GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

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1 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria da Educação SECRETARIA DA DA EDUCAÇÃO

2 Contextualização EDUCAÇÃO COMPROMISSO DE SÃO PAULO Programa Educação - Compromisso de São Paulo Institui 5 pilares para a Educação Valorizar e investir no desenvolvimento do Capital Humano da Secretaria 1 2 Aprimorar as ações e a gestão pedagógica da Rede com foco na aprendizagem dos alunos Mobilizar e Engajar a Rede, os Alunos e a sociedade em torno do processo de ensinoaprendizagem Expandir e aperfeiçoar a política de Educação Integral DECRETO Nº , DE 2 DE DEZEMBRO DE 2011 Viabilizar mecanismos organizacionais para operacionalizar o Programa

3 Contextualização PILARES 2 E 3 DIRETRIZES DIRETRIZES NORTEADORAS DA POLITICA EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO COERÊNCIA, CONSISTÊNCIA E ESTABILIDADE NA COMUNICAÇÃO P/ ENGAJ.AMENTO DA REDE E DA SOCIEDADE. 5. COORDENAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OS MUNICÍPIOS PAULISTAS. 1. FOCO NO DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PREVISTAS NO CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO. DIRE TRIZES 4. FORMAÇÃO CONTINUADA COM FOCO NA PRÁTICA. 2. ESCOLA COMO FOCO PRIORITÁRIO DA GESTÃO CENTRAL E REGIONAL. 3. AMBIENTE ESCOLAR ORGANIZADO PARA A APRENDIZAGEM TEMPO, ESPAÇO, PESSOAS PRINCÍPIO: MELHORIA DA QUALIDADE COM IGUALDADE E EQUIDADE PARA TODOS. PILAR 1

4 Contextualização DIRETRIZES DIRETRIZES NORTEADORAS DA POLITICA EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO ( ) 4. FORMAÇÃO CONTINUADA COM FOCO NA PRÁTICA. Linhas de ação Traçar PERFIS DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS para orientar as ações de formação continuada de professores, gestores e lideranças e para subsidiar concursos, processos seletivos e avaliações de desempenho. Direcionar as ações de formação continuada para as NECESSIDADES DA GESTÃO PEDAGÓGICA: - no fortalecimento e diversificação do currículo; - no uso dos resultados de avaliação para reorientar a prática pedagógica; - na definição dos processos de recuperação da aprendizagem; Direcionar a FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA APOIAR A IMPLEMENTAÇÃO DE PROTOCOLOS DE ORIENTAÇÃO DA PRÁTICA, de recursos didáticos e outros procedimentos ou insumos da gestão pedagógica. Organizar BANCOS OU CADASTROS DE EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO de professores, gestores e lideranças escolares.

5 Contextualização DIRETRIZES DIRETRIZES NORTEADORAS DA POLITICA EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO ( ) Fortalecimento da escola como locus de formação e a ATPC como espaço formativo. Fortalecimento das ações de formação descentralizadas e da articulação da EFAP com o núcleos pedagógicos e supervisão de ensino das DE, com foco nas especificidades regionais. 4. FORMAÇÃO CONTINUADA COM FOCO NA PRÁTICA.

6 TENDÊNCIA NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR Década 1960: Transmissor de conhecimentos Década 1970: Técnico em educação Década 1980: educador Década 1990: professor-pesquisador Década 2000: professor-pesquisador-reflexivo A formação e o trabalho docente são influenciados pelas transformações que ocorrem em outros SECRETARIA contextos DA EDUCAÇÃO socioeconômicos.

7 O PROFESSOR FORMADO E EM AÇÃO Retoma sua vivência escolar e os modelos de atuação docente que conheceu. Dificilmente reconhece a concepção de ensio e aprendizagem que embasa sua prática. Apropria-se do discurso pedagógico que embasa as políticas educacionais, sem necessariamente colocá-lo em prática.

8 O PROFESSOR FORMADO E EM AÇÃO Depara-se com uma sociedade em constante e rápida transformação. Encara situações em sala de aula para as quais não construiu referenciais práticos. Enfrenta problemas no contexto escolar, não relacionados a sua formação, mas que interferem em sua atuação.

