelo Jornal do Comércio/RS, sendo a empresa de energia que lidera a lembrança e a preferência de empresários, executivos e profissionais liberais entrevistados em 46 municípios gaúchos pelo Instituto Qualidata. 3. GESTÃO E GOVERNANÇA CORPORATIVA 3.1. Organização e Gestão A CEEE-D confirmou, em 2013, a manutenção da certificação ISO 9001 do seu Sistema de Gestão da Qualidade - SGQ, conforme o escopo orientado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), através da sua Resolução Normativa nº 414/2010. Neste ano, o escopo foi ampliado para atender aos padrões de prazos estabelecidos para os serviços descritos no anexo III da Resolução Normativa nº 414/2010. Isto significa dizer que a realização de todos os serviços comerciais e de ordem técnica está sendo executada dentro dos preceitos regulatórios, assim como estão ocorrendo os pagamentos de penalidades em caso de desvio dos padrões de prazos regulatórios. Para a CEEE-D, este processo representou um ganho expressivo, com a melhoria e integração dos sistemas técnico e comercial e a padronização e otimização de diversas atividades relacionadas à prestação dos serviços regulados. Também foi certificado no escopo do SGQ a Avaliação Técnica de Medidores, atividade realizada nos casos de irregularidades na medição de energia elétrica e que garante a caracterização de manipulação no equipamento de medição e a recuperação financeira do consumo não registrado. Ter o certificado ISO 9001 para este processo significa que o processo de avaliação técnica realizado em laboratório próprio está padronizado e que a empresa monitora os prazos de execução e resultados do processo. 4

5 Este movimento de ampliação do escopo certificado proporcionou diversas melhorias ao sistema, possibilitando a apuração dos prazos de todos os serviços contidos no anexo III da REN 414/2010. Para o consumidor de energia elétrica, este sistema de gestão representa um ganho de qualidade, à medida que a empresa trata cada vez mais seus processos e seus resultados em um ambiente controlado e pautado pela melhoria contínua, com foco no atendimento ao cliente e na qualidade dos serviços, além de estar gerenciando e operando de forma sistematizada, apurando e atuando sobre os desvios verificados, através de ações corretivas e de melhoria contínua dos processos Ética A ética é o principio essencial que permeia todas as atividades da Companhia, sendo esse princípio compartilhado com todos os funcionários por meio do Código de Ética da CEEE-D. Em 28 de agosto de 2013 ocorreu o primeiro processo eleitoral dos membros representantes dos empregados nos Comitês de Ética da empresa CEEE-D. A eleição teve caráter amplo, anônimo e voluntário, abrangendo todos os empregados, sendo eleitos os representantes, das mais diversas áreas. O Comitê de Ética é formado por seis membros, sendo três indicados pela Diretoria e três escolhidos por meio de processo eletivo direto. O Comitê de Ética deve atuar concretamente nas situações nas quais sejam verificados conflitos ou dilemas éticos, a fim de avaliar e orientar os dirigentes da CEEE-D quanto aos procedimentos a serem adotados. Este organismo é o gestor do respectivo Código de Ética, subordinado ao Conselho de Administração, garantindo, assim, autonomia Governança Corporativa A Companhia segue as melhores práticas de mercado, fazendo parte do Nível 1 de Governança Corporativa da BMF & Bovespa, onde estão listadas as empresas com reconhecida transparência com seus públicos. A estrutura da administração da empresa é constituída pela Assembléia Geral, Conselho de Administração, Diretoria Colegiada, Conselho Fiscal e Conselho de Consumidores. Além disso, completa a estrutura de governança a Auditoria Interna, a Auditoria Independente, os comitês de assessoramento à Diretoria e os canais de comunicação da empresa com suas partes interessadas. 4. DESEMPENHO OPERACIONAL 4.1. Setor de Energia Elétrica no Brasil O consumo de energia elétrica no ano de 2013 cresceu 3,5% no país, em comparação ao ano anterior, somando 463,7 mil GWh, segundo dados divulgados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Esta demanda de energia foi impulsionada principalmente pelas classes residenciais e comerciais, que cresceram 6,1% e 5,7%, respectivamente. Além disso, segundo a EPE, o cenário para o Brasil nos próximos anos é de que os gargalos na infraestrutura limitem o crescimento da produtividade da economia brasileira, bem como a competitividade de seus produtos no mercado externo. No entanto, afirma que os leilões de concessões em infraestrutura impulsionarão a taxa de investimento e a produtividade brasileira, proporcionando um crescimento de médio e longo prazo mais forte e sustentável. Sendo assim, a EPE considera uma forte demanda por insumos básicos, como o aço, o alumínio e o cobre, entre outras commodities metálicas e outros insumos básicos, os quais têm um impacto importante no consumo de eletricidade e na carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) Mercado de Distribuição de Energia A Companhia fechou o ano de 2013 com unidades consumidoras, representando um acréscimo de 2,6% em relação a

