Superior Tribunal de Justiça

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1 RECURSO ESPECIAL Nº PR (2014/ ) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RECORRENTE : TEXTIL BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO LTDA ADVOGADO : ANTONIO JOSE NASCIMENTO DE SOUZA POLAK RECORRIDO : OS MESMOS EMENTA PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. VIOLAÇÃO DO ART. 535 DO CPC. ALEGAÇÃO GENÉRICA. SÚMULA 284/STF. IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO. APLICAÇÃO DA PENA DE PERDIMENTO. COBRANÇA DA EXAÇÃO. INVIABILIDADE. HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA INEXISTENTE. 1. A alegação genérica de violação do art. 535 do Código de Processo Civil, sem explicitar a relevância do enfrentamento da legislação e teses recursais não analisadas pelo acórdão recorrido, atrai a aplicação do disposto na Súmula 284/STF. 2. O art. 1º, 4º, III, do Decreto-Lei n. 37/1966 dispõe que o imposto de importação não incidirá na hipótese de pena de perdimento. 3. Embora a regra de tributação possa atingir o produto patrimonial de uma atividade ilícita, ela não pode tomar como hipótese para a incidência do tributo uma atividade ilícita. Ou seja, se o ato ou negócio ilícito for subjacente à norma de tributação estiver na periferia da regra de incidência, surgirá a obrigação tributária com todas as consequências que lhe são inerentes. Por outro lado, não se admite que o ato ou negócio ilícito figure como elemento essencial da norma de tributação. 4. "Assim, por exemplo, a renda obtida com o tráfico de drogas deve ser tributada, já que o que se tributa é o aumento patrimonial e não o próprio tráfico. Nesse caso, a ilicitude é circunstância acidental à norma de tributação. No caso de importação ilícita, reconhecida a ilicitude e aplicada a pena de perdimento, não poderá ser cobrado o imposto de importação, já que 'importar mercadorias' é elemento essencial do tipo tributário. Assim, a ilicitude da importação afeta a própria incidência da regra tributária no caso concerto " (REsp /PR, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 07/10/2008, DJe 05/11/2008). Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 1 de 16

2 TRIBUTÁRIO. IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS. SUBFATURAMENTO. MÁ-FÉ. INTUITO DOLOSO DE FRAUDAR. MODIFICAÇÃO DO JULGADO. SÚMULA 7/STJ. 1. Da análise do acervo fático dos autos, concluiu o Tribunal de origem que a pena de perdimento era legítima, visto que "restou suficientemente demonstrado que a falsidade da fatura comercial e packing list veio acompanhada de falsa declaração de conteúdo, descrição e peso da mercadoria, atos praticados com ânimo fraudulento, não havendo falar em boa-fé do importador. Logo, encontrando-se o subfaturamento acompanhado de indícios de fraude na operação, revelando intuito manifestamente doloso com o objetivo de burlar o fisco, inexiste ilegalidade no ato administrativo que aplicou a pena de perdimento ". 2. A modificação do julgado para reconhecer a inexistência de ilicitude ou aferir a boa-fé da importadora demandaria reexame do acervo fático-probatório dos autos, inviável pela via estreita do recurso especial, ante o óbice da Súmula 7/STJ. Recurso especial da FAZENDA NACIONAL conhecido em parte e improvido. Recurso especial de TÊXTIL BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO LTDA. não conhecido. ACÓRDÃO "A Turma, por unanimidade, conheceu em parte do recurso da Fazenda Nacional e, nessa parte, negou-lhe provimento; não conheceu do recurso de Têxtil Brasil Importação e Exportação de Artigos do Vestuário Ltda, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a)." Os Srs. Ministros Herman Benjamin, Og Fernandes, Mauro Campbell Marques (Presidente) e Assusete Magalhães votaram com o Sr. Ministro Relator. Brasília (DF), 17 de março de 2015(Data do Julgamento). MINISTRO HUMBERTO MARTINS Relator Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 2 de 16

