Subsídios à Gestão Territorial dos Recursos Hídricos. José Dilcio Rocha Embrapa Gestão Territorial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Subsídios à Gestão Territorial dos Recursos Hídricos. José Dilcio Rocha Embrapa Gestão Territorial"

Transcrição

1 Subsídios à Gestão Territorial dos Recursos Hídricos José Dilcio Rocha Embrapa Gestão Territorial

2 Conteúdo A sinergia agricultura, água e energia A importância da irrigação Produção de alimentos e uso de agrotóxicos O software ARAquá e o ARAquáGeo Susceptibilidade de contaminação do solo por agrotóxicos Considerações finais

3

4 Recurso Hídrico ou Água?

5 Distribuição da Água no Planeta

6 A Situação da Água no Brasil fonte: IBGE

7 Usos múltiplos da água Fonte:ANA

8 DESAFIOS E PROPOSTAS PARA A GESTÃO DAS ÁGUAS NO BRASIL PREPARAÇÃO PARA O 8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA I. Segurança e Infraestrutura Hídrica 1. Atuação do SINGREH em momentos de crises 2. Programas Estratégicos de Segurança Hídrica 3. Comitê Interministerial de Segurança e Infraestrutura Hídrica 4. Aperfeiçoamento da Política Nacional de Segurança de Barragens II. Modelo Brasileiro de Governança 1. Papel e funcionamento do CNRH 2. Gestão participativa nas diferentes regiões do país 3. Sustentabilidade financeira dos Organismos de Bacia 4. Conferência Nacional das Águas III. Gestão Integrada de Recursos Hídricos 1. Integração com a Política de Meio Ambiente 2. Integração com as Políticas Setoriais IV. Instrumentos de Gestão de Recursos Hídricos 1. Implementação da Rede Nacional de Qualidade de Água (RNQA) 2. Aperfeiçoamento dos instrumentos de planejamento 3. Universidade Aberta da Água 4. Aperfeiçoamento da cobrança pelo uso da água 5. Outorga de diluição de efluentes V. Outras Questões 1. Conservação de água e reuso 2. Modelo de pagamento por resultados 2. Outras questões Fonte: Fonte:

9 DOCUMENTÁRIO Caminho das águas. https://www.youtube.com/watch?v=bmem9tbyxxo

10 Importância da agricultura irrigada Produção de alimentos: Local Produção de alimentos Área arável Mundo* 40% 17% Brasil** 16% 5% Crise alimentar: Distribuição de alimentos; Crescimento populacional; Fontes: * FAO. Situación de la seguridad alimentaria en América Latina y el Caribe a. ** SANTOS, J.R. dos. Irrigar é preciso. Agroanalysis, Rio de Janeiro, v.18, n.3, p.29-34,

11 MAPA DA FOME

12 Benefícios para a Agricultura: Garantia de produção e redução dos riscos Aumento de produtividade das culturas Fonte: Testezlaf et al (2012) Disponível em:

13 Importância da agricultura irrigada Benefícios para a Agricultura: Garantia de produção e redução dos riscos; Aumento de produtividade das culturas; Melhoria da qualidade do produto; Aumento no número de safras agrícolas e colheita na entressafra; Desenvolvimento socioeconômico.

14 Importância da agricultura irrigada Expansão da Agricultura Irrigada: Áreas disponíveis: Mundo*: 150 Mha; Brasil**: 75 Mha. Fontes: FAO. Situación de la seguridad alimentaria en América Latina y el Caribe a. FEALQ. Estudo análise territorial para o desenvolvimento da agricultura irrigada no Brasil

15

16 Importância da agricultura irrigada Considerações: o Qualidade da água que retorna ao rio: irrigação vs indústria vs abastecimento; o Quantidade de água evaporada nas barragens para geração de energia elétrica; o Uso consuntivo: apresenta diferença entre a retirada e a devolução da água do curso d água, diminuindo suas disponibilidades quantitativas, espacial e temporalmente. o Eficiência no uso da água na irrigação o Sustentabilidade na agricultura o Produção de alimentos e outros benefícios.

17 Irrigação e produção de alimentos Tomate irrigado por gotejamento Crédito Waldir A. Marouelli Fonte: Revista Campo & Negócios, setembro de 2014

18 Irrigação e produção de alimentos Batata irrigada por pivô central Crédito Waldir A. Marouelli, Fonte: Revista Campo & Negócios, setembro de 2014

19 Irrigação e produção de alimento Uso excessivo de água em lavoura de cebola irrigada por inundação intermitente Crédito Nivaldo C. Costa Fonte: Revista Campo & Negócios, setembro de 2014

20 Produção de alimentos e uso de agrotóxicos Manejo Integrado de Pragas Uso de agrotóxicos é uma estratégia Quais os riscos do uso de agrotóxicos - Saúde (operadores, moradores e consumidores) - Ambiente (plantas e animais, terrestres e aquáticos)

21 Avaliação de riscos ambientais por agrotóxicos Processos que determinam o comportamento e destino dos agrotóxicos: Atmosfera Volatilização Deriva Aplicação Lixiviação Retenção Transformação Carreamento Superficial Água Superficial Água Subterrânea

22 Avaliação de riscos ambientais por agrotóxicos

23 Avaliação de riscos ambientais por agrotóxicos

24 Avaliação de riscos ambientais por agrotóxicos Dados de entrada: Local: Clima e Aquífero chuva evapotranspiração irrigação Profundidade do solo Porosidade do aquífero freático

25 Avaliação de riscos ambientais por agrotóxicos Dados de entrada: Solo: Espessura da camada Camadas de solo Umidade na Capacidade de Campo Densidade do solo Teor de Carbono Orgânico

26 Avaliação de riscos ambientais por agrotóxicos Dados de entrada: Agrotóxico: Taxa de aplicação do agrotóxico Coeficiente de Sorção Koc Meia-vida t 1/2

27 Avaliação de riscos ambientais por agrotóxicos Versão 2014, disponível em português, inglês e espanhol Modelo matemático: Spadotto & Mingoti (2014) Desenvolvimento do software: FATEC; FCA/UNESP; Embrapa Gestão Territorial

