1. Multa pela quebra do contrato. (Lei 8.245/91- art. 4º)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1. Multa pela quebra do contrato. (Lei 8.245/91- art. 4º)"

Transcrição

1 Efeitos e reflexos da Lei no /09 ao introduzir alterações na Lei n o 8.245/91 que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos (por conseqüência não se aplica às locações regidas pelo código civil). Temas: 1. Multa pela quebra do contrato. 2. Responsabilidade dos fiadores. 3. Duração das garantias da locação. 4. Despejo liminar por falta de pagamento. 5. Alterações processuais nas ações de despejo. 6. Expedição de mandado de despejo na sentença. 7. Execução provisória do despejo. 8. Ação revisional de aluguéis 9. Alterações nos requisitos da ação renovatória. 10. Data início da vigência da nova lei. 1. Multa pela quebra do contrato. (Lei 8.245/91- art. 4º) Nos contratos antigos, assinados antes da vigência da nova lei, o locador não pode retomar o imóvel antes do término do prazo avençado, mas o inquilino pode entregar o imóvel antes do vencimento do prazo da locação, contudo, neste caso, estará sujeito a discutir o valor da multa contratual. Os tribunais, desde há muito, vêm decidindo pela aplicação da multa prevista em contrato de forma proporcional, contudo, a matéria ainda é controvertida. A nova legislação, com o objetivo de reduzir a controvérsia a respeito desta matéria, manteve a impossibilidade de o locador retomar o imóvel antes de vencido o prazo contratual, mas dispôs de forma clara e objetiva que o locatário poderá entregar o imóvel antes do vencimento do contrato pagando a multa pactuada de forma proporcional ao período de cumprimento do contrato. A nova legislação não alterou, portanto manteve intacto, o rol das hipóteses de dispensa da multa conforme já previsto na Lei 8.245/91. Nova redação dos dispositivos alterados: Lei 8.245/91- art. 4º - Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, proporcionalmente ao período de cumprimento do contrato, ou, na sua falta, a que for judicialmente estipulada.

2 Parágrafo único. O locatário ficará dispensado da multa se a devolução do imóvel decorrer de transferência, pelo seu empregador, privado ou público, para prestar serviços em localidades diversas daquela do início do contrato, e se notificar, por escrito, o locador com prazo de, no mínimo, trinta dias de antecedência. Com a nova norma não haverá mais discussão; o valor da multa poderá ser apurado por cálculo aritmético. Bastará dividir o valor da multa pela quantidade de meses contratados e depois multiplicar o valor encontrado pelo número de meses que faltam para o vencimento do contrato. É importante registrar que essa disposição só atinge os contratos firmados a partir da vigência da nova lei. Ou seja: nas locações anteriores à vigência da nova lei a aplicação integral ou parcial da multa ainda poderá ser discutida judicialmente. 2. Responsabilidade dos fiadores. (Lei 8.245/91- art. 12) (Hipótese da separação ou morte dos afiançados.) A nova lei manteve as principais disposições da lei antiga com relação ao destino da locação no caso de separação ou morte de um dos locatários, contudo, fez inserir a faculdade dos fiadores de se exonerarem do compromisso de garantia nessas hipóteses. O fato que dá ensejo a essa faculdade legal em favor do fiador é a alteração na composição dos locatários. Naturalmente que a disposição traz um razoável avanço vez que, nestes casos específicos, a exoneração se dá ainda na vigência do contrato. Nova redação dos dispositivos alterados: Art. 12. Em casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da união estável, a locação residencial prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel. Parágrafo 1º Nas hipóteses previstas neste artigo e no art. 11, a subrogação será comunicada por escrito ao locador e ao fiador, se esta for a modalidade de garantia locatícia. Parágrafo 2º O fiador poderá exonerar-se das suas responsabilidades no prazo de 30 (trinta) dias contado do recebimento da comunicação oferecida pelo sub-rogado, ficando responsável pelos efeitos da fiança durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador.

3 É oportuno destacar, entretanto, que os prazos e formas legais devem ser observados rigorosamente, sob pena de o silêncio do fiador significar que a fiança estará mantida ainda que a locação permaneça apenas com um dos afiançados. Não se pode deixar de observar que é fixado um prazo de trinta dias, contados do recebimento da comunicação do locatário remanescente na locação, para que o fiador possa promover a notificação de desoneração. Portanto, a faculdade de exoneração, neste caso, tem prazo peremptório. Se não manifestada na forma e prazos que a lei dispõe, se extingue e não mais poderá ser exercitada. Não se pode abstrair, ademais, que o fiador, mesmo desistindo da fiança e atendendo todas as formalidades e prazos legais, ainda continuará a garantir a locação durante os 120 dias seguintes ao da sua notificação de exoneração dirigida ao locador. 3. Duração das garantias da locação. (Lei 8.245/91- arts. 39 e 40) (Exoneração da fiança na prorrogação indeterminada da locação.) A nova lei também realçou a continuidade da responsabilidade dos fiadores até a efetiva entrega das chaves, entretanto, por outro lado, instituiu a faculdade do fiador se desonerar da responsabilidade da fiança nos casos de prorrogação da locação por prazo indeterminado. Trata-se de uma faculdade, logo, o fiador deverá tomar a iniciativa de notificar ao locador sua intenção de desoneração da fiança. Art. 39. Salvo disposição contratual em contrário, qualquer das garantias da locação se estende até a efetiva devolução do imóvel, ainda que prorrogada a locação por prazo indeterminado, por força desta Lei. Art. 40. O locador poderá exigir novo fiador ou a substituição da modalidade de garantia, nos seguintes casos: I - morte do fiador; II - ausência, interdição, recuperação judicial, falência ou insolvência do fiador, declaradas judicialmente; III - alienação ou gravação de todos os bens imóveis do fiador ou sua mudança de residência sem comunicação ao locador; IV - exoneração do fiador; V - prorrogação da locação por prazo indeterminado, sendo a fiança ajustada por prazo certo; VI - desaparecimento dos bens móveis; VII - desapropriação ou alienação do imóvel. VIII - exoneração de garantia constituída por quotas de fundo de investimento;

4 IX - liquidação ou encerramento do fundo de investimento de que trata o inciso IV do art. 37 desta Lei X - prorrogação da locação por prazo indeterminado uma vez notificado o locador pelo fiador de sua intenção de desoneração, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança, durante 120 (cento e vinte) dias após a notificação ao locador. Parágrafo único. O locador poderá notificar o locatário para apresentar nova garantia locatícia no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de desfazimento da locação. Mais uma vez é importante destacar que o fiador, mesmo notificando regularmente ao locador de que não pretende manter a fiança por prazo indeterminado, ainda suportará os seus efeitos durante os próximos 120 dias. É certo que as disposições previstas no Código Civil sobre a fiança são mais benéficas para o fiador, entretanto, como as leis especiais prevalecem sobre a norma geral, nas relações de fiança imobiliária urbana valerá o que dispõe a Lei do Inquilinato. A nova lei não estabelece se seus efeitos com relação às duas novas figuras de exoneração da fiança devem ser aplicados apenas sobre os contratos assinados após a sua vigência ou se alcançarão também os contratos antigos. Haverá conflito, sem dúvida, nos casos em que o contrato tenha sido assinado na vigência da norma anterior e a sua prorrogação por prazo indeterminado ocorrer na vigência da lei nova. O tema sobre o alcance da nova norma no que se refere à fiança nos contratos antigos já prorrogados ou que vierem a ser prorrogados por tempo indeterminado, merecerá amplos debates e, por certo, julgadores e doutrinadores que pensam de formas diferentes. Na omissão da lei especial é sabido que o interprete deverá buscar as demais fontes do direito para fundamentar a sua decisão, e a analogia é uma delas. CPC - art O juiz não se exime de sentenciar ou despachar alegando lacuna ou obscuridade da lei. No julgamento da lide caber-lhe-á aplicar as normas legais; não as havendo, recorrerá à analogia, aos costumes e aos princípios gerais de direito. Portanto, é certo que os tribunais terão a incumbência de definir os limites da abrangência da nova norma no que refere à fiança, o que levará algum tempo. 4. Despejo liminar por falta de pagamento. (Lei 8.245/91- art. 59)