3 RECURSO ESPECIAL Nº PR (2014/ ) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RECORRENTE : TEXTIL BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO LTDA ADVOGADO : ANTONIO JOSE NASCIMENTO DE SOUZA POLAK RECORRIDO : OS MESMOS RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO HUMBERTO MARTINS (Relator): Cuida-se de recursos especiais interpostos pela FAZENDA NACIONAL e por TÊXTIL BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO LTDA. contra acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região assim ementado: "TRIBUTÁRIO E ADUANEIRO. IMPORTAÇÃO. PENA DE PERDIMENTO. SUBFATURAMENTO. FATURA COMERCIAL E PACKING LIST. FALSIDADE DOCUMENTAL. MERCADORIA. FALSA DECLARAÇÃO DE CONTEÚDO E PESO. PERDIMENTO. 1. Encontrando-se o subfaturamento acompanhado de falsidade documental da fatura comercial e packing list, bem como de falsa declaração de conteúdo e peso da carga importada, inexiste ilegalidade no ato administrativo que aplicou a pena de perdimento com base no art. 689, VI, do Regulamento Aduaneiro (Decreto nº 6.759/09). 2. Apelação da União e remessa oficial providas, com a reforma da sentença que julgou procedente a ação." Os primeiros embargos de declaração, opostos pela empresa contribuinte, foram acolhidos em parte para reconhecer o direito de restituição de eventual imposto de importação pago. A ementa do julgado (fls. 262/265, e-stj): "PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DECLARATÓRIOS. OMISSÃO PARCIAL. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. 1. A natureza reparadora dos embargos de declaração só permite a sua oposição contra sentença ou acórdão acoimado de obscuridade ou contradição, bem como nos casos de omissão do Juiz ou Tribunal em relação a algum ponto sobre o qual deveria ter-se pronunciado e não o fez (CPC, art. 535), ou ainda, por construção jurisprudencial, para fins de prequestionamento, como indicam as Súmulas nºs 282 e 356 do c. STF e a Súmula n.º 98 do e. STJ, desde Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 3 de 16

4 que, para tanto, a questão constitucional ou legal tenha sido ventilada pela parte no momento processual oportuno e não tenha sido enfrentada no acórdão, ou, ainda, para correção de erro material no julgado. 2. Se o acórdão decidiu contrariamente às pretensões do recorrente, não será na via dos embargos declaratórios que buscará reformar o decisum, sob pena de se lhes atribuir efeitos infringentes, hipótese só admitida excepcionalmente. 3. A citação expressa dos dispositivos legais e constitucionais no corpo do acórdão para fins de prequestionamento é desnecessária, pois o Juiz não está obrigado a responder todas as alegações da parte, quando encontrar fundamento suficiente para embasar a sua decisão. 4. Reconhecida a parcial omissão do julgado, restam parcialmente providos os embargos para explicitar que, em face da manutenção da pena de perdimento aplicada na via administrativa, deverão ser restituídos à demandante eventuais valores pagos aos cofres públicos a título de tributos devidos na importação." Os declaratórios que se seguiram, opostos pela Fazenda Pública, foram rejeitados (fls. 320/323, e-stj). O recurso especial da Fazenda Nacional (fls. 344/352, e-stj), interposto pela alínea "a" do permissivo constitucional, aduz afronta ao art. 535 do CPC e "AO ARTIGO 1º, 4º, III DO DECRETO-LEI Nº 37/66, COM REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº /2003; ARTIGOS 2º, III, 3º, I, E 4º, I, DA LEI Nº /2004; ARTIGO 23 DO DECRETO-LEI n.º 1.455, DE 1976, BEM COMO DOS ARTIGOS 157 DO CTN E 103 DO DECRETO-LEI nº 37/66 " (fls. 347, e-stj). Sustenta, em síntese, que a aplicação da pena de perdimento não afasta a incidência do imposto de importação, o que afasta o direito do contribuinte em tê-lo restituído. Por seu turno, as razões do especial da empresa (fls. 354/390, e-stj) aduzem que o "Acórdão Recorrido CONTRARIA FRONTAL E DIRETAMENTE LEGISLAÇÃO FEDERAL, quais sejam, artigos 71, 107, 557, 625, 689, 803 do Decreto 6.759/2009; 106,107 do Decreto Lei 37/66; 1º e 2º da IN SRF 318/2003, 65 e 66 da IN SRF 206/2002, 21 da IN SRF 680/2006, 1º, 2º, 3º e 4º da IN SRF 228/2002, IN SRF 327/2003; 289, 332, 333 I e II, 368, 371, 372, 373 do Código de Processo civil; 113, 131 do Código Civil" (fl. 370, e-stj). Apresentadas as contrarrazões (fls. 400/406 e 408/413, e-stj), sobreveio o juízo de admissibilidade positivo da instância de origem (fls. 416 e 418, e-stj). É, no essencial, o relatório. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 4 de 16

