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1 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do exame preventivo do câncer de colo do útero Izaedis Machado da Silva 1 Alessandra Mendes da Silva 2 Dugley Francisca Alves dos Santos 3 Wellington de Souza Mata 4 Gustavo Fonseca Genelhu Soares 5 Resumo O câncer de colo do útero ainda é uma preocupação à Saúde Pública. A atenção primária à saúde possui grande importância para uma efetividade das ações que vão desde o rastreamento ao diagnóstico e tratamento. O objetivo deste trabalho é avaliar o contexto feminino, em percepções e conhecimento, diante da realização do exame preventivo do câncer do colo de útero em uma cidade do Leste de Minas Gerais. Foram entrevistadas 51 mulheres de uma Unidade Básica de Saúde em um município de Minas Gerais. Os resultados mostram que a população entrevistada conhece a importância do exame preventivo e busca realizá-lo mesmo com a percepção e consciência do incômodo ou desconforto que o exame acarreta. Palavras-chave: percepções; conhecimento; mulher; câncer; colo do útero; saúde pública. 1 Enfermeiro. Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário de Caratinga - MG. 2 Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário de Caratinga - MG. 3 Discente do Curso de Medicina do Centro Universitário de Caratinga - MG. 4 Médico. Residência em Pediatria pelo Centro Universitário de Caratinga - UNEC. Doutor em Biologia Celular e Estrutural pela Universidade Federal de Viçosa - UFV. Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário de Caratinga-UNEC. 5 Médico Especialista em Psiquiatria pelo Instituto de Pesquisa e Ensino Médico em Belo Horizonte.Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade pelo Centro Universitário de Caratinga. Mestre em Ciências Naturais e da Saúde pelo Centro Universitário de Caratinga. Docente do Curso de Medicina do Centro Universitário de Caratinga-UNEC. 41

2 Revista de Ciências, 2015, v. 6, n. 3 Abstract The cancer of lap of the womb is still a preoccupation to the public health. The primary attention to the health has great importance for an effectiveness of the actions from the rastreamento, diagnosis and treatment. The objective of this work is to value the feminine context, in perceptions and knowledge, before the realization of the preventive examination of the cancer of the lap of womb in a city of the East of Minas Gerais. It was interviewed 51 women of a basic Unity of health in a local authority of Minas Gerais. The results show that the interviewed population they know the importance of the preventive examination and look to carry out it even with the perception and consciences of the nuisance that the same thing brings before the collection, for so, to calm them as for the knowledge his health situation. Keywords: perceptions; knowledge; woman; cancer; lap of the womb; public sauder. INTRODUÇÃO O câncer de colo do útero é uma neoplasia de alta mortalidade, chegando a 86% dos óbitos no contexto mundial. É o terceiro tipo de câncer mais incidente na população feminina. As estimativas para 2014 no Brasil é de novos casos, com incidência de 5,7% para câncer de colo do útero. A região sudeste do Brasil, possui estimativa para 2014 de câncer do colo de útero em casos, sendo Minas Gerais com taxa bruta de 8,31% de incidência por 100 mil habitantes. Mudar esse cenário e reduzir mortes previníveis ainda é um desafio da saúde pública (Brasil, 2012). Estudos sobre a correção dessa magnitude de óbitos apontam que, dados ocorridos de , o acréscimo era de 103,4%. A mortalidade por câncer de colo do útero no Brasil é de 10,4% de óbitos por mulheres-ano (Gamarra, 2010). A detecção precoce através do exame preventivo, ou seja, o Papanicolau (colpocitologia oncótica), é a forma de rastremento da po- 42

