ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE EMBALAGEM METÁLICA AEROSSOL COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO UTILIZANDO PRODUTO COSMÉTICO.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE EMBALAGEM METÁLICA AEROSSOL COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO UTILIZANDO PRODUTO COSMÉTICO."

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CURSO DE TÉCNICO EM QUÍMICA ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE EMBALAGEM METÁLICA AEROSSOL COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO UTILIZANDO PRODUTO COSMÉTICO. Indaiara Regineli de Sá Lajeado, Novembro de 2014.

2 Indaiara Regineli de Sá ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE EMBALAGEM METÁLICA AEROSSOL COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO UTILIZANDO PRODUTO COSMÉTICO. Artigo apresentado na disciplina de Estágio, na linha de formação especifica em Técnico em Química, do Centro Universitário Univates como parte da exigência parcial para a obtenção do título de Técnico em Química. Orientadora: Daniela Luísa Scheibel. Lajeado, novembro de 2014.

3 ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE EMBALAGEM METÁLICA AEROSSOL COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO UTILIZANDO PRODUTO COSMÉTICO. Indaiara Regineli de Sá 1 Daniela Luísa Scheibel 2 Resumo: As embalagens de folhas de flandres são largamente utilizadas no mercado de tintas, solventes, inseticidas, sendo também muito empregadas na indústria cosmética, principalmente no acondicionamento de produtos spray, sendo preferível latas aerossol para armazenar produtos como fixadores para cabelo, fixadores de maquiagem, shampoos à seco. Com o objetivo de avaliar seu desempenho, segurança e eficácia, é necessária a realização de testes de compatibilidade entre produto e embalagem (BRASIL, 2004). Latas aerossol possuem vantagens, como a hermeticidade, baixa exposição à luminosidade, e boa resistência mecânica, porém, é um dos tipos de embalagem mais propensos a incompatibilidade com o produto. O objetivo deste trabalho foi avaliar a compatibilidade entre embalagens metálicas aerossol versus produto acondicionado, envasando um Fluído Capilar em latas com e sem revestimento orgânico, mantendo em temperatura controlada (40 a 55 C) por um período total de 120 dias, equivalentes aos dois anos de validade do produto. A cada 30 dias, amostras foram retiradas da estufa e avaliadas quanto ao aspecto da embalagem, propriedades físico-químicas e parâmetros organolépticos do produto cosmético em questão. Observando os resultados, ficou evidente a agressão do produto na embalagem sem revestimento orgânico, sendo descartada a possibilidade de acondicionamento do mesmo. Na embalagem com revestimento, observou-se pontos ameaçadores à integridade da lata, mas que merece um estudo mais específico, pois se forem realizados ajustes na formulação, existe a possibilidade do produto se tornar compatível com a embalagem, se tornando uma alternativa viável para o cliente. Palavras-chave: Folhas de Flandres. Acondicionamento. Aerossol. Compatibilidade. Cosmético. Abstract: Packaging tinplate sheets are widely used in the paints, solvents and insecticides industry. It is also widely applied in the cosmetics industry, especially in packaging spray products, where aerosol cans for storing products such as hair and makeup fixatives, dry shampoo are more preferable. With the objective of evaluating their performance, safety and efficacy, it is necessary to perform compatibility tests between product and 1 Aluna do curso Técnico em Química, Centro Universitário UNIVATES, Lajeado/RS. 2 Bacharel em Química Industrial, Centro Universitário UNIVATES, Lajeado/RS. Professora do Curso Técnico em Química, Centro Universitário UNIVATES, Av. Avelino Tallini, 171, Bairro Universitário, , Lajeado, RS - Brasil.

4 packaging (BRAZIL, 2004). Aerosol cans have advantages such as hermeticity, low exposure to brightness and good mechanical strength; however, they are one of packaging types with more chances to incompatibility with the product. The objective of this study was to evaluate the compatibility between metal aerosol containers versus packaged product, bottling in Capillary Fluid cans with and without organic coating, keeping the temperature controlled (40 at 55 C) for a total period of 120 days, equivalent to two years of product validity. Every 30 days, samples were removed from the oven and evaluated for appearance of the packaging, physicochemical properties and organoleptic parameter. Upon observing the results, the aggression of the product in packaging without organic coating was apparent, which discarded the possibility of using this kind of container. In the containers with coating, points threatening the integrity of the can were observed, which requires a more specific study. If some adjustments in the formula are executed, there is a possibility that the product will become compatible to the packaging, providing a viable alternative to clients. Keywords: Tinplate leaves, container, aerosol, compatibility, cosmetic. 1 INTRODUÇÃO Os materiais metálicos se diferenciam de outros, como plástico e vidro, por possuir em suas propriedades, tanto individual quanto em conjunto, grande parte dos requisitos que atendem as aplicações específicas da indústria e mercado (GEMELLI, 2001). Atualmente no mercado, existem dois tipos de embalagens denominadas metálicas: aquelas que são feitas a partir do Alumínio, e as latas de folha-de-flandres, que segundo a NBR 6665 (ABNT, 2006) é produzida a partir de um substrato composto de aço carbono revestida em ambas as faces com estanho, pelo processo de eletrodeposição, quando o metal a ser revestido atua como cátodo e o metal que revestirá a peça será o ânodo. Porém, mesmo esse processo, não garante a inércia do material frente a corrosão, que em metais pode definirse sendo a deterioração sofrida pelo material por algum tipo de ação podendo ser química ou eletroquímica, influenciada ou não por esforços mecânicos (GENTIL, 1998; SPELLER, 1951). Eletrodeposição é um processo comumente utilizado, pois se consegue revestimento muito fino e relativamente livre de poros. Utiliza-se geralmente a eletrodeposição para revestimento com ouro, prata, cobre, estanho, níquel, cádmio, cromo e zinco. Nesse processo, o material a ser protegido é colocado como catodo de uma cuba eletrolítica, onde o eletrólito contém sal do metal a ser usado no revestimento podendo o anodo ser também do metal a ser depositado (GENTIL, 2003, p. 240).

5 Segundo Mussoi et al. (1989), a corrosão é um processo natural dos metais e se não houvesse a opção de empregar mecanismos protetores, os materiais metálicos teriam pouca ou nenhuma utilidade na indústria. Em um meio aquoso, a corrosão do metal se dá através de um processo eletroquímico envolvendo a oxidação do material por interação com um ambiente que pode reduzir-se (MASSINI, 1973). Qualquer metal quando mergulhado em um líquido constituído por moléculas polares (eletrólito) constitui um eletrodo, onde vai existir a tendência do metal passar para o eletrólito até que se estabeleça um equilíbrio dinâmico. Após estabelecido esse equilíbrio, vai existir uma diferença de potencial entre o metal e o seio do eletrólito. A esta diferença se dá o nome de potencial do eletrodo (GENTIL, 2003). Conforme os potenciais eletroquímicos do ferro e do estanho, o ferro deveria constituir o anodo da pilha galvânica formada por ser o metal mais eletronegativo, enquanto o estanho deveria ser o catodo e portanto, sítio da reação de redução catódica. Porém, ocorre em muitos casos de produtos acondicionados em latas, a inversão de polaridade, fazendo com que o estanho atue como anodo (de sacrifício), protegendo o aço (ANJOS, 1989 p. 285). Segundo FARIA et al. (1989, p. 90), a folha de flandres possui em sua característica uma porosidade natural, que aliado a conformação mecânica do material, se evidencia na descontinuidade do revestimento metálico ou orgânico utilizado no tratamento da folha, permitindo que o produto acondicionado na embalagem entre em contato com os metais que formam a folha, formando múltiplas pilhas galvânicas, sendo o próprio cosmético o eletrólito. 1.1 Revestimentos orgânicos O principal objetivo de se utilizar um revestimento orgânico é evitar que o produto entre em contato com o material da embalagem. Para que não ocorra essa interação, o bom desempenho do verniz aplicado depende da camada de revestimento, aderência sobre a folha, grau de cura, porosidade e flexibilidade (ANJOS, et al.,1989).

