CAPÍTULO I - ASPECTOS HISTÓRICOS DOS SEGUROS

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1 1 INTRODUÇÃO Desde os primórdios, os seres humanos sempre viveram em sociedade. A dependência de uns com outros para sobreviver logo foi compreendida pelos seres humanos. Daí observa-se que do período em que vivia em tribos a estrutura social era familiar. O tempo foi passando e hoje a sociedade nada mais é do que uma rede social que procura satisfazer as suas necessidades, através de uma vida coletiva, que obriga a convivência em grupo. A coletividade é fundamental para a segurança de si mesmo e dos seus, o ser humano sentiu em tempos passados e hoje confirma a afirmação da necessidade latente de um sistema que o proteja contra infortúnios que a vida vem a oferecer. Eventos que viessem a privá-los e dos seus meios de subsistência ou que causassem prejuízo de ordem econômica. Com essa preocupação, nasceu o sistema de Seguros e Previdência. CAPÍTULO I - ASPECTOS HISTÓRICOS DOS SEGUROS HISTÓRIA DO SEGURO Ainda muito controvertidos são os estudos pertinentes a origem do seguro. Atualmente, duas grandes correntes apontadas no mundo são destacadas: a primeira denominada corrente histórica, vislumbrando o marco inicial do seguro quando surgem acordos de proteção mútua entre as pessoas; e, a segunda denominada corrente técnica que aponta a ausência de várias características destes acordos indicando, por assim dizer, o seguro moderno. (são os contratos, valores pré-determinados, classificação dos riscos, entre outros). CORRENTE HISTÓRICA Referida corrente defende que a origem do seguro remota há anos antes de Cristo. O homem envolvido com o comércio, os babilônios, em suas viagens, comumente em caravanas de camelos, corriam alto risco de perda dos animais, seja por desaparecimento ou pela própria morte. Diante disso, faziam acordos prevendo que aquele que perdesse um camelo durante a viagem, receberia outro, pago inteiramente pelos demais criadores. Percebe-se desde então o surgimento do termo seguro vinculado à idéia de riscos. Compartilhar ou dividir riscos é base dos Seguros. Conforme mencionado anteriormente a vida

2 2 em grupo fez parte da evolução natural do homem. A sociedade não buscava unicamente fixarse em locais que lhe dessem segurança e sobrevivência, mas existia a divisão de tarefas. De acordo com FERREIRA (1985), alguns grupos combinavam entre si, de que, aquele proprietário que perdesse o seu camelo durante a expedição, teria o seu animal reposto e o valor seria rateado entre todos os homens que participavam da expedição. Nascia assim, o princípio do mutualismo, onde todos ajudam todos de forma mútua. Segundo SOUZA (2007, p. 4), podemos assim definir o mutualismo:... como a formação de um grupo de pessoas com interesses em comum constituindo uma reserva econômica para dividir o risco de um acontecimento não previsto. A primeira proteção do seguro data de 1.00 a.c. instituída de forma embrionária o CÓDIGO DE HAMURABI. BRASIL (1985, p. 172) afirma que grupos de navegantes, convencionavam entre si, que se um deles perdesse a embarcação seria construída outra e entregue ao proprietário. Também ficava acordado que se a perda da embarcação decorresse de viagem a locais distantes seria anulado o acordo entre o grupo. Ficaria declarado que a embarcação desaparecera por culpa do dono, assim, estabelecia a culpa anulando o acordo. Pode-se dizer que o seguro marítimo foi à forma mais antiga de seguro e base para muitos outros. A LEI de RODES foi criada em 800 a.c. estabelecendo a repartição dos prejuízos das embarcações. Diversas leis e formas de associações foram criadas desde as religiosas e políticas até as comerciais. Foram os gregos que criaram as primeiras sociedades de socorro mútuo, que continuaram existindo durante o Império Romano sob o nome de Collegia. Consistia na reunião de pessoas pertencentes às classes mais humildes cujo objetivo seria cobrir as despesas funerárias permitindo aos participantes uma sepultura honrosa. Hoje o mutualismo consiste na reunião de muitas pessoas concorrendo todas para a massa comum, afim de que esta possa suprir, em determinado momento, as necessidades eventuais de algumas daquelas pessoas. É necessário que haja equilíbrio aproximado entre as prestações dos segurados e as contraprestações da entidade que funciona como seguradora. CORRENTE TÉCNICA Findando o período do Império Romano e iniciando a Idade Média, as atividades de proteção mútua mudaram o foco deixando de ser uma forma familiar e/ou de pequenos grupos de pessoas. Surgiram as instituições de proteção, isto é, as agremiações e associações econômicas reuniam pessoas de mesma categoria de atividades e profissão.