3 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do Exame Preventivo do Câncer de Colo do Útero Izaedis Machado da Silva - Alessandra Mendes da Silva - Dugley Francisca Alves dos Santos Lima Wellington de Souza Mata - Gustavo Fonseca Genelhu Soares pulação para identificação de lesões em fases inicias ou tardias. Este exame, há décadas, está sendo empregado como meio efetivo e de baixo custo para efetividade das ações na atenção primária contra o câncer de colo uterino (INCA, 2013). Registros do Instituto Nacional do Câncer - INCA constam que o Ministério da saúde busca ações de prevenção do câncer de colo do útero a partir de 1940, quando profissionais de saúde trouxeram para o Brasil a citologia e a colposcopia, mas somente se tornou ação no âmbito nacional na década de 70, com o Programa Nacional de Controle do Câncer com destaque ao câncer de colo uterino em 1972 e O Programa de Atenção Integral á Saúde da Mulher (PAISM) só foi inserido no ano de 1984 (INCA, 2011). Diante de várias contribuições ao longo dos anos, o INCA (2011) aponta que em 1998 foi instituído o programa nacional de Controle do câncer - o Viva Mulher, sendo sua primeira fase em todos os muncípios brasileiros. Essa medida também trouxe e definiu as competências das três esferas governamentais no combate ao câncer de colo do útero. O bom desempenho do programa de rastreamento do câncer de colo uterino não se restringe somente à coleta. É importante fornecer a garantia do tratamento dos resultados alterados. Além desse fator, deve-se mostrar que ocorre uma deficiência, pois índices de óbitos continuam altos e outros fatores sociais, econômicos, culturais e pessoais estão envolvidos para que os serviços de saúde tenham baixo êxito. Fatores de risco como tabagismo, iniciação sexual precoce, multiplicidade de parceiros, multiparidade, uso de contraceptivos orais, idade, são fatores que colaboram para desenvolvimento da neoplasia (Entiauspe, 2014). O câncer de colo uterino é um desfecho que está associado a infecções persistentes pelo Papiloma Vírus Humano - HPV e aos tipos classificados como oncogênicos com prevalência do tipo 16 e 18. Dados mostram que estes são responsáveis por 70% de neoplasia maligna cervical. Estima-se que 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV e 32% dos tipos oncogênicos 16 e 18 (INCA, 2013). 43

4 Revista de Ciências, 2015, v. 6, n. 3 O estudo é relevante porque tem como objetivo avaliar o contexto feminino, em percepções e conhecimento, diante da realização do exame preventivo do câncer de colo do útero em uma cidade do Leste de Minas Gerais. A divulgação desse conhecimento se torna pertinente pois proporciona e oportuniza à saúde pública, por meio das Unidades Básicas de Saúde, programar melhor suas ações diante da necessidade que as mulheres trazem, para que haja uma problematização e avaliação melhor dos serviços prestados a essa população, ou seja, proporcionando melhor assistência à saúde da mulher. METODOLOGIA A pesquisa foi realizada através do método retrospectivo e transversal entre março e agosto de 2014 em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), no programa saúde da família de uma cidade do Leste de Minas Gerais. A amostra foi composta de 51 mulheres que realizaram o exame de colpocitologia oncótica (Papanicolau) no período estudado, sendo cobertura de 100% dos exames coletados. Inicialmente foi solicitado autorização do Secretário (a) de saúde, coordenador (a) da UBS, respeitado termo livre esclarecido e informado sobre o objetivo. A pesquisa teve como instrumento de coleta de dados uma entrevista com sete perguntas pré-formuladas, sendo quatro delas subjetivas e demais de múltipla escolha. As perguntas foram sobre identificação da mulher, conhecimento sobre a importância do Papanicolau, temas de interesse para educação em saúde, regularidade do exame, preocupação quanto ao exame, participação da equipe de saúde sobre informação em saúde da mulher. No primeiro momento da pesquisa, a entrevista foi realizada com as mulheres nas suas residências, após busca ativa nos prontuários da UBS, e, posteriormente, foi feito um levantamento dos resultados dos preventivos, das respectivas mulheres, em livro registro da UBS. Os dados foram consolidados em planilhas, o que proporcionou a construção de gráficos e tabelas Word/ Excel para melhor a discussão dos resultados. 44

