PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

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1 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS COSTA, Yago da 1 ; ALVES, Beatriz Rodrigues 2 ; FELIX, Jefferson Ferreira 3 ; PACHECO, Lílian Fernanda 4 ; SILVA, Tânia Cristina Dias da 5 ; FORMIGA, Cibelle Kayenne Martins Roberto 6. Palavras-chave: educação em saúde; prevenção; fisioterapia. Introdução Educação e Saúde são áreas indissociáveis no atendimento às pessoas com necessidades especiais. A articulação e complementaridade das duas áreas é premissa básica para a promoção da qualidade de vida desses indivíduos. São ações que devem ocorrer de forma contínua e simultânea ao processo de reabilitação (GLAT; FERNANDES; PONTES, 2006). O conceito de saúde abrange um conjunto de fatores como socioeconômico, alimentação, meio ambiente, saneamento básico, entre outros. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Fisioterapia (BRASIL, 2002) os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Nesse contexto, a Fisioterapia, como todas as áreas da saúde no Brasil, preocupa-se em ampliar seu objeto de trabalho assumindo a responsabilidade básica de participar, não só do tratamento e recuperação, como também da Resumo revisado pela Profa. Dra. Cibelle Kayenne Martins Roberto Formiga, Coordenadora da Ação Programa de promoção e educação em saúde para usuários do serviço da clínica escola de fisioterapia da ESEFFEGO UEG. Código: 2011PRE Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (ESEFFEGO), Universidade Estadual de Goiás (UEG). 2 Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (ESEFFEGO), Universidade Estadual de Goiás (UEG). 3 Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (ESEFFEGO), Universidade Estadual de Goiás (UEG). 4 Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (ESEFFEGO), Universidade Estadual de Goiás (UEG). 5 Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (ESEFFEGO), Universidade Estadual de Goiás (UEG). 6 Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (ESEFFEGO), Universidade Estadual de Goiás (UEG).

2 promoção da saúde individual e coletiva como iniciativa fundamental na melhoria da organização dos serviços e práticas profissionais, com o intuito de fazer da satisfação do paciente um elemento de status de saúde por si próprio (GOUVEIA et al., 2005; MAGALHÃES; SOUZA, 2004). A Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade Estadual de Goiás (UEG) foi criada em 1998 com intuito de oferecer atendimento fisioterapêutico em caráter ambulatorial, gratuito e de forma agendada à população de baixa renda. É evidente a importância da Clínica Escola no desenvolvimento das atividades do curso de Fisioterapia ao estabelecer o intercâmbio entre a tríade ensino, pesquisa e extensão. O Programa de Extensão intitulado Programa de promoção e educação em saúde para usuários do serviço da Clínica Escola de Fisioterapia da UEG- ESEFFEGO é uma ação extensionista da UEG, que vem sendo realizada desde 2011 com a participação de uma equipe interdisciplinar composta por docentes, discentes e técnicos administrativos da instituição. O objetivo do presente estudo é descrever o perfil dos usuários da clínica escola, a satisfação destes com o serviço oferecido e os principais temas de interesse da referida comunidade para o programa de educação em saúde. Metodologia O Programa de promoção e educação em saúde para usuários do serviço da Clínica Escola de Fisioterapia da UEG-ESEFFEGO possui três etapas distintas: a) primeira etapa - conhecimento do perfil e das necessidades dos usuários da Clínica-Escola da ESEFFEGO-UEG. Esta etapa foi realizada por meio de entrevista semi-estruturada com os usuários da Clínica-escola por meio do Questionário de Conhecimento das Necessidades dos Usuários da Clínica-Escola de Fisioterapia. O instrumento utilizado foi um questionário elaborado pelos próprios pesquisadores dividido em: informações pessoais; informações sobre aspectos clínicos e o atendimento fisioterapêutico; opinião sobre as atividades de educação em saúde e opinião sobre a clínica escola. b) segunda etapa - desenvolvimento de ações de Promoção e Educação em Saúde conforme o interesse dos Usuários da Clínica-Escola. Esta etapa vem sendo realizada por meio de oficinais de educação em saúde voltada para os temas de