3 3 A corrente técnica defende que a primeira manifestação do seguro, deu-se no Século XIV, com a instituição do Seguro Marítimo. Os pioneiros desse tipo de proteção foram os italianos e os espanhóis. O navio ainda muito precário em sua estruturação tornava a navegação uma aventura. O primeiro contrato de seguro foi um seguro marítimo, descoberto em em Gênova, na Itália. Em Nápoles, na Itália, por volta do século XVII, surgiu às primeiras sociedades de socorros mútuos, embrião dos seguros de vida. Somente durante a revolução industrial é que o seguro veio a ser estabelecido quando foram criadas as primeiras sociedades de seguro. A cidade de Londres sofre um grave incêndio em 1667, causando grande devastação. Naquela cidade, nascia em 1684 uma companhia que administrava seguros contra incêndio. Também na Inglaterra surgiram as primeiras administradoras de seguros de vida. Surge o Código Uniforme de Seguros, proporcionando, em 1789, a universalização dos seguros. Os seguros sobre a responsabilidade civil ganha força, em 1.804, após a promulgação do Código Civil por Napoleão Bonaparte, onde cita, em seu artigo 1.383, cada um é responsável pelos danos que causa, não apenas por sua ação, mas também por sua imprudência ou sua negligência. Nos dias atuais, em relação ao seu aspecto técnico, seguro, na prática, é alguém pagar, através de uma agência bancária, um prêmio, estipulado de acordo com a tarifa do respectivo ramo, recebendo uma troca de apólice, a qual discrimina, segundo as condições gerais e as cláusulas especiais que forem estabelecidas no caso, que esse alguém passa a ter cobertura para os riscos que forem assumidos. SEGURO NO BRASIL 1 A atividade seguradora no Brasil teve início com a abertura dos portos ao comércio internacional, em A primeira sociedade de seguros a funcionar no país foi a "Companhia de Seguros BOA-FÉ", em 24 de fevereiro daquele ano, que tinha por objetivo operar no seguro marítimo. A partir da promulgação do "Código Comercial Brasileiro" (Lei n 556, de 25 de junho de 1850) é que o seguro marítimo foi pela primeira vez, estudado e regulado em todos os seus aspectos. O advento do "Código Comercial Brasileiro" foi de fundamental importância para o desenvolvimento do seguro no Brasil, incentivando o aparecimento de inúmeras seguradoras, 1 CORDEIRO, Ronaldo. Introdução a Atuária. Maringá-PR: 2010.

