AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA SOBRE MEDIDAS DE CONTROLE DE INFECÇÃO

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1 INTRODUÇÃO As IRAS representam um grave problema de saúde no país; Existe uma série de evidências que fundamentam as ações para a prevenção e o controle das IRAS a fim de reduzir os riscos nos serviços de saúde. O SEP e a CCIH se uniram para elaboração de uma proposta de trabalho multidisciplinar, que inclui ações educativas, a fim de reduzir as taxas de IRAS da instituição. OBJETIVO Avaliar o conhecimento da Equipe de Enfermagem sobre medidas de controle de infecção, através de um projeto de educação no trabalho. DESCRIÇÃO METODOLÓGICA Pesquisa Quantitativa Exploratória Cenário: CTI do Hospital do Amparo Feminino Sujeitos: Equipe de Enfermagem (G1 09 / G2 36 Técnicos de Enf.) Programa de Treinamento associado a Pré e Pós-Testes Análise Estatística Descritiva Simples

2 RESULTADOS Na ausência de sujidade visível ou matéria orgânica, qual a melhor substância para a HM? 33% Água e Sabão Álcool Gel 47% 53% 14% 86% Pré -Teste Pós -Teste Pré - Teste Pós -Teste Conhece a técnica de colocar e retirar o capote? 100% 92% Técnicos de Enfermagem O treinamento de capote alterou sua técnica anterior? 56% 44% 0% 8% SIM NÃO SIM NÃO Técnicos de Enfermagem SIM NÃO SIM NÃO Técnicos de Enfermagem

3 RESULTADOS Os 5 momentos preconizados pela OMS para HM com álcool gel. ENFERMEIROS 100% Pré -Teste Pós - Teste 89% 100% 100% 56% 1º 2º 3º 4º 5º TÉCNICOS DE ENFERMAGEM Pré - Teste Pós -Teste 86% 83% 56% 56% 89% 89% 86% 50% 1º 2º 3º 4º 5º

4 CONCLUSÃO Através dessa estratégia multidisciplinar foi possível avaliar as dificuldades técnicas e estruturais encontradas pelos funcionários para realização das atividades propostas. Permitindo reavaliação contínua do conhecimento e consequente processo de trabalho e sua otimização, garantindo a capacitação dos funcionários e consequente melhoria no controle de infecções. Entende-se a incorporação das técnicas de precauções e de higienização das mãos como parte do programa de orientações para todos os funcionários antes de iniciar suas atividades nas unidades, e que deve ser continuamente reforçada. A parceria entre SEP e CCIH é de fundamental importância para garantir a adesão às medidas adotadas para controle de IRAS, construção significativa de conhecimento e autonomia para promover transformação da realidade institucional.

5 CONTRIBUIÇÕES PARA ENFERMAGEM A Educação Permanente ancorada nos preceitos da práxis transformadora cria estratégias educativas que não visam à transmissão de um conhecimento, mas a mudança do comportamento dos funcionários, garantindo a melhoria da qualidade na assistência e mais especificamente no controle de infecções. REFERÊNCIAS (1) OLIVEIRA AC, CARDOSO CS, MASCARENHAS D. Precauções de contato em Unidade de Terapia Intensiva: fatores facilitadores e dificultadores para adesão dos profissionais. Rev. esc. enferm. USP. 2010; 44(1). (2) Organização Mundial da Saúde. Guia Para Implementação : Um Guia para a implantação da estratégia multimodal da OMS para a melhoria da higienização das mãos a observadores: estratégia multimodal da OMS para a melhoria da higienização das mãos. Tradução de Sátia Marine Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde; Agência Nacional de VigilânciaSanitária, (3) JARDIM JM, LACERDA RA, SOARES NJD, NUNES BK. Avaliação das práticas de prevenção e controle de infecção da corrente sanguínea em um hospital governamental. Rev. esc. enferm. USP. 2013; 47(1). (4) SILVA LAA, FERRAZ F, LINO M, BACKES VMS; SCHMIDT SMS. Educação permanente em saúde e no trabalho de enfermagem: perspectiva de uma práxis transformadora. Rev. Gaúcha Enferm. (Online). 2010; 31(3). Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s DESCRITORES: Educação Continuada; Infecção Hospitalar; Prática Profissional. ÁREAS TEMÁTICAS: Interfaces da Enfermagem com práticas profissionais e populares de cuidado em saúde

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