5 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do Exame Preventivo do Câncer de Colo do Útero Izaedis Machado da Silva - Alessandra Mendes da Silva - Dugley Francisca Alves dos Santos Lima Wellington de Souza Mata - Gustavo Fonseca Genelhu Soares Diante dos resultados preferiu-se categorizá-los em um universo onde se determinou a mulher em duas categorias. Uma categoria de identificação (idade, estado civil, escolaridade e hábitos de comportamento diante do exame) e outra categoria de percepções, inicialmente com uma sub-categoria de resultados sobre o exame preventivo (opinião frente ao procedimento, periodicidade de execução do mesmo, sua preocupação com a realização do exame, com seus resultados e com a preparação que a mesma executa anteriormente a ele). Ainda há uma segunda sub-categoria em percepções sobre saúde da mulher que privilegia o seguinte: qual profissional que a assiste ou os meios de obtenção de informações sobre a saúde da mulher, a sua avaliação dos serviços prestados a ela, seu relato de importância sobre temas em saúde da mulher. A figura abaixo traz os tópicos do trabalho que serão abordados no resultado. Figura 1 Tópicos relacionados ao tema que serão abordados na apresentação dos resultados. RESULTADOS E DISCUSSÃO O universo feminino - Identificação A população estudada foi composta de 51 mulheres. A idade esteve distribuída de 15 a 75 anos. O gráfico 1 demonstra a distribuição da amostra por faixa etária, sendo que a prevalência foi de mulheres entre 30 e 40 anos (n=16), representando 31% da amostra, seguida da faixa etária de 20 a 30 anos e 40 a 50 anos com igual valor (n= 10 45

6 Revista de Ciências, 2015, v. 6, n. 3 cada), ficando com 19% cada faixa etária. A faixa etária de 60 a 70 anos ficou com (n= 6) 11%. Na faixa etária de 50 a 60 anos (n= 5) com 10%. E, a faixa de 70 a 75 anos (n=3) correspondeu a 6% da amostra. Concluindo o tamanho da amostra, ficou a faixa etária de 15 a 20 anos com (n=2) correspondendo a 4%. Gráfico 1 Prevalência de preventivos por faixa etária que foram realizados de março a agosto de 2014 em uma cidade do leste de Minas Gerais. Fonte: Pesquisa de campo Observa-se nesses dados, que a mulher em idade adulta jovem realiza com maior prevalência o exame preventivo. Dados do Ministério da Saúde indicam que mulheres de 25 a 59 anos são mulheres alvo para a prevenção do câncer de colo uterino. Segundo Souza (2008), são poucos os casos de câncer de colo de útero em mulheres na faixa etária abaixo de 30 anos. Gráfico 2 Quantidade de mulheres por grau de escolaridade que realizaram preventivos de março a agosto de 2014 em uma cidade do leste de Minas Gerais. Fonte: Pesquisa de campo 46