4 que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação, mas, também, com o seguro terrestre. Até mesmo a exploração do seguro de vida, proibido expressamente pelo Código Comercial, foi autorizada em 1855, sob o fundamento de que o Código Comercial só proibia o seguro de vida quando feito juntamente com o seguro marítimo. Com a expansão do setor, as empresas de seguros estrangeiras começaram a se interessar pelo mercado brasileiro, surgindo, por volta de 1862, as primeiras sucursais de seguradoras sediadas no exterior. Estas sucursais transferiam para suas matrizes os recursos financeiros obtidos pelos prêmios cobrados, provocando uma significativa evasão de divisas. Assim, visando proteger os interesses econômicos do País, foi promulgada, em 5 de setembro de 1895, a Lei n 294, dispondo exclusivamente sobre as companhias estrangeiras de seguros de vida, determinando que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos aqui assumidos. Algumas empresas estrangeiras mostraram-se discordantes das disposições contidas no referido diploma legal e fecharam suas sucursais. A previdência privada surge em 1835, por intermédio do Barão de Sepetiba, então Ministro da Justiça. Bem mais tarde, surge a previdência social 2, em 1923 (Lei 4.682/1923 Lei Elói Chaves). INTRODUÇÃO À ATUÁRIA HISTÓRIA DO SEGURO História do Seguro Seguros no Brasil 1) Formas antigas de Seguro 1) Abertura dos Portos e Seguro Marítimos 2) Mutualismo 2) Advento do Código Comercial Brasileiro (1850) 3) Proibição da Igreja 3) Seguro de Vida autorizado em ) Seguros Marítimos 4) 1865 Seguradoras estrangeiras no Brasil 4 5) Seguros contra incêndio 6) Seguros de Vida 5) Proibição da remessa de divisas ao exterior por seguradoras internacionais 6) Surge a Previdência Privada ) Previdência Social em 1923 FONTES DE PESQUISA CORDEIRO, Ronaldo. Introdução a Atuária. Maringá-PR: Previdência social é o seguro do trabalhador brasileiro, que por ocasião de sua inatividade, em casos de doença, acidente, gravidez, prisão, morte e velhice, garantem a reposição de renda para seu sustento e de sua família.

5 5 FERREIRA, Webber José. Coleção Introdução à Ciência Atuarial. Rio de Janeiro - RJ: Editora IRB, 1985, IV. SOUZA, Silney de. Seguros: Contabilidade, Atuária e Auditoria. São Paulo: Saraiva, CAPÍTULO II - INTRODUÇÃO À ATUÁRIA A CIÊNCIA ATUARIAL A Ciência Atuarial teve seu marco embrionário na Roma Antiga, período do Império Romano e foi ULPIANUS quem elaborou a primeira tábua de mortalidade 3, com dados originados das contribuições para o enterro, em que os jovens pagavam a mesma quantia que os velhos. Os estudos que levam o advento da Ciência Atuarial vêm de 1.657, quando BLAISE PASCAL (filósofo matemático francês) dedicou-se ao estudo das probabilidades. Citado francês era requisitado por jogadores a respeito das chances de se ganhar ou de se perder em uma disputa de jogo. Assim, Pascal determinou o princípio da relação do número de casos prováveis para o número de casos possíveis. Conforme se pode perceber o homem sempre esteve envolto na incerteza. Havia, também, preocupações sobre o quanto de tempo às pessoas viveriam. SOUZA 4 (2007, p. 132) lembra que a atuária utiliza-se de conhecimentos de Matemática e Estatística para estudar as bases técnicas dos seguros em uma coletividade. As ciências atuárias passam a dar base para as atividades de seguro, avaliando todas as probabilidades e riscos de cada caso em análise. Dessa forma, contribui para os corretos 3 Definida como o "o instrumento destinado a medir as probabilidades de vida e de morte". Consiste, na sua forma mais elementar, em uma tabela que registra, de um grupo inicial de pessoas da mesma idade, o número daqueles que vão atingindo as diferentes idades, até a extinção completa do referido grupo. A Tábua de Mortalidade possui, na generalidade dos casos, quatro colunas com algarismos, sendo a primeira relativa às idades (x), a segunda ao número de sobreviventes, (l)x, a terceira ao número de mortos (d)x, e a quarta, e última, (q)x ao quociente da divisão de dx por lx, em cada linha. As Tábuas de Mortalidade admitidas no Brasil para o cálculo dos prêmios do Seguro Vida em Grupo são: SGB-71, CSO-58, MALE, CSO-80, MALE, SCSG-60, GKM-70 MALE, ALLG-72 MALE E AT-49 MALE, podendo ser utilizadas outras tábuas, desd eque reconhecidas pelo Instituto Brasileiro de Atuária (IBA). V. tb. Seguro Vida. 4 CORDEIRO, Ronaldo. Introdução a Atuária. Maringá-PR: 2010.