5 A nova lei do inquilinato incluiu a concessão de ordem liminar, com prazo de desocupação de 15 dias, para os imóveis residenciais e não residenciais alugados a inquilinos inadimplentes e sem garantia válida de pagamento. Essa nova hipótese de concessão de liminar de desocupação por falta de pagamento vale também para os imóveis residenciais ou não residenciais que tenham perdido as garantias contratuais pactuadas e o inquilino, mesmo notificado (artigo 40 da Lei 8.245/91), não as tenha substituído. Portanto, importa ressaltar que a nova disposição não atinge os contratos dotados de garantias válidas de qualquer espécie, por exemplo: a fiança. Se dentro do prazo fixado pelo juiz o locatário tiver condição de quitar a dívida locatícia por inteiro, a ordem judicial será cancelada. A nova lei incluiu também, entre outras, a concessão de ordem liminar nos casos de necessidade de reparações urgentes nos imóveis, residenciais ou não residenciais, quando determinadas pelo poder público e o locatário (inquilino) não as consentir. A ordem liminar também poderá ser concedida para pedidos de desocupação de imóveis não residenciaisquando ajuizados dentro de trinta dias do vencimento do contrato, ou ainda nos casos de locações vigentes por prazo indeterminado depois de esgotado o prazo da notificação de não interesse de continuação da locação (denúncia vazia). Alerta, esta hipótese não alcança as locações residenciais. Nova redação dos dispositivos alterados: Lei 8.245/91 - Das Ações de Despejo Art. 59. Com as modificações constantes deste capítulo, as ações de despejo terão o rito ordinário. 1º Conceder - se - á liminar para desocupação em quinze dias, independentemente da audiência da parte contrária e desde que prestada a caução no valor equivalente a três meses de aluguel, nas ações que tiverem por fundamento exclusivo: I - o descumprimento do mútuo acordo (art. 9º, inciso I), celebrado por escrito e assinado pelas partes e por duas testemunhas, no qual tenha sido ajustado o prazo mínimo de seis meses para desocupação, contado da assinatura do instrumento; II - o disposto no inciso II do art. 47, havendo prova escrita da rescisão do contrato de trabalho ou sendo ela demonstrada em audiência prévia; III - o término do prazo da locação para temporada, tendo sido proposta a ação de despejo em até trinta dias após o vencimento do contrato;

6 IV - a morte do locatário sem deixar sucessor legítimo na locação, de acordo com o referido no inciso I do art. 11, permanecendo no imóvel pessoas não autorizadas por lei; V - a permanência do sublocatário no imóvel, extinta a locação, celebrada com o locatário. VI - o disposto no inciso IV do art. 9º, havendo a necessidade de se produzir reparações urgentes no imóvel, determinadas pelo poder público, que não possam ser normalmente executadas com a permanência do locatário, ou, podendo, ele se recuse a consenti-las; VII - o término do prazo notificatório previsto no parágrafo único do art. 40, sem apresentação de nova garantia apta a manter a segurança inaugural do contrato; VIII - o término do prazo da locação não residencial, tendo sido proposta a ação em até 30 (trinta) dias do termo ou do cumprimento de notificação comunicando o intento de retomada; IX - a falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação no vencimento, estando o contrato desprovido de qualquer das garantias previstas no art. 37, por não ter sido contratada ou em caso de extinção ou pedido de exoneração dela, independentemente de motivo. 2º Qualquer que seja o fundamento da ação dar - se - á ciência do pedido aos sublocatários, que poderão intervir no processo como assistentes. Parágrafo 3º No caso do inciso IX do parágrafo 1º deste artigo, poderá o locatário evitar a rescisão da locação e elidir a liminar de desocupação se, dentro dos 15 (quinze) dias concedidos para a desocupação do imóvel e independentemente de cálculo, efetuar depósito judicial que contemple a totalidade dos valores devidos, na forma prevista no inciso II do art. 62." Conforme dispõe a norma processual o prazo de desocupação começa a correr a partir da intimação ou citação do locatário (inquilino), salvo quando a lei dispõe de modo diverso. CPC - Art Intimação é o ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos e termos do processo, para que faça ou deixe de fazer alguma coisa. Art Não dispondo a lei de outro modo, as intimações serão feitas às partes, aos seus representantes legais e aos advogados pelo correio ou, se presentes em cartório, diretamente pelo escrivão ou chefe de secretaria. Parágrafo único. Presumem-se válidas as comunicações e intimações dirigidas ao endereço residencial ou profissional declinado na inicial, contestação ou embargos, cumprindo às partes atualizar o respectivo endereço sempre que houver modificação temporária ou definitiva. Art Começa a correr o prazo:

7 I - quando a citação ou intimação for pelo correio, da data de juntada aos autos do aviso de recebimento; II - quando a citação ou intimação for por oficial de justiça, da data de juntada aos autos do mandado cumprido; Art O prazo para a interposição de recurso conta-se da data, em que os advogados são intimados da decisão, da sentença ou do acórdão. 1 o Reputam-se intimados na audiência, quando nesta é publicada a decisão ou a sentença. A ordem liminar é concedida pelo juiz antes de julgar o pedido principal, sua função é evitar um dano irreparável. Entretanto, a concessão da ordem liminar nos casos que a nova lei prevê não é uma faculdade da autoridade judicante, a expressão conceder-se-á utilizada pelo legislador conforme consta do texto legal tem caráter impositivo e, se atendidos os requisitos previstos, não poderá ser negada. 5. Alterações processuais nas ações de despejo. (Lei 8.245/91- art. 62) A nova lei inseriu fartas alterações nos artigos que regulavam os aspectos meramente processuais, deixando claro que as ações de despejo podem ser embasadas também na falta de pagamento de aluguéis provisórios, diferenças, partes ou meros acessórios da locação. O legislador também deixou claro que a ação de despejo pode ser cumulada com a ação de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação, mas que o pedido de rescisão deverá ser dirigido ao locatário e o de cobrança aos fiadores, destacando que os cálculos discriminados e atualizados do débito deverão ser apresentados com a peça inicial. A alteração mais importante no artigo 62 da lei 8.245/91, refere-se à limitação do direito do locatátio de pagar a dívida na justiça, e se livrar do despejo. A faculdade somente será concedida se nos últimos a vinte e quatro meses o locatário não a tiver utilizado. A disposição antiga era mais benéfica para o locatario. As demais alterações são detalhamentos das formalidades, com o objetivo de facilitar as intimações das partes, via advogado, e imprimir a celeridade ao processo, além de estabelecer definições aos procedimentos judiciais. Nova redação dos dispositivos alterados: Art. 62. Nas ações de despejo fundadas na falta de pagamento de aluguel e acessórios da locação, de aluguel provisório, de diferenças de aluguéis, ou somente de quaisquer dos acessórios da locação, observar-se-á o seguinte:

8 I - o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito; II - o locatário e o fiador poderão evitar a rescisão da locação efetuando, no prazo de 15 (quinze) dias, contado da citação, o pagamento do débito atualizado, independentemente de cálculo e mediante depósito judicial, incluídos: a) os aluguéis e acessórios da locação que vencerem até a sua efetivação; b) as multas ou penalidades contratuais, quando exigíveis; c) os juros de mora; d) as custas e os honorários do advogado do locador, fixados em dez por cento sobre o montante devido, se do contrato não constar disposição diversa; III - efetuada a purga da mora, se o locador alegar que a oferta não é integral, justificando a diferença, o locatário poderá complementar o depósito no prazo de 10 (dez) dias, contado da intimação, que poderá ser dirigida ao locatário ou diretamente ao patrono deste, por carta ou publicação no órgão oficial, a requerimento do locador; IV - não sendo integralmente complementado o depósito, o pedido de rescisão prosseguirá pela diferença, podendo o locador levantar a quantia depositada; V - os aluguéis que forem vencendo até a sentença deverão ser depositados à disposição do juízo, nos respectivos vencimentos, podendo o locador levantá-los desde que incontroversos; VI - havendo cumulação dos pedidos de rescisão da locação e cobrança dos aluguéis, a execução desta pode ter início antes da desocupação do imóvel, caso ambos tenham sido acolhidos. Parágrafo único. Não se admitirá a emenda da mora se o locatário já houver utilizado essa faculdade nos 24 (vinte e quatro) meses imediatamente anteriores à propositura da ação. É oportuno lembrar que as alterações processuais, ainda que inseridas em uma lei especial, são aplicáveis imediatamente após a vigência da nova norma, não se vinculando à data do contrato ou do início da relação locatícia. O Código de Processo Civil dispõe sobre esta hipótese. CPC - art Este Código regerá o processo civil em todo o território brasileiro. Ao entrar em vigor, suas disposições aplicar-seão desde logo aos processos pendentes.