28 Serviço de apoio à gestão de contaminação de recursos hídricos Possibilita estimar, de maneira espacializada, as concentrações de agrotóxicos (CAE), os quocientes de risco (QR) e compara este último com níveis de preocupação (LOC) recomendados. Auxilia as avaliações de riscos ambientais de agrotóxicos, em cenário de uso agrícola, considerando as possíveis contaminações de corpos d água superficiais e subterrâneos. Informações:

29 Serviço de apoio à gestão de contaminação de recursos hídricos Mapa Final: CAE para Lixiviação de Tebuthiuron com Irr.=400mm

30 Serviço de apoio à gestão de contaminação de recursos hídricos Mapa Final: QR de plantas aquáticas para Lixiviação de Tebuthiuron com Irr.=400mm

31 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea em função de propriedades dos solos no Cerrado brasileiro

32 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea Valor da Produção Agropecuária Fonte: IBGE (2010)

33 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea Lavoura Temporária Fonte: IBGE (2010)

34 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea Pastagem plantada Fonte: IBGE (2010)

35 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea Área de recarga dos principais aquíferos Área de recarga de sistemas aquíferos Fonte: IBGE (2010)

36 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea em função de propriedades dos solos no Cerrado brasileiro Cerrado

37 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea em função de propriedades dos solos no Cerrado brasileiro Matopiba

38 Suscetibilidade à contaminação da água subterrânea em função de propriedades dos solos no Cerrado brasileiro Mato Grosso

39 12 medidas para modernizar a defesa vegetal no Brasil O dossiê é resultado do trabalho da Câmara Temática de Insumos Agropecuários (CTIA) https://www.agrolink.com.br/noticias/12-medidas-para-modernizar-a-defesa-vegetal-no-brasil_ html 1. Aperfeiçoamento da legislação brasileira baseando-se nas melhores praticas regulatórias dos outros Países de importância agrícola. 2. Sistema eletrônico integrado (Mapa x Anvisa x Ibama). 3. Aplicar medidas desburocratizantes onde for possível. 4. Aperfeiçoar os processos pós registro Listas Positivas (embalagens, formuladores, componentes e outros). 5. Simplificação do Registro de produto idêntico (clone). 6. Buscar harmonizar o processo aos modelos mais eficientes utilizados em países de referência. 7. Parametrizar os critérios de avaliação dos três órgãos reguladores. 8. Melhorar a estrutura administrativa e contratar técnicos especialistas (convênios e ampliar unidades de avaliação virtual) para os órgãos de Registro. 9. Dar poder ao Mapa como órgão protagonista dos processos de registro de insumos agrícolas. 10. Priorizar e dar legalidade aos registros de produtos importantes para a agricultura. 11. Estruturar um programa de Phase in para substituição de produtos retirados do mercado. 12. Combater o contrabando/pirataria.

40 Acesso às publicações, softwares e Vídeo Institucional https://www.embrapa.br/gestao-territorial

41 Considerações Finais A agricultura no Brasil ainda tem muita área para praticar a irrigação e, com isso, aumentar sua produtividade; A irrigação no Brasil ainda tem muita eficiência para agregar; A engenharia ainda pode fazer muita inovação para promover uma agricultura irrigada de alta qualidade; Agrotóxicos: Buscar o uso adequado e maior atenção às áreas mais vulneráveis à contaminação; Políticas públicas, linhas de financiamentos, organização em cooperativas, são alguns itens fundamentais ao sucesso contínuo da agropecuária brasileira.

42 Maiores informações: Obrigado!

Recursos Hídricos. Racionalização do uso da água no meio rural. Anexo III-f. Prospecção Tecnológica. Síntese de Painel de Especialistas

Recursos Hídricos. Racionalização do uso da água no meio rural. Anexo III-f. Prospecção Tecnológica. Síntese de Painel de Especialistas Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Prospecção Tecnológica Recursos Hídricos Anexo III-f Racionalização do uso da água no meio rural Síntese de Painel de Especialistas

Leia mais

ÁGUA NA HORTICULTURA: NOVAS ATITUDES E USO SUSTENTÁVEL

ÁGUA NA HORTICULTURA: NOVAS ATITUDES E USO SUSTENTÁVEL 49º CONGRESSO BRASILEIRO DE OLERICULTURA ÁGUA NA HORTICULTURA: NOVAS ATITUDES E USO SUSTENTÁVEL José Geraldo Eugênio de França Diretor-Executivo Águas de Lindóia - SP Agosto/2009 OS DEZ MAIORES PROBLEMAS

Leia mais

Política Nacional de Recursos Hídricos

Política Nacional de Recursos Hídricos Política Nacional de Recursos Hídricos João Bosco Senra Diretor de Recursos Hídricos SRHU/MMA Workshop Sobre Contas de Água, Energia, Terra e Ecossistemas Rio de Janeiro, 23 a 25 de setembro de 2009 BRASIL

Leia mais

Desafios e Perspectivas da Agricultura Irrigada. Eng. Agro. Marcos Brandão Braga

Desafios e Perspectivas da Agricultura Irrigada. Eng. Agro. Marcos Brandão Braga Desafios e Perspectivas da Agricultura Irrigada Eng. Agro. Marcos Brandão Braga Fundamentos sólidos para o aumento do consumo de alimentos Crescimento populacional, urbanização e participação dos países

Leia mais

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil O DESAFIO DO PAÍS NA ABORDAGEM DO BINÔMIO ÁGUA E ALIMENTO João Martins da Silva Junior Presidente da CNA Fatores que influenciam na produção de alimentos

Leia mais

Recursos Hídricos: situação atual e perspectivas

Recursos Hídricos: situação atual e perspectivas Recursos Hídricos: situação atual e perspectivas IX Simpósio Nacional Cerrado II Simpósio Internacional Savanas Tropicas Desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos

Leia mais

Apoio Institucional 2

Apoio Institucional 2 Cap-Net Brasil - Rede Brasileira de Capacitação em Recursos HídricosH 2 Apoio Institucional Apresentação 1. Contextualização para GIRH 2. Rede Mundial de Capacitação em GIRH (Cap-Net) 2.1 Estrutura Organizacional

Leia mais

Irrigação de Fruteiras

Irrigação de Fruteiras Fruticultura Geral Irrigação de Fruteiras Alessandra Alves Rodrigues DCR / FAPESQ / CNPq Prof a Railene Hérica Carlos Rocha UAGRA / CCTA / UFCG Introdução Definição de irrigação: é a aplicação artificial