6 O consumo faturado de energia elétrica, considerando consumidores livres, apresentou um aumento de 2,5% quando comparado a Analisando esse índice, observou-se que a classe residencial apresentou o maior crescimento, 5,3%, sendo essa a classe de maior representatividade dentro da matriz da distribuidora. O consumo industrial total apresentou uma variação de 1,6% em relação ao ano anterior. Nesse caso, destaca-se a queda de 3,6% no ramo de maior atividade industrial, fabricação de alimentos, e um incremento de 9% no consumo da metalurgia. Somados, esses dois ramos de atividade ultrapassam 40% do consumo industrial total da distribuidora. A queda na produção de alimentos veio ao encontro da queda na agropecuária, cujo decréscimo foi de 3,8%, fazendo com que o consumo rural tenha apresentado queda de 3,3% no ano. O consumo da agropecuária representa 80% do consumo rural. A classe comercial demonstrou desaceleração no crescimento frente ao ano de Em 2013 o consumo comercial total da distribuidora, incluindo clientes livres, teve um acréscimo de 1,5%, enquanto o ano de 2012 apresentou uma forte aceleração, 7,8%, ante Isso se deve, principalmente, à retração da atividade varejista, devido ao menor índice de confiança dos consumidores, ainda em situação de endividamento, além das altas taxas de juros do mercado doméstico e a alta da inflação. As demais classes, menos representativas, apresentaram um crescimento considerado normal, 2,1%. Participação das Classes no Consumo 4.3. Aspectos Regulatórios Revisão Tarifária Extraordinária Efeito da Lei /13 As tarifas da CEEE-D foram redefinidas de forma a contemplar os efeitos das renovações de concessões de geração e de transmissão, assim como da redução de encargos setoriais e da retirada de subsídios das estruturas tarifárias. 6

7 A Resolução Homologatória n 1.448, de 24 de janeiro de 2013, publicada pela ANEEL, estabeleceu as tarifas a serem praticadas pela Companhia a partir da Revisão Tarifária Extraordinária (RTE) de Essas tarifas permaneceram em vigor de 24 de janeiro a 24 de outubro de O efeito tarifário médio da RTE foi de - 18,97%. Na tabela abaixo se encontram os impactos por subgrupo: Reajuste Tarifário Anual Outubro de 2013 Fonte: Nota Técnica n 15/2013 SRE/ANEEL Em 22 de outubro de 2013, a ANEEL, por meio da Resolução Homologatória n 1.639, estabeleceu as tarifas de energia e de uso do sistema de distribuição da CEEE-D, resultantes do reajuste tarifário anual da Companhia, o qual terá vigência no período de 25 de outubro de 2013 a 24 de outubro de De acordo com a Nota Técnica n 464, de 15 de outubro de 2013, o efeito médio a ser percebido pelo consumidor está resumido na tabela abaixo: Conforme identificado na tabela acima, as tarifas dos consumidores cativos da Companhia foram reajustadas, em média, 14,57%, entretanto, em função do subgrupo, os consumidores tiveram um impacto diferenciado. A tabela abaixo resume o efeito para o consumidor por subgrupo tarifário: 7