6 Os revestimentos epóxi, encontrados na forma de verniz, possuem as características mais indicadas para utilização em latas. Sua elevada aderência devido a presença de grupos polares, flexibilidade e boa resistência química consequentes da estrutura linear não reticulada, e facilidade de se combinar com outras resinas. Produzindo então, dois tipos utilizados nas embalagens deste estudo: as resinas epóxi-fenólicas, que apresentam boa resistência mecânica, adesão, resistência ao escoamento e processamento (ANJOS, et al.,1989), e as combinadas com aminas (ureia), produzindo as epóxi-ureias que além da boa resistência química a produtos alcalinos, possuem boa resistência à esterilização e aderência. Porém, eficiência protetora do verniz depende muito das características físico-químicas e compatibilidade com o produto (MARSAL,1987). 1.2 Embalagens Aerossol Um aerossol é uma dispersão muito fina de líquido ou de sólido em gás (HERNANDEZ, [sd.]). Um sistema aerossol consiste de um produto concentrado que contém propelente (gás pressurizado) e válvula. Quando a válvula é pressionada o gás pressurizado empurra o concentrado para fora da embalagem (SANDERS, 1960). Dependendo da natureza do propelente e do produto concentrado e também da combinação de ambos, o produto pode ser disperso como espuma, spray e semissólido (SANDERS, 1960) Propelentes de gás liquefeito Para produtos cosméticos o propelente deve ter essencialmente nenhum tipo de odor e devem ser de alta pureza. A presença de impurezas no propelente pode resultar em odor do produto e corrosão da embalagem. Normalmente esses defeitos podem causar a retirada do produto do mercado (SCIARRA, 1970) Estabilidade

7 Um alto grau de estabilidade tanto química quanto física é necessário para que o material acondicionado não interfira na embalagem. Um propelente reativo pode perder sua efetividade e também afetar os ingredientes ativos do cosmético. Na maioria dos aerossóis a primeira evidencia quase sempre será notada pela mudança no odor, causada pela decomposição de alguns ingredientes, porém para observar tais fatores é necessário tempo. Os testes feitos a temperatura ambiente mesmo que sejam os mais confiáveis demoram muito, para evitar esse problema, o teste de estabilidade pode ser acelerado, expondo o produto a temperaturas elevadas. Normalmente 37º a 40ºC ou 55ºC (SCIARRA, 1970). O objetivo deste estudo foi verificar a interação e estabilidade do produto cosmético Fluído Capilar em lata aerossol com revestimento interno em verniz epóxi, e comparar com a mesma embalagem, sem o verniz epóxi, apenas com o tratamento de superfície de estanho, durante o período de validade do produto, realizando o teste acelerado em estufa, sendo que cada 30 dias em estufa equivalem empiricamente a 6 meses da vida de prateleira do mesmo. 2 METODOLOGIA 2.1 Empresa O presente estudo foi desenvolvido em uma empresa de embalagens metálicas da região do Vale do Taquari, Rio Grande do Sul, a qual produz em média 528 mil latas tamanho 52x112/mês. 2.2 Fluxograma do processo Na Figura 1 está representado o fluxograma das principais etapas envolvidas no processo de produção de embalagens aerossol. Figura 1 Fluxograma do processo de produção da embalagem aerossol

8 Estoque de folhas Envernizadeira Impressoras Envernizadeira Corte da Folha Testes e inspeções de qualidade Recravação do Fundo e Domo Aplicação de verniz na parte de solda Solda Fonte: Do Autor 2.3 Coleta das Embalagens Para o desenvolvimento do trabalho foram coletadas 20 embalagens, sendo 10 sem o revestimento orgânico interno, a qual se denomina natural (NA) e 10 com revestimento orgânico interno, denominado epóxi (EP) durante a produção. Após a coleta, o material foi encaminhado ao laboratório para a realização dos testes qualitativos. 2.4 Avaliação da qualidade da embalagem Foram utilizadas 2 amostras de latas EP para realização dos testes de camada seca de verniz segundo metodologia de Faria et al., Aproveitou-se as mesmas amostras EP, juntamente com 2 amostras de latas NA para quantificação da camada de estanho das embalagens, pelo método gravimétrico (FARIA et al.,1990). 2.5 Dados do Produto Com o intuito de acondicionar um produto cosmético em latas aerossol, optou-se pelo spray Fluído Capilar com Filtro Solar, da empresa Genes Tecnologia Cosmética. O mesmo foi fabricado em 05/06/2014 e tem validade de 2 anos. Na Tabela 1 está representada a composição do produto. Tabela 1 Composição do Fluído Capilar com Filtro Solar

9 Composição Percentual Água 94,75% Agente espessante e emulsionante 2,0 % Filtro quaternizado 1,0% Agente umectante, emulsificante e formador de espuma 1,0% Agente emulsificante 0,5% Quelante de metais e conservante 0,05% Conservante 0,5% Vitamina do complexo B 0,5% Fragrância 0,2% Fonte: LEHMEN, Amostragem Envasou-se 16 amostras com 100 ml de produto e 70 ml de gás butano respeitando o valor máximo permitido da câmara de expansão de 30% segundo NBR (ABNT, 2012). Após o envase e identificação, as amostras foram mantidas em temperatura controlada de 40 a 55 C, por um total de 120 dias que correspondem a 2 anos da vida de prateleira do produto, sendo que a cada 30 dias, as amostras em duplicata, com as configurações EP e NA foram retiradas para avaliação. Segue abaixo, descrição das etapas de envase do produto: Figura 2 Fluxograma do processo de envase do produto Envase manual do produto Recravação da válvula Envase do gás Identificação das amostras Incubação 2.7 Análises físico-químicas e parâmetros organolépticos Realizou-se análise físico-química do produto antes de ser envasado pelo período de 7 dias, avaliando-se os parâmetros de ph, temperatura, potencial de eletrodo padrão AgCl KCl

10 (1 M) frente aos eletrodos de primeira espécie Ferro e Estanho que compõe majoritariamente as embalagens, e condutividade. Avaliou-se também parâmetros organolépticos de aspecto, cor e odor. Os mesmos procedimentos foram repetidos nas amostras envasadas quando retiradas da estufa. 2.8 Avaliação visual da embalagem Ao tempo em que as amostras foram retiradas da estufa, as mesmas foram avaliadas visualmente e fotografadas em seu lado interno com câmera digital e com o auxílio de um microscópio digital com ampliação de até 200 X. 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES A seguir serão apresentados os resultados obtidos dos testes e análises realizados em cada etapa do trabalho. 3.1 Avaliação das características da embalagem Os resultados da Tabela 2 demonstram que a camada seca de verniz está dentro da especificação de 28 a 32 mg/4pol², estabelecida de acordo com os padrões de qualidade da empresa, assim como a quantidade de estanho está acima do padrão mínimo de 1,96g/m² especificado de acordo com a NBR Estes resultados demonstram que as embalagens estão em conformidade com os padrões de qualidade adotados pela empresa. Tabela 2 Resultado das embalagens com revestimento EP, e sem revestimento (NA) Teste Realizado Embalagem EP Embalagem NA Camada seca de verniz 31,75 mg/4pol² * Camada de estanho 2,64 g/m² 2,70g/m² * Não aplicado.