7 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do Exame Preventivo do Câncer de Colo do Útero Izaedis Machado da Silva - Alessandra Mendes da Silva - Dugley Francisca Alves dos Santos Lima Wellington de Souza Mata - Gustavo Fonseca Genelhu Soares A recomendação do Ministério da Saúde é que as mulheres realizem o exame preventivo a partir da primeira relação sexual. Mas o acompanhamento e aconselhamento ginecológico devem ser procurados a qualquer momento, pois existem dúvidas da mulher, bem como informações pertinentes a cada faixa etária que devem ser divulgadas e esclarecidas em qualquer momento da consulta (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia FEBRASGO, 2013). Dados obtidos sobre estado civil demonstram que 82% de mulheres são casadas, seguida de 10% de solteiras, 4% de divorciadas e igual 4% de viúvas. O estado civil foi, culturalmente, por muitas décadas, visto como protetor para doenças como câncer de colo uterino ou doenças sexualmente transmissíveis, porém com o surgimento de infecções como o Human Papiloma Vírus (HPV), Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e outras, observou-se cientificamente que o câncer de colo de útero é multifatorial e que os índices diminuem por atitudes preventivas individuais (Souza, 2008). Segundo Filho (2011), na população feminina todas as mulheres sexualmente ativas possuem risco de desenvolverem câncer do colo uterino. Contudo, determinados comportamentos como a troca de parceiros, ou um único parceiro sexual masculino, que possua comportamento promíscuo torna-se fator de risco com maior vulnerabilidade para câncer de colo uterino. Esse modo de vida favorece a transmissão de infecções como HPV e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), sendo fundamental o uso do preservativo (camisinha masculina ou feminina) nas relações sexuais (Filho, 2011). O grau de escolaridade no gráfico 2 mostrou a maior quantidade de mulheres com ensino fundamental completo (n= 15) e ensino fundamental incompleto (n= 12). O ensino médio completo ficou com a segunda maior quantidade das participantes (n= 14). Um total de (n=8) declarou não possuir nenhum estudo. O nível superior ficou com n=1 e ensino médio incompleto com (n=1). Estudos apontam que o comportamento preventivo é influenciado pelo nível de escolaridade, pois o desconhecimento do câncer e da importância do exame preventivo traz uma desvalorização dos meios preventivos que culmina na não realização, pela maioria das mulheres, do exame preventivo Papanicolau (Ferreira, 2009). 47

8 Revista de Ciências, 2015, v. 6, n. 3 O universo feminino - Percepções Quanto ao exame preventivo Papanicolau. Em relação à opinião das mulheres sobre o procedimento da coleta do exame, o gráfico 3 demonstra que 65% da amostra responderam que é um exame que incomoda, porém necessário. Classificaram-no como bom 23% das mulheres pesquisadas, 12% relataram o incômodo e disseram que só se submetem a ele por obrigação. Esse resultado demonstra que as mulheres, mesmo sabendo o que irão enfrentar com o incômodo do exame posição desconfortável, ou seja, a posição ginecológica utilizada nos procedimentos/instrumentais médicos elas buscam submeter-se ao procedimento por cuidado a sua saúde. O incômodo muitas vezes sentido é decorrente de medo na realização do procedimento, ou constrangimento, vergonha da exposição de sua intimidade (Ferreira, 2009). Gráfico 3 Opinião das mulheres que realizaram preventivo de março a agosto de 2014 sobre o procedimento do exame Papanicolau. Fonte: Pesquisa de campo 48

9 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do Exame Preventivo do Câncer de Colo do Útero Izaedis Machado da Silva - Alessandra Mendes da Silva - Dugley Francisca Alves dos Santos Lima Wellington de Souza Mata - Gustavo Fonseca Genelhu Soares Na periodicidade do exame, tivemos como resultado: a maioria das mulheres o realiza com intervalo de um ano 68% (n=35); 20% das mulheres realizam-no a cada seis meses (n=10). A cada dois anos, 10% (nº = 5); e 2% (n=1), sendo realizado pela primeira vez, não relataram acerca do tempo de intervalo. O aconselhamento do Ministério da Saúde a respeito da periodicidade do exame de citologia oncótica, que deve ser realizado em todas as mulheres sexualmente ativas, é que ele deve ser realizado pelo menos uma vez ao ano, em mulheres de 25 a 60 anos, podendo ter intervalo a cada três anos, se a mulher já estiver com dois exames com resultados negativos e intervalo de um ano entre eles (Filho, 2011). A tabela 1 mostra as frases obtidas pelas perguntas subjetivas da entrevista: qual a sua preocupação quando realiza seu exame preventivo?. Foram obtidos resultados de oito séries mais frequentes das frases. Em 49% os relatos abordam a prevenção, está descrito prevenir ou detectar alguma doença (n =25). A segunda frase que demonstra preocupação com avaliação da saúde ficou com porcentagem de 14%, como visto na frase preocupação com minha saúde (n=7); A detecção de anormalidades também ficou com 14% dos relatos detectar, diagnosticar algum tipo de anormalidade ; A preocupação em lesões em colo uterino ficou em terceiro lugar com 8% das respostas, nos relatos de ter alguma lesão ou ferida ou machucado com (n=4). Frases como cuidar de minha saúde ficaram com porcentagem representando 6% com (n=3). Duas mulheres relataram em suas falas que a grande preocupação é o resultado, representando 4%. 4% (n= 2) disseram que a preocupação é em ter ou detectar algum câncer. 49