8 Bandeiras Tarifárias Terminado o ano teste, a tarifa de energia de aplicação corresponderia à da bandeira indicada em Despacho publicado mensalmente pela Agência Reguladora. Entretanto, em novembro de 2013, a Resolução Normativa ANEEL n 593 determinou que a aplicação das bandeiras tarifárias deve ser efetivamente operacionalizada pelas distribuidoras a partir de janeiro de 2015, seguindo o procedimento: a bandeira verde será acionada nos meses em que a soma dos valores de Custo Marginal de Operação (CMO) e Encargo de Serviço de Sistema por Segurança Energética (ESS_SE) for inferior a 200,00 R$/MWh; a bandeira amarela quando a soma dos valores estiver no intervalo de R$ 200/MWh a R$ 350/MWh; e a bandeira vermelha será acionada quando o somatório for igual ou superior a R$ 350/MWh. Assim, ao longo de 2014, a tarifa de energia (TE) de aplicação corresponderá à da bandeira verde, que não implica cobrança adicional Compra de Energia A compra de energia pelas Distribuidoras somente poderá ocorrer através de Leilões no Ambiente de Contratação Regulada. Os Leilões de Compra de Energia Elétrica estão previstos no Decreto nº 5.163, de 30/07/2004 e têm por objetivo o atendimento às necessidades de mercado das distribuidoras. O portfólio de contratos da CEEE-D é composto por Contratos de compra no Ambiente Regulado (CCEAR), Itaipu, Proinfa, Contratos Bilaterais, cotas de Angra I e II (eletronuclear) e cotas de garantia física de usinas que tiveram a antecipação da renovação da concessão pela Lei /13. Em relação aos CCEAR, iniciou-se em 2013 dois novos produtos: Produto Térmico º leilão de Energia nova (15 anos de suprimento). Produto Hídrico Leilão Estruturante Usina Jirau (30 anos de suprimento). Alem disso, houve também o cancelamento de vários CCEAR, de usinas termelétricas que deveriam entrar em operação em 2010, 2011, 2012 e Como estas usinas não entraram em operação, tiveram os contratos suspensos. Em relação ao suprimento de energia de curto prazo verificou-se a alteração da forma de cálculo, pela internalização do custo da geração térmica no cálculo do Preço de Liquidação de Diferenças, o que acarretou num aumento desta variável que encerrou o ano com um preço médio de R$ 253,79 por MWh Conta de Desenvolvimento Energético CDE Considerando as implicações da Lei /13 e principalmente em função do regime hidrológico de exceção vivenciado em 2013, o poder executivo emitiu, em 07 de março de 2013, o Decreto nº 7.945, alterando o Decreto nº que regulamenta a Lei /13. Essa nova regulamentação promoveu algumas alterações sobre a contratação de energia e sobre a regulamentação do encargo setorial Conta de Desenvolvimento Energético CDE, buscando mitigar no exercício de 2013 os efeitos do custo de energia elétrica comprada para a revenda pelas Distribuidoras. Com relação aos objetivos da CDE, o Decreto alterou os mesmos, e instituiu o repasse de recursos da CDE às concessionárias de distribuição dos custos relacionados (i) a exposição das concessionárias de distribuição no mercado de curto prazo, decorrente da alocação das cotas de garantia física de energia e de potência de que trata o art. 1º da Lei nº , de 11 de janeiro de 2013, e da não adesão à prorrogação de concessões de geração de energia elétrica; (II) cobrir o custo adicional para as concessionárias de distribuição decorrente do despacho de usinas termelétricas acionadas em razão de segurança energética, conforme decisão do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico; e (iii) O 8

9 valor integral ou parcial do saldo positivo acumulado pela Conta de Variação de Valores de Itens da Parcela A CVA decorrentes do custo de aquisição de energia elétrica Indicadores de Desempenho Operacional e de Produtividade DEC e FEC Os principais indicadores do negócio de Distribuição são a Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor (DEC) e a Freqüência Equivalente de Interrupção por Consumidor (FEC). O DEC corresponde ao intervalo de tempo que o consumidor permanece sem energia, em casos de interrupção do fornecimento, tanto imprevistas como programadas. A ANEEL sinaliza com redução anual do limite do DEC a melhoria contínua do desempenho da qualidade dos serviços prestados. Neste contexto, a redução dos limites, concomitantemente aos eventos climáticos e aos desligamentos programados para melhorias remetem aos resultados do indicador no ano de DEC Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora O indicador FEC mede o número de vezes que são atendidas ocorrências em um período. Este indicador manteve-se próximo do limite estabelecido pelo órgão regulador no ano de 2013 em razão do aumento de desligamentos programados para melhoria da rede de distribuição e aumento da confiabilidade do sistema. Nos últimos anos a realização do FEC esteve abaixo dos limites, devido à estrutura existente para manutenção emergencial e o expurgo das ocorrências em situação de emergência caracterizadas por caso fortuito e força maior, que não são responsabilidade da CEEE-D, ou ocorrências em dias críticos caracterizadas por número atípico, geralmente decorrente de eventos climáticos. Cabe salientar que as possibilidades de expurgos de ocorrências de interrupção de energia estão plenamente reguladas em rol exaustivo de possibilidades definidas pelo órgão regulador. 9

