O papel do técnico de acompanhamento

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1 O papel do técnico de acompanhamento SANDRA PINHO

2 Objetivos Reconhecer as mais valias da pessoa com deficiências e incapacidades no trabalho Reconhecer a importância do técnico especializado de acompanhamento na integração profissional de pessoas com deficiências e incapacidades

3 Conteúdos As fac(s)es da integração de pessoas com deficiências e incapacidades: outside in e inside out Recrutamento e seleção: encontrar a pessoa certa para o lugar certo Adaptações no processo de seleção Adaptações no posto de trabalho Reescrevendo a história

4 As fac(s)es da integração de TCDI Candidato Empresa Caracterização do perfil do candidato (aptidões, qualificações, interesses) Análise e descrição da função (requisitos necessários)

5 As fac(s)es da integração de TCDI Candidato Empresa Formação em técnicas de procura de emprego Adaptações no processo de seleção

6 As fac(s)es da integração de TCDI Candidato Empresa Formação de comportamentos e atitudes para o trabalho Formação da equipa de acolhimento, adaptação do posto de trabalho e nomeação de um tutor

7 As fac(s)es da integração de TCDI Candidato Empresa Acompanhamento na integração Integração apoiada

8 Recrutamento e Seleção: Encontrar a pessoa certa para o lugar certo Descrição A Open Mind recruta para prestigiada empresa cliente: Operador/a de Registo de Dados Requisitos -12º Ano - Bons conhecimentos de informática (Bons conhecimento de Excel fator obrigatório) - Conhecimento de inglês (preferencial) - Pretendem uma pessoa focada na execução de tarefas, no cumprimento de timings Funções -Registo de informação em sistema

9 Recrutamento e Seleção: Encontrar a pessoa certa para o lugar certo Descrição/Funções: - Registo de dados e atualização de base de dados de associados Requisitos: -12º Ano ou frequência universitária; - Experiência em registo de dados; - Bons conhecimentos de informática (Word e Excel); - Domínio da Língua Inglesa ( Falada e escrita); - Forte sentido de responsabilidade; - Motivação e forte espírito de equipa; - Capacidade de atenção.

10 Recrutamento e Seleção: Encontrar a pessoa certa para o lugar certo Quem será a pessoa certa para este tipo de funções?

11 Recrutamento e Seleção: Encontrar a pessoa certa para o lugar certo O papel do técnico de acompanhamento especializado: Ajudar os candidatos com deficiências e incapacidades a encontrar ofertas à medida das suas competências e habilitações; Ajudar as empresas a recrutar candidatos à medida dos requisitos das funções a preencher; Fazer um levantamento das exigências das funções e compará-lo com as características dos candidatos.

12 Recrutamento e Seleção: Encontrar a pessoa certa para o lugar certo O papel do técnico de acompanhamento especializado: Função Candidato com DI

13 Recrutamento e Seleção: Encontrar a pessoa certa para o lugar certo O papel do técnico de acompanhamento especializado:

14 Adaptações no processo de seleção As técnicas de seleção mais comummente utilizadas não garantem a igualdade de oportunidades para as pessoas com deficiências e incapacidades, sobretudo se a deficiência for do foro psicológico/neurológico

15 Adaptações no processo de seleção Verifica-se uma menor taxa de atividade e de emprego das PCDI em relação à população ativa em geral, bem como, uma maior taxa de desemprego. O estudo Mais Qualidade de Vida para as PCDI Uma Estratégia para Portugal concluído em 2007, demonstrou uma claríssima discriminação destas pessoas no acesso ao emprego. Os académicos colocaram ainda em evidência a situação das pessoas com limitações ao nível mental, considerando que para estas a discriminação é muito mais acentuada. (O Emprego das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade - uma abordagem pela igualdade de oportunidades, Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, 2012)

16 Adaptações no processo de seleção As pessoas com dificuldades graves ao nível da compreensão, da relação interpessoal, da memória ou concentração e da autonomia, higiene pessoal e vestuário, parecem ter maiores limitações na sua inclusão profissional, pelo menos nas empresas estudadas (O Emprego das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade - uma abordagem pela igualdade de oportunidades, Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, 2012) A análise curricular vai penalizar estes candidatos

17 Adaptações no processo de seleção A entrevista de seleção é um momento de comunicação por excelência, em que o entrevistador avalia o nível de oralidade do individuo, a sua postura não verbal e a forma como comunica e se relaciona. Vai penalizar candidatos com dificuldades ao nível da interação social e da comunicação, como os candidatos com Perturbações do Espetro do Autismo

18 Adaptações no processo de seleção Os testes de aptidões e personalidade comparam o desempenho do indivíduo avaliado com uma norma previamente estabelecida. Vão penalizar estes candidatos, por natureza atípicos