6 cálculos de prêmios e em consonância, dos valores a pagar a título de seguros. Dentre as principais atribuições do Atuário 5 estão: (...) elaboração dos planos técnicos e avaliação das contribuições e reservas matemáticas das empresas privadas de seguros e de capitalização, das instituições de Previdência Social, das associações ou caixas mutuarias de pecúlios ou sorteios e dos órgãos oficiais de seguros e resseguros. O atuário deve assegurar tanto a solvência econômica o equilíbrio entre o total dos haveres e o total das obrigações -, quanto à solvência financeira da empresa pagar as obrigações que se vencem a cada dia. 6 Após 6 do cálculo da probabilidade de Pascal vieram Graunt e Edmond Halley, na Inglaterra, e De Witt, na Holanda, quando a partir dos registros de nascimentos e óbitos, estudaram o problema levando em conta as leis da probabilidade e a expectativa de vida humana. Os avanços no cálculo de anuidades apresentados por James Dodson 7 nesta época renderam-lhe o título de inventor da ciência atuarial. A partir de então, a atuária se desenvolveu, principalmente à medida que outros matemáticos, economistas e filósofos se interessaram pelo assunto. Cada vez mais houve a construção e especialização das tábuas de vida, como também o desenvolvimento das comutações, ferramenta do cálculo atuarial. Também aconteceu nesse período o 1º Congresso Internacional de Atuária em Bruxelas, no ano de Tábua de Mortalidade 8, denominada, também, Tábua de Vida, Breslaw Table ou Tábua Atuarial é uma tabela utilizada principalmente no cálculo atuarial, em planos de previdência e seguros de vida, tanto no setor público, quanto no setor privado, para calculara as probabilidades de vida e morte de uma população, em função da idade. As tábuas são criadas a partir de dados provenientes principalmente de Censos Populacionais. Ela apresenta a probabilidade de morte e sobrevida de um determinado número de indivíduos em certa idade, entre outros dados que variam conforme a tábua. 5 O atuário é o profissional que tenta evidenciar de forma cientifica o grau de previsão das incertezas da vida. Em função disso, suas origens vinculam-se mais aos fenômenos da mortalidade. Tentando tornar previsível ao máximo o tempo de vida do homem, os atuários usam da ciência para medir possibilidades de todo o tipo, que causam riscos a vida humana. 6 CORDEIRO, Ronaldo. Introdução a Atuária. Maringá-PR: Idem 8 Ibidem.

7 7 Uma Tábua de comutação é uma tabela confeccionada a partir de probabilidades sobre as quais é aplicada uma taxa de juros compostos. As tábuas de comutação simplificam o cálculo de diversas operações relacionadas a previdência e a seguros contra morte. Esse recurso foi desenvolvido com o emprego de símbolos 9 para simplificar as expressões utilizadas no cálculo de anuidades em espaços de tempo diferentes. No século XX, a área de seguros expandiu a abrangência do estudo atuarial, e a inserção cada vez mais freqüente das empresas de seguro e pensão no mercado financeiro, fez com que a ciência atuarial se especializasse cada vez mais em campos econômicos e financeiros. A partir de então as empresas seguradoras passaram a oferecer programas de seguro de vida e outras especializações. Atuária é dividida em dois ramos: Ramo Vida com características de longo prazo - estuda os modelos relacionados à aposentadoria, pensões, seguro de vida e saúde. Ramo Não-Vida com características de curto prazo estuda os modelos relacionados a seguros em geral como automóveis, responsabilidade civil, entre outros. Atua principalmente nos segmentos de: Seguros e capitalização; Previdência social e privada; Resseguro; e Instituições financeiras O ATUÁRIO De acordo com os estudiosos da área a palavra atuário adquiriu significados diversos até chegar no atual estágio. Referida terminologia é antiga, sendo grafada conforme a língua Latina "Actuarius", assim advêm: "Actuarius" - escriba antigo, encarregado de preparar processos verbais das seções do Senado, de redigir os documentos e fatos que deveriam figurar no Álbum. 9 Os símbolos de comutação representam algumas relações matemáticas que ajudam a simplificar o cálculo de diversas operações atuariais relacionadas aos seguros de vida, mais precisamente na avaliação de prêmios, anuidades contingentes e reservas matemáticas. Os símbolos de comutação são originados a partir de uma determinada tábua de mortalidade, tornando-se, também, uma taxa real de juros para a sua confecção.