9 6. Expedição de mandado de despejo na sentença. (Lei 8.245/91- art. 63) Ainda no capítulo destinado a regular as ações de despejo o legislador estabeleceu que o juiz, ao julgar procedente uma ação de despejo, deve mandar expedir o mandado de desocupação, já fixando o prazo respectivo conforme cada caso, consideradas as situações que se amoldarem às hipóteses da norma. Neste artigo o foco é a abrangência da sentença proferida pelo juiz depois da tramitação regular do processo da ação de despejo, portanto, não se pode confundir com os prazos e situações que prevêem a concessão da ordem liminar. A ordem liminar, concedida ou negada, pelas suas características e limitações legais, não impede ou altera a tramitação da ação de despejo e a prolação da sentença. Os eventuais recursos são possíveis em cada tipo de provimento ou atos processuais, contudo, são distintos na forma, espécie e oportunidade. Cada qual tem a sua função e efeito, um não interfere no outro. Nova redação dos dispositivos alterados: Art. 63. Julgada procedente a ação de despejo, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, ressalvado o disposto nos parágrafos seguintes. 1º. O prazo será de quinze dias se: a) entre a citação e a sentença de primeira instância houverem decorrido mais de quatro meses; ou b) o despejo houver sido decretado com fundamento no art. 9º ou no parágrafo 2º do art Tratando-se de estabelecimento de ensino autorizado e fiscalizado pelo Poder Público, respeitado o prazo mínimo de seis meses e o máximo de um ano, o juiz disporá de modo que a desocupação coincida com o período de férias escolares. 3º Tratando-se de hospitais, repartições públicas, unidades sanitárias oficiais, asilos, estabelecimentos de saúde e de ensino autorizados e fiscalizados pelo Poder Público, bem como por entidades religiosas devidamente registradas, e o despejo for decretado com fundamento no inciso IV do art. 9º ou no inciso II do art. 53, o prazo será de um ano, exceto no caso em que entre a citação e a sentença de primeira instância houver decorrido mais de um ano, hipótese em que o prazo será de seis meses. 4 A sentença que decretar o despejo fixará o valor da caução para o caso de ser executada provisoriamente.

10 Neste artigo e parágrafos, exceto a inserção das entidades religiosas no rol de atividades beneficiadas com elasticidade de prazos para desocupação, as alterações introduzidas não produzem efeitos práticos à qualquer das partes dentro de uma relação locatícia, apenas estabelecem regras mais claras que as da norma original e permitem uma tramitação processual com um melhor potencial de celeridade. 7. Execução provisória do despejo. (Lei 8.245/91- art. 64) A alteração do artigo 64 da lei 8245/91 foi destinada a reduzir o valor da caução já imposta pela norma antiga quando o locador quisesse executar o despejo antes do trânsito em julgado da sentença proferida em primeira instância. Ou seja, mesmo que o locatário condenado na desocupação do imóvel houvesse tempestivamente interposto recurso à segunda instância, pretendendo a reforma do julgado, o locador poderia executar o despejo decretado se depositasse à disposição do juizo o valor que a lei estabeleceu a título de caução. O valor da caução na norma alterada era, no mínimo, correspondente a doze, e no máximo correpondente a dezoito aluguéis mensais atualizados. A nova lei reduziu esses valores para seis e doze aluguéis atualizados, respectivamente. Art. 64. Salvo nas hipóteses das ações fundadas no art. 9º, a execução provisória do despejo dependerá de caução não inferior a 6 (seis) meses nem superior a 12 (doze) meses do aluguel, atualizado até a data da prestação da caução. 1 A caução poderá ser real ou fidejussória e será prestada nos autos da execução provisória. 2 Ocorrendo a reforma da sentença ou da decisão que concedeu liminarmente o despejo, o valor da caução reverterá em favor do réu, como indenização mínima das perdas e danos, podendo este reclamar, em ação própria, a diferença pelo que a exceder. Na eventualidade de reforma da sentença ou da decisão que concedeu a liminar, o valor arbitrado da caução será destinado ao locatário despejado, a título de indenização mínima por perdas e danos. O locatário pode ainda, se considerar e puder provar que seu dano foi maior que a indenização recebida, postular sua complementação em ação própria.

11 Os pedidos de reparação de dano podem contemplar os danos apenas morais, aqueles que decorrem da dor, frustração ou do abalo da reputação do locatário, etc., e que não podem ser mensurados objetivamente, ou ainda os danos materiais. Os danos materiais são aqueles que podem ser medidos e ou apurados por perícia ou documentos. 8. Ação revisional de aluguéis. (Lei 8.245/91- art. 68) As alterações com relação à revisão de aluguéis, da mesma forma que a maior parte da nova norma, teve como escopo a simplificação e agilidade processuais, além da compatibilização da lei inquilinária com a orientação jurisprudencial. Como nos demais artigos, a nova norma também foi usada também para promover correções de expressões já impróprias, como substituir a antiga expressão rito sumaríssimo pela atual rito sumário, e aclarar a forma de fixação do aluguel provisório. No inciso IV foi substituída a expressão audiência de instrução e julgamento para audiência de conciliação, de forma a conciliar as disposições do Código de Processo Civil com as disposições da nova norma inquilinária. O inciso V foi incluído para acompanhar a jurisprudência já pacificada no sentido de que o pedido de revisão dos aluguéis provisórios interrompia o prazo recursal manejado contra a decisão que o fixou. Art. 68. Na ação revisional de aluguel, que terá o rito sumário, observarse-á o seguinte: I - além dos requisitos exigidos pelos arts. 276 e 282 do Código de Processo Civil, a petição inicial deverá indicar o valor do aluguel cuja fixação é pretendida; II - ao designar a audiência de conciliação, o juiz, se houver pedido e com base nos elementos fornecidos tanto pelo locador como pelo locatário, ou nos que indicar, fixará aluguel provisório, que será devido desde a citação, nos seguintes moldes: a) em ação proposta pelo locador, o aluguel provisório não poderá ser excedente a 80% (oitenta por cento) do pedido; b) em ação proposta pelo locatário, o aluguel provisório não poderá ser inferior a 80% (oitenta por cento) do aluguel vigente; III - sem prejuízo da contestação e até a audiência, o réu poderá pedir seja revisto o aluguel provisório, fornecendo os elementos para tanto; IV - na audiência de conciliação, apresentada a contestação, que deverá conter contraproposta se houver discordância quanto ao valor pretendido, o juiz tentará a conciliação e, não sendo esta possível, determinará a