Leia mais

Prof o. LER IRRIGAÇÃO Dr. Marcos Vinícius Folegatti Aula 02

Prof o. LER IRRIGAÇÃO Dr. Marcos Vinícius Folegatti Aula 02 Prof o LER 1571 - IRRIGAÇÃO Dr. Marcos Vinícius Folegatti Aula 02 LER - 1571 Irrigação DISPONIBILIDADE DE RECURSOS HÍDRICOS E DESENVOLVIMENTO DA IRRIGAÇÃO Marcos Vinícius Folegatti DISTRIBUIÇÃO DAS ÁGUAS

Leia mais

O 2º do artigo 22 passa a vigorar com a seguinte redação:

O 2º do artigo 22 passa a vigorar com a seguinte redação: SUGESTÃO Nº 113 Autor: MÁRCIA O. KAUFFMAN O 2º do artigo 22 passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 22 -... 1º -... 2º - Para a elaboração de Planos de Estruturação Urbana, conforme o estabelecido

Leia mais

"Economia Verde nos Contextos Nacional e Global" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura -

Economia Verde nos Contextos Nacional e Global - Desafios e Oportunidades para a Agricultura - "Economia Verde nos Contextos Nacional e Global" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura - Maurício Antônio Lopes Diretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

Agronego cio ALTERNATIVAS PARA MANTER E AMPLIAR A COMPETITIVIDADE DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO

Agronego cio ALTERNATIVAS PARA MANTER E AMPLIAR A COMPETITIVIDADE DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO Agronegócio Agronego cio É incontestável o impacto do Agronegócio no desempenho da economia do Estado. Isto é, seu comportamento influencia sensivelmente os resultados dos indicadores econômicos do Rio

Leia mais

POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS

POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS POLÍTICAS NACIONAL E ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS DE RECURSOS HÍDRICOS PRINCÍPIOS BÁSICOS - A ÁGUA É UM BEM DE DOMÍNIO PÚBLICO; - O RECONHECIMENTO DO VALOR ECONÔMICO DA ÁGUA; - USO PRIORITÁRIO PARA CONSUMO

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS

IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS SEM ARH SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS JOSÉ DE PAULA MORAES FILHO SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS RECURSOS

Leia mais

PIUMA RS PLANO DIRETOR DE IRRIGAÇÃO NO CONTEXTO DOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA PARA O RIO GRANDE DO SUL. O Processo de Construção do PIUMA-RS

PIUMA RS PLANO DIRETOR DE IRRIGAÇÃO NO CONTEXTO DOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA PARA O RIO GRANDE DO SUL. O Processo de Construção do PIUMA-RS PIUMA RS PLANO DIRETOR DE IRRIGAÇÃO NO CONTEXTO DOS USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA PARA O RIO GRANDE DO SUL O Processo de Construção do PIUMA-RS Resultados e Consequências Plano Diretor de Irrigação no Contexto

Leia mais

I SEMINÁRIO DE ESTUDOS AMBIENTAIS E ORDENAMENTO TERRITORIAL

I SEMINÁRIO DE ESTUDOS AMBIENTAIS E ORDENAMENTO TERRITORIAL U F B A I SEMINÁRIO DE ESTUDOS AMBIENTAIS E ORDENAMENTO TERRITORIAL Salvador, 3 e 4 de novembro de 2005 Mesa Redonda Políticas Institucionais para a Bacia do Rio São Francisco Profº Heraldo Peixoto da

Leia mais

A visão local e regional para a falta de água

A visão local e regional para a falta de água ensaio Carlos Eduardo Morelli Tucci Engenheiro Civil, Mestre em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental. Professor colaborador do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Ufrgs e professor titular da Feevale.

Leia mais

Comitê de Meio Ambiente CTC ÚNICA. "O Setor Sucroenergético e a Crise Hídrica Avanços com Boas Práticas" COMITÊ DE MEIO AMBIENTE (CMA) CTC-UNICA

Comitê de Meio Ambiente CTC ÚNICA. O Setor Sucroenergético e a Crise Hídrica Avanços com Boas Práticas COMITÊ DE MEIO AMBIENTE (CMA) CTC-UNICA Comitê de Meio Ambiente COMITÊ DE MEIO AMBIENTE (CMA) CTC-UNICA CTC ÚNICA "O Setor Sucroenergético e a Crise Hídrica Avanços com Boas Práticas" AS MUDANÇAS DO CLIMA E A CRISE HÍDRICA A Organização das

Leia mais

II SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA

II SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA II SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA TÓPICOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DAS ÁREAS DE CITRUS IRRIGADAS NO ESTADO DE SÃO PAULO Eng. Agr. Danilo José Fanelli Luchiari M.S. Recursos Hídricos e Saneamento

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

CONCEITOS FUNDAMENTAIS CONCEITOS FUNDAMENTAIS José Antonio Tosta dos Reis Departamento de Engenharia Ambiental Universidade Federal do Espírito Santo A palavra HIDROLOGIA é originada das palavras gregas HYDOR (que significa

Leia mais

ZONEAMENTO AMBIENTAL E PRODUTIVO ZAP INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE EM AGROECOSISTEMAS -ISA PAULO AFONSO ROMANO SECRETÁRIO ADJUNTO

ZONEAMENTO AMBIENTAL E PRODUTIVO ZAP INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE EM AGROECOSISTEMAS -ISA PAULO AFONSO ROMANO SECRETÁRIO ADJUNTO ZONEAMENTO AMBIENTAL E PRODUTIVO ZAP INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE EM AGROECOSISTEMAS -ISA PAULO AFONSO ROMANO SECRETÁRIO ADJUNTO C E N Á R I O S - A G R O N E G Ó C I O 2 3 CRESCIMENTO POPULACIONAL

Leia mais

GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS

GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS Política Nacional de Recursos Hídricos Lei Federal Nº 9.433/97 A partir da década de 1990: a legislação propõe substituir um sistema centralizador e setorial por outro

Leia mais

Geologia e conservação de solos. Luiz José Cruz Bezerra

Geologia e conservação de solos. Luiz José Cruz Bezerra Geologia e conservação de solos Luiz José Cruz Bezerra SOLO É a parte natural e integrada à paisagem que dá suporte às plantas que nele se desenvolvem. Parte mais superficial e fina da crosta terrestre.