8 8 Outra definição é encontrada naquela época, Actuarius", isto é, o funcionário que registrava os "acta" ou atos do Senado Romano, taquígrafo incumbido de estenografar os discursos. Somente no final do século XVI a palavra "Actuário" sendo adotada na Inglaterra obteve o significado de funcionário de contabilidade e aquele com responsabilidade em elaborar os cálculos financeiras das entidades públicas e/ou privadas. Na segunda metade do século XVII, mediante o nascimento da "Ciência Estatística", da "Aritmética Política", hoje denominada "Demografia", supracitado vocábulo passou a ser utilizado com um significado bem mais amplo e ligado a área securitária e previdenciária. Não obstante a conceituação oficial descrita no próprio Decreto Lei 806, atualmente, o Atuário é o profissional que se ocupa da aplicação do instrumental matemático probabilístico para a análise dos fenômenos financeiros aleatórios; muito ampla, a classe desses fenômenos abrange a generalidade dos fatos econômicos, nos quais raramente deixam de coexistir o dinheiro e o risco. A incerteza que caracteriza a vida humana em termos de espaço e tempo, estabelece a razão de ser do Atuário e, em consequência, da matemática atuarial, que se iniciou, conforme vimos, com o estudo dos fenômenos da mortalidade. Assim o Atuário dos dias atuais é o técnico que mede o acaso e o tempo. Acaso significa equivalência de aleatoriedade. Tempo quer dizer medida de duração para os processos financeiros. Com a finalidade de atingir os seus objetivos, citado profissional é obrigado a incursionar em vários campos do conhecimento humano, tais como Matemática, Estatística, Contabilidade, Economia, Direito e Medicina. O aglomerado, formado por fatias destes conhecimentos extraídos de tais células, se constitui na conhecida "Ciências Atuariais", cuja histórica evolução acompanha a própria evolução da palavra "Atuário". Dentro deste contexto histórico, a "Ciência Atuarial" visa, por intermédio de fatias diversas de conhecimento humano, estabelecer em bases técnicas sólidas e solventes, as atividades de Seguros Privados em geral, dos Seguros Sociais, da Previdência Privada e Capitalização. O Decreto-Lei n 806, de 04/09/1969, dispõe sobre a profissão de Atuário e da outras providências, regulamentando a profissão. Leia a seguir alguns artigos deste Decreto Art. 5 - Compete, privativamente, ao Atuário:

9 9 a) a elaboração dos planos técnicos e a avaliação das reservas matemáticas das empresas privadas de seguros e de capitalização, das instituições de Previdência Social, das Associações ou Caixas Mutuárias de pecúlios ou sorteios e dos órgãos oficiais de seguros e resseguros; b) a determinação e tarifação dos prêmios de seguros de todos os ramos, e dos prêmios de capitalização, bem como dos prêmios especiais ou extraprêmios relativos a riscos especiais; c) a análise atuarial dos lucros dos seguros e das formas de sua distribuição entre os segurados e entre portadores dos títulos de capitalização; d) a assinatura, como responsável técnico, dos balanços das empresas de seguros e de capitalização, das carteiras dessas especialidades mantidas por instituições de previdência social e outros órgãos oficiais de seguros e resseguros e dos balanços técnicos das caixas mutuárias de pecúlio ou sorteios, quando publicados; e) o desempenho de cargo técnico-atuarial no Serviço Atuarial do Ministério do Trabalho e Previdência Social e de outros órgãos oficiais semelhantes, encarregados de orientar e fiscalizar atividades atuariais; f) a peritagem e a emissão de pareceres sobre assuntos envolvendo problemas de competência exclusivamente do atuário. Art. 6 - Haverá assessoria obrigatória do atuário: a) na direção, gerência e administração das empresas de seguros, de financiamento e de capitalização, das instituições de previdência social e de outros órgãos oficiais de seguros, resseguros e investimentos; b) na fiscalização e orientação das atividades técnicas dessas organizações e na elaboração e normas técnicas e ordens de serviços destinados a esses fins; c) na estruturação, análise, racionalização e mecanização dos serviços dessas organizações; d) na elaboração de planos de financiamentos, empréstimos e semelhantes; e) na elaboração ou perícia de balanço geral e atuarial das empresas de seguro, capitalização, instituições de previdência social e outros órgãos oficiais de seguros e resseguros; f) nas investigações das leis de mortalidade, invalidez, doença, fecundidade e natalidade e de outros fenômenos biológicos e demográficos em geral, bem como das probabilidades de ocorrências necessárias aos estabelecimentos de planos de seguros e de cálculos de reservas; g) na elaboração das cláusulas e condições gerais das apólices de todos os ramos, seus aditivos e anexos, dos títulos de capitalização; dos planos técnicos de seguros e resseguros; das formas de participação dos segurados nos lucros; da cobertura ou exclusão de riscos especiais;

10 10 h) na seleção e aceitação dos riscos, do ponto de vista médico-atuarial. Parágrafo único. Haverá a participação do atuário em qualquer perícia ou parecer que se relacione com as atividades que lhes são atribuídas nesse artigo. OBJETIVO DA CIÊNCIA ATUARIAL O objetivo da Ciência Atuarial é estabelecer planos de custeio, limites de benefícios, mensurar reservas matemáticas, a fim de estabelecer o perfeito equilíbrio nos planos de seguros e previdência. Para tanto, se vale de cálculos matemáticos específicos, conjugados com outras técnicas de estatística, probabilística e a própria experiência do passado, para medir as possibilidades do futuro. FONTES DE PESQUISA SOUZA, Silney de. Seguros: Contabilidade, Atuária e Auditoria. São Paulo: Saraiva, 2007.

11 CAPÍTULO III - SEGUROS: Conceitos e regras 11 ORIGENS DO SEGURO NO BRASIL 10 No Brasil, a vinda da Família Real em 1808 a instalação de fábricas propiciando a abertura econômica do país, veiculou a instalação de uma Companhia de Seguros no território nacional. A Companhia de Seguros Boa Fé (PÓVOAS, 2000), cujas normas se regulavam pela Casa de Seguros de Lisboa, foi a primeira a se instalar. Mesmo após a independência do Brasil em 1822, as regras de seguro continuaram baseadas a legislação portuguesa, que se sujeitava às normas comerciais da Europa. A legislação brasileira de seguro esteve precária até 1850, quando foi promulgado o Código Comercial que, por sua vez, somente dizia respeito ao seguro marítimo. Contudo o código comercial estabeleceu transparência junto aos direitos e deveres entre as partes contratantes, tornando-se uma medida legislativa de significativo alcance para o desenvolvimento do setor como um nacional todo. O advento do citado Código foi de grande relevância para o desenvolvimento do seguro no Brasil, no qual alavancou o aparecimento de inúmeras Companhias de Seguros, que passaram a operar não só com o seguro marítimo, expressamente previsto na legislação, mas junto ao seguro terrestre. De acordo com Ferreira (1985) o seguro de vida teve a sua prática protelada no Brasil por ser considerado, por longo período, uma especulação imoral. O Código Comercial brasileiro de 1850, assim determinava: Art É proibido o seguro (...) 2) - Sobre a vida de alguma pessoa livre". Sendo proibida a referida lei fulminava de nulidade absoluta qualquer contrato de tal espécie. Por outro lado, permitia a realização de seguros sobre a vida de escravos por considerá-los como "coisas" e não "pessoas". Somente em 1855 surgiu a Companhia de Seguros Tranquilidade, primeira sociedade fundada no Brasil cujo objetivo era a de operar em seguros sobre a vida de pessoas livres. A partir 11 de 1862 surgiram as primeiras sociedades estrangeiras, tais como: a Royal Insurance, Companhia de Garantia do Porto, a Liverpool & London & Globe, entre outras. Os prêmios cobrados por citadas 12 sucursais, isto é os recursos financeiros obtidos eram 10 GUIMARÃES, Sérgio Rangel. POLÍGRAFO DE AULA. INTRODUÇÃO À ATUÁRIA. Porto Alegre, GUIMARÃES, Sérgio Rangel. POLÍGRAFO DE AULA. INTRODUÇÃO À ATUÁRIA. Porto Alegre, Idem.