10 Revista de Ciências, 2015, v. 6, n. 3 Tabela 1 Relatos das mulheres sobre a preocupação quando realizam o exame preventivo do Câncer do colo uterino. Dados de março a agosto de 2014 em uma cidade do Leste de Minas Gerais. Relatos das mulheres n = % Prevenir ou detectar alguma doença Preocupação em ter alguma lesão 4 8 Ter ou detectar algum câncer 2 4 Saber ou avaliar a saúde, Preocupação com 7 14 minha saúde De cuidar da minha saúde 3 6 Prevenir, detectar, diagnosticar algum tipo de 7 14 anormalidade Preocupação com algo grave na saúde 1 1 O resultado 2 4 Total Fonte: Dados da pesquisa Na avaliação do comportamento e conhecimento da mulher sobre qual preparo fazer antes da coleta do exame preventivo, notou-se que as falas das entrevistadas, em quase sua totalidade, expressam o conhecimento da mudança de comportamento sexual, ou seja, abstinência sexual por um período de três dias. Esse fato é considerado importante para não haja interferência no resultado do exame. Algumas frases trazem a importância que as mulheres possuem referente a não usar cremes ou duchas vaginais para não dificultar a coleta. Não tenho relação sexual por uns três dias antes (...) (...) Além de não fazer sexo por uns três dias, eu faço boa higiene e não uso ducha vaginal. Eu não tenho relação por três dias, e faço o exame dez dias depois da menstruação. Eu não faço ducha e nem uso cremes antes, sei que não pode (...). (...) Tomo banho e não tenho relação uns dois ou três dias. Não tenho relação, (...) faço preventivo dez a quinze dias depois da menstruação. Eu tomo banho e não uso nada antes, interfere no exame. (...) Depilo e não tenho relação. (...) Não acho necessário fazer preparo (...) 50

11 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do Exame Preventivo do Câncer de Colo do Útero Izaedis Machado da Silva - Alessandra Mendes da Silva - Dugley Francisca Alves dos Santos Lima Wellington de Souza Mata - Gustavo Fonseca Genelhu Soares Nos resultados dos preventivos, o mais frequente foi a metaplasia com inflamação e Lactobacillus sp com n=11, com uma porcentagem de (22%). Em seguida, foi o resultado de Inflamação com Gardnerella vaginalis n=5 (10%); ficando com igual valor de n=5 (10%) o resultado de atrofia com inflamação. E, por último, nessa categoria de mais frequente nos resultados, a atrofia com inflamação e flora inespecífica com n=4 (8%). Demais resultados com menor frequência, sendo citólise moderada com n=3 (6%). Metaplasia com inflamação sugestiva de Gardnerella vaginalis n=3 (6%). Lactobacillus sp n=3 (6%). Hipotrofia com inflamação n=2 (4%). Metaplasia com Trichomonas vaginalis n=2 (4%). Metaplasia com citólise leve n=2 (4%). Outros resultados somam juntos 14% e questionários com dados incompletos 6%. Todos os resultados estão dentro do padrão de normalidade e negativos para neoplasia. Quanto às ações em saúde da mulher Ao serem indagadas a respeito da forma de obter informações sobre o exame preventivo e saúde da mulher, 43% das entrevistadas responderam que as informações são fornecidas pelo Agente comunitário de saúde; 24% através da enfermagem; 19% através do médico; 7% obtêm informações através da televisão e 7% outros meios. Esses dados contribuem para observarmos que todos os profissionais da saúde que as acolhem realizam a ação da informação em saúde da mulher. Contudo, o agente comunitário de saúde esteve em maior prevalência na propagação de informações a respeito do tema saúde da mulher, destacando a importância desse profissional na assistência à mulher em todo seu contexto. Em continuidade à categoria da percepção da mulher quanto às ações em saúde, quando consolidados, os dados referentes à: qual o tema que lhe interessa para informações e palestras sobre saúde da mulher?, os resultados prevalentes são pontuados no gráfico 4. Em primeiro lugar ficou o tema câncer de colo do útero (26%), seguido do tema câncer de mama (25%). Em terceiro lugar os fatores de risco que 51

