CONHECIMENTO A RESPEITO DA IMPORTANCIA DO EXAME PAPANICOLAU NA PREVENÇÃO DO CANCER DE COLO UTERINO, NO MUNICIPIO DE BARBALHA.

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1 CONHECIMENTO A RESPEITO DA IMPORTANCIA DO EXAME PAPANICOLAU NA PREVENÇÃO DO CANCER DE COLO UTERINO, NO MUNICIPIO DE BARBALHA. Bárbara Thalyta Macedo 1 Nilene Clemente Barros Alves de Oliveira 2 Antônio Carlos Cláudio Freitas Filho 3 Plínio Henrique Fernandes Leandro 4 1 Introdução/ Desenvolvimento De acordo com a Organização Mundial da Saúde, as estratégias para a detecção inicial são o diagnóstico precoce (abordagem de pessoas com sinais e/ou sintomas da doença) e a triagem (aplicação de um teste ou exame numa população assintomática, aparentemente saudável, com objetivo de identificar lesões sugestivas de câncer e encaminhá-la para investigação e tratamento). 1Bolsista do Projeto Mulheres Unidas Contra o Câncer de Colo Uterino, Universidade Federal do Ceará, Barbalha, Ceará: 2Professora Orientadora do Projeto Mulheres Unidas Contra o Câncer de Colo Uterino, Universidade Federal do Ceará, Barbalha, Ceará: 3Graduando do Curso de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Barbalha, Ceará: 4 4 Graduando do Curso de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Barbalha, Ceará: 1

2 2 O teste utilizado em rastreamento deve ser seguro, relativamente barato e de fácil aceitação pela população, ter sensibilidade e especificidade comprovadas, além de relação custo-efetividade favorável (WHO, 2007). É baseado nessa afirmação que se desenvolveu o Projeto de Extensão abordado. Este tem como finalidade orientar mulheres do município de Barbalha a realizarem com periodicidade correta o exame preventivo Papanicolau, visto que o câncer de colo uterino é uma doença com grande chance de ser prevenida se for detectada em suas fases iniciais. Essas últimas podem ser flagradas pelo exame Papanicolau. O câncer do colo do útero é o segundo mais incidente na população feminina brasileira, excetuando-se o câncer de pele não melanoma. No Brasil, no ano de 2011, são esperados casos novos, com um risco estimado de 18 casos a cada 100 mil mulheres (INCA, 2009). Em 2007, esta neoplasia representou a quarta causa de morte por câncer em mulheres (4.691 óbitos), com taxa bruta de mortalidade de 4,71/100 mil mulheres (INCA, 2012). Tanto a incidência como a mortalidade por câncer do colo do útero podem ser reduzidas com programas organizados de rastreamento. Uma expressiva redução na morbimortalidade pela doença foi alcançada nos países desenvolvidos após a implantação de programas de rastreamento de base populacional a partir de 1950 e 1960 (WHO, 2008). As lesões de colo pré-invasivas podem ser detectadas por meio da citologia cérvico-vaginal pelo método de Papanicolau, procedimento utilizado há mais de 50 anos com excelente razão custo-benefício, sendo o método de avaliação que tem modificado efetivamente as taxas de incidência da doença (SESA, 2002). É reconhecido mundialmente como sendo seguro e eficiente, exigindo infra-estrutura simples para ser realizado. É recomendado para mulheres em atividade sexual e até 60 anos de idade, uma vez ao ano e, após dois exames anuais consecutivos negativos, a cada três anos, orientação que se apóia na lenta progressão do câncer de colo de útero3. É fato que a lenta evolução deste câncer possibilita o seu diagnóstico na fase intra-epitelial (não invasiva) em mulheres assintomáticas, quando o tratamento é de baixo custo e tem elevado percentual de cura (Aquino et al., 1986). Segundo a Organização Mundial da Saúde, com uma cobertura da população-alvo de, no mínimo 80% e a garantia de diagnóstico e tratamento adequados dos casos alterados, é possível reduzir, em média, de 60 a 90% a incidência do câncer cervical invasivo (WHO, 2002). Logo, a orientação adequada das mulheres em idade sexual ativa sobre a periodicidade correta e a importância do exame preventivo são informações fundamentais para se obter redução nos índices de incidência de câncer cervical nessas mulheres. Visto que, por ser um exame de baixo custo e fácil realização, este já se encontra ao alcance da população em âmbito nacional, fornecido pela rede pública de saúde. Dentro desse contexto, o objetivo do trabalho é apresentar as atividades realizadas pelo Projeto de Extensão Mulheres unidas contra o câncer de colo uterino assim como apresentar dados obtidos com o projeto. 2 Metodologia/ Resultados Este projeto foi desenvolvido buscando-se obter informações das mulheres que procuram atendimento na Unidade Básica de Saúde do município de Barbalha a respeito do conhecimento sobre o exame preventivo Papanicolau. São abordadas duas unidades de Saúde do município. A cada encontro, que ocorre semanalmente, são realizadas palestras educativas expositivas, por alunos que participam do Projeto, a respeito do tema, por meio de apresentação em slides. Os participantes do projeto são em numero de 5, que também se reúnem entre si para discutir os temas.