19 Adaptações no processo de seleção

20 Adaptações no processo de seleção

21 Adaptações no processo de seleção O papel do técnico de acompanhamento especializado: (Artigo 7º do Decreto-Lei nº29/2001, de 3 de Fevereiro prevê que o processo de seleção dos candidatos com deficiência deve ser adequado, nas suas diferentes vertentes, às capacidades de comunicação/expressão) Fornecer à empresa informação sobre a deficiência em causa e sugerir adequações ao processo de seleção (por exemplo, ajustamentos na condução da entrevista e experiência on the job); Preparar o candidato para a entrevista e, se necessário, acompanhá-lo durante a mesma.

22 Adaptações no posto de trabalho O papel do técnico de acompanhamento especializado: (O nº2 do Artigo 6º da Lei nº 38/2004 e o nº1 do Artigo 2º do Decreto- Lei 29/2001 remetem para a possibilidade e o dever de fazer adaptações razoáveis ao posto de trabalho, de modo a promover a igualdade de oportunidades) Apoio à empresa; Apoio ao colaborador; Apoio na comunicação entre a empresa e o colaborador.

23 Adaptações no posto de trabalho Apoio à empresa: Formação à equipa de acolhimento sobre a deficiência ou incapacidade do colaborador, assim como sobre as suas potencialidades; Apoio na escolha de um tutor no posto de trabalho que irá planear atividades, orientar, apoiar, formar, avaliar e acarinhar o colaborador com deficiência; Apoio na realização de ajustamentos razoáveis (por exemplo, posto de trabalho fixo, substituição da comunicação telefónica por comunicação via correio eletrónico).

24 Adaptações no posto de trabalho Apoio ao colaborador: Formação de comportamentos e atitudes adequados ao trabalho: comunicação, interação social, gestão do tempo e do dinheiro, autonomia e controlo emocional essenciais para a integração profissional

25 Adaptações no posto de trabalho Apoio ao colaborador: Gerir a ansiedade no trabalho

26 Adaptações no posto de trabalho Apoio ao colaborador: Gerir o tempo e estabelecer prioridades

27 Adaptações no posto de trabalho Apoio na comunicação entre a empresa e o colaborador: Reuniões regulares de acompanhamento 5,00 AVALIAÇÃO DO ACOMPANHAMENTO PELOS ORIENTADORES 4,00 3,00 2,00 1,00 n=7

28 Reescrevendo a história A história de muitos colaboradores normais

29 Reescrevendo a história A história de muitos colaboradores com deficiências e incapacidades: Tive que proibir o Renato de se levantar às 6:00 da manhã de Domingo para fazer trabalhos de casa. No outro dia, fui dar com ele a fazer trabalhos de casa às 7:00 da manhã! (Fátima, mãe do Renato, jovem com Síndrome de Asperger, na altura estudante, agora Técnico de Artes Gráficas à procura de emprego) Por mais que diga ao José que não tem que terminar as tarefas que lhe dou no próprio dia, ele parece que TEM que as terminar antes de ir embora, senão fica numa ansiedade tremenda! (Helena, tutora do José, adulto com Síndrome de Asperger, Assistente Administrativo)

30 Reescrevendo a história

31 Reescrevendo a história As pessoas com deficiências e incapacidades quando são postas à prova são normalmente mais assertivas e persistentes do que as pessoas sem incapacidade, porque sentem a necessidade de se afirmar como pessoas O emprego não é só uma forma de garantir a subsistência individual, é também uma forma de afirmação social e isto tem uma grande relevância para estas pessoas que, através do emprego, procuram ver reconhecida a sua dimensão de cidadãos.

32 Reescrevemos a história com o projeto Capacitar para o Trabalho 7 estágios profissionais 4 colaboradores com contrato

33 Reescrevemos a história com a McDonalds Desde que comecei a trabalhar no McDonald s, passei a poder ter o meu próprio dinheiro e geri-lo. Em relação ao meu dia-a-dia, também me ajudou bastante nas minhas tarefas. Fiz amizades novas e tornei-me mais liberto na minha vida.

34 Reescrevemos a história com a Galp Em relação ao Miguel, tenho a dizer que, apesar das suas limitações é uma mais valia para a nossa Área de Serviço. Tem feito as suas tarefas com profissionalismo e dedicação e dessa maneira facilitado o trabalho dos colegas. Está perfeitamente integrado na equipe e todos os colegas tem respeito e amizade por ele. (Carlos Rodrigues, Gerente A.S. Adelino Amaro da Costa e Birre, Dezembro de 2011)

35 Reescrevendo a história

36 Obrigada pela vossa atenção!

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