11 3.2 Parâmetros organolépticos do cosmético Comparando-se a contraprova do fluído capilar onde o produto inicial possuía um aroma leve e agradável, com as amostras retiradas a cada 30 dias, percebeu-se que ao longo da análise o cheiro característico do gás se sobressaiu, em ambas as configurações de embalagem. O fator que propiciou essa característica pode ter sido o fato do gás não ser desodorizado. Quanto ao aspecto, comparando o produto antes do envase, de acordo com a Figura 3, verificou-se o escurecimento do produto em todas as embalagens NA avaliadas e evidenciouse o amarelamento do cosmético envasado em todas as embalagens EP, provavelmente devido a interação do produto com o verniz epóxi. Nessas amostras também percebeu-se particulados no produto, que podem ter desplacado da embalagem, por ação da oxidação ocorrida em alguns pontos. Figura 3 Imagens do produto antes do envase, do produto envasado em lata NA e produto envasado em lata EP, respectivamente. 3.3 Análises físico-químicas

12 Os resultados de ph encontrados nos produtos de ambas as embalagens revelaram uma variação considerável quando comparadas com a análise preliminar (TABELA 3). Tabela 3 Análise físico-química do produto Fluído Capilar com Filtro Solar Fluído Capilar com ph Temperatura Potencial Fe Sn Condutividade Filro Solar eletrodo Análise preliminar 4,77* 18,3 C* 125 mv* 655 mv* 420 mv* 2400 µs* * média encontrada em 7 dias de análise Observando os resultados de ph entre as duas diferentes configurações de embalagens, de acordo com a Tabela 4 (lata NA) e Tabela 5 (lata EP), verificou-se que em as amostras não sofreram grandes oscilações de ph no decorrer das análises. Tabela 4 Análise físico-química do produto fluído capilar no período envasado em lata NA Período de análise ph Temperatura Potencial eletrodo padrão Fe Sn Condutividade 30 dias 7,03 17,7 ºC 1 mv 137 mv 222 mv 2321 µs 60 dias 7,31 23,8 C -20 mv 145 mv 178 mv 2724 µs 90 dias 8,84 22,2 C -107 mv 81 mv 158 mv 2640 µs 120 dias 7,48 23,1 C 105 mv 93 mv 170 mv 2810 µs Tabela 5 Análise físico-química do produto fluído capilar no período envasado em lata EP Período de análise ph Temperatura Potencial eletrodo padrão Fe Sn Condutividade 30 dias 6,95 16,3 C 3 mv 100 mv 232 mv 2637 µs 60 dias 6,84 24 C -11 mv 92 mv 222 mv 2672 µs 90 dias 7,03 22,3 C 0 mv 596 mv 248 mv 2360 µs 120 dias 7,6 24 C -3 mv 420 mv 201 mv 2396 µs A análise do produto realizada aos 30, 60 e 90 dias revelou um potencial de oxidação menor na lata NA quando comparado com os resultados obtidos no produto retirado da lata EP. Já na última análise o potencial foi menor na lata EP.

13 Os potenciais frente ao Ferro e Estanho demonstraram que tanto na embalagem NA, quanto na EP, o Ferro tem maior tendência a se oxidar do que o estanho, ou seja, na avaliação potenciométrica o produto demonstrou potencial de ataque as embalagens. variações. No decorrer das análises, os valores de condutividade não demonstraram grandes 3.4 Avaliação visual da embalagem Na avaliação visual EP, observou-se na lata com mais defeitos (FIGURA 4), diversos pontos com a aparência de respingos que formaram bolhas, normalmente na área próxima ou em contato com o produto. Esses respingos podem ter sido ocasionados no momento do envase do gás, pois pontos parecidos foram verificados na parte externa e interna da válvula (local onde injeta-se o gás). Na parte da solda, verificou-se o desplacamento do verniz seguido de corrosão. Esse desplacamento é possivelmente devido ao ataque do produto, visto que, que se repetiu no corpo e componentes das embalagens estudadas. A mesma característica foi observada no componente fundo. O Domo da lata EP, sofreu oxidação em pontos próximos do contato com a válvula, fato que se repetiu na amostra da Figura 5. Nas demais embalagens EP observou-se menos pontos de respingos no corpo, a costura de solda com oxidação, e o desplacamento do verniz no componente fundo. Figura 4 Amostra EP aos 90 dias de incubação

14 Figura 5 Amostra EP aos 120 dias de incubação Nas latas NA houve o desestanhamento do corpo e fundo (partes em contato com o produto) em todas as amostras, seguindo de corrosão. Possívelmente a quantidade de água no produto acelerou o processo oxidativo. No domo, houve pontos de corrosão e na válvula, a mesma característica observada nas demais amostras. O produto se mostrou agressivo à embalagem NA (FIGURA 6). Alguns componentes da formulação possuem Cl e Na em sua estrutura, sabe-se que estes são agressivos à metais e podem ter influenciado nas reações de corrosão.

15 Figura 6 Amostra NA aos 90 dias de incubação Avaliação visual com microscópio Nessa visualização, observou-se de forma mais aproximada, os comentários observados na seção 3.4. A Figura 7 representa a condição da embalagem EP, o ataque ao verniz formando bolhas no verniz e embaixo corrosão. Figura 7 Imagem evidenciando bolhas no verniz da lata aos 60 dias de envase na embalagem EP A Figura 8 revela diversos pontos de corrosão na válvula da embalagem EP, possivelmente gerados pela ação do gás e partes voláteis do produto.

16 Figura 8 Evidência de diversos pontos de corrosão na válvula da embalagem EP A embalagem NA, mostrada na Figura 9, mostra o efeito do desestanhamento da embalagem, gerando Fe 2 O 3 (Óxido Férrico). Figura 9 Imagem evidenciando corrosão uniforme após desestanhamento no Corpo da lata NA aos 60 dias de temperatura controlada 4 CONCLUSÃO

17 Diante dos resultados obtidos das interações do produto com as embalagens em estudo, descartou-se a possibilidade de envase do produto em embalagem NA, pela agressividade do produto em uma grande área de contato da embalagem. Ao avaliar os pontos danificados na embalagem EP, verificou-se pontos específicos, que no primeiro momento não deve reprovar a lata, e sim partir deste estudo preliminar em amostra EP para realizar novos testes de compatibilidade com os ingredientes da formulação isolados e o material de acondicionamento. Alguns cuidados com a embalagem e envase mereceriam atenção, como a realização de testes utilizando embalagem EP e componentes PET s, mais indicado para produtos cosméticos e utilização de propelente desodorizado. Sugere-se como trabalho futuro com o intuito de chegar à causa raiz dos defeitos observados, avaliar o comportamento de cada ingrediente da formulação e caso seja necessário, em parceria com o cliente, modificar o produto (sem afetar consideravelmente sua característica de ação) para melhor compatibilidade com a lata e para tornar a embalagem EP viável para acondicionamento do produto. REFERÊNCIAS ANJOS, V.D.A., FARIA, E.V., SOLER, R.M., DANTAS, S.T. Interação de embalagens metálicas com produtos alimentícios. Campinas: CETEA/ITAL, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT. NBR6665 Folhas laminadas de aço carbono revestidas eletroliticamente com estanho ou cromo ou não revestidas Especificação. São Paulo: ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR Embalagens metálicas para aerossol Conteúdo de produtos pré-medidos Requisitos para envasar e declarar volumes. São Paulo: ABNT, BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia de Estabilidade de Produtos Cosméticos. 1. ed. Brasília: ANVISA, p. FARIA, E.V. et al.; Controle de qualidade de embalagens metálicas. Campinas: CETEA/ITAL, 1989, 228 p.