Leia mais

MESA DE CONTROVÉRSIAS SOBRE AGROTÓXICOS EDSON GUIDUCCI FILHO EMBRAPA

MESA DE CONTROVÉRSIAS SOBRE AGROTÓXICOS EDSON GUIDUCCI FILHO EMBRAPA MESA DE CONTROVÉRSIAS SOBRE AGROTÓXICOS EDSON GUIDUCCI FILHO EMBRAPA Introdução - Censo Agropecuário - importância da Agricultura Familiar. - Governo e mídia destacam os resultados econômicos do agronegócio.

Leia mais

Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014

Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014 Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014 1 Sumário Executivo Apresentação A Bacia Hidrográfica do Alto

Leia mais

12 CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL. Política Agrícola para Florestas Plantadas

12 CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL. Política Agrícola para Florestas Plantadas 12 CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL Política Agrícola para Florestas Plantadas Florestas Plantadas Legislação Lei 12.187/2009 Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima - PNMC

Leia mais

As Zonas Úmidas e a Política Nacional

As Zonas Úmidas e a Política Nacional As Zonas Úmidas e a Política Nacional de Recursos Hídricos no Brasil 8 th Intecol, Cuiabá, julho de 2008 Maria Carolina Hazin Orientação à aprensentação: o Zonas Úmidas O conceito científico e o utilizado

Leia mais

Figura 1 - Evolução das Áreas Irrigadas no Brasil (Christofidis, 2002a).

Figura 1 - Evolução das Áreas Irrigadas no Brasil (Christofidis, 2002a). 6.4. Agricultura irrigada 6.4.1. Situação Atual A agricultura irrigada é o maior consumidor de recursos hídricos. Caracteriza-se pelo uso consuntivo, onde a quase a totalidade da água destinada à produção

Leia mais

ÜÍFERO GUARANI. MESA REDONDA Projeto Sistema Aqüífero Guarani II SIMPÓSIO DE HIDROGEOLOGIA DO SUDESTE

ÜÍFERO GUARANI. MESA REDONDA Projeto Sistema Aqüífero Guarani II SIMPÓSIO DE HIDROGEOLOGIA DO SUDESTE PROJETO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO SISTEMA AQÜÍ ÜÍFERO GUARANI MESA REDONDA Projeto Sistema Aqüífero Guarani II SIMPÓSIO DE HIDROGEOLOGIA DO SUDESTE Júlio Thadeu da S. Kettelhut

Leia mais

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Programa ABC Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas visando à Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura

Leia mais

Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos

Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Proposta de reestruturação do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Secretário Gabinete COPAM e CERH Assessoria Jurídica Auditoria Setorial Assessoria de Comunicação Social Assessoria de

Leia mais

CC54Z - Hidrologia. Definições, aspectos gerais e o ciclo hidrológico. Universidade Tecnológica Federal do Paraná

CC54Z - Hidrologia. Definições, aspectos gerais e o ciclo hidrológico. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Definições, aspectos gerais e o ciclo hidrológico Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir hidrologia e engenharia hidrológica

Leia mais

HISTÓRICO DE ATUAÇÃO E DEMANDAS TECNOLÓGICAS DO SETOR AGROPECUÁRIO DO DF

HISTÓRICO DE ATUAÇÃO E DEMANDAS TECNOLÓGICAS DO SETOR AGROPECUÁRIO DO DF HISTÓRICO DE ATUAÇÃO E DEMANDAS TECNOLÓGICAS DO SETOR AGROPECUÁRIO DO DF Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal SETEMBRO 2016 O QUE É A EMATER-DF? Empresa Pública, criada em

Leia mais

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição

Leia mais

O Agronegócio Hoje Atualidade e Tendências

O Agronegócio Hoje Atualidade e Tendências O Agronegócio Hoje Atualidade e Tendências AMCHAM 13 de Julho de 2016 Agronegócio - Balança Comercial - US$ Bilhões Fonte: WTO. Elaboração MBAGro. Brasil: Liderança Global no Agronegócio Suco de laranja

Leia mais

Práticas conservacionistas e sua importância para os recursos hídricos

Práticas conservacionistas e sua importância para os recursos hídricos Práticas conservacionistas e sua importância para os recursos hídricos IX Simpósio de Pesquisa dos cafés do Brasil Curitiba, 24 a 26 de junho de 2015 Resumo Desafios da agricultura; Água disponível e utilizada

Leia mais

Hidrovias: Uma visão do futuro

Hidrovias: Uma visão do futuro Hidrovias: Uma visão do futuro Fernando Antonio Brito Fialho Diretor-Geral da ANTAQ Data: 18 de agosto de 2010 I Seminário Portuário Público Privado Latino-Americano Hidrovias: Uma visão do futuro Slide

Leia mais

MINAS GERAIS Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos SEGRH: Desafios da implementação dos Planos de Bacia e Financiamento de projetos

MINAS GERAIS Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos SEGRH: Desafios da implementação dos Planos de Bacia e Financiamento de projetos MINAS GERAIS Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos SEGRH: Desafios da implementação dos Planos de Bacia e Financiamento de projetos Novembro de 2016 ESTRUTURA DO SINGREH FORMULAÇÃO DA

Leia mais

PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO

PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO FÍSICO E AMBIENTAL SEÇÃO 9: ZONEAMENTO AMBIENTAL URBANO SÃO CARLOS, 03 de Julho de 2013 O Plano Diretor de Desenvolvimento Físico e Ambiental, como peça constituinte do

Leia mais

ANA e o Uso das Águas Residuárias na Agricultura. Campinas, 22 de junho de 2015

ANA e o Uso das Águas Residuárias na Agricultura. Campinas, 22 de junho de 2015 ANA e o Uso das Águas Residuárias na Agricultura Campinas, 22 de junho de 2015 Índice Porque o recurso hídrico é importante? Quais são os nossos objetivos? Quais ações estamos implementando? Quais são