12 Revista de Ciências, 2015, v. 6, n. 3 interferem na saúde da mulher (14%). Em quarto lugar o aleitamento materno (9%). Em quinto lugar o planejamento familiar (8%). Tema como violência doméstica também esteve presente (6%). Os hábitos alimentares (5%) e alterações na gravidez (5%) foram relatados na mesma porcentagem. Os temas de menor interesse em relação aos citados foram tabagismo e etilismo (1%) e outros (1%). Gráfico 4 Temas sobre saúde da mulher que se mostrou mais frequente nos relatos das mulheres que realizaram preventivo de março a agosto de 2014 em uma cidade do leste de Minas Gerais. Fonte: Pesquisa de campo A avaliação da mulher, relacionada às ações de saúde, ou ao atendimento na unidade básica de saúde a que assisti, foi distribuída na tabela 2 abaixo. O resultado mais prevalente, em 51% (n=26) dos relatos, foi: é bom, não tenho o que reclamar, atende minhas necessidades. Em seguida, com 14% (n=7), foi: sou bem atendida, esclarecem minhas dúvidas. A descrição de muito bom ficou com 10% (nº =5). 6% (n=3) relataram é bom, mas precisa melhorar. E 4% (n=2) das mulheres disseram: eles fornecem as informações necessárias. 52

13 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do Exame Preventivo do Câncer de Colo do Útero Izaedis Machado da Silva - Alessandra Mendes da Silva - Dugley Francisca Alves dos Santos Lima Wellington de Souza Mata - Gustavo Fonseca Genelhu Soares Demais relatos totalizaram 15%, várias descrições com 2% cada relataram: é regular mas precisa melhorar, é ótimo, satisfeita, muito vago, tem que ter mais aperfeiçoamento, muito válido, mas acho que tem que melhorar mais, com capacitação para os profissionais, eles são sempre atenciosos com todos os pacientes, muito válido, precisa de algumas melhoras. Tabela 2 Avaliação da mulher sobre seu atendimento na unidade Básica a que assisti. Dados de março a agosto de 2014 em uma cidade do Leste de Minas Gerais. Quantidade Descrição da avaliação feita pela mulher 26 É Bom. Não tenho o que reclamar/atende minhas necessidades/ sempre fui bem atendida. 05 Muito bom. 03 É Bom, mas precisa melhorar. 01 É Regular, mas precisa melhorar. 01 Ótimo. 01 Satisfeita. 01 Muito vago, tem que ter mais aperfeiçoamento. 01 Muito válido, mas acho que tem que melhorar mais, com capacitações para os profissionais. 07 Sou bem atendida, esclarecem minhas dúvidas. 01 Eles são sempre atenciosos com todos os pacientes 02 Eles fornecem as informações necessárias 01 Muito válido. 01 Precisa de algumas melhoras. 51 Fonte: Pesquisa de campo 53