12 12 eram transferidos para suas matrizes provocando uma significativa evasão de divisas. Deste modo, com o intuito de proteger os interesses econômicos do país, foi promulgada, em 5 de setembro de 1895, a Lei n 294, na qual dispunha exclusivamente sobre as companhias estrangeiras de seguros e determinava que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos assumidos em território nacional. Algumas empresas estrangeiras, não concordando com as disposições contidas no referido diploma legal, fecharam suas sucursais no país. Segundo a SUSEP (1997), o Decreto n , de 10 de dezembro de 1901, e seu regulamento direcionavam o funcionamento das Companhias de Seguros de Vida, marítimos e terrestres, nacionais e estrangeiras, já existentes ou que viessem a se organizar no território nacional. Além 13 de estender as normas de fiscalização a todos os seguradores que operavam no país, tais dispositivos legais criaram a Superintendência Geral de Seguros, subordinada diretamente ao Ministério da Fazenda. Com a criação da Superintendência, foram concentradas, numa única repartição especializada, todas as questões atinentes à fiscalização de seguros, antes distribuídas entre diferentes órgãos. Citada jurisdição alcançou todo o território nacional e competência de tal jurisdição contemplava: as fiscalizações preventivas, exercidas por ocasião do exame da documentação da sociedade que requeria autorização para funcionar, e as repressivas, sob a forma de inspeção direta e periódica das sociedades. Em , com a promulgação do Código Civil Brasileiro, foram previstos e regulamentados todos os ramos de seguros, inclusive o de vida. A atividade de seguros passava a ter, desta feita, uma estrutura legal, sólida e de caráter duradouro, deixando de se basear em normas de decretos e regulamentos. Em julho de 1934, foi criado no Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio o Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização (DNSPC), cujo objetivo era atender às seguintes finalidades: fiscalizar as operações de seguros privados em geral, amparar, nos limites de suas atribuições administrativas, os interesses e direitos do público relativos às operações de seguros e, ainda, promover o desenvolvimento das operações técnicas (PÓVOAS, 2000). De acordo com Ferreira (1985), a primeira Companhia de Seguros no Brasil a emitir uma apólice de Seguro de Vida em Grupo foi a Sul América - Companhia Nacional de Seguros 13 Ibdem. 14 GUIMARÃES, Sérgio Rangel. POLÍGRAFO DE AULA. INTRODUÇÃO À ATUÁRIA. Porto Alegre, 2007