5 RECURSO ESPECIAL Nº PR (2014/ ) EMENTA PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. VIOLAÇÃO DO ART. 535 DO CPC. ALEGAÇÃO GENÉRICA. SÚMULA 284/STF. IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO. APLICAÇÃO DA PENA DE PERDIMENTO. COBRANÇA DA EXAÇÃO. INVIABILIDADE. HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA INEXISTENTE. 1. A alegação genérica de violação do art. 535 do Código de Processo Civil, sem explicitar a relevância do enfrentamento da legislação e teses recursais não analisadas pelo acórdão recorrido, atrai a aplicação do disposto na Súmula 284/STF. 2. O art. 1º, 4º, III, do Decreto-Lei n. 37/1966 dispõe que o imposto de importação não incidirá na hipótese de pena de perdimento. 3. Embora a regra de tributação possa atingir o produto patrimonial de uma atividade ilícita, ela não pode tomar como hipótese para a incidência do tributo uma atividade ilícita. Ou seja, se o ato ou negócio ilícito for subjacente à norma de tributação estiver na periferia da regra de incidência, surgirá a obrigação tributária com todas as consequências que lhe são inerentes. Por outro lado, não se admite que o ato ou negócio ilícito figure como elemento essencial da norma de tributação. 4. "Assim, por exemplo, a renda obtida com o tráfico de drogas deve ser tributada, já que o que se tributa é o aumento patrimonial e não o próprio tráfico. Nesse caso, a ilicitude é circunstância acidental à norma de tributação. No caso de importação ilícita, reconhecida a ilicitude e aplicada a pena de perdimento, não poderá ser cobrado o imposto de importação, já que 'importar mercadorias' é elemento essencial do tipo tributário. Assim, a ilicitude da importação afeta a própria incidência da regra tributária no caso concerto " (REsp /PR, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 07/10/2008, DJe 05/11/2008). TRIBUTÁRIO. IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS. SUBFATURAMENTO. MÁ-FÉ. INTUITO DOLOSO DE FRAUDAR. MODIFICAÇÃO DO JULGADO. SÚMULA 7/STJ. 1. Da análise do acervo fático dos autos, concluiu o Tribunal de origem que a pena de perdimento era legítima, visto que "restou suficientemente demonstrado que a falsidade da fatura Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 5 de 16

6 comercial e packing list veio acompanhada de falsa declaração de conteúdo, descrição e peso da mercadoria, atos praticados com ânimo fraudulento, não havendo falar em boa-fé do importador. Logo, encontrando-se o subfaturamento acompanhado de indícios de fraude na operação, revelando intuito manifestamente doloso com o objetivo de burlar o fisco, inexiste ilegalidade no ato administrativo que aplicou a pena de perdimento ". 2. A modificação do julgado para reconhecer a inexistência de ilicitude ou aferir a boa-fé da importadora demandaria reexame do acervo fático-probatório dos autos, inviável pela via estreita do recurso especial, ante o óbice da Súmula 7/STJ. Recurso especial da FAZENDA NACIONAL conhecido em parte e improvido. Recurso especial de TÊXTIL BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO LTDA. não conhecido. VOTO O EXMO. SR. MINISTRO HUMBERTO MARTINS (Relator): DO RECURSO DA FAZENDA NACIONAL De início, não prospera a alegada violação do art. 535 do Código de Processo Civil, uma vez que deficiente sua fundamentação. Com efeito, a recorrente limitou-se a alegar, genericamente, ofensa ao referido dispositivo legal, sem explicitar a relevância do enfrentamento da legislação e teses recursais não analisadas pelo acórdão recorrido. Assim, aplica-se ao caso, mutatis mutandis, o disposto na Súmula 284/STF: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". Nesse sentido: "1. É deficiente a fundamentação do recurso especial em que a alegação de ofensa ao art. 535 do CPC se faz de forma genérica, sem a demonstração exata dos pontos pelos quais o acórdão se fez omisso, contraditório ou obscuro. Aplica-se, na hipótese, o óbice da Súmula 284 do STF." (AgRg no AREsp /RS, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 6 de 16