3 3 Ao final da apresentação expositiva, as pacientes podem esclarecer suas duvidas ou desmistificar conceitos preexistentes sobre o assunto. São entregues a estas mulheres panfletos autoexplicativos sobre o assunto, para que estas possam carregar o conhecimento e difundi-lo entre as mulheres as quais tenham contato. O numero de mulheres que participam de cada palestra varia de 3 a 7 mulheres, pois é de acordo com a marcação de exames na unidade de saúde. Foram realizadas este ano36 palestras. A exploração do conhecimento das pacientes baseou-se em um artigo da literatura que usa como parâmetros conhecimento, atitude e prática a respeito da realização do exame preventivo. Segundo esse artigo: 1. Conhecimento sobre o exame de Papanicolau foi considerado: a. Adequado quando a mulher já tinha ouvido falar do mesmo e sabia que era para detectar câncer em geral ou especificamente de colo uterino; b. Inadequado quando a mulher nunca tinha ouvido falar do exame ou já tinha ouvido, mas não sabia que era para detectar câncer. 2. Atitude foi considera: a. Adequada quando a mulher achou que fazer o exame era necessário; b. Inadequada quando a mulher achou que fazer o exame era pouco necessário, desnecessário ou não tinha opinião sobre a sua necessidade. 3. A prática foi considerada: a. Adequada quando a mulher realizou seu último exame no máximo há três anos; b. Inadequada quando a mulher tinha feito o último exame há mais de três anos ou nunca o havia feito. Dados obtidos sobre esse inquérito CAP (conhecimento, atitude, prática) estão expostos na tabela a seguir. Tabela 1 - Conhecimento, Atitude e Prática do Exame Papanicolau segundo as mulheres do município de Barbalha, em números absolutos. Conhecimento Atitude Prática Adequado Inadequado Tabela 2 Conhecimento, Atitude e Prática do Exame Papanicolau segundo as mulheres do município de Barbalha, em valores percentuais. Conhecimento Atitude Prática Adequado 37,56% 54,69% 41,43% Inadequado 62,43% 54,31% 58,56%

4 4 Segue-se a etapa de coleta de dados, a apresentação do tema em forma de slide. Trata-se de uma breve exposição a cerca do assunto, trazendo informações e conceitos primordiais a respeito do exame preventivo e sua relação com a prevenção do câncer cervical. As pacientes são orientadas a respeito da periodicidade correta, cuidados prévios e como ter acesso ao exame. Após exposição do tema, o palestrante fica a disposição das ouvintes para esclarecer as dúvidas. Entre as mais frequentes, foram: Devo fazer o exame preventivo mesmo sem apresentar sintomas algum? ; O exame ginecológico realizado pelo medico assistente substitui o exame preventivo? ; Sou viúva ou divorciada ou solteira, mesmo assim devo realizar periodicamente o exame preventivo? ; Todos os exames que realizei até hoje são normais (negativo para neoplasia), devo continuar fazendo?. Por último, o palestrante entrega panfletos informativos para as pacientes contendo as principais informações abordadas durante a palestra, que serve tanto para consulta pela própria ouvinte, como para distribuir para outras mulheres. 3 Considerações Finais Diante do exposto, o Projeto de Extensão Mulheres unidas contra o câncer de colo uterino tem como objetivo esclarecer a uma parcela das mulheres do município de Barbalha qual a finalidade do exame Papanicolau e orientar a periodicidade correta da sua realização. Além disso, coletar dados a respeito de conhecimentos prévios a cerca do assunto. Com o decorrer do projeto, certificamos que estamos alcançando nossos objetivos ao esclarecermos as principais dúvidas e elucidar as questões sobre o exame preventivo Papanicolau. No entanto, sabemos que é necessário abrangermos um numero maior de participantes ao longo do tempo, para que a informação realmente possa se difundir e se tornar bem consolidada entre as mulheres do município de Barbalha e, é por isso, que buscamos outros campos alternativos de atuação. 4 Referências

5 5 AQUINO, E.M.L.; CARVALHO, A.I.; FAERSTEIN, E. & RIBEIRO, D.C. S., Situação atual da detecção precoce do câncer cérvico - uterino no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2: BRENNA, Sylvia Michelina Fernandes; HARDY, Ellen; ZEFERINO, Luiz Carlos and NAMURA, Iara. Conhecimento, atitude e prática do exame de Papanicolaou em mulheres com câncer de colo uterino. Cad. Saúde Pública [online]. 2001, vol.17, n.4, pp ISSN X. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Atlas da Mortalidade. Disponível em: Acesso em: 10 set INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Estimativa Incidência do Câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero.Rio de Janeiro, Diponível em: < >. Acessado em: 31 de outubro de INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER (INCA). Periodicidade de realização do exame preventivo do câncer do colo do útero. Rev Bras Cancerol 2002; 48(1):13-5. SECRETARIA DE SAÚDE(CE). Saúde reprodutiva e sexual: um manual para a atenção primária e secundária (nível ambulatorial). Fortaleza: SESA, SOUSA, Ivna Giovana da Silva et al. Prevenção do câncer de colo uterino: percepções de mulheres ao primeiro exame e atitudes profissionais. Revista RENE, Fortaleza, v. 9, n. 2, p , abr./jun WORLD HEALTH ORGANIZATION. Cancer Control. Knowledge into ation. WHO gide for efective pogrammes. Switzerland: WHO, Disponível em: < %20Module.pdf>. Acesso em: 11 set WORLD HEALTH ORGANIZATION. International Agency for Research on Cancer. World Cancer Report WORLD HEALTH ORGANIZATION. National cancer control programmes: policies and managerial guidelines. 2.ed. Geneva: WHO, 2002.

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