3 interesse da comunidade-alvo com participação ativa dos mesmos no processo de aprendizagem. c) terceira etapa - avaliação do Programa de Extensão nos aspectos gerais de satisfação dos Usuários por meio de entrevista semi-estruturada com os usuários da Clínica-escola. A equipe executora envolve docentes, servidores e acadêmicos do curso de Fisioterapia, incluindo os estagiários da clínica Escola. No presente trabalho serão apresentados os resultados obtidos com a execução da primeira etapa do Programa. Os resultados resultaram em um estudo de natureza descritiva, de abordagem quantitativa e de corte transversal. Resultados e discussão Participaram da primeira fase do programa de extensão 129 pacientes que frequentam a Clínica Escola de Fisioterapia da ESEFFEGO - UEG. Verificou-se no estudo que a maioria dos participantes era do sexo feminino (65%), com idade média de 47 anos, de cor/etnia parda (51%), casados (47%), com nível fundamental de escolaridade (55%), vivem com uma renda entre um a dois salários mínimos (53%), não possuem plano de saúde além do Sistema Único de Saúde (70%) e não recebe benefício financeiro governamental (56%). Os resultados relacionados aos indicadores biológicos e socioeconômicos dos participantes são semelhantes ao encontrados na literatura, em que a população que se encontrava em tratamento fisioterapêutico foi predominantemente do gênero feminino (MENDONÇA; GUERRA, 2007), oriundos de classes econômicas menos favorecidas e com idade média entre 40 e 50 anos (DIAS et al., 2011; SUDA; UEMURA; VELASCO, 2009). Em relação às condições de saúde dos entrevistados, 50% responderam que possuem alguma doença crônica e 11% possuem mais de um tipo. Observou-se que a doença crônica mais predominante entre os participantes foi a hipertensão arterial (38%). A maioria dos entrevistados não praticam atividade física regular (57%), não necessitam de ajuda para realizar as atividades de vida diária (63%) e 80% perceberam benefícios após o início do tratamento fisioterápico. Considerando o tratamento realizado na clínica escola de fisioterapia, verificou-se que 73% recebem a assistência fisioterapêutica na área musculoesquelética e 35% na área neurofuncional, sendo que alguns pacientes frequentam mais de uma área de atendimento na clínica.

4 A avaliação da satisfação em relação aos serviços de saúde pelos próprios usuários é de natureza multidimensional e particular, envolvendo suas expectativas e experiências (SUDA; UEMURA; VELASCO, 2009), a relação terapeuta-paciente, e o fator socioeconômico que o indivíduo está inserido (WEISS, 1998). Os resultados em relação ao nível de satisfação dos usuários revelaram que a maioria dos usuários classifica positivamente o serviço prestado na clínica escola quanto aos aspectos de atendimento de secretárias, estrutura física, limpeza, atendimento dos estagiários e tratamento recebido. Os entrevistados também foram questionados a respeito de sugestões de mudanças no atendimento oferecido pela clínica. Verificou-se que 82% dos participantes apontaram necessidade de mudanças, enquanto 18% destacaram mudanças na estrutura física da clínica. Em relação aos temas sugeridos no programa de educação em saúde, os resultados revelaram que o tema mais escolhido foi o desejo de saber mais sobre a própria patologia (45%), seguido de alimentação saudável (25%), hipertensão arterial (23%), estresse, ansiedade e depressão (21%); orientação postural (16%), importância do sono (16%), saúde da mulher (15%), dentre outros. Conclusões Por meio dos resultados apresentados foi possível conhecer melhor o perfil socioeconômico, condições de saúde e o nível de satisfação dos usuários da clínica escola de Fisioterapia da ESEFFEGO-UEG. Além disso, foi possível verificar os temas de maior interesse da comunidade para a realização das atividades de educação em saúde. Esses resultados são fundamentais para a execução da segunda e terceira etapas do programa de extensão, pois permitem que a atividade extensionista proposta seja voltada para as necessidades do público-alvo. Referências bibliográficas BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior. Resolução Nº CNE/CES nº 4, de 19 de fevereiro de Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia. Disponível em: Acesso em: 20 de abril de 2012.

5 DIAS, A. O.; SOUZA; C. B.; PORTO, G. M.; GOMES, N. C. P.; SOARES, T. K.; CARREIRO, D. L.; COUTINHO, L. T. M.; JÚNIOR, R. F. C. M.; COUTINHO, W. L. M. Avaliação da satisfação dos usuários em relação ao atendimento fisioterapêutico prestado em clínica escola. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 15, Nº 153, Febrero, p. 1-5, GLAT, R.; FERNANDES, E. M.; PONTES M. L. Educação e saúde no atendimento integral e promoção da qualidade de vida de pessoas com deficiências. Revista Linhas, Florianópolis, v. 7, n. 2, p. 1-16, GOUVEIA, G. C.; SOUZA W. V.; LUNA, C. F.; SOUZA-JÚNIOR, P. R. B.; SZWARCWALD, C. L. Health care users' satisfaction in Brazil, Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 21, p , MAGALHÃES, M. S.; SOUZA, F. J. P. Avaliação da assistência fisioterapêutica sob a ótica do usuário. Revista Fisioterapia Brasil, Rio de Janeiro, v. 5, n. 5, p , set./out MENDONÇA, K. M. P. P.; GUERRA, R. O. Desenvolvimento e avaliação de um instrumento de medida da satisfação do paciente com a fisioterapia. Revista Brasileira de Fisioterapia, São Carlos, v. 11, n. 5, p , set./out SUDA, E. Y.; UEMURA, M. D.; VELASCO, E. Avaliação da satisfação dos pacientes atendidos em uma clínica-escola de Fisioterapia de Santo André, SP. Fisioterapia e Pesquisa, São Paulo, v. 16, n. 2, p , WEISS, I. G. Patient satisfaction with primary medical care: evaluation of sociodemografich and predispositional factors. Medical Care, v. 26, p , FONTE FINANCIADORA: Ministério da Educação/SESu/ Edital PROEXT 2010.

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