ATENÇÃO PRIMÁRIA AMBIENTAL: O CONHECIMENTO DO ENFERMEIRO QUE ATUA NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA *

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1 ATENÇÃO PRIMÁRIA AMBIENTAL: O CONHECIMENTO DO ENFERMEIRO QUE ATUA NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA * Andréia Centenaro 1 Elizabeth Maria Lazzarotto 2 INTRODUÇÃO: O presente estudo é centrado na atenção primária ambiental (APA) e no conhecimento do enfermeiro que atua no programa de saúde da família (PSF) possui sobre APA. Segundo Brasil (2004), o PSF é fundamentado por uma concepção de atenção à saúde focada na família e na comunidade, com práticas que apontam para o estabelecimento de novas relações entre os profissionais de saúde e a comunidade, propondo um trabalho de atenção primária a saúde, neste programa o enfermeiro deve possuir uma visão crítica e uma prática humanizada, competente e resolutiva, que envolve ações de promoção, prevenção, recuperação e de reabilitação. OPAS (1999, p. 21) relata que a atenção primária ambiental (APA) surgiu atrelada à atenção primária a saúde, sendo uma parte do [...] sistema de saúde nacional, do qual é a função central e principal... é o desenvolvimento social e econômico da comunidade. Segundo OPAS (1999, p. 26), a atenção primária ambiental não é uma negação nem uma substituição da atenção primária em saúde. É uma proposta qualitativa diferente e complementar. Para o referido autor, a atenção primária ambiental é a assistência sanitária essencial e representa o primeiro nível de contato dos indivíduos com o sistema nacional de saúde e leva a atenção à saúde aos lugares onde as pessoas vivem e trabalham. A atenção primária ambiental é uma estratégia de ação ambiental, basicamente preventiva e participativa em nível local (p. 28). Dentro da APA o enfermeiro trabalha junto com a vigilância ambiental, trabalho que consiste num conjunto de [...] ações que * Pesquisa monográfica em andamento (dados preliminares) 1 Enfermeira, Especializanda do Curso Saúde do Adulto - Unioeste, Responsável técnica da SMR - Socorro Médico e Resgate da Rodovia das Cataratas Cascavel/PR. Rua Arquitetura, 1175, Jardim Universitário Cascavel/PR. CEP: Tel: (45) Enfermeira, Mestre, Docente do Curso de Enfermagem da Unioeste Campus de Cascavel/PR

2 proporcionam o conhecimento e a detecção de mudança nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a finalidade de identificar as medidas de prevenção e controle dos riscos ambientais (BRASIL, 2002, p. 7). Para o autor, o enfermeiro deve saber fazer o planejamento de programas e ações de prevenção e de controle do risco de contaminação. Dentro desta concepção, o enfermeiro na vigilância ambiental deve realizar ações de monitoramento de vetores, alimentos e água para consumo humano e o controle da incidência das doenças (p. 13), sendo estes fatores que podem ocasionar riscos de saúde humana, bem como desastres ambientais. Ribeiro e Bertolozzi (2002) expõem que o enfermeiro dever realizar a promoção da saúde ambiental, de forma que possam ser identificados e ressaltados os riscos ambientais, bem como no desenvolver de ações preventivas na atenção primária ambiental, visando à saúde da população no local onde moram ou vivem. OBJETIVO: O presente estudo tem como objetivo conhecer o trabalho desenvolvido na atenção primária ambiental pelos enfermeiros que atuam no programa saúde da família nos municípios de Anahy, Campo Bonito, Corbélia, Iracema do Oeste, Santa Tereza do Oeste e Três Barras do Paraná/PR. METODOLOGIA: Para o desenvolver do estudo utilizou-se uma pesquisa exploratória, que, segundo Santos (2000, p. 26), é a primeira aproximação de um tema e visa criar maior familiaridade em relação a um fato ou fenômeno. Esta pesquisa também é descritiva, e para Gil (1999), consiste na descrição das características da população ou o estabelecimento de variáveis, sendo que utiliza técnicas padronizadas para coleta de dados, e para compor a amostra, utilizou-se o critério de amostragem probabilística aleatória simples, que, segundo Gil (1999, p. 93), é aquela que [...] consiste em atribuir a cada elemento da população um número único para depois selecionar alguns desses elementos de forma casual. A população do estudo foi constituída de 10 enfermeiros que atuam em programa de saúde da família, os quais foram selecionados por meio de um sorteio, dentre os municípios pertencentes a 10ª Regional de saúde, sendo os seguintes municípios selecionados: Anahy, Campo Bonito,