7 PRIMEIRA TURMA, julgado em 20/11/2014, DJe 24/11/2014). "1. No que se refere à suposta contrariedade ao artigo 535 do CPC, é pacífico o entendimento desta Corte Superior no sentido de que a simples alegação genérica, desprovida de fundamentação que demonstre de que maneira houve a negativa de vigência dos dispositivos legais pelo Tribunal a quo, caracteriza-se como fundamentação deficiente, atraindo a incidência da Súmula 284/STF." (AgRg no REsp /RR, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 18/11/2014, DJe 24/11/2014). No mérito, a Fazenda Pública intenta reformar o entendimento exarado pelo Tribunal de origem no julgamento dos primeiros embargos de declaração no sentido de que, "em face da manutenção da pena de perdimento aplicada na via administrativa, deverão ser restituídos à demandante eventuais valores pagos aos cofres públicos a título de tributos devidos na importação " (fl. 263, e-stj). O entendimento firmado merece respaldo. O Decreto-Lei n. 37, de 18 de novembro de 1966, que dispõe sobre o imposto de importação, estabelece que a exação não incidirá na hipótese de pena de perdimento. In verbis : Art.1º - O Imposto sobre a Importação incide sobre mercadoria estrangeira e tem como fato gerador sua entrada no Território Nacional. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.472, de 01/09/1988) (...) 4 o O imposto não incide sobre mercadoria estrangeira : (Incluído pela Lei nº , de ) (...) III - que tenha sido objeto de pena de perdimento, exceto na hipótese em que não seja localizada, tenha sido consumida ou revendida. (Incluído pela Lei nº , de )" Isso ocorre porque, embora a regra de tributação possa atingir o produto patrimonial de uma atividade ilícita, ela não pode tomar como hipótese para a incidência do tributo em uma atividade ilícita. Ou seja, se o ato ou negócio ilícito for subjacente à norma de tributação estiver na periferia da regra de incidência, surgirá a obrigação tributária com todas as consequências que lhe são inerentes. Por outro lado, não se admite que o ato ou negócio ilícito figure como elemento essencial da norma de tributação. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 7 de 16

8 Portanto, a ilicitude de importar não pode ser fato gerador do imposto de importação, o que impõe a restituição de eventual valor recolhido a esse título. Nesse sentido: "TRIBUTÁRIO. APREENSÃO DE MERCADORIAS. IMPORTAÇÃO IRREGULAR. PENA DE PERDIMENTO. CONVERSÃO EM RENDA. 1. Nos termos do Decreto-lei nº 37/66, justifica-se a aplicação da pena de perdimento se o importador tenta ingressar no território nacional, sem declaração ao posto fiscal competente, com mercadorias que excedem, e muito, o conceito de bagagem, indicando nítida destinação comercial. 2. O art. 118 do CTN consagra o princípio do 'non olet', segundo o qual o produto da atividade ilícita deve ser tributado, desde que realizado, no mundo dos fatos, a hipótese de incidência da obrigação tributária. 3. Se o ato ou negócio ilícito for acidental à norma de tributação (= estiver na periferia da regra de incidência), surgirá a obrigação tributária com todas as conseqüências que lhe são inerentes. Por outro lado, não se admite que a ilicitude recaia sobre elemento essencial da norma de tributação. 4. Assim, por exemplo, a renda obtida com o tráfico de drogas deve ser tributada, já que o que se tributa é o aumento patrimonial e não o próprio tráfico. Nesse caso, a ilicitude é circunstância acidental à norma de tributação. No caso de importação ilícita, reconhecida a ilicitude e aplicada a pena de perdimento, não poderá ser cobrado o imposto de importação, já que 'importar mercadorias' é elemento essencial do tipo tributário. Assim, a ilicitude da importação afeta a própria incidência da regra tributária no caso concerto. 5. A legislação do imposto de importação consagra a tese no art. 1º, 4º, III, do Decreto-Lei 37/66, ao determinar que 'o imposto não incide sobre mercadoria estrangeira (...) que tenha sido objeto de pena de perdimento'. (...) 12. Recurso especial provido em parte." (REsp /PR, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 07/10/2008, DJe 05/11/2008). DO RECURSO ESPECIAL DA EMPRESA Primeiramente, não comporta conhecimento o recurso especial da Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 8 de 16