18 GEMELLI, E.; Corrosão de materiais metálicos e sua caracterização, Rio de janeiro : Editora S.A., GENTIL, V.; Corrosão. 4ª Ed. Rio de janeiro: Editora S.A GENTIL, V., Corrosão. 3ª Ed. revista. Rio de Janeiro: Editora S.A, HERNANDEZ, M.; Manual de cosmetologia. 3ª Ed. Rio de janeiro: Livraria e Editora Revinter Ltda, s.d. LEHMEN, L. M.; Genes Tecnologia Cosmética, Venâncio Aires: Ficha técnica de produto acabado., MARSAL, P., TILLON, M.C. Utilisation des revêtements organiques pour la protection et la decoration des emballages métalliques. Thionville: Centre de Recherches du Fer- Blanc, p MASSINI, R. La corrosione della banda stagnate da parte di conserve alimentari. I Elementi general di teoria elettrochimia dei processi di corrosione. Industria Conserve, Parma, v. 48, n.4, p , MUSSOI, CRS. et al.; Desempenho de revestimentos de liga Al-Zn. Vol. I. Anais do 3º Congresso Ibero Americano de Corrosão e Proteção Congresso Brasileiro de Corrosão/ 89 págs , RJ, SANDERS, P.A. Soap Chem. Spec., 36, (July 1960), SCIARRA, J.J.; Aerosols, in J. E. Hoover, (Ed.) Remington s Pharmaceutical Sciences,., Mack Publishing Company, Easton, Pa., 1970, p , Mack Publishing Company, Easton, Pa., SPELLER, T.N., Corrosion, Causes and Prevention, Mcgraw Hill, New York, 1951.

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO De acordo com o meio corrosivo e o material, podem ser apresentados diferentes mecanismos. Os principais são: MECANISMO QUÍMICO

Leia mais

ESTUDO DO DESEMPENHO DE EMBALAGENS METÁLICAS PARA ACONDICIONAMENTO DE CAFÉ SOLÚVEL

ESTUDO DO DESEMPENHO DE EMBALAGENS METÁLICAS PARA ACONDICIONAMENTO DE CAFÉ SOLÚVEL Industrialização ESTUDO DO DESEMPENHO DE EMBALAGENS METÁLICAS PARA ACONDICIONAMENTO DE CAFÉ SOLÚVEL Sílvia Tondella DANTAS - ITAL/CETEA, e-mail: silviatd@ital.org.br Jozeti A. Barbutti GATTI - ITAL/CETEA

Leia mais

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado Sistema Duplex Vantagens e Aplicações Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado METALURGIA Corrosão Tendência que os materiais têm de retornar ao seu estado

Leia mais

O Conceito de Corrosão Engenharia SACOR, setembro/1999

O Conceito de Corrosão Engenharia SACOR, setembro/1999 O Conceito de Corrosão Engenharia SACOR, setembro/1999 A corrosão é a deterioração de metais e ligas por ação química do meio ambiente. Sendo este meio a água do mar ou o solo, metais e ligas que nele

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CORROSÃO EM FOLHAS-DE-FLANDRES COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO INTERNO, UTILIZADAS EM CONSERVAS DE PÊSSEGOS.

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CORROSÃO EM FOLHAS-DE-FLANDRES COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO INTERNO, UTILIZADAS EM CONSERVAS DE PÊSSEGOS. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE CORROSÃO EM FOLHAS-DE-FLANDRES COM E SEM REVESTIMENTO ORGÂNICO INTERNO, UTILIZADAS EM CONSERVAS DE PÊSSEGOS. Paulo Eduardo Masselli Bernardo Universidade Federal de Itajubá -UNIFEI

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE JOIAS FOLHEADAS A OURO EM EXPOSIÇÃO À SOLUÇÃO SALINA

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE JOIAS FOLHEADAS A OURO EM EXPOSIÇÃO À SOLUÇÃO SALINA AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE JOIAS FOLHEADAS A OURO EM EXPOSIÇÃO À SOLUÇÃO SALINA Maurício Vincenzi 1 Fabiana Mallmann 2 Resumo: Joias folheadas são adornos produzidos a partir de latão e outros

Leia mais

MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO

MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO Centro Universitário de Brasília Disciplina: Química Tecnológica Geral Professor: Edil Reis MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO No estudo dos processos corrosivos devem ser sempre consideradas as variáveis

Leia mais

TESTES DE CORROSÃO Domingos J C Spinelli SurTec do Brasil Ltda Abril/2000

TESTES DE CORROSÃO Domingos J C Spinelli SurTec do Brasil Ltda Abril/2000 TESTES DE CORROSÃO Domingos J C Spinelli SurTec do Brasil Ltda Abril/2000 1 O Teste de corrosão é a interpretação dos resultados que pode ser um dos mais controvertidos assuntos na indústria de galvanoplastia.

Leia mais

Materiais / Materiais I

Materiais / Materiais I Materiais / Materiais I Guia para o Trabalho Laboratorial n.º 4 CORROSÃO GALVÂNICA E PROTECÇÃO 1. Introdução A corrosão de um material corresponde à sua destruição ou deterioração por ataque químico em

Leia mais

Prof André Montillo www.montillo.com.br

Prof André Montillo www.montillo.com.br Prof André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a deterioração de um material, geralmente metálico, por ação eletroquímica ou química do meio ambiente, associada ou não a esforços mecânicos. Isto

Leia mais

ESTUDO SOBRE DESTINAÇÃO ADEQUADA AOS RESÍDUOS LÍQUIDOS, SÓLIDOS E GASOSOS GERADOS NO PROCESSO DE GALVANOPLASTIA DA INDÚSTRIA I. T.