Leia mais

HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil. Profª. Priscila Pini

HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil. Profª. Priscila Pini HIDROLOGIA AULA 01 5 semestre - Engenharia Civil Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br HIDROLOGIA AULA 01 5 semestre - Engenharia Civil PROGRAMA DA DISCIPLINA 1. Introdução à Hidrologia 2. Precipitação

Leia mais

Evento: O Agronegócio e o Comércio Mundial. Agronegócio Brasileiro: Atualidade e Desafio

Evento: O Agronegócio e o Comércio Mundial. Agronegócio Brasileiro: Atualidade e Desafio Evento: O Agronegócio e o Comércio Mundial Agronegócio Brasileiro: Atualidade e Desafio São Paulo, 22 de Setembro de 2015 Parece que estamos decolando ECONOMIA A BRASILEIR Agronegócio - Balança Comercial

Leia mais

Ciências do Ambiente

Ciências do Ambiente Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 22 Meio Aquático I Profª Heloise Knapik 1 Estudo de Caso: Salto, SP 2 Fonte: Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE 3

Leia mais

! "# $% "# $ &' & ( ' ) ( * ) ( * ) ( + )

! # $% # $ &' & ( ' ) ( * ) ( * ) ( + ) !! "# $ $% "# #$ $ &'()*()+ - CONTEXTO TÉCNICO; T - A IMPORTÂNCIA DA CITRICULTURA PARA O BRASIL E O TAMANHO DO PARQUE CITRÍCOLA; COLA; - A NECESSIDADE DA IRRIGAÇÃO NA CITRICULTURA, PLANEJAMENTO MACRO ESTRATÉGICO

Leia mais

2 Usos da água e seus conflitos

2 Usos da água e seus conflitos 2 Usos da água e seus conflitos USOS DA ÁGUA Exigências em: Abastecimento público Geracao de energia Recreacao Navegacao Indústria Agricultura Ecossistema Dessedentação de animais Quantidade Qualidade

Leia mais

Abordagem Integrada para a Otimização da Gestão de Águas e Efluentes

Abordagem Integrada para a Otimização da Gestão de Águas e Efluentes Abordagem Integrada para a Otimização da Gestão de Águas e Efluentes Introdução Antônio Henrique Araújo Freitas (1) A água é um insumo essencial para a maioria das atividades humanas, incluindo agricultura

Leia mais

Agricultura brasileira: algumas oportunidades e desafios para o futuro

Agricultura brasileira: algumas oportunidades e desafios para o futuro Sistema Embrapa de Inteligência Estratégica Agricultura brasileira: algumas oportunidades e desafios para o futuro Geraldo B. Martha Jr. Coordenador-Geral, Sistema Embrapa de Inteligência Estratégica Chefe-Adjunto

Leia mais

Agenda de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados

Agenda de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados Agenda de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados Definição A Agenda de P&D da Embrapa Cerrados é um documento de caráter estratégico, construído em consonância com o Sistema de Inteligência Estratégica

Leia mais

IRRIGAÇÃO. Importância e Aspectos Técnicos

IRRIGAÇÃO. Importância e Aspectos Técnicos IRRIGAÇÃO Importância e Aspectos Técnicos IRRIGAÇÃO Breve histórico Povos antigos Egito (Rio Nilo) Mesopotâmia (Rios Tigre e Eufrates) Índia (Rio Indo) Século XX Estados Unidos Israel IRRIGAÇÃO Situação

Leia mais

Nexo água-alimentoenergia: produzir com sustentabilidade. Brasília, 27 de julho de 2016

Nexo água-alimentoenergia: produzir com sustentabilidade. Brasília, 27 de julho de 2016 Nexo água-alimentoenergia: o desafio de produzir com sustentabilidade Brasília, 27 de julho de 2016 Desafios para produção de alimentos Multifuncionalidade A Agricultura será, cada vez mais, pressionada

Leia mais

1. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; 2. Ministério dos Transportes; 3. Ministério da Integração Nacional; 4. Ministério da Agricultura,

1. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; 2. Ministério dos Transportes; 3. Ministério da Integração Nacional; 4. Ministério da Agricultura, 1. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; 2. Ministério dos Transportes; 3. Ministério da Integração Nacional; 4. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; 5. Ministério do Meio Ambiente

Leia mais

Panorama das aplicações e tecnologias existentes no Brasil e principais desafios técnicos para tratamento de água e efluentes FTEC 2013 YVES BESSE

Panorama das aplicações e tecnologias existentes no Brasil e principais desafios técnicos para tratamento de água e efluentes FTEC 2013 YVES BESSE Panorama das aplicações e tecnologias existentes no Brasil e principais desafios técnicos para tratamento de água e efluentes FTEC 2013 YVES BESSE DESAFIOS BÁSICOS Agua e Esgoto para todos a custo justo

Leia mais

Cadeia Produtiva da Silvicultura

Cadeia Produtiva da Silvicultura Cadeia Produtiva da Silvicultura Silvicultura É a atividade que se ocupa do estabelecimento, do desenvolvimento e da reprodução de florestas, visando a múltiplas aplicações, tais como: a produção de madeira,

Leia mais

Departamento do Agronegócio Segurança Alimentar: O Desafio de Abastecer o Mundo com Sustentabilidade

Departamento do Agronegócio Segurança Alimentar: O Desafio de Abastecer o Mundo com Sustentabilidade Segurança Alimentar: O Desafio de Abastecer o Mundo com Sustentabilidade O Mundo atravessa um período de aumento expressivo do consumo de alimentos, impulsionado pela melhora da renda das famílias dos

Leia mais

PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA. Adaptado de Devanir Garcia dos Santos Agência Nacional de Águas Gerência de Uso Sustentável de Água e Solo

PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA. Adaptado de Devanir Garcia dos Santos Agência Nacional de Águas Gerência de Uso Sustentável de Água e Solo PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA Adaptado de Devanir Garcia dos Santos GESTÃO COMPARTILHADA Harmonizar a relação entre produtor a montante da bacia hidrográfica e usuário a jusante Através do reconhecimento econômico

Leia mais

URBANIZAÇÃO E DRENAGEM URNANA EM PORTO ALEGRE. Joel Avruch Goldenfum - IPH/UFRGS

URBANIZAÇÃO E DRENAGEM URNANA EM PORTO ALEGRE. Joel Avruch Goldenfum - IPH/UFRGS URBANIZAÇÃO E DRENAGEM URNANA EM PORTO ALEGRE Joel Avruch Goldenfum - IPH/UFRGS 1 Impactos da urbanização Cerca de 80% da população brasileira Problemas (Recursos Hídricos): degradação ambiental dos mananciais