9 empresa contribuinte quanto à alegação de afronta aos arts. 1º e 2º da IN/SRF 318/2003, 65 e 66 da IN/SRF 206/2002, 21 da IN/SRF 680/2006 e 1º, 2º, 3º e 4º da IN/SRF 228/2002, visto que não se enquadram no conceito de legislação federal, que legitima interposição do recurso especial. A propósito: "III. Na forma da jurisprudência, 'o recurso especial tem por objetivo o controle de ofensa à legislação federal, nos termos do art. 105, III, 'a', 'b' e 'c', da Constituição Federal, e, por isso, não cabe a esta Corte a análise de suposta violação de portarias, instruções normativas, resoluções ou regimentos internos dos tribunais' (STJ, AgRg no AREsp /MG, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, DJe de 14/04/2014). Em igual sentido: STJ, AgRg no REsp /RS, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, DJe de 15/04/2014." (AgRg no AREsp /AC, Rel. Ministra ASSUSETE MAGALHÃES, SEGUNDA TURMA, julgado em 16/10/2014, DJe 31/10/2014) "1. As instruções normativas não integram o conceito de lei federal para fins de controle em sede de recurso especial. Precedentes." (AgRg no REsp /SC, Rel. Ministro BENEDITO GONÇALVES, PRIMEIRA TURMA, julgado em 23/09/2014, DJe 06/10/2014) No mérito, melhor sorte não assiste à recorrente. Da análise do acervo fático dos autos, concluiu o Tribunal de origem que a pena de perdimento era legítima, visto a existência de subfaturamento "acompanhado de falsidade documental da fatura comercial e packing list, bem como de falsa declaração de conteúdo e peso da carga importada " (fl. 228, e-stj). Para melhor ilustração do caso, transcrevo a decisão proferida pelo Tribunal de origem: "Cinge-se a lide ao exame da legalidade da pena de perdimento aplicada no auto de infração nº /10254/09, por constatação de falsidade ideológica (subfaturamento) e falsa declaração de conteúdo na DI nº 08/ Da análise dos autos, tenho que possui razão a apelante. Com efeito, ao contrário do asseverado pelo magistrado singular, a quantidade de mercadorias não está correta, ou seja, a Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 9 de 16

10 divergência não se resume aos valores apontados como subfaturados. Aliás, não só a quantidade, como também a descrição, qualidade, classificação fiscal e peso dos produtos diferem completamente dos declarados na DI. Afinal, o relato dos fatos contido no auto de infração - ato administrativo que goza de presunção de legitimidade - dá conta que, mediante conferência física da referida carga, foi constatado que a mercadoria importada trata-se, na verdade, de jaquetas masculinas em tecido sintético, 100% poliéster, classificada na posição 'sobretudos, japonas, gabões, capas, casacos e semelhantes, de uso masculino de fibras sintéticas ou artificiais' - e não de conjuntos masculinos em malha dupla tipo suedine, conforme declarado na adição 001, classificação fiscal 'outros ternos, conjuntos, paletós, calças, jardineiras, bermudas e shorts (calções) (exceto banho), de malha, de uso masculino' - nem de blusas femininas de abertura frontal com capuz, conforme declarado na adição 002, classificação fiscal 'camisas, blusas, blusas 'chemisiers' de uso feminino de fibras sintéticas ou artificiais' - (descrições entre aspas, reproduzidas da tabela da TEC - Tarifa Externa Comum). Além disso, também foi constatado que o peso real da mercadoria é de cerca de kg superior ao declarado. (Evento 3 ANEXOS PET4 pág. 21) O autor em nenhum momento contestou tais divergências, justificando-as como um erro do vendedor estrangeiro, e apresentando, no intuito de comprovar a alegada falha, declaração do próprio exportador, reconhecendo o erro na remessa das mercadorias, e fatura e packing list revisados (chancelados), assumindo os demais ônus decorrentes dessa operação. (Evento 3 ANEXOS PET4 págs. 39/40). Todavia, somados à parcialidade da declaração do exportador - pessoa jurídica que também protagonizou a operação de comércio exterior e, portanto, é diretamente interessada no bom desfecho do negócio - os demais elementos do feito apontam para a ausência de verossimilhança na tese do autor. No concernente, os seguintes excertos do parecer conclusivo que analisou o bem fundamentado auto de infração (Evento 3 ANEXOS PET4 pág. 60): Passamos à análise dos documentos trazidos aos autos pela Impugnante, sendo eles, o conhecimento marítimo nº SHKHKGBRSSZ23768, as duas cópias da fatura comercial nº SD6006, as cópias do packing list e a declaração do exportador acerca do suposto equívoco na remessa de mercadorias: a- a fatura que instruiu o despacho foi emitida em Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 10 de 16