ESTUDO SOBRE DESTINAÇÃO ADEQUADA AOS RESÍDUOS LÍQUIDOS, SÓLIDOS E GASOSOS GERADOS NO PROCESSO DE GALVANOPLASTIA DA INDÚSTRIA I. T. ESTUDO SOBRE DESTINAÇÃO ADEQUADA AOS RESÍDUOS LÍQUIDOS, SÓLIDOS E GASOSOS GERADOS NO PROCESSO DE GALVANOPLASTIA DA INDÚSTRIA I. T. Jaqueline Aparecida Toigo IC-Fecilcam, Engenharia de Produção Agroindustrial,

Leia mais

GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association. Galvanizadas (incluindo Aresta de Corte)

GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association. Galvanizadas (incluindo Aresta de Corte) - Um programa do International Zinc Association 3. Corrosão Mecanismos, Prevenção e Teste GalvInfoNote Corrosão Eletrolítica/Galvânica em Chapas Galvanizadas (incluindo Aresta de Corte) 3.6 Corrosão/Proteção

Leia mais

Ecozink ML. Descrição:

Ecozink ML. Descrição: Ecozink ML Descrição: Ecozink ML é um processo isento de complexantes ou quelantes, indicado para banhos de zinco alcalino sem cianeto. Ecozink ML opera com dois aditivos que proporciona grande eficiência

Leia mais

CAS Nome Químico Concentração (%) Solvente de Petróleo < 50,00 Gás Propelente < 50,00

CAS Nome Químico Concentração (%) Solvente de Petróleo < 50,00 Gás Propelente < 50,00 Nome do Produto: Limpa Contato GT2000 Gold Inflamável 306ml/200g Página 1 de 7 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1.1 Nome Comercial: Limpa Contato GT2000 Gold Inflamável 306ml / 200g 1.2 Código de

Leia mais

Aula 12 : Corrosão Definição Tipos de Corrosão. Prevenção a Corrosão.

Aula 12 : Corrosão Definição Tipos de Corrosão. Prevenção a Corrosão. Aula 12 : Corrosão Definição Tipos de Corrosão Prevenção a Corrosão. o Definição Corrosão é definida como um ataque destrutivo e não intencional de um metal; esse ataque é eletroquímico e, normalmente,

Leia mais

ELETRODO OU SEMIPILHA:

ELETRODO OU SEMIPILHA: ELETROQUÍMICA A eletroquímica estuda a corrente elétrica fornecida por reações espontâneas de oxirredução (pilhas) e as reações não espontâneas que ocorrem quando submetidas a uma corrente elétrica (eletrólise).

Leia mais

RECOBRIMENTOS PARA PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO

RECOBRIMENTOS PARA PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO FUNDAMENTOS DE MATERIAIS METALICOS II RECOBRIMENTOS PARA PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO ALUNOS: DANIEL F S PEREIRA ZAINE ALINE ALVES PROF. BRUNO B. MEDEIROS CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO 2. ASPECTOS METALURGICOS E

Leia mais

Revestimentos de Eletrodeposição AquaEC

Revestimentos de Eletrodeposição AquaEC UMA MARCA AXALTA COATING SYSTEMS Revestimentos de Eletrodeposição AquaEC Soluções inovadoras para demandas de E-Coat Um início brilhante de classe mundial com proteção anticorrosiva. O mercado altamente

Leia mais

2 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 2.1 Principais Riscos: Pode causar irritação à pele, aos olhos e ao trato respiratório.

2 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 2.1 Principais Riscos: Pode causar irritação à pele, aos olhos e ao trato respiratório. Nome do Produto: Silicone Pérola 300ml/200g Página 1 de 7 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1.1 Nome Comercial: Silicone Pérola 300ml/200g 1.2 Código de Venda: 261.0002 1.3 Nome do Fabricante: BASTON

Leia mais

CAPÍTULO 5. Materiais e Métodos 97. Errar é humano. Botar a culpa nos outros, também. Millôr Fernandes (76 anos), humorista brasileiro

CAPÍTULO 5. Materiais e Métodos 97. Errar é humano. Botar a culpa nos outros, também. Millôr Fernandes (76 anos), humorista brasileiro Materiais e Métodos 97 CAPÍTULO 5 Errar é humano. Botar a culpa nos outros, também. Millôr Fernandes (76 anos), humorista brasileiro Toda a empresa precisa ter gente que erra, que não tem medo de errar

Leia mais

FATORES QUE PODEM IMPLICAR EM FALHAS PREMATURAS DE PINTURA INTERNA in situ DE DUTOS 2006

FATORES QUE PODEM IMPLICAR EM FALHAS PREMATURAS DE PINTURA INTERNA in situ DE DUTOS 2006 FATORES QUE PODEM IMPLICAR EM FALHAS PREMATURAS DE PINTURA INTERNA in situ DE DUTOS 2006 Joaquim Pereira Quintela PETROBRAS/CENPES Victor Solymossy PETROBRAS/CENPES INTRODUÇÃO Vantagens do emprego de revestimentos

Leia mais

Introdução. Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix

Introdução. Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix Introdução Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix Introdução Conceitos de oxidação e redução 1 - Ganho ou perda de oxigênio

Leia mais

Soldabilidade de Metais. Soldagem II

Soldabilidade de Metais. Soldagem II Soldabilidade de Metais Soldagem II Soldagem de Ligas Metálicas A American Welding Society (AWS) define soldabilidade como a capacidade de um material ser soldado nas condições de fabricação impostas por

Leia mais

Vergalhão Galvanizado: Vantagens, Aplicações e Desempenho em Estruturas de Concreto Armado. Luiza Abdala 1, Daniele Albagli 2

Vergalhão Galvanizado: Vantagens, Aplicações e Desempenho em Estruturas de Concreto Armado. Luiza Abdala 1, Daniele Albagli 2 Resumo Vergalhão Galvanizado: Vantagens, Aplicações e Desempenho em Estruturas de Concreto Armado. Luiza Abdala 1, Daniele Albagli 2 1 Votorantim Metais / Desenvolvimento de Mercado / luiza.abdala@vmetais.com.br

Leia mais

Dados Técnicos AgoAg Junho / 1998

Dados Técnicos AgoAg Junho / 1998 Fitas VHB Dupla-Face de Espuma Acrílica para Construção Civil Fita Dupla-Face de Espuma Acrílica Cinza - 4972 Dados Técnicos Julho/2011 AgoAg Junho / 1998 Substitui: Novembro/2005 Descrição do Adesivo

Leia mais

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO O produto OXY-PRIMER é um tipo de tinta de cobertura cimentosa que não é composto de resinas normais, mas que adere como cimento. O cimento adere

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO AMACIANTE DE ROUPAS 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO AMACIANTE DE ROUPAS 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO AMACIANTE DE ROUPAS 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA a) Nome do Produto: AMACIANTE DE ROUPAS. b) Código do Produto: c) Nome da Empresa: ICARAÍ

Leia mais

CORROSÃO E PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E TANQUES EM PLANTAS INDUSTRIAIS

CORROSÃO E PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E TANQUES EM PLANTAS INDUSTRIAIS CORROSÃO E PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E TANQUES EM PLANTAS INDUSTRIAIS Eng o Luiz Paulo Gomes Diretor da IEC-Instalações e Engenharia de Corrosão Ltda LPgomes@iecengenharia.com.br 21 2159

Leia mais

Película Scotchcal MR Série D

Película Scotchcal MR Série D Película Scotchcal MR Série D Dados Técnicos Novembro/2005 Substitui: Julho/2005 Revisão 01 Barras pretas nas margens indicam as alterações Descrição Descrição e usos As Películas Scotchcal MR Série D

Leia mais

MULTI USO TRADICIONAL

MULTI USO TRADICIONAL Pag. 1 de 6 SEÇÃO 1.0 INFORMAÇÕES DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial do Produto : Identificação da Empresa: VALÊNCIA IND. E COMÉRCIO DE MATERIAIS DE LIMPEZA LTDA. ENDEREÇO: Rua Soldado Arlindo Sardanha,11.Parque

Leia mais

Lista de exercícios de Química Correção da Revisão para a 2ª Avaliação de Química: Pilhas

Lista de exercícios de Química Correção da Revisão para a 2ª Avaliação de Química: Pilhas Nome: Bimestre: 3º Ano / série: 2ª série Ensino: Médio Componente Curricular: Química Professor: Ricardo Honda Data: / / 2011 1. Considere o esquema a seguir e responda: Lista de exercícios de Química

Leia mais

Informações Gerais. O que é Water Transfer Printing?