Leia mais

Prof. Clésio Farrapo

Prof. Clésio Farrapo Prof. Clésio Farrapo Podemos dividir a área agrícola em dois tipos de Iavoura: cultura permanente e cultura temporária. No primeiro caso, as culturas Ievam mais de um ano para produzir; podem ser retiradas

Leia mais

Otimização do Uso da Água na Agricultura Irrigada

Otimização do Uso da Água na Agricultura Irrigada São Mateus, ES 02 de setembro de 2016 Otimização do Uso da Água na Agricultura Irrigada Prof. Ds. Robson Bonomo Programa de Pós-graduação em Agricultura Tropical Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas

Leia mais

¹ Estudante de Geografia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estagiária na Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP).

¹ Estudante de Geografia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estagiária na Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP). 89 Interpretação e classificação de imagens de satélite na extração de informações sobre o uso da terra e cobertura vegetal na bacia hidrográfica do rio Teles Pires/MT-PA Jéssica da Silva Rodrigues Cecim

Leia mais

Estabelece critérios e procedimentos gerais para proteção e conservação das águas subterrâneas no território brasileiro.

Estabelece critérios e procedimentos gerais para proteção e conservação das águas subterrâneas no território brasileiro. RESOLUÇÃO No- 92, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008 Estabelece critérios e procedimentos gerais para proteção e conservação das águas subterrâneas no território brasileiro. O CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS

Leia mais

A Agenda de Desenvolvimento pós-2015 e os desafios para os Governos Locais. Belo Horizonte 26 de Agosto de 2015

A Agenda de Desenvolvimento pós-2015 e os desafios para os Governos Locais. Belo Horizonte 26 de Agosto de 2015 A Agenda de Desenvolvimento pós-2015 e os desafios para os Governos Locais Belo Horizonte 26 de Agosto de 2015 Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) Em 2000, durante a Cúpula do Milênio, líderes

Leia mais

Irrigação por Aspersão em Hortaliças

Irrigação por Aspersão em Hortaliças Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Hortaliças Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Irrigação por Aspersão em Hortaliças Qualidade da Água, Aspectos do Sistema e Método Prático

Leia mais

Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologia, Serviços e Desenvolvimento Sustentável. em Microbacias Hidrográficas

Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologia, Serviços e Desenvolvimento Sustentável. em Microbacias Hidrográficas PROGRAMA RIO RURAL Núcleo de Pesquisa Participativa Pesagro-Rio / Rio Rural Rede de Pesquisa, Inovação, Tecnologia, Serviços e Desenvolvimento Sustentável em Microbacias Hidrográficas Facilitar a integração

Leia mais

AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE MECANISMOS DE POLÍTICAS DE CRÉDITO RURAL JOÃO CLAUDIO DA SILVA SOUZA SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA Brasília, 31 de julho de 2015 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

Saneamento Urbano I TH052

Saneamento Urbano I TH052 Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano I TH052 Aula 03 Ciclo hidrológico, usos do solo e da água Profª Heloise G. Knapik 1 Surgimento das cidades Planejamento Conflitos

Leia mais

Retrospectiva sobre regimes hidrológicos e importância do planejamento urbano na prevenção quanto a eventos extremos

Retrospectiva sobre regimes hidrológicos e importância do planejamento urbano na prevenção quanto a eventos extremos Retrospectiva sobre regimes hidrológicos e importância do planejamento urbano na prevenção quanto a eventos extremos José Teixeira Filho Faculdade de Engenharia Agrícola Ciência da Terra - Geografia UNICAMP

Leia mais

A cobrança pelo uso da água na experiência francesa e o papel das agências de bacias hidrográficas

A cobrança pelo uso da água na experiência francesa e o papel das agências de bacias hidrográficas IV Seminário Regional sobre os Usos Múltiplos da Água e Gestão Integrada de Recursos Hídricos A cobrança pelo uso da água na experiência francesa e o papel das agências de bacias hidrográficas Patrick

Leia mais

Banco do Brasil e o Agronegócio. Fevereiro 2012

Banco do Brasil e o Agronegócio. Fevereiro 2012 Banco do Brasil e o Agronegócio Fevereiro 2012 Banco do Brasil e o Agronegócio 61,6% do Crédito Rural/Agroindustrial no País (SNCR 31.09.2011); 77% dos valores aplicados no Pronaf (SNCR); 1,4 milhões de

Leia mais

PROGRAMAS DE REUSO DE ÁGUA NAS BACIAS PCJ. Sergio Razera Diretor Presidente Fundação Agência das Bacias PCJ

PROGRAMAS DE REUSO DE ÁGUA NAS BACIAS PCJ. Sergio Razera Diretor Presidente Fundação Agência das Bacias PCJ PROGRAMAS DE REUSO DE ÁGUA NAS BACIAS PCJ Sergio Razera Diretor Presidente Fundação Agência das Bacias PCJ 16º Encontro Técnico de Alto Nível: Reúso de Água EPUSP, 07 de novembro de 2016 CONTEXTUALIZAÇÃO

Leia mais

DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM IRRIGAÇÃO NO CERRADO - PPGIC DISCIPLINAS CRÉDITOS CH MATRIZ CURRICULAR CARACTERÍSTICA

DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM IRRIGAÇÃO NO CERRADO - PPGIC DISCIPLINAS CRÉDITOS CH MATRIZ CURRICULAR CARACTERÍSTICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO GERÊNCIA DE PÓSGRADUAÇÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO PROGRAMA DE PÓSGRADUAÇÃO EM IRRIGAÇÃO NO CERRADO DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓSGRADUAÇÃO EM IRRIGAÇÃO

Leia mais

ESPAÇO RURAL E MODERNIZAÇÃO DO CAMPO

ESPAÇO RURAL E MODERNIZAÇÃO DO CAMPO ESPAÇO RURAL E MODERNIZAÇÃO DO CAMPO COMO ENTENDER A SITUAÇÃO DO CAMPO NO BRASIL? COMO ENTENDER A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS NO BRASIL E NO MUNDO? Tipos de agropecuária: intensiva e extensiva Principais modelos