11 07/04/2008, descrevendo as mercadorias submetidas a despacho; b- a fatura comercial chancelada foi emitida em 31/03/2008, constando da mesma as mercadorias encontradas co contêiner; c- os documentos chancelados apresentam padrões distintos na sua confecção quando comparados aos documentos que instruíram a DI, embora emitidos em datas próximas, 31/03/2008 e 07/04/2008; d- o packing list chancelado, datado de 03/04/2008, ostenta peso bruto de 11232,75 Kg e peso líquido de 10448,25 Kg (fls. 24); e- o packing list que instruiu a DI, datado de 07/04/2008, ostenta peso bruto de 8424,56 Kg e peso líquido de 6739,00 Kg; f- a declaração do exportador não está datada; g- consta no conhecimento marítimo, emitido em 07/04/2008, os dizeres 'see attachment', no entanto, a mesma não se encontra anexa. Verifica-se, das informações acima, a intrigante situação na qual a fatura comercial 'revisada' pelo exportador - ou seja, a que deveria ter sido, em princípio, expedida posteriormente à 'original', a ser substituída -, foi emitida em data anterior (31/08/2008) à da fatura que instruiu a DI (07/04/2008). O mesmo ocorre com as datas dos packing list revisado (03/04/2008) e instrutivo do despacho (07/04/2008). Por outro lado, os documentos chancelados, fatura de º SD 6006 emitida em 31/03/2008, e o correspondente packing list, emitido em 03/04/2008, estão em conformidade com as mercadorias existentes no interior do contêiner. Tal informação também afasta a credibilidade da versão apresentada pelo autor, porquanto soa estranho que a fatura e o packing list emitidos anteriormente àqueles que acompanhavam a DI descrevessem com exatidão as mercadorias contidas no contêiner - enquanto os documentos que efetivamente instruíram o despacho (curiosamente emitidos em data posterior) contivessem descrição totalmente diversa. Ainda quanto aos documentos citados, consta no auto de infração que (Evento 3 ANEXOS PET4 pág. 23): Com relação à fatura e packing list 'revisados', notamos, claramente, que a padronização utilizada na confecção da fatura e packing list entregues para instrução do despacho de importação, além de apresentarem chancela que não aparece nestes documentos originalmente apresentados (utilizados para instrução do despacho). Se esta fatura e packing list 'revisados' foram confeccionados antes do embarque da mercadoria (31/03/2008 e 03/04/2008, respectivamente, conforme consta nos Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 11 de 16