12 realização de perícia, se necessária, designando, desde logo, audiência de instrução e julgamento; V - o pedido de revisão previsto no inciso III deste artigo interrompe o prazo para interposição de recurso contra a decisão que fixar o aluguel provisório. 1 Não caberá ação revisional na pendência de prazo para desocupação do imóvel (arts. 46, parágrafo 2 e 57), ou quando tenha sido este estipulado amigável ou judicialmente. 2 No curso da ação de revisão, o aluguel provisório será reajustado na periodicidade pactuada ou na fixada em lei. 9. Alterações nos requisitos da ação renovatória. (Lei 8.245/91- arts. 71 e 74) No caso do artigo 71 da lei 8.245/91, a alteração apenas atualizou o nome do Ministério da Fazenda e fez substituir a expressão idoneidade financeira pela atual idoneidade financeira de forma a oportunizar a revisão dos cadastros dos fiadores como um dos requisitos da renovação compulsória da locação não residencial. Já no artigo 74 da lei 8.245/91 o legislador apenas reduziu o prazo de desocupação voluntária do imóvel, que era de seis meses, para trinta dias. Isso, considerando a hipótese de a sentença não acolher a renovação da locação. As demais disposições do texto original foram mantidas. Lei 8.245/91- art. 71. Além dos demais requisitos exigidos no art. 282 do Código de Processo Civil, a petição inicial da ação renovatória deverá ser instruída com: I - prova do preenchimento dos requisitos dos incisos I, II e III do art. 51; II - prova do exato cumprimento do contrato em curso; III - prova da quitação dos impostos e taxas que incidiram sobre o imóvel e cujo pagamento lhe incumbia; IV - indicação clara e precisa das condições oferecidas para a renovação da locação; V - indicação do fiador quando houver no contrato a renovar e, quando não for o mesmo, com indicação do nome ou denominação completa, número de sua inscrição no Ministério da Fazenda, endereço e, tratandose de pessoa natural, a nacionalidade, o estado civil, a profissão e o número da carteira de identidade, comprovando, desde logo, mesmo que não haja alteração do fiador, a atual idoneidade financeira; VI - prova de que o fiador do contrato ou o que o substituir na renovação aceita os encargos da fiança, autorizado por seu cônjuge, se casado for; VII - prova, quando for o caso, de ser cessionário ou sucessor, em virtude de título oponível ao proprietário.

13 Parágrafo único. Proposta a ação pelo sublocatário do imóvel ou de parte dele, serão citados o sublocador e o locador, como litisconsortes, salvo se, em virtude de locação originária ou renovada, o sublocador dispuser de prazo que admita renovar a sublocação; na primeira hipótese, procedente a ação, o proprietário ficará diretamente obrigado à renovação. Art. 74. Não sendo renovada a locação, o juiz determinará a expedição de mandado de despejo, que conterá o prazo de 30 (trinta) dias para a desocupação voluntária, se houver pedido na contestação. 10. Data início da vigência da nova lei. A nova lei que alterou a norma inquilinária vigente, em razão de veto do poder executivo, não dispôs sobre a data que deveria entrar em vigor as novas disposições, assim, nos termos da lei vigente, começará a vigorar somente após quarenta e cinco dias da sua publicação. Portanto, a partir do dia 25 de janeiro de O prazo, na omissão da norma, é fixado pela Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: Dec. Lei 4.657/42 - art. 1 o Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada. Assim, as matérias de mérito das locações contratadas dentro do período de vigência da norma antiga serão examinadas e julgadas conforme a norma antiga, e as novas locações, contratadas a partir da data de vigência da nova norma, serão examinadas e julgadas em conformidade com a nova norma. As situações eventualmente não contempladas pela norma antiga e sequer pela nova, serão definidas pela jurisprudência. Ressalte-se, entretanto, que as disposições meramente processuais terão aplicação imediata, ou seja, a partir da vigência da nova lei serão aplicadas nos processos sujeitos à lei do inquilinato sem qualquer distinção.

LEI DE LOCAÇÕES - ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS

LEI DE LOCAÇÕES - ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS LEI DE LOCAÇÕES - ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS Diogo L. Machado de Melo Nathália Annette Vaz de Lima NORMA ANTERIOR (LEI 8245/91) ALTERAÇÃO TRAZIDA PELA LEI 12.112/09 (COM JUSTIFICATIVAS DE VETOS) (EM VIGOR

Leia mais

Mensagem de veto Altera a Lei no 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano

Mensagem de veto Altera a Lei no 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano Confira a íntegra da nova Lei do Inquilinato Mensagem de veto Altera a Lei no 8.245, de 18 de outubro de 1991, para aperfeiçoar as regras e procedimentos sobre locação de imóvel urbano LEI Nº 12.112 DE

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos e os procedimentos pertinentes. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei introduz alteração na Lei

Leia mais

ALTERAÇÕES À LEI DE LOCAÇÃO Lei nº. 12.112/2009

ALTERAÇÕES À LEI DE LOCAÇÃO Lei nº. 12.112/2009 ALTERAÇÕES À LEI DE LOCAÇÃO Lei nº. 12.112/2009 SWISSCAM - Câmara de Comércio Suíço-Brasileira - São Paulo, Brasil - 13 de agosto de 2010 MULTA CONTRATUAL Lei nº. 8.245/91 O locatário poderia devolver

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 21 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.245, DE 18 DE OUTUBRO DE 1991. Mensagem de veto Texto compilado Dispõe sobre as locações dos imóveis urbanos

Leia mais

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010 Apresentação: Leandro Ibagy Vitória, mar/2010 Ao proteger excessivamente o locatário, restringindo a reprise, ninguém mais se interessava adquirir imóveis para destiná-los a locação. Nível de aquisição

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL PEÇA PROFISSIONAL Deve-se propor ação renovatória, com fulcro no art. 51 e ss. da Lei n.º 8.245/1991. Foro competente: Vara Cível de Goianésia GO, conforme dispõe o art. 58, II, da Lei n.º 8.245/1991:

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento nº 0010478-77.2014.8.19.0000 Agravante: Othelo Fernando Schaefer Agravado: Levinda Fernandes de Souza Pinto

Leia mais

Leis do Inquilinato LEI 8.245 DE 18/10/1991. Dispõe sobre as Locações dos Imóveis Urbanos e os Procedimentos a Elas Pertinentes.

Leis do Inquilinato LEI 8.245 DE 18/10/1991. Dispõe sobre as Locações dos Imóveis Urbanos e os Procedimentos a Elas Pertinentes. Leis do Inquilinato LEI 8.245 DE 18/10/1991 Dispõe sobre as Locações dos Imóveis Urbanos e os Procedimentos a Elas Pertinentes. TITULO I Da Locação (artigos 1 a 57) CAPITULO I Disposições Gerais (artigos

Leia mais

A LEI DO,INQUILINATO COMENTADA

A LEI DO,INQUILINATO COMENTADA SVLVIO CAPANEMA DE SOUZA A LEI DO,INQUILINATO COMENTADA Artigo por artigo ga edição Revista, atualizada e ampliada *** ~ FORENSE ~ RIO DE JANEIRO A EDITORA FORENSE se responsabiliza pelos vicios do produto

Leia mais

A execução incide somente sobre o patrimônio do executado. É sempre real.

A execução incide somente sobre o patrimônio do executado. É sempre real. PRINCÍPIOS DA EXECUÇÃO - Princípio da Patrimonialidade A execução incide somente sobre o patrimônio do executado. É sempre real. Art. 591. O devedor responde, para o cumprimento de suas obrigações, com

Leia mais

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS

SEMINÁRIO - O PODER JUDICIÁRIO E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ENUNCIADOS APROVADOS 1) Entende-se por fundamento referido no art. 10 do CPC/2015 o substrato fático que orienta o pedido, e não o enquadramento jurídico atribuído pelas partes. 2) Não ofende a regra do contraditório do art.