9 A FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR Formação ao longo da vida. Formação reflexiva, a partir da prática docente contextualizada. Oportunidade de reelaborar processos, a partir de uma formação continuada pautada no dialogismo. Apropriação das tecnologias de informação e comunicação pelo currículo.

10 O que a equipe escolar pode fazer a favor da aprendizagem? 10

11 Entre os fatores internos da escola que podem ser controlados pelas políticas e intervenções educacionais o professor é aquele que tem mais poder de explicação da variabilidade no desempenho dos alunos. Peso significativo possui também o estilo de liderança pedagógica da escola que pode criar uma cultura de colaboração entre os professores e de altas expectativas em relação ao desempenho dos alunos. 11

12 A maior parte das aprendizagens dos alunos é determinada por seu potencial individual, sua história de vida e sua condição sociocultural, que não estão sob controle da escola. Mas a parte que depende da escola pode fazer grande diferença porque também nesta parte há grande variação entre os alunos. E o que mais explica essa variação é a qualidade do trabalho do professor e a cultura que prevalece na escola, fatores sobre os quais é possível e necessário atuar. 12

13 A ESCOLA COMO LOCUS DE FORMAÇÃO Prática Docente Reflexiva Identifica e compreenda as questões presentes na sala de aula Busca formas de aprimorar sua prática

14 FORMAÇÃO EM ELOS Prática Reflexiva Identificar as questões presentes em sala de aula Currículo Compreender este cenário Avaliação Acompanhamento/ monitoramento Buscar formas de aprimorá-lo

15 FORMAÇÃO EM ELOS Prática Reflexiva Identificar as questões presentes em sala de aula Diretorias de Ensino Compreender este cenário Escolas Órgãos Centrais (EFAP) Buscar formas de aprimorá-lo

16 Referências bibliográficas: ALMEIDA, M. E. B. As teorias principais da andragogia e heutagogia. In: LITTO F.M, ; FORMIGA, M.M. (orgs). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, BULCÃO, R. Aprendizagem por m-learning. In: LITTO F.M.; FORMIGA, M.M. (orgs). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, GIOVANNI, L. M Do professor informante ao professor parceiro: Reflexões sobre o papel da universidade para o desenvolvimento profissional de professores e as mudanças na escola. Caderno CEDES, Campinas, v. 19, n. 44. HARGREAVES, A A intensificação. O trabalho dos professores Melhor ou Pior? In: HARGREAVES, A. Os professores em tempo de mudança. O trabalho e a cultura dos professores na Idade Pós-Moderna. Alfragide Portugal: McGraw-Hill de Portugal, p p KUIN,S. et all. Formação como inovação: preparação de professores ingressantes na escola pública de São Paulo. In: ALMEIDA, F. J. et all (orgs). Quantidade é Qualidade. São Paulo, Fundação Padre Anchieta,

17 MENDES. M; KUIN, S. O não mensurável na avaliação do professor online. In: HESSEL, A.; PESCE, L.; ALLEGRETTI, Sonia (Org). Formação online de educadores: identidade em construção. São Paulo, RG Editores, NÓVOA, António Do mestre-escola ao professor do ensino primário. Subsídios para a história da profissão docente em Portugal (séculos XVI-XX). Lisboa: ISEF Histoire & Comparaison: essais sur l education. Lisboa: Educa, p O passado e o presente dos professores. In: NÓVOA, António (org.). Profissão Professor. 2ª ed. Porto: Porto Editora. p SILVA, M.G.M. et all. Melhor Gestão, Melhor Ensino Da formação às práticas pedagógicas. São Paulo, Fundação Padre Anchieta,

18 SOUZA, V O perfil e a atuação do Assistente Técnico-Pedagógico na rede de ensino público do Estado de São Paulo. Dissertação (Mestrado em Educação: História, Política, Sociedade). São Paulo. PUC/SP. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Rio de Janeiro: Vozes, Valente, J. A. Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade. In: Tecnologias na educação: ensinando e aprendendo com as TIC. Brasília: MEC, Disponível em: 18

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