12 documentos), ou seja, em data próxima à emissão da primeira fatura e primeiro packing list apresentados como explicar padronizações tão diferentes nestes dois conjuntos de documentos? Outrossim, parece incomum que o importador, ao verificar que a carga recebida não guardava nenhuma relação com a efetivamente encomendada ao exportador, não tenha solicitado sua devolução ao exterior - mas, ao contrário, tenha manifestado interesse em nacionalizá-las, apesar da diferença de preço superior a US$75.000,00. Por outro lado, consoante o relato da fiscalização, não é crível que um produtor/vendedor de mercadorias (o exportador, no caso), por um mero engano (conforme suposta declaração do exportador), negocie seus produtos por um valor de US$ ,00, conforme fatura 'revisada' e emita uma fatura (aquela apresentada para instrução do despacho aduaneiro) com valor de US$60.772,60, ainda que seja uma fatura referente a outra mercadoria que não a negociada, o que representa uma diferença a menor de US$ , 40 (R$ ,18 pelo câmbio do dia do registro da DI). (Evento 3 ANEXOS PET4 pág. 24) Ademais, foram apontadas suspeitas de outras irregularidades nas operações de comércio exterior da dema ndante, de acordo com o seguinte relato da autoridade aduaneira: Na intimação enviada, foi solicitado que fossem apresentadas as notas fiscais de entrada e saída das mercadorias importadas em 2007 e 2008 e foram apresentadas apenas 02 (duas) No entanto, pesquisando nos sistemas informatizados da SRFB, averiguamos que houve 09 (nove) operações de importação (excluindo-se a que estamos analisando) realizadas pela Têxtil Brasil Imp. e Exp. de Art. de Vestuário Ltda nos anos de 2007 e Qual o motivo do importador não ter apresentado as outras notas fiscais referentes às demais importações? A resposta encontra-se nos livros de Registros de Entradas que nos foram apresentados. Analisando estes livros contábeis, verificamos que nos anos de 2007 e 2008 há, apenas, dois registros de entradas de mercadorias provenientes do exterior, justamente, referentes às duas notas fiscais apresentadas: nota fiscal de 19/06/2008, valor total R$ ,02 e nota fiscal de 03/07/2008, valor total R$ ,68 (valor lançado no livro Registro de Entradas de R$ ,12). Ou seja, não houve contabilização de mercadorias importadas referentes a 07 (sete) importações realizadas pela empresa, o que, apesar de não ser uma prova concreta, levanta fortes suspeitas de que a Têxtil Brasil importa mercadorias em seu nome para terceiro(s) não identificados(s). Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 12 de 16

13 No tocante à inaplicabilidade da pena de perdimento em casos de subfaturamento, este órgão julgador, de fato, tem se posicionado no sentido de que referida infração administrativa, quando isolada, e pelo critério da especialidade, sujeita o importador à pena de multa prevista no art. 633, I, do Decreto 5.453/02, mostrando-se desproporcional o perdimento da mercadoria importada, in verbis: (...) Entretanto, não é este o caso dos autos, no qual, como visto, restou suficientemente demonstrado que a falsidade da fatura comercial e packing list veio acompanhada de falsa declaração de conteúdo, descrição e peso da mercadoria, atos praticados com ânimo fraudulento, não havendo falar em boa-fé do importador. Logo, encontrando-se o subfaturamento acompanhado de indícios de fraude na operação, revelando intuito manifestamente doloso com o objetivo de burlar o fisco, inexiste ilegalidade no ato administrativo que aplicou a pena de perdimento com base no art. 689, VI, do Regulamento Aduaneiro (Decreto nº 6.759/09) - restando mantida a sentença e prejudicadas as demais alegações do recorrente no sentido da inconstitucionalidade do 3º- A do mesmo dispositivo legal. Diante dessas considerações, deve ser reformada a sentença que julgou procedente a ação, com a inversão dos ônus da sucumbência. Ante o exposto, voto por dar provimento ao apelo e à remessa oficial." Com efeito, a modificação do julgado para reconhecer a inexistência de ilicitude ou aferir a boa-fé da importadora demandaria reexame do acervo fático-probatório dos autos, inviável pela via estreita do recurso especial, ante o óbice da Súmula 7/STJ. Nesse sentido: "3. A análise da pretensão recursal no sentido de que sanções aplicadas não observaram os princípios da proporcionalidade e razoabilidade, com a consequente reversão do entendimento manifestado pelo Tribunal de origem, exige o reexame de matéria fático-probatória dos autos, o que é vedado em sede de recurso especial, nos termos da Súmula 7/STJ." (AgRg no REsp /RS, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 12/02/2015, DJe 19/02/2015) "1. Após análise percuciente dos autos, conclui o Tribunal de Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 13 de 16