10 FEC Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora 5. INVESTIMENTOS A Companhia está reforçando a infraestrutura para o fornecimento de energia elétrica na sua área de concessão, através da realização de um conjunto de obras de expansão e adequação no sistema elétrico de alta, média e baixa tensão, com vistas ao atendimento do crescimento do mercado consumidor, da melhoria contínua da qualidade, confiabilidade e segurança do sistema, contribuindo na viabilidade dos grandes eventos internacionais que serão sediados no país: Copa do Mundo FIFA 2014 e Jogos Olímpicos do Rio 2016, assim como, garantindo o desenvolvimento sustentável do Estado do Rio Grande do Sul e favorecendo a qualidade de vida da população gaúcha. São cerca de R$ 780 milhões para investimentos na planta elétrica no prazo de 4 anos que se perfectibilizam através de financiamentos captados junto aos agentes internacionais e nacionais: Banco Interamericano de Desenvolvimento BID, Agência Francesa de Desenvolvimento AFD, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES e Centrais Elétricas S.A. ELETROBRAS. Destaca-se o Programa Pró-Energia RS da CEEE-D, financiado pelo BID e pela AFD na proporção, respectivamente, 60%/40% - totalizando cerca de R$ 440 milhões, contando com Garantias Soberanas da União e contra garantias do Estado do Rio Grande do Sul. Até dezembro de 2013 foram aplicados nas obras do Programa o montante de R$ 59 milhões, o qual corresponde à marca de 13,47% do Pró-Energia RS. Na mesma esteira a 2ª Etapa do Programa Pró-Energia RS II possui um investimento previsto de R$ 216 milhões, sendo R$ 145 milhões com recursos oriundos do BNDES e a contrapartida da companhia no valor de R$ 71 milhões. Esta etapa tem por objetivo a construção de oito novas linhas de transmissão, ampliações e/ou construção de onze subestações, além de investimentos em novos sistemas de medição de energia, aquisição de duas subestações móveis e substituição de módulo de média tensão de duas subestações. Até dezembro de 2013, apresentava-se com um avanço físico da ordem de 8% e um avanço financeiro acumulado de 7,5%, sendo que em relação à execução de obras e aquisição de máquinas e equipamentos, já foram licitados e contratados cerca de R$ 63 milhões, correspondentes a 29% do Programa. Em 2013 a Companhia investiu mais de R$ 244,9 milhões em obras nas redes de distribuição e subestações. O quadro abaixo apresenta as movimentações financeiras conforme segue: 10

11 Importante dar relevo que parte desses investimentos visa à expansão e modernização do Sistema Elétrico em função da realização da Copa do Mundo FIFA No que tange às Linhas de Subtransmissão, os investimentos estão destinados às linhas localizadas no COREDE Metropolitano Delta do Jacuí, e envolvem mais de 5,1 km de linhas. Capacidade de Subtransmissão Expandida - Copa de Linhas de Subtransmissão Corede Linha Transmissão - Trecho Extensão Discriminação Situação Delta do Jacuí LT Porto Alegre 10 x Menino Deus 3,3 Construção Em execução PAL 1 x LT ZAFFARI 1,8 Implantação Em execução Total 5,1 *Extensão em quilômetros No que se refere a Subestações Copa do Mundo FIFA 2014, os investimentos permitirão um acréscimo de aproximadamente 100 MVA de potência. Capacidade de Subtransmissão Expandida - Copa de Subestações Corede Subestação Obra Situação Delta Jacuí SE Porto Alegre 16 Modernização Em execução SE Porto Alegre 1 Modernização Em execução SE Porto Alegre 12 Ampliação Concluída SE MENINO DEUS (2x25 MVA) Construção Em execução SE Porto Alegre 14 Modernização Em execução 5.1 Plano de Desenvolvimento da Distribuidora PDD Atendendo às exigências da ANEEL, que estabelece os procedimentos de distribuição (PRODIST), a empresa elaborou seu Plano de Desenvolvimento da Distribuidora (PDD). Do total investido pela empresa no ano de 2013, R$ 237,8 milhões destinaram-se a esse plano, em obras para expansão, melhoria, renovação, bem como em Universalização e Luz para Todos (PLT). 11