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS:

MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS: MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS: Mudança no modo de contagem dos prazos: A partir do novo CPC, os prazos processuais

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI N. 3.177, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. PUBLICADO NO DOE Nº 2297, DE 11.09.13

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI N. 3.177, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. PUBLICADO NO DOE Nº 2297, DE 11.09.13 LEI N. 3.177, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. PUBLICADO NO DOE Nº 2297, DE 11.09.13 Consolidada, alterada pela Lei nº: 3250, de 19.11.13 DOE n. 2343, de 19.11.13 Autoriza o Poder Executivo a realizar a compensação

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA go REGISTRADO(A) SOB N

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA go REGISTRADO(A) SOB N DE DE ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA go REGISTRADO(A) SOB N ACÓRDÃO i MUI um um um mi um mi um mi mi '02966670* Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento n 990.10.126553-2, da Comarca

Leia mais

GARANTIAS LOCATÍCIAS. 20 de março de 2012

GARANTIAS LOCATÍCIAS. 20 de março de 2012 GARANTIAS LOCATÍCIAS 20 de março de 2012 As MODALIDADES estão previstas no artigo 37 da Lei 8245/91, mantidas pela Lei 12.112/09: I caução; II fiança; III seguro de fiança locatícia; IV cessão fiduciária

Leia mais

Resolução nº 9, de 16 de julho de 1997 (publicada no Diário Oficial da União de 13.8.97)

Resolução nº 9, de 16 de julho de 1997 (publicada no Diário Oficial da União de 13.8.97) Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE SCN Quadra 2 Projeção C, Brasília, DF CEP 70712-902 Tel.: (61) 426-8599 Fax: (61) 328-5523 cade@cade.gov.br Resolução nº 9, de 16

Leia mais

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO E AÇÃO DE DEPÓSITO 1 Parte I AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO 2 1) O DIREITO MATERIAL DE PAGAMENTO POR CONSIGNAÇÃO a) Significado da palavra consignação b) A consignação

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.507.239 - SP (2014/0340784-3) RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE: Trata-se de recurso especial interposto por Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil, com fundamento

Leia mais

Resumo. Sentença Declaratória pode ser executada quando houver o reconhecimento de uma obrigação.

Resumo. Sentença Declaratória pode ser executada quando houver o reconhecimento de uma obrigação. 1. Execução Resumo A Lei 11.232/05 colocou fim à autonomia do Processo de Execução dos Títulos Judiciais, adotando o processo sincrético (a fusão dos processos de conhecimento e executivo a fim de trazer

Leia mais

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PROJETO DE RESOLUÇÃO 03-00023/2011 da Mesa Diretora Institui no âmbito da Câmara Municipal de São Paulo Sistema de Consignação Facultativa em Folha de Pagamento na modalidade

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DA APOSTILA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL - CÓD.: 0612

ATUALIZAÇÃO DA APOSTILA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL - CÓD.: 0612 Atualização - 1 ATUALIZAÇÃO DA APOSTILA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL - CÓD.: 0612 LEI N. 1.060, DE 5 DE FEVEREIRO DE 1950 Lei Complementar N. 132, de 7 de Outubro de 2009 Art. 17. O art. 3º da Lei nº 1.060,

Leia mais

LOCADORES(AS): LOCATÁRIO(A): FIADOR: IMÓVEL: PRAZO: INÍCIO DA LOCAÇÃO: TÉRMINO DA LOCAÇÃO: VALOR: REAJUSTE: ANUAL DESTINAÇÃO: COMERCIAL

LOCADORES(AS): LOCATÁRIO(A): FIADOR: IMÓVEL: PRAZO: INÍCIO DA LOCAÇÃO: TÉRMINO DA LOCAÇÃO: VALOR: REAJUSTE: ANUAL DESTINAÇÃO: COMERCIAL LOCADORES(AS): LOCATÁRIO(A): FIADOR: IMÓVEL: PRAZO: INÍCIO DA LOCAÇÃO: TÉRMINO DA LOCAÇÃO: VALOR: REAJUSTE: ANUAL DESTINAÇÃO: COMERCIAL CONTRATO DE LOCAÇÃO COMERCIAL Pelo presente instrumento, e na melhor

Leia mais

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015.

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. Define os procedimentos para apuração da responsabilidade administrativa e para celebração do acordo de leniência de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de

Leia mais

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT.

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT. 1 DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO PONTO 1: Execução Trabalhista 1. EXECUÇÃO TRABALHISTA: ART. 876 ART. 892 da CLT Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO COMARCA DE SÃO CAETANO DO SUL FORO DE SÃO CAETANO DO SUL 2ª VARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO COMARCA DE SÃO CAETANO DO SUL FORO DE SÃO CAETANO DO SUL 2ª VARA CÍVEL fls. 137 CONCLUSÃO Em 24 de outubro de 2014, faço estes autos conclusos ao (à) Doutor(a) Ana Lucia Fusaro Juiz(a) de Direito. Rafael Nigoski Lopes, Assistente Judiciário. Processo nº: 1002710-42.2014.8.26.0565

Leia mais

STJ00097419 GEDIEL CLAUDINO DE ARAUJO JUNIOR. Lei do Inquilinato Anotada Questões Práticas Modelos. 4ª Edição. Revista e Atualizada

STJ00097419 GEDIEL CLAUDINO DE ARAUJO JUNIOR. Lei do Inquilinato Anotada Questões Práticas Modelos. 4ª Edição. Revista e Atualizada , GEDIEL CLAUDINO DE ARAUJO JUNIOR P L, ICA N C ÇA Lei do Inquilinato Anotada Questões Práticas Modelos 4ª Edição Revista e Atualizada são PAULO EDITORA ATLAS S.A. - 2014 2008 by Editora Atlas S.A. As

Leia mais

SENTENÇA. XXXXXX-XX.2012.8.26.0100 Procedimento Ordinário - Perdas e Danos D. (Omitido) Jonica Investimentos Imobiliários Ltda.

SENTENÇA. XXXXXX-XX.2012.8.26.0100 Procedimento Ordinário - Perdas e Danos D. (Omitido) Jonica Investimentos Imobiliários Ltda. fls. 1 SENTENÇA Processo nº: Classe - Assunto Requerente: Requerido: XXXXXX-XX.2012.8.26.0100 Procedimento Ordinário - Perdas e Danos D. (Omitido) Jonica Investimentos Imobiliários Ltda. (Tecnisa) Juiz(a)

Leia mais

LEI 8.620, DE 5 DE JANEIRO DE 1993 Altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de julho de 1991, e dá outras providências. O Presidente da República: Faço

LEI 8.620, DE 5 DE JANEIRO DE 1993 Altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de julho de 1991, e dá outras providências. O Presidente da República: Faço LEI 8.620, DE 5 DE JANEIRO DE 1993 Altera as Leis 8.212 e 8.213, de 24 de julho de 1991, e dá outras providências. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2012.0000649470 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 0184665-40.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante são agravados (NÃO

Leia mais

SUMÁRIO. TíTULO I DA locação. Capítulo I DISPOSiÇÕES GERAIS. Seção I Da locação em geral. Art. 1.

SUMÁRIO. TíTULO I DA locação. Capítulo I DISPOSiÇÕES GERAIS. Seção I Da locação em geral. Art. 1. PREFÁCIO À 7. a EDIÇÃO.................... 17 PREFÁCIO À 6. a EDIÇÃO......... 19 PREFÁCIO À 5. a EDIÇÃO... 21 PREFÁCIO À 4. a EDIÇÃO...... 23 PREFÁCIO À 3. a EDIÇÃO............ 25 PREFÁCIO À 2. a EDIÇÃO......

Leia mais

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945 Lei de Falências revogado. Lei nº 11.101, de 09 de fevereiro de

Leia mais

Alimentos e a incidência da multa

Alimentos e a incidência da multa Alimentos e a incidência da multa Maria Berenice Dias www.mbdias.com.br www.mariaberenice.com.br www.direitohomoafetivo.com.br Foi recebido com grande resistência, e até com certa desconfiança, o fim do

Leia mais

A MOROSIDADE DA JUSTIÇA NAS AÇÕES LOCATÍCIAS ESPECIALMENTE NA AÇÃO RENOVATÓRIA.