3 Corbélia, Iracema do Oeste, Santa Tereza do Oeste e Três Barras do Paraná/PR. A pesquisa de campo para a coleta dos dados foi realizada por meio de entrevista e da aplicação de um questionário semi-estruturado durante o mês julho de Para a análise dos dados foi utilizado o método quantitativo e qualitativo, que, segundo Minayo (2000, p. 96), são importantes na construção do conhecimento e [...] podem permitir o início de uma teoria ou a sua reformulação, refocalizar ou clarificar abordagens já consolidadas. Este estudo foi avaliado e aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A análise dos dados nos mostra que o perfil dos enfermeiros entrevistados, que atuam no programa saúde da família, é composto por profissionais exclusivamente do sexo feminino, com idade entre 21 e 40 anos, sendo a 60% entre 21 e 30 anos. As enfermeiras são, em maioria, solteiras (80%), contra 20% de casadas, apenas 10% das enfermeiras possui filhos (dois), contra 90% que não possuem filhos. A área de atuação dos enfermeiros entrevistados consiste em sua totalidade em PSF, e a renda destes profissionais varia entre R$ 800,00 e 3500,00, sendo que 50% fica de R$ 1600,00 a 2000,00 e apenas 10% recebem entre R$ 3100,00 e 3500,00. A jornada de trabalho do profissional que atua no PSF é de oito horas, dificultando ao enfermeiro de possuir dois empregos, porém, mesmo assim, encontramos 20% que possuem dupla jornada de trabalho. Estas profissionais se formaram, em sua maioria, na Unioeste (50%), também encontramos enfermeiros formandos na Unipar (20%), UEL (10%), Unifil (10%) e Unespar (10%). Elas possuem pouco tempo de formadas, sendo que 80% delas tem entre 7 meses e 5 anos de graduação, os quais em sua maioria continuam se especializando, pois 90% já cursaram ou estão cursando curso de pós-graduação, sendo estudos, em 40%, na área de saúde pública/coletiva e 30% na saúde da família. Com relação ao trabalho desenvolvido na APA, pelas enfermeiras, os relatos foram: Conscientização para a população da importância do meio ambiente e também a ajuda que cada pessoa possa fazer para mantermos em ordem o ambiente. Diagnóstico precoce dos riscos e futuros problemas relacionados à higiene, saneamento, moradia.

4 A prevenção é imprescindível, realizamos orientações domiciliares para as família, na UBS também trabalhamos, com os agentes de saúde a abordagem dos pacientes, já que a zona rural muitas vezes apresenta sérios problemas. E sempre que necessário trabalhamos em parceria com o departamento de ação social para solucionar alguns problemas. Noções básicas de higiene nem sempre fazem parte da vida da população carente, este é um perfil que estamos tentando mudar nas escolas, em trabalho conjunto com a educação, associando o bem-estar geral do cidadão com a saúde. Palestras educativas com escolas, sala de espera e também com grupos de HiperDia; participação no projeto de limpeza do Rio Gonçalves Dias. O trabalho desenvolvido nesta atenção, deve ser bem profundo, no sentido de conhecer a realidade de sua atuação, sua clientela, bem como os problemas existentes e também procurar saná-los, traçando metas para este fim. As atividades com que tenho contato e que podem, ser voltadas à prevenção do meio ambiente a nível primário são a coleta do lixo nas unidades de saúde, que são realizadas de forma adequada, separação do lixo comum e hospitalar, a maneira adequada quanto a desprezar ou manipular as substâncias na sala de vacinas. Orientação junto às famílias quanto ao lixo e sua separação e local de armazenamento de frascos de agrotóxicos e outros. Medidas profiláticas para determinadas doenças. Conhecer bem a área para desenvolver um trabalho especifico para aquele ambiente. Educação em saúde para a prevenção de danos ambientais. Durante a análise do discurso das enfermeiras, pudemos observar que a maioria delas não conhece e não realizam atividades/ações relacionadas à atenção primária ambiental CONCLUSÕES: Com relação ao perfil dos profissionais, constatou-se a predominância do sexo feminino (100%); quanto à faixa etária, 60% dos entrevistados possuem de 21 a 30 anos, sendo que, dentre as entrevistadas, 80% possuem menos de 5 anos de formadas. Quanto ao curso de pós-graduação, 90 % das enfermeiras possuem curso de pós-graduação, cursos, que, em sua maioria, foram realizados nas áreas de saúde pública/coletiva/família. Quanto ao conhecimento das enfermeiras sobre a APA, podemos concluir que dentre as enfermeiras pesquisadas, a grande maioria não conhece

5 as atividades a serem desenvolvidas, bem como não realizam atividades/ações relacionadas à atenção primária ambiental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Vigilância ambiental em saúde. Brasília: MS/FUNASA, Ministério da Saúde. Educação permanente. Cadernos de atenção básica. Brasília. MS, p GIL, A. C.. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, MINAYO, M. C. S.. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 7. ed. Rio de Janeiro: HUCITEC/Abrasco, OPAS. Organização Pan-Americana da Saúde. Divisão de saúde e ambiente. Programa de qualidade ambiental. Atenção primária ambiental (APA). 1. ed. Brasília: RIBEIRO, M. C. S.; BERTOLOZZI, M. R.. Reflexões sobre a participação da enfermagem nas questões ecológicas. Revista da Escola de Enfermagem da USP, dezembro de 2002, v. 36. n. 4, p , ISSN SANTOS, A. R.. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 5. ed. rev. Rio de Janeiro: DPEA, 2002.

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