Leia mais

PAINEL 2 USO SUSTENTÁVEL DA ÁGUA. São Paulo, 23 de março de 2009

PAINEL 2 USO SUSTENTÁVEL DA ÁGUA. São Paulo, 23 de março de 2009 GESTÃO ESTRATÉGICA DA ÁGUA PAINEL 2 USO SUSTENTÁVEL DA ÁGUA São Paulo, 23 de março de 2009 1200 DISPONIBILIDADE E DEMANDA DE ÁGUA - 2007 Vazão (m 3 /s) 1000 SUBTERRÂNEA 800 600 400 SUPERFICIAL SUBTERRÂNEA

Leia mais

O REÚSO DA ÁGUA NO CONTEXTO DA ECOLOGIA INDUSTRIAL

O REÚSO DA ÁGUA NO CONTEXTO DA ECOLOGIA INDUSTRIAL O REÚSO DA ÁGUA NO CONTEXTO DA ECOLOGIA INDUSTRIAL Fabíola Maria Gonçalves Ribeiro Alcir Vilela Junior Apresentação O Grupo de Ecologia Industrial Aplicada (GEIA) surgiu no programa de pós-graduação do

Leia mais

SEGURANÇA HÍDRICA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA MACROMETRÓPOLE PAULISTA

SEGURANÇA HÍDRICA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA MACROMETRÓPOLE PAULISTA SEGURANÇA HÍDRICA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA MACROMETRÓPOLE PAULISTA I FÓRUM TÉCNICO INTERNACIONAL REÚSO DIRETO E INDIRETO DE EFLUENTES PARA POTABILIZAÇÃO 15 E 16 DE OUTUBRO DE 2014 FACULDADE DE SAÚDE

Leia mais

Ciclos Biogeoquímicos

Ciclos Biogeoquímicos Ciclos Biogeoquímicos Matéria orgânica: são os restos dos seres vivos. É composta essencialmente de compostos de carbono. Decompositores: são responsáveis pela degradação da matéria orgânica e favorecem

Leia mais

SEMINÁRIO COBRANÇA PELO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS URBANOS E INDUSTRIAIS O QUE É A COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA?

SEMINÁRIO COBRANÇA PELO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS URBANOS E INDUSTRIAIS O QUE É A COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA? SEMINÁRIO COBRANÇA PELO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS URBANOS E INDUSTRIAIS O QUE É A COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA? SOROCABA, 10 DE SETEMBRO DE 2010 POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS LEI 7.663/91 INSTRUMENTOS

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais Alimentares Sistemas de Armazenamento

Leia mais

CAPÍTULO 3 - AGROPECUÁRIA E AGRONEGÓCIO PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ 7º ANO

CAPÍTULO 3 - AGROPECUÁRIA E AGRONEGÓCIO PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ 7º ANO CAPÍTULO 3 - AGROPECUÁRIA E AGRONEGÓCIO PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ 7º ANO QUEM SÃO OS TRABALHADORES BRASILEIROS E ONDE DESENVOLVEM SUAS ATIVIDADES ECONÔMICAS P. 37 PEA do Brasil: 100 milhões

Leia mais

SEMINÁRIO FIESP GESTÃO DA ÁGUA A CRISE NÃO ACABOU

SEMINÁRIO FIESP GESTÃO DA ÁGUA A CRISE NÃO ACABOU SEMINÁRIO FIESP GESTÃO DA ÁGUA A CRISE NÃO ACABOU Sergio Razera Diretor Presidente Fundação Agência das Bacias PCJ CONTEXTUALIZAÇÃO Fonte: PLANO DE BACIAS, 2010-2020 3 Área: 15.304km 2 (92,6% SP e 7,4%

Leia mais

Gestão de Inundações urbanas. Dr. Carlos E M Tucci Rhama Consultoria e IPH - UFRGS

Gestão de Inundações urbanas. Dr. Carlos E M Tucci Rhama Consultoria e IPH - UFRGS Gestão de Inundações urbanas Dr. Carlos E M Tucci Rhama Consultoria e IPH - UFRGS tucci@rhama.net Tipos de inundações Inundações ribeirinhas: inundações naturais resultado da flutuação dos rios durante

Leia mais

Carlos Eduardo Nascimento Alencastre

Carlos Eduardo Nascimento Alencastre Carlos Eduardo Nascimento Alencastre 1º ENCONTRO DE ORGANISMOS DE BACIAS DA AMÉRICA LATINA E CARIBE FOZ DO IGUAÇU (BRASIL). DE 18 A 21 DE NOVEMBRO DE 2009 Evolução Histórica A evolução histórica pode ser

Leia mais

BRASIL: ESPAÇO AGRÁRIO E PROBLEMAS SÓCIOAMBIENTAIS

BRASIL: ESPAÇO AGRÁRIO E PROBLEMAS SÓCIOAMBIENTAIS BRASIL: ESPAÇO AGRÁRIO E PROBLEMAS SÓCIOAMBIENTAIS AGRICULTURA: HISTÓRICO Os primeiros camponeses (habitantes do campo) foram caçadores e coletores, ou seja, eram somente extrativistas: retiravam os alimentos

Leia mais

Município de Teixeira de Freitas - Bahia

Município de Teixeira de Freitas - Bahia Município de Teixeira de Freitas - Bahia Esquema de definição dos programas do PLHIS Situação institucional; Situação normativa e legal; Informação e dados municipais; Dinâmica urbana e mercado de solo;

Leia mais

Projeto Aduba Brasil Subprojeto: Regionalização do Potássio no Brasil ( ) Equipe:

Projeto Aduba Brasil Subprojeto: Regionalização do Potássio no Brasil ( ) Equipe: Projeto Aduba Brasil Subprojeto: Regionalização do Potássio no Brasil (2003-2013) Equipe: Rachel Bardy Prado Ronaldo Pereira de Oliveira Vinícius Benites Alexey Naumov José Carlos Polidoro Ana Paula Dias

Leia mais

Apoio ao Desenvolvimento das Cadeias Produtivas Agrícolas: Cadeia Produtiva do Caju