Informações Gerais. O que é Water Transfer Printing? Informações Gerais Provedora de soluções para o processo de Water Transfer Printing a PROJFIX está no mercado com o objetivo de trazer qualidade para o segmento no Brasil, comercializando produtos de alto

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIMICO Megaplasma Comercial Ltda. Rua Dom Joaquim de Melo, 274 - Moóca CEP 03122-050 - São Paulo - SP - Brasil Fone: (11) 2601-5502 - Fax: (11) 2601-0512 megaplasma@megaplasma.com.br www.megaplasma.com.br SPATTER

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ Nº pag.: 1/5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Azul Gecolor Nome da empresa: Getex Indústria e Comércio Ltda. Endereço: Rua Lecy Gomes Barbosa, 227, Distrito Industrial Vale do

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico - FISPQ

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico - FISPQ Produto: Antiderrapante para Correias Página 1 de 5 1 Informação do Produto e da Empresa Nome do Produto: Antiderrapante para Correias Fornecedor Nome: Ultralub Química Ltda. Endereço: Estrada dos Crisântemos,

Leia mais

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS 1) Numa célula eletroquímica a solução tem que ser um eletrólito, mas os eletrodos

Leia mais

INDUFIX FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

INDUFIX FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FISPQ 014 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Indufix Código interno: 2000 Empresa: Indutil Indústria de Tintas Ltda. e-mail: indutil@indutil.com.br

Leia mais

Impacto da IN16 nas embalagens para café

Impacto da IN16 nas embalagens para café 18º ENCAFÉ ENCONTRO NACIONAL DAS INDÚSTRIAS DE CAFÉ Impacto da IN16 nas embalagens para café Antonio Cabral Agenda O Sistema Embalagem Tópicos da IN 16 relativos a embalagem O Sistema Embalagem e a IN

Leia mais

Estudo comparativo de tintas e vernizes na flexografia: curável por raios ultravioletas e à base de solventes

Estudo comparativo de tintas e vernizes na flexografia: curável por raios ultravioletas e à base de solventes Estudo comparativo de tintas e vernizes na flexografia: curável por raios ultravioletas e à base de solventes Ana Paula Alves da Silva 1, a, Aline Resmini Melo 1,b, Carolina Resmini Melo 1,c. 1 Engenharia

Leia mais

Como escolher a tinta adequada a determinado serviço? A resposta a essa questão requer, primeiro, conhecimentos das características

Como escolher a tinta adequada a determinado serviço? A resposta a essa questão requer, primeiro, conhecimentos das características Tintas Um problema Como escolher a tinta adequada a determinado serviço? A resposta a essa questão requer, primeiro, conhecimentos das características e tipos de tintas. Introdução Na aula anterior, vimos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ Nº pag.: 1/5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Amarelo Gecolor Nome da empresa: Getex Indústria e Comércio Ltda. Endereço: Rua Lecy Gomes Barbosa, 227, Distrito Industrial Vale

Leia mais

SEÇÃO 1 - Identificação do produto e da empresa. SEÇÃO 2 - Composição e informações sobre os ingredientes

SEÇÃO 1 - Identificação do produto e da empresa. SEÇÃO 2 - Composição e informações sobre os ingredientes SEÇÃO 1 - Identificação do produto e da empresa NOME DO PRODUTO SABONETE LÍQUIDO DESENGRAXANTE CITRIC POWER PARA AS NOME DO FABRICANTE TELEFONE DE EMERGÊNCIA NUTRIEX INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS LTDA 193 ENDEREÇO

Leia mais

DA INFLUÊNCIA DA RUGOSIDADE NO DESENVOLVIMENTO DE RESVESTIMENTOS CERÂMICOS ANTICORROSIVOS EM SUBSTRATOS METÁLICOS DE AÇO AISI 316L

DA INFLUÊNCIA DA RUGOSIDADE NO DESENVOLVIMENTO DE RESVESTIMENTOS CERÂMICOS ANTICORROSIVOS EM SUBSTRATOS METÁLICOS DE AÇO AISI 316L ÓXIDOS NANOESTRUTURADOS DE TiO 2 /Al 2 O 3 : ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA RUGOSIDADE NO DESENVOLVIMENTO DE RESVESTIMENTOS CERÂMICOS ANTICORROSIVOS EM SUBSTRATOS METÁLICOS DE AÇO AISI 316L Andreza Menezes Lima

Leia mais

EXTRUTOP FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 017 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

EXTRUTOP FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ 017 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FISPQ 017 REVISÃO: 30/03/2014 PÁGINA 1/6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Extrutop Código interno: AGM215 e AGM216 Empresa: Indutil Indústria de Tintas Ltda. e-mail: indutil@indutil.com.br

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO DESINFETANTES LEITOSOS

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO DESINFETANTES LEITOSOS 20/03/24 1 de 10 I. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO Nome do produto: Desinfetante Leitoso Búfalo BÚFALO INDÚSTRIA E COM. DE PROD. QUÍMICOS LTDA. Av. Hélio Ossamu Daikuara, Nº 3071 Vista Alegre Embu

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO FISPQ

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO FISPQ 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA - Identificação do Produto: Página: 1 / 5 Nome do produto ou Nome Comercial: HAGEN SUPERFLEXÍVEL Uso da Substância/Preparação: Produto para construção e indústria.

Leia mais

Resumo. Autores Authors

Resumo. Autores Authors Campinas, v. 15, n. 2, p. 110-117, abr./jun. 2012 http://dx.doi.org/10.1590/s1981-67232012005000001 Estabilidade de molho de tomate em embalagens metálicas com baixo revestimento de estanho Stability of

Leia mais

Pode causar irritação na mucosa e dores abdominais. Não são conhecidos casos de irritação nas vias respiratórias.

Pode causar irritação na mucosa e dores abdominais. Não são conhecidos casos de irritação nas vias respiratórias. Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ FISPQ nº 032 Página 1 / 5 Data da última revisão 08/05/2008 1 Identificação do produto e da empresa Nome do produto: Tinta P.V.A.para Artesanato

Leia mais

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste.