A MOROSIDADE DA JUSTIÇA NAS AÇÕES LOCATÍCIAS ESPECIALMENTE NA AÇÃO RENOVATÓRIA. A MOROSIDADE DA JUSTIÇA NAS AÇÕES LOCATÍCIAS ESPECIALMENTE NA AÇÃO RENOVATÓRIA. LA LENTITUD DE LA JUSTICIA EN ACCIONES DE LOS CONTRATOS DE ARRENDAMIENTO SOBRE TODO EN LA ACCIÓN DE RENOVACIÓN DE LA CONCESIÓN

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 303, DE 29 DE JUNHO DE 2006. Sem eficácia Texto para impressão Dispõe sobre parcelamento de débitos junto à Secretaria

Leia mais

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV 1 CAPÍTULO I Do Objeto Art. 1º Este documento, doravante denominado Regulamento de Empréstimo, estabelece os direitos e as obrigações da CASANPREV, dos Participantes, Assistidos

Leia mais

CARTA CONTRATO Nº 004/2015 PREFEITURA DE PRESIDENTE FIGUEIREDO TEREZINHA DO MENINO JESUS ARAUJO TAVARES

CARTA CONTRATO Nº 004/2015 PREFEITURA DE PRESIDENTE FIGUEIREDO TEREZINHA DO MENINO JESUS ARAUJO TAVARES CARTA CONTRATO Nº 004/2015, FIRMADO ENTRE A PREFEITURA DE PRESIDENTE FIGUEIREDO E A SRA. TEREZINHA DO MENINO JESUS ARAUJO TAVARES, OBJETIVANDO A LOCAÇÃO DE IMÓVEL PARA FUNCIONAR COMO ESCRITÓRIO DA REPRESENTAÇÃO

Leia mais

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em:

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em: Decreto-Lei n.º 38/2003, de 8 de março A revisão do Código de Processo Civil operada pelo Decreto-Lei n.º 329-A/95, de 12 de dezembro, e pelo Decreto-Lei n.º 180/96, de 25 de setembro, complementada pelo

Leia mais

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil LEI CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Parte Geral Livro I DAS NORMAS PROCESSUAIS CIVIS TÍTULO ÚNICO DAS NORMAS FUNDAMENTAIS E DA APLICAÇÃO DAS NORMAS PROCESSUAIS

Leia mais

Autor: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM HOTÉIS, APART HOTÉIS, MOTÉIS, FLATS, RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E SIMILARES DE SÃO PAULO E REGIÃO,

Autor: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM HOTÉIS, APART HOTÉIS, MOTÉIS, FLATS, RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E SIMILARES DE SÃO PAULO E REGIÃO, ATENÇÃO - Texto meramente informativo, sem caráter intimatório, citatório ou notificatório para fins legais. PODER JUDICIÁRIO FEDERAL Justiça do Trabalho - 2ª Região Número Único: 01497003320065020075

Leia mais

PROVIMENTO Nº 04/2008

PROVIMENTO Nº 04/2008 PROVIMENTO Nº 04/2008 Disciplina os procedimentos relativos aos débitos das Fazendas Públicas Federal, Estadual e Municipal, em virtude de sentença judicial transitada em julgado, sujeitos ao regime de

Leia mais

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM O Conselho de Supervisão da BM&FBOVESPA SUPERVISÃO DE MERCADOS (BSM), no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social da entidade e após a autorização da Comissão

Leia mais

PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS

PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS 1 Os débitos de qualquer natureza para com a Fazenda Nacional podem ser parcelados em até 60 (sessenta) prestações

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Decreto Nº 41.043, de 25 de julho de 1996 Estabelece normas para a locação de imóveis pela Administração Centralizada e Autárquica do Estado e dá providências correlatas MÁRIO COVAS, Governador do Estado

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo REGULAMENTO DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO NO BRASIL SÃO PAULO Artigo 1º O Centro de Arbitragem 1.1. O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Portuguesa de Comércio

Leia mais

Efeitos a partir de 1º de janeiro de 2010)

Efeitos a partir de 1º de janeiro de 2010) Artigo 586-4º - 3 - o contribuinte detentor do crédito acumulado, por qualquer de seus estabelecimentos, não poderá ter débito pendente de liquidação, inclusive decorrente de auto de infração e imposição

Leia mais

COMENTÁRIOS À LEI 12.122/09, QUE ALTEROU A LEI DO INQUILINATO

COMENTÁRIOS À LEI 12.122/09, QUE ALTEROU A LEI DO INQUILINATO COMENTÁRIOS À LEI 12.122/09, QUE ALTEROU A LEI DO INQUILINATO Gilberto Koenig A Lei 8.245, de 16 de outubro de 1991, indiscutivelmente é considerada pelos especialistas uma das melhores legislações sobre

Leia mais

NOSSA FAMÍLIA Escola de Educação Infantil Ltda.

NOSSA FAMÍLIA Escola de Educação Infantil Ltda. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS Pelo presente instrumento particular de CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, de uma lado, a NOSSA FAMÍLIA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL LTDA, com sede na Avenida

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270 DECRETO Nº 13.270 Regulamenta o parcelamento e pagamento de créditos do município de Vitória e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do, no uso de suas atribuições legais, e

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. Fixa os critérios e procedimentos para a realização de concursos públicos de provas e títulos, destinados ao provimento dos cargos efetivos do

Leia mais

ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA

ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA (Até às alterações do Decreto Lei n.º 38/2003, de 08 de Março) ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA CAPÍTULO I Artigo 1.º Convenção de arbitragem 1 - Desde que por lei especial não esteja submetido exclusivamente a tribunal

Leia mais

SEGURO-GARANTIA CONDIÇÕES GERAIS

SEGURO-GARANTIA CONDIÇÕES GERAIS SEGURO-GARANTIA CONDIÇÕES GERAIS 1. INFORMAÇÕES PRELIMINARES... 2 2. APRESENTAÇÃO... 2 3. ESTRUTURA DO CONTRATO DE SEGURO... 2 4. OBJETIVO DO SEGURO... 3 5. DEFINIÇÕES... 3 6. FORMA DE CONTRATAÇÃO... 4

Leia mais

MARISOL S.A. CNPJ Nº 84.429.752/0001-62 EMPRESA DE CAPITAL ABERTO ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO, PRAZO DE DURAÇÃO

MARISOL S.A. CNPJ Nº 84.429.752/0001-62 EMPRESA DE CAPITAL ABERTO ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO, PRAZO DE DURAÇÃO MARISOL S.A. CNPJ Nº 84.429.752/0001-62 EMPRESA DE CAPITAL ABERTO ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO, PRAZO DE DURAÇÃO Artigo 1º: A MARISOL S.A. é uma Sociedade Anônima de capital aberto,

Leia mais

MINUTA-PARÂMETRO DE CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DE BENS DE INFORMÁTICA E AUTOMAÇÃO, DECORRENTE DE PREGÃO ELETRÔNICO. Anexo nº...

MINUTA-PARÂMETRO DE CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DE BENS DE INFORMÁTICA E AUTOMAÇÃO, DECORRENTE DE PREGÃO ELETRÔNICO. Anexo nº... MINUTA-PARÂMETRO DE CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DE BENS DE INFORMÁTICA E AUTOMAÇÃO, DECORRENTE DE PREGÃO ELETRÔNICO. Anexo nº... Minuta Contratual CONTRATO Nº.../... QUE FIRMAM A UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS

Leia mais

http://www.profmarcelomoura.blogspot.com EXAME DE ORDEM ( CESPE/UnB ) 2009.2

http://www.profmarcelomoura.blogspot.com EXAME DE ORDEM ( CESPE/UnB ) 2009.2 EXAME DE ORDEM ( CESPE/UnB ) 2009.2 OBSERVAÇÃO O gabarito pretende abranger diversos aspectos do tema abordado. Assim, o fato do candidato não ter abordado todos os temas referidos neste comentário não

Leia mais

BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ nº 06.977.745/0001-91 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ nº 06.977.745/0001-91 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES 1. OBJETIVOS DO PLANO BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ nº 06.977.745/0001-91 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES 1.1. Os objetivos do Plano de Opção de Compra de Ações da BR Malls Participações S.A. ( Companhia

Leia mais

CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO DE COMPRAS. I -DEFINIÇÕES: para os fins deste CONTRATO, serão adotadas as seguintes definições:

CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO DE COMPRAS. I -DEFINIÇÕES: para os fins deste CONTRATO, serão adotadas as seguintes definições: CONTRATO DE EMISSÃO E UTILIZAÇÃO DO CARTÃO DE COMPRAS I -DEFINIÇÕES: para os fins deste CONTRATO, serão adotadas as seguintes definições: a) PASSA TEMPO ADMINISTRADORA DE CARTÃO LTDA., com sede na Rua

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA. Cláudio Basques. A garantia dos credos é o patrimônio do devedor.

DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA. Cláudio Basques. A garantia dos credos é o patrimônio do devedor. DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA Cláudio Basques A garantia dos credos é o patrimônio do devedor. LEI N. 11.101, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2005 Nova Lei de Falências Art. 1º Esta lei disciplina a recuperação judicial,

Leia mais

O Povo de Florianópolis, por seus representantes, aprova e eu sanciono a seguinte Lei:

O Povo de Florianópolis, por seus representantes, aprova e eu sanciono a seguinte Lei: LEI MUNICIPAL Nº 7692, de 21 de agosto de 2008. DISPÕE SOBRE FINANCIAMENTOS E PROGRAMAS HABITACIONAIS DE INTERESSE SOCIAL, ESTABELECE NORMAS DE CONCESSÃO DE SUBSÍDIOS, REGULAMENTA AS TRANSAÇÕES COM MORADIAS

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução.

Copyright Proibida Reprodução. PROCEDIMENTO PADRÃO PERÍCIA AMBIENTAL Prof. Éder Responsabilidade Clementino dos civil Santos INTRODUÇÃO BRASIL: Perícia Ambiental É um procedimento utilizado como meio de prova; Fornecimento de subsídios

Leia mais

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003 Regulamenta disposições da Lei n 13.478, de 30 de dezembro de 2002, alterada pela Lei nº 13.522, de 19 de fevereiro de 2003, que instituiu a Taxa de Resíduos Sólidos

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL. Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL. Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL Orientador Empresarial Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização INSTRUÇÃO NORMATIVA SRP 10/2005 DOU:

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES RESOLUÇÃO N o 488, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2007 Aprova o Regulamento de Proteção e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Serviços de Televisão por Assinatura. O CONSELHO

Leia mais

Caixa Econômica Federal - DIJUR. Alienação Fiduciária de Imóvel

Caixa Econômica Federal - DIJUR. Alienação Fiduciária de Imóvel Caixa Econômica Federal - DIJUR Alienação Fiduciária de Imóvel Alguns aspectos relativos à recuperação do crédito Setembro/2012 1 Expectativa de prazo da cobrança judicial Fazenda quer acelerar cobrança

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFRA ESTRUTRA E DE TELEFONIA.

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFRA ESTRUTRA E DE TELEFONIA. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFRA ESTRUTRA E DE TELEFONIA. Pelo presente instrumento particular de Contrato de Prestação de Serviços de Telefonia (doravante designado simplesmente Contrato ) o

Leia mais

ANEXO VIII MINUTA CONTRATUAL

ANEXO VIII MINUTA CONTRATUAL ANEXO VIII MINUTA CONTRATUAL CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE ENTRE SI CELEBRAM AS ENTIDADES DO SISTEMA INDÚSTRIA (CNI, SESI/DN, SENAI/DN E IEL/NC) E A EMPRESA [INSERIR NOME DA EMPRESA] PROCESSO SAP

Leia mais

O OFICIAL DE JUSTIÇA E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL

O OFICIAL DE JUSTIÇA E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL O OFICIAL DE JUSTIÇA E O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL O novo Código de Processo Civil revela-se positivo para atuação dos Oficiais de Justiça, pelo menos essa foi a perspectiva desde a criação do projeto.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012).

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012). RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. Disciplina os procedimentos a serem observados nos processos administrativos instaurados pelo prestador de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL Nº 460.698-6 - 26.08.2004

APELAÇÃO CÍVEL Nº 460.698-6 - 26.08.2004 -1- EMENTA: ANULATÓRIA ADMINISTRADORAS DE CARTÃO DE CRÉDITO NÃO INTEGRAÇÃO AO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ENCARGOS LIMITAÇÃO CLÁUSULA MANDATO VALIDADE APORTE FINANCEIRO OBTIDO NECESSIDADE DE COMPROVAÇÃO.

Leia mais

CÓDIGO DE AUTO-REGULAÇÃO DA ANBID PARA O PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO CONTINUADA

CÓDIGO DE AUTO-REGULAÇÃO DA ANBID PARA O PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO CONTINUADA CÓDIGO DE AUTO-REGULAÇÃO DA ANBID PARA O PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO CONTINUADA CAPÍTULO I DO OBJETIVO E DA ABRANGÊNCIA Art. 1º- O objetivo do presente Código de Auto-Regulação é estabelecer princípios e

Leia mais

A T A D E A U D I Ê N C I A

A T A D E A U D I Ê N C I A A T A D E A U D I Ê N C I A Aos 27 de julho de 2011, às 16:13 horas, na sala de audiências desta Vara, na presença da Juíza do Trabalho Substituta, ALESSANDRA JAPPONE ROCHA MAGALHÃES, foram apregoados

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Primeira Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Primeira Câmara Cível M Poder Judiciário Apelação Cível nº. 0312090-42.2012.8.19.0001 Apelante: COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS CEDAE Advogado: Dr. Luiz Carlos Zveiter Apelado: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS

Leia mais

decorrentes de descumprimento total ou parcial de contrato fica regulamentado por

decorrentes de descumprimento total ou parcial de contrato fica regulamentado por c Poder Judiciário ctóáça INSTRUÇÃO NORMATIVA N5 24, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2013 Dispõe sobre o procedimento de apuração e aplicação de penalidades às empresas contratadas pelo Conselho Nacional de Justiça.

Leia mais

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL. Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato:

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL. Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato: CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL Nome do Participante/Assistido: Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Valor do Empréstimo: Quantidade de Prestações: Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato: Valor liquido

Leia mais

PENHORA ON LINE. Noções Introdutórias

PENHORA ON LINE. Noções Introdutórias PENHORA ON LINE Noções Introdutórias Caracterizada como ato específico da ação de execução por quantia certa contra devedor solvente, a penhora nada mais é do que um ato executório, uma vez que produz

Leia mais

Direito do Trabalho IV. Direito do Trabalho IV

Direito do Trabalho IV. Direito do Trabalho IV Direito do Trabalho IV»Material de Dependência Liquidação Sentença e Execução Parte 1 Tipos e espécies de Execução Direito do Trabalho IV»Aula 6 Liquidação de Sentença Parte 2 1 VIII Liquidação de sentença

Leia mais

Cria a Procuradoria Geral do Estado e dá outras providências

Cria a Procuradoria Geral do Estado e dá outras providências LEI DELEGADA Nº 39 DE 28 DE NOVEBRO DE 1969 D.O Nº 236 DE 15 DE DEZEMBRO DE 1969 Cria a Procuradoria Geral do Estado e dá outras providências O Governador do Estado do Maranhão, no uso de suas atribuições

Leia mais

COMPETÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS DA FAZENDA PÚBLICA

COMPETÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS DA FAZENDA PÚBLICA COMPETÊNCIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS DA FAZENDA PÚBLICA Fabiano Samartin Fernandes * BREVE HISTÓRICO Os Juizados Especiais foram criados pela Lei n. 9.099, de 26 de setembro de 1995, inspirados diretamente

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ACÓRDÃO ACÓRDÃO Registro: 2013.0000251389 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0128060-36.2010.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante AGÊNCIA ESTADO LTDA, é apelado IGB ELETRÔNICA

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: 1 Gabinete do Prefeito LEI Nº 9416, DE 14 DE MAIO DE 2014. Institui o Programa de Parcelamento Incentivado - PPI e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA APROVA E EU SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina CONTRATO N. 127/2015 Contrato para a contratação de suporte técnico, com direito de atualização de versões, para 15 (quinze) licenças de uso flutuantes do

Leia mais

Parágrafo 2o - O Certificado é assinado pelo presidente do CONRE ou por seu substituto legal.