14 origem pela legitimidade da pena de perdimento de bens e da multa aplicada, visto que a empresa recorrente adquiriu de empresa importadora unidades do video game denominado 'Kit Playstation PSone Sony' para revenda, sem a observância de obrigações fiscais intrínsecas à aquisição de mercadorias estrangeiras. 2. Com efeito, a legitimidade das sanções aplicadas decorreu da análise fático-probatória dos autos, o que torna a via do recurso especial inadequada para modificação do julgado, porquanto reformar o entendimento exarado, de modo a acolher as alegações da recorrente de que tomou os devidos cuidados na aquisição do produto da empresa importadora, sendo patente sua boa-fé, e que estas alegações se contrapõem às conclusões da Corte a quo, encontra inafastável óbice na Súmula 7/STJ." (AgRg no REsp /RS, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em 05/02/2015, DJe 12/02/2015) "1. O Tribunal a quo ancorou-se nos fatos e nas provas colacionados aos autos para entender configurada na hipótese a falsidade ideológica no desembaraço aduaneiro, a justificar a imposição da pena de perdimento. 2. A alteração das conclusões adotadas pela Corte de origem, tal como colocada a questão nas razões recursais, demandaria, necessariamente, novo exame do acervo fático-probatório constante dos autos, providência vedada em recurso especial, conforme o óbice previsto na Súmula 7/STJ." (AgRg no REsp /PR, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 04/11/2014, DJe 11/11/2014) "3. A conduta da agravante foi minuciosamente descrita pela Corte de origem, inclusive com pormenores que caracterizam o ato como litigância de má-fé. 4. Modificar tal entendimento esbarra no óbice da Súmula 7/STF, haja vista o Recurso Especial não ser a via adequada para reexame do contexto fático probatório." (AgRg no REsp /SC, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 18/09/2014, DJe 10/10/2014) "2. A Corte a quo, com amparo nos elementos de convicção dos autos, manteve a pena de perdimento aplicada, em virtude de falsidade ideológica da fatura comercial. Entendimento insuscetível de revisão, nesta via recursal, por demandar reapreciação de matéria fática, obstada pela Súmula 7/STJ." Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 14 de 16

15 (AgRg no AREsp /SC, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em 18/09/2014, DJe 29/09/2014) "1. A alteração das conclusões adotadas pela Corte de origem, quanto à participação do proprietário do veículo apreendido no ilícito fiscal, bem como a aplicação da pena de perdimento do veículo, tal como colocada a questão nas razões recursais, demandaria, necessariamente, novo exame do acervo fático-probatório constante dos autos, providência vedada em recurso especial, conforme o óbice previsto na Súmula 7/STJ." (AgRg no AREsp /PR, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 15/10/2013, DJe 21/10/2013) Ante o exposto, conheço em parte do recurso especial da FAZENDA NACIONAL, mas nego-lhe provimento; e não conheço do recurso especial de TÊXTIL BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO LTDA. É como penso. É como voto. MINISTRO HUMBERTO MARTINS Relator Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 15 de 16

16 CERTIDÃO DE JULGAMENTO SEGUNDA TURMA Número Registro: 2014/ PROCESSO ELETRÔNICO REsp / PR Números Origem: PR PR PAUTA: 17/03/2015 JULGADO: 17/03/2015 Relator Exmo. Sr. Ministro HUMBERTO MARTINS Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES Subprocuradora-Geral da República Exma. Sra. Dra. MARIA CAETANA CINTRA SANTOS Secretária Bela. VALÉRIA ALVIM DUSI AUTUAÇÃO RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RECORRENTE : TEXTIL BRASIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO LTDA ADVOGADO : ANTONIO JOSE NASCIMENTO DE SOUZA POLAK RECORRIDO : OS MESMOS ASSUNTO: DIREITO ADMINISTRATIVO E OUTRAS MATÉRIAS DE DIREITO PÚBLICO - Intervenção no Domínio Econômico - Importações - Desembaraço Aduaneiro CERTIDÃO Certifico que a egrégia SEGUNDA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "A Turma, por unanimidade, conheceu em parte do recurso da Fazenda Nacional e, nessa parte, negou-lhe provimento; não conheceu do recurso de Têxtil Brasil Importação e Exportação de Artigos do Vestuário Ltda, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a)." Os Srs. Ministros Herman Benjamin, Og Fernandes, Mauro Campbell Marques (Presidente) e Assusete Magalhães votaram com o Sr. Ministro Relator. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 24/03/2015 Página 16 de 16

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