14 Revista de Ciências, 2015, v. 6, n. 3 Percebe-se nos relatos das entrevistadas que, apesar de relacionarem como bom atendimento, há uma expectativa de melhoras para os serviços prestados, porém não houve nos discursos relatos acerca de quais aspectos há necessidades de melhorias. Saber como a mulher percebe seu atendimento na Estratégia Saúde da Família que a assite é relevante para permitir diálogo e expressão de dúvidas sobre o contexto do exame preventivo. Assim, facilita o conhecimento consoante aos fatores que ainda impedem diversas mulheres de procurarem o serviço de saúde para a prevenção do câncer de colo uterino. Dessa forma, a atenção à saúde da população feminina requer melhor observação para que ocorram estratégias de intervenções adequadas. De acordo com Ferreira (2009), o vínculo que essas mulheres possuem com a equipe de saúde que as assiste é um dos componentes da baixa adesão ao exame preventivo, pois muitas vezes cabe ao profissional quebrar tabus e atuar como facilitador do acesso das mulheres ao exame Papanicolau, fazendo com que haja superação dos fatores de impedimento e uma melhor compreensão de seus sentimentos relacionados ao exame (...) (Ferreira, 2009). CONSIDERAÇÕES FINAIS Este estudo traz o contexto da mulher na realização do preventivo de câncer do colo uterino. Nele foi constatado que as mulheres que mais realizaram o exame preventivo foram as pertencentes à faixa etária de anos, sendo a maioria casada e com nível de escolaridade prevalente de ensino fundamental completo. A opinião que prevaleceu foi a que considera o exame incômodo, mas que o realizam por considerá-lo necessário. A maioria possuem como periodicidade de realização o intervalo de um ano e demostraram preocupação e conhecimento da importância do Papanicolau e da prevenção de doenças. Elas possuem predominantemente o conhecimento da abstinência sexual como mudança de comportamento três dias anterior ao exame. O resultado mais incidente foi metaplasia com inflamação e lactoba- 54

15 Percepção feminina: o universo de mulheres que buscam a realização do Exame Preventivo do Câncer de Colo do Útero Izaedis Machado da Silva - Alessandra Mendes da Silva - Dugley Francisca Alves dos Santos Lima Wellington de Souza Mata - Gustavo Fonseca Genelhu Soares cillus. E todos estão dentro do padrão de normalidade, negativos para neoplasia. Detectou-se que o agente comunitário é o profissional que mais dissemina informações sobre saúde da mulher. O interesse pelos temas de educação em saúde, pelos relatos que se concentram em câncer do colo de útero e na avaliação do atendimento prestado por sua UBS é bom, mas precisa de mais atenção. Referências BRASIL. Ministério da Saúde. DATA/ SUS: Sistema de Informação do Câncer e Sistema de Informação do câncer do colo do útero. (SISCAN/SISCOLO) Em: Instituto Nacional do Câncer(Brasil). Filho, L. A. F. (2011) O exame Papanicolau e o diagnóstico das lesões invasoras do colo de útero. Monografia de pós- -graduação, Universidade Paulisentro de consultoria educacional. Recife. Ferreira, Maria de Lourdes da Silva Marques. (2009). Motivos que influenciam a não-realização do exame de Papanicolau segundo a percepção de mulheres. Esc. Anna Nery [online].13(2), ISSN Febrasgo. (2014, 27 de janeiro). Exame de Papanicolau e vacina contra HPV são arsenal para prevenir câncer de colo do útero. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Gamarra, C. J., Valente, J.G., Silva, G. A. (2010). Correção da magnitude da mortalidade por câncer do colo do útero no Brasil, Rev. Saúde Pública [online]. 44(4), ISSN Instituto Nacional do Câncer (INCA - Brasil). Painel: Razão Exames Cito/população por Município.. (2011). Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero / InstitutoNacional de Câncer. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Divisão de Apoio àrede de Atenção Oncológica. Rio de Janeiro: INCA,. Outubro de Estimativas tabelas estados. Souza, A.B. e Borban, P.C. (2008). Exame citológico e os fatores determinantes na adesão de mulheres na estratégia saúde da família do município de Assaré. Caderno de Cultura e Ciências.2(1), Entiauspe, L G et al. (2014). High inci- 55

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