12 6. BALANÇO SOCIAL - INDICADORES SOCIAIS 12

13 6.1 Indicadores Sociais A CEEE-D encerrou o ano de 2013 com empregados. Há, no quadro pessoal, 51 empregados portadores de deficiência, o que representa 1,74%. A taxa de rotatividade (turnover) é historicamente baixa e, como nos anos anteriores, manteve este padrão, ficando em 0,17% como taxa média do ano de Buscando a valorização e reconhecimento dos empregados que completam 25 anos de trabalho na Empresa, a CEEE-D homenageou empregados através da insígnia de ouro, em comemoração realizada no mês de setembro de Em função das necessidades de redução do quadro funcional, face o novo modelo elétrico gerado a partir da Lei /13, com medidas impostas pelo Governo Federal, houve apenas uma admissão, através de concurso público. Ainda, buscando adequação dos recursos humanos às necessidades da empresa, a CEEE-D possui um Programa de Desligamento Incentivado (PDI), onde foram desligados 64 empregados. O valor despendido com o Programa foi de R$ 8,04 milhões, valor este que engloba valores de incentivo, verbas de rescisão e respectivos encargos. 7. DESEMPENHO ECONOMICO E FINANCEIRO 7.1 Resultados do Exercício A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D encerrou o exercício de 2013 com um prejuízo de R$ 228,6 milhões, representando um aumento do prejuízo de 3,56% em relação ao seu resultado (reapresentado) do exercício de 2012 que foi um prejuízo de R$ 220,7 milhões. Em 2013, não obstante as novas tarifas que estão vigentes desde o final do mês de outubro de 2013, assim como a recuperação parcial dos custos de energia comprada em função da ampliação dos efeitos da Conta de Desenvolvimento Energético - CDE, o resultado ainda está muito impactado pelo 3º ciclo de revisão tarifária da Companhia, ocorrido em outubro de 2012, onde a Concessionária sofreu uma importante retração de sua parcela B, reduzindo o nível de receitas inerentes à cobertura dos custos operacionais, depreciação e amortização de ativos, assim como de remuneração do capital em aproximadamente 200 milhões anuais. Além da questão operacional, contribui para o prejuízo do exercício a retração do resultado financeiro da Companhia que reduziu 44,34% comparativamente ao exercício de 2012, totalizando R$ sendo que em 2012, o valor ficou na ordem de Essa retração se deve a queda do valor justo dos títulos disponíveis para venda, NTN-B s. 13

14 O quadro abaixo apresenta os resultados e indicadores econômico-financeiros: 7.2 LAJIDA/EBITDA O LAJIDA, usualmente denominado pelo mercado como EBITDA, representa o quanto a empresa gera de recursos considerando apenas as suas atividades operacionais, ou seja, é o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização. O EBITDA, calculado de acordo com as orientações da Instrução CVM nº 527/2012, apresentou variação negativa de 1.953,81% se compararmos com o exercício (*) Na composição das Despesas/Receitas Operacionais não são consideradas as receitas e despesas financeiras. 14

15 7.3 Demonstração dos Resultados dos períodos findos em 31 de dezembro de 2013, de 2012 e Receita Operacional Bruta A receita operacional bruta é o valor faturado pela empresa em suas operações. A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D encerrou o exercício de 2013 com uma receita operacional bruta de R$ , representando uma redução de 8,28% em relação ao mesmo período do ano anterior, que foi de R$ A redução da receita de 2013 deve-se à Revisão Tarifária Extraordinária RTE, onde as tarifas reduziram em média 18,97% conforme Resolução Homologatória da ANEEL, nº de 24 de janeiro de Deduções da Receita Operacional As deduções da receita operacional são os valores deduzidos diretamente do faturamento, tais como os impostos sobre venda e os encargos intra-setoriais. Essas deduções reduziram se comparadas ao exercício de 2012, apresentando um valor de R$ no exercício 2013 e R$ em Em 2013, este resultado deve-se a redução dos encargos intra-setoriais de CCC, CDE que tiveram suas quotas reduzidas e a extinção da RGR, que advém da Lei nº /2013 (conversão da Medida Provisória nº 579/2012) Receita Operacional Líquida A receita operacional líquida representa a diferença entre a receita bruta e as deduções. A receita líquida em dezembro de 2013 foi de R$2.263,72, já no exercício de 2012 foi de R$2.188,95 (R$ 2.028,50 em dezembro de 2011), refletindo um crescimento de 3,42% em relação a