Parágrafo 2o - O Certificado é assinado pelo presidente do CONRE ou por seu substituto legal. RESOLUÇÃO CONFE Nº 129, DE 25 DE AGOSTO DE 1982. Dispõe sobre o Certificado Especial de Habilitação, registro provisório, registro definitivo, baixa e reativação de registro de estatístico, transferência

Leia mais

I - EMITENTE II - INTERVENIENTE(S) / AVALISTA(S) III - CARACTERÍSTICAS DO(S) PRODUTO(S) MARCA MODELO ANO/MODELO COR COMBUSTÍVEL

I - EMITENTE II - INTERVENIENTE(S) / AVALISTA(S) III - CARACTERÍSTICAS DO(S) PRODUTO(S) MARCA MODELO ANO/MODELO COR COMBUSTÍVEL Nº DA CÉDULA CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO I - EMITENTE II - INTERVENIENTE(S) / AVALISTA(S) III - CARACTERÍSTICAS DO(S) (S) MARCA MODELO ANO/MODELO COR COMBUSTÍVEL RENAVAN CHASSI PLACA NOTA FISCAL (CASO VEÍCULO

Leia mais

INFORMATIVO: AÇÃO DE COBRANÇA DE EXPURGOS INFLACIONÁRIOS EM CADERNETAS DE POUPANÇAS DURANTE OS PLANOS ECONÔMICOS (COLLOR I E II)

INFORMATIVO: AÇÃO DE COBRANÇA DE EXPURGOS INFLACIONÁRIOS EM CADERNETAS DE POUPANÇAS DURANTE OS PLANOS ECONÔMICOS (COLLOR I E II) 1 INFORMATIVO: AÇÃO DE COBRANÇA DE EXPURGOS INFLACIONÁRIOS EM CADERNETAS DE POUPANÇAS DURANTE OS PLANOS ECONÔMICOS (COLLOR I E II) 1 - OBJETO: O pedido contido na ação visa cobrar das Instituições Bancárias

Leia mais

CIRCULAR SUSEP Nº 030, de 04 de junho de 1976

CIRCULAR SUSEP Nº 030, de 04 de junho de 1976 SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP Nº 030, de 04 de junho de 1976 Aprova Condições Especiais do Seguro de Garantia para Cobertura das Operações de Empréstimos Hipotecários. O SUPERINTENDENTE

Leia mais

1. No que consiste a coisa julgada formal? Explique. Diz respeito a imputabilidade da decisão dentro do mesmo processo.

1. No que consiste a coisa julgada formal? Explique. Diz respeito a imputabilidade da decisão dentro do mesmo processo. Questões do tema 27 a 30 27. Coisa julgada. Conceito. Natureza jurídica. 28. Coisa julgada formal e material. (arts. 467 a 469) 29. Limites subjetivos e objetivos da coisa julgada. (arts. 470 a 472) 30.

Leia mais

2 A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO

2 A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO 121 EXECUÇÃO FISCAL. QUESTÕES RELEVANTES SOBRE AS AÇÕES RELATIVAS ÀS PENALIDADES ADMINISTRATIVAS IMPOSTAS AOS EMPREGADORES PELOS ÓRGÃOS DE FISCALIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO SUMÁRIO Lucilde D Ajuda

Leia mais

DA PETIÇÃO INICIAL. Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO

DA PETIÇÃO INICIAL. Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO DA PETIÇÃO INICIAL Des. ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO DA PETIÇÃO INICIAL - Requisitos Petição inicial como veículo da ação. Art. 282. A petição inicial indicará: I - o juiz ou tribunal, a que é dirigida;

Leia mais

JUSTIÇA FEDERAL/TRF 3ª REGIÃO

JUSTIÇA FEDERAL/TRF 3ª REGIÃO JUSTIÇA FEDERAL/TRF 3ª REGIÃO Lei nº 9.289/1996 - Art. 14 e Resolução nº 278/2007, alterada pela Resolução nº 411/2010 DO RECOLHIMENTO DAS CUSTAS Custas, despesas processuais e preparo para recursos que

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO ACÓRDÃO Registro: 2014.0000671514 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1005199-16.2014.8.26.0577, da Comarca de São José dos Campos, em que é apelante ENNES DISTRIBUIDORA DE EXTINTORES,

Leia mais

CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE POR TEMPO INDETERMINADO COM ATUALIZAÇÕES

CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE POR TEMPO INDETERMINADO COM ATUALIZAÇÕES JIVA GESTÃO DE NEGÓCIOS LTDA.(LICENCIANTE), inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica sob o nº 10.276.926/0001-68, com sede na Av. Marcos de Freitas Costa, nº 309, Bairro Daniel Fonseca, Uberlândia/MG.;

Leia mais

Administração Central

Administração Central CONTRATO 303/10 CONTRATO: Nº 303/10 CONTRATANTE: CEETEPS CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA "PAULA SOUZA" CONTRATADA: PROTEMAX COMERCIO E SERVIÇOS LTDA ME OBJETO: SERVIÇO DE INSTALAÇÃO E FORNECIMENTO

Leia mais

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES E CUSTÓDIA EM MERCADOS ADMINISTRADOS E OUTRAS AVENÇAS

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES E CUSTÓDIA EM MERCADOS ADMINISTRADOS E OUTRAS AVENÇAS CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE OPERAÇÕES E CUSTÓDIA EM MERCADOS ADMINISTRADOS E OUTRAS AVENÇAS Nome (Cliente): RG: CPF/ CNPJ: Endereço: Cidade: UF: CEP: Profissão: Estado Civil: Nacionalidade: Classificação

Leia mais

ESTADO DO ACRE LEI N. 1.358 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2000.

ESTADO DO ACRE LEI N. 1.358 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI N. 1.358 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2000.. Publicado no D.O.E n 7.942 de 09 de janeiro de 2001.. Alterada pela Lei nº 2.956, de 9 de abril de 2015 Institui o Programa de Incentivo Tributário para Empresas,

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987

LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987 LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987 Dá nova redação aos artigos que menciona, entre outras providências, da Lei Complementar n. 3, de 12 de janeiro de 1981, que dispõe sobre a Organização

Leia mais

PRÁTICA TRABALHISTA Prof. Leone Pereira e Profa. Renata Orsi

PRÁTICA TRABALHISTA Prof. Leone Pereira e Profa. Renata Orsi Prof. Leone Pereira e Profa. Renata Orsi RECLAMAÇÃO TRABALHISTA Gustavo Mendes foi contratado, em 12/07/2006, pelo Hospital Saúde Perfeita LTDA. para exercer a função de auxiliar de enfermagem, com salário

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS CENTRO REGIONAL DE CULTURA, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 17.860.164/0001-91, com sede na Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves nº 45, bairro Avenida, CEP

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail:

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail: Vara: 1ª Vara Cível Processo: 0023257-48.2012.8.22.0001 Classe: Procedimento Ordinário (Cível) Requerente: Renata Terezinha Souza de Moraes Paschoal Rodrigues Requerido: Banco Bradescard S.A; Makro Atacadista

Leia mais

TRT Comentário da Prova de Analista

TRT Comentário da Prova de Analista TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 9a REGIÃO Direito Processual Civil Glauka Archangelo Pessoal. A prova de processo civil, não trouxe nenhuma surpresa, o edital foi respeitado e não há nenhuma questão passível

Leia mais