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Recobrimento metálico Um problema Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Essa proteção pode

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBI- OLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUAS SANITÁRIAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE CATANDUVA-SP

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBI- OLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUAS SANITÁRIAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE CATANDUVA-SP AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBI- OLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUAS SANITÁRIAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE CATANDUVA-SP Mariane L. ESPERANDIO Discente FACULDADE DE TECNOLOGIA TECMED Mario A.VERGANI Discente

Leia mais

Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1

Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1 Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1 CORROSÃO METÁLICA: É a deterioração e a perda de material devido a ação química ou eletroquímica do meio ambiente,

Leia mais

SEÇÃO 1 - Identificação do produto e da empresa. SEÇÃO 2 - Composição e informações sobre os ingredientes

SEÇÃO 1 - Identificação do produto e da empresa. SEÇÃO 2 - Composição e informações sobre os ingredientes SEÇÃO 1 - Identificação do produto e da empresa NOME DO PRODUTO PROTETOR SOLAR FPS 30 NUTRI SUAVE NOME DO FABRICANTE TELEFONE DE EMERGÊNCIA NUTRIEX IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS 193 NUTRICIOIS E

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO PROCESSO MIG BRAZING

BOLETIM TÉCNICO PROCESSO MIG BRAZING O PROCESSO Consiste na união de aços comuns, galvanizados e aluminizados, utilizando um processo de aquecimento à arco elétrico (MIG), adicionando um metal de adição a base de cobre, não ocorrendo a fusão

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FIS 00001 1/6 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Empresa: Endereço: Água sanitária Super Cândida Indústrias Anhembi S/A Matriz: Rua André Rovai, 481 Centro Osasco SP Telefone: Matriz:

Leia mais

IMACOAT VERNIZ UV. IMAGRAF Indústria de Tintas Gráficas Ltda. Página 1 de 8. : Rua D Oro, 201 Jd. Cruzeiro Distrito Industrial

IMACOAT VERNIZ UV. IMAGRAF Indústria de Tintas Gráficas Ltda. Página 1 de 8. : Rua D Oro, 201 Jd. Cruzeiro Distrito Industrial Página 1 de 8 IMACOAT VERNIZ UV IMAGRAF Indústria de Tintas Gráficas Ltda Vendas : Rua D Oro, 201 Jd. Cruzeiro Distrito Industrial Mairinque SP Brasil CEP 18120-000 Telefone : (55+11) 4718 1745 Fax : (55+11)

Leia mais

Protective Coatings. O seu parceiro a nível mundial

Protective Coatings. O seu parceiro a nível mundial O seu parceiro a nível mundial Sika - Integrada a nível global, presente a nível local Sika é uma empresa da indústria química globalmente activa e integrada - líder mundial no fornrcimento de materiais

Leia mais

Ficha De Informações De Segurança De Produtos Químicos - FISPQ

Ficha De Informações De Segurança De Produtos Químicos - FISPQ Ficha De Informações De Segurança De Produtos Químicos - FISPQ De acordo com a NBR 14725-4:2012 Data da revisão: 01/07/2013 Revisão: 03 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto: Referência

Leia mais

Película Scotchcal MR Série D

Película Scotchcal MR Série D Película Scotchcal MR Série D Dados Técnicos Abril/2008 Substitui: Julho/2006 Revisão 03 Barras pretas nas margens indicam as alterações Descrição Descrição e usos As Películas Scotchcal MR Série D são

Leia mais

TAMPAS METÁLICAS TWIST-OFF

TAMPAS METÁLICAS TWIST-OFF ELIANE ROMERO. Formada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Fundação Santo André (FSA), e pós- graduada em Gestão Empresarial pela Universidade de São Caetano do Sul (USCS), trabalha

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR. Acelerador de vulcanização

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR. Acelerador de vulcanização Folha: 1 / 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: Acelerador de vulcanização Cas number: 102-77-2 Empresa: Endereço: Basile Química Ind.

Leia mais

Eletroquímica e Termodinâmica

Eletroquímica e Termodinâmica Eletroquímica e Termodinâmica Podemos relacionar a variação de energia livre de Gibbs de uma reação e a diferença de potencial da pilha através da seguinte equação: G(reação) = - nfe O potencial da célula

Leia mais

Ficha de segurança DDVP ROGAMA 1000 CE

Ficha de segurança DDVP ROGAMA 1000 CE Rev. 00 18/07/06 Ficha de segurança 1. Identificação do Produto e da Empresa DDVP ROGAMA 1000 CE Empresa ROGAMA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Av. Alexandrina das Chagas Moreira, 964, Distrito Industria Pindamonhangaba

Leia mais

FISPQ SUPERCOLOR USO GERAL FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FISPQ SUPERCOLOR USO GERAL FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Categoria: TINTA AEROSSOL USO GERAL TINTA AEROSSOL Código de venda: 300.10.069.00 - Preto Fosco 309.10.069.00 - Azul escuro 301.10.069.00 - Preto

Leia mais

FUNDAMENTOS DA CORROSÃO

FUNDAMENTOS DA CORROSÃO FUNDAMENTOS DA CORROSÃO Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 INTRODUÇÃO Os metais raramente são encontrados no estado puro. Eles quase sempre são encontrados em combinação com um ou mais elementos não-metálicos

Leia mais

Tratamento Químico e Reciclagem de Chapas de Raio-X

Tratamento Químico e Reciclagem de Chapas de Raio-X Tratamento Químico e Reciclagem de Chapas de Raio-X Amanda Quatrocchio LIPORINI 1 Caroline Franceschini MION 1 Maria Cecília H.T. CAVALHEIRO 1 Resumo Os setores hospitalar e de saúde são enormes produtores

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos VEDAPREN FAST - TERRACOTA

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos VEDAPREN FAST - TERRACOTA 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: Códigos internos de identificação do produto: 111690, 111691, 121714 e 111689 Nome da empresa: Otto Baumgart Ind. e Com. S/A Endereço: Rua Coronel

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: SIL TRADE SILICONE SPRAY Cod do Produto: 156.0003 Nome da empresa: BASTON DO BRASIL

Leia mais

ESTÚDIO DE ARQUITETURA: SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL MARINA CUNHA BARBOSA ELEMENTOS DE FACHADA

ESTÚDIO DE ARQUITETURA: SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL MARINA CUNHA BARBOSA ELEMENTOS DE FACHADA ELEMENTOS DE FACHADA Belo Horizonte, 08 de maio de 2014 1- FACHADAS EM ALUMÍNIO E VIDRO 1.1 ALUMÍNIO A grande questão da utilização do alumínio em fachadas cortina é a definição do tipo de revestimento

Leia mais

COMO REGULARIZAR PERFUMES, COSMÉTICOS E PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL NO BRASIL

COMO REGULARIZAR PERFUMES, COSMÉTICOS E PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL NO BRASIL 1 Associação dos Distribuidores e Importadores de Perfumes, Cosméticos e Similares Rua Tabapuã, 649 Cj 74 São Paulo SP - CEP 04533-012 - Brasil Tel/Fax: (0XX)11-3168-4518 adipec@adipec.com.br http://www.adipec.com.br

Leia mais

Isento de odores desagradáveis Sua formulação à base de ácido orgânico permite menor liberação de odores, se comparado a outros neutralizantes.

Isento de odores desagradáveis Sua formulação à base de ácido orgânico permite menor liberação de odores, se comparado a outros neutralizantes. JohnsonDiversey Clax TIRA FERRUGEM Removedor de manchas de ferrugem. Contém sequestrante de ferro Seu uso contínuo evita amarelamento dos tecidos causados por traços de ferro na água. Evita amarelamento

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE NÍQUEL ELETRODEPOSITADO NA PRESENÇA DE NANOTUBOS DE CARBONO (NTC)

CARACTERIZAÇÃO DE NÍQUEL ELETRODEPOSITADO NA PRESENÇA DE NANOTUBOS DE CARBONO (NTC) CARACTERIZAÇÃO DE NÍQUEL ELETRODEPOSITADO NA PRESENÇA DE NANOTUBOS DE CARBONO (NTC) A.C.Lopes a,e.p.banczek a, I.Costa c, M.Terada b, M.T.Cunha a, P.R.P. Rodrigues a a Universidade Estadual do Centro-Oeste,

Leia mais

Análise de Óleo. Artigo Técnico

Análise de Óleo. Artigo Técnico Análise de Óleo O uso da análise de óleo como técnica de manutenção começou a ser aplicada na década 50. A crise do petróleo intensificou o uso da análise de óleo, que passou a cumprir uma nova função

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Este produto é uma composição de cargas minerais.