13 13 de Vida, no ano de Tratava-se de uma nova modalidade de seguro que se instalava no país, diferente, em vários aspectos, do Seguro de Vida Individual clássico. Em 1939, o presidente Getúlio Vargas deu o maior passo para o progresso do seguro no país, criando o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). Esta instituição foi fundada com o objetivo de regular o resseguro no país e desenvolver as operações de seguros em geral. As Companhias 15 de Seguros ficaram obrigadas, desde então, a ressegurar no IRB as responsabilidades que excedessem sua capacidade de retenção. Com esta medida o Governo Federal procurou evitar que grande parte das divisas nacionais fosse consumida com a remessa de prêmios ao exterior. Em 1966, através do Decreto-lei n. 73/66, foram reguladas todas as operações de seguros e resseguros. Além disso, também foi instituído o Sistema Nacional de Seguros Privados, assim constituído: Conselho Nacional de Seguros Privados CNSP; Superintendência de Seguros Privados SUSEP; Instituto de Resseguros do Brasil IRB (atualmente IRB-Brasil Re); Sociedades autorizadas a operar em Seguros Privados; Corretores habilitados. Na década de 60, reaviva o surgimento de várias instituições privadas, genericamente conhecidas por Montepios. Na década de 70, em decorrência de uma necessidade previdenciária complementar ao serviço prestado pelo Estado, já haviam surgido as instituições fechadas de previdência, congregando empregados de uma única empresa. Sob 16 o modelo da PETROS, implantada pela Petrobrás, de maior envergadura técnica, este período fica marcado pelo início da grande expansão dos atuais Fundos de Pensões. É consolidada, em 1977, a legislação de Previdência Privada, que se desdobra em dois segmentos básicos: Aberto e o Fechado. A Superintendência de Seguros Privados SUSEP sucede o DNSPC. Como uma autarquia dotada de personalidade jurídica de Direito Público, com autonomia administrativa e financeira, a SUSEP ficou vinculada ao Ministério da Indústria e do Comércio até o ano de 1979, quando passou a estar vinculada ao Ministério da Fazenda. 15 Idem. 16 GUIMARÃES, Sérgio Rangel. POLÍGRAFO DE AULA. INTRODUÇÃO À ATUÁRIA. Porto Alegre, 2007

14 14 LEGISLAÇÃO DE SEGUROS 17 Várias são as legislações que tratam de seguros. Cada tipo de seguro terá sua regulação própria, visando às peculiaridades que lhe cabem. No entanto, uma publicação do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil), no caso a número 80, serve de bom complemento para leitura sobre seguros. A legislação brasileira 18 cita uma qualidade específica de seguros, voltados a atender riscos muito comuns, são os chamados seguros obrigatórios. Souza (2007, p. 27) diz: Eles compreendem uma vasta gama de eventos, como danos pessoais causados por veículos de via terrestre ou de carga, a pessoas transportadas ou não, e a passageiros de aeronaves comerciais; responsabilidade civil do construtor de imóveis em zonas urbanas por danos a pessoas ou coisas; bens dados em garantia de empréstimo ou financiamento de instituições financeiras públicas; garantia de pagamento a cargo do mutuário da construção civil; incêndio e transporte de bens pertencentes às pessoas jurídicas, situadas no país, ou nele transportados e crédito rural e à exportação, quando concedido por instituições financeiras públicas. O mais conhecido seguro obrigatório é o DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres), que visa cobrir: Morte: Caso a vítima venha a falecer em virtude do acidente de trânsito, seus beneficiários terão direito ao recebimento de uma indenização correspondente à importância segurada vigente na época da ocorrência do sinistro. Invalidez Permanente: Caso a vítima de acidente de trânsito venha a se invalidar permanentemente em virtude do acidente, ou seja, desde que esteja terminado o tratamento e seja definitivo o caráter da invalidez, a quantia que se apurar, tomando-se por base o percentual da incapacidade de que for portadora a vítima, de acordo com a tabela de Danos Corporais Totais, constante do anexo à Lei n.º 6.194/74, tendo como indenização máxima a importância segurada vigente na época da ocorrência do sinistro. Despesas de Assistência Médica e Suplementares (DAMS): Caso a vítima de acidente de trânsito venha a efetuar, para seu tratamento, sob orientação médica, despesas com assistência médica e suplementares, a própria vítima terá direito ao recebimento de uma indenização, a título de reembolso, correspondente ao valor das respectivas despesas, até o limite definido em tabela de ampla aceitação no mercado, tendo como teto máximo o valor vigente na época da ocorrência do sinistro. 17 Idem. 18 CORDEIRO, Ronaldo. Introdução a Atuária. Maringá-PR: 2010

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