Apoio ao Desenvolvimento das Cadeias Produtivas Agrícolas: Cadeia Produtiva do Caju Apoio ao Desenvolvimento das Cadeias Produtivas Agrícolas: Cadeia Produtiva do Caju Marcus Vinícius Martins M.Sc. em Agronomia Fiscal Federal Agropecuário Coordenador de Produção Integrada da Cadeia Agrícola

Leia mais

Programação anual. 6.ºa n o

Programação anual. 6.ºa n o Programação anual 6.ºa n o 1. A melhor forma de entender o mundo 2. O planeta Terra no Universo 3. Cartografia: localizar e orientar 4. Cartografia e as diversas formas de representar o espaço 5. Atmosfera

Leia mais

Serviços Técnicos e Gestão Ambiental no Agronegócio Diretoria de Agronegócios

Serviços Técnicos e Gestão Ambiental no Agronegócio Diretoria de Agronegócios 47º Café com Sustentabilidade - Febraban Pecuária Sustentável: Agentes financeiros como indutores de boas práticas Modelos de financiamento e investimento: incentivos à adoção de boas práticas socioambientais

Leia mais

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE) Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia

Leia mais

COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARÁ REUNIÃO SEGMENTO SANEAMENTO

COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARÁ REUNIÃO SEGMENTO SANEAMENTO COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARÁ REUNIÃO DA CÂMARA TÉCNICA DE OUTORGA E COBRANÇA - CTOC REUNIÃO SEGMENTO SANEAMENTO Divinópolis, 22 de novembro de 2011 Política Nacional de Recursos Hídricos Lei

Leia mais

Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica. Prof. D.Sc Enoque Pereira da Silva

Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica. Prof. D.Sc Enoque Pereira da Silva Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica Prof. D.Sc Enoque Pereira da Silva 1 Ciclo hidrológico global Energia do sol que atua sobre o sistema terrestre: 36% de toda a energia que chega a terra é utilizada

Leia mais

RELAÇÃO SOLO, ÁGUA, PLANTA. Engº Agrº Nilton Brittos da Silva ESREG- ESTRELA JUNHO/07

RELAÇÃO SOLO, ÁGUA, PLANTA. Engº Agrº Nilton Brittos da Silva ESREG- ESTRELA JUNHO/07 RELAÇÃO SOLO, ÁGUA, PLANTA Engº Agrº Nilton Brittos da Silva ESREG- ESTRELA JUNHO/07 RELAÇÃO SOLO-ÁGUA-CLIMA E PLANTA A irrigação não deve ser considerada, apenas, como a captação, condução e o fornecimento

Leia mais

CIMIS CALIFORNIA IRRIGATION MANAGEMENT INFORMATION SYSTEM

CIMIS CALIFORNIA IRRIGATION MANAGEMENT INFORMATION SYSTEM APOIO AO IRRIGANTE: O MANEJO DA IRRIGAÇÃO COM O CIMIS CALIFORNIA IRRIGATION MANAGEMENT INFORMATION SYSTEM Discentes: Maria Eliza Falaschi Nucci Patrícia Helena Junqueira Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino

Leia mais

Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira. Cenário da cacauicultura

Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira. Cenário da cacauicultura Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira Cenário da cacauicultura Helinton Rocha Diretor Geral Brasília, DF 00:30 Brasília, 1º de abril de 2015

Leia mais

MANEJO DE IRRIGAÇÃO PARA PLANTAS OLEAGINOSAS. Daniel Vieira Silva

MANEJO DE IRRIGAÇÃO PARA PLANTAS OLEAGINOSAS. Daniel Vieira Silva MANEJO DE IRRIGAÇÃO PARA PLANTAS OLEAGINOSAS Daniel Vieira Silva Plantas Oleaginosas Aumento no uso dos óleos vegetais para a produção de biodiesel. Políticas de incentivo ao cultivo. Necessidade de farelos

Leia mais

CONCEITOS E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

CONCEITOS E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Disciplina: Recursos Hídricos e Manejo de Bacias Hidrográficas Prof a. Dr a. Cristiana do Couto Miranda CONCEITOS E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Hidrologia É a ciência que se ocupa dos processos que regulam o

Leia mais

APRESENTAÇÃO ITAMBÉ. Engº: Mauricio Petenusso 18 de Novembro de 2009

APRESENTAÇÃO ITAMBÉ. Engº: Mauricio Petenusso 18 de Novembro de 2009 APRESENTAÇÃO ITAMBÉ Engº: Mauricio Petenusso 18 de Novembro de 2009 HISTÓRICO - Itambé - COOPERATIVA CENTRAL DOS PRODUTORES RURAIS DE MINAS GERAIS LTDA LATICÍNIOS ATIVIDADES /NEGÓCIOS RAÇÕES ARMAZÉNS HISTÓRICO

Leia mais

Ciências do Ambiente

Ciências do Ambiente Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 06 Ciclo Hidrológico Profª Heloise G. Knapik O Ciclo Hidrológico O Ciclo Hidrológico - Fases Precipitação: retorno da água para

Leia mais

A Proteção de Dados Como Incentivo à Inovação na Defesa Vegetal

A Proteção de Dados Como Incentivo à Inovação na Defesa Vegetal A Proteção de Dados Como Incentivo à Inovação na Defesa Vegetal José Eduardo Vieira de Moraes ANDEF Associação Nacional de Defesa Vegetal São Paulo, 25 de agosto de 2014 Desafios Por que Precisamos das

Leia mais

NÍVEIS DE MICRONUTRIENTES EM SOLOS COM USO INTENSIVO DE FERTILIZANTES.

NÍVEIS DE MICRONUTRIENTES EM SOLOS COM USO INTENSIVO DE FERTILIZANTES. NÍVEIS DE MICRONUTRIENTES EM SOLOS COM USO INTENSIVO DE FERTILIZANTES. Carla Thaisa Mendes de Souza (1) Hugo Rodrigues de Morais (1),Juliana Rosa Braga (1),Vinícius Nascimento Amaral (1), Maurício Antônio

Leia mais

FICHA DE DISCIPLINA CH TOTAL TEÓRICA: 30 OBJETIVOS

FICHA DE DISCIPLINA CH TOTAL TEÓRICA: 30 OBJETIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA FICHA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA CÓDIGO: GAG044 UNIDADE ACADÊMICA: Instituto de

Leia mais