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Este produto é uma composição de cargas minerais. FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO UT-X FE POWDER CÓDIGO FISPQ-1616 REVISÃO 0 EMISSÃO 14/08/2012 APROVAÇÃO 14/08/2012 Page 1 of 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

Leia mais

Pilha de moedas. Introdução. Materiais Necessários

Pilha de moedas. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução A pilha eletroquímica é um sistema constituído por anodo (eletrodo de oxidação), catodo (eletrodo de redução), eletrólito (condutor iônico) e condutor metálico (condutor de corrente

Leia mais

Pág. 1. COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO - COPESE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD CONCURSO VESTIBULAR 2009 2ª Fase PROVA DE QUÍMICA

Pág. 1. COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO - COPESE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD CONCURSO VESTIBULAR 2009 2ª Fase PROVA DE QUÍMICA Questão 1: As bebidas alcoólicas contêm etanol e podem ser obtidas pela destilação do álcool (ex. whiskey e vodka) ou pela fermentação de uma variedade de produtos como frutas e outros vegetais (ex. vinho

Leia mais

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis Formas localizadas de corrosão Os aços carbono sofrem de corrosão generalizada, onde grandes áreas da superfície

Leia mais

Revestimentos industriais ecologicamente corretos com NECOWEL TM

Revestimentos industriais ecologicamente corretos com NECOWEL TM Revestimentos industriais ecologicamente corretos com NECOWEL TM Desempenho excelente aplicação de qualidade superior e compatibilidade ambiental. Feito sob medida para você. Como especialistas em emulsões

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO CONFORME ABNT-NBR14725:2009 FISPQ nº: A0012 Página: 1/5 Data da última revisão: 09/02/12 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto (nome comercial): Código interno de identificação do produto: Finalidade: Nome da Empresa:

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa Nome do produto: COLA PVA EXTRA FORMICA Nome da empresa: Formiline Indústria de Laminados Ltda. Endereço: Estrada Portão do Honda, 120 Rio Abaixo

Leia mais

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE Recife/2013 Accacio Rodrigues Formado em Direito, pós graduado em Tributos e Gestão comercial pela Escola de ensino superior Esamc. Há 6 anos trabalha na Empresa

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos. SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa SEÇÃO I - Identificação do Produto Químico e da Empresa Nome do produto: DENVER CAMADA SEPARADORA Nome da empresa: Denver Impermeabilizantes Indústria e Comércio Ltda. Endereço: Rua Ver. João Batista Fitipaldi,

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: BIOCAT FISPQ n : 0270/09 Data da última revisão: 05/11/08 Página 1 de 5

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: BIOCAT FISPQ n : 0270/09 Data da última revisão: 05/11/08 Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: BIOCAT Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: BIOCAT Nome da Empresa: INDÚSTRIA QUÍMICA ZEQUINI

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para a Indústria de Cimento

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para a Indústria de Cimento Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Tintas A WEG Tintas fornece tecnologia em tintas para diversos tipos de ambientes agressivos. São produtos com maior retenção de cor e brilho,

Leia mais

BT 0014 BOLETIM TÉCNICO RESINA PC 6NF_ENDURECEDOR G 130 BLUE

BT 0014 BOLETIM TÉCNICO RESINA PC 6NF_ENDURECEDOR G 130 BLUE BT 0014 BOLETIM TÉCNICO RESINA PC 6NF_ENDURECEDOR G 130 BLUE Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina PC 6NF_Endurecedor G 130 Blue Resina para aplicação

Leia mais

Administração de Materiais. Prof. Ms. Eloisa Paula de Oliveira

Administração de Materiais. Prof. Ms. Eloisa Paula de Oliveira Administração de Materiais Prof. Ms. Eloisa Paula de Oliveira Tópicos da aula anterior 10 mandamentos da boa administração (VIANA) Tipos de empresas Primárias, secundárias e terciárias (CHIAVENATO) Industriais,

Leia mais

Adição de polímeros ao concreto visando durabilidade.

Adição de polímeros ao concreto visando durabilidade. Adição de polímeros ao concreto visando durabilidade. Prof. Luciano Martin Teixeira, M.Sc. Eng. INTRODUÇÃO O emprego de polímeros no concreto tem como objetivo intensificar certas qualidades devido a diminuição

Leia mais

COLOFÔNIA (breu) Número CAS* 8050-09-7

COLOFÔNIA (breu) Número CAS* 8050-09-7 MATERIAL SAFETY DATA SHEET (MSDS) Pagina 1 de 5 COLOFÔNIA (breu) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial: Colofônia (breu) Outros Nomes: Colofônia de Goma-resina; Breu. Nome Químico: Ácidos

Leia mais

Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel.

Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel. Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel. Lauralice de C. F. Canale 1 George Edward Totten 2 João Carmo Vendramim 3 Leandro Correa dos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ Em conformidade com ABNT 14725-4/2014 Data: 02.05.2002 Revisão: 4/2014 Produto: WD 40 Aerossol N 0002 1. Identificação do produto

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Yes Este produto é uma composição de óleos lubrificantes e aditivos.

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Preparado: Yes Este produto é uma composição de óleos lubrificantes e aditivos. FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO Accu-Lube LB-4500 CÓDIGO FISPQ-0505 REVISÃO 3 EMISSÃO 27/12/2010 APROVAÇÃO 27/12/2010 Page 1 of 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico DENTROL-N FISPQ: 006 Revisão: 001 Data: 08/02/2016 Página 1 de 6

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico DENTROL-N FISPQ: 006 Revisão: 001 Data: 08/02/2016 Página 1 de 6 FISPQ: 006 Revisão: 001 Data: 08/02/2016 Página 1 de 6 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA a) Nome do Produto: b) Código do Produto: PA 006SN c) Nome da Empresa:. d) Endereço: AV. PADRE LEO LUNDERS,

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS 1. IDENTIFICAÇÃO Nome do produto: Aplicação: Desmoldante à base de água para aplicação em caminhões betoneiras e equipamentos em contato com concreto e outros produtos que podem aderir a lataria, vidros

Leia mais

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência.

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência. FISPQ- AMACIANTE MAIS Autorização ANVISA 3.03.374-7 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Amaciante Mais Tradicional Marca: Mais Código Interno do Produto: 06.01 Técnico Químico Responsável:

Leia mais

Mancha, Descoloração e Corrosão de Instrumentais Cirúrgicos

Mancha, Descoloração e Corrosão de Instrumentais Cirúrgicos Mancha, Descoloração e Corrosão de Instrumentais Cirúrgicos Por dentro da Central de Esterilização Mancha, Descoloração e Corrosão de Instrumentais Cirúrgicos Tradução livre:rosana Sampaio Manchas, descoloração

Leia mais

Ficha De Informações De Segurança De Produtos Químicos - FISPQ

Ficha De Informações De Segurança De Produtos Químicos - FISPQ Ficha De Informações De Segurança De Produtos Químicos - FISPQ De acordo com a NBR 14725-4:2012 Data da revisão: 21/10/2013 Revisão: 03 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto: Referência

Leia mais