16 7.3.4 Custos e Despesas Operacionais O Custo do Serviço de Energia Elétrica compreende os custos necessários para a realização dos objetivos da atividade da empresa, inclui todos os gastos incorridos diretamente na produção e na prestação de serviços. Os custos dividem-se em Custo com Energia Elétrica e Custo de Operação. Custo com Energia Elétrica: O custo com energia elétrica aumentou 4,68% se comparado com o mesmo período do ano de Custo de Operação: Com relação ao custo de operação, o crescimento apresentado em 2013, em relação ao mesmo período do ano anterior, foi de 39,73%, onde o valor de R$ em 2012 passou para R$ em Os fatores que contribuíram para o aumento da variação do custo de operação foram: - Pessoal: o aumento deve-se ao reajuste salarial de 5,71%, relativo ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor INPC. Outro fator relevante está relacionado a despesas de Benefícios a Empregados, cujo efeito da adoção retrospectiva do CPC 33 (R1) para o exercício 2012 foi à reversão no montante de R$87,9 milhões e em 2013 um aumento de R$ 28,9 milhões. As Despesas Operacionais são os gastos para a manutenção da atividade da Companhia, e incluem as despesas com vendas, administrativas e outras despesas operacionais. As despesas Operacionais tiveram um decréscimo de 21,26% em 2013, totalizando R$ , em comparação a 2012, que apresentou o valor de R$ Resultado Financeiro O Resultado Financeiro apresentou uma redução de 44,34% onde no exercício de 2013 totalizou R$ e em 2012, o valor ficou na ordem de Receita Financeira No exercício de 2013, as receitas somaram R$ , houve uma redução de 31,65% se comparado com o mesmo período do ano anterior, no qual as receitas somavam R$ Esta redução no exercício de 2013 deve-se principalmente a redução da atualização ao valor justo das NTN-B s. Despesa Financeira Reduziu em 23,76%, passando de R$ em 31 de dezembro de 2012, para R$ em Auditores Independentes Em atendimento a Instrução CVM nº 381, de 14 de janeiro de 2003, a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D informa que utiliza os serviços de Auditoria Independente da Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes na elaboração de suas demonstrações financeiras, cujo contrato foi assinado em 10 de abril de 2013, no valor de R$436,2 mil. O prazo de execução dos serviços é de 12 (doze) meses, com uma carga mínima de horas/ano, a contar da data de assinatura do instrumento, podendo haver renovações sucessivas, limitadas ao máximo de 60 meses. Neste contrato, além dos serviços normais de Auditoria Independente na elaboração de demonstrações financeiras está contemplado os Serviços de Auditoria Independente nas Demonstrações Contábeis Regulatórias e auditoria do Relatório de Controle Patrimonial - RCP. A política na contratação de bens e serviços é elaborada através de licitação pública e quanto a contratação de serviços não relacionados à auditoria externa, junto ao auditor independente, fundamentam-se nos princípios de preservar a independência do auditor, quais sejam: a) o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho; b) o auditor não deve exercer funções gerenciais no seu cliente; e c) o auditor não deve promover os interesses de seu cliente. 16

17 Os Auditores Independentes declaram que a prestação de serviços não afeta a independência e a objetividade necessárias ao desempenho dos serviços de Auditoria Externa, baseados no item m.2 da Resolução n 1.034/05 do Conselho Federal de Contabilidade. GERSON CARRION DE OLIVEIRA Diretor Presidente EMILIA MARIA DO CARMO MAGALHÃES MAZONI Diretora GUILHERME TOLEDO BARBOSA Diretor CARLOS RONALDO VIEIRA FERNAND Diretor HALIKAN DANIEL DIAS Diretor GILBERTO SILVA DA SILVEIRA Diretor LUIZ ANTONIO TIRELLO Diretor 17

18 18 Balanços Patrimoniais Em 31 de Dezembro de 2013, 2012 e 01 de Janeiro de 2012 (Valores expressos em milhares de reais)

19 Demonstração dos Resultados Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado) Demonstração dos Resultados Abrangentes Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 (Valores expressos em milhares de reais) 19

20 20 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Exercícios findos em 31 de Dezembro de 2013, 2012 e 01 de janeiro de 2012 (Valores expressos em milhares de reais)

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